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Cadernos de Saúde Pública

Print version ISSN 0102-311X

Cad. Saúde Pública vol.1 n.4 Rio de Janeiro Dec. 1985

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X1985000400007 

PESQUISA

 

Estudos epidemiológicos entre grupos indígenas de Rondônia. III. Parasitoses intestinais nas populações dos vales dos rios Guaporé e Mamoré*

 

 

Ricardo Ventura SantosI; Carlos E. A. Coimbra Jr.; Ari Miguel Teixeira OttII

IFundação Universidade de Brasília — DF Caixa Postal 15.2965 70.919 — Brasília — DF
IINúcleo de Pesquisa em Saúde, Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia

 

 


RESUMO

Foram realizados 639 exames parasitológicos das fezes na população indígena dos vales dos rios Guaporé e Mamoré, no Estado de Rondônia, constituída predominantemente por índios Pacaas-Novos e outros grupos populacionalmente menores (Massacá, Ajuru, Canoé, Jabuti, Mequém, Tupari e Macurap). Os resultados foram os seguintes: Ascaris lumbricoides (21,3%), Trichuris trichiura (1,6%), ancilostomídeos (12,2%), Strongyloides stercoralis (3,9%), Enterobius vermicularis (2,0%), Hymenolepis nana (0,3%), Capillaria sp. (0,2%), Giardia lamblia (12,7%) e Entamoeba hystolitica (8,8%). Os dados obtidos são comparados com os de outros autores que realizaram inquéritos semelhantes em outras áreas indígenas da Amazônia.


ABSTRACT

This paper reports the results of parasitological studies of stools carried among the amerindian population of the Guaporé and Mamoré river valleys, in the State of Rondônia, Brazil The population is constituted mainly of Pacaas-Novos indians and other smaller groups (Massacá, Ajuru, Canoé, Jabuti, Mequém, Tupari and Macurap). The following species were found: Ascaris lumbricoides (21,3%), Trichuris trichiura (1,6%)Ancilostomidae (12,2%), Strongyloides stercoralis (3,9%), Enterobius vermicularis (2,0%), Hymenolepis nana (0,3%), Capillaria sp. (0,2%), Giardia lamblia (12,7%) and Entamoeba hystolitica (8,8%). The results are discussed and compared with those obtained by other authors among different Amazonian groups.


 

 

INTRODUÇÃO

Revendo-se a literatura sobre saúde entre grupos indígenas, um dos pontos que chama a atenção é o rápido processo de deterioração do estado de saúde e nutricional que se instala após o contato com a sociedade nacional. Infecções até então desconhecidas, aliadas a um mosaico de fatores disruptivos da estrutura sócio-econômico-cultural, propiciam as condições necessárias para a manutenção de diversas enfermidades e agravamento do quadro nosológico da população.

Apesar de geralmente subestimadas pelos serviços de saúde, crescente importância tem sido atribuída às enteroparasitores. Tal fato decorre do melhor conhecimento de sua participação como causa de mortalidade infantil e influência sobre a economia das populações17.

No Brasil, a epidemiologia das parasitoses intestinais entre grupos indígenas tem sido um assunto pouco investigado. Podem-se citar os trabalhos de Neel et al14 entre os Xavante de Mato Grosso e Genaro & Ferraroni6 entre os Nadëb-Maku do Amazonas, além de Coimbra Jr. & Mello4 e Santos et al15, respectivamente, entre os Suruí e os Karitiana, ambos no Estado de Rodônia.

Neste trabalho são apresentados e comentados os resultados de um inquérito coproparasitológico realizado entre a população indígena dos vales dos rios Guaporé e Mamoré, em Rondônia.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O contingente populacional indígena das bacias dos rios Guaporé e Mamoré compreende cerca de 1.300 indivíduos. Pertencendo a diferentes grupos étnicos, a população encontra-se distribuída por uma fazenda (Colônia Agrícola Sagarana), dirigida pela Diocese de Guajará-Mirim, e por seis postos indígenas (P.I.), administrados pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Os postos são os seguintes: Guaporé, Laje, Ribeirão, Pacaas-Novos, Rio Negro-Ocaia e Rio Branco (Fig. I).

 

 

As seguintes áreas foram visitadas: P.I. Guaporé — com população estimada em 200 pessoas, é constituída por remanescentes de vários grupos (Massacá, Ajuru, Canoé, Jabuti, Mequém, Tupari e Macurap); P.I. Laje e Ribeirão — com populações predominantemente de índios Pacaas-Novos, esses dois postos contam com, respectivamente, 241 e 114 indivíduos; P.I. Pacaas-Novos — compreende duas aldeias (Tanajura e Santo André) com, respectivamente, 205 e 182 habitantes, também pertencentes ao grupo Pacaas-Novos. Além das áreas já mencionadas, a pesquisa estendeu-se à Colônia Agrícola Sagarana, onde vivem cerca de 100 Paacas-Novos.

O histórico do contato dessas populações com a sociedade nacional é marcado por episódios de violência entre os indígenas e os agentes sociais das frentes de expansão, especialmente os seringueiros. A ocorrência de epidemias de tuberculose, gripe e sarampo, que muitas vezes chegaram a dizimar aldeias inteiras, foram freqüentes. Entre os Tupari, Caspar2 relata a drástica redução populacional ocorrida devido às doenças infecciosas, diminuindo, no espaço de uma geração, a população de 3.000 para 66 indivíduos.

Dados de cunho antropológico e histórico sobre os Pacaas-Novos encontram-se em Gomes7,8,9, Galinier5 e Mason12. O recente estudo de Meireles13 traz importantes informações sobre as populações indígenas de Rondônia em geral.

Os exames coproparasitológicos foram realizados pelo método de sedimentação de Lutz e examinados preferencialmente no campo. Quando havia acúmulo, o material era conservado em formol 10% e trazido para o Laboratório do Núcleo de Pesquisa em Saúde de Rondônia.

Para a análise estatística dos dados foi utilizado o teste de qui-quadrado (x2), tendo sido testada a existência ou não de associação significativa entre: a) faixa etária e resultado do exame (positivo ou negativo) para cada uma das áreas estudadas; b) área e resultado do exame (positivo ou negativo) para cada uma das faixas etárias (0-5,6-10,11-15 e maiores de 15 anos) e c) área estudada e resultado do exame (positivo e negativo) sem discriminar faixa etária.

 

RESULTADOS

Do total de 1.040 indivíduos que constituem aproximadamente a população das seis áreas pesquisadas, foram realizados 639 exames coproparasitológicos, o que corresponde a 61%. O número de exames por área foi o seguinte: Colônia Agrícola Sagarana (67 exames), Posto Indígena Guaporé (102), Posto Indígena Ribeirão (87), Posto Indígena Laje (61), Aldeia Tanajura (198) e Aldeia Santo André (124).

Do total de exames realizados, 313 (49,0%) foram positivos para pelo menos uma espécie de parasita (Tabela I).

 

 

A espécie que apresentou maior prevalência foi Ascaris lumbricoides, tendo sido encontrada em 136 (213%) exames. Outros parasitas encontrados foram os ancilostomídeos (12,2%), Strongyloides stercoralis (3,9%), Enterobius vermicularis (2,0%), Trichuris trichiura (1,6%), Hymenolepis nana (0,3%), Capillaria sp.(0,2%), Entamoeba hystolitica (8,8%) e Giardia lamblia (12,7%) (Tabela I).

Considerando cada área individualmente, A. lumbricoides foi o parasita que apresentou a maior prevalência, exceção feita a Tanajura e Santo André onde, respectivamente, Entamoeba hystolitica (10,1%) e Giardia lamblia (16,1%) foram os mais freqüentes. Além disso, com exceção de A. lumbricoides e dos ancilostomídeos, em nenhuma das áreas a prevalência para os demais helmintos na população total superou 10,0% (Tabelas II, III, IV, V, VI e VII).

Os resultados de freqüência de associação de enteroparasitoses segundo área de estudo estão reunidos na Tabela VIII. Nenhum indivíduo albergando mais de 3 parasitas foi encontrado, sendo mais freqüentes os casos de parasitismo por apenas uma espécie (36,9%).

 

 

Dentre os protozoários não-patogênicos, Entamoeba coli apresentou maior prevalência, tendo sido encontrado em 248 amostras (38,8%). Outras espécies de protozoários comensais encontradas foram: lodamoeba bütschlii (19,6%), Chilomastix mesnili (2,0%) e Endolimax nana (0,5%) (Tabela IX).

Através do teste de qui-quadrado, conclui-se que: a) não existe associação significativa (a = 5%; 3g.1.) entre as variáveis faixas etária e resultado do exame para cada uma das áreas; b) não foi detectada associação significativa (a = 5%; 5g.l.) entre as variáveis área e resultado do exame para a faixa de 0-5 anos. Quanto à faixa de 6-10 anos, constatou-se associação significativa (a = 0,5%; 5g.l.) entre local e resultado, no sentido de que na aldeia Tanajura as crianças apresentam-se menos positivas para enteroparasitas do que o esperado. Para a faixa de 11-15 anos não foi testada a hipótese de associação entre local e resultado por não terem sido satisfeitas as condições para a aplicação do teste. Nos maiores de 15 anos, o qui-quadrado revelou associação significativa (a = 5%; 5g.l.) entre as variáveis local e resultado no sentido de que, entre os adultos de Tanajura (maiores de 15 anos), há menos positivo do que o esperado; c) existe associação significativa (a = 0,5%; 5g.l.) entre as variáveis local e resultado do exame (positivo ou negativo) no sentido de que na aldeia Tanajura a população está menos parasitada do que o esperado.

 

COMENTÁRIOS

Os resultados obtidos neste trabalho não estão de acordo com os encontrados em inquéritos realizados por outros autores entre populações indígenas da Amazônia, tendo estes encontrado índices de positividade superiores. Enquanto os trabalhos de Lawrence et al11 e Genaro & Ferraroni6, respectivamente, entre os Ticuna, Kanamari e Kashinawa e entre os Nadëb-Maku, revelam índices superiores a 95% de parasitismo por pelo menos uma espécie de helminto, na população em estudo obtiveram-se 49,0% de positivos, incluindo-se protozoários e helmintos (Tabela I).

Dentre os helmintos, A. lumbricóides e os ancilostomídeos foram os mais freqüentes, com 21,3% e 12,2% de positividade, respectivamente (Tabela I). É interessante observar que estas mesmas espécies apresentam elevadas prevalências em outras áreas indígenas da Amazônia, chegando em algumas delas a índices superiores a 90%6,11.

O encontro de ovos de Capillaria sp. (possivelmente C hepática) nas fezes de um indivíduo do P.I. Ribeirão reveste-se de interesse por tratar-se de parasita de mamíferos silvestres e, eventualmente, do homem. Este helminto tem sido encontrado entre outros grupos da região, como atestam os trabalhos de Lawrence et ai11 entre os Yanomama, Coimbra Jr. & Mello4 e Coimbra Jr.3, os dois últimos entre os Sunn de Rondônia. Contudo, os autores citados não consideram esses achados como parasitismo verdadeiro, admitindo a hipótese de que os ovos poderiam apenas transitar através do trato digestivo de indivíduos que ingeriram fígado de animais infectados.

Para os protozoários patogênicos (Entamoeba hystolitica e Giardia lamblia) as freqüências obtidas de 12,7% e 8,8%, respectivamente, também divergem daquelas obtidas em outros grupos indígenas (Tabela I). Tomando-se como exemplo E. hystolítica, Coimbra Jr. & Mello4 registraram uma prevalência de 0,5%, enquanto Lawrence et ai11 obtiveram 76,0% entre os Yanomama.

Quanto aos protozoários intestinais não-patogênicos, a elevada prevalência verificada (Tabela IX) demonstra a existência de contaminação ambiental pof dejetos fecais, o que já seria de se esperar, dadas as precárias condições sanitárias das aldeias em geral.

A população de Tanajura mostrou-se significativamente menos parasitada que as das demais áreas estudadas. Considerando as faixas etárias, a análise estatística também revelou que os indivíduos na faixa de 6-10 anos e os maiores de 15 anos de Tanajura estão menos parasitados do que o esperado. A menor prevalência observada em Tanajura deve estar relacionada com o recente tratamento por anti-helmínticos polivalentes a que o grupo foi submetido. A atendente de enfermagem da FUNAI residente na aldeia havia, pouco antes de nossa visita, administrado empiricamente à população os anti-helmínticos disponíveis na enfermaria (mebendazol e tiabendazol). A menor prevalência verificada para a faixa de 6-10 anos possivelmente está associada a maior facilidade de ministrar os medicamentos a esse grupo, em razão de freqüentarem diariamente a escola existente no local.

Fato semelhante ao constatado em Tanajura foi recentemente descrito entre os Kantiana15. A baixa prevalência de helmintoses observada no local foi também atribuída a tratamentos em massa com anti-helmínticos polivalentes realizados na população.

Para o controle das parasitoses intestinais, diversas medidas têm sido preconizadas. Através de análise da literatura, verifica-se que há uma tendência em recomendar a adoção do uso sucessivo de anti-helmínticos para o controle das geohelmintoses1,10,16. A experiência tem demonstrado que, pelo menos em comunidades pequenas e relativamente fechadas, essa medida, per se, é capaz de reduzir sensivelmente os índices de prevalência e carga parasitária da população.

As sociedades indígenas estudadas enquadram-se no conceito de sociedade pequena, dada sua diminuta população e fechada, devido à reduzida mobilidade de seus membros.

Os menores índices de prevalência de enteroparasitoses encontrados na aldeia Tanajura, assim como entre o grupo Kantiana15, em ambos os casos associados ao uso de antihelmínticos administrados à população pela atendente de enfermagem da FUNAI no Posto, sugerem a viabilidade de um programa para o controle de helmintoses pelo uso sucessivo de anti-helmínticos entre populações indígenas.

 

AGRADECIMENTOS

À Profa Lúcia Helena Chiarini, do Departamento de Estatística da Universidade de Brasília, pela orientação na análise estatística dos dados.

Aos funcionários da Fundação Nacional do Índio lotados na 8a Delegacia Regional em Porto Velho e na Ajudância de Guajará-Mirim, pelo apoio logístico e hospitalidade.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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* Trabalho financiado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo, como parte do projeto de avaliação das condições de saúde das populações indígenas abrangidas pelo programa POLONOROESTE

Recebido para publicação em 26/08/85