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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Indicadores socioeconômicos e serviços odontológicos em uma região brasileira desfavorecida]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To evaluate the association between the proportion of tooth extractions, socioeconomic indicators, and the availability of oral health services in an underprivileged area of Brazil. METHODS: An ecological study was carried out in 52 municipalities in the state of Minas Gerais, Brazil. The socioeconomic indicators employed were criteria for health care resources allocation, municipal human development index, Theil index, Gini coefficient, and sanitation conditions. Concerning the availability of oral health services, the following were considered: number of inhabitants, number of dental surgeons living in the city, number of dentists working in the public services, and number of municipal oral health care teams. The utilization of oral health services was evaluated using the indicators recommended by the Health Ministry's Basic Care Package (Pacto da Atencão Básica in Portuguese) and the number of procedures carried out in the primary care setting. The 17 variables assessed were grouped into factorial components, which were then analyzed in terms of their relationship with the dependent variable, tooth extractions. RESULTS: The following six components explained 73.5% of the overall variance: socioeconomic conditions, social inequality, Basic Care Package indicators, number of procedures carried out, ratio of dentists to inhabitants, and coverage of the Family Health Strategy. Inequalities in income distribution (P = 0.031) and coverage by the Family Health Strategy (P = 0.015) contributed significantly to explain the difference in the proportion of tooth extractions in the different municipalities under study. CONCLUSIONS: The dental loss observed in the region is largely explained by socioeconomic factors and aspects related to the organization of oral health services.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INVESTIGACI&Oacute;N ORIGINAL</b> ORIGINAL RESEARCH</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nta"></a><b>Indicadores socioecon&ocirc;micos e servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos em uma regi&atilde;o brasileira desfavorecida<a href="#nt1"><sup>1</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Socioeconomic indicators and oral health services in an underprivileged area of Brazil </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Andr&eacute;a Clemente Palmier<sup>I</sup>;  Danielle Alves Andrade<sup>II</sup>;  Ana Cristina Viana Campos<sup>I</sup>;  Mauro Henrique Nogueira Guimar&atilde;es Abreu<sup>I,</sup><a href="#nt"><sup>*</sup></a>; Efig&ecirc;nia Ferreira Ferreira<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Faculdade de Odontologia, Departamento de Odontologia Social e Preventiva, Belo Horizonte (MG), Brasil    <br>   <sup>II</sup>UFMG, Faculdade de Odontologia, Belo Horizonte (MG), Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OBJETIVO: </b>Avaliar a associa&ccedil;&atilde;o entre propor&ccedil;&atilde;o de exodontias, indicadores socioecon&ocirc;micos e oferta de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos em uma regi&atilde;o desfavorecida do Brasil.     <br>   <b>M&Eacute;TODOS: </b> Um estudo ecol&oacute;gico foi realizado em 52 munic&iacute;pios do Estado de Minas Gerais, Brasil. Os indicadores socioecon&ocirc;micos utilizados foram os crit&eacute;rios de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos financeiros destinados &agrave; sa&uacute;de, os &iacute;ndices de desenvolvimento humano municipal, de Theil e de Gini e as condi&ccedil;&otilde;es de saneamento. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; oferta de servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal, foram considerados o n&uacute;mero de habitantes, o n&uacute;mero de cirurgi&otilde;es-dentistas residentes no munic&iacute;pio, o n&uacute;mero de dentistas que trabalhavam no servi&ccedil;o p&uacute;blico e o n&uacute;mero de equipes de sa&uacute;de bucal. A utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os foi avaliada pelos indicadores de sa&uacute;de bucal preconizados pelo Pacto da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e pelo n&uacute;mero de procedimentos realizados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria. As 17 vari&aacute;veis avaliadas foram agrupadas em componentes. Analisou-se a rela&ccedil;&atilde;o entre esses componentes fatoriais e a vari&aacute;vel dependente, propor&ccedil;&atilde;o de exodontias.     <br>   <b>RESULTADOS: </b> As vari&aacute;veis foram agrupadas em seis componentes (condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas, desigualdades sociais, indicadores do Pacto da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, n&uacute;mero de procedimentos realizados, raz&atilde;o dentistas:popula&ccedil;&atilde;o, cobertura da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia) que explicaram, no conjunto, 73,5% da vari&acirc;ncia total. As desigualdades na distribui&ccedil;&atilde;o de renda (<i>P </i>= 0,031) e a cobertura da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (<i>P</i> = 0,015) tiveram significativamente maior peso para explicar a diferen&ccedil;a na propor&ccedil;&atilde;o de exodontias realizadas nos munic&iacute;pios estudados.     <br>   <b>CONCLUS&Otilde;ES: </b>Os fatores socioecon&ocirc;micos e de organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal explicam grande parte da mutila&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria nessa regi&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave: </b>Servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal; assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica; desigualdades em sa&uacute;de; fatores socioecon&ocirc;micos; Brasil. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OBJECTIVE: </b>To evaluate the association between the proportion of tooth extractions, socioeconomic indicators, and the availability of oral health services in an underprivileged area of Brazil.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>METHODS: </b>An ecological study was carried out in 52 municipalities in the state of Minas Gerais, Brazil. The socioeconomic indicators employed were criteria for health care resources allocation, municipal human development index, Theil index, Gini coefficient, and sanitation conditions. Concerning the availability of oral health services, the following were considered: number of inhabitants, number of dental surgeons living in the city, number of dentists working in the public services, and number of municipal oral health care teams. The utilization of oral health services was evaluated using the indicators recommended by the Health Ministry's Basic Care Package (<i>Pacto da Atenc&atilde;o B&aacute;sica</i> in Portuguese) and the number of procedures carried out in the primary care setting. The 17 variables assessed were grouped into factorial components, which were then analyzed in terms of their relationship with the dependent variable, tooth extractions.     <br>   <b>RESULTS: </b>The following six components explained 73.5% of the overall variance: socioeconomic conditions, social inequality, Basic Care Package indicators, number of procedures carried out, ratio of dentists to inhabitants, and coverage of the Family Health Strategy. Inequalities in income distribution (<i>P</i> = 0.031) and coverage by the Family Health Strategy (<i>P</i> = 0.015) contributed significantly to explain the difference in the proportion of tooth extractions in the different municipalities under study.    <br>   <b>CONCLUSIONS: </b>The dental loss observed in the region is largely explained by socioeconomic factors and aspects related to the organization of oral health services. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words: </b> Dental health services; dental care; health inequalities; socioeconomic factors; Brazil. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1986, 1996, 2003 e 2010, foram realizados no Brasil levantamentos epidemiol&oacute;gicos que mostraram uma grande redu&ccedil;&atilde;o nos &iacute;ndices de c&aacute;rie em popula&ccedil;&otilde;es jovens ao longo do tempo. Em 1986, o &iacute;ndice de dentes cariados, perdidos, obturados e danificados (CPOD) aos 12 anos era de 6,65 (1), contra 2,1 em 2010 (2). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entretanto, em fun&ccedil;&atilde;o do decl&iacute;nio restrito a algumas faixas et&aacute;rias, a c&aacute;rie dent&aacute;ria ainda &eacute; uma importante causa de dor, desordens funcionais e desconforto est&eacute;tico em grande parte da popula&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, a c&aacute;rie &eacute; a principal causa de perdas dent&aacute;rias, por si s&oacute; um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. Os resultados do levantamento epidemiol&oacute;gico nacional realizado em 2003 (3) mostraram que a perda dent&aacute;ria j&aacute; ocorria precocemente aos 12 anos, embora em n&iacute;veis m&iacute;nimos (a m&eacute;dia de dentes perdidos era igual a 0,18). Com o aumento da idade, o componente perdido (P) tornouse mais prevalente, variando de 0,89 dos 15 aos 19 anos a 13,23 para a faixa dos 35 aos 44 anos e chegando at&eacute; 25,83, ou seja, quase a totalidade dos dentes, dos 65 aos 74 anos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por outro lado, os resultados preliminares da Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de Bucal SB Brasil 2010 (4) mostraram uma tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria e um aumento do acesso aos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos. Em 2003, os adultos de 35 a 44 anos de idade apresentavam um CPOD m&eacute;dio igual a 20,1, e o componente P correspondia a 65,72% do &iacute;ndice. Em 2010, o CPOD diminuiu para 16,3, assim como a propor&ccedil;&atilde;o do componente P, que chegou a 44,79% (2). Apesar disso, a exodontia de dentes permanentes por c&aacute;rie e doen&ccedil;a periodontal ainda &eacute; uma das caracter&iacute;sticas mais marcantes da pr&aacute;tica odontol&oacute;gica no Brasil (5). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A propor&ccedil;&atilde;o de exodontias de dentes permanentes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s a&ccedil;&otilde;es odontol&oacute;gicas b&aacute;sicas individuais foi avaliada em alguns estudos de abrang&ecirc;ncia local a partir das informa&ccedil;&otilde;es obtidas no Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Ambulatorial do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SIASUS). No Estado de Pernambuco, a propor&ccedil;&atilde;o de exodontias era maior em munic&iacute;pios de menor porte populacional, com baixa propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o cadastrada nas Equipes de Sa&uacute;de Bucal (ESBs) e com rela&ccedil;&atilde;o de uma ESB para cada duas ou mais Equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (6). Em Santa Catarina, fatores de organiza&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de sa&uacute;de bucal e condi&ccedil;&otilde;es sociais estiveram associados &agrave; propor&ccedil;&atilde;o de exodontias (7). Nos tr&ecirc;s estados da Regi&atilde;o Sul (Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Fischer et al. (8) identificaram que a propor&ccedil;&atilde;o de exodontias foi maior quanto menor o &iacute;ndice de desenvolvimento humano (IDH) do munic&iacute;pio e quanto maior o &iacute;ndice de Gini e a cobertura das ESBs. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Brasil &eacute; marcado por desigualdade socioecon&ocirc;mica, o que produz extensas consequ&ecirc;ncias para a sa&uacute;de, assim como para o acesso e a utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos. O monitoramento dessas desigualdades &eacute; importante para a implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que busquem promover a sa&uacute;de (9). Pela necessidade de reduzir as diferen&ccedil;as sociais existentes, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), que adota como um dos seus princ&iacute;pios a equidade, busca tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a car&ecirc;ncia &eacute; maior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda n&atilde;o h&aacute; avalia&ccedil;&otilde;es de abrang&ecirc;ncia nacional quanto ao efeito do servi&ccedil;o p&uacute;blico odontol&oacute;gico sobre as desigualdades nos indicadores de sa&uacute;de bucal, da mesma forma como s&atilde;o poucos os estudos aplicados a contextos regionais (10-12). Antunes e Narvai (13) argumentam que as estrat&eacute;gias de amplia&ccedil;&atilde;o progressiva e o direcionamento dos recursos p&uacute;blicos de aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, para fins program&aacute;ticos, podem estar sendo bemsucedidos quanto &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades em sa&uacute;de, por&eacute;m &eacute; escasso  o conhecimento acerca dessas medidas em regi&otilde;es caracterizadas por condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas desfavor&aacute;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A realiza&ccedil;&atilde;o de estudos que avaliem a associa&ccedil;&atilde;o entre indicadores socioecon&ocirc;micos e indicadores de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de bucal &eacute; importante para subsidiar a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de sa&uacute;de que tenham como objetivo reduzir desigualdades em sa&uacute;de, sobretudo no que diz respeito ao acesso e &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os (7). Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar a associa&ccedil;&atilde;o entre propor&ccedil;&atilde;o de exodontias, indicadores socioecon&ocirc;micos e oferta de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos nos 52 munic&iacute;pios do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizado um estudo ecol&oacute;gico na bacia hidrogr&aacute;fica do rio Jequitinhonha, conhecida como Vale do Jequitinhonha, regi&atilde;o mais pobre do Estado de Minas Gerais (14). A regi&atilde;o &eacute; composta por 52 munic&iacute;pios, dividindose em Alto, M&eacute;dio e Baixo Jequitinhonha. O Vale corresponde a 11,3% da &aacute;rea estadual total e apresenta uma popula&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 700 000 habitantes, 3,6% da popula&ccedil;&atilde;o do estado. Localizada no nordeste de Minas Gerais, a regi&atilde;o &eacute; um exemplo da persist&ecirc;ncia de iniquidades, com indicadores sociais (15) ainda desfavor&aacute;veis: alta taxa de mortalidade infantil (43,09 por 1 000), baixo n&iacute;vel educacional (m&eacute;dia de 3,9 anos de estudo entre adultos) e alto percentual (65,11%) da popula&ccedil;&atilde;o vivendo com menos de meio sal&aacute;rio m&iacute;nimo mensalmente (16). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A vari&aacute;vel dependente foi a propor&ccedil;&atilde;o de exodontias de dentes permanentes em rela&ccedil;&atilde;o ao total de procedimentos odontol&oacute;gicos individuais realizados, por ser este considerado o pior desfecho em sa&uacute;de bucal, indicando tamb&eacute;m o grau de mutila&ccedil;&atilde;o relacionado &agrave; assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica individual (7, 8). Essa vari&aacute;vel foi dicotomizada pela mediana da propor&ccedil;&atilde;o de exodontias de dentes permanentes em rela&ccedil;&atilde;o ao total de procedimentos odontol&oacute;gicos individuais, que foi de 6,18%. A partir dessa mediana, os munic&iacute;pios foram divididos em dois grupos: um com propor&ccedil;&atilde;o de exodontias at&eacute; 6,18% (grupo 1) e outro com propor&ccedil;&atilde;o de exodontias acima de 6,18% (grupo 2). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram considerados como vari&aacute;veis independentes: os indicadores socioecon&ocirc;micos, a oferta de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos, a utiliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de bucal e os indicadores constru&iacute;dos a partir dos procedimentos realizados pelo servi&ccedil;o p&uacute;blico. Os indicadores socioecon&ocirc;micos utilizados est&atilde;o descritos na <a href="#tab1">tabela 1</a> (15-18). A oferta de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos foi avaliada segundo a disponibilidade de profissionais nos munic&iacute;pios na <a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab02m.jpg">tabela 2</a> (19-21). </font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A utiliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de bucal considerou os dados referentes &agrave; aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria dispon&iacute;veis no SIASUS. Todos os dados s&atilde;o do ano de 2007. Foram considerados os procedimentos realizados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, tendo sido registrado o n&uacute;mero de procedimentos e os quatro indicadores do Pacto da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (IPABs) aprovados em 2006, que constituem um instrumento nacional de monitoramento das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal referentes &agrave; aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria (22) (<a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab02m.jpg">tabela 2</a>). Al&eacute;m disso, foram analisados os procedimentos realizados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria em sa&uacute;de bucal que constam na tabela de procedimentos do SIASUS para a constru&ccedil;&atilde;o de indicadores dos procedimentos realizados pelo servi&ccedil;o p&uacute;blico (<a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab02m.jpg">tabela 2</a>) (19). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram analisados no programa <i>Statistical Package for the Social Sciences</i> (SPSS), vers&atilde;o 18.0. Foi realizada a avalia&ccedil;&atilde;o da normalidade das vari&aacute;veis quantitativas por meio do teste de KolmogorovSmirnov e calculadas as medidas de tend&ecirc;ncia central e de variabilidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As vari&aacute;veis independentes foram submetidas a an&aacute;lise fatorial explora t&oacute;ria. Essa an&aacute;lise estat&iacute;stica identifica agrupamentos de vari&aacute;veis ou elementos atrav&eacute;s do menor conjunto poss&iacute;vel de fatores comuns. O m&eacute;todo utilizado foi o de componentes principais, extraindose os fatores com autovalores (<i>eigenvalues</i>) maiores que 1 e propor&ccedil;&atilde;o de vari&acirc;ncia explicada pelos fatores comuns (comunalidades) superiores a 0,6. Ap&oacute;s a extra&ccedil;&atilde;o, as comunalidades variam entre 0 e 1, sendo 0 quando os fatores comuns n&atilde;o explicam nenhuma vari&acirc;ncia da vari&aacute;vel e 1 quando explicam toda a sua vari&acirc;ncia (23). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O m&eacute;todo Varimax foi utilizado para a rota&ccedil;&atilde;o dos fatores retidos. A rota&ccedil;&atilde;o &eacute; um procedimento empregado na an&aacute;lise fatorial com a finalidade de ajustar os fatores para melhorar a correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis (itens) e o n&uacute;mero de fatores, dandolhes melhor significado interpretativo (24). A adequa&ccedil;&atilde;o dos dados para a an&aacute;lise fatorial foi demonstrada pelos testes de esfericidade de Bartlett (<i>P </i><u>&lt;</u> 0,001) e de KaiserMeyerOlkin (0,70). Foram coletadas 17 vari&aacute;veis que permitiram a extra&ccedil;&atilde;o de seis componentes principais pela t&eacute;cnica de an&aacute;lise fatorial. O teste t de Student foi utilizado para verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre os componentes fatoriais formados e a vari&aacute;vel dependente (propor&ccedil;&atilde;o de exodontias), com signific&acirc;ncia estabelecida em 5%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados obtidos s&atilde;o de dom&iacute;nio p&uacute;blico e foram coletados do banco de dados do Banco de Dados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (DATASUS). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab03m.jpg">tabela 3</a> apresenta a estat&iacute;stica descritiva das vari&aacute;veis estudadas segundo sua distribui&ccedil;&atilde;o em quartis, dispers&atilde;o e medidas de tend&ecirc;ncia central. Quanto ao porte populacional, 75% dos munic&iacute;pios possu&iacute;am at&eacute; 20 030 habitantes, podendo ser considerados de pequeno porte. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de habita&ccedil;&atilde;o, 62,17% (± 16,80%) da popula&ccedil;&atilde;o residia em domic&iacute;lio ligado &agrave; rede de &aacute;gua, mas apenas 30,48% (± 19,50%) dos moradores tinham suas resid&ecirc;ncias ligadas &agrave; rede de esgoto. Todos os munic&iacute;pios foram classificados como tendo IDH m&eacute;dio. A distribui&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia do fator de  aloca&ccedil;&atilde;o mostra que 44 (84,6%) munic&iacute;pios pertenciam ao grupo 4, ou seja, apresentavam a maior necessidade em sa&uacute;de e a menor capacidade de financiar com recursos pr&oacute;prios os cuidados com a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o. Isso significa que um maior aporte de recursos financeiros era destinado a esses munic&iacute;pios. A distribui&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de Theil e Gini mostra uma alta concentra&ccedil;&atilde;o de renda no grupo de munic&iacute;pios pesquisados, indicando desigualdade na distribui&ccedil;&atilde;o de renda. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; presen&ccedil;a de cirurgi&otilde;esdentistas, segundo os registros do Conselho Federal de Odontologia, dois munic&iacute;pios n&atilde;o apresentavam cirurgi&atilde;odentista residente, por&eacute;m em todos havia profissionais cadastrados no servi&ccedil;o p&uacute;blico. A raz&atilde;o entre o n&uacute;mero de habitantes e o n&uacute;mero de cirurgi&otilde;esdentistas contratados pelo servi&ccedil;o p&uacute;blico nessa regi&atilde;o apresentou desigualdade, variando de 1 cirurgi&atilde;o por 993 a 1 por 14 587 habitantes. Em 75% dos munic&iacute;pios, a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de dentistas e  o n&uacute;mero de habitante foi superior a 1 por 4 000. Ainda, dos 52 munic&iacute;pios da regi&atilde;o, apenas oito (15,4%) n&atilde;o apresentavam ESBs em 2007. Quanto &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o das ESBs, em 75% dos munic&iacute;pios existia 1 ESB para cada 6 507 habitantes. A propor&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia da popula&ccedil;&atilde;o que teve acesso a uma consulta odontol&oacute;gica program&aacute;tica durante o ano de 2007 foi de 20,90%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria, foram extra&iacute;dos seis componentes (cada um formado por um grupo de vari&aacute;veis) que explicaram, no conjunto, 73,5% da vari&acirc;ncia total: condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas (componente 1), desigualdades na distribui&ccedil;&atilde;o de renda (componente 2), IPABs (componente 3), procedimentos realizados (componente 4), raz&atilde;o entre dentistas e popula&ccedil;&atilde;o (componente 5) e cobertura da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF) (componente 6). As denomina&ccedil;&otilde;es dos componentes foram atribu&iacute;das de forma discricion&aacute;ria, mas procurando representar o conjunto das vari&aacute;veis associadas. As vari&aacute;veis que tiveram maior peso em cada componente est&atilde;o apresentadas na <a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab04m.jpg">tabela 4</a> e organizadas por valor decrescente dos coeficientes rotacionados com a maior carga. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fizeram sentido os valores negativos observados para as vari&aacute;veis fator de aloca&ccedil;&atilde;o, no componente de condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas, procedimentos preventivos, no componente de procedimentos realizados, e raz&atilde;o entre n&uacute;mero de ESBs e popula&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio, no componente de cobertura da ESF, j&aacute; que essas vari&aacute;veis deveriam se correlacionar negativamente, respectivamente, com os munic&iacute;pios onde as condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas fossem melhores, onde fossem realizados mais procedimentos restauradores e especializados e onde a cobertura da ESF fosse melhor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto maior a carga, mais a vari&aacute;vel &eacute; uma pura medida do componente. Comrey e Lee (25) sugerem que cargas excedendo 0,71 (50% de vari&acirc;ncia sobreposta) s&atilde;o excelentes; 0,63 (40%) s&atilde;o muito boas; 0,55 (30%) boas; 0,45 (20%) regulares; e 0,32 (10%) pobres. Como pode ser visto na <a href="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab02m.jpg">tabela 2</a>, a maioria das cargas na solu&ccedil;&atilde;o rotacionada esteve acima de 0,65, com exce&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel raz&atilde;o entre n&uacute;mero de habitantes e n&uacute;mero de ESBs, cujo valor foi considerado pobre (0,31). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para cada um dos seis componentes foi criada uma nova vari&aacute;vel derivada das cargas fatoriais, expressa em escores padronizados (m&eacute;dia de zero e desvio padr&atilde;o de 1), indicando os desvios da m&eacute;dia. As vari&aacute;veis criadas pelo escore Z da an&aacute;lise fatorial foram utilizadas para testar as diferen&ccedil;as de cargas fatoriais entre os munic&iacute;pios com baixa propor&ccedil;&atilde;o (grupo 1) e alta propor&ccedil;&atilde;o (grupo 2) de exodontias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As condi&ccedil;&otilde;es de desigualdades na distribui&ccedil;&atilde;o de renda (<i>P </i>= 0,031) e a cobertura da ESF (<i>P</i> = 0,015) tiveram significativamente maior peso para explicar as diferen&ccedil;as entre os munic&iacute;pios em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; propor&ccedil;&atilde;o de exodontias realizadas (<a href="#tab5">tabela 5</a>). Os munic&iacute;pios onde a propor&ccedil;&atilde;o de exodontias foi maior possu&iacute;am maiores desigualdades na distribui&ccedil;&atilde;o de renda e menor cobertura da ESF. </font></p>     <p><a name="tab5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpsp/v32n1/a04tab05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os estudos ecol&oacute;gicos s&atilde;o considerados apropriados para investigar os efeitos do meio sobre a sa&uacute;de de uma popula&ccedil;&atilde;o, assim como para auxiliar na gest&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Esses estudos permitem comparar os indicadores de situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e os indicadores socioecon&ocirc;micos em diferentes &aacute;reas geogr&aacute;ficas (26-28). Estudos ecol&oacute;gicos anteriores mostraram que a experi&ecirc;ncia de agravos bucais &eacute; suscet&iacute;vel &agrave;s desigualdades sociodemogr&aacute;ficas e geogr&aacute;ficas, sugerindo a exist&ecirc;ncia de iniquidades em sa&uacute;de bucal (29, 30), as quais se refletem, inclusive, no acesso e na utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de sa&uacute;de, conforme observado em estudos internacionais (31, 32) e nacionais (8, 33). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A distribui&ccedil;&atilde;o de profissionais e o n&uacute;mero de ESBs foram utilizados para avaliar a dimens&atilde;o da oferta de servi&ccedil;os. Embora a Portaria 1 101, de 12 de junho de 2002, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (que estabelece par&acirc;metros assistenciais do SUS), sugira que a rela&ccedil;&atilde;o cirurgi&atilde;odentista:habitante pode variar de 1:1 500 a 1:5 000 (34), n&atilde;o h&aacute; um n&uacute;mero ideal estabelecido para essa rela&ccedil;&atilde;o, pois, para determinar tal propor&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso levar em considera&ccedil;&atilde;o elementos envolvidos no planejamento de recursos humanos odontol&oacute;gicos necess&aacute;rios em cada comunidade (35, 36). Na regi&atilde;o estudada, foi encontrada uma rela&ccedil;&atilde;o de 1 cirurgi&atilde;odentista para cada 4 226 habitantes. Os resultados mostraram que, embora nem todos os munic&iacute;pios tivessem dentistas residindo em seu territ&oacute;rio (dois munic&iacute;pios sem cirurgi&atilde;odentista residente), todos tinham profissionais cadastrados no servi&ccedil;o p&uacute;blico. O fato de  o profissional n&atilde;o residir no munic&iacute;pio onde trabalha pode gerar dois problemas: 1) os profissionais precisam viajar de um munic&iacute;pio para o outro para trabalhar; e 2) pode haver dificuldade no estabelecimento de v&iacute;nculo profissional com a popula&ccedil;&atilde;o adscrita. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para aferir a utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos, foram utilizados os IPABs e os procedimentos realizados na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria em sa&uacute;de bucal. A cobertura da primeira consulta odontol&oacute;gica &eacute; um dos indicadores principais que todos os munic&iacute;pios t&ecirc;m que pactuar. O munic&iacute;pio pode definir uma meta que deseja alcan&ccedil;ar, dentro de sua realidade, com tend&ecirc;ncia crescente, visando &agrave; universaliza&ccedil;&atilde;o. Para o ano de 2006, a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Minas Gerais considerou a cobertura de 12,52% como par&acirc;metro para esse indicador. Os resultados deste estudo mostraram que, em 75% dos munic&iacute;pios do Vale do Jequitinhonha, a cobertura foi de 20,32%, valor bem acima do esperado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os valores para a vari&aacute;vel de desfecho (propor&ccedil;&atilde;o de exodontias) n&atilde;o diferem dos encontrados em outros estudos realizados no Estado de Santa Catarina (7) e na Regi&atilde;o Sul do pa&iacute;s (8), ambos mais desenvolvidos e com condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas mais favor&aacute;veis. A escolha da propor&ccedil;&atilde;o de exodontias &eacute; de grande import&acirc;ncia para avaliar as pr&aacute;ticas odontol&oacute;gicas que est&atilde;o sendo realizadas. Os resultados mostraram que, dos seis componentes principais extra&iacute;dos, apenas dois estavam associados &agrave; propor&ccedil;&atilde;o de exodontias realizadas: desigualdades na distribui&ccedil;&atilde;o de renda e cobertura da ESF. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O primeiro &eacute; composto pelos &iacute;ndices de Theil e Gini, e o segundo, pelo percentual de cobertura da primeira consulta program&aacute;tica, ou seja, acesso a tratamento sequencial junto com a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de ESBs e a popula&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio. Esses dados sugerem que  o aumento da cobertura da assist&ecirc;ncia individual pode estar privilegiando outros tipos de procedimentos, podendo gerar mudan&ccedil;as nas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o que est&aacute; sendo atendida no servi&ccedil;o p&uacute;blico. Em um estudo realizado no Estado de Pernambuco, observouse que a propor&ccedil;&atilde;o de exodontias em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s a&ccedil;&otilde;es odontol&oacute;gicas b&aacute;sicas individuais era menor onde a cobertura da popula&ccedil;&atilde;o era maior (<i>P</i> = 0,0027) e onde a rela&ccedil;&atilde;o ESB/popula&ccedil;&atilde;o era mais favor&aacute;vel (6). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aus&ecirc;ncia de associa&ccedil;&atilde;o entre o desfecho estudado e as outras vari&aacute;veis socioecon&ocirc;micas, como ocorreu em outros estudos (6-8), pode ser explicado pelo fato de os munic&iacute;pios apresentarem pouca varia&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica, o que torna o universo homog&ecirc;neo, com distribui&ccedil;&atilde;o uniforme dos agravos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns estudos, tamb&eacute;m realizados em contextos regionais (10-12, 33, 37), mostraram que o planejamento de servi&ccedil;os p&uacute;blicos odontol&oacute;gicos apresentou uma tend&ecirc;ncia redistributiva ou pr&oacute;equidade, com maior provis&atilde;o de recursos em munic&iacute;pios com piores indicadores socioecon&ocirc;micos. Em Minas Gerais, o fator de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos financeiros destinados &agrave; sa&uacute;de foi desenvolvido em 2004 com o objetivo de promover uma maior equidade na distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica de recursos financeiros nos munic&iacute;pios mineiros e permitir uma aloca&ccedil;&atilde;o equitativa de recursos, levando em considera&ccedil;&atilde;o tanto a condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica do munic&iacute;pio quanto as necessidades de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados de um estudo realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Jo&atilde;o Pinheiro (14) mostraram que as mudan&ccedil;as ocorridas entre os valores municipais do Piso de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (PAB) <i>per capita</i> de 1997 e 2000 e as vari&aacute;veis que refletem necessidades em sa&uacute;de tenderam a beneficiar os munic&iacute;pios com maior necessidade em sa&uacute;de, podendo ser consideradas pr&oacute;equidade. Isso sugere que a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Minas Gerais tem se empenhado em atender as diretrizes do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de que buscam privilegiar munic&iacute;pios de pequeno porte populacional e baixo IDH, priorizando munic&iacute;pios com alto fator de aloca&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma das limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo &eacute; o fato de terem sido utilizados dados secund&aacute;rios, em fun&ccedil;&atilde;o da question&aacute;vel consist&ecirc;ncia de registro dos mesmos. Um estudo realizado por Barros e Chaves (38) mostrou que o registro de procedimentos ambulatoriais da produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, como consultas, exodontias e restaura&ccedil;&otilde;es, apresentou confiabilidade. Entretanto, os procedimentos coletivos apresentaram problemas de registro e padroniza&ccedil;&atilde;o, o que comprometeu a confiabilidade dessas informa&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poss&iacute;vel que haja sub ou supernotifica&ccedil;&atilde;o de procedimentos, como observado em dois munic&iacute;pios, que apresentaram coberturas acima de 100%. Isso pode ser devido ao fato de o munic&iacute;pio atender, al&eacute;m de sua popula&ccedil;&atilde;o, a de munic&iacute;pios vizinhos (7). Ou, ainda, o registro dos procedimentos pode n&atilde;o corresponder &agrave; defini&ccedil;&atilde;o referida nos manuais do SIASUS, sendo computado o procedimento individual em vez do conjunto de procedimentos por indiv&iacute;duo/m&ecirc;s. Tamb&eacute;m n&atilde;o foram avaliadas as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o nem a qualidade dos servi&ccedil;os prestados. A n&atilde;o avalia&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, da mesma forma que em outros estudos (8, 39), pode dificultar a compreens&atilde;o mais completa das associa&ccedil;&otilde;es encontradas no presente estudo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Brasil est&aacute; vivendo um momento de transi&ccedil;&atilde;o no que diz respeito &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal. Desde a implanta&ccedil;&atilde;o da odontologia na ESF em 2000, muitos avan&ccedil;os t&ecirc;m sido observados, principalmente depois de 2004, com a institui&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Os achados sugerem que as ESBs contribu&iacute;ram para os resultados favor&aacute;veis dos indicadores, o que pode ser um indicativo de que os munic&iacute;pios do Vale do Jequitinhonha est&atilde;o organizando a aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal. Esperase que mais recursos sejam destinados &agrave;s equipes e que os munic&iacute;pios ampliem sua rede de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, impactando positivamente na qualidade da sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o. Para isso, &eacute; importante que haja ado&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de desenvolvimento social que ultrapassem  o setor sa&uacute;de, direcionando o benef&iacute;cio preferencialmente para as &aacute;reas onde haja maior necessidade, de forma a contribuir para a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades. Entretanto, s&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos para avaliar o impacto dos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos nas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal em regi&otilde;es onde as condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas s&atilde;o desfavor&aacute;veis. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Levantamento epidemiol&oacute;gico em sa&uacute;de bucal: Brasil, zona urbana, 1986. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://dab.saude.gov.br/CNSB/vigilancia.php" target="_blank">http://dab.saude.gov.br/CNSB/vigilancia.php</a> Acessado em 10 de mar&ccedil;o de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582602&pid=S1020-4989201200070000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Roncalli AG. Projeto SB Brasil 2010: pesquisa nacional de sa&uacute;de bucal revela importante redu&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria no pa&iacute;s. Cad Saude Publica. 2011;27(1):4-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582604&pid=S1020-4989201200070000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Brasil, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de, Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Projeto SB Brasil 2003. Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira 2002- 2003: resultados principais. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582606&pid=S1020-4989201200070000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Brasil, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de Bucal - 2010. Nota &agrave; imprensa. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2010. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.idisa.org.br/img/File/SAUDE%20BUCAL-NotaParaImprensa-28dez2010%20(2).pdf" target="_blank">http://www.idisa.org.br/img/File/SAUDE%20BUCAL-NotaParaImprensa-28dez2010%20(2).pdf</a> Acessado em 2 de maio de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582608&pid=S1020-4989201200070000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Narvai PC, Antunes JLF. Sa&uacute;de bucal: a autopercep&ccedil;&atilde;o da mutila&ccedil;&atilde;o e das incapacidades. Em: Lebr&atilde;o ML, Duarte YAO, orgs. SABE: Sa&uacute;de, Bem-Estar e Envelhecimento. O projeto SABE no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo: uma abordagem inicial. Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de; 2003. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ciape.org.br/artigos/projeto_sabe.pdf#page=121" target="_blank">http://www.ciape.org.br/artigos/projeto_sabe.pdf#page=121</a> Acessado em 5 de abril de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582610&pid=S1020-4989201200070000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Pimentel FC. A aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal no estado de Pernambuco: uma avalia&ccedil;&atilde;o dos modelos assistenciais &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Recife: Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz; 2010. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.cpqam.fiocruz.br/bibpdf/2010pimentel-fc.pdf" target="_blank">http://www.cpqam.fiocruz.br/bibpdf/2010pimentel-fc.pdf</a> Acessado em 5 de abril de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582612&pid=S1020-4989201200070000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Fernandes LS, Peres MA. Associa&ccedil;&atilde;o entre aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em sa&uacute;de bucal e indicadores socioecon&ocirc;micos municipais. Rev Saude Publica. 2005;39(6):930-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582614&pid=S1020-4989201200070000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Fischer TK, Peres KG, Kupek E, Peres MA. Indicadores de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em sa&uacute;de bucal: associa&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas, provis&atilde;o de servi&ccedil;os, fluoreta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas e a estrat&eacute;gia de sa&uacute;de da fam&iacute;lia no Sul do Brasil. Rev Bras Epidemiol. 2010;13(1):126-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582616&pid=S1020-4989201200070000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Barros AJD, Bertoldi AD. Desigualdades na utiliza&ccedil;&atilde;o e no acesso a servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos: uma avalia&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel nacional. Cienc Saude Coletiva. 2002;7(4):709-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582618&pid=S1020-4989201200070000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10. Antunes JLF, Junqueira SR, Fraz&atilde;o P, Bispo CM, Pegoretti T, Narvai PC. City-level gender differentials in the prevalence of dental caries and restorative dental treatment. Health Place. 2003;9(3):231-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582620&pid=S1020-4989201200070000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Antunes JLF, Pegoretti T, Andrade FP, Junqueira SR, Fraz&atilde;o P, Narvai PC. Ethnic disparities in the prevalence of dental caries and restorative dental treatment in Brazilian children. Int Dent J. 2003;53(1):7-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582622&pid=S1020-4989201200070000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Souza TMS, Roncalli AG. Sa&uacute;de bucal no Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia: uma avalia&ccedil;&atilde;o do modelo assistencial. Cad Saude Publica. 2007;23(11):2727-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582624&pid=S1020-4989201200070000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Antunes JLF, Narvai PC. Pol&iacute;ticas de sa&uacute;de bucal no Brasil e seu impacto sobre as desigualdades em sa&uacute;de. Rev Saude Publica. 2010;44(2):360-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582626&pid=S1020-4989201200070000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Machado ENM, Fortes FBCTP, Somarriba M. Efeitos da introdu&ccedil;&atilde;o do PAB sobre a distribui&ccedil;&atilde;o de recursos e a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os: o caso de Minas Gerais. Cienc Saude Coletiva. 2004;9(1):99-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582628&pid=S1020-4989201200070000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. Sistema IBGE de Recupera&ccedil;&atilde;o Autom&aacute;tica - SIDRA. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.sidra. ibge.gov.br/" target="_blank">http://www.sidra. ibge.gov.br/</a> Acessado em 10 de mar&ccedil;o de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582630&pid=S1020-4989201200070000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento. Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.pnud.org.br/atlas/" target="_blank">http://www.pnud.org.br/atlas/</a> Acessado em 2 de maio de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582632&pid=S1020-4989201200070000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Funda&ccedil;&atilde;o Jo&atilde;o Pinheiro. &Iacute;ndice de Necessidades de Sa&uacute;de. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.fjp.gov.br/index.php/servicos/82-servicoscepp/55-indice-de-necessidade-em-saude" target="_blank">http://www.fjp.gov.br/index.php/servicos/82-servicoscepp/55-indice-de-necessidade-em-saude</a> Acessado em 2 de maio de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582634&pid=S1020-4989201200070000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Araujo MRN. Desafios contempor&acirc;neos &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia em Minas Gerais. Tempus Acta Saude Coletiva. 2007;1(1):1-12. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/viewFile/387/370" target="_blank">http://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/viewFile/387/370</a> Acessado em 10 de mar&ccedil;o de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582636&pid=S1020-4989201200070000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Departamento de Inform&aacute;tica do SUS (DATASUS). Informa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www2.datasus.gov.br/DATA SUS/index.php?area=02" target="_blank">http://www2.datasus.gov.br/DATA SUS/index.php?area=02</a> Acessado em 2 de maio de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582638&pid=S1020-4989201200070000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Conselho Federal de Odontologia. Relat&oacute;rio do CFO. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2009/10/municipios_brasil.pdf" target="_blank">http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2009/10/municipios_brasil.pdf</a> Acessado em 5 de dezembro de 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582640&pid=S1020-4989201200070000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de Minas Gerais, Coordena&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de Bucal. Linha Guia. Belo Horizonte: SESMG; 2007. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.saude.mg.gov.br/publicacoes/linha-guia/linhas-guia/LinhaGuiaSaudeBucal.zip" target="_blank">http://www.saude.mg.gov.br/publicacoes/linha-guia/linhas-guia/LinhaGuiaSaudeBucal.zip</a> Acessado em 2 de maio de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582642&pid=S1020-4989201200070000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 22. Brasil. Portaria 493/2006. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-493.htm" target="_blank">http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-493.htm</a> Acessado em 8 de mar&ccedil;o de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582644&pid=S1020-4989201200070000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Hair JF, Black WC, Babin JB, Anderson RE, Tatham RL. Segmentation analysis. Em: Hair JF, Black WC, Babin JB, Anderson RE, Tatham RL, eds. Multivariate data analysis. 6th ed. Upper Saddle River: Prentice-Hall; 2009. Pp 427-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582646&pid=S1020-4989201200070000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Coste J, Bou&eacute; S, Ecosse E, Lepl&egrave;ge A, Pouchot J. Methodological issues in determining the dimensionality of composite health mea- sures using principal component analysis: case illustration and suggestions for practice. Qual Life Res. 2005;14(3):641-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582648&pid=S1020-4989201200070000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 25. Comrey AL, Lee HB. A first course in factor analysis. 2nd ed. Hillsdale: Lawrence Erlbaum; 1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582650&pid=S1020-4989201200070000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 26. Borrell C. M&eacute;todos utilizados no estudo das desigualdades sociais em sa&uacute;de. Em: B arata RB, org. Condi&ccedil;&otilde;es de vida e situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de. Rio de Janeiro: ABRASCO; 1997. Pp 167-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582652&pid=S1020-4989201200070000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 27. Peres MA, Antunes JLF. O m&eacute;todo epidemiol&oacute;gico de investiga&ccedil;&atilde;o e sua contribui&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de bucal. Em: Peres MA, Antunes JLF, eds. Epidemiologia da sa&uacute;de bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006. Pp 3-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582654&pid=S1020-4989201200070000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 28. Tassinari WS, Leon AP, Werneck GL, Faerstein E, Lopes CS, Chor D. Contexto s&oacute;cio-econ&ocirc;mico e percep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal em uma popula&ccedil;&atilde;o de adultos no Rio de Janeiro, Brasil: uma an&aacute;lise multin&iacute;vel. Cad Saude Publica. 2007;23(1):127-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582656&pid=S1020-4989201200070000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 29. Antunes JLF, Narvai PC, Nugent ZJ. Measuring inequalities in the distribution of dental caries. Community Dent Oral Epidemiol. 2004;32(1):41-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582658&pid=S1020-4989201200070000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 30. Baldani MH, Vasconcelos AGG, Antunes JLF. Associa&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice CPO-D com indicadores socioecon&ocirc;micos e de provis&atilde;o de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos no Estado do Paran&aacute;, Brasil. Cad Saude Publica. 2004;20(1):143-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582660&pid=S1020-4989201200070000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 31. Hjern A, Grindefjord M, Sundberg H, Rosen M. Social inequality in oral health and use of dental care in Sweden. Community Dent Oral Epidemiol. 2001;29(3):167-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582662&pid=S1020-4989201200070000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 32. Nguyen L, Hakkinen U, Rosenqvist G. Determinants of dental service utilization among adults: the case of Finland. Health Care Manag Sci. 2005;8(4):335-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582664&pid=S1020-4989201200070000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 33. Junqueira SR, Ara&uacute;jo ME, Antunes JLF, Narvai PC. Indicadores socioecon&ocirc;micos e recursos odontol&oacute;gicos em munic&iacute;pios do Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil, no final do s&eacute;culo XX. Epidemiol Serv Saude. 2006;15(4):41-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582666&pid=S1020-4989201200070000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 34. Brasil. Portaria 1 101/GM/2002. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2002/Gm/GM-1101.htm" target="_blank">http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2002/Gm/GM-1101.htm</a> Acessado em 8 de mar&ccedil;o de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582668&pid=S1020-4989201200070000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 35. Morita MC, Haddad AE, Ara&uacute;jo ME. Perfil atual e tend&ecirc;ncias do cirurgi&atilde;o-dentista brasileiro. Maring&aacute;: Dental Press; 2010. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2010/04/PERFIL_CD_BR_web.pdf" target="_blank">http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2010/04/PERFIL_CD_BR_web.pdf</a> Acessado em 8 de mar&ccedil;o de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2582670&pid=S1020-4989201200070000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 36. Viacava F, Almeida C, Caetano R, Fausto M, Macinko J, Martins M, et al. Uma metodologia de avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho do sistema de sa&uacute;de brasileiro. 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