Turismo de risco em áreas vulneráveis para a transmissão da esquistossomose mansônica no Brasil

Turismo de riesgos en zonas vulnerables para la transmisión de la esquistosomiasis en Brasil

Mariana Sena Barreto Elainne Christine de Souza Gomes Constança Simões Barbosa Sobre os autores

A indústria turística é uma das mais importantes atividades econômicas da contemporaneidade e a que apresenta o mais elevado índice de crescimento no contexto econômico mundial. Segundo a Organização Mundial de Turismo, houve uma expansão no número de viagens internacionais de 115,4% desde o ano de 1995 e há previsão do incremento de mais 58,6% até 2030, quando 57% das chegadas internacionais serão em destinos de economia emergente 11 World Tourism Organization. Annual report 2014. http://www2.unwto.org/annualreport2014. (acessado em 11/Nov/2015).
http://www2.unwto.org/annualreport2014...
,22 World Tourism Organization. Tourism highlights 2015. http://mkt.unwto.org/publication/unwto-tourism-highlights-2015-edition (acessado em 11/Nov/2015).
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. O Brasil se enquadra nesse cenário de expansão do setor turístico em decorrência da multiplicidade de atrativos naturais existentes no país, tendo recebido em 2013 aproximadamente 6 milhões de viajantes internacionais que se somam aos quase 89 milhões de desembarques de voos nacionais 33 Ministério do Turismo. Anuário estatístico 2015 - ano base 2014. http://www.dadosefatos.turismo.gov.br/dadosefatos/anuario/index.html (acessado em 08/Nov/2015).
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O incremento do setor turístico tem trazido contribuições para o desenvolvimento econômico e social do país, valorizando espaços antes deprimidos economicamente. No entanto, para viabilizar o desfrute dos ambientes, atrair e acomodar os visitantes, paisagens naturais têm sido modificadas prejudicando áreas de fragilidade ambiental 44 Freitas NR, Souza PAR, Zambra EM, Romeiro MC, Pereira RS. A gestão e a sustentabilidade na atividade turística: uma análise das discussões na última década no Brasil. Revista Brasileira de Ecoturismo 2014; 7:394-411.. Essas modificações infringidas aos espaços naturais e provocadas pela especulação imobiliária da dinâmica turística expõem nativos e visitantes ao risco de contrair doenças, a exemplo da esquistossomose mansônica 55 Barbosa CS, Domingues ALC, Abath F, Montenegro SML, Guida U, Carneiro J, et al. Epidemia de esquistossomose aguda na praia de Porto de Galinhas, Pernambuco, Brasil. Cad Saúde Pública 2001; 17:725-8.,66 Enk MJ, Amorim A, Schall VT. Acute schistosomiasis outbreak in the metropolitan area of Belo Horizonte, Minas Gerais: alert about the risk of unnoticed transmission increased by growing rural tourism. Mem Inst Oswaldo Cruz 2003; 98:745-50.,77 Enk MJ, Caldeira RL, Carvalho OS, Schall VT. Rural tourism as risk factor for the transmission of schistosomiasis in Minas Gerais, Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2004; 99 Suppl 1:105-8. ,88 Massara CL, Amaral GL, Caldeira RL, Drummond SC, Enk MJ, Carvalho OS. Esquistossomose em área de ecoturismo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Cad Saúde Pública 2008; 24:1709-12.,99 Enk MJ, Amaral GL, Silva MFC, Silveira-Lemos D, Teixeira-Carvalho A, Martins-Filho OA, et al. Rural tourism: a risk factor for schistosomiasis transmission in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2010; 105:537-40.,1010 Barbosa CS, Santos RS, Gomes EC, Araujo K, Albuquerque J, Melo F, et al. Epidemiologia da esquistossomose no litoral de Pernambuco. Rev Patol Trop 2014; 43:436-45..

A esquistossomose mansônica é uma das mais importantes doenças endêmicas do Brasil, tendo como agente etiológico o Schistosoma mansoni e como hospedeiros intermediários caramujos do gênero Biomphalaria1111 Rey L. Parasitologia. 4a Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan; 2008.. No Brasil, a transmissão ocorre em 19 unidades federativas. Estima-se que cerca de 6 milhões de pessoas estejam infectadas, e que aproximadamente 25 milhões de indivíduos estejam expostos ao risco de contrair a doença 1212 World Health Organization. Elimination of schistosomiasis in low transmission areas: Salvador, Bahia. Report of the WHO Informal Consultation. Geneva: World Health Organization; 2009.. Devido à sua magnitude, ações para controlar a esquistossomose vêm sendo desenvolvidas no Brasil desde 1975 por meio do Programa Especial de Controle da Esquistossomose (PECE), criado e operacionalizado pela Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM), sendo substituído pelo Programa de Controle da Esquistossomose (PCE) na década seguinte. Entretanto, apesar dos esforços, a área de transmissão tem expandido nas últimas décadas para localidades urbanas e litorâneas antes indenes, demonstrando tendência a mudanças no padrão epidemiológico tradicional da esquistossomose 1313 Teixeira MGLC, Paim JS. Os programas especiais e o novo modelo assistencial. Cad Saúde Pública 1990; 6:264-77.,1414 Coura JR, Amaral RS. Epidemiological and control aspects of schistosomiasis in Brazilian endemic areas. Mem Inst Oswaldo Cruz 2004; 99 Suppl 1:13-9..

Em Pernambuco, cresce o êxodo de indivíduos de áreas rurais, muitas vezes parasitados pelo S. mansoni, para localidades turísticas litorâneas atraídos pela farta oferta de serviços. Passam a residir em ambientes periféricos insalubres, contaminando as coleções de água doce, naturalmente habitadas pelos caramujos vetores da esquistossomose. Na estação das chuvas os criadouros com caramujos infectados transbordam provocando a infecção humana em massa. Cenários como esses foram descritos em 12 municípios litorâneos do Estado de Pernambuco, incluindo o balneário de Porto de Galinhas, em Ipojuca 55 Barbosa CS, Domingues ALC, Abath F, Montenegro SML, Guida U, Carneiro J, et al. Epidemia de esquistossomose aguda na praia de Porto de Galinhas, Pernambuco, Brasil. Cad Saúde Pública 2001; 17:725-8.,1010 Barbosa CS, Santos RS, Gomes EC, Araujo K, Albuquerque J, Melo F, et al. Epidemiologia da esquistossomose no litoral de Pernambuco. Rev Patol Trop 2014; 43:436-45.,1515 de Souza Gomes EC, Leal-Neto OB, Albuquerque J, Pereira da Silva H, Barbosa CS. Schistosomiasis transmission and environmental change: a spatio-temporal analysis in Porto de Galinhas, Pernambuco, Brazil. Int J Health Geogr 2012; 11:51..

Porto de Galinhas alcançou elevada importância nas rotas do turismo mundial na década de 1980. Em 2000, foram identificados 15 focos de transmissão da esquistossomose, sendo registrado o primeiro surto epidêmico de casos agudos da doença nessa localidade. A introdução da doença nesse balneário iniciou com a chegada de trabalhadores rurais como mão-de-obra para empreendimentos turísticos, e os caramujos foram introduzidos na localidade junto com as águas e areias do Rio Ipojuca empregadas como material para a construção civil. O modo de ocupação e as modificações daquele espaço turístico, aliados a condições climáticas e sanitárias adversas, foram os fatores responsáveis pela manutenção da doença que hoje é considerada endêmica em Porto de Galinhas 55 Barbosa CS, Domingues ALC, Abath F, Montenegro SML, Guida U, Carneiro J, et al. Epidemia de esquistossomose aguda na praia de Porto de Galinhas, Pernambuco, Brasil. Cad Saúde Pública 2001; 17:725-8.,1515 de Souza Gomes EC, Leal-Neto OB, Albuquerque J, Pereira da Silva H, Barbosa CS. Schistosomiasis transmission and environmental change: a spatio-temporal analysis in Porto de Galinhas, Pernambuco, Brazil. Int J Health Geogr 2012; 11:51..

Em diversas localidades litorâneas turísticas do Brasil existem hospedeiros intermediários da esquistossomose, e há registros da transmissão da doença em vários destinos costeiros do país 1616 Guimarães ICS, Tavares-Neto J. Transmissão urbana de esquistossomose em crianças de um bairro de Salvador, Bahia. Rev Soc Bras Med Trop 2006; 39:451-5.,1717 Oliveira DS. Determinação e avaliação dos focos de transmissão esquistossomótica em áreas urbanas do Estado de Sergipe/Brasil [Dissertação de Mestrado]. Aracaju: Universidade Tiradentes; 2011.,1818 Teles HMS, Hiramoto RM, Oliveira JCN, Aveiro JA. Ocorrência de vetores da esquistossomose mansônica no litoral norte do Estado de São Paulo, Brasil. Cad Saúde Pública 2003; 19:1887-91. .

A expansão desse agravo para localidades litorâneas, apesar de expressiva, não minimiza a transmissão da doença nas tradicionais áreas rurais endêmicas do Brasil que mantêm prevalências elevadas para a esquistossomose porque preservam condições sanitárias adversas e hábitos socioculturais propícios à endemia. Nos últimos anos, diante do incremento do turismo no Brasil e considerando a presença das condições ambientais atrativas, o turismo rural tornou-se uma nova fonte de renda para muitas famílias que residem no campo. A indústria do turismo rural tem incentivado antigas propriedades agrícolas, economicamente depreciadas, a diversificar as suas atividades oferecendo estruturas voltadas para recreação, lazer e hospedagem, requalificando e revalorizando seus espaços. Entretanto, modificações produzidas no ambiente natural para oferecer condições atrativas ao turismo, aliadas ao pouco investimento em saneamento, têm produzido ambientes insalubres capazes de manter a transmissão da esquistossomose, com registros frequentes de casos agudos da doença em diversas localidades turísticas rurais brasileiras, onde o fluxo de visitantes e sua interação com ambientes estruturalmente desequilibrados favorece a propagação da doença pelo país e pelo mundo 66 Enk MJ, Amorim A, Schall VT. Acute schistosomiasis outbreak in the metropolitan area of Belo Horizonte, Minas Gerais: alert about the risk of unnoticed transmission increased by growing rural tourism. Mem Inst Oswaldo Cruz 2003; 98:745-50.,77 Enk MJ, Caldeira RL, Carvalho OS, Schall VT. Rural tourism as risk factor for the transmission of schistosomiasis in Minas Gerais, Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2004; 99 Suppl 1:105-8. ,88 Massara CL, Amaral GL, Caldeira RL, Drummond SC, Enk MJ, Carvalho OS. Esquistossomose em área de ecoturismo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Cad Saúde Pública 2008; 24:1709-12.,99 Enk MJ, Amaral GL, Silva MFC, Silveira-Lemos D, Teixeira-Carvalho A, Martins-Filho OA, et al. Rural tourism: a risk factor for schistosomiasis transmission in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2010; 105:537-40.,1919 de Jesus AR, Silva A, Santana LB, Magalhães A, de Jesus AA, de Almeida RP, et al. Clinical and immunologic evaluation of 31 patients with acute schistosomiasis mansoni. J Infect Dis 2002; 185:98-105..

É importante destacar que viajantes expostos à infecção por esquistossomose desenvolvem a forma aguda da doença, uma vez que nunca tiveram contato com o parasita S. mansoni. A infecção aguda é autolimitada e viajantes podem retornar a seus locais de origem sem que tenham a detecção do agravo e tratamento oportuno, contribuindo assim para o estabelecimento da doença em áreas indenes 99 Enk MJ, Amaral GL, Silva MFC, Silveira-Lemos D, Teixeira-Carvalho A, Martins-Filho OA, et al. Rural tourism: a risk factor for schistosomiasis transmission in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2010; 105:537-40.. Desse modo, o turista pode se tornar um potencial disseminador da doença esquistossomótica, uma vez que transita entre espaços endêmicos e não endêmicos.

Casos de transmissão e disseminação da esquistossomose por turistas têm sido identificados nos últimos anos na Europa, onde em 2014 foi relatado o primeiro caso humano da esquistossomose autóctone desde a eliminação desta doença na década de 1960. Um viajante alemão foi diagnosticado com Schistosoma haematobium após realizar atividade aquática recreativa no sul da Córsega, na França 2020 Holtfreter MC, Moné H, Müller-Stöver I, Mouahid G, Richter J. Schistosoma haematobium infections acquired in Corsica, France, August 2013. Euro Surveill 2014; 19(22). pii: 20821.. Em seguida, foram identificados 10 casos idênticos na mesma localidade 2020 Holtfreter MC, Moné H, Müller-Stöver I, Mouahid G, Richter J. Schistosoma haematobium infections acquired in Corsica, France, August 2013. Euro Surveill 2014; 19(22). pii: 20821.,2121 European Centre for Disease Prevention and Control. Local transmission of Schistosoma haematobium in Corsica, France. Stockholm: European Centre for Disease Preventions and Control; 2014.. Também existem relatos da migração de paciente com esquistossomose hematóbica na Ilha de Lampedusa, na Itália 2222 Bellina L, Maugeri M, Missoni E. Ethical and public health concerns based on the retrospective analysis of referrals for diagnostic parasitology of immigrants and autochthonous population in Lampedusa island (Italy). Trop Med Int Health 2009; 14 Suppl 2:66.. Ainda, estima-se que 2,5% dos turistas espanhóis podem retornar à Espanha infectados por Schistosoma, diante do aumento significativo do número de viagens para áreas endêmicas 2323 Roca C, Balanzó X, Gascón J, Fernández-Roure JL, Vinuesa T, Valls ME, et al. Comparative, clinico-epidemiologic study of schistosoma infections in travellers and immigrants in Spain. Eur J Clin Microbiol Infect Dis 2002; 21:219-23.. Tais dados demonstram que a esquistossomose está longe de ser controlada, em níveis local/nacional e internacional.

Diante do exposto, fica clara a necessidade de se conhecer as condições ambientais das localidades turísticas do Brasil no sentido de identificar riscos potenciais à saúde, reorganizando e saneando os espaços de modo a impedir que turistas contraiam esquistossomose e outras doenças vetoriais. Os profissionais de saúde das localidades turísticas devem estar atentos ao diagnóstico e tratamento dos doentes locais, e ter ciência da vulnerabilidade à forma clínica aguda a que estão expostos os turistas não imunes. Por fim, é essencial abordar a saúde do turista como um conjunto de ações de abrangência intersetorial, especialmente entre a vigilância em saúde e secretarias de turismo, em um esforço conjunto para a produção e manutenção de ambientes turísticos saudáveis, valorando os espaços naturais brasileiros e evitando a exposição de turistas ao risco de adoecimento por esquistossomose.

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    World Tourism Organization. Annual report 2014. http://www2.unwto.org/annualreport2014 (acessado em 11/Nov/2015).
    » http://www2.unwto.org/annualreport2014
  • 2
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  • 3
    Ministério do Turismo. Anuário estatístico 2015 - ano base 2014. http://www.dadosefatos.turismo.gov.br/dadosefatos/anuario/index.html (acessado em 08/Nov/2015).
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    Freitas NR, Souza PAR, Zambra EM, Romeiro MC, Pereira RS. A gestão e a sustentabilidade na atividade turística: uma análise das discussões na última década no Brasil. Revista Brasileira de Ecoturismo 2014; 7:394-411.
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  • 9
    Enk MJ, Amaral GL, Silva MFC, Silveira-Lemos D, Teixeira-Carvalho A, Martins-Filho OA, et al. Rural tourism: a risk factor for schistosomiasis transmission in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz 2010; 105:537-40.
  • 10
    Barbosa CS, Santos RS, Gomes EC, Araujo K, Albuquerque J, Melo F, et al. Epidemiologia da esquistossomose no litoral de Pernambuco. Rev Patol Trop 2014; 43:436-45.
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    Rey L. Parasitologia. 4a Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan; 2008.
  • 12
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    Guimarães ICS, Tavares-Neto J. Transmissão urbana de esquistossomose em crianças de um bairro de Salvador, Bahia. Rev Soc Bras Med Trop 2006; 39:451-5.
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    Teles HMS, Hiramoto RM, Oliveira JCN, Aveiro JA. Ocorrência de vetores da esquistossomose mansônica no litoral norte do Estado de São Paulo, Brasil. Cad Saúde Pública 2003; 19:1887-91.
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    de Jesus AR, Silva A, Santana LB, Magalhães A, de Jesus AA, de Almeida RP, et al. Clinical and immunologic evaluation of 31 patients with acute schistosomiasis mansoni. J Infect Dis 2002; 185:98-105.
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    Holtfreter MC, Moné H, Müller-Stöver I, Mouahid G, Richter J. Schistosoma haematobium infections acquired in Corsica, France, August 2013. Euro Surveill 2014; 19(22). pii: 20821.
  • 21
    European Centre for Disease Prevention and Control. Local transmission of Schistosoma haematobium in Corsica, France. Stockholm: European Centre for Disease Preventions and Control; 2014.
  • 22
    Bellina L, Maugeri M, Missoni E. Ethical and public health concerns based on the retrospective analysis of referrals for diagnostic parasitology of immigrants and autochthonous population in Lampedusa island (Italy). Trop Med Int Health 2009; 14 Suppl 2:66.
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    Roca C, Balanzó X, Gascón J, Fernández-Roure JL, Vinuesa T, Valls ME, et al. Comparative, clinico-epidemiologic study of schistosoma infections in travellers and immigrants in Spain. Eur J Clin Microbiol Infect Dis 2002; 21:219-23.

Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    12 Abr 2016

Histórico

  • Recebido
    18 Nov 2015
  • Revisado
    22 Jan 2016
  • Aceito
    25 Fev 2016
Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Rio de Janeiro - RJ - Brazil
E-mail: cadernos@ensp.fiocruz.br