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Ciência & Saúde Coletiva

versão impressa ISSN 1413-8123

Resumo

PRADO, Juliana de Almeida et al. Relações entre depressão, álcool e gênero na região metropolitana de São Paulo, Brasil. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2012, vol.17, n.9, pp. 2425-2434. ISSN 1413-8123.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012000900023.

Como parte do projeto GENACIS, este artigo visou estimar a prevalência de depressão em amostra urbana de São Paulo, Brasil, assim como a associação entre depressão e padrão de uso de álcool segundo gênero. Para tanto, foi realizado inquérito epidemiológico com amostra probabilística e por conglomerados, com um total de 2083 adultos. Utilizou-se o CIDI SF para identificação de depressão. A análise estatística utilizou o teste de Rao Scott e regressão logística multivariada. A taxa de resposta foi de 74,9%. Predominaram mulheres (58,8%), menores de 40 anos de idade (52%). A prevalência de depressão foi de 28,3% para as mulheres e 12,7% para os homens. Entre os homens, 61,1% são de bebedores no último ano e a depressão esteve associada ao padrão de consumo de álcool, à maior frequência de binge drinking e à presença de problemas decorrentes do álcool. Entre as mulheres, 69,5% são abstinentes e a depressão se associou à convivência com cônjuge com problemas devidos ao álcool. Os resultados ressaltam que a associação entre depressão e consumo de álcool é distinta entre os gêneros.

Palavras-chave : Depressão; Álcool; Gênero; Levantamento epidemiológico.

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