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Ciência & Saúde Coletiva

Print version ISSN 1413-8123

Ciênc. saúde coletiva vol.16 n.5 Rio de Janeiro May. 2011

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232011000500017 

ARTIGO ARTICLE

 

Relação entre aleitamento materno e hábitos de sucção não nutritivos

 

The relation between maternal breast feeding and non-nutritive sucking habits

 

 

Suzely Adas Saliba Moimaz; Najara Barbosa Rocha; Artênio José Isper Garbin; Orlando Saliba

Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Universidade Estadual Paulista. Rua José Bonifácio 1193. 16015-050 Araçatuba SP. sasaliba@foa.unesp.br

 

 


RESUMO

Este estudo objetivou identificar o tipo e o período de tempo de aleitamento recebido por crianças e verificar a associação com hábitos de sucção não nutritivos. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo, no qual foi aplicado um questionário em 330 mães ou responsáveis por crianças de 3 a 6 anos matriculadas em pré-escolas de Araçatuba (SP), após consentimento livre e esclarecido. Observou-se que 86,4% das mães amamentaram seus filhos. Quanto ao período de tempo, apenas 33,4% delas amamentaram exclusivamente no peito após seis meses de vida. O tempo médio de amamentação materna exclusiva recebida foi 3,84 meses e o de aleitamento complementar foi de 11,68 meses. Do total, 53,3% relataram que os filhos apresentavam hábitos de sucção não nutritivos, e destes 70,45% não foram amamentados exclusivamente no peito durante os seis primeiros meses de vida, existindo associação significativa entre os dois (p<0,05). O uso de chupeta foi o hábito mais frequente (44,4%), apresentando associação estatisticamente significante com o tempo de aleitamento (p<0,0001). Conclui-se que o aleitamento materno foi praticado, porém, por período de tempo inferior ao período considerado indispensável ao desenvolvimento do bebê, existindo associação entre tempo e tipo do aleitamento e hábitos de sucção não nutritivos.

Palavras-chave: Aleitamento materno, Amamentação, Hábitos de sucção não nutritivos


ABSTRACT

This study sought to identify the type and duration of breastfeeding received by children and establish the association with non-nutritive suction habits. A retrospective, transversal study was conducted using a questionnaire given to 330 mothers or persons responsible for 3 to 6-year-old children registered in kindergartens in Araçatuba, State of São Paulo, after obtaining their free and informed consent. It was revealed that 86.4% of mothers breastfed their children. With respect to duration, only 33.4% of these mothers breastfed exclusively after 6 months. The average time of exclusive breastfeeding received by children was 3.84 months and complementary breastfeeding was 11.68 months. Of this total, 53.3% reported that their infants manifested non-nutritive suction habits and of these children, 70.45% were not exclusively breastfed for the first 6 months, there being a significant association between both (p<=0.05). Pacifier use was the most frequent habit (44.4%), showing a statistically significant association with breastfeeding time (p<0.0001). It was concluded that breastfeeding was practiced, albeit for a lesser duration than considered indispensable for the baby's development, there being an association between duration and type of breastfeeding and non-nutritive suction habits.

Key words: Breast feeding, Maternal breastfeeding, Non-nutritive suction habits


 

 

Introdução

A prática do aleitamento materno no Brasil está longe do cumprimento da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)1 e do Ministério da Saúde2, ou seja, amamentação exclusiva até o sexto mês de vida e a continuidade do aleitamento materno complementar até o segundo ano de vida ou mais.

No Brasil, foi verificado que mesmo que a maioria (por volta de 92%) das mulheres inicie a amamentação natural de seus filhos, mais da metade das crianças já não se encontram em amamentação exclusiva no primeiro mês de vida3.

A garantia da saúde materno-infantil é uma das metas para este milênio, e entre uma das suas estratégias de promoção da saúde destaca-se o incentivo à prática do aleitamento materno. Desde anos 80, a OMS e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) direcionaram esforços para o incentivo de uma política voltada para a prática do aleitamento materno, incluindo diversos documentos que mostram a importância do aleitamento materno e sua prática4.

O avanço tecnológico e a entrada das mulheres no mercado de trabalho, associados a forte publicidade sobre a comodidade e a praticidade do leite industrializado, constituíram a base do declínio do aleitamento materno5-8.

As vantagens do leite materno incluem o seu conteúdo nutricional, melhor capacidade de absorção interna, previne alergias e problemas respiratórios, propicia desenvolvimento psicológico mais favorável, melhores defesas imunológicas, exerce um papel importante na redução da mortalidade infantil, além dos aspectos afetivos entre a mãe e o bebê9,10. O aleitamento natural traz ainda benefícios para a nutriz. A prática da amamentação no seio promove melhor involução genital no período pós-parto, diminui a incidência do câncer mamário e útero, além dos aspectos da praticidade em sua manipulação, não resultando em gastos financeiros para a família11.

A amamentação natural é importante para o crescimento normal da criança12, representa o fator inicial do bom desenvolvimento dentofacial, favorecendo a obtenção de uma oclusão dentária normal e, consequentemente, uma mastigação correta no futuro. Estimula também o crescimento anteroposterior da mandíbula. Além disso, determina uma relação adequada entre estruturas duras e moles do aparelho estomatognático, permitindo tonicidade e postura correta da língua, com lábios em perfeito vedamento, propiciando o estabelecimento da respiração nasal. Assim, promove um bom desenvolvimento das estruturas orais envolvidas no ato de sugar, contribuindo para uma boa fonoarticulação, mastigação, deglutição e respiração9,11,13,14. O aleitamento artificial não supre essas necessidades que o aleitamento natural supre6.

A relação entre forma de aleitamento e hábitos de sucção não nutritivos tem sido descrita por vários autores7,9. Os hábitos se instalam com maior frequência em crianças que não tiveram amamentação natural, pois o impulso neural da sucção está presente desde a vida intrauterina e é normal na criança, garantido sua sobrevivência. O aleitamento natural, além de alimentar o bebê, tem a função de satisfazer a sucção, devido à ação dos músculos exercidos durante a mamada15. Quando a criança é aleitada por mamadeiras, o fluxo de leite é bem maior que a amamentação natural, portanto a criança se satisfaz nutricionalmente em menor tempo e com menor esforço. O prazer emocional com relação ao impulso da sucção não é atingido, e a criança procura por isso substitutos como dedo, chupeta e objetos para satisfazer-se16.

Geralmente, os hábitos bucais nocivos instalam-se com maior frequência em quem não obteve amamentação natural, para tentar suprir o impulso da sucção, pois ela satisfaz, além da necessidade de alimento, importantes necessidades psicológicas17.

O dano causado ao sistema estomatognático pelo hábito depende das variáveis: frequência, intensidade e duração do hábito (Tríade de Graber). Todo hábito que perdurar após os três anos ou tiver alta frequência será mais deletério e capaz de causar oclusopatias graves18.

Dentre os hábitos bucais deletérios, podem-se destacar: sucção do polegar e outros; sucção e mordida dos lábios; deglutição atípica; postura; onicofagia; sucção habitual do lápis; chupetas e outros objetos e perturbações funcionais gnatológicas: abrasão, bruxismo diurno e noturno, respirador bucal14.

Baseado na necessidade da realização de mais estudos que comprovem a relação desmame e hábitos, estabelecendo relações entre práticas de aleitamento para evitar os danos à saúde, este estudo objetivou identificar o tipo e o período de tempo de aleitamento em crianças com até seis anos de idade; verificar os hábitos de sucção não nutritivos e sua relação com o aleitamento. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, da Universidade Estadual Paulista.

 

Metodologia

A população de estudo foi constituída por crianças com 3 a 6 anos de idade, de ambos os sexos, matriculadas em escolas municipais de educação infantil da cidade de Araçatuba (SP). O dimensionamento da amostra foi efetuado levando-se em consideração o nível de mensuração nominal, população finita, nível de confiança de 5% e erro amostral admitido de 5%19. O tamanho da amostra foi de 330 escolares entre 3 e 6 anos.

Esta pesquisa foi do tipo descritiva, transversal, na qual foram entrevistadas 330 mães empregando-se um questionário, previamente testado em estudo piloto, contendo questões sobre as condições socioeconômicas e outras variáveis como: aleitamento, hábitos presentes nas crianças, respiração bucal e doenças na infância. As entrevistas foram realizadas por uma única pessoa, previamente calibrada, após consentimento livre e esclarecido dos participantes da pesquisa, na entrada ou saída das crianças nas escolas e nas reuniões de pais.

Os dados foram analisados pelo Programa EpiInfo 2000 e pacote estatístico GraphPad20. Foram utilizados os testes Qui-quadrado (c2) e Teste Exato de Fischer, ao nível de significância de 5% (p<0,05).

 

Resultados e discussão

O aleitamento materno é considerado fundamental para a promoção e a proteção da saúde das crianças em todo o mundo. É praticado por grande parte da população mundial, porém ainda está distante da situação desejada para se garantirem melhores níveis nutricionais das crianças e consequentemente diminuir a mortalidade infantil em todo o mundo.

No levantamento realizado no Brasil, em 1996, sobre a situação do aleitamento materno, a mediana da amamentação exclusiva foi de um mês, variando conforme o nível educacional das mães. Ao final do primeiro ano, apenas 40,8% das crianças continuavam sendo amamentadas3. Esses dados ficam distante dos ideais recomendados pela OMS1 e pelo Ministério da Saúde2, que recomendam amamentação materna exclusiva durante seis meses e aleitamento complementar até pelo menos dois anos de idade ou mais.

Nesta pesquisa, foi observado que 86,4% (285) das mães amamentaram seus filhos no peito, sendo semelhantes aos dados de Bezerra et al.21. Porém, dessas mães, a grande maioria (66,6%) não amamentou exclusivamente seus filhos (Gráfico 1). Este período é o tempo recomendado pelas instituições nacionais2 e internacionais22,23, ou seja, pelo menos seis meses.

O tempo médio em meses de aleitamento materno exclusivo recebido pelas crianças da amostra foi 3,84, e o período de aleitamento complementar foi de 11,68.

Baldrighi et al.6 observaram dados semelhantes com o estudo de 180 crianças de 4 a 6 anos, encontrando valores como 73,33% de crianças não amamentadas exclusivamente por período suficiente. Sousa et al.16 avaliaram 126 crianças de 2 a 6 anos e verificaram que 93,6% mamaram no peito, porém 63,97% não foram amamentadas por pelo menos seis meses. Já Vasconcelos et al.24 acompanharam 852 crianças até 24 meses, sendo a taxa de aleitamento materno exclusivo de 24 dias apenas.

Bittencourt et al.7 relataram em seu estudo, com 239 pais ou responsáveis pelas crianças de 4 a 6 anos em fase pré-escolar da cidade do Rio de Janeiro (RJ), que 82% foram amamentadas naturalmente, mas exclusivamente com leite materno por apenas 18% das mães.

Os valores obtidos neste estudo (33,4% em regime exclusivo até seis meses e 62,1% amamentadas até 12 meses) foram superiores àqueles encontrados no estudo nacional realizado em 1999, no qual apenas 9,7% com leite natural exclusivo aos seis meses e 44,2% das crianças eram amamentadas, como forma complementar, até os 12 meses3.

Em relação ao principal motivo de desmame (Gráfico 2), as mães responderam como motivos: trabalho da mãe (20,9%); falta de leite (19,4%); não aceitação da criança (18,2%); filho já crescido (13,8%); outros (6,8); doença da mãe (6,2%); leite fraco (4,9%); gravidez (2,8%); dor ao amamentar (4,6%) e doença da criança (2,5%). Ferreira e Toledo9 e Baldrighi et al.6 relataram que um dos fatores contribuintes para o desmame precoce é a entrada das mulheres no mercado de trabalho, mesmo sendo permitido por leis trabalhistas amamentar seus filhos durante o trabalho, protegendo assim esse ato.

Foi observado que as mães ou responsáveis pelas crianças tinham renda familiar considerada baixa (70,6% recebiam menos que dois salá­rios mínimos), só que contraditoriamente, mesmo sabendo que o leite materno é gratuito e uma forma de alimentação sem nenhum gasto, portanto uma forma de economia e que fornece todos os nutrientes necessários ao bebê, foi notado que a prática de aleitamento materno foi pouca e por tempo insuficiente, optando as mães deste estudo pela alimentação artificial, que é mais onerosa.

O tempo médio em meses do uso de mamadeira foi 43,63, sendo percebida a manutenção até 78 meses. Leite et al.5 encontraram resultados semelhantes (tempo médio 40,6 meses e manutenção até 72 meses) e relataram que são várias as causas que se associam à opção pela forma mista ou artificial da aleitamento, como maior conveniência, experiências negativas já experimentadas com a amamentação e razões médicas; também observaram que cerca de 41% das mães tomam a decisão de não amamentar ainda durante a gestação.

Alguns estudos reportam o tempo mínimo de seis meses de aleitamento materno exclusivo para demonstrar uma associação negativa com a presença de hábitos deletérios, pois esse tempo é relatado na literatura como período suficiente para completo desenvolvimento morfofuncional do bebê17,25,26. No entanto, Bezerra et al.21 mostram associação estatística significante entre o tempo de aleitamento materno recebido pela criança e hábitos deletérios e presença de hábitos com maloclusões.

A presença de hábitos de sucção não nutritivos foi observada em 176 (53,3%) crianças e ausente em 154 (46,7%), sendo que 70,45% (124) das crianças que os apresentam não mamaram exclusivamente no peito até os seis meses de idade (Tabela 1). As relações entre estas duas variáveis foram estatisticamente significativas em nosso estudo. Dados semelhantes foram encontrados nos estudos de Serra-Negra et al.25, Zuanon et al.15 e Sousa et al.16.

O hábito de chupar chupeta (Tabela 2) foi o mais frequente neste estudo, sendo encontrado em 44,4% das 232 crianças que apresentaram hábitos de sucção não nutritivos. Associando a presença do hábito de chupar chupeta com amamentação exclusiva e amamentação complementar, houve associação estatisticamente significante (p<0,0001 e c2 =36,65). No estudo de Bittencourt et. al7, o qual é um estudo transversal e retrospectivo semelhante ao nosso, o hábito de chupar chupeta foi o mais frequente (55,6%), seguido pela onicofagia (10%), pela sucção digital (7,5%) e outros hábitos como morder objetos e ranger dentes. Esses achados mostram a baixa prevalência de sucção digital e alta frequência de sucção de chupetas, o que também é evidenciado em outros estudos16,25. As frequências variam de acordo com o tipo de estudo. Os estudos retrospectivos ou transversais apresentam maiores frequências de sucção digital quando comparados com os estudos longitudinais e prospectivos7.

A Tabela 3 demonstra que a prevalência de respiradores bucais percebida pelos pais ou responsáveis das crianças foi de 24,8% (82). O hábito ocorria em 49% durante a noite; 49% durante o dia e a noite e 2% durante o dia. Houve associação estatisticamente significante entre a respiração bucal e a presença de aleitamento natural complementar (p=0,0395), ou seja, quanto maior o tempo de aleitamento natural, menores foram as chances de desenvolver a síndrome de respiração bucal.

Observando crianças de 2 a 11 anos, Leite et al.5 verificaram que as que recebiam amamentação artificial apresentaram uma taxa 40% a mais de respiradores bucais. O aleitamento natural permite uma tonicidade e postura correta da língua, com lábios em perfeito vedamento, propiciando o estabelecimento da respiração nasal, evitando a respiração bucal9,11,16.

Quanto à presença de doenças na infância, 44,5% (147) apresentavam, e elas eram ausentes em 55,5% (183) (Tabela 3). As doenças respiratórias foram referidas por mais da metade pelas mães (62,6% – 92) das crianças que tiveram doen­ças. Houve associação estatisticamente entre doenças da primeira infância (incluindo alergias e doenças respiratórias) e amamentação natural complementar (p=0,0395).

Neste estudo, foi constatada a associação entre a prática de amamentação materna exclusiva e a ausência de hábitos bucais não nutritivos, sendo de extrema importância na área da odontologia, principalmente pelas consequências que esses hábitos podem provocar na boca e na face. Vários estudos também evidenciaram essa relação5,6,14,17,25.

A odontologia atualmente tem enfatizado a atenção primária de saúde, desde a vida intrauterina até a erupção dos dentes, podendo o profissional agir precocemente27 e assim alcançar melhores resultados em maior alcance e efetividade, pois os indivíduos absorvem melhor o conhecimento, evitando assim danos ao sistema estomatognático e prevenindo oclusopatias.

Considerando a importância do aleitamento materno na nutrição, diminuição da mortalidade infantil, melhoria dos aspectos psicológicos da criança e benefícios para a saúde bucal dos bebês, são extremamente importantes ações educativo-preventivas com as gestantes incentivadas pelos profissionais de saúde, principalmente o cirurgião-dentista, qualificando assim a saúde bucal da gestante, bem como a saúde bucal de seu bebê.

 

Considerações finais

A prática do aleitamento foi verificada, porém por período de tempo inferior ao período considerado indispensável ao desenvolvimento normal do bebê. Existiu associação estatisticamente significante entre tempo e tipo de aleitamento e presença de hábitos de sucção não nutritivos.

O uso de chupeta esteve associado com o tempo de amamentação materna exclusiva e amamentação complementar, bem como o uso de mamadeiras com a amamentação complementar. O período de amamentação complementar também foi associado com a presença de respiração bucal e doenças na primeira infância.

Este estudo evidenciou a importância do incentivo do aleitamento materno como uma ação promotora de saúde bucal.

 

Colaboradores  

SAS Moimaz, NB Rocha, AJI Garbin e O Saliba participaram igualmente de todas as etapas da elaboração do artigo.

 

Agradecimentos

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo pela bolsa de iniciação científica concedida.

 

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Artigo apresentado em 13/08/2008
Aprovado em 09/02/2009
Versão final apresentada em 05/03/2009