SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.16 issue6"Index of Food Quality": for the assessment of dietsOn the association between blood group A and hepatosplenic schistosomiasis author indexsubject indexarticles search
Home Page  

Services on Demand

Article

Indicators

Related links

Share


Revista de Saúde Pública

Print version ISSN 0034-8910

Rev. Saúde Pública vol.16 n.6 São Paulo Dec. 1982

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101982000600004 

ARTIGO ORIGINAL

 

A prática da amamentação no município de Paulínia, Estado de São Paulo, Brasil

 

Breastfeeding in the town of Paulinia, S. Paulo State (Brazil)

 

 

Ellen E. HardyI; Regina SarmentoI; Martha GushikenI; Ronaldo ArakiII; José Martins FilhoII

IDo Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Caixa Postal 1452 – 13100 – Campinas, SP – Brasil
IIDo Centro de Pesquisas Materno Infantis de Campinas (CEMICAMP) – 13100 – Campinas, SP – Brasil
IIIDo Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP

 

 


RESUMO

Em 1977 foi realizado um inquérito no município de Paulínia, Estado de São Paulo (Brasil), com a finalidade de se estudar o aleitamento materno das crianças de até dois anos de idade. O inquérito forneceria dados a serem utilizados para avaliar um programa de estímulo ao aleitamento materno, a ser desenvolvido mais tarde. A idade média das crianças no desmame foi 3.3 meses, e 2.2 meses ao começar a tomar leite em mamadeira. No final do primeiro mês, 74% das crianças estavam sendo amamentadas e 57% estavam com aleitamento exclusivo. As crianças de mães com 28 anos ou mais tiveram uma amamentação exclusiva significativamente mais longa que as crianças de mães mais jovens. A residência, urbano/rural, e o sexo das crianças não influíram na duração da amamentação.

Unitermos: Aleitamento materno. Inquéritos nutricionais, Paulínia, SP, Brasil.


ABSTRACT

In 1977 a survey was carried out in the municipality of Paulínia, State of S. Paulo, with the purpose of obtaining information on the breastfeeding of children up to two years of age. The survey would provide base line data for the evaluation of a breastfeeding promotion program, that was to be carried out later. The children's mean age at weaning was 3.3 months, and 2.2 months when they started bottle feeding. At the end of the; first month, 74% of the children were breastfed and 57% were fully breastfed. Children whose mothers were at least 28 years old were fully breastfed for a significantly longer period than children with younger mothers. Urban/rural residence and the sex of the children had no influence on the duration of breastfeeding.

Uniterms: Breastfeeding. Nutritional surveys, Paulinia, SP, Brazil.


 

 

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos tem-se observado no Brasil um grande interesse pelo aleitamento materno, tanto de parte das autoridades, como dos profissionais na área da saúde. O interesse resulta de evidências que mostram as vantagens do leite materno para a saúde da criança 2,9 e dos resultados de diversas pesquisas que apontam um desmame cada vez mais precoce 8,12, incluindo uma proporção de até 10 a 15% de mulheres que não amamentam seus filhos 13,17. Essas observações fizeram com que diversos autores assinalassem a necessidade de desenvolver ações que levassem um número maior de mulheres a amamentar, e a um desmame mais tardio 14,15. Com este objetivo, foi planejado um programa de estímulo ao aleitamento materno 5,7, a ser desenvolvido no município de Paulínia, no Estado de São Paulo. Considerando a pouca experiência existente sobre o efeito das ações de estímulo e a necessidade de se utilizar os recursos disponíveis da maneira mais eficaz possível, optou-se por começar desenvolvendo um inquérito para obter informações de base, a serem utilizadas para posterior avaliação do programa.

Este trabalho apresenta os resultados do inquérito, desenvolvido em meados de 1977, que visou coletar informações sobre a amamentação de todas as crianças com até dois anos de idade.

 

MATERIAL E MÉTODO

Sujeitos estudados

Foram incluídas no estudo todas as crianças vivas que haviam completado no máximo dois anos de idade, no dia em que foi feita a entrevista correspondente, bem como as crianças falecidas que estariam no máximo com dois anos na data da entrevista.

Os nomes e endereços das crianças menores de dois anos, que moravam no município, foram obtidos de diversas fontes. A mais importante foi o Censo, realizado em fins de 1976, pela Divisão de Planejamento e Coordenação da Prefeitura. Todos os formulários preenchidos na ocasião foram revisados. O Cartório do município forneceu os endereços das crianças registradas entre novembro de 1976 e junho de 1977.

No Ambulatório de Pré-Natal do Centro de Saúde Escola de Paulínia, obtiveram-se os nomes e endereços das pacientes que dariam à luz entre novembro de 1976 e junho de 1977; e obteve-se uma lista das crianças na faixa etária procurada, que eram controladas pelo Ambulatório de Puericultura. Finalmente, obteve-se uma lista das mulheres de Paulínia que haviam tido o parto na Maternidade da Santa Casa de Campinas nos dois anos anteriores ao inquérito.

Todos os dados fornecidos pelos Ambulatórios de Paulínia e pela Maternidade foram confrontados com os do Censo e do Cartório, para completar a lista das crianças vivas ou falecidas com idade de zero a dois anos.

Metodologia

Para fazer as entrevistas foram utilizados dois questionários estruturados, previamente testados. O primeiro permitia saber se a criança procurada morava no endereço, havia se mudado ou falecido. Esse questionário também permitia anotar o novo endereço e identificar a mãe da criança. No segundo questionário, era conferida a idade da criança e registrada a informação relativa à amamentação. Este questionário permitia saber com que idade estava a criança quando havia começado a tomar leite em mamadeira e quando havia sido desmamada.

Os entrevistadores, de ambos os sexos, eram estudantes (bolsistas da Prefeitura) selecionados após treinamento teórico-prático de 10 horas. Como os entrevistadores tinham aulas e alguns também trabalhavam, quase todas as atividades do inquérito foram desenvolvidas durante os fins de semana dos meses de junho e julho de 1977.

Com a finalidade de unificar critérios, foram utilizados manuais com instruções para o desenvolvimento das entrevistas, para a revisão dos questionários completados e para a codificação.

Em torno de 5% dos endereços designados a cada entrevistador foram visitados por uma supervisora, com o objetivo de verificar se havia sido feita a entrevista e conferir alguns dados.

Análise dos dados

Definiu-se como aleitamento exclusivo a situação em que a criança recebeu só leite materno, e como aleitamento misto a amamentação complementada com outro leite, fornecido em mamadeira. A duração do aleitamento inclui o tempo total em que a criança esteve com aleitamento materno; exclusivo e/ou misto.

A duração do aleitamento e do aleitamento exclusivo foi estudada pelo método da tabela de vida 10, que permite analisar a proporção de crianças que em cada mês de vida abandonaram totalmente o aleitamento ou o aleitamento exclusivo (iniciaram mamadeira). O método também permite estudar a proporção de crianças que continuaram sendo amamentadas no fim de cada mês (taxa de continuação).

O método da tabela de vida é utilizado fundamentalmente nos estudos de mortalidade. Pretende estimar a probabilidade que tem uma coorte de indivíduos de morrer (ou sobreviver) em cada ano (ou mês) de vida, sempre que sua mortalidade fosse igual à observada nos indivíduos que no momento do estudo tinham de um até n anos (ou meses) de idade.

Aplicada à duração do aleitamento, o método de tabela de vida pretende estimar a probabilidade de interromper (ou continuar) a amamentação de uma coorte de mães que tiveram a mesma experiência de amamentação que as mães estudadas, que interromperam o aleitamento em diferentes idades dos filhos. Nesse caso, cada interrupção total do aleitamento ou cada início de mamadeira equivale a uma morte no método original que estuda mortalidade.

O método da tabela de vida tem o mérito de calcular o risco mês a mês, incluindo no denominador só os casos que estão expostos ao risco em estudo (morrer, iniciar mamadeira, interromper aleitamento). Daí parecer um método apropriado para medir a duração do aleitamento e para comparar a experiência de distintas coortes de mães.

O c 2 utilizado 16 compara todos os valores das taxas mensais de continuação para os grupos que se estudam, o que equivale à comparação das curvas que resultariam das taxas. (Tabelas 3 e 4).

 

 

 

 

 

 

 

 

Para a tabela de vida, as crianças nunca amamentadas pela mãe foram consideradas como desmamadas no primeiro mês de vida.

 

RESULTADOS

Foram identificadas 797 crianças que teriam nascido até dois anos antes da data da entrevista. Foram encontradas 642 (81%), sendo que 32 tinham mais de dois anos no dia da entrevista. As famílias de 8 das crianças estavam viajando, de 81 haviam se mudado e de 66 eram desconhecidas no endereço ou este não foi achado. Os resultados apresentados foram obtidos ao entrevistar 555 mães e uma avó, que forneceram informações sobre 610 crianças.

Na entrevista, a idade média das mães foi 26,5 anos. A grande maioria (82,4%) tinha um só filho de até dois anos de idade e mais da metade (67,3%) morava na área urbana de Paulínia. Pouco mais da metade, das crianças era do sexo feminino (Tabela 1).

Na entrevista, a idade média das crianças foi 11,9 meses. Estavam sendo amamentadas 148 (24,3%); já haviam sido desmamadas 388 (63,6%) e nunca haviam sido amamentadas 74 (12,1%), incluindo 10 das 11 que haviam falecido.

A idade média ao começar a tomar leite em mamadeira foi de 1.8 meses nas 459 crianças que usavam mamadeiras e de 2.2 meses nas 385 que não haviam sido alimentadas com mamadeira a partir do nascimento.

As taxas de continuação do aleitamento e do aleitamento exclusivo são apresentadas na Tabela 2. No final do primeiro mês de vida, 74% das crianças estavam sendo amamentadas e 57% estavam com aleitamento exclusivo. No sexto mês estas percentagens caíram para 34% e 18%, respectivamente. No final do primeiro ano, um quinto (22%) das crianças estava sendo amamentada, sendo que 12% ainda não recebiam outro leite em mamadeira.

A idade média no desmame foi de 3.3 meses, sendo que a mediana do aleitamento foi observada no terceiro mês e a do aleitamento exclusivo no segundo mês (Tabela 3).

A duração do aleitamento e do aleitamento exclusivo em diversos sub-grupos é apresentada nas Tabelas 3 e 4. As taxas de continuação foram calculadas somente até o oitavo mês, porque o número de casos nos meses posteriores não permitiu aplicar a tabela de vida.

Não se observou diferença significativa na duração do aleitamento, ao comparar as crianças de mães de até 27 anos com as de mães com 28 anos ou mais, nem ao comparar as que moravam na zona urbana com as da área rural. Também não houve diferenças na duração do aleitamento ao comparar meninos e meninas (Tabela 3).

A duração do aleitamento exclusivo estudada pela tabela de vida foi significativamente maior nas crianças de mães com 28 anos ou mais, comparadas com os filhos de mulheres mais jovens. No primeiro mês, 60% das crianças de mães com 28 anos ou mais estavam com aleitamento exclusivo comparadas com 46% das crianças de mães com até 27 anos. Aos seis meses as percentagens haviam diminuído para 22% e 13%, respectivamente (Tabela 4).

A duração do aleitamento exclusivo não foi significativamente diferente nas meninas comparadas com os meninos, nem nas que moravam na área urbana comparadas com as da área rural (Tabela 4).

 

DISCUSSÃO E CONCLUSÃO

As publicações brasileiras referentes à duração do aleitamento materno são pouco numerosas. Em geral, referem-se a pacientes de hospitais ou de ambulatórios, razão pela qual os resultados não podem ser considerados representativos da população. Neste trabalho, os dados apresentados correspondem à maior parte das crianças de até dois anos de idade, que moravam no município de Paulínia por ocasião do inquérito.

A dificuldade que tivemos para encontrar as famílias das crianças identificadas poderia atribuir-se, principalmente, a duas causas: o fato da população de Paulínia ser muito móvel e que muitos dos endereços das famílias eram sítios, chácaras ou beira de estradas. Pelo menos 52% das famílias não encontradas havia mudado, e de 66 casos em que o endereço não foi achado ou a família procurada era desconhecida, 54 corresponderam a endereços na área rural.

Na medida em que as crianças não encontradas tivessem uma amamentação significativamente diferente da observada no grupo estudado, poderia haver um viés nos nossos resultados. Ao comparar o grupo da área urbana com o grupo da área rural, não observamos diferenças significativas na duração do aleitamento nem do aleitamento exclusivo. Esta falta de diferença poderia ser real, ou dever-se a: falta de informação dos casos perdidos – que poderiam ter sido mais genuinamente rurais –; ou ao tamanho reduzido do município, que implica uma divisão urbano-rural relativamente artificial: ou a proximidade de uma cidade como Campinas, cuja influência poderia abranger toda a população de Paulínia.

A idade média ao começar a receber leite em mamadeira foi calculada a partir das crianças que usavam mamadeira, excluindo-se 7 casos que passaram diretamente a tomar leite do copo ou caneca. A idade média no desmame foi calculada com base nas crianças desmamadas totalmente por ocasião da entrevista. Os valores observados poderiam ser diferentes se todas as crianças tivessem sido consideradas.

O fato das crianças de sexo masculino terem um valor maior para a família em algumas culturas (o que poderia refletir-se em uma amamentação mais prolongada dos meninos) nos levou a estudar a relação entre sexo das crianças e duração do aleitamento e do aleitamento exclusivo. Não houve diferença significativa entre meninos e meninas, resultado que coincide com a falta de associação observada em um grupo de puérperas 8, bem como em uma amostra da zona urbana de Teresina, no Piauí 15.

É difícil comparar os resultados de nosso trabalho com os obtidos por outros autores no Brasil, porque as populações estudadas são diferentes. Levando em consideração esta diferença metodológica, serão discutidas algumas características do aleitamento materno.

Na medida que o desmame total vai ocorrendo cada vez mais precocemente, chega um momento em que um certo número de crianças nunca é amamentada. Em Paulínia, 12,3% das crianças nunca havia sido amamentada, sendo que das 388 desmamadas, por ocasião da entrevista, 48% já havia sido totalmente desmamadas no segundo mês de vida. Em Londrina, 12,8% das crianças não foi amamentada e 31% havia sido desmamada no primeiro mês de vida 13. Em Teresina a mediana da duração do aleitamento foi de 3 meses e 13,3% das crianças nunca foi amamentada 14.

Quanto mais cedo a criança começa a tomar outro leite, mais precoce parece ser o desmame 4. Em Paulínia, 43% das crianças iniciou o uso de mamadeira durante o primeiro mês de vida e 26% havia sido desmamada nesse mesmo período. A grande maioria das crianças foi desmamada no mesmo mês em que iniciou uso de mamadeira. A situação foi semelhante no estudo de pacientes de Ambulatório em Londrina 11 já que, no primeiro mês de vida, 43,6% das crianças começou com aleitamento artificial e 42,1% havia sido desmamada.

A duração do aleitamento exclusivo em Paulínia foi significativamente maior nas crianças com mães de 28 anos ou mais de idade, comparadas com aquelas cujas mães tinham até 27 anos. A associação entre idade da mãe e duração da amamentação havia sido observada em 1975, em um grupo de mulheres residentes no Distrito de São Paulo, onde a maior percentagem (16,2%) das crianças amamentadas por menos de três semanas correspondeu a mães de 15-24 anos, comparada com 6,9% no grupo com 35 anos ou mais 14.

Um inquérito importante para estudar a incidência e duração da amamentação nas regiões metropolitanas de São Paulo e Recife foi desenvolvido pelo CEBRAP em 1981 1. Os autores estudaram as características da amamentação das crianças no momento da entrevista, portanto não obtiveram informações sobre a idade em que cada criança foi desmamada. Ao mesmo tempo não utilizaram a tabela de vida para a análise. Apesar desta diferença metodológica, é possível fazer algumas comparações. O estudo do CEBRAP encontrou 9% de mães que nunca amamentou em São Paulo e 12% em Recife (12,3% em Paulínia).

O tempo médio de aleitamento foi estimado em 89 dias em São Paulo e 66 dias em Recife, o que se compara com a taxa de continuação de 49% ao fim do terceiro mês de vida em Paulínia, que permite estimar um tempo médio de aleitamento apenas inferior a 90 dias.

Salvo as diferenças metodológicas, os resultados parecem indicar que a conduta das mães do município de Paulínia, em 1977, era semelhante a observada em São Paulo, em 1981. Considerando-se que a duração do aleitamento está fortemente influenciada pelo atendimento obstétrico 3 e pediátrico 5; que as mães de Paulínia têm o seu parto em Hospitais (principalmente de Campinas), e que as condutas médicas são similares na grande São Paulo e na sua área de influência, não é estranho que os resultados sejam parecidos. Esta semelhança poderia refletir, também, a difusão de símbolos culturais, como é o uso da mamadeira, desde a grande cidade até municípios semi-rurais, a 100 km de distância.

Independentemente da possível explicação do resultado observado, não há dúvida de que o desmame precoce e a alta proporção de mulheres que não amamentam não são fenômenos restritos às grandes cidades, mas encontrados bem além delas. A causa, entre outras, poderia ser a influência dos meios de comunicação, as normas de conduta médica ou uma combinação de ambas.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. BERQUÓ, E.; SPINDEL, S.; SINGER, P.; REA, M. & CUKIER, R. Estudo do aleitamento materno na Grande São Paulo e a Grande Recife. São Paulo, CEBRAP, 1981.        [ Links ]

2. CUNNINGHAM, A.S. Morbidity in breast fed and artificially fed infants. J. Pediat. 90:726-9, 1977.        [ Links ]

3. FAÚNDES, A. O médico e o estímulo da lactação. [Apresentado no Seminário sobre Estímulo ao Aleitamento Natural, Campinas, 1977].        [ Links ]

4. GREINER, T.H. Infant food advertising and malnutrition in St. Vincent. Ithaca, NY, 1977. [Master - Cornell University].        [ Links ]

5. HALPERN, S.R.; SELLARS, W.A.; JOHNSON, R.B.; ANDERSON, D.W.; SAPERSTEIN, S. & SHANNON, S. Factors influencing breastfeeding. South Med. J., 65:100-2, 1972.        [ Links ]

6. HARDY, E.E. Alguns fatores relacionados com o aleitamento materno e descrição de dois programas de estímulo. [Apresentado ao I Seminário Regional sobre Estímulo ao Aleitamento Materno. Região Nordeste, Recife, 1979].        [ Links ]

7. HARDY, E.E.; VICHI, A.M.; BAHAMONDES, M.Y.M. de; PINOTTI, J.A. & MARTINS FILHO, J. Programa comunitário de estímulo do aleitamento materno: descrição de uma experiência. Rev. Ass. med. bras., 27:288-90, 1981.        [ Links ]

8. MARTINS PILHO, J. Contribuição ao estudo do aleitamento materno em Campinas. Campinas, 1976. [Tese de Livre Docência - Faculdade de Ciências Médicas UNICAMP].        [ Links ]

9. PLANK, S. J. & MILANESI, M.L. Infant feeding and infant mortality in rural Chile. Bull. WHO, 48:293-310, 1973.        [ Links ]

10. TIETZE, C. Intra-uterine contraception: recommended procedures for data analysis. Stud. Fam. Plann., (Suppl). Apr. 1967.        [ Links ]

11. THOMSON, Z. Estudo da prática do aleitamento materno. Londrina, 1975. [Tese de Doutoramento - Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Londrina].        [ Links ]

12. THOMSON, Z. Estudo da prática do aleitamento materno em um grupo populacional, Londrina, PR. J. Pediat., Rio de Janeiro, 45:379-85, 1978.        [ Links ]

13. THOMSON, Z. Fatores associados ao desmame em um grupo populacional, Londrina, PR. J. Pediat., Rio de Janeiro, 46:93-8, 1979.        [ Links ]

14. VALQUIST, B.; STAPLETON, T. & BÉHAR, M. New urban families. Acta paediatr. Acad. Sci. Hung., 13:95-9, 1972.        [ Links ]

15. VIEIRA, J.N. Estudo sobre o aleitamento materno na zona urbana de Teresina. Recife, 1979. [Dissertação de Mestrado -Universidade Federal de Pernambuco].        [ Links ]

16. WATSON, F.R. Statistical methods in cancer research. In: Donegan, W.L. & Spratt, J.S., eds. Cancer of the breast. Philadelphia, Saunders, 1979. p. 613-63.        [ Links ]

17. YUNES, J. & RONCHEZEL, V.S.C. Estudo da lactação em mulheres do distrito de São Paulo, Brasil. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 9:191-213, 1975.        [ Links ]

 

 

Recebido para publicação em 15/07/1982
Aprovado para publicação em 20/09/1982