Scielo RSS <![CDATA[Cadernos de Saúde Pública]]> http://www.scielosp.org/rss.php?pid=0102-311X20060004&lang=en vol. 22 num. 4 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielosp.org/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielosp.org <![CDATA[<B>Harm reduction</B>: <B>milestones, dilemmas, prospects, challenges</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<B>Access to highly active antiretroviral therapy for injection drug users</B>: <B>adherence, resistance, and death</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400003&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Debate on the paper by David Vlahov & David D. Celentano</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>The authors reply</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400011&lng=en&nrm=iso&tlng=en Injection drug users (IDUs) continue to comprise a major risk group for HIV infection throughout the world and represent the focal population for HIV epidemics in Asia and Eastern Europe/Russia. HIV prevention programs have ranged from HIV testing and counseling, education, behavioral and network interventions, drug abuse treatment, bleach disinfection of needles, needle exchange and expanded syringe access, as well as reducing transition to injection and primary substance abuse prevention. With the advent of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1996, dramatic clinical improvements have been seen. In addition, the treatment's impact on reducing HIV viral load (and therefore transmission by all routes) provides a stronger rationale for an expansion of the focus on prevention to emphasize early identification and treatment of HIV infected individuals. However, treatment of IDUs has many challenges including adherence, resistance and relapse to high risk behaviors, all of which impact issues of access and ultimately effectiveness of potent antiretroviral treatment. A major current challenge in addressing the HIV epidemic revolves around an appropriate approach to HIV treatment for IDUs.<hr/>Os usuários de drogas injetáveis (UDI) ainda representam um importante grupo de risco para a infecção pelo HIV no mundo em geral, além de constituir o grupo central das epidemias de HIV na Ásia e no Leste Europeu e Rússia. Os programas de prevenção do HIV variam, desde a testagem sorológica e aconselhamento, educação, intervenções comportamentais e em redes, tratamento da dependência química, desinfecção de agulhas com água sanitária, troca de agulhas e ampliação do acesso a seringas, além da redução da transição ao uso injetável e a prevenção primária da dependência química. Com o advento da terapia anti-retroviral altamente potente (HAART), em 1996, houve uma melhora clínica dramática. Além disso, o impacto do tratamento sobre a redução da carga viral de HIV (e, portanto, da transmissão do vírus por todas as vias) fornece uma forte justificativa para a ampliação do escopo da prevenção, no sentido de enfatizar a identificação e tratamento precoce de indivíduos infectados. Entretanto, o tratamento dos UDI apresenta inúmeros desafios, inclusive em relação à aderência, resistência e recaída para comportamentos de alto risco, todas as quais têm impacto sobre questões de acesso e, na última análise, da eficácia da HAART. Um importante desafio para o enfrentamento atual da epidemia do HIV gira em torno da busca de uma abordagem apropriada para o tratamento do HIV/AIDS em UDIs. <![CDATA[<B>Getting clean and harm reduction</B>: <B>adversarial or complementary issues for injection drug users</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400012&lng=en&nrm=iso&tlng=en Many contemporary HIV prevention interventions targeting injection drug users (IDUs) have been implemented using Harm Reduction as a theoretical framework. Among drug-using individuals, however, the abstinence-based "getting clean" models espoused by Narcotics Anonymous and other widely adopted approaches to drug treatment are often more readily accepted. This paper describes an ethnographic examination of the ideological dichotomy between Harm Reduction and abstinence-based "getting clean" treatment model which emerged during the piloting phase of an HIV prevention intervention in Baltimore City, Maryland, USA. This paper describes how the conflict was identified and what changes were made to the intervention to help resolve the participants' dichotomous thinking concerning their substance abuse issues.<hr/>Muitas intervenções para prevenir a infecção pelo HIV entre usuários de drogas injetáveis adotam a técnica de redução de danos como referencial teórico. Entretanto, os próprios usuários tendem a preferir modelos baseados na abstinência, defendidos pelos Narcóticos Anônimos, além de outras abordagens adotadas amplamente para o tratamento da dependência química. O artigo descreve uma avaliação etnográfica da dicotomia ideológica entre redução de danos e o modelo terapêutico baseado na abstinência (getting clean) durante a fase piloto de uma intervenção para a prevenção de HIV na Cidade de Baltimore, Maryland, Estados Unidos. O artigo descreve como o conflito foi identificado e que mudanças foram introduzidas na intervenção para ajudar a resolver as idéias dicotômicas dos participantes em relação às questões de dependência química. <![CDATA[<B>The HIV/AIDS epidemic and changes in injecting drug use in Buenos Aires, Argentina</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400013&lng=en&nrm=iso&tlng=en This article discusses the changes in injecting drug use from 1998 to 2003 in Buenos Aires, Argentina. The Rapid Situation Assessment and Response methodology was used to obtain the information. Quantitative and qualitative techniques were triangulated: 140 current IDUs and 35 sex partners of injection drug users (IDUs) were surveyed; 17 in-depth interviews with the surveyed IDUs and 2 focus groups were held, as well as ethnographic observations. The way in which risk and care practices among injecting drug users changed and the influence of the HIV/ AIDS epidemic on this process are described. In recent years, the frequency of injection practices and sharing of injecting equipment has decreased, while injecting drug use is a more hidden practice in a context of increasing impact of the disease in the injecting drug use social networks and changes in the price and quality of drugs. Knowledge about these changes helps build harm reduction activities oriented to IDUs in their particular social context.<hr/>Este artículo refleja los cambios en el uso inyectable de drogas producidos entre 1998 y 2003 en Buenos Aires, Argentina. Para obtener la información se empleó la metodología de Evaluación y Respuesta Rápida, triangulando técnicas cuantitativas y cualitativas. Durante 2003-2004 se realizaron encuestas a 140 usuarios de drogas inyectables (UDIs) actuales y a 35 parejas sexuales de UDIs. De este universo, 17 UDIs fueron entrevistados en profundidad; se formaron dos grupos de discusión y observaciones etnográficas. Se describe el modo en que cambiaron las prácticas de cuidado y riesgo en el uso inyectable y la influencia de la epidemia de VIH/SIDA en este proceso. En los últimos años disminuyó la frecuencia de uso y del uso compartido de material de inyección, se incrementó el ocultamiento del uso inyectable; en un contexto de fuerte impacto de la enfermedad en el entorno cercano a los UDIs y de un cambio en la relación precio-calidad de las drogas. Conocer estos cambios permite intervenir más adecuadamente en la reducción de los daños asociados al uso inyectable de drogas en el contexto particular en que estas prácticas se desarrollan. <![CDATA[<B>Reconstructing the AIDS epidemic among injection drug users in Brazil</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400014&lng=en&nrm=iso&tlng=en The HIV/AIDS epidemic among injection drug users (IDUs) in Brazil has been unique in terms of temporal and geographical contrasts. This analysis explores these contrasts through the use of multilevel modeling. Standardized AIDS incidence rates among IDUs for Brazilian municipalities (1986-2000) were used as the dependent variable, with a set of social indicators as independent variables (covariates). In some States of the North/Northeast, the epidemic among IDUs has been incipient. The São Paulo epidemic extended to reach a network of municipalities, most of which located far from the capital. More recently, on a smaller scale, a similar extension has been observed in the southernmost States of the country. Both "number of physicians per inhabitant" and "standard distance to the State capital" were found to be associated with AIDS incidence. AIDS cases among IDUs appeared to cluster in wealthier, more developed municipalities. The relative weight of such extensive dissemination in key, heavily populated States prevails in the Brazilian IDU epidemic, defining a central-western-southeastern strip of wealthier middle-sized municipalities and more recently a southern strip of municipalities deeply affected by the epidemic in this population.<hr/>A epidemia de HIV/AIDS entre usuários de drogas injetáveis (UDIs) apresenta, no Brasil, contrastes temporais e geográficos. Esta análise explora tais complexidades, com o emprego de modelagem multinível. As taxas padronizadas de incidência de AIDS em UDIs para os municípios brasileiros (período 1986-2000) foram consideradas como variável-dependente, e um conjunto de indicadores sociais como covariáveis. Em alguns Estados do Norte e Nordeste, a epidemia é incipiente entre UDIs, enquanto a epidemia paulista atinge uma rede de municípios, a maioria deles distantes da capital. Mais recentemente, e em menor escala, disseminação análoga foi observada nos Estados mais meridionais. As covariáveis "número de médicos por habitante" e "distância-padrão da capital do respectivo estado" se mostraram associadas à variável-dependente. Os casos de AIDS entre UDIs parecem se concentrar em municípios mais ricos e bem equipados. O peso relativo dessa disseminação extensa em Estados-chave, populosos, prevalece sobre o conjunto da epidemia brasileira, definindo uma faixa que se estende do Centro-oeste ao Sudeste, com municípios mais ricos, de médio porte, e, mais recentemente, uma faixa sul de municípios substancialmente afetados pela epidemia entre UDIs. <![CDATA[<B>Syringe exchange programs in Brazil</B>: <B>preliminary assessment of 45 programs</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400015&lng=en&nrm=iso&tlng=en The present study aims to evaluate the current operation of Brazilian syringe exchange programs (SEP). After consulting national and regional networks of people working in projects/ programs aiming to reduce drug-related harm, we identified 134 potential participant programs. Unfortunately, only 45 SEPs answered a survey, even after repeated attempts. The survey addressed: coverage, funding, procurement of basic supplies, managerial capacity, and the local political environment. Findings were triangulated with in-depth interviews with key informants. The main findings included: satisfactory adherence to the initiatives and adequate documentation, but deficiencies in terms of coverage and monitoring, and uneven procurement of resources. Program personnel work mostly on a provisional basis, despite the efforts of local coordinators. Most programs are funded by the National STDs/AIDS Program. A comprehensive agenda aiming to improve current operations should include: concerted efforts to improve local and regional databanks, incentives/sanctions toward full accountability of initiatives carried by the programs, and a genuine culture of monitoring and evaluation.<hr/>O presente estudo buscou avaliar a operação cotidiana dos programas de troca de seringas brasileiros (conhecidos, no país, como PRD). Foram identificados 134 PRD, com base na compilação de informações das redes que atuam na área. Por intermédio de uma pesquisa, avaliou-se a cobertura dos programas, o seu financiamento, o controle de insumos, a sua capacidade organizacional e o contexto político local. Os achados, referentes a 45 programas (que, de fato, responderam à pesquisa, após repetidos contatos), foram triangulados com entrevistas com informantes-chave. Foi identificada adesão satisfatória às ações e adequada documentação e registro, mas deficiências de cobertura e monitoramento, além de descontinuidades quanto aos insumos. Os profissionais que atuam nos programas têm, em sua maioria, inserção profissional precária, embora haja coordenação local, na maior parte dos casos. A maioria dos programas é financiada por verbas provenientes do Programa Nacional de DST/AIDS. Uma agenda abrangente nesse campo deve compreender um aprimoramento dos bancos de dados oficiais referentes aos programas, incentivos/sanções e a exigência de que reportem corretamente as suas ações, além de investimento em monitoração e avaliação. <![CDATA[<B>The contribution of two Brazilian multi-center studies to the assessment of HIV and HCV infection and prevention strategies among injecting drug users</B>: <B>the AjUDE-Brasil I and II Projects</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400016&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study assessed 1,144 Brazilian injecting drug users (IDUs) recruited on the street through outreach syringe exchange programs by two multi-center cross-sectional studies: 287 IDUs were recruited during the AjUDE-Brasil I Project and 857 during the AjUDE-Brasil II Project. IDU characteristics related to drug use and sexual behavior, and legal and health conditions for the two studies were compared, using decision tree and logistic regression for each individual study, with HIV infection as the outcome. Fifty-two percent of IDUs were HIV-infected in AjUDE I versus 36.5% in AjUDE II. In both studies, HIV infection was independently associated with: mean background HIV prevalence for each site (OR = 2.17; 10.66), HCV seropositive status (OR = 19.79; 15.48), and men who reported ever having sex with other men (OR = 2.10; 2.09). Incarceration (OR = 1.41) and 8 or more years of injecting drug (OR = 2.13) were also associated with HIV in AjUDE II. The high HIV infection rates and high prevalence of both parenteral and sexual risk behaviors in the context of syringe-exchange programs are of great concern and demand thorough surveillance and renewed prevention strategies.<hr/>O estudo analisa dados referentes a 1.144 usuários de drogas injetáveis (UDIs) brasileiros, recrutados por dois estudos transversais multicêntricos: 287 do Projeto AjUDE-Brasil I e 857 do AjUDE-Brasil II. Procedeu-se análise comparativa de características relacionadas ao uso de drogas, comportamento sexual, situação jurídica e de saúde. Construíram-se modelos multivariados, por meio das árvores de decisão e regressão logística, para cada estudo, utilizando a infecção pelo HIV como variável-resposta. Cerca de 52% dos UDIs estavam infectados pelo HIV no AjUDE I e 36,5%, no AjUDE II. Em ambos os estudos a infecção pelo HIV se mostrou independentemente associada à soroprevalência média de fundo para o HIV (OR = 2,17; 10,66), soropositividade para o vírus da hepatite C (OR = 19,79; 15,48) e relato de sexo de homem-com-outro-homem (OR = 2,10; 2,09). No âmbito do AjUDE II, história de encarceramento (OR = 1,41) e oito ou mais anos de uso injetável (OR = 2,13) se mostraram também associados à infecção pelo HIV. Elevadas taxas de infecção pelo HIV entre UDIs relacionadas a comportamentos de risco injetável e sexual reforçam a necessidade de vigilância epidemiológica e prevenção. <![CDATA[<B>A capture-recapture technique to estimate the size of the injecting drug user population attending syringe exchange programs</B>: <B>AjUDE-Brasil II Project</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400017&lng=en&nrm=iso&tlng=en This paper presents the results of a study with a two-occasion capture-recapture design. The data are part of the AjUDE-Brasil II Project, carried out in 2000-2001. Estimation of the size of the IDU population attending a syringe-exchange program (SEP) in São José do Rio Preto, Salvador, and Porto Alegre, Brazil, was performed using Chao's model. Capture probabilities were also estimated. For Porto Alegre a comparison of the results from the AjUDE-Brasil I and AjUDE-Brasil II Projects was performed. Results are also presented for error rates secondary to the choice of matching criteria.<hr/>O artigo apresenta os resultados de um delineamento de captura e recaptura em dois estágios realizado no período de 2000-2001, durante a execução do Projeto AjUDE-Brasil II. O número de usuários de drogas injetáveis atendidos pelos Programas de Redução de Danos (PRD), nas cidades de São José do Rio Preto, Salvador e Porto Alegre, Brasil, foi estimado utilizando-se o modelo de Chao. As probabilidades de captura também foram estimadas. Uma estimativa adicional foi calculada para a cidade de Porto Alegre, comparando-se os dados dos Projetos AjUDE-Brasil I e II. Alguns resultados sobre a taxa de erros, decorrentes da escolha do critério usado para emparelhamento dos dados e identificação dos recapturados são apresentados. <![CDATA[<B>Characteristics of male and female injecting drug users of the AjUDE-Brasil II Project</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400018&lng=en&nrm=iso&tlng=en The object of this study is to compare female and male injection drug users (IDUs) in terms of sociodemographic profile and aspects of their initiation to the use of injection drugs. It was a cross-sectional and multicentric study realized in 2000-2001 in six Brazilian syringe-exchange programs. 146 women and 709 men were interviewed, with average ages of 29.5 and 28.3 years, respectively. Both began injection drug use at similar ages, 18.6 and 19.3, for women and men, respectively, although women report more frequently than men that they were initiated by a sexual partner to acquiring drugs and syringes, and to the act of injection. Compared to men, women report significantly more regular sexual partners (83% versus 72%); fewer casual partners (39% versus 58%), more use of injection drugs with their partners, as well as more "exchange" of sex for drugs. Among HIV-seropositive individuals, women show less education, had more chance of their sexual partners participating in their initiation to injection drugs, and report sexual partners that used injection drugs more frequently. Female IDUs exhibit aspects of behavior indicating greater vulnerability to HIV infection than do males.<hr/>Este estudo teve como objetivo comparar homens e mulheres usuários de drogas injetáveis (UDIs) quanto ao perfil sócio-demográfico e aspectos da iniciação ao uso de droga injetável. Constou de estudo transversal, multicêntrico, realizado entre 2000/2001, em seis Programas de Redução de Danos brasileiros. Foram entrevistados 146 mulheres e 709 homens, com médias de idades de 29,5 e 28,3 anos, respectivamente. Ambos os grupos iniciaram o uso de drogas injetáveis com idades semelhantes, 18,6 e 19,3 anos, respectivamente para mulheres e homens, porém elas foram mais freqüentemente iniciadas por parceiros sexuais na obtenção da droga, seringas e no ato de injeção. Comparadas aos homens, mulheres relataram significativamente mais parcerias sexuais regulares (83% versus 72%); menos eventuais (39% versus 58%), maior uso de drogas injetáveis com seus parceiros, além da "troca" de sexo por drogas. Entre HIV-soropositivos, mulheres apresentaram menor escolaridade, tiveram mais chance de contar com a participação de parceiro sexual em sua iniciação com drogas injetáveis, além de relatarem mais freqüentemente parceiros sexuais que usavam esse tipo de droga. As mulheres UDIs apresentaram aspectos comportamentais sugestivos de maior vulnerabilidade à infecção pelo HIV do que os homens. <![CDATA[<B>Utilization of HIV/AIDS treatment services</B>: <B>comparing injecting drug users and other clients</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400019&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study compared healthcare utilization by injection drug users (IDUs) and non-IDUs. Data were abstracted from patients' medical records, admitted on HIV/AIDS treatment centers, between 1986 and 2002, forming a non-concurrent cohort study. Variables included: sociodemographics, HIV/AIDS exposure group, healthcare utilization (consultations, procedures, and prescriptions). Descriptive analyses included age-period and cohort effects. Out of 170 patients, with an average age of 30 years, 39.4% were IDUs, 71.8% were males and had low levels of education. At the first consultation, 86.5% neither received an ARV prescription nor had a request for CD4 or viral load. Injection drug users, as compared to non-IDUs, were less likely to receive ARV prescriptions and requests for CD4 lymphocyte and viral load counts, even though the number of consultations did not differ between the two groups. Healthcare utilization increased in calendar-year in the non-IDUs group, parallel to the implementation of the Brazilian health policy of universal care. However, this favorable trend was not observed among IDUs. Differential outcomes for HIV/AIDS among IDUs, towards worse prognosis, suggest difficulties in terms of adherence and follow-up of ARV therapy in this population.<hr/>Objetivou-se descrever a utilização de serviços, comparando usuários de drogas injetáveis (UDIs) e não-UDIs. Informações coletadas nos prontuários de pacientes em atendimento para HIV/AIDS, de 1986 a 2002, estabeleceram uma coorte não concorrente. As variáveis incluíam: dados sócio-demográficos, exposição ao HIV/AIDS e utilização de serviço (consultas, prescrições e solicitações de exames). Análises descritivas e verificação dos efeitos calendário e de coorte foram realizadas. Dos 170 pacientes, com trinta anos na mediana idade, 39,4% eram UDIs, 71,8% homens e com baixa escolaridade; 86,5% não receberam, na primeira consulta, prescrição ARV, solicitação de CD4 ou carga viral. Usuários de drogas injetáveis tiveram menor chance de receber prescrição de ARV, solicitação de CD4/carga viral, seja na primeira consulta, seja nas demais, apesar de o número de consultas não diferir em virtude de ser ou não UDIs. Observou-se incremento na utilização dos serviços para pacientes não-UDIs ao longo do tempo, coincidindo com a implementação de políticas públicas visando à ampliação do acesso; porém, tal impacto não foi observado entre UDIs. Evolução diferencial da infecção pelo HIV, com piores prognósticos entre os UDIs, sugere deficiências na adesão e manutenção do tratamento ARV. <![CDATA[<B>Injecting drug users who are (un)aware of their HIV serostatus</B>: <B>findings from the multi-center study AjUDE-Brasil II</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400020&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study aimed to characterize the profiles of injecting drug users (IDUs) who were unaware of their HIV serostatus, given the importance of this information for prevention strategies, especially in this vulnerable population, key to the HIV/AIDS dynamic. As part of a cross-sectional multi-city survey, IDUs were interviewed and HIV-tested by the ELISA technique. IDUs were categorized according to knowledge of their own HIV status as either aware or unaware. Means, averages, and proportions were compared between the groups using bi- and multivariate analyses. Of 857 IDUs interviewed, 34.2% were unaware of their HIV serostatus. Those who were unaware were more likely: to have been recruited at sites where the HIV prevalence rate was considered medium (> 10 to 50%; odds ratio = 8.0) or high (> 50%; 4.0); to be illiterate (OR = 4.54); to have no prior HIV test (OR = 2.22); to be male (OR = 1.81); and to have been enrolled more recently in syringe-exchange programs (OR = 1.69). HIV prevention programs should target both individuals at risk and HIV-positive individuals. Programs to expand access to HIV testing are pivotal and should be tailored to specific contexts and populations.<hr/>Este estudo busca caracterizar o perfil de usuários de drogas injetáveis (UDIs) que desconhecem seu status sorológico para a infecção pelo HIV, em virtude da importância desta população na dinâmica da epidemia de HIV/AIDS e do conhecimento da sorologia como estratégia preventiva. Foram analisadas informações do Projeto AjUDE-Brasil II, estudo seccional multicêntrico, obtidas mediante questionário e teste sorológico para diagnóstico do HIV (ELISA). Os UDIs foram agrupados em: (1) UDIs que desconheciam seu sorostatus para a infecção pelo HIV e (2) UDIs que o conheciam. Foram realizadas comparações de médias, medianas e proporções, análises bivariadas e multivariadas. Dos 857 UDIs, 34,2% desconheciam sua sorologia. Estes apresentaram, significativamente, uma maior chance de terem sido recrutados de locais onde a prevalência do HIV era considerada média (OR = 8,0) e alta (OR = 4,0); de serem do sexo masculino (OR = 1,8); de freqüentarem há menos tempo os programas de redução de danos (OR = 1,7), de nunca terem realizado o teste anti-HIV (OR = 2,2) e de nunca terem estudado (OR = 4,5). Estratégias preventivas devem ser elaboradas visando aos diferentes fatores associados ao desconhecimento do status sorológico, principalmente levando em consideração o contexto em que o UDIs está inserido. <![CDATA[<B>AIDS incidence and mortality in injecting drug users</B>: <B>the AjUDE-Brasil II Project</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400021&lng=en&nrm=iso&tlng=en This paper presents AIDS incidence and mortality among injecting drug users (IDUs) reached by the AjUDE-Brasil II Project. From a cross-sectional survey, 478 IDUs were interviewed in three Brazilian cities: Porto Alegre, São José do Rio Preto, and Itajaí. The cohort was followed up in the Brazilian surveillance database for AIDS and mortality during 2000 and 2001. AIDS incidence was 1.1 cases per 100 person-years, and the mortality rate was 2.8 deaths per 100 person-years. AIDS cases only occurred in IDUs who reported ever having shared injecting equipment. Female gender (RR = 5.30), homelessness (RR = 6.16), and report of previous sexual relations with same-sex partners (RR = 6.21) were associated with AIDS. Deaths occurred only among males. Homelessness (RR = 3.00), lack of income (RR = 2.65), HIV seropositive status (RR = 4.52), and no history of incarceration (RR = 3.71) were also associated with death. These findings support evidence that gender and socioeconomic conditions are both determinants of morbidity and mortality in Brazilian IDUs.<hr/>Este estudo apresenta a incidência de AIDS e a mortalidade em usuários de drogas injetáveis (UDIs) participantes do Projeto AjUDE-Brasil II. Uma coorte de 478 indivíduos entrevistados nas cidades de Porto Alegre &shy; Rio Grande do Sul &shy;, São José do Rio Preto &shy; São Paulo &shy; e Itajaí &shy; Santa Catarina &shy; foi acompanhada nos sistemas de vigilância brasileiros entre 2000 e 2001. Encontrou-se incidência de AIDS de 1,1 caso por 100 pessoas/ano e taxa de mortalidade de 2,8 óbitos por 100 pessoas/ano. Casos de AIDS ocorreram somente em UDI que relataram compartilhar seringas. Sexo feminino (RR = 5,30), relato de ausência de local para morar (RR = 6,16) e de relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (RR = 6,21) estiveram associados à ocorrência de AIDS. Relato de ausência de local para morar (RR = 3,00) e de fonte de renda (RR = 2,65), ser HIV soropositivo (RR = 4,52) e nunca ter sido encarcerado (RR = 3,71) se associaram aos óbitos, que ocorreram somente em homens. Esses achados parecem confirmar que diferenças de gênero e condições econômicas são determinantes para a morbi-mortalidade de UDIs brasileiros. <![CDATA[<B>HCV and HIV infection and co-infection</B>: <B>injecting drug use and sexual behavior, AjUDE-Brasil I Project</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400022&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study aimed to characterize sexual and drug-use behaviors in injecting drug users (IDUs) in relation to single hepatitis C virus (HCV) and human immunodeficiency virus (HIV) infection and HCV/HIV co-infection. The sample consisted of 272 IDUs enrolled in the AjUDE-Brasil I Project, a cross-sectional multi-center study conducted in five Brazilian cities in 1998. Data were collected with a structured questionnaire using self-reported risk behavior, and HCV and HIV serological status used ELISA on filter paper. IDUs were clustered in four distinct groups: HCV/HIV seronegative; HCV mono-infected; HIV mono-infected; and HCV/HIV co-infected. Active sharing of injecting equipment was associated with HCV infection (p = 0.001). Sexual behavior variables, especially male same-sex sexual relations, were consistently associated with HIV infection. HCV/HIV co-infection was associated with both sexual and drug use variables. It was possible to distinguish different behavioral indicators for HCV and HIV infection and co-infection in this population.<hr/>Este estudo objetivou analisar grupos de usuários de drogas injetáveis (UDIs) infectados e co-infectados pelos vírus da hepatite C (HCV) e da imunodeficiência adquirida (HIV), em relação ao comportamento sexual e uso de drogas. A população de estudo foi composta por 272 UDIs participantes do Projeto AjUDE-Brasil I, estudo transversal multicêntrico realizado em cinco cidades brasileiras, em 1998. Os dados analisados foram coletados através de entrevistas estruturadas e testes sorológicos, utilizando-se papel filtro e a técnica ELISA, para HIV e HCV. Os UDIs foram agrupados em quatro grupos sorológicos distintos, a saber: (1) soronegativos, (2) monoinfectados pelo HCV, (3) monoinfectados pelo HIV e (4) co-infectados. Relato de ter "dado seringa", na vida, apresentou-se significantemente associado à infecção pelo HCV (p = 0,001). Em relação à infecção pelo HIV, variáveis de comportamento sexual, em especial, o relato de relação homossexual (p < 0,001), mostraram-se consistentemente associadas à infecção. Para a co-infecção, tanto variáveis de comportamento sexual quanto de uso de drogas injetáveis mostraram-se associadas. Dessa forma, foi possível determinar indicadores distintos de comportamento para essas infecções, na população em estudo. <![CDATA[<B>Profile of male Brazilian injecting drug users who have sex with men</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400023&lng=en&nrm=iso&tlng=en This study aims to characterize the profile of male injecting drug users who have sex with other men (MSM IDUs) recruited through a cross-sectional multi-city survey (AjUDE-Brasil II Project) in six Brazilian cities, in 2000-2001. MSM IDUs were compared to other male IDUs using bivariate and multivariate procedures (logistic regression and answer tree analysis with the CHAID algorithm). Among the 709 male IDUs, 187 (26.4%) reported ever having had sex with other men, while only 37 reported sex with other men in the previous six months. MSM IDUs were more likely to be unemployed (OR = 2.3), to have injected tranquilizers (OR = 3.6), and to be HIV-seropositive (OR = 2.1), compared to other male IDUs. Male same-sex relations in this subgroup appear to be associated with strategies to finance drug consuming habits, including sex for drugs with occasional female partners or obtaining injection paraphernalia from occasional sex partners. Further studies should focus on this especially vulnerable subgroup of IDUs, due to the bidirectional and complex interrelationships between their drug injecting habits and sexual risk behaviors.<hr/>Este estudo avalia o perfil de homens usuários de drogas injetáveis que se relacionaram sexualmente com homens (UDI/HSH), com base em informações do Projeto AjUDE-Brasil II, estudo seccional realizado com UDIs recrutados em 2000/2001, em seis cidades brasileiras. As características dos UDI/HSH foram comparadas às dos demais UDIs do sexo masculino por meio de análises bi e multivariadas (regressão logística e árvore de decisão utilizando algoritmo CHAID). Dos 709 homens UDIs, 187 (26,4%) relataram relação homossexual na vida, e 37 nos seis meses anteriores à entrevista. Entre os UDIs/HSH, o desemprego nos seis meses anteriores (OR = 2,3), o uso de tranqüilizantes injetáveis (OR = 3,6) e a soropositividade para o HIV (OR = 2,1) foram significativamente mais prevalentes, comparados aos demais UDIs. A relação HSH se mostrou associada ao financiamento da drogadicção: UDIs/ HSH relataram mais freqüentemente relações sexuais com mulheres em troca de drogas e obtiveram mais freqüentemente de seus parceiros sexuais equipamentos de injeção. O uso de drogas injetáveis está associado a práticas sexuais de risco de forma bidirecional e complexa, requerendo estudos adicionais do subgrupo particularmente vulnerável de UDI/HSH. <![CDATA[<B>"The first shot": the context of first injection of illicit drugs, ongoing injecting practices, and hepatitis C infection in Rio de Janeiro, Brazil</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400024&lng=en&nrm=iso&tlng=en The context of first drug injection and its association with ongoing injecting practices and HCV (hepatitis C virus) infection were investigated. Injection drug users (IDUs) (N = 606) were recruited in "drug scenes" (public places, bars) in Rio de Janeiro, Brazil, interviewed, and tested for HCV. Sharing of needles/syringes was more prevalent at the first injection (51.3%) than at the baseline interview (36.8%). Those who shared syringes/needles at first injection were more likely to be currently engaged in direct/indirect sharing practices. Among young injectors (< 30 years), those reporting sharing of needles/ syringes at the first injection were about four times more likely to have been infected by HCV. Hepatitis C virus prevalence among active IDUs (n = 272) was 11%. Prison history and longer duration of drug injection were identified as independent predictors of HCV infection. To effectively curb HCV transmission among IDUs and minimize harms associated with risk behaviors, preventive strategies should target individuals initiating drug injection beginning with their very first injection and discourage the transition from non-injecting use to the self-injection of illicit drugs.<hr/>O trabalho investiga o contexto da primeira injeção de drogas e sua associação com práticas atuais de injeção e infecção pelo HCV (vírus da hepatite C). Usuários de drogas injetáveis (UDI) (N = 606) foram recrutados em cenas de uso (ruas, bares) do Rio de Janeiro, Brasil, entrevistados e testados (anti-HCV). A freqüência de compartilhamento de agulhas e seringas foi superior na primeira injeção (51,3%), se comparada à atualmente referida (36,8%). Usuários que iniciaram o uso injetável compartilhando agulhas/seringas relataram uma freqüência significativamente maior de compartilhamento direto/indireto de agulhas/seringas nos últimos seis meses. A infecção pelo HCV foi quatro vezes mais prevalente entre UDI jovens (< 30 anos) que compartilharam agulhas e seringas na primeira injeção. A prevalência de anti-HCV foi 11% entre UDI ativos (n = 272) e se mostrou independentemente associada à história de prisão e à duração do uso de drogas injetáveis. A prevenção da disseminação do HCV nesta população requer a adoção de medidas de redução de riscos e danos associados à injeção de drogas já desde a primeira injeção ou, antes, um desestímulo à transição do uso não injetável para injetável. <![CDATA[<B>Advocacy and coverage of needle exchange programs</B>: <B>results of a comparative study of harm reduction programs in Brazil, Bangladesh, Belarus, Ukraine, Russian Federation, and China</B>]]> http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000400025&lng=en&nrm=iso&tlng=en To prevent or mitigate an AIDS epidemic among injecting drug users (IDUs), effective activities need to be implemented on a large enough scale to reach and assist sufficient numbers of drug users and thereby change their risk behaviors related to drug use and sex. Recent work by UNAIDS on "high coverage sites", adopting the above strategies, has shown that one of the key elements in achieving high coverage is ongoing and sophisticated advocacy. High coverage harm reduction sites were studied through literature search and site visits, including key informant interviews, review of service statistics, and data analysis, in order to document the steps that led to scaling up, the way coverage was defined in these sites, and the lessons learned from their efforts. Syringe-exchange programs can achieve high coverage of IDUs. Monitoring to determine regular reach (those who are in regular contact with harm reduction services) should be added to uniform data collection carried out by harm reduction programs. Advocacy is crucial to achieving high coverage.<hr/>Para prevenir ou mitigar uma epidemia de AIDS entre usuários de drogas injetáveis (UDI), atividades eficazes devem ser implementadas numa escala suficiente para atingir e ajudar um número suficiente de usuários e, portanto, modificar seus comportamentos de risco em relação ao uso de drogas e práticas sexuais. Um estudo recente do UNAIDS sobre "locais de cobertura alta", ao adotar as estratégias propostas acima, demonstrou que um dos elementos centrais para atingir uma cobertura alta é a advocacy permanente e bem-elaborada. Locais de redução de danos que apresentavam altas taxas de cobertura foram estudados através de uma revisão bibliográfica e visitas aos locais de maior cobertura, incluindo entrevistas com informantes principais, revisão de dados estatísticos dos serviços e análise de dados para poder documentar os passos que levaram à ampliação do alcance dos projetos, à definição da cobertura dos programas e às lições aprendidas. Os programas de redução de danos podem alcançar uma ampla cobertura de UDI. Além da coleta de dados rotineiros, os programas devem monitorar os projetos para definir o alcance sistemático (ou seja, dos UDI que estão em contato permanente com os serviços de redução de danos). A advocacy é fundamental para alcançar taxas de cobertura altas.