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Ciência & Saúde Coletiva

versión impresa ISSN 1413-8123

Ciênc. saúde coletiva vol.17 no.4 Rio de Janeiro abr. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012000400018 

TEMAS LIVRES FREE THEMES

 

Análise das fontes de informação sobre os autoexames da mama disponíveis na Internet

 

Analysis of information sources about breast self examination available on the Internet

 

 

Marcia Regina Cubas; Paulo Cesar Zimmermann Felchner

Escola Politécnica, Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Rua Imaculada Conceição 1155, Prado Velho. 80215-901 Curitiba PR. m.cubas@pucpr.br

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Avaliar as informações sobre autoexame da mama disponíveis ao público da internet. Método: Estudo descritivo documental, cujo universo foi composto pelos sites "Google®" e "Yahoo®", utilizando-se o descritor "autoexame de mama". Buscaram-se os 50 primeiros resultados. As páginas Web foram analisadas pelos critérios da American Medical Association e da Health on the Net. Resultados: Foram selecionadas e analisadas 68 páginas. A maioria dos sites era de domínio comercial, seis governamentais e cinco portugueses. Mais da metade tinham restrições quanto ao critério de autoridade e autoria; 61% não apresentavam meio de contato e 52,94% consideravam o autoexame como parte de um conjunto de medidas; 26,47% possuíam o conteúdo baseado em evidências, preciso e completo; 33,82% possuíam referências dos conteúdos. Páginas-Web governamentais, de instituições de saúde ou profissionais possuíam restrições com relação ao conteúdo ou apresentação. Conclusões: As informações sobre autoexame de mama são heterogêneas. Poucas páginas demonstraram preocupação com critérios de qualidade, tanto da construção quanto do conteúdo. A maior parte das informações não está baseada em evidências e que podem trazer danos ao paciente. Há necessidade de melhorar a qualidade das páginas Web que abordam o tema.

Palavras-chave: Autoexame de mama, Internet, Informação de saúde ao consumidor


ABSTRACT

OBJECTIVE: To analyze the information about breast self examination available on the Internet. Methods: A descriptive documental study was performed via a search on the Google®and Yahoo® websites using the phrase "breast self examination" in Portuguese, and the first 50 results from each site were analyzed using the criteria of the American Medical Association and Health on the Net. Results: 68 sites were selected and analyzed. Most of the sites were in the commercial domain, six were governmental sites and five were Portuguese sites. More than half had restrictions regarding criteria of authority and authorship; 61% did not have contact details and 52.94% considered breast self exam as part of a set of measures; 26.47% had correct and complete evidence-based content; 33.82% had context references. Government WebPages of health or professional institutions had restrictions regarding content or presentation. Conclusions: The information about breast self exam is heterogeneous. Only a small number of websites were concerned about quality criteria, both in terms of construction and content. The bulk of the information available is not evidence-based and there is potentially dangerous information for the patient. It is necessary to improve the quality of websites dealing with breast self exam.

Key words: Breast self exam, Internet, Consumer health information


 

 

Introdução

O câncer de mama é um problema de saúde pública. Trata-se do segundo tipo de câncer mais frequente em todo o mundo e o mais incidente no sexo feminino, sendo responsável por cerca de 22% dos casos novos de câncer em mulheres. Podendo apresentar um prognóstico relativamente bom quando diagnosticado em estádios iniciais1,2.

É a neoplasia mais temida devido aos seus efeitos psicológicos de alteração da autoimagem e da sexualidade3,4. Possui elevada mortalidade e é a doença que mais demanda internações em mulheres, além do alto custo de seu tratamento5.

Na América, Latina a incidência do câncer de mama, assim como a sua mortalidade, vem aumentando6, enquanto que em países desenvolvidos a mortalidade mostra uma tendência para a diminuição7. No Brasil, estima-se que ocorreram, em 2010, cerca de 49.240 casos novos de câncer de mama, com risco de 49 casos para cada 100.000 mulheres2.

O status socioeconômico elevado é uma característica associada a essa doença. Entre os fatores de risco comuns, principalmente nos Estados Unidos, Europa e América Latina, destacam-se: a idade avançada; os fatores ambientais, hormonais, reprodutivos e genéticos; o sedentarismo; a ingestão de gordura; e a obesidade8,9.

Apesar do conhecimento dos fatores associados à neoplasia, cerca de 60% dos casos, no Brasil, são diagnosticados em estádios avançados9. Sabe-se que a mamografia é o instrumento mais efetivo para o diagnóstico precoce, mas é pequeno o número de mulheres que realizam esse exame no país e menor número, ainda, o de idosas que o realizam. Alguns fatores podem influenciar a sua realização, como educação, nível socioeconômico, renda familiar e local de domicílio10.

O prognóstico do câncer de mama será influenciado por diversos fatores que podem alterar a seleção do tratamento. Dentre eles estão a idade e o estadiamento da doença11. Quanto mais precoce for feito o diagnóstico, maior a chance de cura. Assim, o objetivo principal é a detecção de doença assintomática, que possui um prognóstico mais favorável, além de necessitar de tratamentos menos agressivos12. Desde o início do desenvolvimento da neoplasia até o momento em que ela é detectável no exame clínico, com cerca de um (1) cm, passam-se 10 anos, em média, havendo duplicação do seu tamanho a cada três ou quatro meses13.

O autoexame da mama pode ser uma opção para a detecção da neoplasia mamária4, sendo recomendado pelo consenso do Ministério da Saúde/Instituto Nacional do Câncer (INCA), porém não tem demonstrado diminuição da mortalidade por câncer de mama nas pacientes que o realizam14. Em 2007, o INCA passa a esclarecer a restrição sobre o uso do autoexame das mamas. Alerta que este deve estar associado às demais formas de detecção precoce e ressalta possíveis efeitos negativos do autoexame, como a realização de biópsias desnecessárias. Assim, seu papel é controverso na detecção precoce da neoplasia mamária, sendo recomendado o esclarecimento à paciente sobre os potenciais benefícios e também suas limitações15. Em um estudo brasileiro, que verificou o conhecimento sobre o assunto, evidenciou-se que somente 7,4% das mulheres tinham conhecimento adequado sobre o autoexame da mama16, corroborando com a necessidade de atenção a este fato.

A internet é fonte de informação cada vez mais utilizada globalmente, sendo que muitas mulheres procuram informações sobre saúde na rede, utilizando ferramentas de busca de uso geral, de maneira aleatória e sem ajuda de profissionais de saúde. Estima-se que haja mais de 100.000 web sites em saúde na internet, que variam desde altamente acadêmicos, periódicos com arbitragem, sites governamentais e de instituições de saúde até sites de contribuição individual de pacientes ou profissionais17.

As informações, oferta de serviços e produtos na internet tem o potencial de promover a saúde, mas também pode causar danos ao usuário, como tratamentos incorretos ou adiamento de cuidados em saúde17,18. A qualidade e a confiabilidade de tais informações são fundamentais para que a mulher possa ter um cuidado adequado à sua saúde. Em situações de repasse inadequado das informações pode haver prejuízo para sua saúde, sendo mais chocante nos casos de doenças neoplásicas que são acompanhadas de estigmas.

Neste contexto, o objetivo do presente artigo é avaliar as informações sobre autoexame da mama disponíveis ao público da internet.

 

Método

Trata-se de um estudo descritivo documental que teve como universo de pesquisa os sites de busca: "Google®" e "Yahoo®". Foi utilizado na busca o Descritor em Ciência da Saúde: "autoexame de mama" e selecionados os 50 primeiros resultados da pesquisa de cada site. A busca foi realizada em Dezembro de 2008 e em Janeiro de 2009. Incluíram-se para a análise todas as páginas que abordavam o autoexame de mama. Sites que estavam duplicados foram considerados uma única vez. Os dados coletados foram tabulados em planilha eletrônica do Microsoft Excel®.

A análise foi baseada nos critérios da American Medical Association (AMA) e da Health on the Net (HON), obtidos por documento da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS)17, cujos itens abrangem: a) a autoridade: deve incluir profissionais qualificados ou a referência de que a informação foi fornecida por pessoa não qualificada na área da saúde; b) a complementariedade: informação deve ser complementar e não substitui o aconselhamento médico; c) as informações devem ser baseadas em evidências; d) o conteúdo deve ser preciso e completo; e) deve informar a autoria do conteúdo; f) deve conter as datas de publicação inicial e de atualização.

Partindo dos critérios citados, o conteúdo das páginas foi classificado da seguinte forma: a) autoridade: presença ou ausência; b) complementariedade: sim, não ou parcial (quando a informação contida na página é contraditória ou deixa dúvidas); c) baseadas em evidências: sim, não ou parcial (quando parte das informações não são ancoradas cientificamente); d) conteúdo: preciso e completo, impreciso e incompleto, preciso e incompleto, impreciso e completo (sendo estes dois últimos considerados como parcial); e) autoria: presença ou ausência; f) datas: presença ou ausência.

Os resultados foram apresentados quantitativamente, com frequência absoluta e relativa. Como padrão de comparação do conteúdo utilizou-se a recomendação para detecção precoce elaborada pelo INCA13.

 

Resultados

Das 100 páginas selecionadas, 15 se repetiam nos dois sites; uma apareceu duas vezes num mesmo site; sete estavam relacionadas diretamente ao meio acadêmico, trazendo resumos ou artigos completos de difícil assimilação e interpretação para o público; e 10 não traziam informações sobre o autoexame de mama, apenas citavam-no, faziam propaganda de produtos, eram páginas suspensas ou falavam sobre o exame clínico da mama. No entanto, uma delas ressaltava que o INCA não recomenda o autoexame como medida isolada.

Com a aplicação do critério acima descrito, foram utilizados 68 sites para análise. Dentre eles, a grande maioria era de domínio comercial (n=49); os seis governamentais se dividiam em páginas de governo estrangeiro, brasileiro (união, estado e município) e INCA; cinco eram portugueses; e os outros se distribuíam em universidades, organizações e páginas de profissionais de saúde (Figura 1).

Em relação aos critérios de autoridade e autoria, 35 sites (51,47%) não indicavam autor qualificado para fornecer a informação ou omitiam a não qualificação do responsável. Considerou-se que as empresas de saúde seriam qualificadas para o fornecimento das informações.

A maior parte dos sites (61,76%), não apresentava um meio de contato para ser usado pelo internauta, como endereço eletrônico ou telefone.

Quanto ao critério de complementaridade da informação ao aconselhamento médico, 36 (52,94%) indicavam ser o autoexame da mama parte de um conjunto de medidas; 29 sites (42,65%) não apresentavam esta informação de maneira clara; e três (4,41%) faziam-na parcialmente.

O conteúdo baseado em evidências e as limitações do autoexame da mama e seus benefícios não foram contemplados em 46 páginas (67,65%); quatro (5,88%) mostravam tais informações de maneira parcial; e 18 (26,47%) mostravam conteúdos baseados em evidências e apresentavam as limitações do autoexame da mama.

Quanto aos critérios de precisão e completude, 28 páginas Web (41,18%) não atendiam a estes critérios; 22 (32,35%) o faziam de maneira parcial; e 18 (26,47%) tinham o conteúdo preciso e completo.

Dentre os domínios governamentais (.gov), o site do INCA possuía informações adequadas e completas, enquanto que quatro sites informavam parcialmente e uma página não possuía informações adequadas. Em meio às páginas de universidades, duas apresentavam conteúdo adequado e completo, e uma não atendia a nenhum dos critérios. Este mesmo perfil foi verificado entre as organizações sem fins lucrativos.

No que se refere às páginas de domínio de Portugal (.pt), três eram relacionados a entidades de saúde, no entanto apenas uma delas apresentava conteúdo adequado e completo.

O site de propriedade de um profissional médico não possuía informações adequadas.

Vinte e três páginas (33,82%) possuíam referências de seus conteúdos e a indicação da data de publicação e de atualização dos conteúdos estava presente em seis páginas (8,82%), no entanto, 27 sites (39,71%) possuíam ao menos uma das duas informações.

 

Discussão

O uso de tecnologias de informações pode ser importante para a educação de profissionais e pacientes em várias áreas da saúde19,20 e o uso da internet para aquisição de informações por parte dos pacientes tem aumentado gradualmente21. A busca na internet sobre o autoexame da mama tem potencialidade para trazer informações incorretas ou incompletas, induzindo o internauta, o que pode resultar em prejuízo à saúde ou promover um diagnóstico tardio do câncer de mama.

A informação da autoridade das páginas analisadas está de acordo com outros estudos, nos quais foram identificadas em 27% das fontes as credenciais dos autores e em 61 % o nome da instituição responsável pela mesma22. Este fato remete à discussão de que páginas podem ser consideradas suspeitas quando não divulgam a formação técnica do autor e a instituição a qual pertence, pois não oferece reconhecimento, bem como não se responsabiliza pela informação.

Se por um lado, a busca de informações fornece às pessoas maior possibilidade de acesso ao conhecimento, de metabolizá-lo e de incorporá-lo a mudanças nas suas práticas de saúde e, portanto, de não aceitar passivamente determinações médicas, consequentemente, de sentirem-se capazes de decidir sobre seu diagnóstico e tratamento, por outro lado, ao acessar informações contraditórias, incorretas ou fraudulentas23, o benéfico processo de mudança pode estar comprometido e resultar em prejuízo à saúde do indivíduo. Além disso, algumas fontes de informação são veículos de empresas que desejam somente promover algum produto23.

O autoexame das mamas é muito divulgado para o público em geral e encontra-se em grande parte das publicações da internet. Mesmo sites com informações dadas por profissionais habilitados trazem informações incompletas ou incorretas, o que foi verificado neste estudo. Este fato foi também encontrado em estudo de metodologia semelhante que avaliou informações sobre obesidade infantil7.

O autoexame não é recomendado para uso isolado. Deve-se enfatizar que ele faz parte de um conjunto de medidas. Estudo que abordou a qualidade de informações sobre câncer de mama na internet refere que 25% das páginas apenas avisavam que as informações não substituem a consulta médica24. Neste contexto, os achados do nosso estudo de que 52,94% das páginas Web explicitam a complementaridade do autoexame, reforça a ideia, e a consequente atitude, de que o autoexame de mama, usado isoladamente, é capaz de detectar o agravo. De maneira mais grave, havia a indicação para a procura do médico somente se a paciente tivesse alteração no autoexame, informação esta que pode ser danosa, pois ao palpar a lesão maligna, a neoplasia já se encontrará com prognóstico mais sombrio, sendo necessário que mulheres assintomáticas façam avaliação médica periódica.

O percentual de 26% de páginas que apresentava informações baseadas em evidências científicas foi semelhante ao encontrado em outro estudo nacional que avaliava a qualidade das informações sobre rinite alérgica25.

Dentre os 55 sites comerciais, 11 apresentaram conteúdo adequado e completo, 16 parcial e 23 inadequado e incompleto. Esse achado concorda com outro estudo que avaliou informações sobre leishmaniose visceral na internet e verificou grande quantidade de informações ausentes26.

Muitos portais governamentais direcionados à saúde trazem informações com o intuito de auxiliar os indivíduos a participarem da decisão sobre sua saúde e a influenciar tanto na prevenção como no diagnóstico e no tratamento. Além disso, os governos têm, a princípio, profissionais com capacidade técnica adequada, que não forneceriam informações inadequadas. Porém, o que se verificou neste estudo é que dos seis sites governamentais somente o INCA trazia informações completas e corretas. Quatro deles tinham conteúdo parcialmente completo e correto e um trazia informações incorretas. Este fato não é exclusividade brasileira, pois estudo que avaliou quatro portais governamentais de língua inglesa encontrou neles informações não claras, incompletas ou confusas27.

Nas páginas não comerciais verificou-se qualidade de informação heterogênea. Metade possuía informações adequadas e completas, sendo que uma página oficial do governo apresentava informações incorretas. Cabe discutir que dois dos sites governamentais são de funções jurídicas, portanto, com atuação principal fora da área da saúde, o que pode explicar, em parte, a inadequação do conhecimento. Tais dados contrastam com estudo sobre leishmaniose visceral que encontrou melhor qualidade de informações em sites governamentais26.

Com relação às orientações, um site informava que o autoexame previne o câncer de mama e nove referiam que o mesmo faz diagnóstico precoce ou é o melhor método para o diagnóstico inicial. Somente quatro destacaram possíveis efeitos negativos do autoexame. Este conjunto de dados disponíveis na internet pode gerar informações sobre saúde incompletas, não claras e podem trazer confusão ao paciente18.

A data de publicação e a atualização foi referida em seis (8,82%) páginas Web e trinta (44,12%) apresentavam ou a data de publicação ou a da atualização das informações. Neste ponto, outros estudos oferecem heterogeneidade que vai desde os 45% 25 a 13% das páginas com data de elaboração22 e com percentual pouco inferior em avaliação de informações em saúde na internet em sites aparentemente confiáveis28.

 

Conclusão

A internet é um campo de fácil e crescente acesso a informações, consequentemente, as relativas à saúde estão ao alcance de todos os indivíduos, com potencial de auxiliar na decisão sobre condutas para prevenção, diagnóstico e tratamento.

No entanto, ao analisar as informações sobre autoexame de mama, observa-se que poucas páginas Web demonstraram preocupação com critérios de qualidade, tanto da construção do site quanto das informações fornecidas, as quais, na sua maioria não estavam baseadas em evidências e algumas delas com risco de danos à saúde de quem as acessa. Considera-se premente a necessidade de melhorar a qualidade das páginas Web que informam sobre o autoexame de mama, principalmente, as de responsabilidade governamental.

 

Colaboradores

MR Cubas e PCZ Felchner participaram igualmente de todas as etapas de elaboração do artigo.

 

Referências

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Apresentado em 13/09/2010
Aprovado em 20/12/2010
Versão final apresentada em 10/01/2011