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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Evolução temporal da mortalidade por suicídio em pessoas com 60 anos ou mais nos estados brasileiros, 1980 a 2009]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Suicide mortality temporal trends in people aged 60 years or more in the Brazilian states: 1980 to 2009]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The scope of this paper is to determine the temporal evolution of mortality by suicide in people aged 60 or more per State in Brazil between 1980 and 2009. Historical mortality by suicide data (ICD-9 codes E950 to E959 and ICD-10 codes X60 to X84 and Y87.0) were obtained from the Mortality Information System (SIM / MS). Data regarding population counts were obtained from the Brazilian Institute of Geography and Statistics. In the assessment of temporal trends the Poisson regression model was used, in which the dependent variable was the number of deaths and the centralized calendar year was the explanatory variable. Statistically significant trends were considered those whose p-value was d" 0.05. The results revealed the presence of a statistically significant increasing trend in four states and a decrease in two (general population; 60 years or more). In the male population there was an increase in five states and a reduction in two. The female rate showed an increase in one state and a decrease in three. There was an increasing trend in Piauí, Ceará and Rio Grande do Norte and a reduction in Amazonas, Roraima, and São Paulo for people aged between 60 and 69. Increasing rates were observed in the population aged 70-79 in Piauí and decreasing trends in Roraima.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Suicídio]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b>    ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Evolu&ccedil;&atilde;o    temporal da mortalidade por suic&iacute;dio em pessoas com 60 anos ou mais nos    estados brasileiros, 1980 a 2009</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Suicide mortality    temporal trends in people aged 60 years or more in the Brazilian states: 1980    to 2009</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Liana Wernersbach    Pinto<sup>I</sup>; Thiago de Oliveira Pires<sup>I</sup>; Cosme Marcelo Furtado    Passos da Silva<sup>II</sup>; Simone Gon&ccedil;alves de Assis<sup>I</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Centro    Latino-Americano de Estudos de Viol&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Jorge Careli,    Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo    Cruz. Avenida Brasil 4036/700, Manguinhos. 21040-361 Rio de Janeiro, RJ. <a href="mailto:lianawp@fiocruz.br">lianawp@fiocruz.br</a>    <br>   <sup>II</sup>Departamento de Epidemiologia e M&eacute;todos Quantitativos, Escola    Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este artigo objetiva    verificar a evolu&ccedil;&atilde;o temporal da mortalidade por suic&iacute;dio    em pessoas com 60 anos ou mais segundo a unidade da federa&ccedil;&atilde;o    no per&iacute;odo de 1980 a 2009. Na constru&ccedil;&atilde;o das s&eacute;ries    hist&oacute;ricas empregaram-se dados da mortalidade por suic&iacute;dio (CID-9    c&oacute;digos E950 a E959 e CID-10 c&oacute;digos X60 a X84 e Y87.0) obtidos    do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o sobre Mortalidade (SIM/MS). Dados referentes    &agrave; contagem populacional foram obtidos do Instituto Brasileiro de Geografia    e Estat&iacute;stica. Na avalia&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia temporal    empregou-se o modelo de regress&atilde;o de Poisson, no qual a vari&aacute;vel    resposta foi o n&uacute;mero de &oacute;bitos e a vari&aacute;vel explanat&oacute;ria    o ano calend&aacute;rio centralizado. Foram consideradas tend&ecirc;ncias estatisticamente    significativas aquelas cujo p-valor <u>&lt;</u> 0,05. Os resultados mostram    a presen&ccedil;a de tend&ecirc;ncia estatisticamente significativa de aumento    para quatro estados e de queda para dois (popula&ccedil;&atilde;o geral; 60    anos ou mais). Na popula&ccedil;&atilde;o masculina houve aumento em cinco e    redu&ccedil;&atilde;o em dois. As taxas femininas exibiram aumento em um estado    e queda em tr&ecirc;s. Verificou-se tend&ecirc;ncia de aumento no Piau&iacute;,    Cear&aacute; e Rio Grande do Norte e de redu&ccedil;&atilde;o no Amazonas, S&atilde;o    Paulo e Roraima para aqueles com idades entre 60 e 69 anos. Observaram-se taxas    crescentes na popula&ccedil;&atilde;o de 70 a 79 anos do Piau&iacute; e decrescentes    em Roraima.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Suic&iacute;dio, Idosos, Tend&ecirc;ncia temporal, Regress&atilde;o de poisson</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The scope of this    paper is to determine the temporal evolution of mortality by suicide in people    aged 60 or more per State in Brazil between 1980 and 2009. Historical mortality    by suicide data (ICD-9 codes E950 to E959 and ICD-10 codes X60 to X84 and Y87.0)    were obtained from the Mortality Information System (SIM / MS). Data regarding    population counts were obtained from the Brazilian Institute of Geography and    Statistics. In the assessment of temporal trends the Poisson regression model    was used, in which the dependent variable was the number of deaths and the centralized    calendar year was the explanatory variable. Statistically significant trends    were considered those whose p-value was d" 0.05. The results revealed the presence    of a statistically significant increasing trend in four states and a decrease    in two (general population; 60 years or more). In the male population there    was an increase in five states and a reduction in two. The female rate showed    an increase in one state and a decrease in three. There was an increasing trend    in Piau&iacute;, Cear&aacute; and Rio Grande do Norte and a reduction in Amazonas,    Roraima, and S&atilde;o Paulo for people aged between 60 and 69. Increasing    rates were observed in the population aged 70-79 in Piau&iacute; and decreasing    trends in Roraima.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    Suicide, The elderly, Temporal trends, Poisson regression</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O suic&iacute;dio    constitui uma das formas de viol&ecirc;ncias autoinfligidas, na qual o indiv&iacute;duo    intencionalmente tira a pr&oacute;pria vida. O comportamento suicida varia desde    idea&ccedil;&atilde;o de se matar at&eacute; a elabora&ccedil;&atilde;o de um    plano e a obten&ccedil;&atilde;o dos meios para realiza&ccedil;&atilde;o do    ato<sup>1</sup>, e representa hoje, no mundo, um importante problema de sa&uacute;de    p&uacute;blica<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo a OMS os    idosos s&atilde;o o grupo populacional de maior risco para o suic&iacute;dio.    Apesar disto, este fen&ocirc;meno ainda recebe pouca aten&ccedil;&atilde;o das    autoridades da &aacute;rea de sa&uacute;de p&uacute;blica, de pesquisadores    e da m&iacute;dia, os quais, em suas reflex&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es    costumam priorizar os grupos populacionais mais jovens<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, cerca    de 1.200 pessoas com 60 anos ou mais morrem a cada ano em decorr&ecirc;ncia    de suic&iacute;dio<sup>4</sup>. De acordo com a OMS, no mundo a taxa global    de suic&iacute;dio no ano 20005 entre homens com idade igual ou superior a 65    anos foi de 41 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. Esta taxa &eacute; ainda    maior se forem considerados apenas aqueles com idade maior ou igual a 75 anos    (50 &oacute;bitos/100 mil habitantes)<sup>5</sup>. Para as mulheres, as taxas    s&atilde;o usualmente mais baixas; na faixa de 75 anos ou mais a taxa global    feminina atinge o m&aacute;ximo de 15,8 &oacute;bitos por 100 mil habitantes<sup>5</sup>.    Ainda segundo a OMS as taxas de suic&iacute;dio (desconsiderando a quest&atilde;o    da faixa et&aacute;ria) aumentaram cerca de 60% nos &uacute;ltimos 45 anos<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A OMS apresenta    dados sobre a evolu&ccedil;&atilde;o temporal da mortalidade por suic&iacute;dio    para 104 pa&iacute;ses<sup>6</sup>. Destes, 91 possuem dados gerados a partir    do ano 2000, ou seja, apresentam informa&ccedil;&otilde;es que podem ser consideradas    recentes e atualizadas, uma vez que esse &eacute; um fen&ocirc;meno que costuma    ter um padr&atilde;o atrav&eacute;s do tempo. A regularidade do envio de dados    sobre suic&iacute;dio &agrave; OMS varia bastante entre os pa&iacute;ses membros,    sendo que apenas 11 t&ecirc;m informado assiduamente desde 1950. Quase n&atilde;o    h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre pa&iacute;ses do continente africano.    S&atilde;o escassos os dados para o sudoeste da &Aacute;sia e a regi&atilde;o    leste do Mediterr&acirc;neo. As informa&ccedil;&otilde;es sobre o fen&ocirc;meno    nos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina e regi&otilde;es do Pac&iacute;fico    Ocidental<sup>7</sup> s&atilde;o consideradas irregulares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo realizado    por De Leo et al.<sup>8</sup> que analisa a mortalidade por suic&iacute;dio    em 32 pa&iacute;ses, mostrou queda dos &oacute;bitos por suic&iacute;dio para    a popula&ccedil;&atilde;o masculina e feminina acima de 65 anos a partir da    d&eacute;cada de 1980. Segundo o autor, pa&iacute;ses como Austr&aacute;lia,    Singapura e Estados Unidos apresentaram queda das taxas masculinas e Austr&aacute;lia    e Irlanda, das femininas. Dos 32 pa&iacute;ses analisados no estudo apenas seis    mostraram aumento das taxas masculinas quando comparados o ano inicial e final    do per&iacute;odo considerado (Irlanda, Canad&aacute;, Su&eacute;cia, Hong Kong,    Jap&atilde;o e Coreia do Sul). Para as mulheres acima de 65 anos, nove pa&iacute;ses    mostraram aumento das taxas (Irlanda do Norte, Canad&aacute;, Nova Zel&acirc;ndia,    Dinamarca, Finl&acirc;ndia, Gr&eacute;cia, Hong Kong, Jap&atilde;o e Coreia    do Sul).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns estudos    nacionais apresentam detalhes sobre suic&iacute;dios entre idosos. Lovisi et    al.<sup>2</sup>, ao analisar a mortalidade por suic&iacute;dio no per&iacute;odo    de 1980 a 2006 para regi&otilde;es e capitais brasileiras, mostrou predomin&acirc;ncia    de mortes na faixa et&aacute;ria acima de 70 anos (m&eacute;dia de 7,8 mortes    no per&iacute;odo de an&aacute;lise). Segundo os autores, quando comparados    os anos inicial e final, o grupo de 20 a 59 anos exibiu maior aumento (30%)    do que o grupo acima de 60 anos (19%). Mello-Santos et al.<sup>9</sup> identificaram    que os idosos acima de 65 anos apresentaram as maiores taxas de suic&iacute;dio    no per&iacute;odo 1980-2000 no Brasil, comparados &agrave;s demais faixas et&aacute;rias.    Estudo realizado no Rio Grande do Sul sobre as caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas    do suic&iacute;dio mostrou que os maiores coeficientes de mortalidade foram    encontrados entre os idosos, no entanto, os autores afirmam que as taxas est&atilde;o    aumentando tamb&eacute;m para a popula&ccedil;&atilde;o jovem<sup>10</sup>.    Estudo semelhante realizado no Estado de Santa Catarina mostrou, para ambos    os sexos, a presen&ccedil;a de coeficientes progressivamente mais elevados com    o avan&ccedil;o da idade nos anos estudados<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente artigo    se prop&otilde;e a analisar a evolu&ccedil;&atilde;o temporal da mortalidade    por suic&iacute;dio em pessoas com 60 anos ou mais no per&iacute;odo de 1980    a 2009, segundo unidade da federa&ccedil;&atilde;o brasileira.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente trabalho    apresenta uma an&aacute;lise da evolu&ccedil;&atilde;o temporal da mortalidade    por suic&iacute;dio de pessoas de 60 anos ou mais anos no per&iacute;odo de    1980 a 2009 por unidade da federa&ccedil;&atilde;o (UF). Os dados sobre suic&iacute;dios    consumados que comp&otilde;em as s&eacute;ries hist&oacute;ricas foram extra&iacute;dos    do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es de Mortalidade do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de (SIM/MS), dispon&iacute;veis no site do Datasus<sup>4</sup>.    Para o per&iacute;odo de 1980 a 1995 utilizou-se a 9ª revis&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o    Internacional de Doen&ccedil;as (CID) - eventos com c&oacute;digos E950-E959;    para o per&iacute;odo de 1996 a 2009 empregou-se a 10ª revis&atilde;o da CID    - c&oacute;digos X60 a X84 e Y87.0.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No c&aacute;lculo    das taxas de mortalidade por suic&iacute;dio foi considerado como numerador    a quantidade de &oacute;bitos por suic&iacute;dio ocorridos no ano e como denominador    a estimativa populacional fornecida pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro    de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)<sup>12</sup> para o ano. Os resultados    foram separadas por sexo (masculino, feminino) e faixa et&aacute;ria (60 a 69    anos, 70 a 79 anos e 80 anos ou mais). As taxas foram padronizadas por idade    segundo crit&eacute;rio da OMS<sup>13</sup>, usando a popula&ccedil;&atilde;o    brasileira do ano 2000 como padr&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na realiza&ccedil;&atilde;o    da an&aacute;lise explorat&oacute;ria inicial das s&eacute;ries hist&oacute;ricas    empregando-se a fun&ccedil;&atilde;o de autocorrela&ccedil;&atilde;o (ACF) e    o teste de Durbin-Watson<sup>14</sup>, verificou-se a presen&ccedil;a de depend&ecirc;ncia    temporal nas s&eacute;ries. Os dados, sob a forma de taxas, foram usados na    an&aacute;lise explorat&oacute;ria inicial das s&eacute;ries temporais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O n&uacute;mero    de &oacute;bitos por suic&iacute;dio refere-se a um evento de contagem, realizando-se,    portanto, an&aacute;lise de tend&ecirc;ncia por meio de regress&atilde;o de    Poisson. Foram utilizados, como vari&aacute;vel dependente os valores esperados<sup>15</sup>    do n&uacute;mero de &oacute;bitos para cada UF e como vari&aacute;vel independente    o ano centralizado<sup>16</sup>. A identifica&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a    de tend&ecirc;ncia nas s&eacute;ries (est&aacute;vel, crescente ou decrescente)    se deu por meio da an&aacute;lise do risco relativo obtido a partir do coeficiente    do modelo de regress&atilde;o (RR = exponencial do coeficiente de regress&atilde;o)    bem como de seu intervalo de 95% de confian&ccedil;a (IC). Foram consideradas    s&eacute;ries com tend&ecirc;ncias decrescentes aquelas cujos valores do risco    relativo foram abaixo da unidade, bem como os limites inferior e superior dos    IC. Para o diagn&oacute;stico de tend&ecirc;ncia crescente, os valores do coeficiente    e os limites do IC deveriam superar a unidade. Foram consideradas est&aacute;veis    as s&eacute;ries cujos limites inferiores do IC se encontravam abaixo da unidade    e os limites superiores acima.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Escola Nacional de    Sa&uacute;de P&uacute;blica/Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na realiza&ccedil;&atilde;o    das an&aacute;lises empregaram-se as bibliotecas stats e lmtest do programa    de dom&iacute;nio p&uacute;blico R 2.12.2<sup>17</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na Figura 1 pode-se    observar a evolu&ccedil;&atilde;o temporal da mortalidade por suic&iacute;dio    no pa&iacute;s em idosos (60 anos ou mais anos) segundo o sexo. Verifica-se    que as taxas para a popula&ccedil;&atilde;o masculina s&atilde;o substancialmente    maiores que as da popula&ccedil;&atilde;o feminina para todo o per&iacute;odo    de an&aacute;lise. Observa-se ainda que as taxas masculinas ficaram em um patamar    acima de 10 &oacute;bitos por 100 mil habitantes durante todo o per&iacute;odo    de an&aacute;lise, exceto no ano de 1981 quando atingiram seu valor mais baixo,    9,8 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. As taxas femininas oscilaram muito    ao longo dos anos, no entanto, de forma geral, permaneceram variando de 0 a    8 &oacute;bitos por 100 mil habitantes durante todo o per&iacute;odo. A linha    cheia, correspondente &agrave; popula&ccedil;&atilde;o geral, se mostra praticamente    constante ao longo dos 30 anos, exibindo taxas de 6 a 8 &oacute;bitos por 100    mil habitantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="/img/revistas/csc/v17n8/08t01.jpg">Tabela    1</a> s&atilde;o apresentadas as taxas de suic&iacute;dio entre idosos (60 ou    mais anos) por unidade da federa&ccedil;&atilde;o para anos selecionados (1980,    1990, 2000 e 2009) para a popula&ccedil;&atilde;o geral, masculina e feminina.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os estados    que comp&otilde;em a regi&atilde;o Norte do pa&iacute;s observam-se taxas flutuantes    variando de zero a 184,1 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. Esta oscila&ccedil;&atilde;o    sugere problemas com a notifica&ccedil;&atilde;o nos dados de suic&iacute;dio    nesta regi&atilde;o ou pode ser decorrente do efeito da pequena popula&ccedil;&atilde;o,    onde a ocorr&ecirc;ncia de um &uacute;nico caso pode gerar uma altera&ccedil;&atilde;o    muito grande na taxa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="/img/revistas/csc/v17n8/08g01.jpg">Gr&aacute;fico    1</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando apenas    a popula&ccedil;&atilde;o geral, observa-se que houve aumento das taxas de mortalidade    por suic&iacute;dio em todos os estados da regi&atilde;o Nordeste entre 1980    e 2009. O mesmo ocorreu na popula&ccedil;&atilde;o masculina. Verifica-se que    em seis dos nove estados nordestinos, na popula&ccedil;&atilde;o masculina,    no ano de 2009, as taxas superaram as 10 mortes por 100 mil habitantes. A maior    taxa foi encontrada no estado do Rio Grande do Norte, 21,5 &oacute;bitos por    100 mil habitantes, no sexo masculino. As taxas femininas oscilaram de zero    a 4,3 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. Entre as mulheres, a taxa mais elevada    foi encontrada no estado de Sergipe no ano de 2009 (4,3).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As taxas da regi&atilde;o    Sudeste se mostram baixas, oscilando em torno de 5 &oacute;bitos por 100 mil    habitantes nos anos apresentados. A menor taxa &eacute; encontrada no estado    do Rio de Janeiro (2,1) em 2009 e a maior em S&atilde;o Paulo (10,1) em 1980.    As taxas s&atilde;o mais elevadas para a popula&ccedil;&atilde;o masculina,    destacando-se o estado de S&atilde;o Paulo, no qual elas permanecem acima de    10 &oacute;bitos por 100 mil em todos os quatro anos apresentados. No ano de    2009, no estado de Minas Gerais, a taxa tamb&eacute;m foi superior a 10 (12,1).    Novamente, as taxas femininas apresentam-se bem mais baixas que as masculinas.    O maior valor ocorreu no ano de 1980 em S&atilde;o Paulo (4,1).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a regi&atilde;o    Sul, local onde as taxas s&atilde;o substancialmente mais elevadas em todos    os estados, observa-se um decr&eacute;scimo das taxas de suic&iacute;dio para    a popula&ccedil;&atilde;o geral. Estas, no entanto, ainda se encontram em patamares    elevados, acima de 14 &oacute;bitos por 100 mil habitantes nos estados de Santa    Catarina e Rio Grande do Sul. Nas popula&ccedil;&otilde;es masculina e feminina    tamb&eacute;m se observa o decr&eacute;scimo das taxas. Estas, no entanto, ainda    se localizam em n&iacute;veis alarmantes nos estados do Rio Grande do Sul (35,6)    e Santa Catarina (27,3) na popula&ccedil;&atilde;o masculina no ano de 2009.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a regi&atilde;o    Centro-Oeste chama a aten&ccedil;&atilde;o principalmente as taxas do estado    do Mato Grosso do Sul (popula&ccedil;&atilde;o geral), as quais figuram acima    dos 15 &oacute;bitos por 100 mil habitantes no ano de 2009. Na popula&ccedil;&atilde;o    masculina a taxa supera os 10 &oacute;bitos por 100 mil habitantes em todos    os estados, sendo a maior taxa encontrada no ano de 2009 no estado do Mato Grosso    do Sul. &Eacute; tamb&eacute;m neste estado onde se encontra a maior taxa feminina    (7,1).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As taxas brasileiras    para a popula&ccedil;&atilde;o com 60 anos ou mais anos ficaram por volta de    7 &oacute;bitos por 100 mil habitantes durante todo o per&iacute;odo. Na popula&ccedil;&atilde;o    masculina observa-se que a taxa se manteve na faixa dos 12 &oacute;bitos por    100 mil habitantes nos anos apresentados. Verifica-se que houve redu&ccedil;&atilde;o    nas taxas femininas, que passaram de 3,0 (1980) para 2,4/100 mil habitantes    (2009).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O ajuste do modelo    de regress&atilde;o de Poisson aos dados de suic&iacute;dio da popula&ccedil;&atilde;o    com 60 anos ou mais, apresentado na <a href="/img/revistas/csc/v17n8/08t02.jpg">Tabela 2</a>,    mostrou exist&ecirc;ncia de tend&ecirc;ncia crescente para os seguintes estados:    Tocantins, Piau&iacute;, Cear&aacute; e Bahia. Tend&ecirc;ncia decrescente foi    encontrada em Roraima e no Rio Grande do Sul. Os demais estados apresentaram    taxas est&aacute;veis, sem presen&ccedil;a de tend&ecirc;ncia estatisticamente    significativa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para a popula&ccedil;&atilde;o    masculina, foi identificada tend&ecirc;ncia de crescimento para os estados do    Tocantins, Piau&iacute;, Cear&aacute;, Bahia e Pernambuco. Novamente, para o    Rio Grande do Sul e Roraima a tend&ecirc;ncia foi decrescente; para este &uacute;ltimo    a redu&ccedil;&atilde;o deve ser vista com cautela, por causa da grande instabilidade    das taxas no per&iacute;odo. As quais se mostraram crescentes apenas para a    popula&ccedil;&atilde;o feminina do estado do Piau&iacute; e decrescentes para    os da Para&iacute;ba, Paran&aacute; e Santa Catarina.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando a    popula&ccedil;&atilde;o brasileira geral e para o sexo masculino as taxas se    mostraram est&aacute;veis ao longo do per&iacute;odo de an&aacute;lise, sem    presen&ccedil;a de tend&ecirc;ncia estatisticamente significativa. Houve problema    de converg&ecirc;ncia do modelo para a popula&ccedil;&atilde;o feminina na faixa    estudada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na <a href="/img/revistas/csc/v17n8/08t03.jpg">Tabela    3</a> s&atilde;o apresentados os resultados do ajuste do modelo de regress&atilde;o    de Poisson para verifica&ccedil;&atilde;o de tend&ecirc;ncia nas s&eacute;ries    hist&oacute;ricas dos idosos segundo unidades da federa&ccedil;&atilde;o e faixas    et&aacute;rias (60-69 anos; 70-79 anos e 80 anos ou mais).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Verifica-se presen&ccedil;a    de tend&ecirc;ncia crescente estatisticamente significativa para os estados    do Piau&iacute;, Cear&aacute; e Rio Grande do Norte na popula&ccedil;&atilde;o    de 60 a 69 anos; nesta mesma faixa et&aacute;ria h&aacute; tend&ecirc;ncia de    quedas no Amazonas, Roraima e S&atilde;o Paulo. Na popula&ccedil;&atilde;o entre    70 e 79 anos foi poss&iacute;vel identificar a presen&ccedil;a de tend&ecirc;ncia    de crescimento das taxas no estado do Piau&iacute;. Nos indiv&iacute;duos com    80 anos ou mais, identificou-se tend&ecirc;ncia de queda das taxas em Roraima.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados mostram    que, de forma geral, as taxas brasileiras de suic&iacute;dio de idosos t&ecirc;m    se mantido est&aacute;veis ao longo dos 30 anos de an&aacute;lise, em torno    de 7 por 100 mil para ambos os sexos e de 12 por 100 mil habitantes entre homens    nesta faixa et&aacute;ria. Estes resultados colocam o Brasil em n&iacute;vel    m&eacute;dio de ocorr&ecirc;ncia de suic&iacute;dios no mundo, segundo a OMS    (entre 5-15 &oacute;bitos por 100 mil habitantes). Dentre as mulheres, as taxas    se mant&ecirc;m em n&iacute;vel baixo (menor do que 5 por 100 mil habitantes)<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chama a aten&ccedil;&atilde;o    a tend&ecirc;ncia de queda em alguns estados cujas taxas s&atilde;o historicamente    as mais altas do pa&iacute;s (estados da regi&atilde;o Sul, especialmente o    Rio Grande do Sul). No entanto, apesar da tend&ecirc;ncia significativa de queda,    os &iacute;ndices ainda se encontram em patamares muito elevados, o que torna    necess&aacute;ria a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos para aprofundamento    do conhecimento sobre o problema e realiza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es    por parte das autoridades. Tamb&eacute;m o estado de Mato Grosso do Sul apresenta    taxas elevadas em todo o per&iacute;odo de an&aacute;lise. Nestes estados mencionados,    levanta-se como hip&oacute;tese a influ&ecirc;ncia do uso de pesticidas na produ&ccedil;&atilde;o    agr&iacute;cola e a presen&ccedil;a de significativa popula&ccedil;&atilde;o    de origem europeia e ind&iacute;gena<sup>10,19,20</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Santa Catarina,    Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul se destacam por apresentarem taxas em    n&iacute;vel alto em anos da s&eacute;rie (entre 15 e 30 por 100 mil habitantes),    de acordo com os crit&eacute;rios da OMS. Para idosos do sexo masculino s&atilde;o    consideradas muito altas as taxas desses dois &uacute;ltimos estados em alguns    anos (acima de 30 por 100 mil)<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A evid&ecirc;ncia    de maiores taxas entre idosos do sexo masculino ao longo de todo o per&iacute;odo    confirma resultados de pesquisas nacionais e internacionais. Tais diferen&ccedil;as    podem estar relacionadas ao fato das mulheres utilizarem meios menos letais    nas tentativas de suic&iacute;dio e buscarem mais ajuda no meio social em que    vivem, segundo v&aacute;rios autores<sup>2,21-24</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No presente estudo,    que utilizou taxas padronizadas, n&atilde;o foram encontradas taxas mais elevadas    entre os idosos mais velhos, tal como referenciam alguns autores<sup>9,24,25</sup>.    Um trabalho brasileiro que usou taxas n&atilde;o padronizadas encontrou maiores    coeficientes entre idosos acima de 70 anos em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo    de 60-69, no per&iacute;odo de 1980 a 2006<sup>2</sup>; entre os idosos de 60    e 69 anos o aumento das taxas foi mais elevado, 27%, (comparando-se o primeiro    tri&ecirc;nio, 1980-1982, com o &uacute;ltimo, 2004-2006), do que entre os que    tinham entre 70 e mais anos (12,5%). Mas, segundo esse estudo, este &uacute;ltimo    grupo manteve-se com taxas mais elevadas em todo o per&iacute;odo pesquisado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No que se refere    &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o temporal entre 1980 e 2009, o presente artigo,    usando o modelo de regress&atilde;o de Poisson (com taxas padronizadas) encontrou    tend&ecirc;ncia significativa de aumento para quatro estados e queda para dois.    Na popula&ccedil;&atilde;o masculina houve aumento em cinco e redu&ccedil;&atilde;o    em dois. As taxas femininas exibiram aumento em um estado e queda em tr&ecirc;s.    Considerando-se a subdivis&atilde;o em faixas et&aacute;rias (60-69, 70-79 e    80 ou mais) verificou-se tend&ecirc;ncia de aumento no Piau&iacute;, Cear&aacute;    e Rio Grande do Norte e de redu&ccedil;&atilde;o no Amazonas, S&atilde;o Paulo    e Roraima. Observaram-se taxas crescentes na popula&ccedil;&atilde;o de 70 a    79 anos do Piau&iacute; e decrescentes em Roraima.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esses resultados    diferem dos encontrados por Brzozowski et al.<sup>25</sup> que estudou o per&iacute;odo    de 1980 a 2005 e mostrou aumento das taxa masculina (60 anos ou mais) em 14    estados e queda em dois; as taxas femininas (60 anos ou mais) apresentaram queda    em sete estados e aumento em quatro, atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o    de modelos de regress&atilde;o linear generalizada de Prais-Winsten para a verifica&ccedil;&atilde;o    da tend&ecirc;ncia. As diferen&ccedil;as nos resultados podem advir do emprego    de modelos diferentes de an&aacute;lise (Regress&atilde;o de Poisson e Regress&atilde;o    Linear) e/ou tamb&eacute;m da padroniza&ccedil;&atilde;o dos dados realizada    pelos autores deste artigo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns cuidados    devem ser tomados na interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados. Deve-se ter    cautela ao analisar os dados de algumas unidades da federa&ccedil;&atilde;o,    pois o aumento ou redu&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida das taxas sugere a exist&ecirc;ncia    de problemas na notifica&ccedil;&atilde;o dos casos ou pode ser efeito do pequeno    tamanho da popula&ccedil;&atilde;o idosa, nesse caso um &uacute;nico &oacute;bito    pode gerar taxa elevada.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro aspecto a    ser ressaltado &eacute; que a an&aacute;lise detalhada por faixa et&aacute;rias    (60-69, 70-79 e 80 ou mais) teve os resultados da modelagem comprometidos pelo    excesso de zeros na s&eacute;rie hist&oacute;rica, observado principalmente    na faixa et&aacute;ria de 80 anos ou mais, implicando, nesses casos, na n&atilde;o    converg&ecirc;ncia do modelo de Poisson escolhido. Tamb&eacute;m a subnotifica&ccedil;&atilde;o    dos &oacute;bitos por suic&iacute;dio &eacute; fato sabidamente reconhecido<sup>26</sup>,    a despeito do decl&iacute;nio no percentual de &oacute;bitos por causas mal    definidas no pa&iacute;s nas duas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, de 20% para    13%<sup>27</sup>. Essa precariedade pode encobrir a real situa&ccedil;&atilde;o    das estat&iacute;sticas de suic&iacute;dios nas diferentes unidades da federa&ccedil;&atilde;o    e munic&iacute;pios<sup>28</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    Finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este artigo faz    parte de um estudo sobre suic&iacute;dios de idosos no pa&iacute;s em que magnitude    e significados foram cruzados, buscando-se entender o problema e as possibilidades    de atua&ccedil;&atilde;o voltadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o. As v&aacute;rias    perspectivas que dizem respeito tanto &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da qualidade    de vida quanto &agrave; aten&ccedil;&atilde;o e aos cuidados espec&iacute;ficos    s&atilde;o descritos em outros artigos que est&atilde;o publicados neste n&uacute;mero    tem&aacute;tico. Por ter sido realizado com taxas padronizadas, a pesquisa apresenta    resultados diferentes no Brasil, dos citados na literatura nacional e internacional    que mostram maior frequ&ecirc;ncia do fen&ocirc;meno na popula&ccedil;&atilde;o    acima de 75 anos. De qualquer forma, existe evid&ecirc;ncia da relev&acirc;ncia    das ocorr&ecirc;ncias de suic&iacute;dios de idosos homens em todo o pa&iacute;s    e especialmente nos estados do Sul e do Centro Oeste.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O fato das estat&iacute;sticas    mostrarem queda das taxas nos estados da regi&atilde;o Sul, sobretudo em Santa    Catarina e no Rio Grande do Sul - embora continuem a ser as mais elevadas do    pa&iacute;s - mostra que &eacute; poss&iacute;vel atuar preventivamente para    diminuir as mortes autoinfligidas, a&ccedil;&atilde;o que vem ocorrendo em v&aacute;rios    munic&iacute;pios nos &uacute;ltimos anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O setor sa&uacute;de    e o social t&ecirc;m um papel fundamental no apoio e na prote&ccedil;&atilde;o    das pessoas idosas, sobretudo, para que se sintam &uacute;teis, ativas e socialmente    integradas. Necessitam de mais cuidados os que v&atilde;o perdendo a autonomia    f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e econ&ocirc;mica e, por isso, costumam perder    tamb&eacute;m o sentido da vida. A OMS<sup>29</sup> e o Minist&eacute;rio da    Sa&uacute;de<sup>30</sup> oferecem orienta&ccedil;&otilde;es que contribuem    para que os profissionais da &aacute;rea, principalmente os de Sa&uacute;de    Mental, promovam a&ccedil;&otilde;es efetivas de preven&ccedil;&atilde;o e de    promo&ccedil;&atilde;o da vida.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Colaboradores</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">LW Pinto, TO Pires,    CMFP Silva e SG Assis participaram igualmente de todas as etapas de elabora&ccedil;&atilde;o    do artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. World Health    Organization (WHO). <i>World Report on Violence and Health</i>. Gen&egrave;ve:    WHO; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636117&pid=S1413-8123201200080000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Lovisi GM, Santos    AS, Legay L, Abelha L, Valencia E. An&aacute;lise epidemiol&oacute;gica do suic&iacute;dio    no Brasil entre 1980 e 2006. <i>Rev Bras Psiquiatr</i> 2009; 31(Supl. 2): S86-S93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636119&pid=S1413-8123201200080000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. O'Connell H,    Chin AV, Cunningham C, Lawlor BA. Recent developments: Suicide in older people.    <i>BMJ</i> 2004; 329(7471):895-899.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636121&pid=S1413-8123201200080000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Datasus. <i>Sistema    de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636123&pid=S1413-8123201200080000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;p&aacute;gina da Internet&#93;.    &#91;acessado 2012 mar 6&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205&VObj=http://tabnet" target="_blank">http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205&amp;VObj=http://tabnet</a>.    datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/ext10</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. World Health    Organization (WHO). <i>Suicide rates per 100,000 by country, year and sex</i>    (Table).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636125&pid=S1413-8123201200080000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;p&aacute;gina da Internet&#93;. &#91;acessado 2012 mar 6&#93;.    Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide_rates/en/index.html" target="_blank">http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide_rates/en/index.html</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. World Health    Organization (WHO). <i>Suicide Prevention - SUPRE</i>. 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636127&pid=S1413-8123201200080000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;p&aacute;gina    da Internet&#93;. &#91;acessado 2012 mar 6&#93; Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide_rates/en/index.html" target="_blank">http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide_rates/en/index.html</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Bertolote JM,    Fleischmann A. A global perspective in the epidemiology of suicide. Suicidologi    2002; 7(2):6-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636129&pid=S1413-8123201200080000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. De Leo D, Padoani    W, Scocco P, Lie D, Bille-Brahe U, Arensman E, Hjelmeland H, Crepet P, Haring    C, Hawton K, Lonnqvist J, Michel K, Pommereau X, Querejeta I, Phillipe J, Salander-Renberg    E, Schmidtke A, Fricke S, Weinacker B, Tamesvary B, Wasserman D, Faria S. 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Epidemiology of suicide in Brazil (1980 - 2000): characterization    of age and gender rates of suicide. <i>Rev Bras Psiquiatr</i> 2005; 27(2):131-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636133&pid=S1413-8123201200080000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Meneghel SN,    Victora CG, Faria NMX, Carvalho LA, Falk JW. Caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas    do suic&iacute;dio no Rio Grande do Sul. <i>Rev Saude Publica</i> 2004; 38(6):804-810.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636135&pid=S1413-8123201200080000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Schmitt R,    Lang MG, Quevedo J, Colombo T. Perfil epidemiol&oacute;gico do suic&iacute;dio    no extremo oeste do estado de Santa Catarina, Brasil. <i>Rev psiquiatr RS</i>    2008; 30(2):115-123.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636137&pid=S1413-8123201200080000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Departamento    de Inform&aacute;tica do SUS (DATASUS). <i>Informa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de</i>.    Popula&ccedil;&atilde;o residente por ano segundo munic&iacute;pio per&iacute;odo:    1980-2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636139&pid=S1413-8123201200080000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;documento na Internet&#93;. 2012 jul. &#91;acessado 2012 jul    09&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/popbr.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/popbr.def</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Ahmad OB, Boschi-Pinto    C, Lopez AD, Murray CJL, Lozano R, Inoue M. Age standartization of rates: a    new who standard. <i>World Health Organization - GPE discussion papers series</i>.    2000; 31:1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636141&pid=S1413-8123201200080000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Durbin J, Watson    GS. Testing for Serial Correlations in Least Squares Regression. <i>Biometrika</i>    1951; 37(3/4):409-428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636143&pid=S1413-8123201200080000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Berry JG, Harrison    JE. <i>A guide to statistical methods for injury surveillance</i>. Injury Technical    Paper Series No 5. (AIHW cat. no. INJCAT 72). Adelaide: AIHW; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636145&pid=S1413-8123201200080000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Oliveira TCR,    Latorre, MRDO Tend&ecirc;ncias da interna&ccedil;&atilde;o e da mortalidade    infantil por diarr&eacute;ia: Brasil, 1995 a 2005. <i>Rev Saude Publica</i>    2010; 44(1):102-111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636147&pid=S1413-8123201200080000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. R 2.12.2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636149&pid=S1413-8123201200080000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;computer    program&#93;. Viena; The R Foundation for Statistical Computing: 2012. &#91;acessado    2012 jul 2&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.r-project.org" target="_blank">    http://www.r-project.org</a>.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. World Health    Organization (WHO). <i>Guidelines for the primary prevention for mental, neurological    e psychological disorders</i>. Suicide. Geneva: WHO; 1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636151&pid=S1413-8123201200080000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> &#91;citado 2010    out 10&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://whqlibdoc.who.int/hq/1993/WHOMNH_MND_93.24.pdf" target="_blank">http://whqlibdoc.who.int/hq/1993/WHOMNH_MND_93.24.pdf</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Santos J. <i>Suic&iacute;dio    em Mato Grosso do Sul, Brasil</i>: fatores sociodemogr&aacute;ficos &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636153&pid=S1413-8123201200080000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Campo Grande (MS): Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica - Fiocruz;    2010.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Pires DX, Caldas    ED, Recena MCP. Uso de agrot&oacute;xicos e suic&iacute;dios no Estado do Mato    Grosso do Sul, Brasil. <i>Cad Saude Publica</i> 2005; 21(2):598-605.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636155&pid=S1413-8123201200080000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Mar&iacute;n-Le&oacute;n    L, Barros MBA. Mortes por suic&iacute;dio: diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero    e n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico. <i>Rev Saude Publica</i> 2003; 37(3):357-363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636157&pid=S1413-8123201200080000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de (MS). <i>Mortalidade por Suic&iacute;dio</i>. In: Sa&uacute;de    Brasil 2006 - Uma an&aacute;lise da desigualdade em sa&uacute;de. Bras&iacute;lia:    MS; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636159&pid=S1413-8123201200080000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Australia.    Australian Government Department of Health and Ageing. Australian Institute    for Suicide Research and Prevention. <i>International Suicide Rates - Recent    Trends and Implications for Australia</i>. Canberra; Australian Government Department    of Health and Ageing: 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636161&pid=S1413-8123201200080000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Conwell Y,    Duberstein PR, Cain ED. Risk factors for suicide in later life. <i>Biol Psychiatry</i>    2002; 52(3):193-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636163&pid=S1413-8123201200080000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Brzozowski    FS, Soares GB, Benedet J, Boing AF, Peres MA. Suicide time trends in Brazil    from 1980 to 2005. <i>Cad Saude Publica</i> 2010; 26(7):1293-1302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636165&pid=S1413-8123201200080000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Laurenti R,    Mello Jorge MHP, Lebr&atilde;o ML, Gotlieb SLD, Almeida MF. Estat&iacute;sticas    Vitais: contando os nascimentos e as mortes. <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2005;    8(2):108-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636167&pid=S1413-8123201200080000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Rede Interagencial    de Informa&ccedil;&otilde;es para a Sa&uacute;de (RIPSA). <i>Indicadores e Dados    B&aacute;sicos IDB-2004</i>. Bras&iacute;lia: RIPSA; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636169&pid=S1413-8123201200080000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Pinto LW, Assis    SG, Pires TO, Minayo MCS. Mortalidade por suic&iacute;dio em pessoas com 60    anos ou mais nos munic&iacute;pios brasileiros no per&iacute;odo de 1996 a 2007.    <i>Cien Saude Colet</i> 2012; 17(8):1963-1972.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636171&pid=S1413-8123201200080000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial da Sa&uacute;de (OMS). <i>Preven&ccedil;&atilde;o do Suic&iacute;dio</i>:    um manual para profissionais da sa&uacute;de em aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria.    Genebra: OMS, 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636173&pid=S1413-8123201200080000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de (MS). Portaria n.1.876, de 14 de agosto de 2006. Define diretrizes    nacionais de preven&ccedil;&atilde;o ao suic&iacute;dio. <i>Di&aacute;rio Oficial    da Uni&atilde;o</i> 2006; 15 ago.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1636175&pid=S1413-8123201200080000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo apresentado    em 21/03/2012    <br>   Aprovado em 10/05/2012    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em 06/06/2012</font></p>     ]]></body>
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