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Revista de Saúde Pública

Print version ISSN 0034-8910

Rev. Saúde Pública vol.23 n.3 São Paulo Jun. 1989

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101989000300011 

TAXONOMIA/TAXONOMY

 

Novas sinonímias e correções em Simulium com a revalidação de S. pruinosum Lutz, 1904 (Culicomorpha, Simuliidae)

 

Simulium new synonymies and corrections, with resurrection of Simulium pruinosum Lutz, 1904 (Diptera, Culicomorpha, Simuliidae)

 

 

Victor Py-Daniel

Departamento de Ecologia, Divisão de Entomologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA/MCT – Caixa Postal 478 – 69000 – Manaus, AM – Brasil

 

 


RESUMO

Consideram-se Simulium antunesi (Lane & Porto, 1940), S. mauense Nunes de Mello, 1974 e S. nilesi Rambajam, 1979 sinonímias de Simulium perflavum Roubaud, 1906; S. sucamense Nunes de Mello, 1974 e S. santaelenae Ramirez-Pérez & Peterson, 1981 sinonímias de S. (Psilopelmia) iracouboense Floch & Abonnenc, 1946; S. major Lane & Porto, 1940 sinonímia S. (Helmicnetha) rubrithorax Lutz, 1909. Ressalta-se a utilização errônea do nome Grenierella para o subgênero Grenieriella Vargas & Nájera, 1951. Simulium (G.) pruinosum Lutz, 1910 é revalidada, e sugere-se que S. nigrimanum Macquart, 1838 volte a ocupar a posição de species inquirendae.

Descritores: Simuliidae, classificação.


ABSTRACT

The following synonyms are proposed: Simulium antunesi (Lane & Porto, 1940), Simulium mauense Nunes de Mello, 1974 and Simulium nilesi Rambajam, 1979 are synonyms of Simulium perflavum Roubaud, 1906; Simulium sucamense Nunes de Mello, 1974 and Simulium santaelenae Ramirez-Perez & Peterson, 1981 are synonyms of Simulium (Psilopelmia) iracouboense Floch & Abonnenc, 1946; Simulium major Lane & Porto, 1940 are synonym of Simulium (Hemicnetha) rubrithorax Lutz, 1909. The recent use of the miswriting name Grenierella to the subgenus Grenieriella Vargas & Nájera, 1951 is mentioned. Simulium (Grenieriella) pruinosum Lutz, 1910 is revalidated and Simulium nigrimanum Macquart, 1838 should be considered species inquirendae.

Keywords: Simuliidae, classification.


 

 

Simulium perflavum Roubaud, 1906

Simulium antunesi (Lane & Porto7, 1940) syn.n.

Simulium mauense Nunes de Mello10, 1974 syn.n.

Simulium nilesi Rambajan11, 1979 syn.n.

Após examinar o material-tipo de S. antunesi, S. mauense e coletar material em toda a fronteira Brasil/Guiana (localidades originais de S. mauense e de S. nilesi), não consegui reconhecer caracteres que possam separar estas três espécies de Simulium perflavum.

Portanto, proponho integrem a sinonímia desta última.

Material examinado: Simulium antunesi (Lane & Porto7, 1940) FSP: n.o 1323 (1 fêmea, em alf., Holótipo), n.o 1264 < = 5275> (1 fêmea, em lam., Parátipo), n.o 1265 (1 fêmea, em alf., Parátipo). Material coletado em Pirajá, Bahia, Brasil, por P.C.A. Antunes, 13.VI. 1935. Simulium mauense Nunes de Mello10, 1974, INPA: n.o 5947-19A (1 pupa, no alc., fêmea perdida, Holótipo), n.o 5947-14 (1 macho, alf. e 1 exúvia pupal no alc., Alótipo), n.o 5947-8 (1 macho, alf. e exúvia pupal no alc., Parátipo), n.o 5947-9 (1 fêmea, alf. e exúvia pupal no alc., Parátipo), n.os 5947-1, 5947-3, 5947-17, 5947-20 e 5947-21 (machos em alf., com exúvias pupais no álcool = material adicional), n.os 5947-2, 5947-10, 5947-16, 5947-23 e 5947-24, (fêmeas em alf., com exúvias pupais no álcool = material adicional), n.o 5947 (larvas e pupas no álcool = material adicional). Material coletado no Igarapé Háu-Háu, a 1 Km de Conceição do Mau (local originalmente não nominado), por Nunes de Mello & Eduardo V. da Silva, XII/1972. INPA n.o 6199 (muitas larvas e pupas no álcool), n.os 6199-1, 6199-6A, 6199-8, 6199-9 (machos em alf., com as respectivas exúvias pupais no álcool), n.os 6199-2A/2B/2C, 6199-6B, 6199-15 a 6199-19 (machos e respectivas exúvias pupais no álcool), n.os 6199-7 (macho em lam.), n.os 6199-4, 6199-6C, 6199-10 a 14 (fêmeas em alf.), n.os 6199-2D (fêmeas no álcool), n.os 6199-5A/5B (fêmeas em lam.), topótipos, V. Py-Daniel, 11/X/1978.

Simulium (Psilopelmia) iracouboense Floch & Abonnenc, 1946

Simulium sucamense Nunes de Mello, 1974 syn.n.

Simulium santaelenae Ramirez-Pérez & Peterson, 1981 syn.n.

Ramírez-Pérez12,13 (1983, 1987), Crosskey5 (1987) consideraram S. santaelenae como sinônimo de S. sucamense; Shelley e col.15 (1984) colocaram S. santaelenae na sinonímia de S. samboni Jennings, 1915; Coscarón1,2 (1984, 1987) situou S. sucamense no subgênero Ectemnaspis; Coscarón2 (1987) aceita S. santaelenae na sinonímia de S. samboni e a transfere para o subgênero Psilopelmia; Crosskey5 (1987) coloca S. samboni, S. sucamense e S. iracouboense no subgênero Psilopelmia.

Após revisar material-tipo de S. sucamense (serie-típica, e material topotípico adicional), de S. samboni (parátipo e material adicional proveniente da Venezuela e do México), de S. iracouboense (topótipos da serie-típica e grande quantidade de imaturos e adultos de S. iracouboense que coletei na extensa área do Escudo das Guianas: divisas territoriais entre o Brasil e Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa), considero que tanto S. santaelenae como S. sucamense são sinônimas de S. iracouboense e que esta conjuntamente com S. samboni pertencem ao subgênero Psilopelmia.

Uma análise mais pormenorizada da diferenciação entre S. samboni, S. iracouboense e S. downsi (espécies muito próximas dentro do subgênero Psilopelmia) a ser publicada em futuro próximo, está sendo feita, principalmente no sentido de caracterizar os imaturos.

Material examinado: Simulium samboni Jennings, 1915 – INPA: n.o: 4002 (1 fêmea em alfinete, Parátipo), Empire, Canal Zone, Panamá, A.J. Jennings, n.o 6200 (1 fêmea + exúvia pupal e casulo, em alfinete / 6200-1; 1 macho + exúvia pupal e casulo, em alfinete / 6200-2), Orição, Arrecife, Distrito Federal, Venezuela, col. J. Ramirez-Perez. ISET: (3 larvas/ 2 pupas) San Vicente, Oaxaca, México, 05.III.1952, col. C. Martinez; (2 machos e 2 fêmeas com as respectivas exúvias pupais, no álcool), La Trinidad, Córdoba, Veracruz, México, 14.VIII. 1948, col. I. Cordova. Simulium iracouboense Floch & Abonnenc6, 1946 – IPGF (Todo o material em lâminas e procedente da Guiana Francesa): Crique Blanche, Fevr. 1946, n? 688-A (1 pupa), n.o 688-B (2 pupas); Cafésoca, 1.6.1946, 1 lam. (1 macho + respectiva exúvia pupal), 1 lam. (1 fêmea + respectiva exúvia pupal); Cafésoca, S.6.1946, 1 lam. (1 fêmea + respectiva exúvia pupal), 1 lam. (1 macho + respectiva exúvia pupal); material adicional do Saut Koloboula, Maroni, 10.10.1947, 3 lâminas cada uma com um macho, 1 lam. com 5 exúvias pupais. INPA: Grande quantidade de adultos, pupas e larvas dos seguintes locais: n.o 5861 – Rio Oiapoque (divisa Brasil/ Guiana Francesa), 24-25.IX.1981, col. V. Py-Daniel; n.o 6003 – Rio Uatumã, Amazonas, 3.XII. 1983, col. V. Py-Daniel & U.C. Barbosa & Darwich, A.; n.os 6134, 6136 a 6140, 6146, 6148 a 6150, 6152 a 6153, Rio Trombetas, Pará (e muitas outras coletas feitas desde os seus formadores Poana e Anamú até o encontro com o Mapuera), 1985-1986, col. V. Py-Daniel & U.C. Barbosa; Rio Uraricoera, Roraima (muitas coletas feitas desde os seus formadores na divisa com a Venezuela), 1987-1988, col. V. Py-Daniel & U.C. Barbosa. Simulium sucamense Nunes de Mello, 1974 – INPA: n.o 5946-5 (1 fêmea em alf., Holótipo, a exúvia pupal correspondente foi perdida), 5946-4 (exúvia pupal no álcool, Alátipo, macho perdido), 5946-1 (1 fêmea e respectiva exúvia pupal em lâmina, Parátipo), 5946-17 (1 macho em alf. + respectiva exúvia pupal no álcool, Parátipo), 5946 (muitos adultos, pupas e larvas no álcool), Igarapé Surrão, Roraima, XII.1972, cols. J.A.S. Nunes de Mello & Eduardo V. da Silva; n.o 5930 (muitas larvas e pupas e um macho criado <5930-20> ), Rio Surumu, 29.XI.1972, cols. J.A.S. Nunes de Mello & Eduardo V. da Silva.

Simulium (Hemicnetha) rubrithorax Lutz, 1909

Simulium major Lane & Porto, 1940 syn.h.

Após comparar os tipos de S. major com material identificado por Lutz como S. rubrithorax (e com muito material adicional de diferentes localidades) não encontrei diferenças que possam determinar a validade de S. major, portanto, considero-a sinônima de S. rubrithorax.

Material examinado: Simulium major Lane & Porto, 1940 – FSP 7 fêmeas em alfinetes, sendo o n.o 1325 (Holótipo) e os n.os 1326 a 1330 (Parátipos), Ponce, Chapada, Mato Grosso, (600 m.), VIII-34, col. J. Lane. Simulium rubrithorax Lutz, 1909 – INPA n.o 6201 (3 fêmeas em alf.), Brazil, col. A. Lutz; INPA n.o 6056 (muitas larvas e pupas no álcool), 6056-1 (1 fêmea em alf. capturada picando pessoa), 6056-2 (1 macho + respectiva exúvia pupal no álcool), 6056-3A/B (2 machos em alf. + respectivas exúvias pupais no álcool), 6056-3C/D/E/F (4 machos + respectivas exúvias pupais no álcool), Grota, Mirassól, São Paulo, 4.VIII.1977, cols. V. Py-Daniel & J.L.M. Diniz; INPA n.o 6058 (1 fêmea em alf. capturada picando pessoa), Estrada entre Sobradinho a Brasília, Brasília, Distrito Federal, 21.V. 1976, col. Wilson R. Lourenço; INPA n.o 6180 (muitas larvas e pupas no álcool), Bairro dos Franças, Curitiba, Paraná, 4.03.1983, col. Ana Lozovei.

Simulium (Grenieriella) Vargas & Nájera, 1951

Vargas & Nájera17 (1951) descreveram o subgênero Grenieriella designando como subgenotipo S. lahillei Paterson & Shannon, 1927, e ainda incluindo no mesmo S. chalcocoma Knab, 1914 e S. pruinosum Lutz, 1910. Stone16 (1963) colocou este subgênero na sinonímia de Chirostilbia, mas manteve a grafia correta. Crosskey3 (1969) na tentativa de comparar os subgêneros etiópicos, Xenosimulium e Anasolen, como o subgênero neotropical Grenieriella, usou pela primeira vez a grafia errada: Grenierella.

Este erro induziu trabalhos posteriores a seguí-lo como: Crosskey4,5 (1981, 1987), Maia-Herzog e col.9 (1985), Coscarón2 (1987).

Sugiro, para trabalhos futuros, que seja usada a grafia correta do subgênero, que é Grenieriella.

Simulium (Grenieriella) pruinosum Lutz, 1910, revalidada

Macquart8 (1838) descreveu Simulium nigrimanum com base num macho; sua diagnose que serve para a grande maioria dos simulídeos neotropicais e não faz referência a fêmeas.

Shelley e col.15 (1984) pela análise de duas fêmeas depositadas no MNHN sugerem que estas poderiam ser sintipos e que a designação de um macho, no trabalho original de Macquart, poderia ser um erro tipográfico. Pela análise dessas fêmeas, Shelley e col.15 e a comparação com o lectóptico de Simulium pruinosum Lutz, 1910, depositado no IOC, decidiram que Simulium pruinosum deveria ser sinônima de S. nigrimanum.

Examinei as duas fêmeas depositadas no MNHN e o lectóptípo fêmea de Simulium pruinosum, material o qual Shelley e col.15 basearam-se para propor a referida sinonímia e concordo que as três fêmeas pertencem à mesma espécie e denominada por Lutz (1910) como Simulium pruinosum.

Quanto à sinonímia do nome, discordo, pois com o mesmo tipo de inferencia que a sinonímia foi proposta (erro tipográfico) pode ser dito também que: Macquart identificou erroneamente o sexo do exemplar examinado; que o macho, que fundamentou a descrição da espécie foi perdido e que posteriormente foram agregadas, por Macquart, estas duas fêmeas que Shelley e col.15 designaram sintipos.

Portanto, para não aumentar o grau de incerteza e insegurança taxionômica, proponho que Simulium pruinosum, seja revalidada e que Simulium nigrimanum Macquart, 1838, volte a ocupar a posição de species inquirendae.

Siglas usadas para o material examinado:

FSP – Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Epidemiologia, Universidade de São Paulo, SP, Brasil.

IB – Instituto de Biomedicina, Villa de Cura, Venezuela.

INPA – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Departamento de Entomologia, Manaus, AM, Brasil.

IOC – Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

IPGF – "Institut Pasteur de la Guyane Française", Cayenne, Guiana Francesa.

ISET – Instituto de Salubridad y Enfermedad Tropicales, México, México.

MNHN – "Museum National d'Histoire Naturelle", Paris, França.

 

AGRADECIMENTOS

Aos Drs. O.P. Forattini (FSP), Y. Robin (IPGF), J. Ramírez-Pérez (IB), P.G. García (ISET), L. Matile (MNHN), M. Maia-Herzog (IOC), por permitirem acesso ou empréstimo do material estudado.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 22/11/88
Reapresentado em 4/4/89
Aprovado para publicação em 5/5/89
Trabalho financiado parcialmente pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – Processo n.o 400.594/86-ZO