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Revista de Saúde Pública

Print version ISSN 0034-8910

Rev. Saúde Pública vol.35 n.5 São Paulo Oct. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102001000500009 

Imaturos de mosquitos (Diptera: Culicidae) em parque de área metropolitana aberto à visitação pública
Immature mosquitoes (Diptera: Culicidae) in a public city park

Paulo Roberto Urbinattia, Suzana Sendaczb e Delsio Natala

aDepartamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. bInstituto de Pesca, Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil

 

 

DESCRITORES
Culicidae.# Ecologia de vetores.# Insetos vetores.# Larva, crescimento. Reservatórios de doenças. ¾ Formas imaturas. Criadouros. Predadores.

RESUMO

OBJETIVO:
Identificar e comparar a fauna de imaturos de culicídeos e seus predadores de distintos criadouros em área de parque aberto à visitação pública.

MÉTODOS:
O estudo foi realizado no Parque Ecológico do Tietê, localizado na periferia do Município de São Paulo, SP. Foram selecionados quatro criadouros de culicídeos, sendo um semipermanente, dois permanentes e um córrego poluído. Durante um ano, foram feitas visitas mensais, coletas sistemáticas e padronizadas de culicídeos e predadores. Foram feitas observações sobre freqüência dos mosquitos, estimativa do índice de abundância e verificação do potencial de predação da fauna associada.

RESULTADOS:
Foi coletado um total de 9.065 culicídeos nos quatro criadouros pesquisados. Obtiveram-se 22 espécies ou grupos, sendo todas com baixa freqüência, com exceção de Culex quinquefasciatus, que se destacou como espécie única e altamente freqüente no criadouro poluído. Essa espécie foi a mais abundante, sendo seguida por outras do gênero Culex.

CONCLUSÕES:
Os resultados sugerem situação de desequilíbrio no criadouro do córrego em decorrência do elevado grau de poluição, onde a ausência de predação induz à proliferação intensa de uma única espécie, enquanto nos demais criadouros, há evidências de que o controle biológico natural esteja sendo exercido pela fauna associada.

KEYWORDS
Culicidae.# Ecology vectors.# Insect vectors.# Larva, growthing. Diseases reservatoirs. - Immature forms. Breeding places. Predators.

ABSTRACT

OBJECTIVE:
To identify and compare the immature
Culicidae population and their predators in different breeding places in a public city park.

METHODS:
The study was carried out in an ecological park situated in the outskirts of the city of São Paulo, Brazil. Four
Culicidae breeding places were selected: one semi-permanent, two permanents and one polluted brook. Throughout a year, at monthly intervals, systematic and standardized collections of Culicidae and their predators were undertaken to assess mosquito frequency, and estimate the index of abundance and predatory potential of the associated fauna.

RESULTS:
A total of 9,065
Culicidae were collected at the four breeding places studied. Twenty-two species or groups were obtained, generally at low frequencies, except for Culex quinquefasciatus, the only species at the polluted breeding place seen highly frequent. This was the most abundant species in this study, followed by others of the Culex genus.

CONCLUSIONS:
It was found an imbalance in the polluted breeding place as a result of a high concentration of pollutants and absence of predators, which leads to an intense proliferation of only one species. At the other breeding places, there is evidence that the associated fauna promotes a natural biological balance.

 

 

INTRODUÇÃO

À medida que as cidades se expandem, há cada vez mais necessidade de manutenção de áreas verdes destinadas a amenizar o clima urbano e a oferecer opção de lazer à população humana, contribuindo para melhoria da qualidade de vida. Na organização desses espaços, de maneira geral, procura-se preservar componentes da fauna e da flora original, podendo esses ambientes ser enriquecidos por novas introduções. Obtém-se como resultante uma relativa diversidade biológica que, pelas proximidade e interação com o homem, deve ser investigada.

Um dos problemas que ocorrem nesses espaços se refere aos riscos decorrentes da interação mosquito-homem. Nesse sentido, foi feita pesquisa para conhecer melhor os aspectos da fauna culicidiana, centralizando os objetivos no estudo de imaturos e organismos controladores.

 

MÉTODOS

Caracterização da área estudada

Escolheu-se para estudo a área do Parque Ecológico do Tietê, que ocupa uma extensão de 14 mil hectares na zona Leste da cidade de São Paulo (23o25' S, 46o28' W), podendo ser considerado um verdadeiro enclave verde inserido no meio urbanizado.

Uma parte do parque é destinada ao lazer, e a outra é reservada para animais. O parque alberga grande diversidade de vertebrados; destacam-se aves e mamíferos que contribuíram para o maior número de espécimes. Parte das espécies de aves habita ou usa o parque em suas rotas migratórias (Pereira et al,11 2001). Em área fechada, existe um centro de triagem que recebe animais silvestres apreendidos pela polícia florestal, provenientes das mais diversas regiões do País, que são aí abrigados até ser realocados em seus habitats naturais. Quanto à fauna de culicídeos adultos, estudos já realizados no parque assinalaram a presença de importantes espécies de valor epidemiológico como: Aedes scapularis, Ae. albopictus e Cx. quinquefasciatus (Soubhie,14 1994; Costa,3 2000).

Além de estar contíguo às áreas urbanizadas, o parque contém instalações com cerca de quatro mil invasores, presença diária de mais de 200 trabalhadores e movimentação aproximada de 70 mil visitantes mensais.

Procedimentos

Selecionaram-se quatro criadouros para estudo, que serão designados como C1, C2, C3 e C4. Os três primeiros se originaram no passado em decorrência de depressões do terreno formadas pela extração de areia da planície de inundação do rio Tietê. O último é um canal de circunvalação, intencionalmente construído, tendo função na drenagem urbana. A seguir serão apresentadas as principais características dessas coleções aquáticas:

• C1 ¾ criadouro semipermanente, pequeno em relação aos demais, com profundidade aproximada de 50 cm. Está localizado próximo ao centro de triagem de animais. Possuía vegetação marginal terrestre, composta por gramíneas e pequenos arbustos. A água era de cor escura, com vegetação flutuante, composta por Spirodela sp e Bacopa sp. O solo era escuro e carbonoso;

• C2 ¾ criadouro permanente, bastante extenso, com dois metros de profundidade, tendo nas imediações vegetação arbórea de eucalipto, e rasteira, de gramíneas. Está situado próximo à margem do caminho de acesso ao centro administrativo. A massa de água, bastante estagnada, apresentava-se rica em Utricularia sp;

• C3 ¾ criadouro permanente, de dimensão intermediária entre os já citados, com cerca de 1,5 m de profundidade. Localiza-se próximo ao C2, cerca de 80 m de distância na mesma margem do caminho. Em suas margens, havia eucaliptos, e sua superfície, durante todo o trabalho, apresentou-se coberta por vegetação flutuante, com predomínio de Salvinia sp;

• C4 ¾ criadouro com características totalmente distintas dos demais, representando um canal artificial destinado a captar águas pluviais. Localiza-se na margem da estrada de acesso ao parque, separando uma área habitada e de ocupação irregular, da área do parque. Recebendo efluentes diretamente das moradias, continha água com pouco movimento, de cor escura e malcheirosa, e densa vegetação, composta por gramíneas e aguapés.

As coletas de imaturos foram realizadas com freqüência mensal, no período de fevereiro de 1997 a janeiro de 1998. Utilizou-se a técnica de conchadas sistemáticas ao longo das margens dos criadouros. Determinou-se, ao longo da margem, um transecto de dez metros, subdividido em seis pontos a cada dois metros. Com a utilização de uma concha de ágata de volume de 650 ml, presa a um cabo de madeira, iniciou-se o primeiro ponto de coleta, repetindo-se, de maneira semelhante, nos pontos seguintes. Em cada criadouro, no dia da coleta, foram realizadas dez rodadas iguais, respeitando-se o intervalo de dois a três minutos entre uma conchada e outra, em um mesmo ponto, totalizando 60 conchadas.

As larvas de culicídeos do primeiro ao quarto estágio e as pupas foram separadas e acondicionadas em frascos plásticos de 200 ml, com água do próprio criadouro, e transportadas vivas para o laboratório. A partir de uma amostra, procedeu-se à fixação, à montagem em lâmina e à identificação. O restante, emergido no laboratório, foi montado em alfinete entomológico e identificado.

Foram também realizadas coletas bimestrais da fauna associada, com vistas à avaliação dos potenciais predadores na faixa litorânea dos criadouros. Utilizou-se uma rede de plâncton de 25 cm de diâmetro e com abertura da malha de 68 micrômetros. Para o criadouro C4, dada a impossibilidade do emprego de rede devido à abundância de detritos e à densa vegetação com predomínio de gramíneas, utilizou-se a concha entomológica para as coletas. Essas amostras foram preservadas em formalina 4% e coradas com algumas gotas de Rosa de Bengala. Esse corante é específico para carapaças de organismos zooplanctônicos, facilitando a visualização e a contagem em amostras com elevados valores de turbidez.

Em relação ao tratamento dos dados referentes aos culicídeos, estimou-se o Índice de Abundância de Espécie Padronizado (IAEP), de acordo com Roberts & Hsi,12 1979.

 

RESULTADOS

Foi coletado um total de 9.065 culicídeos nos quatro criadouros investigados (Tabela 1), sendo que os com mais variações em espécies foram os C1 e C3, ambos com 14 espécies. No criadouro C2, ocorreram apenas quatro espécies; no C4, constatou-se apenas uma espécie, representada por Culex quinquefasciatus, confirmando sua presença em criadouro poluído. Em contrapartida, foi esse criadouro que produziu o maior número de indivíduos, num total de 8.186 imaturos capturados.

 

 

Comparadas as posições das espécies de culicídeos pelo IAEP, na Tabela 2, observa-se que Culex (Culex) quinquefasciatus ocupou a primeira posição (IAEP=0,66), sendo que Cx. (Melanoconion) aureonotatus e Cx. (Cux.) sp. gr. coronator ficaram na segunda posição e apresentaram o mesmo índice (0,45). Na terceira posição, encontra-se Cx. (Cux.) spp., e, nas posições quarta e quinta, Culex (Cux.) chidesteri e Anopheles (Nyssorhynchus) albitarsis (0,36 e 0,33, respectivamente).

 

 

Observa-se, na Tabela 3, a composição da fauna associada, considerada predadora de formas imaturas de insetos. No C2 ocorreu o maior número de taxa (11) em relação aos demais criadouros, enquanto no C1, registraram-se 9 taxa, e, no C3, assinalaram-se apenas 8 taxa, considerados predadores de imaturos de insetos. No C4, durante o período de coleta, foram amostradas 720 conchadas, distribuídas em seis pontos; não ocorreram organismos predadores de culicídeos.

 

 

DISCUSSÃO

Estudos relacionados às formas adultas de culicídeos, realizados no interior do parque estudado por Soubhie14 (1994), assinalaram 32 espécies ou grupos genéricos, das quais Mansonia titillans foi a espécie mais freqüente (31,4%), enquanto Costa3 (2000) registrou no mesmo local 25 espécies, das quais Ae. scapularis e Cx. quinquefasciatus foram as espécies mais freqüentes (60,0% e 27,2%, respectivamente).

Ocorreram, no presente estudo, 16 imaturos das espécies já assinaladas nos trabalhos anteriores (Costa³, 2000; Soubhie,14 1994), das quais Cx. (Cux.) quinquefasciatus foi a espécie numericamente mais expressiva (Tabela 1). Acredita-se que as baixas freqüências de imaturos de culicídeos no C1, C2 e C3 tenham sido influenciadas por organismos reguladores, como peixes, crustáceos, hemípteros aquáticos, entre outros (Tabela 3). Outros autores enfatizaram a importância dos organismos predadores no controle biológico de imaturos de mosquitos (Bates,1 1949; Forattini,4 1962; WHO,15 1984; Laird,8 1988; Consoli & Lourenço-de-Oliveira,2 1994).

Entre os diversos taxa considerados predadores de imaturos de culicídeos registrados nesses criadouros, observou-se que Poecilia reticulata pode ter exercido ação reguladora sobre as formas imaturas. Essa espécie é considerada larvívora, havendo registros de seu emprego em programas de controle de vetores (WHO,15 1984). Rocha, 1990,* assinalou a presença dessa espécie em vários lagos do parque. Garcia Avila et al7 (1991) verificaram que P. reticulata desempenhou importante papel como predadora de larvas de Culex quinquefasciatus em lagoas de oxidação.

Verificou-se também a ocorrência de crustáceos copépodos ciclopóides Mesocyclops longisetus, nos C2 e C3, e Mesocyclops sp., no C1 e C2. Esses organismos são considerados predadores dos primeiros estágios de larvas e podem ser importantes na regulação de algumas espécies de mosquitos. Marten et al9 (1989) observaram que a presença de Mesocyclops reduziu a abundância larval de An. albimanus em criadouros de solo. Em outra publicação, também observou-se o mesmo efeito em larvas de Ae. albopictus (Santos & Andrade,13 1997).

Em relação à composição, verificou-se, no C1 (criadouro semipermanente) e no C3 (criadouro permanente), que algumas espécies ou categorias taxonômicas foram comuns aos dois ambientes, como Cx. (Mel.) sp., Cx. (Mel.) intrincatus, Cx. (Cux.) sp., Cx. (Cux.) sp. gr. coronator, Cx. (Cux.) chidesteri, Anopheles sp. e An. (Nys.) albitarsis. O elevado número de espécies de culicídeos assinalados nesses criadouros pode ter sido influenciado pela diversidade de habitats existentes na paisagem do parque. A capacidade de Culex e Anopheles em explorar tanto criadouros permanentes como semipermanentes sugere se tratar de gêneros dotados de elevada valência ecológica.

Embora algumas espécies tenham registrado menor abundância no C1, C2 e C3, os mosquitos Culex (Culex) e Culex (Melanoconion) são de grande importância epidemiológica por ser considerados vetores potenciais na transmissão de arborviroses, filarioses e outros patógenos e de ser fatores de "incômodo" para o homem (Forattini5 1965; Consoli & Lourenço-de-Oliveira,2 1994).

Entretanto, o C4, também considerado permanente, apresentou características diferenciadas dos demais, por se tratar de um córrego poluído e caracterizado por certa movimentação. Observou-se, no presente trabalho, para esse criadouro, maior freqüência de imaturos de culicídeos em relação aos demais criadouros pesquisados; no entanto, somente Culex (Cux.) quinquefasciatus foi registrada. Costa3 (2000) registrou elevado índice de abundância para as formas adultas dessa espécie no interior do parque. Possivelmente essa elevada freqüência de adultos foi favorecida pela existência de outros criadouros com características semelhantes ao C4 que se encontram no interior e nas proximidades do parque. Também observaram-se, no C4, ausência de predadores, presença de macrófita (Eichhornia sp.) e densa camada de gramíneas sobre a superfície da água, fatores que, provavelmente, influenciaram a elevada freqüência de uma única espécie.

Culex quinquefasciatus tem como criadouros depósitos artificiais no solo ou em recipientes com água estagnada com pouco movimento, rica em matéria orgânica em decomposição e de aspecto sujo e malcheirosa, tais como valas de águas servidas ¾ principalmente em residências ¾, córregos, fossas, cisternas, entre outros. Tal espécie é também beneficiada pelas alterações antrópicas no ambiente peridomiciliar (Forattini,4 1962; Consoli & Lourenço-de-Oliveira,2 1994). Aliado a essas condições, também observou-se, na área, grande disponibilidade de alimento para as formas adultas devido à presença de animais em cativeiro, de animais domésticos e do próprio homem, acarretando elevada abundância da Culex quinquefasciatus. A ocorrência de uma única espécie no C4 reflete um ambiente extremamente impactado pela ação antropogênica, restringindo a colonização de outras espécies.

Cx. quinquefascistus apresenta distribuição e abundância influenciadas pela presença do homem. Vetor primário e principal da filariose bancroftiana no Brasil, devido ao seu comportamento altamente antropofílico, pode também veicular arbovírus; outro fator relevante é o "incômodo" na Região Metropolitana de São Paulo (Forattini et al,6 1973; Natal et al,10 1991).

Sendo o parque representado por ambiente que alberga fauna de animais considerados reservatórios de arbovírus e por elevada abundância de culicídeos, os resultados do presente estudo contribuirão para se ter um melhor conhecimento de formas imaturas, principalmente das espécies incriminadas na transmissão de doenças ou provocadoras de incômodos à população humana, oferecendo informações úteis para o controle de culicídeos.

 

REFERÊNCIAS

1. Bates M. The natural history of mosquitoes. New York: The Macmillan Company; 1949.         [ Links ]

2. Consoli RAGB, Lourenço-de-Oliveira R. Principais mosquitos de importância sanitária no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 1994.         [ Links ]

3. Costa CB. Ecologia de culicídeos em área protegida inserida no ecossistema urbano, 1996-1998. Guarulhos, São Paulo [Tese de Doutorado]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da USP; 2000.         [ Links ]

4. Forattini OP. Entomologia médica. São Paulo: Ed. Universidade de São Paulo; 1962. v 1.         [ Links ]

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7. Garcia Avila I, Koldenkova L, Mijares AS, Broche RG. Introdution del pez larvívoro Poecilia reticulata (Peters, 1895) (Cyprinodontiformes: Poeciliidae), agente biorregulador de culicidos em lagunas de oxidacíon y zanjas contaminadas em la Isla de la Juventud. Rev Cubana Med Trop 1991;43:45-9.         [ Links ]

8. Laird M. The natural history of larval mosquito habitats. London: Academic Press; 1988.         [ Links ]

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11. Pereira LE, Suzuki A, Coimbra TLM, Souza RP de, Chamelet ELB. Arbovírus Ilheus em aves silvestres (Sorophila caerulescens, Molothrus bonarienses). Rev Saúde Pública 2001;35:119-23.         [ Links ]

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14. Soubhie V. Estudo de populações de mosquitos culicídeos no Parque Ecológico do Tietê, São Paulo, Brasil (Diptera: Culicidae) [Dissertação de Mestrado]. São Paulo: Instituto de Ciências Biomédicas da USP; 1994.         [ Links ]

15. [WHO] World Health Organization. Report of the 7th. Meeting of the Scientific Group on Biological Control of Vectors. Geneva; 1984. (TDR/BVC/SWG 7/84.3).         [ Links ]

 

Correspondência para/Correspondence to:
Paulo Roberto Urbinatti
Faculdade de Saúde Pública/USP
Av. Dr. Arnaldo, 715
01246-904 São Paulo, SP, Brasil
E-mail: urbinati@usp.br

Baseado na dissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2000.

Pesquisa financiada pela Fapesp (Processo nº 95/9087-1).

Recebido em 8/5/2001. Reapresentado em 2/8/2001. Aprovado em 13/8/2001.

*Rocha AA. Hidrobiologia sanitária e saúde pública em lagos do Parque Ecológico, Zona Leste, São Paulo; 1990 [Relatório de pesquisa apresentado à Fapesp ¾ Processo no 87/0904-0].