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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Financiamento, gasto público e gestão dos recursos em saúde: o cenário de um estado brasileiro]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências da Saúde Departamento de Odontologia]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article investigates the issue of funding and the decentralization process in order to examine the composition, application and management of resources in the healthcare area. The sample surveyed involved 14 municipalities in the state of Rio Grande do Norte, Brazil. The research involved data gathering of financial transfers, the municipality's own resources and primary healthcare expenses. Management analysis included a survey of local managers and counselors. It was seen that the Unified Health System is funded mainly by federal transfers and municipal revenues and to a far lesser extent by state resources. Funds have been applied predominantly in primary healthcare. The management process saw centralization of actions in the city governments. Municipal secretarial offices and councils comply partially with legislation, though they have problems with autonomy and social control. The results show that planning and management instruments are limited, due to the contradictions inherent to the institutional, political and cultural context of the region.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Financiamento em saúde]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>TEMAS    LIVRES</b> FREE THEMES</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Financiamento, gasto p&uacute;blico e gest&atilde;o dos recursos em sa&uacute;de: o cen&aacute;rio de um estado brasileiro</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Funding, public spending and management of health resources: the current situation in a Brazilian State</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Val&eacute;ria    Rodrigues Leite; Kenio Costa Lima; Cipriano Maia de Vasconcelos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Centro de Ci&ecirc;ncias    da Sa&uacute;de, Departamento de Odontologia Universidade Federal do Rio grande    do Norte. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Av.    Salgado Filho 1787, Lagoa Nova. 59072-970. Natal RN. <a href="mailto:leite@ufrnet.br">leite@ufrnet.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O artigo aborda    a tem&aacute;tica do financiamento e o processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o    tendo como objetivo examinar a composi&ccedil;&atilde;o, a dire&ccedil;&atilde;o    e a gest&atilde;o dos recursos na &aacute;rea da sa&uacute;de. A amostra investigada    foi constitu&iacute;da por 14 munic&iacute;pios do Estado do Rio Grande do Norte.    A pesquisa envolveu coleta de dados referente &agrave;s transfer&ecirc;ncias,    recursos pr&oacute;prios municipais e gastos com aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.    Na an&aacute;lise da gest&atilde;o foi realizado um levantamento junto aos dirigentes    locais e conselheiros. Observa-se que o financiamento do Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de se faz &agrave;s expensas das transfer&ecirc;ncias federais    e receitas municipais, com pequena participa&ccedil;&atilde;o dos recursos estaduais.    A dire&ccedil;&atilde;o dos gastos tem privilegiado a aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica. No processo de gest&atilde;o, verifica-se centraliza&ccedil;&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es nas prefeituras. As secretarias municipais e os conselhos    cumprem em parte a legisla&ccedil;&atilde;o e apresentam dificuldades na autonomia    e o controle social. Os resultados mostram que os instrumentos de planejamento    e gest&atilde;o s&atilde;o limitados em fun&ccedil;&atilde;o das contradi&ccedil;&otilde;es    presentes no contexto institucional, pol&iacute;tico e cultural no &acirc;mbito    regional.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>      Financiamento em sa&uacute;de, Descentraliza&ccedil;&atilde;o, Pol&iacute;ticas    p&uacute;blicas de sa&uacute;de, Gest&atilde;o em sa&uacute;de</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This article investigates    the issue of funding and the decentralization process in order to examine the    composition, application and management of resources in the healthcare area.    The sample surveyed involved 14 municipalities in the state of Rio Grande do    Norte, Brazil. The research involved data gathering of financial transfers,    the municipality's own resources and primary healthcare expenses. Management    analysis included a survey of local managers and counselors. It was seen that    the Unified Health System is funded mainly by federal transfers and municipal    revenues and to a far lesser extent by state resources. Funds have been applied    predominantly in primary healthcare. The management process saw centralization    of actions in the city governments. Municipal secretarial offices and councils    comply partially with legislation, though they have problems with autonomy and    social control. The results show that planning and management instruments are    limited, due to the contradictions inherent to the institutional, political    and cultural context of the region.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>      Health funding, Decentralization, Public health policies, Health management</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A tem&aacute;tica    do financiamento e o processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de    no Brasil t&ecirc;m povoado a agenda de gestores, movimentos sociais e pesquisadores    interessados na consolida&ccedil;&atilde;o do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de    (SUS). Alguns estudos comparativos<sup>1,2</sup> exploraram os desafios da condu&ccedil;&atilde;o    nacional da pol&iacute;tica de sa&uacute;de em federa&ccedil;&otilde;es que    v&ecirc;m passando por processos de descentraliza&ccedil;&atilde;o. Banting    e Corbett<sup>1</sup>, ao compararem as implica&ccedil;&otilde;es do federalismo    para as pol&iacute;ticas de sa&uacute;de em cinco pa&iacute;ses, consideraram    como vari&aacute;veis relevantes a abrang&ecirc;ncia, o detalhamento e a forma    de defini&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica no &acirc;mbito nacional. J&aacute;    France<sup>2</sup> alega que o desafio da constru&ccedil;&atilde;o de um sistema    nacional de sa&uacute;de em um pa&iacute;s federativo &eacute; refletir a heterogeneidade    das necessidades regionais e, ao mesmo tempo, reduzir as desigualdades para    concretizar a cidadania nacional. Por isso, a considera&ccedil;&atilde;o das    peculiaridades do federalismo e da trajet&oacute;ria da pol&iacute;tica de sa&uacute;de    no Brasil &eacute; importante para a discuss&atilde;o do per&iacute;odo recente,    considerando que o pa&iacute;s vive um per&iacute;odo de redefini&ccedil;&otilde;es,    voltadas ao delineamento da nova estrutura das rela&ccedil;&otilde;es federativas<sup>3</sup>,    com atua&ccedil;&atilde;o na corre&ccedil;&atilde;o dos desequil&iacute;brios    regionais atrav&eacute;s do processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o. No que    se refere ao Brasil, &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o que melhor se aplica    ao Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) seria a de descentraliza&ccedil;&atilde;o    como devolu&ccedil;&atilde;o. Descentraliza&ccedil;&atilde;o, nessa perspectiva,    implica na amplia&ccedil;&atilde;o da autonomia das esferas estaduais e municipais,    que requisitar&atilde;o qualifica&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o    de um conjunto de fun&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sendo assim, a pol&iacute;tica de sa&uacute;de vem desenvolvendo mecanismos    pr&oacute;prios que interagem, num contexto espec&iacute;fico, com vari&aacute;veis    estruturais e institucionais desenvolvidas pelos atores que atuam nesse setor.    No caso, a discuss&atilde;o sobre os aspectos de melhor gest&atilde;o dos recursos    financeiros, merece uma an&aacute;lise mais cuidadosa do processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o,    particularmente da esfera municipal descentralizada da sa&uacute;de<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos s&atilde;o os trabalhos que buscam analisar o financiamento da sa&uacute;de    no Brasil, quase sempre abordando, de forma agregada, os tr&ecirc;s n&iacute;veis    da federa&ccedil;&atilde;o<sup>6-11</sup>. Embora se reconhe&ccedil;a a enorme    heterogeneidade de estados e munic&iacute;pios brasileiros e a particularidade    dos gastos com sa&uacute;de nestas unidades, ainda s&atilde;o poucos os estudos    que abordam este tema em contextos regionais ou de estados/munic&iacute;pios    espec&iacute;ficos, salientando-se aqui os recentes trabalhos de Viana et al.<sup>12</sup>,    Fortes et al.<sup>13</sup> e Mendes et al.<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, o artigo    pretende contribuir com essa discuss&atilde;o, apresentando o resultado de uma    pesquisa sobre a an&aacute;lise do processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o    na &aacute;rea da sa&uacute;de no Estado do Rio Grande do Norte, respondendo    algumas quest&otilde;es relativas ao setor sa&uacute;de: Qual a propor&ccedil;&atilde;o    de participa&ccedil;&atilde;o dos entes federativos na composi&ccedil;&atilde;o    das receitas da sa&uacute;de e na dire&ccedil;&atilde;o dos gastos? A aloca&ccedil;&atilde;o    dos recursos federais, estaduais e municipais contribui para superar as desigualdades    nas disponibilidades de recursos para a sa&uacute;de? Os recursos de custeio    e investimento est&atilde;o coerentes com as propostas de organiza&ccedil;&atilde;o    regionalizada e hierarquizada do sistema? Como se define a destina&ccedil;&atilde;o    de investimentos? O gasto com sa&uacute;de esta obedecendo ao que determina    a resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Sa&uacute;de? A aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica tem sido privilegiada na efetiva&ccedil;&atilde;o do Gasto? Na    gest&atilde;o dos recursos, o dirigente tem autonomia na defini&ccedil;&atilde;o    da despesa? O Fundo Municipal de Sa&uacute;de funciona conforme previsto na    Lei? O Conselho de Sa&uacute;de participa na defini&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria    e na fiscaliza&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos?</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para responder &agrave;s quest&otilde;es de pesquisa foram selecionados 14    munic&iacute;pios das 07 regionais de sa&uacute;de do Estado do Rio Grande do    Norte (dois por regional), com base em dois crit&eacute;rios, quais sejam: ser    o munic&iacute;pio com o maior n&uacute;mero de habitantes e possuir menos que    5.000 habitantes. Para estes &uacute;ltimos, realizou-se uma escolha aleat&oacute;ria    de qual munic&iacute;pio integraria a amostra, uma vez que em todas as regionais    havia mais de um munic&iacute;pio com o referido crit&eacute;rio</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a elabora&ccedil;&atilde;o do embasamento te&oacute;rico, tomou-se como    base a quest&atilde;o federativa, e a descentraliza&ccedil;&atilde;o, pois em    federa&ccedil;&otilde;es, &eacute; importante considerar as repercuss&otilde;es    da defini&ccedil;&atilde;o de responsabilidades e dos mecanismos de articula&ccedil;&atilde;o    entre esferas de governo para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, al&eacute;m    de elementos de natureza institucional (trajet&oacute;ria setorial) ou pol&iacute;tica    (escolhas dos atores em um dado cen&aacute;rio).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dessa forma, optou-se    pelo enfoque das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de definidas    a partir da constitui&ccedil;&atilde;o de 1988, tomando como base as leis 8.080<sup>15</sup>    e 8.142<sup>16</sup>, as sucessivas Normas Operacionais B&aacute;sicas NOB 01/91,    NOB 01/93, NOB 01/96 Norma Operacional de Assist&ecirc;ncia a Sa&uacute;de NOAS    01/01, NOAS 01/02 e a Emenda Constitucional 29<sup>17</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a an&aacute;lise da composi&ccedil;&atilde;o e direcionamento dos recursos,    o per&iacute;odo do estudo correspondeu aos anos 2003, 2004 e 2005, verificando-se    os dados financeiros referente &agrave;s transfer&ecirc;ncias SUS, &agrave;    despesa com recursos pr&oacute;prios e &agrave; aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.    Esta an&aacute;lise teve como fonte as informa&ccedil;&otilde;es existentes    no SIOPS "um sistema de coleta e processamento de dados sobre receitas totais    e gastos com a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de    das tr&ecirc;s esferas de governo"<sup>18</sup>. Com rela&ccedil;&atilde;o aos    investimentos na &aacute;rea foram coletados dados sobre os conv&ecirc;nios    federais e estaduais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados de repasse dos recursos do Governo Federal foram obtidos no Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, sede estadual, com informa&ccedil;&otilde;es sobre os recursos    do Fundo Nacional de Sa&uacute;de (FNS) e Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de    Sa&uacute;de (Funasa). A coleta dos dados sobre os Conv&ecirc;nios Estaduais    foi realizada na Secretaria do Estado do Rio Grande do Norte, verificando os    conv&ecirc;nios celebrados com a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de (Sesap).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essas informa&ccedil;&otilde;es foram agregadas em uma &uacute;nica fonte,    um banco de dados, apresentando informa&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s    regi&otilde;es e &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, os diversos componentes individualizados    e agregados (somat&oacute;rios) das Despesas com Sa&uacute;de na Subfun&ccedil;&atilde;o    Administrativa Direta, Subfun&ccedil;&atilde;o Vinculadas e Informa&ccedil;&otilde;es    Complementares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora tenham sido coletados todos os dados sobre os recursos direcionados    para as fun&ccedil;&otilde;es supracitadas, na an&aacute;lise final, para uma    melhor compreens&atilde;o, optou-se trabalhar apenas as vari&aacute;veis que    respondem &agrave;s quest&otilde;es de pesquisa. Desta forma a an&aacute;lise    est&aacute; fundamentada na despesa total com munic&iacute;pio, despesa com    recursos pr&oacute;prios, transfer&ecirc;ncias SUS, aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica,    conv&ecirc;nio federal e conv&ecirc;nio estadual.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a identifica&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o e a equidade do sistema,    o processo de investiga&ccedil;&atilde;o, ocorrida em 2006 e 2007, partiu do    levantamento das informa&ccedil;&otilde;es relativas aos munic&iacute;pios selecionados,    atrav&eacute;s de pesquisa eletr&ocirc;nica no caderno de informa&ccedil;&atilde;o    da secretaria executiva do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, elaborando um    diagn&oacute;stico sobre os munic&iacute;pios selecionados. Posteriormente,    efetuou-se uma consulta na Secretaria Municipal da Sa&uacute;de, aos documentos<sup>19</sup>    relativos ao Plano Municipal de Sa&uacute;de, Plano Plurianual (PPA), Lei de    Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;ria (LDO), Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria    Anual (LOA), Programa&ccedil;&atilde;o Pactuada Integrada (PPI) e o Relat&oacute;rio    de Gest&atilde;o (resultados).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Paralelamente, foi analisado o Fundo Municipal de Sa&uacute;de tomando como    base a Portaria de nº 548, de 12 de abril de 2001, onde estabelece que    o or&ccedil;amento deva respeitar as pol&iacute;ticas e os programas de trabalho    das Secretarias de Sa&uacute;de, observando a Agenda de Sa&uacute;de e o Plano    de Sa&uacute;de, elaborados e aprovados pelos respectivos Conselhos de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Posteriormente ap&oacute;s a an&aacute;lise desses instrumentos de planejamento    e gest&atilde;o foi elaborado um levantamento das Atas<sup>20</sup> do Conselho    Municipal de Sa&uacute;de verificando sua atua&ccedil;&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o    e participa&ccedil;&atilde;o nos instrumentos de planejamento. Em seguida foram    realizadas as entrevistas semiestruturadas, individual e em grupo com pessoas    selecionadas. A sele&ccedil;&atilde;o foi de acordo com os crit&eacute;rios    de ocupa&ccedil;&atilde;o de cargo, onde foram entrevistados quatorze secret&aacute;rios    municipais e representantes do Fundo Municipal de Sa&uacute;de e quarenta e    dois conselheiros municipais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; an&aacute;lise da composi&ccedil;&atilde;o da despesa total, os dados    apresentaram equival&ecirc;ncia dos recursos provenientes do governo federal    (<a href="#f1">Figura 1</a>), repasse das transfer&ecirc;ncias SUS, e do governo    municipal, atrav&eacute;s dos recursos pr&oacute;prios (<a href="#f2">Figura    2</a>), sem que tenha havido diferen&ccedil;a significativa para o conjunto    dos munic&iacute;pios estudados. Esse resultado indica uma tend&ecirc;ncia &agrave;    uniformidade e ao decl&iacute;nio na variabilidade, se considerados os anos    de 2003 e 2004. Na dire&ccedil;&atilde;o dos gastos, o recurso que apresentou    maior representatividade na amostra foi a Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica    (<a href="#f3">Figura 3</a>) e n&atilde;o ocorre homogeneidade na sua aplica&ccedil;&atilde;o.    Os recursos provenientes de conv&ecirc;nios estaduais apresentaram uma mediana    baixa (<a href="#t1">Tabela 1</a>) e retrata a inexist&ecirc;ncia da aplica&ccedil;&atilde;o    de recursos em investimento e a pouca participa&ccedil;&atilde;o do estado na    composi&ccedil;&atilde;o das receitas da sa&uacute;de. Tal comportamento indicou    homogeneidade durante o per&iacute;odo estudado.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csc/v17n7/24f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csc/v17n7/24f02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csc/v17n7/24f03.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/csc/v17n7/24t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que se referem &agrave; gest&atilde;o, as secretarias municipais de sa&uacute;de,    apesar de estarem amparadas pelos instrumentos de planejamento, na maioria das    vezes, apresentam-se como simples prestadoras de servi&ccedil;os. Os instrumentos    de planejamento s&atilde;o insuficientes, uma vez que, quando existem, apontam    basicamente os objetivos e metas, focado nas exig&ecirc;ncias normativas, e    n&atilde;o retrata a realidade local.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na autonomia setorial, pode-se dizer que existe uma concentra&ccedil;&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de nas secretarias de finan&ccedil;as das    prefeituras, principalmente na quest&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, decorrente    da aus&ecirc;ncia de estrutura nas secretarias municipais. Na maioria dos munic&iacute;pios,    o planejamento dos recursos &eacute; elaborado pelas prefeituras, especificamente    pelo contador, e em alguns casos, a dire&ccedil;&atilde;o dos recursos n&atilde;o    indica a necessidade da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa constata&ccedil;&atilde;o pode ser feita partindo da an&aacute;lise documental,    elaborada na pesquisa de campo, onde se verifica que na maioria dos munic&iacute;pios,    a Proposta Or&ccedil;ament&aacute;ria apresenta-se em conformidade com o Plano    de Sa&uacute;de, por&eacute;m n&atilde;o traduz as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o,    uma vez que n&atilde;o s&atilde;o realizadas pesquisas e estudos de demanda,    e a articula&ccedil;&atilde;o com os poucos t&eacute;cnicos na &aacute;rea da    sa&uacute;de e com o Conselho Municipal de Sa&uacute;de &eacute; praticamente    inexistente. Muitas vezes esses documentos s&atilde;o basicamente repeti&ccedil;&otilde;es    das a&ccedil;&otilde;es dos anos anteriores, comprometendo o Art. 36 da Lei    8.080/90, que estabelece o plano de sa&uacute;de e a proposta or&ccedil;ament&aacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os demonstrativos or&ccedil;ament&aacute;rios financeiros constituem materiais    essenciais para o acompanhamento, e a fiscaliza&ccedil;&atilde;o por parte do    conselho (lei 8.080-Art. 33), por&eacute;m este enfrenta problemas: as informa&ccedil;&otilde;es    demoram a ser repassada e algumas vezes nem ocorre. Os conselheiros n&atilde;o    t&ecirc;m capacidade para interpretar os dados, n&atilde;o existe compromisso    com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas responsabilidades, ocorrendo substitui&ccedil;&otilde;es    constantes na equipe, o que dificulta treinamentos e algumas vezes existem diverg&ecirc;ncias    pol&iacute;ticas entre conselheiros e prefeito. Sendo assim, o processo de planejamento    e or&ccedil;amento (art. 36) n&atilde;o &eacute; fundamentado em sugest&otilde;es    dos &oacute;rg&atilde;os deliberativos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A atua&ccedil;&atilde;o dos Conselhos Municipais, em todos os munic&iacute;pios,    apesar do suporte legal, n&atilde;o cumpre o seu papel, na medida em que apresenta    diversas dificuldades. N&atilde;o disp&otilde;e de pessoal qualificado para    as exig&ecirc;ncias da lei, principalmente no que diz respeito ao cumprimento    da fiscaliza&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria. Os cursos de capacita&ccedil;&atilde;o    n&atilde;o s&atilde;o suficientes para uma atua&ccedil;&atilde;o que responda    o cumprimento da lei. Outro ponto a ser considerado &eacute; a falta de compromisso    dos conselheiros e a renova&ccedil;&atilde;o do mandato, dificultando a continuidade    dos participantes que j&aacute; tem algum entendimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A fiscaliza&ccedil;&atilde;o por parte do conselho (lei 8.080-Art. 33) enfrenta    problemas. Existe, em parte, o cumprimento das secretarias (prefeituras) no    que diz respeito aos instrumentos de planejamento, por&eacute;m os conselhos    municipais apresentam-se &agrave; margem desse processo. A articula&ccedil;&atilde;o    com a secretaria, prefeitura e at&eacute; mesmo com a popula&ccedil;&atilde;o    &eacute; insuficiente ou inadequada, particularmente no que se refere ao planejamento    e or&ccedil;amento. Sendo assim, esses instrumentos n&atilde;o s&atilde;o fundamentados    em sugest&otilde;es dos &oacute;rg&atilde;os deliberativos, o que provavelmente    n&atilde;o traduz a realidade local.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma an&aacute;lise abrangente do processo com base na combina&ccedil;&atilde;o    dos v&aacute;rios olhares permite identificar que em geral os princ&iacute;pios    e as diretrizes do SUS s&atilde;o seguidos nas a&ccedil;&otilde;es municipais    e apresentam universalidade de acesso aos servi&ccedil;os. Por&eacute;m, ao    assumir a gest&atilde;o de recursos e as responsabilidades inerentes &agrave;    gest&atilde;o da sa&uacute;de local, a maioria dos munic&iacute;pios n&atilde;o    estava com capacidade institucional para assumir as tarefas exigidas pelas diretrizes    da descentraliza&ccedil;&atilde;o, comprometendo a implementa&ccedil;&atilde;o    das atividades com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; integralidade e equidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em decorr&ecirc;ncia da descentraliza&ccedil;&atilde;o, na pol&iacute;tica    de sa&uacute;de registram-se, no Brasil, nos &uacute;ltimos vinte anos mudan&ccedil;as    nos cinco atributos relevantes para a caracteriza&ccedil;&atilde;o do federalismo    destacados por Obinger et al.<sup>21</sup>: "os arranjos institucionais e regras    para decis&otilde;es nacionais com vistas a incorporar interesses territoriais    (por meio das comiss&otilde;es intergovernamentais na sa&uacute;de); o conjunto    de atores com base territorial (amplia&ccedil;&atilde;o dos atores envolvidos    na implementa&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica, como gestores locais e conselheiros    de sa&uacute;de); os arranjos legais para definir responsabilidades entre n&iacute;veis    de governo (leis da sa&uacute;de, normas operacionais do SUS e outras portarias);    os arranjos de transfer&ecirc;ncias fiscais intergovernamentais (mecanismos    de financiamento, tipos e volume das transfer&ecirc;ncias federais, mudan&ccedil;as    na participa&ccedil;&atilde;o das esferas de governo no gasto em sa&uacute;de);    os arranjos informais entre governos, verticais e horizontais (rela&ccedil;&otilde;es    entre gestores do SUS e governantes)". Apesar do esfor&ccedil;o para atender    esses atributos e consequentemente as exig&ecirc;ncias da descentraliza&ccedil;&atilde;o    algumas observa&ccedil;&otilde;es, a partir desse estudo, podem ser levantadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As transfer&ecirc;ncias federais voltadas para a equaliza&ccedil;&atilde;o,    ora das receitas dispon&iacute;veis, ora das necessidades de gastos, ainda apresentam-se    relevantes na composi&ccedil;&atilde;o dos recursos dispon&iacute;veis para    a sa&uacute;de. Isto representa, consequentemente, uma maior responsabilidade    da esfera federal na defini&ccedil;&atilde;o das regras e diretrizes da aplica&ccedil;&atilde;o    dos recursos, indicando que o atual modelo de descentraliza&ccedil;&atilde;o    se encontra em fase de conforma&ccedil;&atilde;o e acomoda&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A relev&acirc;ncia dos recursos federais<sup>22</sup> n&atilde;o favorece    uma maior equidade no gasto p&uacute;blico em sa&uacute;de por que: 1) n&atilde;o    permitem, na sua maioria, a redistribui&ccedil;&atilde;o de recursos para estados    e munic&iacute;pios com maiores dificuldades or&ccedil;ament&aacute;rios,    pois sua forte associa&ccedil;&atilde;o com a oferta e a produ&ccedil;&atilde;o    impede ampliar as receitas dispon&iacute;veis em estados e munic&iacute;pios    com menor capacidade de arrecada&ccedil;&atilde;o. 2) desconsideram as possibilidades    reais de aporte de recursos e amplia&ccedil;&atilde;o de gasto a partir das    receitas pr&oacute;prias das esferas subnacionais, fruto das regras que informam    o federalismo fiscal no Brasil.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da relev&acirc;ncia dos recursos federais, o avan&ccedil;o da implementa&ccedil;&atilde;o    das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de resultou na queda relativa dos recursos    da Uni&atilde;o<sup>23</sup> e maior participa&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios    no financiamento. Ainda que tenha havido uma diminui&ccedil;&atilde;o da    participa&ccedil;&atilde;o do governo federal no financiamento da sa&uacute;de    p&uacute;blica, ela n&atilde;o foi acompanhada da redu&ccedil;&atilde;o de sua    presen&ccedil;a na determina&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica, principalmente    em n&iacute;vel de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo realizado por Campelli e Calvo<sup>10</sup> no per&iacute;odo de 2000    a 2003 onde foram avaliadas as Unidades Federativas do Brasil mostra que ap&oacute;s    a EC-29 os gastos p&uacute;blicos apresentam uma tend&ecirc;ncia crescente nas    aplica&ccedil;&otilde;es dos recursos em sa&uacute;de. "A despesa por habitante,    que era de R$ 201,20 em 2000, aumentou para R$ 304,18 em 2003. Por&eacute;m,    a Uni&atilde;o vem reduzindo sua participa&ccedil;&atilde;o relativa no financiamento    da sa&uacute;de ap&oacute;s a EC-29. Em 2000 sua participa&ccedil;&atilde;o    era de 59,8%; em 2001 de 56,2%, em 2002 de 53,1% e em 2003 de 48%". Constata-se    que, se de um lado h&aacute; uma diminui&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o    da Uni&atilde;o, por outro, h&aacute; o consequente aumento relativo dos gastos    em sa&uacute;de para os Estados e Munic&iacute;pios.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Rio Grande do Norte apresenta cen&aacute;rio semelhante. Na composi&ccedil;&atilde;o    da Despesa Total com sa&uacute;de, os recursos provenientes do governo federal    (transfer&ecirc;ncias) e do governo municipal (recursos pr&oacute;prios) apresentam    equival&ecirc;ncia. A participa&ccedil;&atilde;o dos recursos federais, na composi&ccedil;&atilde;o    dos recursos p&uacute;blicos de sa&uacute;de, apesar de significativa, vem reduzindo    gradativamente. Em 2003, esse percentual ficou abaixo de 50%, invertendo a composi&ccedil;&atilde;o    do financiamento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados apontam para o aumento da participa&ccedil;&atilde;o dos munic&iacute;pios    na composi&ccedil;&atilde;o dos recursos, enquanto que a participa&ccedil;&atilde;o    do estado &eacute; insignificante. Mais responsabilidades e aportes financeiros    ficaram sob a &eacute;gide dos munic&iacute;pios.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por&eacute;m, as transfer&ecirc;ncias de recursos e de responsabilidades,    do governo federal para o municipal, n&atilde;o foi acompanhado de investimentos    mais substantivos na rede p&uacute;blica de servi&ccedil;os. Os escassos recursos    s&atilde;o destinados na maioria das vezes para a manuten&ccedil;&atilde;o dos    equipamentos. Observa-se que existe precariedade na aplica&ccedil;&atilde;o    de invers&otilde;es e no capital fixo, o que dificulta a implanta&ccedil;&atilde;o    do SUS. O direcionamento n&atilde;o esta coerente com as propostas de organiza&ccedil;&atilde;o    regionalizada e hierarquizada. Al&eacute;m de ser muito baixo, n&atilde;o existe    planejamento para a aplica&ccedil;&atilde;o baseado nas necessidades locais.    S&atilde;o necess&aacute;rios novos investimentos para permitir uma oferta de    sa&uacute;de adequada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dire&ccedil;&atilde;o dos recursos em termos    de finalidades, estes obedecem ao que determina a resolu&ccedil;&atilde;o do    Conselho Nacional de Sa&uacute;de (CNS). A Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica    vem sendo privilegiada na dire&ccedil;&atilde;o dos recursos, por&eacute;m n&atilde;o    ocorre uma homogeneidade na aplica&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Embora esse    movimento seja importante e na dire&ccedil;&atilde;o correta, somente indica    que houve amplia&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, mas n&atilde;o o suficiente,    uma vez que a aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos nos munic&iacute;pios se    diferencia e n&atilde;o s&atilde;o suficientes para cobrir a demanda e, consequentemente,    os princ&iacute;pios da equidade. De acordo com Marques<sup>24</sup>, a amplia&ccedil;&atilde;o    do campo de a&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica indica    o crescimento da import&acirc;ncia da estrat&eacute;gia da pol&iacute;tica de    sa&uacute;de implementada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na aprecia&ccedil;&atilde;o do processo de planejamento e gest&atilde;o, no    estado, assim como identificado em trabalho realizado por Mendes<sup>5</sup>,    verifica-se que houve varia&ccedil;&otilde;es nas estrat&eacute;gias de descentraliza&ccedil;&atilde;o,    associadas a movimentos de reconfigura&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es    dos munic&iacute;pios na implanta&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No entanto, a descentraliza&ccedil;&atilde;o per se n&atilde;o &eacute; suficiente    para a concretiza&ccedil;&atilde;o do SUS. Os seus avan&ccedil;os efetivos est&atilde;o    intimamente relacionados a outros aspectos relevantes para a consolida&ccedil;&atilde;o    do sistema, como o adequado aporte de recursos financeiros, o fortalecimento    da capacidade gestora nos tr&ecirc;s n&iacute;veis de governo e a permeabilidade    das institui&ccedil;&otilde;es do setor sa&uacute;de aos valores democr&aacute;ticos<sup>25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A descentraliza&ccedil;&atilde;o<sup>12</sup> ao permitir a amplia&ccedil;&atilde;o    significativa de transfer&ecirc;ncias de recursos e maior poder de arrecada&ccedil;&atilde;o    a estados e munic&iacute;pios, n&atilde;o estabeleceu um processo pactuado de    redefini&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es e compet&ecirc;ncias de gest&atilde;o    na &aacute;rea social. Constata-se a necessidade de adotar iniciativas com vistas    a aumentar o aprimoramento desses mecanismos, tornando mais efetivas a participa&ccedil;&atilde;o    social e o controle p&uacute;blico sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o dos mesmos    e aumentar a transpar&ecirc;ncia, a efic&aacute;cia e a equidade na utiliza&ccedil;&atilde;o    dos recursos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora ocorram iniciativas de acompanhamento e de avalia&ccedil;&atilde;o    atrav&eacute;s do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e da Organiza&ccedil;&atilde;o    Pan-Americana em indicar diretrizes para formuladores de pol&iacute;tica e gestores    desses instrumentos ainda permanece uma lacuna entre o que &eacute; planejado    e o que &eacute; implementado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A aproxima&ccedil;&atilde;o do SUS real ao SUS inscrito na legisla&ccedil;&atilde;o,    entretanto, al&eacute;m de medidas incrementais, necessita de iniciativas que    possam corrigir distor&ccedil;&otilde;es e contradi&ccedil;&otilde;es, a exemplo    dos mecanismos de repasse de recursos, e qualificar os processos de gest&atilde;o.    Isso exige, necessariamente, um novo pacto, capaz de ampliar o grau de responsabilidades    entre gestores, sobretudo nos espa&ccedil;os local e estadual, que juntos, com    o apoio do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e de programas de Coopera&ccedil;&atilde;o    T&eacute;cnica - CT devem construir as m&uacute;ltiplas conex&otilde;es no &acirc;mbito    regional<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; importante identificar as a&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de como estrat&eacute;gia instrumental para fomentar a capacidade    dos estados e munic&iacute;pios do pa&iacute;s, promovendo o desenvolvimento    nacional aut&ocirc;nomo da sa&uacute;de, com refer&ecirc;ncia aos princ&iacute;pios    de igualdade, efic&aacute;cia, efici&ecirc;ncia, sustentabilidade e participa&ccedil;&atilde;o.    Adotar programas que fortale&ccedil;am a representa&ccedil;&atilde;o e visem    o alinhamento dos recursos humanos, financeiros e tecnol&oacute;gicos, em busca    de estabelecer processos e mecanismos para que a CT aconte&ccedil;a de forma    planejada, organizada e participativa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esses programas podem estar relacionados aos conceitos de desenvolvimento    institucional e organizacional, compreendendo os processos de melhoramento global    &agrave; procura de um melhor desempenho de seus resultados. Nesse sentido,    se faz necess&aacute;rio considerar a defini&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas    internas e externas, da estrutura e do funcionamento organizacional e do estilo    de gest&atilde;o; de acordo com os fatores externos que condicionam o trabalho    da organiza&ccedil;&atilde;o; e outros aspectos-chave para estabelecer o funcionamento    da institui&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desenvolver, a n&iacute;vel local, a&ccedil;&otilde;es de planejamento e permitir    melhor monitoramento, controle, avalia&ccedil;&atilde;o e informe dos resultados,    a fim de contribuir para um resultado esperado regional. Nesse sentido, &eacute;    necess&aacute;rio ampliar a presen&ccedil;a e a capacidade das institui&ccedil;&otilde;es    para apoiar programas e prioridades nacionais, mediante o fortalecimento dos    n&iacute;veis estaduais/municipais. Manter uma estreita rela&ccedil;&atilde;o    pol&iacute;tica, estrat&eacute;gica e t&eacute;cnica com parceiros mediante    a defini&ccedil;&atilde;o de redes de relacionamento de institui&ccedil;&otilde;es    p&uacute;blicas e privadas, permitindo que cada integrante mantenha sua independ&ecirc;ncia    em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; rede e aos demais integrantes, para compartilhar    objetivos e decis&otilde;es e permitir que cada ator possa contribuir para a    execu&ccedil;&atilde;o da coopera&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Faz-se necess&aacute;rio "apostar na capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o    dos Conselheiros de Sa&uacute;de das tr&ecirc;s esferas de gest&atilde;o do    SUS", investir na capacita&ccedil;&atilde;o de seus agentes, criando redes de    informa&ccedil;&otilde;es e de troca de experi&ecirc;ncias. Tais iniciativas    s&atilde;o determinantes para que "os recursos m&iacute;nimos para a sa&uacute;de    previstos na EC-29 sejam realmente assegurados nas leis or&ccedil;ament&aacute;rias,    para que sejam empenhados em tempo h&aacute;bil, sem contingenciamentos e sejam    executados". Os Conselhos de Sa&uacute;de t&ecirc;m agora refer&ecirc;ncia de    valores financeiros para aprovarem ou n&atilde;o as presta&ccedil;&otilde;es    de contas do SUS<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; importante fazer alus&atilde;o ao papel a ser desempenhado pelo controle    social na efetiva&ccedil;&atilde;o deste dispositivo constitucional, que &eacute;,    apesar de todas as dificuldades, o melhor caminho para a consolida&ccedil;&atilde;o    do SUS. As considera&ccedil;&otilde;es de Rezende<sup>26</sup> tamb&eacute;m    apontam para essa dire&ccedil;&atilde;o, ao destacar que &eacute; necess&aacute;rio    "apostar na capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o dos Conselheiros de Sa&uacute;de    das tr&ecirc;s esferas de gest&atilde;o do SUS". A vigil&acirc;ncia do Tribunal    de Contas e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico pode configurar um Controle    Social mais efetivo<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disso, a ades&atilde;o ao Pacto pela Sa&uacute;de, em fevereiro    de 2006, coloca para a gest&atilde;o do SUS nos munic&iacute;pios um conjunto    de responsabilidades e compromissos sanit&aacute;rios, com o objetivo de fortalecer    a capacidade gestora do sistema de sa&uacute;de. Essa situa&ccedil;&atilde;o    est&aacute; expressa tanto na pactua&ccedil;&atilde;o das prioridades, objetivos    e metas do Pacto pela Vida, quanto na discuss&atilde;o das responsabilidades    do Pacto de Gest&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O debate, mais uma vez, est&aacute; aberto. As diverg&ecirc;ncias, entretanto,    n&atilde;o devem servir para distanciar, mas para produzir o consenso entre    todos aqueles que propugnam pelo fortalecimento do SUS. A publica&ccedil;&atilde;o    dos resultados da investiga&ccedil;&atilde;o dever&aacute; contribuir com a    discuss&atilde;o sobre os mecanismos de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos e    a formula&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de sa&uacute;de, planejamento    e gest&atilde;o, no &acirc;mbito estadual e municipal, embasadas nas an&aacute;lises    realizadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Colaboradores</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">VR Leite, KC Lima e CM Vasconcelos participaram igualmente de todas as etapas    de elabora&ccedil;&atilde;o do artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Banting K, Corbett    S. Federalism and health care policy: an introduction. In: <i><b>Health Policy    and Federalism Workshop</b></i>; 2001 Oct15-16; S&atilde;o Paulo, Brazil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612450&pid=S1413-8123201200070002400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. France G. Compatibilit&agrave;    fra il federalismo e gli standard sanitari nazionali. In: France G, organizador.    <i><b>Federalismo, regionalismo e Standard Sanitari Nazionali</b></i>. Milano:    Dott. A Gluffr&eacute; Editora; 2001. p. 169-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612452&pid=S1413-8123201200070002400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. N&oacute;brega    M. <i><b>Federalismo seletivo e equaliza&ccedil;&atilde;o fiscal</b></i>: o    novo modelo de gest&atilde;o fiscal e o impacto nos entes subnacionais. In:    Mendes GF, organizador. S&atilde;o Paulo: Saraiva; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612454&pid=S1413-8123201200070002400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Pasche D F,    Righi L B,Thome HI, Stolz ED. Paradoxos das pol&iacute;ticas de descentraliza&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de no Brasil. <i><b>Rev Panam Salud Publica</b></i> 2006; 20(6):416-422.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612456&pid=S1413-8123201200070002400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Mendes NA. <i><b>Financiamento,    gasto e gest&atilde;o (SUS)</b></i>. A gest&atilde;o descentralizada semiplena    e plena do sistema municipal no Estado de S&atilde;o Paulo (1995-2001) &#91;tese&#93;.    2005. Campinas: UNICAMP; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612458&pid=S1413-8123201200070002400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. M&eacute;dici    A. <i><b>Gastos com sa&uacute;de nas tr&ecirc;s esferas de governo</b></i>:    1980-1990: o financiamento da sa&uacute;de no Brasil. Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o    Pan-Americana da Sa&uacute;de; 1994. (S&eacute;rie Economia e Financiamento,    4)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612460&pid=S1413-8123201200070002400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Costa RCR. Descentraliza&ccedil;&atilde;o,    financiamento e regula&ccedil;&atilde;o: a reforma do sistema p&uacute;blico    de sa&uacute;de no Brasil durante a d&eacute;cada de 1990. <i><b>Rev Sociol    Pol&iacute;t</b></i> 2002; (18):49-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612461&pid=S1413-8123201200070002400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Faveret ACSC.    A vincula&ccedil;&atilde;o constitucional de recursos para a sa&uacute;de: avan&ccedil;os,    entraves e perspectivas. <i><b>Cien Saude Colet</b></i> 2003; 8(2):371-378.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612463&pid=S1413-8123201200070002400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Ug&aacute; MAD,    Piola SF, Porto SM, Vianna, SM. Descentraliza&ccedil;&atilde;o e aloca&ccedil;&atilde;o    de recursos no &acirc;mbito do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). <i><b>Cien    Saude Colet</b></i> 2003; 8(2):417-437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612465&pid=S1413-8123201200070002400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Campelli MGR,    Calvo MCM. O cumprimento da Emenda Constitucional n&deg;. 29 no Brasil. <i><b>Cad    Saude Publica</b></i> 2007; 23(7):1613-1623.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612467&pid=S1413-8123201200070002400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Dain S. Os    v&aacute;rios mundos do financiamento da sa&uacute;de no Brasil: uma tentativa    de integra&ccedil;&atilde;o. <i><b>Cien Saude Colet</b></i> 2007;12(Supl.):1851-1864.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612469&pid=S1413-8123201200070002400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Viana ALd'A,    Novaes HMD, Silva JA, Rocha JSY, Iba&ntilde;ez N, Elias PEM. <i><b>Financiamento    e gasto com sa&uacute;de nos munic&iacute;pios paulistas com popula&ccedil;&atilde;o    superior a 100 mil habitantes</b> (2000-2003)</i>. S&atilde;o Paulo: Centro    de Estudos de Cultura Contempor&acirc;nea Cons&oacute;rcio Medicina USP; 2006.    (Cadernos de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica: Estudos Descritivos, 2).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612471&pid=S1413-8123201200070002400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Fortes FBCP,    Machado ENM, Matias BD. Gasto p&uacute;blico com sa&uacute;de nos munic&iacute;pios    de Minas Gerais: 2000-2002. <i><b>Divulg Sa&uacute;de Debate</b></i> 2007; 37:69-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612473&pid=S1413-8123201200070002400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Mendes A, Kayano    J, Heimann LS, Junqueira V, Castro IEN, Ferreira MRJ, RM Sena. <i><b>Apura&ccedil;&atilde;o    do gasto SUS regionalizado no Estado de S&atilde;o Paulo</b></i>. S&atilde;o    Paulo: Instituto de Sa&uacute;de; 2008 (Temas em Sa&uacute;de Coletiva, 6).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612475&pid=S1413-8123201200070002400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Brasil. Lei    Org&acirc;nica da Sa&uacute;de - Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990. Disp&otilde;e    sobre as condi&ccedil;&otilde;es para a promo&ccedil;&atilde;o, prote&ccedil;&atilde;o    e recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, a organiza&ccedil;&atilde;o e o    funcionamento dos servi&ccedil;os correspondentes e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.    &#91;acessado 2006 maio 1&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.senado.gov.br/sicon/ExecutaPesquisaLegislacao.action" target="_blank">http://www.senado.gov.br/sicon/ExecutaPesquisaLegislacao.action</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612477&pid=S1413-8123201200070002400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Brasil. Lei    nº 8142, de 28 de dezembro de 1990. Disp&otilde;e sobre a participa&ccedil;&atilde;o    da comunidade na gest&atilde;o do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de - SUS    e sobre as transfer&ecirc;ncias intergovernamentais de recursos financeiros    na &aacute;rea da sa&uacute;de e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. &#91;acessado    2006 maio 1&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.senado.gov.br/sicon/ExecutaPesquisaLegislacao.action" target="_blank">http://www.senado.gov.br/sicon/ExecutaPesquisaLegislacao.action</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612479&pid=S1413-8123201200070002400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Brasil. Emenda    Constitucional n.º 29, de 13 de setembro de 2000. Altera os artigos 34, 35,    156, 160, 167 e 198 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal e acrescenta artigo    ao Ato das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias, para    assegurar os recursos m&iacute;nimos para o financiamento das a&ccedil;&otilde;es    e servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de. &#91;acessado 2006 maio 01&#93;.    Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.presidencia.gov.br/ccivil/Constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm" target="_blank">http://www.presidencia.gov.br/ccivil/Constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm</a>&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612481&pid=S1413-8123201200070002400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Brasil. Sistema    de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Or&ccedil;amentos P&uacute;blicos em Sa&uacute;de.    Afinal, o que &eacute; o SIOPS? &#91;acessado 2006 mar 25&#93;. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.siops.datasus.gov.br" target="_blank">http://www.siops.datasus.gov.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612483&pid=S1413-8123201200070002400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Rio Grande    do Norte. Prefeituras Municipais. Documento Oficiais das Prefeituras Municipais    de Sa&uacute;de. Plano Plurianual, Plano Anual, Relat&oacute;rio de Gest&atilde;o    2003 a 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612485&pid=S1413-8123201200070002400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Rio Grande    do Norte. Documentos Oficiais do Conselho Municipal de Sa&uacute;de - Atas das    reuni&otilde;es, Plano Anual, Relat&oacute;rio de Gest&atilde;o 2003 a 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612487&pid=S1413-8123201200070002400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Obinger H,    Leibfried S, Castles F. <i><b>Federalism and the Welfare State</b></i>. Cambridge:    Cambridge University Press; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612489&pid=S1413-8123201200070002400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Lima LD. Conex&otilde;es    entre o federalismo fiscal e o financiamento da pol&iacute;tica de sa&uacute;de    no Brasil. <i><b>Cien Saude Colet</b></i> 2007; 12(2):511-522.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612491&pid=S1413-8123201200070002400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Bueno WS, Merhy    EE. Os equ&iacute;vocos da NOB/96: uma proposta em sintonia com os projetos    neoliberalizantes? In: 10ª Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de. Tema:    Norma Operacional B&aacute;sica 01/96, 1997. (Mimeo).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612493&pid=S1413-8123201200070002400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Marques RM,    Mendes A. A pol&iacute;tica de incentivos do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de    para a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: uma amea&ccedil;a &agrave; autonomia    dos gestores municipais e ao princ&iacute;pio da integralidade? <i><b>Cad Saude    Publica</b></i> 2002; 18(Supl.):163-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1612495&pid=S1413-8123201200070002400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Levcovitz E,    Yamamoto EK, Silva LAD. 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