Scielo RSS <![CDATA[Cadernos de Saúde Pública]]> http://www.scielosp.org/rss.php?pid=0102-311X20010007&lang=en vol. 17 num. lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielosp.org/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielosp.org http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<B>An ecosystem approach to health and its applications to tropical and emerging diseases</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>Debate on the paper by David Waltner-Toews</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700003&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>Debate on the paper by David Waltner-Toews</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Waltner-Toews</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Waltner-Toews</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>Debate on the paper by David Waltner-Toews</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Waltner-Toews</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>Debate on the paper by David Waltner-Toews</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>Debate on the paper by David Waltner-Toews</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<b>The author replies</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700011&lng=en&nrm=iso&tlng=en Disease and health outcomes occur within a complex socio-ecological context characterized by feedback loops across space and time, self-organization, holarchies, and sudden changes in organization when thresholds are reached. Disease control programs, even if they are successful, may undermine health; conversely, programs in agriculture and economic development designed to improve health may simply alter disease patterns. A research and development strategy to promote sustainable health must therefore incorporate multiple scales, multiple perspectives, and high degrees of uncertainty. The ecosystem approach developed by researchers in the Great Lakes Basin meets these criteria. This has implications for community involvement in research, development policies, and for understanding and controlling tropical and emerging diseases. Even if unsuccessful in achieving specific outcome targets, however, the requirements of this approach for open and democratic communication, negotiation, and ecological awareness make its implementation worthwhile.<hr/>As manifestações de doença e de saúde ocorrem em contexto socioecológico complexo, caracterizado tanto por circuitos de retroalimentação, que atravessam o espaço e o tempo, quanto pela auto-organização, holarquias e mudanças bruscas ao nível da organização ao atingir-se certos limiares. Mesmo programas de controle de doenças bem sucedidos podem prejudicar a saúde; inversamente, programas agrícolas e de desenvolvimento econômico projetados para melhorar a saúde podem alterar os perfis das doenças. Assim, uma estratégia de pesquisa e desenvolvimento voltada à promoção sustentável da saúde deve incorporar múltiplas escalas e perspectivas e elevados graus de incerteza. A abordagem ecossistêmica desenvolvida por pesquisadores na Bacia dos Grandes Lagos satisfaz tais critérios, com implicações importantes para a participação comunitária em pesquisa e políticas de desenvolvimento, bem como para a compreensão e controle de doenças tropicais e emergentes. Ainda quando a abordagem ecossistêmica não obtém êxito quanto a metas específicas, exigências de comunicação aberta e democrática, negociação e consciência ecológica justificam sua implementação. <![CDATA[<B>Human health improvement in Sub-Saharan Africa through integrated management of arthropod transmitted diseases and natural resources</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700012&lng=en&nrm=iso&tlng=en A concept of an ecosystem approach to human health improvement in Sub-Saharan Africa is presented here. Three factors mainly affect the physical condition of the human body: the abiotic environment, vector-transmitted diseases, and natural resources. Our concept relies on ecological principles embedded in a social context and identifies three sets of subsystems for study and management: human disease subsystems, natural resource subsystems, and decision-support subsystems. To control human diseases and to secure food from resource subsystems including livestock or crops, integrated preventive approaches are preferred over exclusively curative and sectorial approaches. Environmental sustainability - the basis for managing matter and water flows - contributes to a healthy human environment and constitutes the basis for social sustainability. For planning and implementation of the human health improvement scheme, participatory decision-support subsystems adapted to the local conditions need to be designed through institutional arrangements. The applicability of this scheme is demonstrated in urban and rural Ethiopia.<hr/>Se presenta un concepto, basado en el ecosistema, para el mejoramiento de la salud humana en la región del África al sur del Sahara. Las condiciones físicas del cuerpo humano estan afectadas por tres factores: factores ambientales abióticos, enfermedades transmitidas por vectores, y por los recursos naturales. Este concepto se basa en princípios ecológicos dentro de un contexto social, e identifica tres series de subsistemas para estudio y manejo: subsistemas de enfermedades humanas, subsistemas de recursos naturales y subsistemas participativos de toma de decisiones. En el manejo de enfermedades humanas, así como en el manejo de recursos tales como ganadería o agricultura, se da prioridad a programas preventivos de manejo integrado. El concepto de sostenibilidad ambiental - base para el manejo de materia y de aguas - contribuye a un medio ambiente favorable para las condiciones de vida del ser humano, y es la base de la sostenibilidad social. Para la planificación y la ejecución del esquema de mejoramiento de la salud humana, se necesita un sistema participativo de toma de decisiones, adaptado a las condiciones locales y desarrollado en base a acuerdos institucionales. La aplicabilidad de este esquema es demostrada en la zona rural y urbana de Etiopia. <![CDATA[<STRONG>Regional differences and Hantavirus pulmonary syndrome (an emerging and tropical disease in Argentina)</strong>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700013&lng=en&nrm=iso&tlng=en Factors related to the characteristics of Hantavirus pulmonary syndrome in Argentina are described. Factors from different scientific fields converge to form the syndrome's analytical framework. Some of these factors are the history of spatial occupation, work and production structures, human migration patterns, ethnic composition, reservoir dynamics and its relationship to the different circulating viruses, and human behavior. Furthermore, the multiple factors are expressed in three ecological frameworks, associated with three different geographical regions of Argentina: 1) Northwest; 2) Central ("wet Pampa"); and 3) South Andean. In order to understand the actual causality of health or disease as an interaction of many factors, research on the primary biological, social, and environmental determinants of diseases should attend to the complexity of variable relationships in each region. The multiple-factor convergence approach allows for the design of appropriate strategies to improve the population's health status. Therefore, strategies should be developed and transferred by multidisciplinary teams, while their sustainability should be assured by community participation beginning with the earliest steps of research onward.<hr/>Se describen algunos factores que habrían favorecido a caracterizar la expresión del Síndrome Pulmonar por Hantavirus en Argentina. Estos factores muestran diversos orígenes que van desde los procesos de ocupación del espacio y de producción, la estructura laboral, el patrón de migración humana, la etnia, la dinámica de reservorios y su relación con los tipos de virus, y el comportamiento del hombre. Estos factores se expresan en tres marcos ecológicos asociados a diferentes regiones geográficas de Argentina: 1) Noroeste, 2) Central (Pampa húmeda) y 3) Sur Andina. Este complejo escenario obliga a abordar con la misma complejidad las investigaciones, para identificar determinantes primarios, biológicos, sociales y ambientales, causales de salud o enfermedad en su estrecha interacción y no individualmente. Este abordaje permitirá diseñar estrategias apropiadas para mejorar las condiciones de salud. Las mismas deberían ser diseñadas y transferidas por equipos transdisciplinarios de investigación, donde la participación de la comunidad desde las primeras etapas de desarrollo es esencial para la sustentabilidad de la estrategia. <![CDATA[<B>The place behind the case</B>: <B>leptospirosis risks and associated environmental conditions in a flood-related outbreak in Rio de Janeiro</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700014&lng=en&nrm=iso&tlng=en The environmental context in which a leptospirosis outbreak took place during the summer of 1996 in the Rio de Janeiro Western Region was examined by using spatial analysis of leptospirosis cases merged with socio-demographic data using Geographic Information System (GIS). Risk areas were mapped based on flood and solid waste accumulation information for the region. Incidence rates were calculated for each area by the division of number of cases per total population in the specific areas. Higher rates were observed for census tracts inside the flood risk area and in the vicinities of waste accumulation sites. These findings are in agreement with the expected risk of leptospirosis, evidencing the role of environmental and collective factors in the determination of the disease.<hr/>Neste trabalho foi averiguado o contexto ambiental do surto de leptospirose ocorrido no verão de 1996, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, utilizando-se o Sistema de Informações Geográficas (SIG). As áreas de risco foram estabelecidas segundo o mapeamento das regiões sujeitas à inundação e de zonas em que há acumulação de lixo doméstico. Foram calculadas taxas de incidência da doença pela razão entre o número de casos e a população total em cada uma dessas áreas. Maiores taxas de incidência foram verificadas dentro da região sujeita à inundação e em torno daquelas de acumulação de lixo. Os resultados evidenciam o papel de fatores de risco ambientais e coletivos na determinação da doença. <![CDATA[<B>Ecosystem approaches to human health</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700015&lng=en&nrm=iso&tlng=en The promotion of human health must be embedded in the wider pursuit of ecosystem health. Interventions will be impaired if ecosystem-linked determinants of health are not taken into account. In the extreme case, if ecosystems lose their capacity for renewal, society will lose life support services. Essential features of ecosystem health are the capacity to maintain integrity and to achieve reasonable and sustainable human goals. An ecosystem approach to research and management must be transdisciplinary and assure participation of stakeholders. These requisites provide a means for science to better deal with the complexity of ecosystems, and for policy-makers and managers to establish and achieve reasonable societal goals. The ecosystem approach can determine links between human health and activities or events which disturb ecosystem state and function. Examples are: landscape disturbance in agriculture, mining, forestry, urbanization, and natural disasters. An understanding of these links can provide guidance for management interventions and policy options that promote human health. An ecosystem approach to management must be adaptive because of irreducible uncertainty in ecosystem function.<hr/>A promoção da saúde humana deve estar embutida na busca maior pela saúde do ecossistema. As intervenções estarão prejudicadas se os determinantes ecossistêmicos da saúde não forem levados em conta. Em caso extremo, se os ecossistemas perderem a capacidade de se renovarem, a sociedade ficará privada de serviços essenciais à sustentação da vida. As características essenciais da saúde ecossistêmica são a capacidade de manter a integridade e a de atingir metas humanas razoáveis e sustentáveis. Uma abordagem ecossistêmica para a pesquisa e gestão deve ser transdisciplinar e assegurar a participação dos diferentes atores. Tais características fornecem um meio à ciência para lidar melhor com a complexidade dos ecossistemas, bem como aos políticos e gestores no sentido de definir e atingir metas societais razoáveis. A abordagem ecossistêmica é capaz de determinar elos entre a saúde humana e as atividades ou os eventos que perturbam o estado e a função ecossistêmicos. A compreensão desses elos pode orientar as intervenções e as opções políticas que promovem a saúde humana. Uma perspectiva ecossistêmica na gestão deve ser adaptável, devido à incerteza irredutível da função ecossistêmica. <![CDATA[<b>Living conditions and life experiences of working-class groups in Rio de Janeiro</b>: <b>rethinking dengue control and popular mobilization</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700016&lng=en&nrm=iso&tlng=en Using narratives of an experience with popular mobilization during the 1986-91 dengue epidemic in the city of Rio de Janeiro, the authors discuss the scientific research and technical counseling involving basic sanitation conditions for vulnerable social groups. They present research results on water distribution in the slums from the Leopoldina area of the city. The research stemmed from demands by community leaders at local forums discussing health conditions. Gathering, systematizing, and analyzing the data were based on what they call "shared knowledge construction", resulting by crossing accumulated scientific knowledge with popular knowledge produced as a result of living conditions and life experiences among working-class groups. Finally, the authors comment on the need for local health professionals to be aware of relationships between epidemic and endemic processes and protection of life.<hr/>Partindo do relato da experiência de mobilização popular durante a epidemia de dengue ocorrida no município do Rio de Janeiro, entre os anos de 1986 e 1991, o artigo busca apresentar e discutir o processo de investigação científica e assessoria popular em torno da situação de saneamento básico de grupos sociais vulneráveis. São apresentados resultados da investigação sobre o problema de abastecimento de água nas favelas da região, tendo como ponto de partida reclamações de seus representantes em fóruns locais de debate público da situação de saúde. A coleta e sistematização dos dados e informações analisados tiveram como base a "construção compartilhada do conhecimento", compreendida como uma produção onde se intercruzam o saber científico acumulado e o saber popular produzido a partir de condições e experiências de vida da população. Por fim, são efetuadas algumas considerações em torno da necessidade de estarmos atentos para as "técnicas locais" de defesa da vida e sua relação com os processos endêmico-epidêmicos. <![CDATA[<B>Chagas disease prevention through improved housing using an ecosystem approach to health</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700017&lng=en&nrm=iso&tlng=en This Chagas disease prevention project via housing improvement aims to determine the efficiencyof different interventions in vector control. The following study describes the target communities, disease magnitude, and housing improvements. Transmission levels are analysed from an ecological and socioeconomic perspective. Special interest was focused on the peridomicile as the origin of domiciliary reinfestation. In the original project, three intervention programs were proposed, one for each of the three communities: (a) an insecticide spraying program; (b) a housing improvement program; and (c) a combined program of spraying and housing improvement. The three communities currently have different risks of exposure to triatominae reinfestation as a consequence of the type of intervention carried out. A new multidisciplinary approach which integrates participatory, community-based research and socioeconomic dimensions will allow to determine the efficiency of models for territorial ordering, community education, and environmental interventions in Chagas disease control.<hr/>El proyecto de prevención de la enfermedad de Chagas vía mejoramiento de la vivienda tuvo como objetivo determinar la efectividad de diferentes intervenciones para el control vectorial. El siguiente trabajo describe las comunidades intervenidas, la dimensión de la enfermedad y el mejoramiento de la vivienda en el contexto familiar. Los niveles de transmisión se analizan con una perspectiva ecológica y socioeconómica. Especial interés se ha dado al peridomicilio como lugar de origen de las reinfestaciones domiciliares. Tres programas de intervención fueron propuestos para estas tres comunidades: (a) rociado con insecticidas; (b) mejoramiento de la vivienda; y (c) combinado de rociamiento y mejoramiento de la vivienda. En la actualidad, las tres comunidades tienen riesgos de exposición diferentes al proceso de reinfestación triatomínica como consecuencia del tipo de intervención realizada. Un nuevo abordaje transdisciplinario, que integre la investigación participativa de las comunidades y las dimensiones socio-epidemiológicas, permitirá determinar la efectividad de modelos de ordenamiento territorial, de educación comunitaria y del ambiente sobre el control de la enfermedad de Chagas. <![CDATA[<B>Urbanization and dengue ecology</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700018&lng=en&nrm=iso&tlng=en Demographic changes occurring in underdeveloped countries due to intense rural-urban migration since the 1960s have resulted in overcrowded cities with multiple deficiencies, particularly in housing and basic sanitation. Some 20% of the population in large and medium-sized cities live in slums or under similar conditions. Lack of regular water supply and public garbage collection foster the proliferation of potential breeding sites for Aedes aegypti (the main mosquito vector for dengue), including precarious reservoirs for potable water and disposable recipients which accumulate water, like used cans and plastic and glass bottles. Modern industries also produce large volumes of disposable materials. Propagation of the dengue virus and the spread of dengue vectors are favored by the high intensity, frequency, and speed of private and public transportation. Such factors can help explain the re-emergence of dengue, the most important arbovirus in the world today, affecting thousands of people each year.<hr/>As mudanças demográficas ocorridas nos países subdesenvolvidos, a partir dos anos 60, geradas por intenso fluxo migratório rural-urbano, resultaram em crescimento desordenado das cidades, nas quais se destacam a carência de facilidades - em particular, de habitação e saneamento básico. Cerca de 20% da população das grandes e médias cidades estão vivendo em favelas, cortiços ou em áreas de invasão. Pela falta de abastecimento de água, há necessidade de armazená-la precariamente, tal como pela ausência de destino adequado do lixo ocorre a proliferação de criadouros potenciais do Aedes aegypti, principal mosquito vetor da dengue, ou seja, depósitos improvisados para água potável e recipientes em que a água é acumulada, constituídos principalmente por latas, plásticos e garrafas usadas. A indústria moderna, por outro lado, privilegia a produção de material descartável. O vírus do dengue tem sua propagação facilitada pela intensidade e freqüência dos meios de transporte, os quais favorecem também a disseminação dos vetores da doença. Estes são alguns dos fatores que tentam explicar o ressurgimento do dengue, a mais importante arbovirose no mundo atualmente e que acomete milhares de pessoas todos os anos. <![CDATA[<B>An integrated malaria control program with community participation on the Pacific Coast of Colombia</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700019&lng=en&nrm=iso&tlng=en The study focuses on integrated malaria control in 23 communities on the Pacific Coast of Colombia, with several elements of an ecosystem approach to human health, including malaria-related sociopolitical, ecological, and economic factors. The program fostered community participation. The program presented here had 2 components: implementation and research. The first was conducted in 23 communities, 21 of which lacked adequate health services in terms of education, community participation, prompt diagnosis and complete treatment, and vector control. Research focused on specific vector control measures and the current national health services decentralization process. The project: 1) created a malaria prevention culture in the community; 2) avoided deaths from malaria (no fatal cases in the 3-year period, compared to 5-8 deaths a year previously); 3) avoided cases of cerebral malaria (no cases, as compared to 90-110 per year previously); 4) reduced malaria incidence by 45.36%; 5) decreased length of sick leave from 7.52 to 3.7 days; 6) established a permanent network of microscope technicians and 2-way radio communications; 7) integrated work by local, regional, and outside institutions; 8) demonstrated efficacy of insecticide-impregnated bednets to reduce malaria transmission.<hr/>Se presentan los resultados de un programa de Control Integrado de Malaria con participación comunitaria en 23 comunidades de la parte norte de la Costa Pacífica de Colombia, en 21 de las cuales la atención médica es prestada únicamente por una auxiliar de enfermería. Participaron 11.468 habitantes bajo la coordinación de la Corporación para Investigaciones Biológicas (CIB), del Centro Internacional de Educación y Desarrollo Humano (CINDE) y del Instituto Colombiano de Medicina Tropical (ICMT). Se emplearon 3 estrategias: educación, diagnóstico oportuno y tratamiento adecuado y control de vectores. Los resultados fueron muy satisfactorios. La incidencia disminuyó en un 45,36%. No hubo muertes por malaria, (antes del programa se presentaban de 5 a 8 casos por año). No hubo un solo caso de malaria cerebral en los 8 años del programa; con anterioridad al programa, se presentaban 90 a 110 casos al año. La duración de los episodios de malaria disminuyó de 7,52 días a 3,7 días por episodio. El beneficio económico para la comunidad superó al costo total de la inversión en el programa. <![CDATA[<B>Interactions between global processes and local health problems. A human ecology approach to health among indigenous groups in the Amazon</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700020&lng=en&nrm=iso&tlng=en This article deals with methodological issues and how to link global processes - social and ecological - with environmental changes and human health in local communities. The discussion concerns how interdisciplinary approaches can help us find tools to develop new knowledge. Scientific knowledge and local knowledge are not seen as opposite epistemological forms, but as socially and culturally constructed. Power and social legitimacy have to be included when analyzing how to deal with the interaction between global processes and local environmental change and the health/disease interface.<hr/>O artigo lida com questões metodológicas e relações entre processos globais - tanto sociais quanto ecológicos - e mudanças ambientais e sanitárias em comunidades locais. A autora discute como as abordagens interdisciplinares podem ajudar a encontrar instrumentos para desenvolver novas formas de conhecimento; defende que o conhecimento científico e o saber local não devem ser vistos como formas epistemológicas opostas, mas como construções sociais e culturais; e preconiza que o poder e a legitimidade social precisam ser incluídos quando se analisa como lidar com a interação entre processos globais, por um lado, e mudança ambiental local e processo saúde/doença, pelo outro. <![CDATA[<B>Wetlands and infectious diseases</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700021&lng=en&nrm=iso&tlng=en There is a historical association between wetlands and infectious disease that has led to the modification of wetlands to prevent disease. At the same time there has been the development of water resources projects that increase the risk of disease. The demand for more water development projects and the increased pressure to make natural wetlands economically beneficial creates the need for an ecological approach to wetland management and health assessment. The environmental and health interactions are many. There is a need to take into account the landscape, spatial boundaries, and cross-boundary interactions in water development projects as well as alternative methods to provide water for human needs. The research challenges that need to be addressed are discussed.<hr/>Existe associação histórica entre terras alagadiças - pântanos, várzeas etc. - e doenças infecciosas, o que levou à modificação deste tipo de terreno no intuito de prevenir as doenças. Houve, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de projetos de recursos hídricos que aumentam o risco de doenças. A demanda por mais projetos hidrológicos e a exacerbação da pressão no sentido de tornar produtivas as áreas alagadiças criam a necessidade de uma abordagem ecológica - com numerosas interfaces ambientais e sanitárias - para a gestão das terras alagadiças e a avaliação da saúde. Os projetos hidrológicos precisam levar em conta a paisagem, as fronteiras espaciais e as interações transfronteiriças, assim como métodos alternativos de abastecimento d'água para uso humano. O autor discute os desafios de pesquisa que devem ser enfrentados nesta área. <![CDATA[<b>Climate-disease connections</b>: <b>Rift Valley Fever in Kenya</b>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700022&lng=en&nrm=iso&tlng=en All known Rift Valley fever(RVF) outbreaks in Kenya from 1950 to 1998 followed periods of abnormally high rainfall. On an interannual scale, periods of above normal rainfall in East Africa are associated with the warm phase of the El Niño/Southern Oscillation (ENSO) phenomenon. Anomalous rainfall floods mosquito-breeding habitats called dambos, which contain transovarially infected mosquito eggs. The eggs hatch Aedes mosquitoes that transmit the RVF virus preferentially to livestock and to humans as well. Analysis of historical data on RVF outbreaks and indicators of ENSO (including Pacific and Indian Ocean sea surface temperatures and the Southern Oscillation Index) indicates that more than three quarters of the RVF outbreaks have occurred during warm ENSO event periods. Mapping of ecological conditions using satellite normalized difference vegetation index (NDVI) data show that areas where outbreaks have occurred during the satellite recording period (1981-1998) show anomalous positive departures in vegetation greenness, an indicator of above-normal precipitation. This is particularly observed in arid areas of East Africa, which are predominantly impacted by this disease. These results indicate a close association between interannual climate variability and RVF outbreaks in Kenya.<hr/>Entre 1950 e 1998 houve surtos de febre no Vale do Rift, no Quênia, após períodos de aumentos pluviométricos anormais. Em escala interanual, esses períodos estiveram associados à fase quente do fenômeno ENSO (El Niño/Southern Oscillation) na África Oriental. As chuvas alagam os criadouros de mosquitos - dambos -, cujos ovos, infectados pela via transovariana, eclodem, produzindo mosquitos Aedes, transmissores do vírus da febre do Vale do Rift aos seres humanos e, em especial, ao gado. A análise dos dados históricos sobre surtos de febre do Vale do Rift e indicadores do fenômeno ENSO - incluindo temperaturas superficiais dos Oceanos Pacífico e Índico e o Índice de Oscilação Sul - mostrou que mais de 75% dos surtos ocorreram em períodos quentes do ENSO. Na época estudada - 1981-1998 -, o mapeamento das condições ecológicas via satélite (NDVI)- com dados normalizados sobre diferenças na vegetação - evidenciou que as áreas de surto apresentaram desvios anômalos na intensidade do verde da vegetação (indicador de pluviosidade alta), em particular, nas regiões áridas da África Oriental - as mais afetadas pela febre. Os resultados indicam associação estreita entre variabilidade climática interanual e surtos de febre do Vale do Rift no Quênia. <![CDATA[<B>Public health challenges and emerging diseases</B>: <B>the case of São Paulo</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700023&lng=en&nrm=iso&tlng=en The author discusses the challenges posed by emerging infectious diseases in 100 years of public health in the state of São Paulo, Brazil. With an advanced and organized public health system, São Paulo responded to the emergence of infectious diseases by creating research institutions and control programs. The late 19th century witnessed the first modern research institution in microbiology, in response to the bubonic plague. A changing economy led to constant changes in ecosystems. The late 20th century presents a wide array of both emerging and rapidly changing infectious diseases. The present situation calls for creative solutions. Ecosystem analysis and more agile epidemiological surveillance are seen as the best alternatives.<hr/>O artigo apresenta uma discussão a respeito dos desafios enfrentados pela saúde pública paulista durante cem anos de ocorrência de doenças infecciosas emergentes. Com uma saúde pública avançada e organizada, São Paulo respondeu a esses desafios por meio da criação de instituições de pesquisa e programas de controle. O final do século XIX assistiu à criação do primeiro instituto moderno de pesquisa em microbiologia, em resposta à ocorrência da peste bubônica. Uma economia em transformação determinou a constante mudança dos ecossistemas. O final do século XX traz uma vasta gama de doenças infecciosas, emergentes ou em rápida transformação. A situação presente pede soluções criativas. A análise de ecossistemas e uma vigilância epidemiológica ágil são apresentadas como as soluções mais viáveis. <![CDATA[<B>Global surveillance of emerging diseases</B>: <B>the ProMED-mail perspective</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700024&lng=en&nrm=iso&tlng=en The Internet is changing the way global disease surveillance is conducted. Countries and international organizations are increasingly placing their outbreak reports on the Internet, which speeds up distribution and therefore prevention and control. The World Health Organization (WHO) has recognized the value of nongovernmental organizations and the media in reporting outbreaks, which it then attempts to verify through its country offices. However, WHO and other official sources are constrained in their reporting by the need for bureaucratic clearance. ProMED-mail <www.promedmail.org> has no such constraints, and posts outbreak reports 7 days a week. It is moderated by infectious disease specialists who add relevant comments. Thus, ProMED-mail complements official sources and provides early warning of outbreaks. Its network is more than 20,000 people in over 150 countries, who place their computers and time at the network's disposal and report on outbreaks of which they have knowledge. Regions and countries could benefit from adopting the ProMED-mail approach to complement their own disease surveillance systems.<hr/>A Internet está mudando a condução da vigilância global de doenças. Cada vez mais, os países e as organizações internacionais estão divulgando seus informes na Internet, o que acelera não apenas a distribuição desta informação, como também, consequentemente, a prevenção e controle das doenças. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já reconheceu a importância das ONGs e da imprensa na notificação de surtos, que procura verificar posteriormente através de suas agências locais. Entretanto, a OMS e outras fontes oficiais sofrem restrições em seus relatórios pela obrigatoriedade da autorização burocrática, além de só publicarem informes nos dias úteis. A ProMED-mail <www.promedmail.org> não está sujeita a tais restrições. A rede é moderada por especialistas em doenças infecciosas, que acrescentam comentários relevantes. Assim, a ProMED-mail complementa as fontes oficiais e divulga alertas precoces relativos a surtos. Em mais de 150 países, a rede inclui mais de 20.000 profissionais, que colocam seus computadores e tempo à disposição da rede e notificam os surtos dos quais têm conhecimento. Regiões e países poderiam beneficiar-se da adoção do sistema ProMED-mail para complementar seus próprios sistemas de vigilância. <![CDATA[<B>Inadequate management of natural ecosystem in the Brazilian Amazon region results in the emergence and reemergence of arboviruses</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700025&lng=en&nrm=iso&tlng=en A total of 187 different species of arboviruses and other viruses in vertebrates were identified at the Evandro Chagas Institute (IEC) from 1954 to 1998, among more than 10,000 arbovirus strains isolated from humans, hematophagous insects, and wild and sentinel vertebrates. Despite intensive studies in the Brazilian Amazon region, especially in Pará State, very little is known about most of these viruses, except for information on date, time, source, and method of isolation, as well as their capacity to infect laboratory animals. This paper reviews ecological and epidemiological data and analyzes the impact of vector and host population changes on various viruses as a result of profound changes in the natural environment. Deforestation, mining, dam and highway construction, human colonization, and urbanization were the main manmade environmental changes associated with the emergence and/or reemergence of relevant arboviruses, including some known pathogens for humans.<hr/>Um total de 187 diferentes espécies de arbovírus, além de outros vírus de vertebrados, foram identificados pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) no período de 1954 a 1998, entre as mais de 10.000 cepas de vírus isoladas de seres humanos, insetos hematófagos e vertebrados-sentinela e silvestres. Apesar dos estudos intensivos realizados na Amazônia brasileira, sobretudo no Estado do Pará, pouco se sabe a respeito da maioria desses vírus, com exceção de dados a respeito de data, hora, fonte e método de isolamento, assim como a capacidade de infectar animais laboratoriais. Os autores fazem uma revisão dos dados ecológicos e epidemiológicos e procuram associar o impacto, sobre os diversos vírus, das mudanças populacionais dos vetores e hospedeiros induzidas por profundas alterações no meio ambiente. O desmatamento, o uso do subsolo, a construção de represas e de rodovias, a colonização humana e a urbanização foram as principais modificações ambientais introduzidas pelo homem e associadas à emergência ou reemergência de importantes arbovírus, inclusive alguns com atividade patogênica em seres humanos. <![CDATA[<B>Chagas disease, environment, participation, and the state</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700026&lng=en&nrm=iso&tlng=en Human Chagas Disease (HCD) affects 16 million Latin Americans and is related to environmental and social questions like education, anthropogenic changes, housing, and migration. HCD requires domiciliation of the vector, which is introduced from sylvatic ecotopes or transported passively by humans. HCD is difficult to treat but possible to prevent. As a disease concentrating among poor individuals and regions, its control requires government intervention, involving education, community participation, and access to medical care. Public policies are required for HCD control, requiring participation by political parties and social control of public agencies to ensure program continuity. A consistent environmental policy is needed to prevent the spread of HCD to new areas such as the Amazon Region. Finally, partnerships among affected countries can help foster HCD control, raising self-esteem and helping promote a new political order in Latin America.<hr/>Na América Latina, a Doença de Chagas Humana (DCH) afeta 16 milhões de indivíduos e está relacionada a fatores ambientais e sociopolíticos (relações de produção, migrações, vivenda, educação e ação antrópica sobre a natureza). Sua transmissão depende basicamente da domiciliação do vetor originário de ecótopos silvestres ou introduzido na casa por ação humana. De conseqüências graves, a DCH apresenta tratamento difícil, mas boas possibilidades de controle. Como afeta indivíduos e regiões pobres, carece de ação do Estado que envolva educação, participação e políticas públicas de modo a assegurar atenção médica e prevenção. Neste contexto, demanda melhor desempenho político. A política ambiental é fator crítico na prevenção da expansão da DCH para novas áreas de colonização, como a Amazônia. Finalmente, o enfrentamento e controle da DCH na Região pode significar fator de auto-estima e cooperação, entre países, como exercício de novas macropolíticas sociais necessárias ao Terceiro Mundo. <![CDATA[<B>An ecosystem approach to malaria control in an urban setting</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700027&lng=en&nrm=iso&tlng=en We conducted a research project aimed at strengthening local government and the community for a sustainable malaria control strategy. The project began with a baseline diagnosis of malaria prevalence, a KAP survey, entomology, and health services delivery, after which an epidemiological study was performed to identify risk factors associated with malaria, thereafter used to plan intervention measures. A program evaluation was conducted five years later. By using an ecosystem approach to reanalyze data, this paper discusses how malaria arises from a complex interaction of cultural, economic, ecological, social, and individual factors. Intervention measures require an intersectorial and transdisciplinary approach that does not exist at the moment. Health sector leadership is limited, and there is no true community participation. Implications for research, including the use of qualitative and quantitative methods, study design, and complexity of data analysis are discussed. Finally, implications for malaria control are discussed, stressing the differences between the ecosystem and integrated disease control approaches.<hr/>Os autores implementaram um projeto de pesquisa voltado ao fortalecimento do governo local e da comunidade com vistas à estratégia sustentável de controle da malária. O projeto iniciou com diagnóstico prévio, incluindo prevalência da malária, entomologia, KAP (conhecimentos, atitudes e práticas) e oferta de serviços de saúde; a seguir, realizou-se inquérito epidemiológico para identificar fatores de risco associados à malária e a escolha de medidas de intervenção adequadas. O programa foi avaliado após cinco anos. Ao adotar a abordagem ecossistêmica para re-analisar os dados, o artigo discute como a malária surge a partir da interação complexa entre fatores culturais, econômicos, ecológicos, sociais e individuais. Medidas de intervenção exigem abordagem intersetorial e transdisciplinar ainda não existente. A liderança do setor de saúde é limitada e não há participação comunitária de fato. Os autores examinam os envolvimentos para a pesquisa, incluindo o uso de métodos qualitativos e quantitativos, o desenho metodológico e a complexidade da análise dos dados. Por fim, discutem as implicações para o controle da malária, enfatizando diferenças entre abordagens ecossistêmicas e de controle integrado da doença. <![CDATA[<B>Health, biodiversity, and natural resource use on the Amazon frontier</B>: <B>an ecosystem approach</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700028&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study aims to improve the health of rural Amazonian communities through the development and application of a participatory ecosystem approach to human health assessment. In the study area marked seasonal fluctuations dictate food availability, water quality and disease outbreak. Determining the causal linkages between ecosystem variables, resource use and health required a variety of forms of inquiry at multiple scales with local participation. Landscape spatial mapping of resource use demonstrated the diversity of the ecological resources upon which communities depend. Household surveys detailed family and individual consumption and production patterns. Anthropometric measurements, parasite loading, water quality and anemia levels were used as indicators of health status. This was complemented with an ethnographic and participatory health assessment that provided the foundation for developing community action plans addressing health issues. Discussion is focused on three attributes of an ecosystem approach; (a) methodological pluralism, (b) cross-scale interactions and (c) participatory action research.<hr/>O estudo visa melhorar a saúde das comunidades rurais amazônicas mediante o desenvolvimento e a aplicação de abordagem ecossistêmica participante na avaliação da saúde humana. Na área estudada, oscilações sazonais definem a disponibilidade de alimentos, a qualidade da água e a incidência de doenças. A determinação dos elos causais entre variáveis ecossistêmicas, uso de recursos e saúde exigiu uma gama de formas de investigação, em múltiplas escalas, com participação local. O mapeamento espacial da paisagem quanto ao uso de recursos mostrou a diversidade dos recursos ecológicos de que as comunidades dependem. Inquéritos domiciliares detalharam padrões de consumo e produção familiares e individuais. Medidas antropométricas, carga parasitária, qualidade da água e níveis de anemia foram empregados como indicadores do estado de saúde individual e coletivo. Tais marcadores foram complementados com avaliação etnográfica e participante sobre saúde, o que criou a base para desenvolver planos de ação comunitária para lidar com questões de saúde. A discussão enfoca três atributos de abordagem ecossistêmica: (a) pluralismo metodológico, (b) interações transversais, em termos de escala e (c) pesquisa-ação participante. <![CDATA[<B>An ecosystem approach to human health and the prevention of cutaneous leishmaniasis in Tumaco, Colombia</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700029&lng=en&nrm=iso&tlng=en A study was conducted during 1996-1997 in 20 villages of Tumaco, Colombia, to evaluate the effectiveness of personal protective measures against cutaneous leishmaniasis (CL). The intervention was effective, but the high costs of the preventive measures and the lack of a more holistic approach hampered the intervention's sustainability. This paper analyzes the results using an ecosystem approach to human health. Using this approach, we found that CL has been present in the study area for a long time and affects farmers and those living closest to the forest. The forest constitutes the habitat for insect vectors (sandflies) and parasite reservoirs (wild mammals). Four spatial scales were identified in this ecosystem: residential, village, regional, and global. From the ecosystem perspective, three interventions are proposed to prevent CL in the 20 villages: improve housing construction, organize village housing in clusters, and make diagnosis and treatment of CL more accessible. The design and implementation of these interventions require active involvement by people with the disease (village inhabitants) and decision-makers (local authorities).<hr/>Durante 1996-1997 se realizó un estudio en 20 veredas de Tumaco, Colombia, para evaluar la efectividad de medidas de protección para leishmaniasis cutánea (LC). La intervención fué efectiva, sin embargo, los altos costos de las medidas de protección y la falta de una propuesta más holistica no permitieron sostener la intervención. Los resultados de este estudio son analizados en este artículo usando una propuesta de ecosistemas para la salud humana. Usando esta propuesta, vemos que LC ha estado presente en la zona de estudio por mucho tiempo y que afecta a agricultores y a aquellos que vivien cerca del bosque. El bosque constituye el hábitat para los insectos vectores (sandflies) y los reservorios del parásito (mamiferos salvajes). Cuatro escalas espaciales fueron identificadas en este ecosistema: residencia, vereda, región y global. Desde la perspectiva de la propuesta de ecosistemas, se proponen tres intervenciones para prevenir LC en estas 20 veredas: mejorar la construcción de las residencias, organizar las residencias en conglomerados, y hacer más accesibles el diagnostico y el tratamiento de LC. Estas intervenciones requerirán la participación activa de aquellos que sufren la enfermedad (habitantes de las veredas) y de aquellos que pueden tomar decisiones al respecto (autoridades locales). <![CDATA[<B>Ecological approaches to rural development projects</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700030&lng=en&nrm=iso&tlng=en Most rural development projects include ecological considerations, and most conservation projects include some reference to sustainable development. However, conservation projects frequently fail because they do not incorporate local communities' perceptions and needs. Many development projects are also unsuccessful because they are not based on adequate ecological assessment. We focus here on the most important ecological issues to be addressed in order to place development projects in an ecosystem context. Such projects should incorporate updated and precise ecological concepts and methods. Some key ecological issues in development projects are the relationships between ecosystem functions, services, and sustainability, the concept of loose connectivity, the distinct and complementary concepts of ecosystem resistance and resilience, and the links between biodiversity and ecosystem functioning. We claim that an ecologically sound development project maximizes the preservation and improvement of ecosystem services, especially for local communities. We pose a series of questions aimed at placing rural development projects in an ecosystem context and suggest ways of organizing this information.<hr/>La mayoría de los proyectos de desarrollo rural incluyen consideraciones ecológicas y la mayoría de los proyectos de conservación hacen alguna referencia al desarrollo sustentable. Una causa de fracaso frecuente de los proyectos de desarrollo es la falta de una evaluación ecológica adecuada. En este trabajo abordamos los aspectos ecológicos más importantes a considerar en proyectos de desarrollo rural. Resulta necesario incorporar métodos y conceptos ecológicos actualizados y precisos. Conceptos ecológicos útiles en la evaluación ecológica de proyectos de desarrollo rural son los vinculados a la relación entre funciones ecosistémicas, servicios ecosistémicos y sustentabilidad, la conectividad laxa, la resistencia y la resiliencia ecosistémicas, y los efectos de la diversidad sobre las funciones y los servicios ecosistémicos. Sugerimos una serie de preguntas que deberían ser contestadas a fin de situar los proyectos de desarrollo en un contexto ecológico y mencionamos algunos instrumentos para la organización y la sistematización de la información recogida. <![CDATA[<B>Emerging and reemerging viral diseases</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000700031&lng=en&nrm=iso&tlng=en Recent decades have witnessed previously unknown viruses like HIV, along with other previously controlled viruses like dengue. The most important mechanisms have been the emergence of new viral strains by genetic alterations, the breakdown of species barriers by viruses, and viral spread from ecological niches. The main factors facilitating such mechanisms have been demographic pressure, with the expansion of the agricultural frontier, social behavior patterns, intensive air traffic, transporting both vectors and infected humans, importation of animals carrying the viruses, large-scale ecological alterations like dam- and road-building, and the widespread transformation of health systems, with a reduction in resources and infrastructure for disease control activities. Discussions on an international scale have recommended investments in the areas of Epidemiological Surveillance, Research Applied to Public Health, an emphasis on disease prevention and vector control measures, and infrastructure improvements in the health sector at the local, State, and federal level to reduce the impact of these viral diseases.<hr/>Nas últimas décadas, viroses antes desconhecidas, como o HIV, e o ressurgimento de outras que haviam sido controladas, como o dengue, têm sido observadas. Os mecanismos mais importantes envolvidos são o surgimento de novas amostras virais por modificações genéticas, a transposição da barreira de espécie por um vírus e a disseminação viral a partir de um nicho ecológico. Os principais fatores que facilitam estes mecanismos são a pressão demográfica - com a expansão da área agrícola -, os padrões de comportamento social, o intenso tráfego aéreo - que transporta vetores e pessoas infectadas -, a importação de animais - o que carreia vírus - modificações ecológicas de grande porte - como a construção de barragens e estradas - e a reconhecida transformação dos sistemas de saúde no mundo, com redução dos recursos e da infra-estrutura para ações de controle de doenças. Discussões em âmbito internacional recomendam investimentos nas áreas de Vigilância Epidemiológica, Pesquisa aplicada à Saúde Pública, ênfase em ações de prevenção de doenças e controle de vetores, além de melhor infra-estrutura do setor saúde, em níveis local, estadual e federal para reduzir o impacto destas doenças virais.