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Revista Panamericana de Salud Pública

Print version ISSN 1020-4989

Abstract

DUARTE, Geraldo et al. Freqüência de gestantes portadoras do HBsAg em uma comunidade brasileira. Rev Panam Salud Publica [online]. 1997, vol.1, n.1, pp. 35-40. ISSN 1020-4989.  http://dx.doi.org/10.1590/S1020-49891997000100006.

Visando aferir a tasa de reatividade sérica do HBsAg e de outros marcadores da infecção pelo VHB em parturientes, além de avaliar quais os fatores de risco, estudaram-se 7992 mulheres que tiveram suas gestações resolvidas no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. A reatividade sérica do HBsAg foi aferida por o teste ELISA em duas etapas: a primeira com período de incubação de 2 h (triagem) e a segunda de 18 horas (confirmatória) realizada nas amostras positivas ao triagem. Os marcadores anti-HBsAg, HBeAg, anti-HBeAg, e anti-HBcAg foram testados nas amostras confirmadamente positivas. No triagem, foram positivas para o HBsAg 1,05% (IC95%; 0,84-1,30) das amostras. Apenas 0,95% (IC95%; 0,75-1,19) foram confirmadamente positivas, sendo significativamente superior nas pacientes cujas gestações terminaram em aborto (1,84%) do que as 0,84% que terminaram em parto (c2 correção de Yates = 7,76; P < 0,005). A anamnese possibilitou identificar fatores de risco para a infecção pelo VHB em apenas 27,6% das pacientes avaliadas. Dessas amostras, 21,3% (IC95%; 1,04-30,56) apresentavam HBeAg positivo, de elevado risco para transmissão vertical desse vírus. Esses resultados reforçam a necessidade de pesquisa sorológica específica no final da gestação, possibilitando o máximo benefício da imunoprofilaxia neonatal.

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