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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Deficiência auditiva referida por idosos no Município de São Paulo, Brasil: prevalência e fatores associados (Estudo SABE, 2006)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article describes the prevalence of self-reported hearing loss in an elderly population in the city of São Paulo, Brazil, and associated factors, based on a cross-sectional descriptive and quantitative study. The sample consisted of individuals over 65 years of age selected from census tracts in two stages, with replacement and probability proportional to the population 75 years of age or older. Statistical analysis used Stata 10 with weighted data, Rao-Scott test, and backward stepwise Poisson regression. 1,115 elders were interviewed. Prevalence of self-reported hearing loss was 30.4%, and higher levels were associated with age over 75 years, male gender, self-reported musculoskeletal conditions, dizziness, visual impairment, and difficulty using the telephone. Increased knowledge of factors associated with hearing loss would support public policies on hearing. The high prevalence found in this study underlines the importance of addressing this issue among the elderly.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Perda Auditiva]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    </b> ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Defici&ecirc;ncia    auditiva referida por idosos no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, Brasil:    preval&ecirc;ncia e fatores associados (Estudo SABE, 2006)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Self-reported    hearing loss among elderly individuals in the city of S&atilde;o Paulo, Brazil:    prevalence and associated factors (SABE Study, 2006)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Mariana Sodario    Cruz<sup>I</sup>; Maria Cristina Pereira Lima<sup>II</sup>; Jair Licio Ferreira    Santos<sup>III</sup>; Yeda Aparecida de Oliveira Duarte<sup>IV</sup>; Maria    Lucia Lebr&atilde;o<sup>V</sup>; Ana Teresa de Abreu Ramos-Cerqueira<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Polo    Universit&aacute;rio de Nova Friburgo, Universidade Federal Fluminense, Nova    Friburgo, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista,    Botucatu, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto, Universidade de    S&atilde;o Paulo, Ribeir&atilde;o Preto, Brasil    <br>   <sup>IV</sup>Escola de Enfermagem, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o    Paulo, Brasil    <br>   <sup>V</sup>Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade de S&atilde;o    Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil</font></p>     <p><a href="#back"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</font></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo foi    estimar a preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia auditiva referida numa popula&ccedil;&atilde;o    de idosos de S&atilde;o Paulo, Brasil e verificar os fatores associados, mediante    pesquisa transversal, descritiva e quantitativa. A amostra foi composta por    sujeitos acima de 65 anos derivada de setores censit&aacute;rios em dois est&aacute;gios,    com reposi&ccedil;&atilde;o e probabilidade proporcional &agrave; popula&ccedil;&atilde;o    para pessoas com 75 anos ou mais. A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada    no software Stata 10, com dados ponderados, utilizando-se o teste de Rao-Scott    e a regress&atilde;o de Poisson do tipo stepwise backward. Foram entrevistados    1.115 idosos com preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia auditiva referida de    30,4%, maior em idades mais avan&ccedil;adas, no sexo masculino, em sujeitos    com doen&ccedil;as osteoarticulares referidas, queixa de vertigem e/ou tontura,    defici&ecirc;ncia visual referida e com dificuldades para o uso do telefone.    O conhecimento da preval&ecirc;ncia e dos fatores associados &agrave; defici&ecirc;ncia    auditiva pode auxiliar na elabora&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas    relacionadas &agrave; audi&ccedil;&atilde;o, sendo imprescind&iacute;vel a abordagem    deste tema com a popula&ccedil;&atilde;o idosa, por conta da importante ocorr&ecirc;ncia    encontrada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Perda Auditiva;    Idoso; Inqu&eacute;ritos de Morbidade; Estudos Transversais</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This article describes    the prevalence of self-reported hearing loss in an elderly population in the    city of S&atilde;o Paulo, Brazil, and associated factors, based on a cross-sectional    descriptive and quantitative study. The sample consisted of individuals over    65 years of age selected from census tracts in two stages, with replacement    and probability proportional to the population 75 years of age or older. Statistical    analysis used Stata 10 with weighted data, Rao-Scott test, and backward stepwise    Poisson regression. 1,115 elders were interviewed. Prevalence of self-reported    hearing loss was 30.4%, and higher levels were associated with age over 75 years,    male gender, self-reported musculoskeletal conditions, dizziness, visual impairment,    and difficulty using the telephone. Increased knowledge of factors associated    with hearing loss would support public policies on hearing. The high prevalence    found in this study underlines the importance of addressing this issue among    the elderly.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hearing Loss; Aged;    Morbidity Surveys; Cross-Sectional Studies</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento    da popula&ccedil;&atilde;o mundial &eacute; um fen&ocirc;meno amplamente observado    em pa&iacute;ses desenvolvidos e desponta como fator preponderante em pa&iacute;ses    em desenvolvimento, tal como o Brasil. Dados preliminares do Censo realizado    em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE. <a href="http://ibge.gov.br/home/estat%EDstica/popula%E7%E3o/censo2010/default.shtm" target="_blank">http://ibge.gov.br/home/estat&iacute;stica/popula&ccedil;&atilde;o/censo2010/default.shtm</a>)    indicaram que a popula&ccedil;&atilde;o de idosos no Brasil, que era de 5% em    1960, elevou-se para 8,6% em 2000 e atingiu aproximadamente 10,9% em 2010. Dentre    os fatores que colaboram para esse crescimento proporcional de idosos, destaca-se    a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida das popula&ccedil;&otilde;es    (das condi&ccedil;&otilde;es de moradia, aumento do acesso ao saneamento b&aacute;sico    e aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de), avan&ccedil;o cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico    dos recursos ligados &agrave; sa&uacute;de, migra&ccedil;&otilde;es, dentre    outros.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar do aumento    quantitativo dos idosos, a qualidade de vida e o amparo do Estado na manuten&ccedil;&atilde;o    dos direitos b&aacute;sicos desses cidad&atilde;os s&atilde;o, ainda, pontos    incertos nas pol&iacute;ticas e a&ccedil;&otilde;es atuais e futuras. O campo    da sa&uacute;de se destaca como um dos pontos nevr&aacute;lgicos nessa nova    configura&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria brasileira, visto que idosos utilizam    mais os servi&ccedil;os de sa&uacute;de, se comparados &agrave;s demais faixas    et&aacute;rias. Dessa forma, essa &aacute;rea se configura como uma das primeiras    a remodelar sua atua&ccedil;&atilde;o, a fim de atend&ecirc;-los de forma integral,    equ&acirc;nime e humanizada, com o objetivo da manuten&ccedil;&atilde;o de sua    capacidade funcional e a qualidade de vida, segundo proposto pela Pol&iacute;tica    Nacional de Sa&uacute;de da Pessoa Idosa <sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entende-se por    capacidade funcional a aptid&atilde;o de manter as habilidades f&iacute;sicas    e mentais necess&aacute;rias para uma vida independente e aut&ocirc;noma <sup>2</sup>.    Del Duca et al. <sup>3</sup> enfatizaram que o idoso que mant&eacute;m sua independ&ecirc;ncia    e autodetermina&ccedil;&atilde;o pode ser considerado um idoso saud&aacute;vel,    mesmo na presen&ccedil;a de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. Nessa perspectiva,    o enfoque para o trabalho em sa&uacute;de com tal popula&ccedil;&atilde;o se    distingue do de outras faixas et&aacute;rias porque n&atilde;o se deve apenas    tratar doen&ccedil;as agudas ou cr&ocirc;nicas, mas tamb&eacute;m proporcionar    independ&ecirc;ncia e autonomia, mesmo na presen&ccedil;a de problemas de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma das condi&ccedil;&otilde;es    cr&ocirc;nicas mais prevalentes na popula&ccedil;&atilde;o idosa e que pode    interferir em sua capacidade funcional s&atilde;o os preju&iacute;zos sensoriais,    tal como a defici&ecirc;ncia auditiva <sup>4</sup>. A ocorr&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia    auditiva aumenta progressivamente com a idade <sup>5</sup> devido, provavelmente,    aos fatores de exposi&ccedil;&atilde;o ao longo da vida e &agrave; presbiacusia,    que &eacute; o termo geral aplicado &agrave; perda auditiva relacionada &agrave;    idade. A presbiacusia se caracteriza pela redu&ccedil;&atilde;o da sensibilidade    auditiva e da compreens&atilde;o da fala em ambientes ruidosos, lentid&atilde;o    do processamento central da informa&ccedil;&atilde;o ac&uacute;stica e localiza&ccedil;&atilde;o    deficiente de fontes sonoras <sup>6</sup>. Estima-se que a preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva entre idosos apresente varia&ccedil;&atilde;o    de 33,7% a 90%, dependendo da metodologia empregada para a investiga&ccedil;&atilde;o    (autorreferida ou cl&iacute;nica) e da faixa et&aacute;ria considerada <sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m do    avan&ccedil;o da idade em si, outros fatores podem contribuir para o surgimento    de defici&ecirc;ncia auditiva em idosos, ou para seu agravamento, dentre os    quais se destacam: sexo masculino <sup>7</sup>, morbidades associadas (tais    como hipertens&atilde;o <sup>8</sup>, diabetes <sup>9</sup>, doen&ccedil;as    osteoarticulares <sup>10</sup>, depres-s&atilde;o <sup>11</sup> e comprometimento    cognitivo <sup>12</sup>), outras defici&ecirc;ncias <sup>13</sup>, uso de medicamentos    <sup>14</sup>, condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas desfavor&aacute;veis    <sup>15</sup>, caracterizadas pela baixa renda, ocupa&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias    consideradas de risco para a audi&ccedil;&atilde;o, baixa escolaridade e presen&ccedil;a    do h&aacute;bito de fumar <sup>5</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Brasil ainda    possui poucos trabalhos relacionados ao levantamento populacional da defici&ecirc;ncia    auditiva e seus fatores associados, dentre eles se destacam os estudos realizados    por B&eacute;ria et al. <sup>16</sup> em Canoas, Rio Grande do Sul, e o levantamento    da audi&ccedil;&atilde;o autorreferida em regi&otilde;es do Estado de S&atilde;o    Paulo <sup>17</sup>. Ambas as pesquisas, de metodologia transversal, apontaram    a preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia auditiva (clinicamente comprovada e    autorreferida) de 6,8% em Canoas e 5,2% em S&atilde;o Paulo, em popula&ccedil;&otilde;es    acima de quatro e 12 anos, respectivamente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar dos trabalhos    iniciais, ainda h&aacute; escassez de produ&ccedil;&otilde;es brasileiras na    literatura especializada que ilustrem a preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia    auditiva entre idosos, considerando uma gama maior de fatores associados, como    os relativos a morbidades e estilo de vida. Com base nessa perspectiva, o objetivo    do presente estudo foi estimar a preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia auditiva    referida por idosos do Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo no ano de 2006 e    analisar seus poss&iacute;veis fatores associados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente trabalho    &eacute; parte do Estudo SABE (Sa&uacute;de, Bem Estar e Envelhecimento) que,    em sua primeira fase, foi um multic&ecirc;ntrico, com a participa&ccedil;&atilde;o    da Argentina, Barbados, Brasil, Chile, Cuba, M&eacute;xico e Uruguai e teve    por finalidade obter ampla quantidade de informa&ccedil;&otilde;es cujos resultados    pudessem subsidiar o desenvolvimento de estudos complementares e a organiza&ccedil;&atilde;o    de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para idosos. No Brasil, a popula&ccedil;&atilde;o    estudada foi composta pelos sujeitos residentes no Munic&iacute;pio de S&atilde;o    Paulo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na fase um, no    ano 2000, foram entrevistados 2.143 idosos, com amostra composta por dois segmentos:    o primeiro, probabil&iacute;stico, baseou-se em cadastro permanente de 72 setores    censit&aacute;rios, dispon&iacute;vel no Departamento de Epidemiologia, Faculdade    de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade de S&atilde;o Paulo (FSP/USP),    tomada do cadastro da <i>Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios</i>    (PNAD) do ano de 1995. Esse cadastro foi composto por 263 setores censit&aacute;rios    sorteados mediante amostragem por conglomerados, sob o crit&eacute;rio de probabilidade    proporcional ao n&uacute;mero de domic&iacute;lios e correspondeu &agrave; amostra    formada por 1.568 entrevistados. O segundo segmento, composto por 575 residentes    nos distritos em que se realizaram as entrevistas anteriores, correspondeu ao    acr&eacute;scimo efetuado para compensar a mortalidade na popula&ccedil;&atilde;o    de maiores de 75 anos e completar o n&uacute;mero adequado de entrevistas. O    n&uacute;mero m&iacute;nimo de domic&iacute;lios sorteados no segundo est&aacute;gio    foi aproximado para 90 por setor censit&aacute;rio <sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cada question&aacute;rio    teve peso calculado de acordo com o setor censit&aacute;rio correspondente (peso    = 1/f). Para os question&aacute;rios realizados com indiv&iacute;duos em domic&iacute;lios    n&atilde;o sorteados (faixa et&aacute;ria 75 anos e mais), o c&aacute;lculo    do peso foi realizado de acordo com a rela&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o    de idosos nessa faixa et&aacute;ria, residentes no Munic&iacute;pio de S&atilde;o    Paulo em 1998, e o n&uacute;mero total de idosos dessa faixa encontrado no final    do estudo. Os dados para o Estudo SABE foram obtidos por entrevistas domiciliares,    realizadas com question&aacute;rios divididos em 11 blocos tem&aacute;ticos,    aplicados por entrevistadores treinados <sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir de 2006,    o Estudo SABE transformou-se num estudo longitudinal que buscou estudar as altera&ccedil;&otilde;es,    com o passar do tempo, nas condi&ccedil;&otilde;es de vida e de sa&uacute;de    dos idosos no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo. Para tanto, os idosos que    fizeram parte da primeira amostra foram reavaliados. O question&aacute;rio base    foi mantido, tendo sido acrescentados instrumentos complementares, inclusive    no bloco de quest&otilde;es relativas &agrave; audi&ccedil;&atilde;o. Dos 2.143    idosos entrevistados no ano 2000, 1.028 n&atilde;o participaram do estudo no    ano de 2006, em raz&atilde;o de &oacute;bito (n = 649), institucionaliza&ccedil;&atilde;o    (n = 11), mudan&ccedil;a para outros munic&iacute;pios (n = 52), n&atilde;o    localiza&ccedil;&atilde;o (n = 139) e recusa (n = 177).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dessa forma, a    amostra considerada para o presente trabalho foi composta por 1.115 idosos com    65 anos ou mais residentes no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, entrevistados    no ano de 2006, configurando-se um estudo transversal. Foram considerados sujeitos    com defici&ecirc;ncia auditiva referida todas as pessoas que preencheram os    seguintes crit&eacute;rios: (1) declararam sua audi&ccedil;&atilde;o como regular,    ruim ou muito ruim para a quest&atilde;o "<i>Em geral, como o(a) Sr(a) diria    que &eacute; a sua audi&ccedil;&atilde;o (com ou sem aparelho de audi&ccedil;&atilde;o)?</i>";    (2) referiram ser usu&aacute;rias de aparelho auditivo e/ou tiveram indica&ccedil;&atilde;o    pr&eacute;via de aparelho de amplifica&ccedil;&atilde;o sonora individual.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inqu&eacute;rito    de sa&uacute;de realizado no Canad&aacute; utilizou metodologia semelhante para    o levantamento populacional da defici&ecirc;ncia auditiva, combinando uma quest&atilde;o    &uacute;nica sobre o estado auditivo com outras quatro quest&otilde;es sobre    o uso e indica&ccedil;&atilde;o de aparelho de amplifica&ccedil;&atilde;o sonora    individual <sup>19</sup>. Para esses autores, a complementa&ccedil;&atilde;o    de quest&otilde;es isoladas com dados relacionados ao uso de aparelho de amplifica&ccedil;&atilde;o    sonora individual aumentou a confiabilidade do instrumento, pois muitos sujeitos    possu&iacute;am habilidades auditivas preservadas exatamente por conta da amplifica&ccedil;&atilde;o    sonora fornecida pelo aparelho e poderiam referir que o estado auditivo atual    seria bom, mesmo na presen&ccedil;a de defici&ecirc;ncia auditiva.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudou-se a associa&ccedil;&atilde;o    da defici&ecirc;ncia auditiva com os seguintes fatores: idade, sexo, cor/etnia    autorreferida, situa&ccedil;&atilde;o conjugal, arranjo domiciliar, Apgar de    fam&iacute;lia, alfabetiza&ccedil;&atilde;o, anos de estudo, renda, percep&ccedil;&atilde;o    de renda, grupo ocupacional, posi&ccedil;&atilde;o na ocupa&ccedil;&atilde;o,    autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, defici&ecirc;ncia visual referida,    uso de tabaco, morbidades referidas (diabetes, hipertens&atilde;o, doen&ccedil;as    osteoarticulares, neoplasias, doen&ccedil;as cardiovasculares, osteoporose,    doen&ccedil;a pulmonar obstrutiva cr&ocirc;nica, tontura/vertigem), sintomas    depressivos, prov&aacute;vel dem&ecirc;ncia, uso de medicamentos, morbidade    associada &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o e dificuldades no desempenho de atividades    de vida di&aacute;ria, b&aacute;sicas e instrumentais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O conceito de arranjo    domiciliar utilizado foi da unidade formada por uma pessoa vivendo sozinha ou    por um grupo de pessoas que residem em um domic&iacute;lio particular, classificando-se    os arranjos em "mora sozinho ou mora acompanhado" <sup>20</sup>. A vari&aacute;vel    "percep&ccedil;&atilde;o de renda" foi definida com base na considera&ccedil;&atilde;o    dos idosos entrevistados sobre ter dinheiro suficiente para a cobertura das    necessidades de vida di&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O uso de tabaco    foi investigado pela pesquisa sobre o h&aacute;bito de fumar atualmente e/ou    ao longo da vida, sendo codificado em duas categorias: "sim", para os idosos    que referiram ser fumantes atualmente ou terem sido em algum momento de sua    hist&oacute;ria e "n&atilde;o" para os idosos que declararam nunca ter apresentado    o h&aacute;bito de fumar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o estudo dos    sintomas depressivos foi utilizada a <i>Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica</i>    - GDS <sup>21</sup>, ferramenta para a detec&ccedil;&atilde;o de sintomas depressivos    graves e leves no idoso, validada no Brasil <sup>22</sup>. As fun&ccedil;&otilde;es    cognitivas foram avaliadas pelo MEEM (<i>Mini Exame do Estado Mental</i>) <sup>23</sup>,    modificado e validado no Chile <sup>24</sup> e traduzido para o portugu&ecirc;s    <sup>25</sup>. Para o presente estudo, utilizou-se ponto de corte de 12/13,    proposto pelo estudo de valida&ccedil;&atilde;o chileno, com o qual se obteve    uma sensibilidade e especificidade de 93,8 e 93,9 respectivamente <sup>25</sup>,    sendo o preju&iacute;zo cognitivo indicado pela pontua&ccedil;&atilde;o igual    ou inferior a 12.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O resultado do    MEEM foi utilizado como filtro para a aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio    desenvolvido por Pfeffer et al. <sup>26</sup>. O QPAF (<i>Pfeffer Functional    Activities Questionnarie</i> - <i>Question&aacute;rio de Pfeffer para atividades    funcionais</i>) destina-se a avaliar a autonomia funcional da pessoa em atividades    da vida cotidiana. O ponto de corte utilizado foi o proposto pelos seus autores    (igual ou superior a seis para indicar que o indiv&iacute;duo necessita de ajuda    para desenvolver atividades cotidianas denominadas instrumentais). Para efeito    de an&aacute;lise, o sujeito que pontuava no MEEM e no QPAF foi considerado    como um caso de prov&aacute;vel dem&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Apgar de fam&iacute;lia    <sup>27</sup>, traduzido e adaptado no Brasil <sup>28</sup>, &eacute; um instrumento    composto por cinco quest&otilde;es que permitem a mensura&ccedil;&atilde;o da    satisfa&ccedil;&atilde;o dos membros da fam&iacute;lia em rela&ccedil;&atilde;o    a cinco componentes considerados b&aacute;sicos na unidade e funcionalidade    de uma fam&iacute;lia: adapta&ccedil;&atilde;o, companheirismo, desenvolvimento,    afetividade e capacidade resolutiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As atividades b&aacute;sicas    de vida di&aacute;ria envolvem as atividades de autocuidado como alimentar-se,    tomar banho, vestir-se, arrumar-se, mobilizar-se, caminhar, controlar as necessidades    fisiol&oacute;gicas <sup>29.</sup> As atividades instrumentais de vida di&aacute;ria    remetem &agrave;s atividades necess&aacute;rias para o idoso para administrar    o ambiente em que vive, tais como realizar compras, preparar refei&ccedil;&otilde;es,    fazer tarefas dom&eacute;sticas, lavar roupas, manusear dinheiro, usar o telefone,    tomar medica&ccedil;&otilde;es e utilizar os meios de transporte <sup>30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para an&aacute;lise    das descri&ccedil;&otilde;es das ocupa&ccedil;&otilde;es, codificaram-se as    respostas com base nos grandes grupos ocupacionais propostos pela Classifica&ccedil;&atilde;o    Brasileira de Ocupa&ccedil;&otilde;es <sup>31</sup>. Foram agrupadas profiss&otilde;es    que tivessem risco para audi&ccedil;&atilde;o similar, como presen&ccedil;a    de ru&iacute;dos ambientais, similaridade de tarefas e escolaridade. Assim sendo,    os novos grupos formados foram: (i) grupo 1: for&ccedil;as armadas, policiais    e bombeiros militares, membros superiores do poder p&uacute;blico, dirigentes    de organiza&ccedil;&otilde;es de interesse p&uacute;blico e de empresas e gerentes,    profissionais das ci&ecirc;ncias e das artes; (ii) grupo 2: t&eacute;cnicos    de n&iacute;vel m&eacute;dio; (iii) grupo 3: trabalhadores de servi&ccedil;os    administrativos e trabalhadores dos servi&ccedil;os, vendedores do com&eacute;rcio    em lojas e mercados; e (iv) grupo 4: trabalhadores agropecu&aacute;rios, florestais,    da ca&ccedil;a e pesca, trabalhadores da produ&ccedil;&atilde;o de bens e servi&ccedil;os    industriais e trabalhadores de manuten&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A posi&ccedil;&atilde;o    na ocupa&ccedil;&atilde;o foi estabelecida segundo a rela&ccedil;&atilde;o de    trabalho existente entre a pessoa e o empreendimento em que trabalha/trabalhava    e agrupados em categorias: "oper&aacute;rio/trabalhador/rural", formada pelos    oper&aacute;rios e/ou empregados com vinculo empregat&iacute;cio formalizado;    trabalhadores rurais; trabalhadores por empreitada; trabalhadores familiares    e n&atilde;o familiares; "aut&ocirc;nomo", formado pelos profissionais que referiram    trabalhar por conta pr&oacute;pria; "patr&atilde;o", formado por idosos que    declararam ser empregadores e ou propriet&aacute;rios de estabelecimentos empregadores;    e "outro", formado pelos sujeitos que declararam outras possibilidades de rela&ccedil;&otilde;es    de trabalho.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vari&aacute;vel    "morbidade decorrente da ocupa&ccedil;&atilde;o" teve por objetivo verificar    se os idosos entrevistados referiram algum tipo de doen&ccedil;a e ou agravo    que tenha se desenvolvido exclusivamente por causa de fatores ocupacionais,    com codifica&ccedil;&atilde;o de resposta "sim" para os relatos presentes e    "n&atilde;o" para os ausentes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    dos dados foi conduzida pela utiliza&ccedil;&atilde;o do programa Stata 10.0    (Stata Corp., College Station, Estados Unidos), m&oacute;dulo <i>survey</i>,    que permite incorporar aspectos referentes ao delineamento complexo de amostragem:    estratifica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o proporcional, sorteio de conglomerados    e pondera&ccedil;&atilde;o. A vari&aacute;vel "peso", criada para ponderar os    dados, foi definida pelo inverso da fra&ccedil;&atilde;o amostral e ajustada    para que a amostra n&atilde;o apresentasse distor&ccedil;&otilde;es no que se    refere &agrave; idade e sexo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    univariada foi efetuada por meio do teste de Rao-Scott, que realiza a prova    de signific&acirc;ncia da associa&ccedil;&atilde;o em tabelas de dupla entrada,    ajustando pelo desenho amostral, recomendado em estudos com amostras complexas    <sup>32</sup> e a an&aacute;lise multivariada foi obtida pelo uso da regress&atilde;o    de Poisson. Foram selecionadas para integrar o modelo de regress&atilde;o todas    as vari&aacute;veis com associa&ccedil;&atilde;o com a vari&aacute;vel dependente,    com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 20% (p &lt; 0,20). Utilizou-se o    procedimento retr&oacute;grado (ou passo a passo para tr&aacute;s) para a elabora&ccedil;&atilde;o    do modelo m&uacute;ltiplo, e a vari&aacute;vel permaneceu no modelo final se    p &lt; 0,05.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente estudo    &eacute; parte integrante do Estudo SABE, que foi aprovado pelo Comit&ecirc;    de &Eacute;tica em Pesquisa da FSP/USP, protocolo de pesquisa n&uacute;mero    1345, of&iacute;cio COEP/83/06.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram entrevistados    1.115 idosos no ano de 2006, com idades variando entre 65 e 97 anos (<img src="/img/revistas/csp/v28n8/07s01.jpg" align="absmiddle">    = 68,1 anos e DP&#177;0,4). A maioria dos idosos era do sexo feminino (61,2%),    que correspondeu a um total de 701 mulheres, e a menor porcentagem (38,8%) do    masculino, representado por 414 homens.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O detalhamento    dos fatores possivelmente associados &agrave; defici&ecirc;ncia auditiva, bem    como as respectivas preval&ecirc;ncias ou distribui&ccedil;&otilde;es encontradas    em cada grupo, foram ilustradas com an&aacute;lises univariadas. Elas est&atilde;o    apresentadas nas <a href="#t1">Tabelas 1</a>, <a href="#t2">2</a>, <a href="/img/revistas/csp/v28n8/07t03.jpg">3</a>    e <a href="/img/revistas/csp/v28n8/07t04.jpg">4</a>, divididas de acordo com seu conte&uacute;do    tem&aacute;tico.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csp/v28n8/07t01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csp/v28n8/07t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram inclu&iacute;das    na an&aacute;lise multivariada as seguintes vari&aacute;veis: faixa et&aacute;ria,    sexo, situa&ccedil;&atilde;o conjugal, alfabetiza&ccedil;&atilde;o, grupo ocupacional,    posi&ccedil;&atilde;o na ocupa&ccedil;&atilde;o, autopercep&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de, uso de tabaco, doen&ccedil;as osteoarticulares, doen&ccedil;a    pulmonar obstrutiva cr&ocirc;nica, tontura/vertigem, sintomas depressivos, prov&aacute;vel    dem&ecirc;ncia, defici&ecirc;ncia visual referida, morbidades resultantes da    ocupa&ccedil;&atilde;o, atividades b&aacute;sicas de vida di&aacute;ria (em    sua totalidade), dificuldade para caminhar, atividades instrumentais de vida    di&aacute;ria (total de atividades), preparar refei&ccedil;&atilde;o quente,    cuidar do dinheiro, utilizar transporte p&uacute;blico, usar o telefone, realizar    tarefas dom&eacute;sticas (leves e pesadas), tomar rem&eacute;dios.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi considerado    desfecho deste estudo a presen&ccedil;a ou n&atilde;o de defici&ecirc;ncia auditiva    referida. Assim, as vari&aacute;veis que permaneceram no modelo, com p &lt;    0,05 ap&oacute;s a an&aacute;lise multivariada foram descritas na <a href="#t5">Tabela    5</a>.</font></p>     <p><a name="t5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csp/v28n8/07t05.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo os resultados    da regress&atilde;o de Poisson, as vari&aacute;veis relacionadas &agrave;s maiores    preval&ecirc;ncias de defici&ecirc;ncia auditiva foram: idades mais avan&ccedil;adas,    o sexo masculino, presen&ccedil;a de doen&ccedil;as osteoarticulares, relato    de tontura e/ou vertigem, presen&ccedil;a de defici&ecirc;ncia visual referida    e apresentar dificuldades na atividade de vida di&aacute;ria instrumental de    uso do telefone.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A preval&ecirc;ncia    total de defici&ecirc;ncia auditiva no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo,    considerando todas as faixas et&aacute;rias e ambos os sexos, foi de 30,4% (intervalo    de 95% de confian&ccedil;a - IC95%: 27,2-33,8). Esses resultados assemelham-se    aos achados de Cruickshanks et al. <sup>33</sup>, que relataram preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva autorreferida de 33,7% e foram superiores aos    encontrados por Coelho Filho &amp; Ramos <sup>34</sup> no Brasil (26,4%). Desai    et al. <sup>35</sup>, nos Estados Unidos, encontraram valores aproximados aos    do presente estudo, tendo em conta tamb&eacute;m a defici&ecirc;ncia auditiva    autorreferida. No estudo norte-americano, cerca de 30% dos idosos com 70 anos    relataram d&eacute;ficit auditivo, e, no presente trabalho, 36,2% (IC95%: 29,3-43,6).    Sindhusake et al. <sup>36</sup> encontraram valores maiores, entretanto a faixa    et&aacute;ria e a metodologia por eles empregada foram distintas. No referido    estudo, realizado na Austr&aacute;lia, a preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia    auditiva, comprovada por audiometria tonal foi de 39,4%, em popula&ccedil;&atilde;o    acima de 55 anos. Segundo os autores, comparando-se com os achados da audi&ccedil;&atilde;o    autorreferida e da clinicamente comprovada, a quest&atilde;o isolada "<i>do    you feel you have a hearing loss</i>" apresentou alta sensibilidade e especificidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da conclus&atilde;o    de Sindhusake et al. <sup>36</sup>, h&aacute; trabalhos na literatura que avaliam    a utiliza&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es para o levantamento da defici&ecirc;ncia    auditiva como um instrumento de baixa sensibilidade e alta especificidade <sup>37</sup>.    Desse modo, pode-se conjecturar que a preval&ecirc;ncia de deficientes auditivos    clinicamente comprovados poderia ser maior que a encontrada pelo presente estudo,    fato atribu&iacute;do &agrave;s pr&oacute;prias caracter&iacute;sticas da defici&ecirc;ncia    auditiva. Em muitos casos, esta defici&ecirc;ncia tem in&iacute;cio lento e    gradual, sobretudo se atribu&iacute;da &agrave; presbiacusia <sup>38</sup>.    Dessa forma, quando o idoso se percebe deficiente auditivo e relata a defici&ecirc;ncia    auditiva, ela j&aacute; se encontra em est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados,    dados que fortalecem a hip&oacute;tese de que a defici&ecirc;ncia auditiva narrada    tende a levantar valores de preval&ecirc;ncia subestimados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os achados do Estudo    SABE do ano de 2000 relativos &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o da audi&ccedil;&atilde;o    foram publicados por Morettin et al. <sup>39</sup>. Entretanto, no estudo realizado    no ano de 2006, foram acrescentadas quest&otilde;es relativas ao uso e indica&ccedil;&atilde;o    de aparelho auditivo, inclus&otilde;es que permitiram um delineamento mais preciso    de poss&iacute;veis defici&ecirc;ncias auditivas referidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com base nos dados    do presente estudo, constatou-se que o n&uacute;mero total de idosos com defici&ecirc;ncia    auditiva referida foi 377. Contudo, o n&uacute;mero de entrevistados para o    estudo de cada fator associado, isoladamente, apresentou pequenas varia&ccedil;&otilde;es,    devido &agrave;s n&atilde;o respostas. Uma prov&aacute;vel explica&ccedil;&atilde;o    para essas "n&atilde;o respostas" remeteria &agrave;s dificuldades comunicativas    que a defici&ecirc;ncia auditiva pode provocar. Muitas das quest&otilde;es podem    ter sido assinaladas como "n&atilde;o sabe/n&atilde;o respondeu" pelo n&atilde;o    entendimento da pergunta, por dificuldade de detec&ccedil;&atilde;o sonora ou    de processamento da informa&ccedil;&atilde;o ac&uacute;stica pelo idoso. Como    segunda hip&oacute;tese, pode-se supor dificuldade de entendimento pelo entrevistador    da resposta atribu&iacute;da, j&aacute; que preju&iacute;zo no <i>feedback</i>    auditivo do idoso pode acarretar problemas de fala, bem como dist&uacute;rbios    vocais <sup>40</sup>, situa&ccedil;&otilde;es que favoreceriam a diminui&ccedil;&atilde;o    do total de respostas consideradas em algumas quest&otilde;es. Apesar desse    poss&iacute;vel vi&eacute;s para o levantamento dos fatores associados &agrave;    defici&ecirc;ncia auditiva, especialmente os referidos, a descri&ccedil;&atilde;o    deles &eacute; de suma import&acirc;ncia para a caracteriza&ccedil;&atilde;o    dessa popula&ccedil;&atilde;o e para nortear a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de    coletiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim sendo, verifica-se    que faixa et&aacute;ria, sexo masculino, presen&ccedil;a de doen&ccedil;as osteoarticulares,    relatos de tontura ou vertigem, defici&ecirc;ncia visual referida e o relato    de dificuldades para utilizar o telefone se associaram &agrave; preval&ecirc;ncia    da defici&ecirc;ncia auditiva. Vale ressaltar que o desenho transversal dessa    an&aacute;lise n&atilde;o permite a infer&ecirc;ncia da causalidade desses fatores.    Por&eacute;m, analisando-se os dados relativos &agrave; faixa et&aacute;ria    e ao sexo, esta abordagem pode ser aplicada, uma vez que a presen&ccedil;a de    defici&ecirc;ncia auditiva n&atilde;o determina o avan&ccedil;o da idade e o    sexo &eacute; determinado ao nascimento. Na an&aacute;lise dos demais fatores,    n&atilde;o h&aacute; possibilidade de se afirmar que a defici&ecirc;ncia auditiva    provocou maior relato de doen&ccedil;as osteoarticulares, tontura vertigem,    defici&ecirc;ncia visual referida e dificuldades para telefonar ou se favoreceriam    o sujeito a relatar a defici&ecirc;ncia auditiva caso tivesse tais caracter&iacute;sticas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diversos estudos    identificaram a idade avan&ccedil;ada como um dos fatores causais para a maior    preval&ecirc;ncia da defici&ecirc;ncia auditiva <sup>5,41</sup>, devido, entre    outros fatores, ao maior tempo de exposi&ccedil;&atilde;o aos fatores prejudiciais    &agrave; audi&ccedil;&atilde;o ao longo da vida e &agrave; presbiacusia propriamente    dita. No Brasil, levantamento epidemiol&oacute;gico realizado em quatro regi&otilde;es    do Estado de S&atilde;o Paulo, incluindo a capital, verificou-se que a idade    foi um fator associado &agrave; presen&ccedil;a de defici&ecirc;ncia auditiva,    embora a preval&ecirc;ncia fosse menor que a do presente estudo e a faixa et&aacute;ria    considerada fosse distinta (18% nas idades acima de 60 anos) <sup>17</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Analisando-se as    preval&ecirc;ncias de defici&ecirc;ncia auditiva em cada faixa et&aacute;ria,    observou-se um aumento das taxas nas idades mais avan&ccedil;adas. A preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva aumenta 40% nas idades entre 70 e 74 anos e 50%    nas faixas et&aacute;rias acima de 75 anos, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s    idades de refer&ecirc;ncia (65-69 anos). Considerando os intervalos de confian&ccedil;a,    esses valores s&atilde;o pr&oacute;ximos aos dados de Cruickshanks et al. <sup>33</sup>,    que descreveram raz&atilde;o de preval&ecirc;ncia de 1,9 de defici&ecirc;ncia    auditiva para cada aumento de cinco anos na idade de refer&ecirc;ncia (43-54    anos). Esses achados corroboram a hip&oacute;tese de que a presbiacusia &eacute;    um fator altamente prevalente nos idosos e que a audi&ccedil;&atilde;o piora    significativamente conforme aumenta a idade dos indiv&iacute;duos <sup>42</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sexo masculino    tamb&eacute;m foi relatado como um fator associado &agrave; maior preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva em adultos em estudos internacionais e nacionais    <sup>5,7</sup>. Agrawal et al. <sup>43</sup> encontraram valores superiores    ao do presente estudo, em trabalho realizado sobre a defici&ecirc;ncia auditiva    nos Estados Unidos, com raz&atilde;o das preval&ecirc;ncias de defici&ecirc;ncia    auditiva entre homens e mulheres no valor de 2,4 (IC95%: 1,7-3,5). Woodcock    &amp; Pole <sup>19</sup>, no Canad&aacute;, tamb&eacute;m relataram maior preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva referida entre homens, apesar de as preval&ecirc;ncias,    em geral, serem inferiores &agrave;s encontradas em S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A diferen&ccedil;a    entre as preval&ecirc;ncias de defici&ecirc;ncia auditiva entre homens e mulheres    pode ser atribu&iacute;da, particularmente, &agrave;s diferen&ccedil;as de exposi&ccedil;&atilde;o    ao longo da vida, visto que, provavelmente, homens podem ter desempenhado trabalhos    mais insalubres ou em ambientes mais ruidosos<sup>.</sup> Todavia, fatores intr&iacute;nsecos    tamb&eacute;m poderiam explicar tais diferen&ccedil;as. Mesmo que as estruturas    do sistema auditivo pare&ccedil;am semelhantes para homens e mulheres ao nascimento,    pequenas diferen&ccedil;as foram verificadas em resultados de exames de emiss&otilde;es    otoac&uacute;sticas e potenciais evocados de tronco encef&aacute;lico. Consequentemente,    diferen&ccedil;as hormonais e metab&oacute;licas tamb&eacute;m devem ser consideradas    nessas an&aacute;lises <sup>44</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando a    literatura nacional e internacional, h&aacute; car&ecirc;ncia de trabalhos populacionais    que estudem a associa&ccedil;&atilde;o entre as doen&ccedil;as osteoarticulares    e a defici&ecirc;ncia auditiva tais como as doen&ccedil;as reumatol&oacute;gicas.    Em sua maioria, esses estudos t&ecirc;m uma abordagem cl&iacute;nica, s&atilde;o    descri&ccedil;&atilde;o de casos ou s&atilde;o estudos de caso-controle <sup>10</sup>.    Em estudos mais antigos <sup>45</sup>, chegou-se a utilizar o termo "oto-artrites"    para manifesta&ccedil;&otilde;es dessa natureza (defici&ecirc;ncia auditiva    tempor&aacute;ria percebida em crises artr&iacute;ticas agudas), entretanto,    n&atilde;o foram encontrados relatos mais recentes em estudos epidemiol&oacute;gicos    sobre essa associa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Stone &amp; Francis    <sup>46</sup> declararam que problemas auditivos podem ocorrer como complica&ccedil;&atilde;o    do curso de v&aacute;rias doen&ccedil;as reumatol&oacute;gicas. Desse modo,    segundo os referidos autores, doen&ccedil;as da orelha interna imunomediada    poderiam produzir, al&eacute;m de defici&ecirc;ncia auditiva neurossensorial,    sintomas como vertigens, tinido e sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude auricular,    ocasionando, al&eacute;m da diminui&ccedil;&atilde;o da acuidade auditiva, a    dificuldade de discrimina&ccedil;&atilde;o do som.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gopinath et al.    <sup>47</sup> em estudo epidemiol&oacute;gico sobre audi&ccedil;&atilde;o realizado    na Austr&aacute;lia, o <i>The Blue Mountains Hearing Study,</i> verificaram    que sintomas como vertigem e tontura se associaram ao zumbido, mas n&atilde;o    &agrave; maior preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia auditiva. Por outro lado,    Ganan&ccedil;a et al. <sup>48</sup> relataram que a ocorr&ecirc;ncia de tontura,    desequil&iacute;brios e consequentes quedas s&atilde;o queixas muito comuns    entre os idosos e poderiam estar associadas a zumbido e a dificuldades auditivas    espec&iacute;ficas, tais como: performance rebaixada em atividades de discrimina&ccedil;&atilde;o    sonora, menor detec&ccedil;&atilde;o de sons agudos e intoler&acirc;ncia a sons    intensos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gushikem et al.    <sup>49</sup> verificaram a ocorr&ecirc;ncia de sintomas e sinais de disfun&ccedil;&atilde;o    auditiva e vestibular em pacientes idosos com relato de tontura e detectaram    que os principais fatores relacionados a essa queixa foram o zumbido, dificuldade    para compreender a fala em ambientes ruidosos, hipoacusia e sensibilidade a    sons intensos, em conformidade aos estudos de Ganan&ccedil;a et al. <sup>48</sup>.    As principais queixas vestibulares identificadas foram vertigem postural, tontura    n&atilde;o rotat&oacute;ria, desequil&iacute;brio, quedas, s&iacute;ncopes e    dist&uacute;rbios neurovegetativos associados &agrave; tontura. Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; audi&ccedil;&atilde;o especificamente, conclu&iacute;ram que o principal    achado na avalia&ccedil;&atilde;o audiol&oacute;gica foi a defici&ecirc;ncia    auditiva neurossensorial com configura&ccedil;&atilde;o audiom&eacute;trica    do tipo descendente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro fator que    se associou com a defici&ecirc;ncia auditiva referida em idosos no Munic&iacute;pio    de S&atilde;o Paulo foi defici&ecirc;ncia visual referida. Klein et al. <sup>50</sup>,    em estudo populacional, relataram associa&ccedil;&atilde;o entre defici&ecirc;ncia    auditiva e morbidades visuais espec&iacute;ficas, tais como maculopatia senil    e catarata, sendo a defici&ecirc;ncia auditiva considerada um fator agravante    &agrave; qualidade de vida nesses pacientes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chia et al. <sup>13</sup>,    na Austr&aacute;lia, relataram que sujeitos acima de 55 anos que apresentaram    <i>deficit</i> visual relataram mais defici&ecirc;ncia auditiva, com valores    de <i>odds ratio</i> - OR de 1,4 (IC95%: 1,0-2,1), se comparados aos sujeitos    sem problemas visuais. O referido estudo encontrou preval&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia    auditiva entre os sujeitos com defici&ecirc;ncia visual de 65,2%, valor superior    ao do encontrado no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo pelo presente trabalho    (32,2%). Essas diferen&ccedil;as podem ser atribu&iacute;das a fatores metodol&oacute;gicos:    no estudo australiano, foram utilizadas metodologias objetivas para aferi&ccedil;&atilde;o    da defici&ecirc;ncia auditiva e da defici&ecirc;ncia visual e, no atual estudo,    as morbidades foram referidas. A explica&ccedil;&atilde;o para a maior preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva entre os sujeitos com d&eacute;ficit visual, segundo    Chia et al. <sup>13</sup>, seria que essas duas defici&ecirc;ncias podem compartilhar    fatores de risco comuns ou apresentam marcadores biol&oacute;gicos similares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre todas as    atividades de vida di&aacute;ria estudadas, segundo os resultados da regress&atilde;o    de Poisson, somente a atividade de vida di&aacute;ria instrumental de usar telefone    permaneceu no modelo, demonstrando que todos os preju&iacute;zos em outras atividades    estavam relacionados a outros fatores, tais como idade, sexo e morbidades e    n&atilde;o apenas &agrave; defici&ecirc;ncia auditiva. Supunha-se que a atividade    de falar ao telefone se associasse &agrave; defici&ecirc;ncia auditiva, especialmente    por conta de uma consequ&ecirc;ncia dela, haja vista as caracter&iacute;sticas    peculiares dessa atividade. Para se falar ao telefone, somente a habilidade    auditiva &eacute; requerida, pois n&atilde;o h&aacute; como realizar leitura    orofacial ou utilizar algum outro mecanismo compensat&oacute;rio para o sucesso    na atividade, a audi&ccedil;&atilde;o &eacute; o caminho &uacute;nico de entrada    da informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Veiga et al. <sup>51</sup>,    em estudo sobre a satisfa&ccedil;&atilde;o de idosos e adultos deficientes auditivos    usu&aacute;rios de aparelho de amplifica&ccedil;&atilde;o sonora individual,    conclu&iacute;ram que o uso do telefone &eacute; a atividade mais dif&iacute;cil    de se realizar por um sujeito com defici&ecirc;ncia auditiva, pela dificuldade    em se regular o dispositivo nessa fun&ccedil;&atilde;o e as caracter&iacute;sticas    dessa tarefa. Northern <sup>52</sup> tamb&eacute;m verificou que mesmo os pacientes    que revelam satisfa&ccedil;&atilde;o com a pr&oacute;tese relatam baixos &iacute;ndices    de melhora para o uso do telefone. Para os referidos autores, o uso do telefone    &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o auditiva na qual as limita&ccedil;&otilde;es    tecnol&oacute;gicas das pr&oacute;teses ficam evidenciadas. Por esse motivo,    as orienta&ccedil;&otilde;es de uso e manuseio da pr&oacute;tese auditiva devem    ser refor&ccedil;adas pelo treinamento de uso do telefone e o aconselhamento    deve enfatizar que as dificuldades inerentes s&atilde;o inevit&aacute;veis,    para que o paciente n&atilde;o crie falsas expectativas seguidas de frustra&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra quest&atilde;o    a ser levantada &eacute; o poss&iacute;vel uso dessa informa&ccedil;&atilde;o    na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Se a atividade de falar ao telefone associou-se    &agrave; defici&ecirc;ncia auditiva no presente estudo, a inclus&atilde;o dessa    pergunta em anamneses realizadas em idosos poderia ser um instrumento a mais    para a investiga&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis casos de defici&ecirc;ncia    auditiva. Obviamente, n&atilde;o se pode transferir o risco encontrado em estudos    epidemiol&oacute;gicos para situa&ccedil;&otilde;es individuais, ou seja, o    fato de o idoso apresentar dificuldades para telefonar n&atilde;o indica, necessariamente,    que ele apresente defici&ecirc;ncia auditiva. Seriam necess&aacute;rios estudos    que pesquisassem a sensibilidade, especificidade, valor preditivo negativo e    positivo de pergunta dessa natureza para a detec&ccedil;&atilde;o de defici&ecirc;ncia    auditiva. Entretanto, por se tratar de uma quest&atilde;o simples e, sendo a    dificuldade no uso do telefone associada &agrave; defici&ecirc;ncia auditiva    no presente estudo e, tamb&eacute;m, em estudos cl&iacute;nicos <sup>52</sup>,    sugere-se aos profissionais de sa&uacute;de a investiga&ccedil;&atilde;o dessa    habilidade a fim de se pesquisar poss&iacute;vel defici&ecirc;ncia auditiva.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A defici&ecirc;ncia    auditiva em idosos tamb&eacute;m pode ser ignorada por familiares, amigos e    pelo pr&oacute;prio sujeito acometido, uma vez que o tema ainda &eacute; pouco    debatido entre a popula&ccedil;&atilde;o brasileira. O levantamento dos idosos    deficientes auditivos de uma comunidade &eacute; de extrema import&acirc;ncia    para a divulga&ccedil;&atilde;o do tema e, sobretudo, para promover a&ccedil;&otilde;es    estrat&eacute;gicas em sa&uacute;de coletiva. O planejamento de atividades de    sa&uacute;de p&uacute;blica com vistas &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da    preval&ecirc;ncia dessa defici&ecirc;ncia pode se tornar mais efetivo quando    os fatores associados &agrave; defici&ecirc;ncia s&atilde;o conhecidos. Segundo    Veras &amp; Caldas <sup>53</sup>, a informa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica    deve ser valorizada por sua capacidade em prever eventos e possibilitar o diagn&oacute;stico    precoce, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas,    e assim retardar o aparecimento de agravos e melhorar a qualidade de vida e    abordagem terap&ecirc;utica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mesmo que a defici&ecirc;ncia    auditiva seja inevit&aacute;vel, a sua detec&ccedil;&atilde;o precoce e poss&iacute;vel    maximiza&ccedil;&atilde;o do res&iacute;duo auditivo contribuem de forma &iacute;mpar    para a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida do idoso, pois a audi&ccedil;&atilde;o    auxilia em diversas atividades e tarefas do cotidiano, influenciando diretamente    na manuten&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional dos idosos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As seguintes limita&ccedil;&otilde;es    metodol&oacute;gicas foram detectadas na realiza&ccedil;&atilde;o do presente    estudo: (a) devido ao delineamento transversal n&atilde;o h&aacute; como realizar    infer&ecirc;ncias temporais ou de causalidade, salvo para sexo e idade; (b)    as informa&ccedil;&otilde;es foram autorreferidas: os achados sobre defici&ecirc;ncia    auditiva bem como sobre os fatores associados podem estar superestimados ou    subestimados; e (c) necessidade da compreens&atilde;o auditiva para a realiza&ccedil;&atilde;o    dos testes espec&iacute;ficos, como GDS e MEEM, fato que pode ter prejudicado    o desempenho de idosos com defici&ecirc;ncia auditiva nos referidos instrumentos.    Segundo Liu et al. <sup>34</sup>, o uso de question&aacute;rios para o levantamento    auditivo possibilita a realiza&ccedil;&atilde;o de tais estudos em larga escala    e facilita a coleta de dados em &aacute;reas remotas ou rurais, contudo pode    gerar propor&ccedil;&otilde;es consider&aacute;veis de falso-negativos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Colaboradores</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">M. S. Cruz contribuiu    no levantamento bibliogr&aacute;fico, tratamento e an&aacute;lise dos dados,    elabora&ccedil;&atilde;o do manuscrito e revis&atilde;o final. M. C. P. Lima    contribui&ccedil;&atilde;o na concep&ccedil;&atilde;o e planejamento, an&aacute;lise    e interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados, elabora&ccedil;&atilde;o do rascunho    e aprova&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o final do manuscrito. J. L. F. Santos    colaborou no tratamento dos dados, an&aacute;lise estat&iacute;stica e revis&atilde;o    da vers&atilde;o final. Y. A. O. Duarte contribuiu para o desenho do estudo,    organiza&ccedil;&atilde;o do banco de dados, an&aacute;lise e interpreta&ccedil;&atilde;o    dos dados e revis&atilde;o cr&iacute;tica da vers&atilde;o final. M. L. Lebr&atilde;o    colaborou no desenho do estudo, revis&atilde;o da vers&atilde;o final. A. T.    A. Ramos-Cerqueira contribuiu na constru&ccedil;&atilde;o do banco e an&aacute;lise    dos dados, participa&ccedil;&atilde;o na reda&ccedil;&atilde;o dos resultados    e discuss&atilde;o, revis&atilde;o final do manuscrito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Pol&iacute;tica    Nacional de Sa&uacute;de da Pessoa Idosa, 2006. <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/2528%20aprova%20a%20politica%20nacional%20de%20saude%20da%20pessoa%20idosa.pdf" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/2528%20aprova%20a%20politica%20nacional%20de%20saude%20da%20pessoa%20idosa.pdf</a>    (acessado em 11/Fev/2011).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149438&pid=S0102-311X201200080000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Veras RP. Envelhecimento    populacional contempor&acirc;neo: demandas, desafios e inova&ccedil;&otilde;es.    Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2009; 43:548-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149440&pid=S0102-311X201200080000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Del Duca GF,    Silva MC, Hallal PC. Disability relating to basic and instrumental activities    of daily living among elderly subjects. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2009;    43:796-805.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149442&pid=S0102-311X201200080000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Brennan M, Bally    SJ. Psychosocial adaptations to dual sensory loss in middle and late adulthood.    Trends Amplif 2007; 11:281-300.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149444&pid=S0102-311X201200080000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Cruickshanks    KJ, Tweed TS, Wiley TL, Klein BEK, Klein R, Chappell R, et al. The 5-year incidence    and progression of hearing loss: the epidemiology of hearing loss study. Arch    Otolaryngol Head Neck Surg 2003; 129:1041-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149446&pid=S0102-311X201200080000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Gates GA, Mills    JH. Presbycusis. Lancet 2005; 366:1111-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149448&pid=S0102-311X201200080000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Castro SS, C&eacute;sar    CLG, Carandina L, Barros MBA, Alves MCGP, Goldbaum M. Defici&ecirc;ncia visual,    auditiva e f&iacute;sica: preval&ecirc;ncia e fatores associados em estudo de    base populacional. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2008; 24:1773-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149450&pid=S0102-311X201200080000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Marchiori LLM,    Rego Filho EA, Matsuo T. Hipertens&atilde;o como fator associado &agrave; perda    auditiva. Rev Bras Otorrinolaringol 2006; 72:533-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149452&pid=S0102-311X201200080000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Uchida Y, Sugiura    S, Ando F, Nakashima T, Shimokata H. Diabetes reduces auditory sensitivity in    middle-aged listeners more than in elderly listeners: a population-based study    of age-related hearing loss. Med Sci Monit 2010; 16:PH63-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149454&pid=S0102-311X201200080000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Takatsu M,    Higaki H, Kinoshita H, Mizushima Y, Koizuka I. Ear involvement in patients with    rheumatoid arthritis. Otol Neurotol 2005; 26:755-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149456&pid=S0102-311X201200080000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Loh KY, Elango    S. Hearing impairment in the elderly. Med J Malaysia 2005; 60:526-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149458&pid=S0102-311X201200080000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. De Silva ML,    McLaughlin MT, Rodrigues EJ, Broadbent JC, Gray AR, Hammond-Tooke GD. A Mini-Mental    Status Examination for the hearing impaired. Age Ageing 2008; 37:593-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149460&pid=S0102-311X201200080000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Chia EM, Mitchell    P, Rochtchina E, Foran S, Golding M, Wang JJ. Association between vision and    hearing impairments and their combined effects on quality of life. Arch Ophthalmol    2006; 124:1465-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149462&pid=S0102-311X201200080000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Hippolito MA,    Oliveira JA. Ototoxicidade, otoprote&ccedil;&atilde;o e autodefesa das c&eacute;lulas    ciliadas da c&oacute;clea. Medicina (Ribeir&auml;o Preto) 2005; 38:279-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149464&pid=S0102-311X201200080000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Woodcock K,    Pole JD. Educational attainment, labour force status and injury: a comparison    of Canadians with and without deafness and hearing loss. Int J Rehabil Res 2008;    31:297-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149466&pid=S0102-311X201200080000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. B&eacute;ria    JU, Raymann BCW, Gigante LP, Figueiredo ACL, Jotz G, Roithman R, et al. Hearing    impairment and socioeconomic factors: a population-based survey of an urban    locality in southern Brazil. Rev Panam Salud P&uacute;blica 2007; 21:381-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149468&pid=S0102-311X201200080000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Cruz MS, Oliveira    LR, Carandina L, Lima MCP, C&eacute;sar CLG, Barros MBA, et al. Preval&ecirc;ncia    de defici&ecirc;ncia auditiva referida e causas atribu&iacute;das: um estudo    de base populacional. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2009; 25:1123-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149470&pid=S0102-311X201200080000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Lebr&atilde;o    ML, Laurenti R. Sa&uacute;de, bem-estar e envelhecimento: o estudo SABE no munic&iacute;pio    de S&atilde;o Paulo. Rev Bras Epidemiol 2005; 8:127-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149472&pid=S0102-311X201200080000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Woodcock K,    Pole JD. Health profile of deaf Canadians: analysis of the canada community    health survey. Can Fam Physician 2007; 53:2140-1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149474&pid=S0102-311X201200080000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Medeiros M,    Os&oacute;rio RG. Mudan&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o dos arranjos domiciliares    no Brasil - 1978 a 1998. Rev Bras Estud Popul 2000; 17:67-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149476&pid=S0102-311X201200080000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Sheikh JI,    Yesavage JA. Geriatric Depression Scale (GDS): recent evidence and development    of a short version. Clin Gerontol 1986; 5:165-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149478&pid=S0102-311X201200080000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Paradela EMP,    Louren&ccedil;o RA, Veras RP. Valida&ccedil;&atilde;o da escala de depress&atilde;o    geri&aacute;trica em um ambulat&oacute;rio geral. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica    2005; 39:918-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149480&pid=S0102-311X201200080000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Folstein MF,    Folstein SE, McHugh PR. "Mini-mental state". A practical method for grading    the cognitive state of patient for the clinican. J Psychiatr Res 1975; 12:189-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149482&pid=S0102-311X201200080000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Icaza MC, Albala    C.. Minimental State Examination (MMSE) del estudio de dementia en Chile: an&aacute;lisis    estad&iacute;stico. Washington DC: Pan American Health Organization; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149484&pid=S0102-311X201200080000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Bertolucci    PH, Brucki SM, Campacci SR, Juliano Y. O mini-exame do estado mental em uma    popula&ccedil;&atilde;o geral: impacto da escolaridade. Arq Neuropsiquiatr 1994;    52:1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149486&pid=S0102-311X201200080000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Pfeffer RI,    Kurosaki TT, Harrah Jr. CH, Chance JM, Filos S. Measurement of functional activities    in older adults in the community. J Gerontol 1987; 37:323-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149488&pid=S0102-311X201200080000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Smilkstein    G. The family APGAR: a proposal for a family function test and its used by physicians.    J Fam Pract 1978; 6:12-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149490&pid=S0102-311X201200080000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Duarte YAO.    Fam&iacute;lia: rede de suporte ou fator estressor: a &oacute;tica de idosos    e cuidadores familiares &#91;Tese de Doutorado&#93;. S&atilde;o Paulo: Programa    de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Enfermagem, Universidade de S&atilde;o    Paulo; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149492&pid=S0102-311X201200080000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Katz S, Ford    AB, Moskowitz RW, Jackson BA, Jaffe MW. Studies of illness in the aged. The    index of ADL: a standardized measure of biological ans psychosocial function.    JAMA 1963; 185:914-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149494&pid=S0102-311X201200080000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Lawton MP,    Brody EM. Assessment of older people: self-maintaining and instrumental activities    of daily living. Gerontologist 1969; 9:179-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149496&pid=S0102-311X201200080000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Minist&eacute;rio    do Trabalho e Emprego. Classifica&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ocupa&ccedil;&otilde;es.    <a href="http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf" target="_blank">http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf</a>    (acessado em 25/Jan/2011).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149498&pid=S0102-311X201200080000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Lee ES, Forthofer    RN. Analyzing complex survey data. 2<sup>nd</sup> Ed. Beverly Hills: Sage; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149500&pid=S0102-311X201200080000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Cruickshanks    KJ, Wiley TJ, Tweed T, Klein BEK, Klein R, Mares-Perlman JA, et al. Prevalence    of hearing loss in older adults in Beaver Dam, Wisconsin: the epidemiology of    hearing loss study. Am J Epidemiol 1998; 148:879-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149502&pid=S0102-311X201200080000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Coelho Filho    JM, Ramos LR. Epidemiologia do envelhecimento no Nordeste do Brasil: resultados    de inqu&eacute;rito domiciliar. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 1999; 33:445-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149504&pid=S0102-311X201200080000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Desai M, Pratt    L, Lentzner H, Robinson K. Trends in vision and hearing among older Americans.    Aging Trends 2001; (2):1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149506&pid=S0102-311X201200080000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Sindhusake    D, Mitchell P, Smith W, Golding M, Newall P, Hartley D, et al. Validation of    self-reported hearing loss: the Blue Montains Hearing Study. Int J Epidemiol    2001; 30:1371-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149508&pid=S0102-311X201200080000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Liu C, Xing    G, Xu X, Chen Z, Zhou H, Wang D, et al. The application of improved CHQS for    mass epidemiology study on hearing impairment. Lin Chung Er Bi Yan Hou Tou Jing    Wai Ke Za Zhi 2010; 24:19-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149510&pid=S0102-311X201200080000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Castillo E,    Carricondo F, Bartolom&eacute; MV, Vicente-Torres A, Broto JP, Gil-Loyzaga P.    Presbiacusia: degeneraci&oacute;n neuronal y envejecimiento en el receptor auditivo    del rat&oacute;n C57/BL6J. Acta Otorrinolaringol Esp 2006; 57:383-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149512&pid=S0102-311X201200080000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Morettin M,    Cardoso MRA, Lebr&atilde;o ML, Duarte YAO. Fatores relacionados &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o    da audi&ccedil;&atilde;o entre idosos do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo    - Projeto SABE. Sa&uacute;de Coletiva (Barueri) 2008; (5):168-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149514&pid=S0102-311X201200080000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Prado AC. Principais    caracter&iacute;sticas da produ&ccedil;&atilde;o vocal do deficiente auditivo.    Rev CEFAC 2007; 9:404-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149516&pid=S0102-311X201200080000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Sousa CS, Castro    J&uacute;nior N, Larsson EJ, Ching TH. Estudo de fatores de risco para presbiacusia    em indiv&iacute;duos de classe socioecon&ocirc;mica m&eacute;dia. Braz J Otorhinolaryngol    2009; 75:530-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149518&pid=S0102-311X201200080000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Costa LB, Koyama    MAA, Minuci EG, Fischer FM. Morbidade declarada e condi&ccedil;&otilde;es de    trabalho: o caso dos motoristas de S&atilde;o Paulo e Belo Horizonte. S&atilde;o    Paulo Perspect 2003; 17:7-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149520&pid=S0102-311X201200080000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Agrawal Y,    Platz EA, Niparko JK. Prevalence of hearing loss and differences by demographic    characteristics among US adults. Arch Intern Med 2008; 168:1522-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149522&pid=S0102-311X201200080000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. McFadden D.    A speculation about the parallel ear asymmetries and sex differences in hearing    sensitivity and otoacoustic emissions. Hear Res 1993;68:143-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149524&pid=S0102-311X201200080000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Copeman WSC.    Rheumatoid oto-arthritis? BMJ 1963; 2:1526-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149526&pid=S0102-311X201200080000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Stone JH, Francis    HW. Immune mediated inner ear disease. Curr Opin Rheumatol 2000; 12:32-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149528&pid=S0102-311X201200080000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Gopinath B,    McMahon CM, Rochtchina E, Mitchell P. Dizziness and vertigo in an older population:    the Blue Mountains prospective cross-sectional study. Clin Otolaryngol 2009;    34:552-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149530&pid=S0102-311X201200080000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">48. Ganan&ccedil;a    MM, Caovilla HH, Ganan&ccedil;a F. Como lidar com a vertigem no idoso. S&atilde;o    Paulo: Janssen-alg; 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149532&pid=S0102-311X201200080000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">49. Gushikem P,    Caovilla HH, Ganan&ccedil;a MM. Avalia&ccedil;&atilde;o otoneurol&oacute;gica    em idosos com tontura. Acta ORL 2003; 21:7-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149534&pid=S0102-311X201200080000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">50. Klein BE, Cruickshanks    KJ, Nondahl DM, Klein R, Dalton DS. Cataract and hearing loss in a population-based    study: the Beaver Dam studies. Am J Ophthalmol 2001; 132:537-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149536&pid=S0102-311X201200080000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">51. Veiga LR, Merlo    &Aacute;RC, Mengue SS. Satisfa&ccedil;&atilde;o com a pr&oacute;tese auditiva    na vida di&aacute;ria em usu&aacute;rios do Sistema de Sa&uacute;de do Ex&eacute;rcito.    Rev Bras Otorrinolaringol 2005; 71:67-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149538&pid=S0102-311X201200080000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">52. Northern JL.    Pacient satisfaction and hearing aid outcomes. Hear J 2000; 53:10-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149540&pid=S0102-311X201200080000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">53. Veras RP, Caldas    CP. Promovendo a sa&uacute;de e a cidadania do idoso: o movimento das universidades    da terceira idade. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva 2004; 9:423-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1149542&pid=S0102-311X201200080000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/csp/v28n8/seta.jpg" border="0"></a>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> M. S. Cruz    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Polo Universit&aacute;rio de Nova Friburgo    <br>   Universidade Federal Fluminense    <br>   Rua Antonio Lopes Sert&atilde; 231    <br>   Nova Friburgo, RJ 28614-080, Brasil    <br>   <a href="mailto:msodario@yahoo.com.br">msodario@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 16/Jan/2012    <br>   Vers&atilde;o final reapresentada em 02/Abr/2012    <br>   Aprovado em 17/Abr/2012</font></p>      ]]></body><back>
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<collab>Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa</collab>
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