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Ciência & Saúde Coletiva

Print version ISSN 1413-8123

Ciênc. saúde coletiva vol.15 n.4 Rio de Janeiro Jul. 2010

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232010000400007 

ARTIGO ARTICLE

 

O campo da Saúde Coletiva na perspectiva das disciplinas

 

The field of Collective Health in the courses perspective

 

 

Everardo Duarte NunesI; Lirane Elize FerretoI; Ana Luiza de Oliveira e OliveiraI; Juliana Luporini do NascimentoI; Nelson Filice de BarrosI; Marcelo Eduardo Pfeiffer CastellanosII

IDepartamento de Medicina Preventiva e Social, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas. Cidade Universitária Zeferino Vaz, Distrito Barão Geraldo. 13083-970 Campinas SP. evernunes@uol.com.br
IIInstituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia

 

 


RESUMO

Este artigo aborda o campo da Saúde Coletiva a partir das disciplinas que estruturam a grade curricular dos cursos de pós-graduação da área da Saúde Coletiva, no ano de 2006. A partir do banco de dados dos programas, que incluem mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante foram classificadas 1.171 disciplinas, no que denominamos de campos disciplinares, associando esta nomenclatura à noção de campo procedente das abordagens de Bourdieu. São descritos 28 campos disciplinares em três grandes blocos. Conclui-se que o campo da Saúde Coletiva apresenta uma grande diversidade de campos disciplinares, destacando-se pela frequência: Epidemiologia (16%); Ciências Humanas e Sociais em Saúde (7,9%); Didática (7,9%); Sistemas e Serviços de Saúde (7,4%); Ambiente e Saúde (7,2%); Políticas de Saúde (6,3%).

Palavras-chave: Saúde coletiva, Disciplinas, Campo disciplinar


ABSTRACT

This article discusses the field of Collective Health from the disciplines that structure the curriculum of the Collective Health area postgraduate courses in 2006. From the database of programs, including master's, doctoral and professional masters were classified 1,171 subjects, in what we call disciplinary fields, linking this to the P. Bourdieu's notion of champ (field). Twenty-eight disciplinary fields were described, in three large groups. It was concluded that the field of collective health has a wide range of disciplinary fields, especially the frequency: Epidemiology (16%), Humanities and Social Sciences in Health (7.9%); Curriculum (7.9%); Systems and Health Services (7.4%), Environment and Health (7.2%) Health Policies (6.3%).

Key words: Collective health, Discipline, Disciplinary field


 

 

Introdução

O campo da Saúde Coletiva é um dos mais férteis e avançados atualmente na árvore dos saberes disciplinares1.

Estudar um campo de saberes e práticas é enfrentar o caráter transformador que ele apresenta em sua trajetória. Isto que está presente, como processo histórico, em todos os campos do conhecimento e na tradição epistemológica francesa com Bachelard2, Canguilhem3 e Foucault4, e que se associa à vertente sociológica de Bourdieu5, estende-se à área da Saúde Coletiva de forma exemplar.

Não é estranho que muitos que se dedicaram à tarefa de compreender (verstehen) a saúde coletiva situam claramente a diferença entre área e campo. Particularmente, nessa direção, Luz1 sintetiza de forma objetiva que Adotando como guia analítico a categoria de campo torna-se menos difícil a compreensão da coexistência e multiplicação dos saberes e práticas na saúde coletiva. Esta categoria nos permite ver como um domínio específico de saberes e práticas no campo das ciências distribui hierarquicamente seus discursos e os atores/agentes que os emitem, num conjunto semi estruturado em processo, em que a disputa, muitas vezes conflituosa, pela hegemonia do poder simbólico está sempre presente.

Prossegue a autora, anotando: Evidentemente, esta distribuição não se descola da cultura e da estrutura social, das forças sociais que a compõem, em um momento específico de sua construção histórica, bem como dos imperativos de ação ("necessidades") que tal momento coloca para a sociedade como um todo, para suas instituições, seus saberes e suas práticas normativas.

Sem dúvida, a noção de campo, muito mais flexível que a de estrutura, encontra ampla aceitação nos estudos da saúde coletiva1,6-8 e torna-se um precioso instrumento conceitual. Textualmente, o campo científico é um campo social como outro qualquer, com suas relações de força e monopólios, suas lutas e estratégias, seus interesses e lucros, mas onde todas essas invariantes revestem formas específicas5. Para Bourdieu, o campo científico é também um espaço de luta concorrencial, onde o que está em jogo especificamente nessa luta é o monopólio da autoridade científica definida, de maneira inseparável, como capacidade técnica e poder social; ou, se quisermos, o monopólio da competência científica, compreendida enquanto capacidade de falar e agir legitimamente (isto é, de maneira autorizada e com autoridade),que é socialmente outorgada a um agente determinado5.

Sem tirar o mérito da complexidade presente em todos os campos do conhecimento, e Piaget9 mostrou muito bem que não há campo exclusivamente disciplinar, pode-se dizer que o da saúde tem essa característica ampliada. E isto está presente em todas as definições da saúde coletiva, como sendo inter, multi e transdisciplinar. Embora esta seja uma noção compartilhada pelos autores deste trabalho, o ponto de partida não foi situar a saúde coletiva dedutivamente, ou seja, a partir de uma definição prévia do campo, mas reconstruí-la a partir dos seus segmentos disciplinares, indutivamente. Assim, a partir desta perspectiva metodológica – das partes para o todo – busca-se uma cartografia do campo visualizado a partir das disciplinas nominadas nos cursos e classificadas em campos disciplinares, agregando diversas disciplinas pelas semelhanças, que conformam os subcampos do campo maior da saúde coletiva.

 

Metodologia

A principal fonte de dados foi a relação de disciplinas (obrigatórias e eletivas) de cursos de pós-graduação em Saúde Coletiva de 2006, disponíveis nos registros da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A relação completa das disciplinas pelas instituições é apresentada na Tabela 1.

 

 

Resultados

Foram classificadas 1.171 disciplinas, independente de serem de mestrado, doutorado ou mestrado profissionalizante. Os dados existentes não permitiram saber se são disciplinas obrigatórias ou eletivas.

Agrupadas em grandes subáreas do conhecimento, aqui denominadas de campos disciplinares, verifica-se pela Tabela 1 e Gráfico 1 que a Epidemiologia apresenta o maior número de disciplinas, totalizando 16%; as Ciências Humanas e Sociais em Saúde apresentam 7,9%; a Didática, 7,9%; os Sistemas e Serviços de Saúde, 7,4%; Ambiente e Saúde, 7,2%; Políticas de Saúde, 6,3%. Além desses seis grupos de campos disciplinares, que apresentam as maiores porcentagens de frequência, foram catalogados mais 23 grupos disciplinares, também considerados como subá­reas. Como pode ser visto, não foi feita distinção entre a nomeação de disciplinas convencionais e outras englobadas como Didática, Oficinas, Banco de Dados, Teses e Dissertações, Pesquisas Interdisciplinares.

 

 

Pelos dados obtidos, há, além da maior concentração de disciplinas do primeiro grupo, um segundo grupo com algum destaque. Dentre essas disciplinas, Metodologia de Pesquisa tem 4,6% do total de disciplinas e, em ordem decrescente, Saúde do Trabalhador, 3,9%; Bioestatística, 3,5%; Estatística, 3,0%. Um terceiro grupo, o maior dos três, com porcentagens que variam de 0,3% (Medicamento) a 2,9% (Saúde da Mulher, Criança e Adolescente), há outros dezoito campos disciplinares. Verifica-se que esses campos disciplinares englobam uma grande diversidade: Geografia da Saúde (0,7%); Saúde Mental (0,8%); Saúde Bucal (0,9); Banco de Dados (1,2%); Educação (1,3%); Oficinas (1,4%); Ética e Bioética (1,4%); Pesquisas Interdisciplinares (1,5%); Economia da Saúde (1,5%); Informática (1,5%); Ciência e Tecnologia (1,5%); Informação em Saúde (1,7%); Nutrição (1,9%); Pesquisa Qualitativa (2,0%); Teses e Dissertações (2,4%) e Saúde Coletiva e Saúde Pública (2,4%).

 

Discussão

Os dados permitem uma primeira aproximação com a noção que foi tomada como orientadora desta análise – a de campo. Em realidade, constata-se uma grande diversidade de áreas de conhecimento (disciplinas), mas o campo da Saúde Coletiva pode ser nucleado hierarquicamente, pela presença quantitativa, em cinco grandes "campos disciplinares": a Epidemiologia, as Ciências Humanas e Sociais, os Sistemas e Serviços de Saúde, Ambiente e Saúde e Políticas de Saúde. Comparando, mas lembrando que as pesquisas adotaram metodologias distintas, com os dados da primeira avaliação da estrutura curricular, verifica-se que a epidemiologia continua a liderar quantitativamente a área. Na primeira avaliação, foram analisadas 38 áreas de concentração: no mestrado, na grande área das Ciências da Saúde, a Epidemiologia apresentava 40,9% dos conteúdos de ensino; Planejamento e Administração em Saúde, 27,3%, Bioestatística, 23,6%; na grande área das Ciências Humanas, os conteúdos englobados na rubrica Filosofia (incluindo, dentre outras, Metodologia, Sociologia, Ciência Política, História e Educação) atingiram 42,8%. No doutorado, na grande área das Ciências da Saúde e a das Ciências Humanas, os valores encontrados foram iguais (45%) e, no interior dessas áreas de conhecimento, a distribuição dos principais conteúdos é bastante semelhante ao mestrado: epidemiologia e bioestatística, planejamento e administração em saúde e metodologia e epistemologia. Observou-se, naquele momento, a presença reduzida das disciplinas incluídas na grande área das Ciências Biomédicas, Engenharia e Ciências Sociais Aplicadas10.

Interessante observar que, na pesquisa atual, alguns campos disciplinares, como os relacionados à Ambiente e Saúde e Políticas de Saúde, figuravam na pesquisa anterior, mas assumem destaque na atualidade. De outro lado, aparecem Geografia da Saúde, Ética e Bioética, Economia da Saúde, em pequenas proporções, mas que não podem deixar de ser citados.

Quando da avaliação anterior, Minayo11 lembrava que uma questão não resolvida referia-se a um núcleo central de disciplinas que ao contrário dos que defendem uma ampla autonomia, esse grupo entende que a demarcação de um conhecimento básico preserva a identidade da área e permite liberdade de exploração de objetos fronteiriços, também essenciais para a teoria e a prática da Saúde Coletiva. Discutiu-se, também, que havia necessidade "de se proceder a um esforço para aprofundar os modelos teóricos e conceituais do campo, a fim de se proporem conteúdos indispensáveis e não necessariamente sob a forma de disciplinas".

Retomamos essas questões e mesmo sem poder aprofundar os conteúdos disciplinares, verificamos que as sugestões da avaliação de 1997 propunham que Epidemiologia, Bioestatística, Saúde Ambiental, Comportamento/Educação e Sistemas e Serviços de Saúde, às quais se acrescentaram História e Filosofia da Saúde Pública, Metodologias de Pesquisa, com exceção de Comportamento/Educação, não são estranhas aos cursos atuais.

Como apresentamos os dados de forma agregada e classificatória, é necessário que se destaque a enorme diversidade temática que está no interior do que denominamos campos disciplinares. Em realidade, essa ideia apresenta uma especial proximidade com a noção de "campo científico" na abordagem de Bourdieu e vem sendo amplamente utilizada nas análises das transformações históricas de temas que, ao longo do tempo, sistematizaram conhecimentos e saberes com especificidades teóricas e metodológicas. Dentre os inúmeros exemplos, podem ser citados: história econômica12, patrimônio histórico13, estudos feministas14, prática de ensino15, etc.

No caso da Saúde Coletiva, como já observamos, são 29 campos disciplinares cujos conteúdos temáticos variam em relação às diversas possibilidades de análises: macro (políticas de saúde, estado, globalização e reestruturação produtiva, organização de programas e serviços de saúde, desigualdade em saúde, desenvolvimento de políticas de saúde, etc.); micro (indivíduo e sociedade); conceituais (elementos teóricos de saúde e sociedade, representações sociais, bases teóricas da promoção social, conceito de risco, etc.); qualitativos (estudos sobre subjetividade, métodos qualitativos); quantitativos (análises estatísticas); epidemiológicos (gerais – aspectos teóricos, metodológicos e específicos – diversas doenças, envelhecimento, atividade física, violência, etc.); históricos (história da prática médica, história da saúde pública, história da saúde coletiva); educacionais (educação ambiental, educação e sociedade, educação e nutrição, etc.); ambientalistas (metodologias de análises em saúde e ambiente, legislação, política e gestão, poluição e qualidade de águas, riscos químicos, biossegurança, toxicologia, vigilância, etc.); ciclo de vida (estudos sobre infância, adolescência, idade adulta e velhice); gênero (saúde da mulher, saúde reprodutiva); informacionais, comunicativos e tecnológicos (aspectos conceituais, gestão, políticas, estratégias, tendências); econômicos (análise de custos, financiamento, mercado); metodológicos (estratégias e fundamento de investigação, relações ciência e método, etc.); interdisciplinaridade (etnoepidemiologia, genética e biomedicina, trabalho/educação/ ambiente/saúde); éticos (ética aplicada à saúde pública, ética na pesquisa, ensino); geográficos (metrópoles, riscos na habitação); referentes à nutrição (relações com doenças crônicas, consumo alimentar, segurança alimentar, etc.); referentes à saúde mental (relações com trabalho, saúde pública, etc.); trabalho (acidentes, riscos ocupacionais, doenças, fatores psicossociais, ergonomia, saúde do trabalhador, etc.); bioestatísticos (modelos de regressão, análise de sobrevivência, etc.); referentes à saúde bucal (diagnóstico bucal, odontologia social, planejamento, etc.); banco de dados (análise, gerência de dados, etc.). Aparecem, também, dois grupos de disciplinas sob os títulos de Didática (aplicada à saúde, seminários, avaliação de ensino, etc.) e Teses e Dissertações.

Um ponto que acreditamos mereça ser comentado é que a maior ou menor participação dos campos disciplinares em relações de complementaridade depende da estrutura dos cursos. Assim, hoje, tornou-se mais comum que as áreas de concentração estabeleçam algum grau de relacionamento, ou seja, construam os programas curriculares tornando obrigatório que os alunos cursem pelo menos uma ou duas disciplinas obrigatórias fora da sua área de concentração. De outro lado, cumpre lembrar que o dimensionamento das disciplinas mantém estreita relação com o contexto institucional em que se estruturam os cursos de pós-graduação. Esse contexto pode ser o de uma escola ou faculdade, de um departamento e mesmo o de um instituto. Como podemos verificar pela Tabela 2, as disciplinas se distribuem de acordo com o tamanho das instituições; assim, do total das 1.171 disciplinas, a maior concentração encontra-se na ENSP/Fiocruz, seguida pela USP (FM e FSP). A variação de número de disciplinas é grande, dependendo das áreas de concentração existentes.

 

 

Considerações finais

De um modo geral, percebemos que a configuração do campo da Saúde Coletiva não sofreu alterações em sua estrutura na última década; há, sem dúvida, a ampliação de conteúdos nos campos disciplinares, mas sem grandes inovações. Como assinala Luz1, revendo várias publicações de 1995 a 2005, o núcleo central da Saúde Coletiva em termos conceituais e práticos mantém aproximações, em termos paradigmáticos, com as ciências humanas, medicina, epidemiologia clássica, planejamento, gestão e avaliação das políticas de saúde, materializadas em programas e serviços. Como apontamos, há uma expressiva diversidade temática que se reflete quando os cursos intitulam suas disciplinas e dessa forma não se enquadram, muitas vezes, nos títulos convencionais, ou seja, particularizam conteúdos.

 

Colaboradores

ED Nunes, LE Ferreto, ALO Oliveira, JL Nascimento, NF Barros e MEP Castellanos participaram da pesquisa das informações e classificação das disciplinas, sendo que a redação final coube a ED Nunes.

 

Referências

1. Luz MT. Complexidade do Campo da Saúde Coletiva:multidisciplinaridade, interdisciplinaridade, e transdisciplinaridade de saberes e práticas – análise sócio-histórica de uma trajetória paradigmática. Saúde soc. 2009; 18(2):304-311.         [ Links ]

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Artigo apresentado em 10 /12/2009
Aprovado em 15/01/2010
Versão final apresentada em 09/03/2010