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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Saúde e envelhecimento: um estudo de dissertações de mestrado brasileiras (2000-2009)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health and ageing: a study of Brazilian masters dissertations (2000-2009)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The scope of this study was to understand the current discursive practices and meanings that have been produced about the relationship between health and ageing. The study was based on abstracts of dissertations available in the CAPES (Coordination of Personal of Higher Education) portal between 2000 and 2009, accessed by using the following search words: aged, ageing, old age, senescence, the elderly and old people. Based on the material selected, 175 abstracts of papers, in-depth readings were made and analytical categories created. The conclusion was reached that there are several terms used to designate the people in the life cycle under scrutiny: the elderly, old people and senior citizens, with predominance of the first. Although there is still a negative connotation related to the elderly and ageing, this is changing. Several meanings are possible and coexist, forged in accordance with historical, social, economic and cultural factors. Many problems faced by the elderly may be intrinsically related to how they see themselves and are perceived by others. It is therefore essential to affirm and share the positive aspects of being old and the ageing process, ensuring care and protection by the family and society to this social group.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>TEMAS    LIVRES</b> FREE THEMES</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Sa&uacute;de    e envelhecimento: um estudo de disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado brasileiras    (2000-2009)</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Health and ageing:    a study of Brazilian masters dissertations (2000-2009)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Mariana Almeida    Hein; S&eacute;rgio Seiji Aragaki</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> Faculdade de Medicina,    Universidade Federal do Tocantins. 109 Norte, Avenida NS 15, ALCNO 14, Bloco    BALA, sala 18. 77001-090 Palmas TO. <a href="mailto:mariana.hein@hotmail.com">mariana.hein@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este trabalho teve    como objetivo o entendimento das pr&aacute;ticas discursivas e dos sentidos    que t&ecirc;m sido produzidos a respeito da rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de    e envelhecimento na atualidade. Teve como base o estudo dos resumos das disserta&ccedil;&otilde;es    dispon&iacute;veis no portal CAPES, referentes ao per&iacute;odo de 2000 a 2009,    acessadas por interm&eacute;dio do uso dos descritores: idoso, envelhecimento,    terceira idade, senesc&ecirc;ncia, anci&atilde;o e velho. A partir do material    selecionado, 175 resumos de disserta&ccedil;&otilde;es, foram feitas leituras    aprofundadas e criadas categorias anal&iacute;ticas. Chegou-se &agrave; conclus&atilde;o    de que v&aacute;rios s&atilde;o os termos usados para designar as pessoas no    ciclo de vida estudado: idoso, velho e terceira idade, com predom&iacute;nio    da primeira. Apesar de prevalecer ainda uma conota&ccedil;&atilde;o negativa    relacionada aos idosos e ao envelhecimento, isso est&aacute; mudando. Diversos    sentidos s&atilde;o poss&iacute;veis e coexistem, forjados de acordo com fatores    hist&oacute;ricos, sociais, econ&ocirc;micos e culturais. Muitos problemas enfrentados    pelos idosos podem estar intrinsecamente relacionados em como eles se reconhecem    e s&atilde;o reconhecidos pelos outros. Assim, &eacute; fundamental a afirma&ccedil;&atilde;o    e o compartilhar dos aspectos positivos relacionados aos idosos e ao processo    de envelhecer, propiciando-se o cuidado e a prote&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia    e da sociedade a esse grupo social.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Idoso, Envelhecimento, Sa&uacute;de do idoso, Qualidade de vida</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The scope of this    study was to understand the current discursive practices and meanings that have    been produced about the relationship between health and ageing. The study was    based on abstracts of dissertations available in the CAPES (Coordination of    Personal of Higher Education) portal between 2000 and 2009, accessed by using    the following search words: aged, ageing, old age, senescence, the elderly and    old people. Based on the material selected, 175 abstracts of papers, in-depth    readings were made and analytical categories created. The conclusion was reached    that there are several terms used to designate the people in the life cycle    under scrutiny: the elderly, old people and senior citizens, with predominance    of the first. Although there is still a negative connotation related to the    elderly and ageing, this is changing. Several meanings are possible and coexist,    forged in accordance with historical, social, economic and cultural factors.    Many problems faced by the elderly may be intrinsically related to how they    see themselves and are perceived by others. It is therefore essential to affirm    and share the positive aspects of being old and the ageing process, ensuring    care and protection by the family and society to this social group.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    The elderly, Ageing, Health of the elderly, Quality of life</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As quest&otilde;es    referentes &agrave; velhice e ao processo de envelhecimento t&ecirc;m despertado    cada vez mais interesse da sociedade de um modo geral, em fun&ccedil;&atilde;o    do acelerado processo de envelhecimento populacional que vem ocorrendo em v&aacute;rios    pa&iacute;ses, inclusive no Brasil. &Eacute; poss&iacute;vel dizer que isto    se deve, basicamente, &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da taxa de natalidade e    ao aumento da expectativa de vida, proporcionada por in&uacute;meros avan&ccedil;os    tecnol&oacute;gicos em diversos campos cient&iacute;ficos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento    faz parte da vida humana e v&aacute;rios autores t&ecirc;m se dedicado ao estudo    desse processo, assim como a respeito dos idosos. Para Bosi&#185;: "Al&eacute;m    de ser um destino do indiv&iacute;duo, a velhice &eacute; uma categoria social.    &#91;...&#93; cada sociedade vive de forma diferente o decl&iacute;nio biol&oacute;gico    do homem. A sociedade industrial &eacute; mal&eacute;fica para a velhice. Nas    sociedades mais est&aacute;veis um octogen&aacute;rio pode come&ccedil;ar a    constru&ccedil;&atilde;o de uma casa, a planta&ccedil;&atilde;o de uma horta,    pode preparar os canteiros e semear um jardim. Seu filho continuar&aacute; a    obra". Outro estudioso de import&acirc;ncia &eacute; Hall&#178;, sendo que,    de acordo com esse autor, a velhice &eacute; um est&aacute;gio de desenvolvimento    em que as paix&otilde;es da juventude e os esfor&ccedil;os de uma carreira atingiriam    frui&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute;, segundo    Papalia e Olds&#179;, possuir idade avan&ccedil;ada no Jap&atilde;o pode trazer    um certo glamour, havendo ent&atilde;o um tratamento melhor a essas pessoas    por parte de servi&ccedil;os e empresas. Por outro lado, as autoras afirmam    que nos Estados Unidos, assim como no mundo ocidental em geral, circulam sentidos    d&iacute;spares sobre o envelhecimento: ora &eacute; arguido com sentido negativo,    tendo conota&ccedil;&atilde;o de "antessala" para a morte; ora como positivo,    sendo considerada a "melhor idade".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m desses,    outros autores merecem destaque no assunto. Neri e Debert<sup>4</sup> afirmam:    "A velhice e o envelhecimento, portanto s&atilde;o realidades heterog&ecirc;neas,    isto &eacute;, variam conforme os tempos hist&oacute;ricos, as culturas e subculturas,    as classes sociais, as hist&oacute;rias de vida pessoais, as condi&ccedil;&otilde;es    educacionais, os estilos de vida, os g&ecirc;neros, as profiss&otilde;es e as    etnias, dentre outros elementos que conformam as trajet&oacute;rias de vida    dos indiv&iacute;duos e grupos".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Debert<sup>5</sup>,    em outra obra, ainda acrescenta: "A tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea &eacute;    rever os estere&oacute;tipos associados ao envelhecimento. A ideia de um processo    de perdas tem sido substitu&iacute;da pela considera&ccedil;&atilde;o de que    os est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados da vida s&atilde;o momentos prop&iacute;cios    para novas conquistas, guiadas pela busca do prazer e da satisfa&ccedil;&atilde;o    pessoal. As experi&ecirc;ncias vividas e os saberes acumulados s&atilde;o ganhos    que oferecem oportunidades de realizar projetos abandonados em outras etapas    e estabelecer rela&ccedil;&otilde;es mais prof&iacute;cuas com o mundo dos mais    jovens e dos mais velhos."</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Percebe-se, ent&atilde;o,    que os fen&ocirc;menos da velhice e do envelhecimento trazem uma s&eacute;rie    de implica&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o s&oacute; pessoais como tamb&eacute;m    familiares, sociais, culturais, pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas. Sendo assim,    para que se efetuem as mudan&ccedil;as necess&aacute;rias nessas m&uacute;ltiplas    esferas envolvidas, &eacute; preciso considerar, ainda, a variedade de contextos    existentes na realidade mundial, dada a sua grande diversidade. N&atilde;o h&aacute;,    portanto, uma resposta &uacute;nica e pronta &agrave;s quest&otilde;es referentes    &agrave; terceira idade, pois o pr&oacute;prio fen&ocirc;meno da velhice tem    m&uacute;ltiplos sentidos, sendo conhecimentos situados<sup>6</sup>, constru&ccedil;&otilde;es    sociais que s&atilde;o fruto das intera&ccedil;&otilde;es entre humanos em contextos    hist&oacute;rico-sociais espec&iacute;ficos<i><sup>7</sup></i>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; v&aacute;rios    termos para denominar as pessoas que est&atilde;o no ciclo de vida em quest&atilde;o,    surgidos em &eacute;pocas diferentes, com conota&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m    distintas. Assim, sabe-se que o termo velho &eacute; historicamente ligado a    sentidos negativos, tais como inativo, improdutivo, inv&aacute;lido, ultrapassado,    despossu&iacute;do, feio, ruim e sem status social. O termo idoso, em ant&iacute;tese,    se refere a uma pessoa respeitada, valorizada devido, entre outras coisas, ao    recebimento de pens&atilde;o ou aposentadoria. Terceira idade, por sua vez,    surge no Brasil na d&eacute;cada de 1980, sendo relacionada a pessoas aposentadas    consideradas din&acirc;micas, de 60 a 80 anos de idade, entendidos como "jovens    idosos", sem sinais de decrepitude ou senilidade, implicando em uma imagem positiva    e bastante consumista, uma vez que busca retardar e negar a velhice por meio    do uso de produtos est&eacute;ticos, medicamentos e cirurgias pl&aacute;sticas<sup>8,9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar das diferen&ccedil;as    de sentidos relacionados aos termos velho, idoso e membro da terceira idade,    sabe-se que muitas vezes eles s&atilde;o utilizados indistintamente, como se    fossem sin&ocirc;nimos. Por isso, no presente trabalho ser&aacute; feita a op&ccedil;&atilde;o    pelo uso do termo idoso, uma vez que este traz conota&ccedil;&otilde;es positivas    relacionadas a essas pessoas e por ter sido adotado por documentos oficiais    brasileiros, tais como a Pol&iacute;tica Nacional do Idoso<sup>10</sup>, a Pol&iacute;tica    Nacional de Sa&uacute;de da Pessoa Idosa<sup>11</sup> e o Estatuto do Idoso<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente trabalho    ser&aacute; dedicado ao estudo das pr&aacute;ticas discursivas e dos sentidos    que t&ecirc;m sido produzidos a respeito do envelhecimento e de sua rela&ccedil;&atilde;o    com a sa&uacute;de das pessoas idosas. Pr&aacute;ticas discursivas s&atilde;o    linguagens em a&ccedil;&atilde;o, ou seja, "as maneiras a partir das quais as    pessoas produzem sentidos e se posicionam em rela&ccedil;&otilde;es sociais    cotidianas"<sup>13</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o alcance    do presente objetivo foi feito um estudo tendo como base os t&iacute;tulos e    os resumos das disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado dispon&iacute;veis no    portal CAPES, durante o per&iacute;odo 2000-2009. Este material foi considerado    documento de dom&iacute;nio p&uacute;blico, sendo que Peter Spink<sup>13</sup>    assim os define: "os documentos de dom&iacute;nio p&uacute;blico, como registros,    s&atilde;o documentos tornados p&uacute;blicos, sua intersubjetividade &eacute;    produto da intera&ccedil;&atilde;o com um outro desconhecido, por&eacute;m significativo    e frequentemente coletivo. S&atilde;o documentos que est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o,    simultaneamente tra&ccedil;os de a&ccedil;&atilde;o social e a pr&oacute;pria    a&ccedil;&atilde;o social". Este estudo poder&aacute; colaborar para se conhecer    com mais profundidade o envelhecimento para ent&atilde;o contribuir com o alcance    de uma melhor qualidade de vida para essa popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este trabalho tem    como objetivo o entendimento das pr&aacute;ticas discursivas e dos sentidos    que t&ecirc;m sido produzidos a respeito da rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de    e envelhecimento em disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado dispon&iacute;veis    no portal CAPES no per&iacute;odo 2000-2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente foram    definidos, por meio de pesquisa na Biblioteca Virtual em Sa&uacute;de (BVS),    quais os descritores que melhor se adequavam &agrave; pesquisa. A escolha desses    termos foi feita tendo como base os Descritores em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de    (DeCS) da BVS, ou seja, um vocabul&aacute;rio estruturado criado pela BIREME    para servir como uma linguagem &uacute;nica na indexa&ccedil;&atilde;o de artigos    de revistas cient&iacute;ficas, livros, anais de congressos, relat&oacute;rios    t&eacute;cnicos e outros tipos de materiais. Assim, foi feito um levantamento    de todas as palavras relacionadas ao envelhecimento humano nessa ferramenta,    sendo escolhidos os descritores: idoso, envelhecimento e velho.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com os descritores    definidos, passou-se &agrave; pr&oacute;xima etapa da pesquisa. No portal de    disserta&ccedil;&otilde;es da CAPES foram estabelecidos os limites da busca:    trabalhos publicados em portugu&ecirc;s no per&iacute;odo de 2000 a 2009. Durante    o processo de pesquisa observou-se que haviam alguns termos relacionados ao    envelhecimento e que, apesar de n&atilde;o serem descritores da BVS, tamb&eacute;m    recuperavam disserta&ccedil;&otilde;es de import&acirc;ncia &agrave; pesquisa    e que por isso foram adicionados: terceira idade, senesc&ecirc;ncia e anci&atilde;o.    Em seguida, o levantamento foi realizado a partir de cada descritor selecionado,    tendo-se como resultado as disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado dispon&iacute;veis    no referido banco de dados, sendo que foi obtido um total de 9.415.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s essa    etapa foi realizada a leitura e a sele&ccedil;&atilde;o dos materiais pelos    t&iacute;tulos e, em seguida, pelos resumos das disserta&ccedil;&otilde;es,    tarefa necess&aacute;ria, pois, apesar do uso dos descritores, foi obtido muito    material que n&atilde;o condizia com o presente prop&oacute;sito, uma vez que    tratavam de assuntos relacionados a aspectos parciais (doen&ccedil;as, por exemplo)    e n&atilde;o &agrave;s pessoas idosas em si. Tamb&eacute;m permitiu trabalhar    somente com as disserta&ccedil;&otilde;es que trouxessem vers&otilde;es a respeito    da rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de e envelhecimento, e que permitissem    explicar os sentidos presentes a respeito da velhice na atualidade. Terminadas    todas as etapas descritas obteve-se, por fim, 175 resumos de disserta&ccedil;&otilde;es    de mestrado do portal CAPES, no per&iacute;odo 2000-2009, compondo, ent&atilde;o,    os documentos da presente pesquisa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A seguir foi realizada    a an&aacute;lise, por meio da leitura aprofundada, diversas vezes, do material    selecionado, o que permitiu identificar n&atilde;o somente o que tem sido produzido    a respeito do processo de envelhecimento e dos idosos, mas tamb&eacute;m criar    categorias anal&iacute;ticas, as quais permitiram entender e explicar os diferentes    sentidos constru&iacute;dos a respeito da tem&aacute;tica no per&iacute;odo    delimitado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados e    discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O total de disserta&ccedil;&otilde;es    encontradas na pesquisa junto ao Portal CAPES foi de 9.415, distribu&iacute;das    entre os descritores envelhecimento, velho, idoso, terceira idade, senesc&ecirc;ncia    e anci&atilde;o. Conforme apontado na se&ccedil;&atilde;o anterior, somente    175 trabalhos foram selecionados, por cumprirem os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o    na pesquisa. Destes, 80 referiam-se ao descritor envelhecimento; 59 ao idoso;    23 ao velho; 10 ao terceira idade; dois ao anci&atilde;o; e um ao senesc&ecirc;ncia.    De maneira geral, observou-se que, o n&uacute;mero de disserta&ccedil;&otilde;es    aumentou bastante se comparando os anos de 2000 e 2009, passando de 578 a 1338,    demarcando o aumento do interesse pelo estudo da popula&ccedil;&atilde;o em    quest&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Houve grande diversidade    relacionada aos interlocutores (sujeitos) da pesquisa, sendo que, predominantemente,    foram entrevistados idosos (115 disserta&ccedil;&otilde;es; 103 os utilizando    como &uacute;nica fonte de estudo e as demais colhendo tamb&eacute;m discursos    de pessoas de outros ciclos de vida, al&eacute;m de documentos de dom&iacute;nio    p&uacute;blico). Dezesseis disserta&ccedil;&otilde;es foram baseadas exclusivamente    em entrevistas realizadas com crian&ccedil;as, adolescentes e/ou adultos, considerando-se    tr&ecirc;s que ouviram familiares e duas, a comunidade da qual os idosos faziam    parte. Estudantes universit&aacute;rios tamb&eacute;m foram ouvidos, totalizando    cinco disserta&ccedil;&otilde;es (Enfermagem, Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica    e Medicina, Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Pedagogia e de diversos cursos).    Profissionais da &aacute;rea da Sa&uacute;de foram entrevistados em onze estudos    (tr&ecirc;s de Enfermagem, um de Gerontologia e os demais com diversos profissionais).    Representantes de entidades foram interlocutores em dois trabalhos, o mesmo    ocorrendo com trabalhadores de 40 anos ou mais. Vinte trabalhos foram realizados    a partir de documentos de dom&iacute;nio p&uacute;blico (incluindo o Estatuto    do Idoso e livros de literatura), sendo que dez foram caracterizados como estudos    de revis&atilde;o. Por fim, oito pesquisas analisaram a m&iacute;dia e uma estudou    uma determinada <i>home page</i>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; &aacute;rea de estudos em que foram defendidas as disserta&ccedil;&otilde;es,    houve o predom&iacute;nio da Gerontologia e da Psicologia (36 e 35 pesquisas,    respectivamente). Dezessete trabalhos eram da Educa&ccedil;&atilde;o e doze,    da Enfermagem. Foram encontrados nove estudos da Sa&uacute;de P&uacute;blica/Sa&uacute;de    Coletiva e n&uacute;mero id&ecirc;ntico no Servi&ccedil;o Social. Mestrados    na tem&aacute;tica tamb&eacute;m foram realizados em Sociologia (sete), Educa&ccedil;&atilde;o    F&iacute;sica (seis), Ci&ecirc;ncias Humanas (cinco) e Letras (cinco). Quatro    disserta&ccedil;&otilde;es foram defendidas em cada uma das seguintes &aacute;reas:    Antropologia, Ci&ecirc;ncias Sociais, Comunica&ccedil;&atilde;o, Direito e Sa&uacute;de.    Na Geografia havia duas pesquisas e foi encontrada apenas uma disserta&ccedil;&atilde;o    em: Administra&ccedil;&atilde;o; Cultura e Artes; Lingu&iacute;stica, Letras    e Artes; Ci&ecirc;ncias Pol&iacute;ticas; Cogni&ccedil;&atilde;o e Linguagem;    Ci&ecirc;ncias da Informa&ccedil;&atilde;o; Extens&atilde;o Rural; Fisioterapia    e Terapia Ocupacional; Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas; Fonoaudiologia; e,    Interdisciplinar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir da an&aacute;lise    do material selecionado foram criadas as seguintes categorias: Diferentes sentidos    da velhice; Fatores psicossociais e envelhecimento saud&aacute;vel; Imagem corporal    na velhice; M&iacute;dia e envelhecimento; Fam&iacute;lia e Idoso; Qualidade    de vida na velhice; Direitos do Idoso; Mem&oacute;ria e velhice; Inform&aacute;tica    e envelhecimento; e, Outras quest&otilde;es pertinentes ao processo de envelhecimento.    Abaixo ser&aacute; abordada cada categoria, apontando o n&uacute;mero de trabalhos    a ela relacionados, dando exemplos extra&iacute;dos dos resumos analisados e    tra&ccedil;ando considera&ccedil;&otilde;es a respeito.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Diferentes sentidos    da velhice</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos 175 resumos    estudados, foram encontradas 105 disserta&ccedil;&otilde;es que problematizavam    a respeito de o que &eacute; ser idoso e quais os sentidos da velhice na contemporaneidade.    Pode-se ver isso na perspectiva da pr&oacute;pria pessoa, conforme o seguinte    exemplo: "As representa&ccedil;&otilde;es que os sujeitos possuem acerca da    velhice e, em consequ&ecirc;ncia, de si mesmos, relacionam-se com a maneira    peculiar como cada sujeito organiza seu curso de vida, a partir das suas circunst&acirc;ncias    hist&oacute;rico-culturais e da maneira como percebem a perda de seu papel profissional    e social"<sup>14.</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Martins<sup>15</sup>,    a velhice pode ser vista como algo positivo (sabedoria e tempo de vida) ou negativo    (depress&atilde;o, solid&atilde;o, tristeza, doen&ccedil;a e morte) e que isso    ir&aacute; depender "da cabe&ccedil;a e do esp&iacute;rito" de cada um. Dessa    maneira, "o envelhecer &eacute; um processo individual, e que &eacute; vivido    e constru&iacute;do conforme a experi&ecirc;ncia pessoal"<sup>16</sup>, sendo    a velhice "um construto social produzido sob o efeito das influ&ecirc;ncias    culturais, sociais e pol&iacute;ticas"<sup>17</sup>. Assim, "os significados    atribu&iacute;dos &agrave; velhice s&atilde;o constru&iacute;dos e reelaborados,    indicando interpenetra&ccedil;&atilde;o das classifica&ccedil;&otilde;es de    g&ecirc;nero, gera&ccedil;&atilde;o e classe social"<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Observou-se, de    modo geral nos trabalhos selecionados, que esse momento de vida ainda &eacute;    ligado a bastantes fatores negativos, tais como doen&ccedil;a, depress&atilde;o,    solid&atilde;o, entre outros. Por&eacute;m, tamb&eacute;m percebe-se que o ser    idoso e o pr&oacute;prio processo de envelhecimento n&atilde;o s&atilde;o algo    em si, constructos herm&eacute;ticos, prontos e determinados, mas que s&atilde;o    produzidos nas rela&ccedil;&otilde;es sociais, ou seja, o fato de algu&eacute;m    ser um idoso ativo ou dependente, alegre ou amargurado, &eacute; tra&ccedil;ado    ao longo da vida do mesmo, de como essa pessoa foi produzindo ativamente sua    vida, no contexto hist&oacute;rico, cultural, pol&iacute;tico e social em que    vive.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os atributos positivos    relacionados &agrave; velhice aparecem no estudo de Mattner<sup>19</sup>, que    comparou o discurso sobre o envelhecimento em crian&ccedil;as e idosos. A autora    concluiu que para os dois grupos estudados h&aacute; uma compreens&atilde;o    amb&iacute;gua a respeito da velhice: ela est&aacute; diretamente relacionada    ao adoecimento, &agrave;s perdas, &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es e &agrave;    exclus&atilde;o social, mas, concomitantemente, &eacute; vista como algo bom,    gratificante e sin&ocirc;nimo de estabilidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Ragazzi<sup>20</sup>,    na literatura infantil existe um estere&oacute;tipo de debilidade relacionado    &agrave; velhice. Nela, a pessoa &eacute; vista como sozinha, "caduca", entre    outras coisas, e assim se constr&oacute;i e se afirma esse sentido. De acordo    com a autora, muitas vezes &eacute; por meio da literatura que a crian&ccedil;a    tem o primeiro contato com a velhice.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa valora&ccedil;&atilde;o    negativa &eacute; encontrada tamb&eacute;m em v&aacute;rios outros textos, em    poesia e prosa, destinado a pessoas de outras faixas et&aacute;rias, tais como    os cl&aacute;ssicos Rei Lear, de Shakespeare<sup>21</sup>, e O Avarento, de    Moli&egrave;re<sup>22</sup>. Por outro lado, h&aacute; tamb&eacute;m a afirma&ccedil;&atilde;o    de aspectos positivos, tal como no poema "A velhice", de Olavo Bilac<sup>23</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda a esse respeito    tr&ecirc;s disserta&ccedil;&otilde;es discorriam sobre a vis&atilde;o dos universit&aacute;rios    sobre a velhice. Estas deixam claro que, apesar de predominar uma conota&ccedil;&atilde;o    positiva em rela&ccedil;&atilde;o ao processo de envelhecimento e aos idosos,    esse ainda n&atilde;o &eacute; um sentido &uacute;nico, pois, ora o idoso &eacute;    visto como fonte de conhecimento, ora como problema e fonte de doen&ccedil;a.    Essas disserta&ccedil;&otilde;es permitem perceber que o acesso a uma forma&ccedil;&atilde;o    de n&iacute;vel superior n&atilde;o eximiu essas pessoas de reafirmarem aspectos    bastantes negativos vinculados ao tema aqui estudado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta ambival&ecirc;ncia,    sentidos positivos e negativos, tamb&eacute;m foi encontrada nas 10 disserta&ccedil;&otilde;es    que ouviram profissionais de sa&uacute;de. Dentre elas Murta<sup>24</sup>, que    diz: "Quanto &agrave; velhice, os profissionais a viam como conflituosa (positiva    quando vista pelo tempo vivido; negativa pela perda da autonomia e independ&ecirc;ncia)".    Bimbato<sup>25</sup>, por sua vez, aponta que essa diverg&ecirc;ncia ocorre    em fun&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o, da idade e da experi&ecirc;ncia    de vida dos entrevistados. Al&eacute;m disso, ainda de acordo com essa autora,    os trabalhadores da sa&uacute;de n&atilde;o est&atilde;o devidamente qualificados    para o cuidado que deve ser prestado a essa parcela da popula&ccedil;&atilde;o:    "os profissionais encontram-se despreparados para enfrentar o grande desafio    de melhorar o atendimento oferecido pelo servi&ccedil;o de sa&uacute;de, principalmente,    em se levando em considera&ccedil;&atilde;o o aumento acentuado do n&uacute;mero    de idosos neste pa&iacute;s"<sup>25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de "velhice",    "idosos" e "envelhecimento" serem termos poliss&ecirc;micos, nos trabalhos analisados    ainda est&aacute; presente uma polaridade entre qualificadores positivos e negativos    a eles relacionados. Reafirmam-se, assim, os escritos de Bosi<sup>1</sup> e    Papalia e Olds<sup>3</sup> a respeito da tem&aacute;tica em quest&atilde;o.    Muitas conquistas foram feitas no sentido de buscarem assegurar um maior reconhecimento    e valoriza&ccedil;&atilde;o dessas pessoas, tais como a Pol&iacute;tica Nacional    do Idoso<sup>10</sup>, a Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de da Pessoa    Idosa<sup>11</sup>, o Estatuto do Idoso<sup>12</sup> dentre outros. Por&eacute;m,    mesmo assim, persistem atributos negativos que existiam antes destes documentos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Influ&ecirc;ncia    de fatores psicossociais no envelhecimento saud&aacute;vel</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Oito disserta&ccedil;&otilde;es    recuperadas pelo descritor idoso abordam os aspectos psicossociais que envolvem    a velhice, apontando que, para al&eacute;m da quest&atilde;o et&aacute;ria,    o fundamental &eacute; aquilo que as pessoas fazem (ou n&atilde;o) em seus relacionamentos,    em sua vida di&aacute;ria. N&atilde;o h&aacute;, portanto, uma rela&ccedil;&atilde;o    direta entre envelhecimento e solid&atilde;o, depress&atilde;o, diminui&ccedil;&atilde;o    da autoestima, como comumente se pensa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mas que esses problemas    podem ser decorr&ecirc;ncia de como essas pessoas se reconhecem e s&atilde;o    reconhecidas pela sociedade. "O significado e a rela&ccedil;&atilde;o s&atilde;o    diferentes para cada pesquisado, mas fortemente relacionadas &agrave; esfera    existencial. O envelhecimento do corpo n&atilde;o &eacute; impedimento para    que estes idosos possam fazer planos e ir em busca de suas realiza&ccedil;&otilde;es"<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, para eles,    o envelhecimento do corpo n&atilde;o necessariamente influi de maneira negativa    em suas vidas, como tamb&eacute;m n&atilde;o os impedem de realizar sonhos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Capitanini<sup>27</sup>,    por sua vez, afirma que "o sentimento de solid&atilde;o n&atilde;o est&aacute;    associado ao viver s&oacute; &#91;...&#93; amigos e capacidades pessoais de    autonomia e envolvimento religioso constituem o maior suporte social e de bem    estar", esclarecendo que envelhecer n&atilde;o &eacute; sin&ocirc;nimo de solid&atilde;o.    O envelhecimento saud&aacute;vel tamb&eacute;m &eacute; abordado em dez disserta&ccedil;&otilde;es    relacionadas &agrave; escolaridade e o exercitar de determinadas fun&ccedil;&otilde;es    cognitivas, tal como no trabalho de Garcia<sup>28</sup>, que afirma o m&eacute;rito    da educa&ccedil;&atilde;o e da mem&oacute;ria na consolida&ccedil;&atilde;o    da velhice bem sucedida.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dessa forma, nas    disserta&ccedil;&otilde;es analisadas o envelhecimento saud&aacute;vel est&aacute;    intimamente interligado a fatores psicossociais e que as rela&ccedil;&otilde;es    interpessoais e a inser&ccedil;&atilde;o em grupos e atividades que estimulem    o desenvolvimento cumprem papel importante para o seu alcance.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Imagem corporal    na terceira idade</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quinze disserta&ccedil;&otilde;es    encontradas tratam da imagem corporal e das perdas que ocorrem com o processo    de envelhecimento. &Eacute; poss&iacute;vel perceber que hoje se cultua a juventude    e o corpo jovem, havendo uma valoriza&ccedil;&atilde;o cada dia maior da cirurgia    pl&aacute;stica para diminuir ou extinguir os tra&ccedil;os t&iacute;picos do    envelhecer<sup>29</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em ant&iacute;tese,    o corpo do idoso &eacute; plenitude para alguns autores, ou seja, uma vit&oacute;ria    pela pessoa ter conseguido chegar a uma idade avan&ccedil;ada, um ideal que    na atualidade deveria ser cada vez mais buscado. Sobre essa quest&atilde;o,    Blessma<sup>30</sup> diz: "o significado do corpo na velhice n&atilde;o est&aacute;    no que ele &eacute;, mas no que ele representa, ele exalta a vida e suas in&uacute;meras    possibilidades".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, observa-se    que n&atilde;o existe um consenso sobre o que &eacute; a velhice e de como s&atilde;o    os corpos dos idosos, havendo sentidos heterog&ecirc;neos na nossa sociedade    atual. Ratificando, portanto, a afirma&ccedil;&atilde;o de Neri e Debert<sup>4</sup>:    ora se valoriza a juventude, em detrimento da velhice; ora o corpo velho &eacute;    visto como algo pleno, como uma vit&oacute;ria.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>M&iacute;dia    e envelhecimento</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro assunto presente    nas disserta&ccedil;&otilde;es foi a rela&ccedil;&atilde;o entre m&iacute;dia    e envelhecimento, explicitando-se a influ&ecirc;ncia que a primeira tem sobre    a sociedade. Foram selecionados oito trabalhos, sendo que os autores mostram    o "peso" que a publicidade tem sobre a constru&ccedil;&atilde;o da imagem dos    idosos na sociedade, assim como afirmam que ela dita padr&otilde;es para/sobre    a velhice. Deixam claro o poder que a m&iacute;dia tem de construir e desconstruir    a imagem do idoso, impondo a ele o consumismo, como uma forma de aproxim&aacute;-los    da juventude.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para Soares<sup>31</sup>:    "a publicidade conclama ao velho ser cidad&atilde;o de consumo e neste contexto    o consumo &eacute; parte de uma maneira de permanecer e/ou resgatar a juventude    assim como estar jovem &eacute; estar apto a consumir". J&aacute;, de acordo    com Rodrigues<sup>32</sup> a m&iacute;dia tem um grande poder de construir estere&oacute;tipos    e, por meio da propaganda, ela imp&otilde;e valores, identidades e padr&otilde;es    &agrave;s pessoas idosas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os estudos retomam    quest&atilde;o importante que vem sendo debatida no campo da sa&uacute;de: o    poder da m&iacute;dia na constru&ccedil;&atilde;o dos fatos, de nossa realidade,    criando modos de ser, agir e pensar. Destaca-se novamente aqui o trabalho de    Debert<sup>5</sup>, que auxilia a refletir a respeito daquilo que ela denomina    a "reprivatiza&ccedil;&atilde;o da velhice": a hipervaloriza&ccedil;&atilde;o    da juventude como ideal de vida e o envelhecimento como um &ocirc;nus provocado    pela pessoa. Ter-se-ia, assim, o entendimento de que o idoso seria o culpado    pelo seu pr&oacute;prio envelhecimento, por n&atilde;o ter seguido &agrave;    risca normas de autocuidado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e    &agrave; est&eacute;tica, t&atilde;o apregoados por muitos profissionais da    sa&uacute;de e amplamente divulgados na m&iacute;dia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Fam&iacute;lia    e idosos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram encontradas    sete disserta&ccedil;&otilde;es que abordam a rela&ccedil;&atilde;o familiar    com os idosos, ou seja, falam da conviv&ecirc;ncia e das dificuldades, dentre    outros fatores, que englobam essa rela&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de mostrar    a import&acirc;ncia da fam&iacute;lia para eles. Aponta-se tanto a import&acirc;ncia    que a fam&iacute;lia e o morar junto com a mesma tem para os idosos<sup>33</sup>,    quanto a viol&ecirc;ncia sofrida, destacando-se que a maior ocorr&ecirc;ncia    desta se d&aacute; dentro da pr&oacute;pria resid&ecirc;ncia, feita por membro    da fam&iacute;lia<sup>34</sup>. Portanto, observa-se nas disserta&ccedil;&otilde;es    analisadas que a fam&iacute;lia ainda tem papel primordial na vida dos idosos,    reafirmando-se ainda que a fam&iacute;lia normalmente possui car&aacute;ter    positivo na vida desses.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por outro lado,    s&atilde;o necess&aacute;rios estudos que contribuam para a elucida&ccedil;&atilde;o    das problem&aacute;ticas familiares e que colocam o idoso como alvo de viol&ecirc;ncia,    para que se possa diminuir a sua incid&ecirc;ncia ou at&eacute; mesmo extingui-la.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Qualidade de    vida na terceira idade</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Por meio da an&aacute;lise    dos resumos das 14 disserta&ccedil;&otilde;es que trataram a respeito de qualidade    de vida, percebe-se que a qualidade de vida na velhice &eacute; um processo    amplo que depende de diversos fatores, como: independ&ecirc;ncia, autonomia,    vida saud&aacute;vel, alimenta&ccedil;&atilde;o, sono, al&eacute;m de destacarem    as atividades de lazer, a participa&ccedil;&atilde;o nos grupos de promo&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de e os bons relacionamentos. No estudo de Moreira<sup>35</sup>    a qualidade de vida est&aacute; diretamente ligada ao trabalho. J&aacute;, nos    de Gomes<sup>36</sup> e Tahan<sup>37</sup>, est&aacute; vinculada &agrave; participa&ccedil;&atilde;o    em pr&aacute;ticas grupais, ou seja, em grupos de conviv&ecirc;ncia, universidade    da maior idade, grupos de dan&ccedil;a, dentre outras pr&aacute;ticas sociais.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O pertencimento    a um grupo, apesar de nem sempre estar explicitamente relacionado &agrave; qualidade    de vida, &eacute; tido como importante, tal como atesta o trabalho de Gomes<sup>38</sup>:    "As pr&aacute;ticas grupais t&ecirc;m sido fundamentais na constru&ccedil;&atilde;o    do presente, na proje&ccedil;&atilde;o do futuro, enfim, na recondu&ccedil;&atilde;o    dos cursos de vida na velhice, n&atilde;o s&oacute; individual, mas de toda    uma gera&ccedil;&atilde;o".</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em s&iacute;ntese,    a qualidade de vida na velhice &eacute; algo amplo e interligado a diversos    fatores pessoais e interpessoais, dando-se grande import&acirc;ncia &agrave;    participa&ccedil;&atilde;o em atividades em grupos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Direito do idoso</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tema intrinsecamente    relacionado ao t&oacute;pico anterior, a prote&ccedil;&atilde;o e a efetiva&ccedil;&atilde;o    de direitos (sa&uacute;de, moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o adequada e lazer)    foi abordada em sete trabalhos. Abrangeram-se aqui as quest&otilde;es relacionadas    &agrave; cidadania e ao Estatuto do Idoso, destacando a import&acirc;ncia e    a influ&ecirc;ncia desse documento na contemporaneidade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com Silva<sup>39</sup>    o Estatuto do Idoso "propicia o estabelecimento de novas e enriquecedoras perspectivas    para um envelhecimento digno, com o objetivo de influenciar decisivamente na    obten&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as significativas para o resgate da &eacute;tica,    dos direitos e da dignidade da pessoa humana". Ainda sobre o Estatuto, Martins<sup>40</sup>    afirma que o conhecimento dos direitos dos idosos independe de fatores como    idade, renda e escolaridade, por&eacute;m, apesar da maioria saber de sua exist&ecirc;ncia,    na pr&aacute;tica seus benef&iacute;cios n&atilde;o est&atilde;o sendo sentidos    por todos eles.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos s&atilde;o    os desafios que resultam do envelhecimento de uma popula&ccedil;&atilde;o, especialmente    de uma parcela que necessita de um sistema de prote&ccedil;&atilde;o face &agrave;    vulnerabilidade, o que imp&otilde;e a manuten&ccedil;&atilde;o, a amplia&ccedil;&atilde;o    e a sedimenta&ccedil;&atilde;o das conquistas do Estatuto do Idoso, buscando-se    consolidar um Estado de Bem Estar Social que torne efetiva a cidadania.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda no escopo    de trabalhos relacionados diretamente aos direitos e &agrave; cidadania, foram    encontradas duas disserta&ccedil;&otilde;es que tratam da Pol&iacute;tica de    Sa&uacute;de do Idoso no SUS, e que afirmam ainda ser necess&aacute;ria a sensibiliza&ccedil;&atilde;o    dos gestores com rela&ccedil;&atilde;o a esse grupo social, com a implanta&ccedil;&atilde;o    de programas e projetos, efetiva&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de aten&ccedil;&atilde;o    com medidas de promo&ccedil;&atilde;o, preven&ccedil;&atilde;o e preserva&ccedil;&atilde;o    da capacidade funcional com autonomia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, com base    nas disserta&ccedil;&otilde;es analisadas, percebe-se que a cria&ccedil;&atilde;o    de leis, normas, orienta&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas e pol&iacute;ticas    s&atilde;o importantes, mas n&atilde;o assegura, por si s&oacute;, a melhoria    nas condi&ccedil;&otilde;es de vida das pessoas. S&atilde;o tamb&eacute;m fundamentais    pr&aacute;ticas que as coloquem em pleno exerc&iacute;cio, o que implica n&atilde;o    s&oacute; na sua divulga&ccedil;&atilde;o e conhecimento, mas no engajamento    de pessoas, grupos e institui&ccedil;&otilde;es em prol da sua consolida&ccedil;&atilde;o    para que seja poss&iacute;vel alcan&ccedil;ar uma sociedade cujos membros tenham    acesso, direito e exer&ccedil;am uma velhice digna.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Mem&oacute;ria    e velhice</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Cinco disserta&ccedil;&otilde;es    tratam sobre a import&acirc;ncia da hist&oacute;ria de vida e da mem&oacute;ria,    tanto para a vida do idoso, como para a das pessoas que os cercam. O estudo    de Antunes<sup>41</sup> &eacute; esclarecedor nesse aspecto: "os velhos t&ecirc;m    fun&ccedil;&atilde;o social pelo fato de serem detentores de informa&ccedil;&otilde;es    hist&oacute;ricas, que uma vez divulgadas a comunidade podem exercer importante    papel agregador e educacional." Ainda a esse respeito, Ribeiro<sup>42</sup>    afirma que as mem&oacute;rias dos idosos ajudam na constru&ccedil;&atilde;o    da hist&oacute;ria, ao mesmo tempo em que o fato de lembrar e contar seu passado    estimula suas mentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, nas disserta&ccedil;&otilde;es    analisadas, h&aacute; uma reafirma&ccedil;&atilde;o dos estudos de Bosi<sup>1</sup>,    ao perceberem a import&acirc;ncia dos idosos na constru&ccedil;&atilde;o da    hist&oacute;ria, da mem&oacute;ria social e das pr&oacute;prias sociabilidades.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Inform&aacute;tica    e envelhecimento</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em n&uacute;mero    menor, duas disserta&ccedil;&otilde;es tratavam da import&acirc;ncia do ensino    de inform&aacute;tica para uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o do idoso no mundo    contempor&acirc;neo, mostrando a import&acirc;ncia do conhecimento da inform&aacute;tica    para seu bem estar e para um envelhecimento saud&aacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atualmente se reconhece    que a inser&ccedil;&atilde;o dos idosos no mundo digital &eacute; uma das possibilidades    de inclus&atilde;o social. E os estudos n&atilde;o somente trazem a relev&acirc;ncia    disso, mas tamb&eacute;m ratificam os de desenvolvimento, os quais postulam    que em todos os ciclos de vida h&aacute; a possibilidade de ganhos<sup>3,4</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Outras quest&otilde;es    pertinentes ao processo de envelhecimento</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram encontrados    trabalhos &uacute;nicos versando sobre temas diversos: como o idoso busca superar    as adversidades e manter o senso de integridade; a identifica&ccedil;&atilde;o    e a descri&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as mais significativas (autorreferidas    e autoavaliadas nas dimens&otilde;es biol&oacute;gicas, sociais e psicol&oacute;gicas)    ocorridas na velhice e seu impacto sobre o estado bem-estar subjetivo; e, sobre    a nega&ccedil;&atilde;o da velhice pelo pr&oacute;prio idoso. Em rela&ccedil;&atilde;o    a esta &uacute;ltima, foi encontrada uma disserta&ccedil;&atilde;o como contraponto,    a qual discorria a respeito de como os idosos s&atilde;o conscientes da sua    condi&ccedil;&atilde;o, e est&atilde;o em constante adapta&ccedil;&atilde;o    ao meio, sempre mostrando interesse nos mecanismos que a sociedade cria e oferece    de modo a lhes facilitar o cotidiano, mostrando assim que os idosos podem ter    grande capacidade de resili&ecirc;ncia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De in&iacute;cio    foi poss&iacute;vel perceber que v&aacute;rias s&atilde;o as terminologias utilizadas    para tratar as pessoas no ciclo de vida estudado, sendo os termos idoso, velho    e terceira idade bastante utilizados nos resumos das disserta&ccedil;&otilde;es    analisadas. Por&eacute;m, observa-se que a palavra idoso &eacute; a que aparece    com mais frequ&ecirc;ncia. O que talvez se deva ao fato de documentos de dom&iacute;nio    p&uacute;blico importantes, tais como a Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de    do Idoso<sup>11</sup> e o Estatuto do Idoso<sup>12</sup> terem adotado esse    termo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na maior parte    das disserta&ccedil;&otilde;es ocorre o uso de mais de um termo, indistintamente,    como na disserta&ccedil;&atilde;o de Moreira<sup>35</sup> que afirma: "discutir    algumas rela&ccedil;&otilde;es existentes entre o trabalho e a qualidade de    vida na terceira idade. &#91;...&#93; o trabalho pode ser uma fonte de aumento    da qualidade de vida por proporcionar ao idoso a atividade, tanto f&iacute;sica    quanto intelectual". Por&eacute;m, foi identificado um trabalho onde se prop&otilde;e    diferentes sentidos para os termos velho e idoso: "as pessoas, na continuidade    da vida, n&atilde;o querem ser velhas (o indesejado), mas tornarem-se idosas    (envelhecer com bem-estar)"<sup>43</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m disso,    &eacute; importante ressaltar que o maior n&uacute;mero de disserta&ccedil;&otilde;es    encontradas inicialmente tratava de temas variados, sendo que em grande parte    abordavam temas relacionados a doen&ccedil;as e medicamentos voltados a patologias    mais comuns na velhice. Conforme foi explicado oportunamente, uma vez que elas    fugiam do objetivo, n&atilde;o foram analisadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">J&aacute;, a respeito    das disserta&ccedil;&otilde;es consideradas relevantes para a presente pesquisa,    a maior parte delas permitiu entender os sentidos que s&atilde;o atribu&iacute;dos    aos idosos. Apesar de predominar ainda uma conota&ccedil;&atilde;o negativa    relacionada a eles e ao processo de envelhecimento, &eacute; poss&iacute;vel    concluir que h&aacute; um aumento progressivo de pesquisas sobre o assunto,    na &eacute;poca estudada, contribuindo para a visibilidade e a afirma&ccedil;&atilde;o    de seus aspectos positivos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o h&aacute;    um pensar, uma imagem, um sentido &uacute;nico e fixo sobre o idoso, mas diversos    sentidos poss&iacute;veis coexistindo, sendo constructos forjados de acordo    com fatores hist&oacute;ricos, sociais, econ&ocirc;micos e culturais. Existem,    assim, m&uacute;ltiplos sentidos e maneiras de se entender, explicar e viver    a velhice. N&atilde;o existe um consenso do que &eacute; ser idoso e nem de    quando se come&ccedil;a a s&ecirc;-lo. Para Beauvoir<sup>44</sup>, a velhice    j&aacute; foi vista como algo vergonhoso para sociedade, por&eacute;m, &eacute;    not&oacute;rio que esses discursos v&ecirc;m mudando ao longo dos anos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar disso, perdura    a incessante busca da eterna juventude, e que essa procura intermin&aacute;vel    tem sido estimulada pela sociedade de maneira geral, incluindo e destacando-se    nisso a m&iacute;dia. A juventude como um bem de consumo &eacute; hipervalorizada<sup>45</sup>    ao mesmo tempo em que ser idoso tem sido tamb&eacute;m arguido como <i>uma incompet&ecirc;ncia    pessoal</i><sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitos temas t&ecirc;m    sido abordados nas disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado relacionados ao processo    de envelhecimento e aos idosos e, com a an&aacute;lise dos resumos, percebeu-se    que o interesse por essas pessoas vem aumentando ao longo dos &uacute;ltimos    10 anos. Apesar disso, ainda existem pouco trabalhos que tratam de qualidade    de vida, e de como os idosos atribuem sentido a esse momento de suas vidas,    ou seja, poucos d&atilde;o voz a essa popula&ccedil;&atilde;o. Este &eacute;    um aspecto dessa &aacute;rea de estudo que ainda merece maior interesse por    parte dos pesquisadores, j&aacute; que a maioria dos estudos ent&atilde;o concentrados    na doen&ccedil;a e nos diversos aspectos que as englobam.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda nesse quesito,    destaca-se a import&acirc;ncia do trabalho de pesquisa realizado pela Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de que, ouvindo idosos de todo o mundo, publicou o "Guia    Global Cidade Amiga do Idoso", exp&otilde;e os questionamentos e as preocupa&ccedil;&otilde;es    destes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vida urbana, al&eacute;m de orienta&ccedil;&otilde;es    a respeito de como as pessoas e as cidades podem se organizar de maneira a promover    a inclus&atilde;o de idosos com diferentes necessidades e graus de capacidade,    propiciando um envelhecimento saud&aacute;vel aos mesmos<sup>46</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para al&eacute;m    da quest&atilde;o et&aacute;ria, o fundamental &eacute; o entendimento de que    as pessoas produzem ativamente as suas vidas, em sua jornada di&aacute;ria.    N&atilde;o h&aacute;, portanto, uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre envelhecimento    e problemas de sa&uacute;de, como comumente se pensa, resguardadas as perdas    inerentes &agrave; idade avan&ccedil;ada. A trajet&oacute;ria de vida das pessoas,    incluindo as condi&ccedil;&otilde;es em que viveram, o acesso e a possibilidade    de desfrutar de seus direitos como cidad&atilde;o, a inser&ccedil;&atilde;o,    a prote&ccedil;&atilde;o e o apoio familiar e da sociedade, assim como as maneiras    de enfrentamento e de resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas surgidos nos diversos    &acirc;mbitos da vida, desempenham papel fundamental na obten&ccedil;&atilde;o    ou n&atilde;o de envelhecimento saud&aacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os sentidos que    os idosos atribuem a si mesmos e ao processo de envelhecimento, assim como aqueles    atribu&iacute;dos por outrem fazem toda a diferen&ccedil;a, pois contribuir&atilde;o    na realiza&ccedil;&atilde;o ou na aus&ecirc;ncia de investimentos tanto pessoais    quanto familiares e da sociedade nessas pessoas. O idoso em muito se beneficia,    para ter um envelhecimento saud&aacute;vel e digno, do cuidado e da prote&ccedil;&atilde;o    da fam&iacute;lia e de desfrutar de amizades, desenvolvendo suas capacidades    ainda existentes e inserindo-se nas atividades poss&iacute;veis como cidad&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para isso torna-se    tamb&eacute;m importante n&atilde;o somente a divulga&ccedil;&atilde;o, mas    o acesso e o exerc&iacute;cio dos direitos conquistados nas legisla&ccedil;&otilde;es    espec&iacute;ficas voltadas a essa popula&ccedil;&atilde;o. H&aacute; de se    reconhecer a import&acirc;ncia dos idosos em nossa sociedade, pois, al&eacute;m    de tudo o que foi afirmado, eles desempenham um importante papel na constru&ccedil;&atilde;o    da mem&oacute;ria da humanidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Colaboradores</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ambos autores foram    respons&aacute;veis pela proposta da pesquisa e pela reda&ccedil;&atilde;o do    artigo. MA Hein foi respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o dos procedimentos    para alcance dos objetivos, pela categoriza&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise    dos dados. SS Aragaki foi respons&aacute;vel pela orienta&ccedil;&atilde;o da    pesquisa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Bosi E. <i>Mem&oacute;ria    e sociedade</i>: lembran&ccedil;as de velhos. 5ª ed. S&atilde;o Paulo: Companhia    das Letras; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639428&pid=S1413-8123201200080002400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Hall G. <i>Senescence</i>:    The Last Half of Life. New York: D. Appleton and Company; 1922.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639430&pid=S1413-8123201200080002400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Papalia DE,    Olds SW. <i>Desenvolvimento Humano</i>. 7ª ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas;    2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639432&pid=S1413-8123201200080002400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Neri AL, Debert    GG. <i>Velhice e Sociedade</i>. Campinas: Papirus; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639434&pid=S1413-8123201200080002400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Debert GG. <i>A    reinven&ccedil;&atilde;o da velhice</i>: socializa&ccedil;&atilde;o e processos    de reprivatiza&ccedil;&atilde;o do envelhecimento. S&atilde;o Paulo: EDUSP/FAPESP;    1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639436&pid=S1413-8123201200080002400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Haraway D. Conocimientos    situados: la cuesti&oacute;n cient&iacute;fica en el feminismo y el privilegio    de la perspectiva parcial. In: Haraway D. <i>Ci&ecirc;ncia, cyborg y mujeres</i>:    la reinvenci&oacute;n de la naturaleza. Madrid: Instituto de La Mujer; 1991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639438&pid=S1413-8123201200080002400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Gergen K. The    Social Construction Movement in Modern Psychology. <i>American Psychologist</i>    1985; 40(3):266-275.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639440&pid=S1413-8123201200080002400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Marques AM.    Velho/Idoso: construindo o sujeito da terceira idade. <i>Rev Esbo&ccedil;os</i>    &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639442&pid=S1413-8123201200080002400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->peri&oacute;dico internet&#93;. 2004&#91;acessado 2012 jan 30&#93;; 11(11):    &#91;cerca de 7 p.&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/336/9870" target="_blank">http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/336/9870</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Rodrigues LS,    Soares GA. Velho, idoso e terceira idade na sociedade contempor&acirc;nea. <i>Rev    &Aacute;gora</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639444&pid=S1413-8123201200080002400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->peri&oacute;dico internet&#93;. 2006&#91; acessado 2012    jan 30&#93;; 4(4): &#91;cerca de 29 p.&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ufes.br/ppghis/agora/Documentos/Revista_4_PDFs/Lizete%20de%20Souza%20Rodrigues%20-%20%C3%81gora_4.pdf" target="_blank">http://www.ufes.br/ppghis/agora/Documentos/    Revista_4_PDFs/Lizete%20de%20Souza%20Rodrigues%20-%20%C3%81 gora_4.pdf</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Brasil. Lei    n&#186; 8.842, de 4 de Janeiro de 1994. Disp&otilde;e sobre a Pol&iacute;tica    Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.    <i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</i> 1994; 4 jan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639446&pid=S1413-8123201200080002400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria n&#186; 2.528 de 19 de outubro de 2006. Pol&iacute;tica    Nacional de Sa&uacute;de da Pessoa Idosa. <i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</i>    2006; 19 out.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639448&pid=S1413-8123201200080002400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Brasil. Lei    n&#186; 10.741, de 10 de outubro de 2003. Disp&otilde;e sobre <i>o Estatuto    do Idoso e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</i>    2003; 10 out.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639450&pid=S1413-8123201200080002400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Spink P. An&aacute;lise    de documentos de dom&iacute;nio publico. In: Spink MJ, organizadora. <i>Pr&aacute;ticas    Discursivas e Produ&ccedil;&atilde;o de Sentidos no Cotidiano:</i> aproxima&ccedil;&otilde;es    Te&oacute;ricas e Metodol&oacute;gicas. S&atilde;o Paulo: Cortez; 1999. p. 123-154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639452&pid=S1413-8123201200080002400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Gomes MQC.    <i>Velhas e Velhos</i>: A Busca de Novos Espa&ccedil;os de Sociabilidade &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639454&pid=S1413-8123201200080002400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Salvador: Universidade Federal da Bahia; 2001.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Martins CRM.    <i>O envelhecer segundo adolescentes, adultos e idosos usu&aacute;rios do SESC    Maring&aacute;</i>: um estudo de Representa&ccedil;&otilde;es Sociais &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639456&pid=S1413-8123201200080002400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Florian&oacute;polis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2002.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Ferraz LA.    <i>Envelhecimento</i>: reflex&otilde;es partir de uma experi&ecirc;ncia em grupo    &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639458&pid=S1413-8123201200080002400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. S&atilde;o Paulo: Pontif&iacute;cia Universidade    Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo; 2003.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Lima HC. <i>A    velhice sob o olhar de idosos retoricistas</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639460&pid=S1413-8123201200080002400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Recife: Universidade Federal de Pernambuco; 2003.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Souza CMB.    <i>Envelhecimento e Tend&ecirc;ncias de Sociabilidade</i>: identidades de g&ecirc;nero    e de classe social em grupos de idosos &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639462&pid=S1413-8123201200080002400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Salvador: Universidade Federal da Bahia; 2003.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Mattner AE.    <i>A ambig&uuml;idade no processo de envelhecimento</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639464&pid=S1413-8123201200080002400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Porto Alegre: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do    Sul; 2004.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Ragazzi GA.    <i>Imagem da Velhice na Literatura Infantil</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639466&pid=S1413-8123201200080002400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    S&atilde;o Paulo: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o    Paulo; 2004.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Shakespeare    W. <i>Rei Lear</i>.1ª ed. S&atilde;o Paulo: Scipione; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639468&pid=S1413-8123201200080002400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Moli&egrave;re    JBP. <i>O Avarento</i>. 1ª ed. Curitiba: FTD; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639470&pid=S1413-8123201200080002400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Bilac O. <i>Poesias    Infantis.</i> Rio de Janeiro: Francisco Alves; 1929/2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639472&pid=S1413-8123201200080002400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Murta NMG.    <i>A Velhice ao Olhar da Equipe do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia em    Diamantina /Mg</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639474&pid=S1413-8123201200080002400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. S&atilde;o Paulo: Pontif&iacute;cia    Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo; 2005.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Bimbato AMJ.    <i>A representa&ccedil;&atilde;o de velhice entre os profissionais que atuam    nos N&uacute;cleos de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639476&pid=S1413-8123201200080002400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Ribeir&atilde;o Preto: Universidade de S&atilde;o Paulo/Ribeir&atilde;o Preto;    2008.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Monteiro PP.    <i>Envelhecimento</i>: Imagem e Transforma&ccedil;&atilde;o Corporal &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639478&pid=S1413-8123201200080002400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    S&atilde;o Paulo: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o    Paulo; 2000.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Capitanni ME.    <i>Sentimento de solid&atilde;o, bem estar subjetivo e rela&ccedil;&otilde;es    sociais em idosas vivendo s&oacute;s</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639480&pid=S1413-8123201200080002400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 2000.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Garcia TFM.    <i>Envelhecimento, educa&ccedil;&atilde;o permanente e mem&oacute;ria</i>: caminho    para a consolida&ccedil;&atilde;o do envelhecimento bem sucedido &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639482&pid=S1413-8123201200080002400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Cear&aacute;: Universidade Federal do Cear&aacute;; 2004.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Melo RLS. <i>Auto-imagem    abalada</i>: o significado do rejuvenescimento para um corpo que envelhece &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639484&pid=S1413-8123201200080002400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    S&atilde;o Paulo: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o    Paulo; 2008.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Blessma EJ.    <i>Corporeidade e envelhecimento</i>: o significado do corpo na velhice &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639486&pid=S1413-8123201200080002400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2003.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Soares R. <i>Jovens    de 60 e publicidade</i>: identidade discursiva do sexagen&aacute;rio na publicidade    &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639488&pid=S1413-8123201200080002400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Pernambuco: Universidade Federal de Pernambuco;    2007.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Rodrigues PKA.    <i>O discurso da publicidade brasileira</i>: constru&ccedil;&atilde;o e desconstru&ccedil;&atilde;o    de estere&oacute;tipos da velhice &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639490&pid=S1413-8123201200080002400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. S&atilde;o    Paulo: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo; 2008.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Campos EO.    <i>O Idoso e a Fam&iacute;lia</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639492&pid=S1413-8123201200080002400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Rio de    Janeiro: Universidade Gama Filho; 2002.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Figueiredo    UCS. <i>O abuso na velhice a partir do olhar de pessoas idosas</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639494&pid=S1413-8123201200080002400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Ribeir&atilde;o Preto: Universidade de S&atilde;o Paulo/ Ribeir&atilde;o Preto;    2000.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Moreira MMS.    <i>Trabalho, Qualidade de Vida e Envelhecimento</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639496&pid=S1413-8123201200080002400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Rio de Janeiro: Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz; 2000.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Gomes A. <i>Psicologia    Atividade e envelhecimento</i>: representa&ccedil;&otilde;es sociais de um grupo    de idosos &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639498&pid=S1413-8123201200080002400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Vit&oacute;ria: Universidade    Federal do Esp&iacute;rito Santo; 2000.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Tahan J. <i>Envelhecimento    e Qualidade de Vida</i>: Significados para idosos participantes de Grupos de    Promo&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de no contexto da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de    da Fam&iacute;lia &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639500&pid=S1413-8123201200080002400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Ribeir&atilde;o Preto:    Universidade de S&atilde;o Paulo/ Ribeir&atilde;o Preto; 2009.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Gomes MQC.    <i>Velhas e Velhos</i>: A Busca de Novos Espa&ccedil;os de Sociabilidade &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639502&pid=S1413-8123201200080002400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Salvador: Universidade Federal da Bahia; 2001.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Silva SS. <i>Estatuto    do Idoso</i>: um cr&iacute;tico e novo olhar sobre o idoso e os desafios a serem    enfrentados &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639504&pid=S1413-8123201200080002400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Mar&iacute;lia: Funda&ccedil;&atilde;o    de Ensino "Eur&iacute;pides Soares da Rocha"; 2007.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Martins MS.    <i>Conhecimento de idosos sobre seus direitos</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639506&pid=S1413-8123201200080002400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo; 2008.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Antunes DC.    <i>Mem&oacute;ria das transforma&ccedil;&otilde;es de grupos comunit&aacute;rios    como forma de favorecimento do envelhecimento bem-sucedido</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639508&pid=S1413-8123201200080002400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 2006.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Ribeiro MHS.    <i>Hist&oacute;rias de Vida e de Leitura</i>: mem&oacute;rias da terceira idade    &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639510&pid=S1413-8123201200080002400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Salvador: Universidade Federal da Bahia;    2009.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Santana RF.    <i>O envelhecer na dimens&atilde;o imaginativa</i>: ser idoso e ser velho &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639512&pid=S1413-8123201200080002400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 2004.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. Beauvoir S.    <i>A velhice</i>. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639514&pid=S1413-8123201200080002400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Homem LS. A    crian&ccedil;a eterna. <i>Rev Facom</i> &#91;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639516&pid=S1413-8123201200080002400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->peri&oacute;dico na Internet&#93;.    2009 Jan-Jun &#91;acessado 2011 Jul 12&#93;; 21: &#91;cerca de 10 p.&#93;. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.faap.br/revista_faap/revista_facom/facom_21/maria.pdf" target="_blank">http://www.faap.br/revista_faap/revista_facom/facom_21/maria.pdf</a></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial em Sa&uacute;de. <i>Guia Global</i>: Cidade amiga do idoso. Rio de janeiro:    Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1639518&pid=S1413-8123201200080002400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Artigo apresentado    em 07/09/2011    <br>   Aprovado em 23/02/2012    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em 08/03/2012</font></p>      ]]></body><back>
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