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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Equivalência Semântica da versão em português do "Body Change Inventory"]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Semantic Equivalence of the Brazilian Portuguese version of the "Body Change Inventory"]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[With the increase in research on the components of Body Image, validated instruments are needed to evaluate its dimensions. The Body Change Inventory (BCI) assesses strategies used to alter body size among adolescents. The scope of this study was to describe the translation and evaluation for semantic equivalence of the BCI in the Portuguese language. The process involved the steps of (1) translation of the questionnaire to the Portuguese language; (2) back-translation to English; (3) evaluation of semantic equivalence; and (4) assessment of comprehension by professional experts and the target population. The six subscales of the instrument were translated into the Portuguese language. Language adaptations were made to render the instrument suitable for the Brazilian reality. The questions were interpreted as easily understandable by both experts and young people. The Body Change Inventory has been translated and adapted into Portuguese. Evaluation of the operational, measurement and functional equivalence are still needed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>TEMAS LIVRES</b> FREE THEMES</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Equival&ecirc;ncia Sem&acirc;ntica da vers&atilde;o    em portugu&ecirc;s do <i>"Body Change Inventory"</i></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Semantic Equivalence of the Brazilian Portuguese    version of the "Body Change Inventory"</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Maria Aparecida Conti<sup>I</sup>; Maria Elisa    Caputo Ferreira<sup>II</sup>; Ana Carolina Soares Amaral<sup>II</sup>; Norman    Hearst<sup>III</sup>; T&aacute;ki Athan&aacute;ssios Cord&aacute;s<sup>IV</sup>;    Fernanda Baeza Scagliusi<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>N&uacute;cleo de estudo e atendimento    psicol&oacute;gico (NEAP), Universidade Cruzeiro do Sul. R. Taiuvinha 26, S&atilde;o    Miguel Paulista. 08060-070 S&atilde;o Paulo SP. <a href="mailto:maconti@usp.br">maconti@usp.br</a>    <br>   <sup>II</sup>Laborat&oacute;rio de Estudos do Corpo, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o    F&iacute;sica e Desportos, Universidade Federal de Juiz de Fora    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Universidade da Calif&oacute;rnia    <br>   <sup>IV</sup>Programa de Transtornos Alimentares, Instituto de Psiquiatria,    Universidade de S&atilde;o Paulo    <br>   <sup>V</sup>Campus Baixada Santista, Depto de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de,    Universidade Federal de S&atilde;o Paulo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com o crescimento das pesquisas acerca dos componentes    da imagem corporal, fazem-se necess&aacute;rios instrumentos v&aacute;lidos    que avaliem suas dimens&otilde;es. O <i>Body Change Inventory </i>(BCI) avalia    as estrat&eacute;gias adotadas para modifica&ccedil;&atilde;o do corpo entre    adolescentes. O objetivo deste estudo foi descrever o processo de tradu&ccedil;&atilde;o    e avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica do BCI para    a l&iacute;ngua portuguesa. O processo envolveu as etapas de (1) tradu&ccedil;&atilde;o    do question&aacute;rio para o idioma portugu&ecirc;s; (2) retrotradu&ccedil;&atilde;o    para o ingl&ecirc;s; (3) avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica;    e, (4) an&aacute;lise da compreens&atilde;o verbal por especialistas e jovens    brasileiros. As seis subescalas que comp&otilde;em o instrumento foram traduzidas    para o portugu&ecirc;s. Foram realizadas adapta&ccedil;&otilde;es na linguagem    a fim de tornar o instrumento adequado &agrave; realidade brasileira. As quest&otilde;es    foram interpretadas como de f&aacute;cil compreens&atilde;o tanto por especialistas    quanto pelos jovens. O Question&aacute;rio de Mudan&ccedil;a Corporal encontra-se    traduzido e adaptado para o idioma portugu&ecirc;s, sendo ainda necess&aacute;ria    a avalia&ccedil;&atilde;o das equival&ecirc;ncias operacional, de mensura&ccedil;&atilde;o    e funcional.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave: </b>Imagem corporal, Estudos    de valida&ccedil;&atilde;o, Tradu&ccedil;&atilde;o (processo), tradu&ccedil;&atilde;o    (produto)</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">With the increase in research on the components    of Body Image, validated instruments are needed to evaluate its dimensions.    The Body Change Inventory (BCI) assesses strategies used to alter body size    among adolescents. The scope of this study was to describe the translation and    evaluation for semantic equivalence of the BCI in the Portuguese language. The    process involved the steps of (1) translation of the questionnaire to the Portuguese    language; (2) back-translation to English; (3) evaluation of semantic equivalence;    and (4) assessment of comprehension by professional experts and the target population.    The six subscales of the instrument were translated into the Portuguese language.    Language adaptations were made to render the instrument suitable for the Brazilian    reality. The questions were interpreted as easily understandable by both experts    and young people. The Body Change Inventory has been translated and adapted    into Portuguese. Evaluation of the operational, measurement and functional equivalence    are still needed.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> Body Image, Validation studies,    Translation (process), Translation (product)</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A insatisfa&ccedil;&atilde;o corporal est&aacute;    presente na viv&ecirc;ncia de adolescentes de ambos os sexos. Entre as meninas,    o desejo de possuir um corpo mais magro foi o principal foco das pesquisas durante    v&aacute;rios anos<sup>1</sup>. Com o crescimento das investiga&ccedil;&otilde;es    acerca da insatisfa&ccedil;&atilde;o corporal masculina, verificou-se que os    homens tamb&eacute;m se apresentam preocupados com o pr&oacute;prio corpo; por&eacute;m,    tudo indica que essa insatisfa&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada &agrave;    muscularidade e n&atilde;o apenas ao corpo magro<sup>2,3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A crescente preval&ecirc;ncia de insatisfa&ccedil;&atilde;o    entre meninos e meninas pode se justificar pela influ&ecirc;ncia direta de diversos    fatores, tais como idade, sexo e matura&ccedil;&atilde;o sexual<sup>4</sup>,    al&eacute;m das influ&ecirc;ncias socioculturais da m&iacute;dia, dos pais e    dos amigos<sup>5</sup>, sendo estas especialmente relacionadas aos ideais de    apar&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como resultado da internaliza&ccedil;&atilde;o    das mensagens acerca dos ideais de corpo pregados nas sociedades p&oacute;s-modernas,    os adolescentes t&ecirc;m desenvolvido altos graus de insatisfa&ccedil;&atilde;o    corporal quando percebem que seus corpos n&atilde;o est&atilde;o de acordo com    os padr&otilde;es estabelecidos<sup>5</sup>. A partir disso, eles adotam estrat&eacute;gias    para que seus corpos se aproximem do modelo desejado. Tanto para meninos quanto    para meninas, as estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a corporal utilizadas v&atilde;o    desde condutas alimentares at&eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios    f&iacute;sicos e/ou utiliza&ccedil;&atilde;o de suplementa&ccedil;&atilde;o    alimentar<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Estudos revelam que, entre os meninos, as estrat&eacute;gias    mais comumente utilizadas para a modifica&ccedil;&atilde;o do corpo s&atilde;o    exerc&iacute;cios para aumentar a massa muscular<sup>7,8</sup> e uso de anabolizantes<sup>9</sup>.    Entre as meninas, as t&eacute;cnicas mais utilizadas est&atilde;o relacionadas    &agrave; perda de peso, como dietas restritivas e a pr&aacute;tica de atividades    f&iacute;sicas<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Muitas vezes, entretanto, a ado&ccedil;&atilde;o    de certos comportamentos se torna prejudicial &agrave; sa&uacute;de, como no    caso da utiliza&ccedil;&atilde;o de ester&oacute;ides anabolizantes, da pr&aacute;tica    excessiva de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e do desenvolvimento de transtornos    alimentares<sup>6</sup>, fazendo-se necess&aacute;rias, cada vez mais, investiga&ccedil;&otilde;es    acerca das principais estrat&eacute;gias de modifica&ccedil;&atilde;o do corpo<sup>9,10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A preocupa&ccedil;&atilde;o com os aspectos precursores    e os efeitos dessas estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a corporal t&ecirc;m    levado v&aacute;rios pesquisadores a investigarem o papel destes comportamentos    em diversas popula&ccedil;&otilde;es<sup>2,11-13</sup>. Para tanto, s&atilde;o    necess&aacute;rios instrumentos v&aacute;lidos na avalia&ccedil;&atilde;o dos    componentes da imagem corporal<sup>14</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">As estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a do corpo    podem ser avaliadas por instrumentos espec&iacute;ficos, como o <i>Body Change    Inventory</i>, desenvolvido por Ricciardelli e McCabe<sup>1 </sup>para a popula&ccedil;&atilde;o    adolescente, de ambos os sexos. Esse question&aacute;rio &eacute; composto por    seis sub-escalas que avaliam: pr&aacute;ticas alimentares (9 itens), uso de    suplementos alimentares (9 itens) e as estrat&eacute;gias adotadas para perder    (9 itens) ou aumentar o peso (9 itens), aumentar o t&ocirc;nus (6 itens) e o    tamanho muscular (6 itens). As respostas s&atilde;o dadas em uma escala <i>Likert</i>    de pontos, variando de 1 (<i>always</i>) a 5 (<i>never</i>). As subescalas demonstraram    altos valores de consist&ecirc;ncia interna (r &gt; 0,92) e de estabilidade    por meio do teste-reteste (r &gt; 0,75)<sup>1</sup>. Al&eacute;m disso, as autoras    destacam a import&acirc;ncia deste instrumento, j&aacute; que avalia preocupa&ccedil;&otilde;es    com a imagem corporal presentes tamb&eacute;m entre os meninos (como estrat&eacute;gias    para aumento do t&ocirc;nus muscular e uso de suplementos), n&atilde;o focando    apenas nos comportamentos tipicamente femininos (como perda de peso).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Este instrumento tem sido muito utilizado em    pesquisas que buscam investigar as estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a corporal<sup>15-17</sup>,    mas n&atilde;o existem ainda registros de sua validade para amostras brasileiras.    Por ser autoaplic&aacute;vel, o <i>Body Change Inventory</i> &eacute; de f&aacute;cil    utiliza&ccedil;&atilde;o em grandes popula&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de    possibilitar o acesso aos comportamentos para a modifica&ccedil;&atilde;o do    corpo, quer no espa&ccedil;o cl&iacute;nico como tamb&eacute;m no epidemiol&oacute;gico.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A partir disso, este trabalho objetiva descrever    as etapas iniciais de seu processo de adapta&ccedil;&atilde;o transcultural,    que integra a tradu&ccedil;&atilde;o, retrotradu&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise    da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica e compreens&atilde;o verbal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As etapas do processo de adapta&ccedil;&atilde;o    transcultural basearam-se nos procedimentos sugeridos por Reichenheim e Moraes<sup>18    </sup>e aplicados por Conti et al.<sup>19</sup> e Amaral et al.<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O instrumento foi traduzido da vers&atilde;o    original (ingl&ecirc;s) para a l&iacute;ngua portuguesa e na sequ&ecirc;ncia    recebeu uma retrotradu&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua inglesa. Foi realizada    uma revis&atilde;o t&eacute;cnica do instrumento e avaliada a equival&ecirc;ncia    sem&acirc;ntica entre o question&aacute;rio original e as vers&otilde;es traduzida    e retrotraduzida, com a proposi&ccedil;&atilde;o de uma vers&atilde;o (V1).    Em seguida, a V1 passou por avalia&ccedil;&otilde;es de especialistas e estudantes    e ao t&eacute;rmino desta etapa, uma nova vers&atilde;o foi proposta (V2).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A primeira etapa consistiu na tradu&ccedil;&atilde;o    do instrumento original do idioma ingl&ecirc;s para o portugu&ecirc;s, feita    por um pesquisador experiente e fluente em ingl&ecirc;s (MC). Para a segunda    etapa, a vers&atilde;o (tradu&ccedil;&atilde;o) foi novamente traduzida para    o ingl&ecirc;s, por um professor nativo de l&iacute;ngua inglesa (NH). A etapa    seguinte referiu-se &agrave; revis&atilde;o t&eacute;cnica e &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o    da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica entre o instrumento original e as vers&otilde;es    produzidas pelos tradutores, desenvolvida por dois profissionais (um psic&oacute;logo    e um nutricionista) especialistas na &aacute;rea de adapta&ccedil;&atilde;o    de escala. Na avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica    dois aspectos foram priorizados: o significado referencial (denotativo) e o    significado geral (conotativo), na avalia&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o    traduzida (portugu&ecirc;s) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vers&atilde;o    final (ingl&ecirc;s), com o intuito de se garantir a transfer&ecirc;ncia dos    significados das palavras entre os dois idiomas<sup>18</sup>. Foram realizados    ajustes e uma vers&atilde;o adaptada foi proposta (V1).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na terceira etapa, para avaliar a clareza e o    grau de compreens&atilde;o de cada item e do instrumento com um todo, a vers&atilde;o    adaptada (V1) do instrumento foi apresentada a 9 profissionais especialistas    da &aacute;rea de Transtornos Alimentares, com experi&ecirc;ncia cl&iacute;nica    superior a 4 anos (tr&ecirc;s psic&oacute;logos, tr&ecirc;s nutricionistas,    um educador f&iacute;sico, um enfermeiro, um psiquiatra). Foi solicitado a cada    profissional que lesse atentamente cada item e respondessem uma escala verbal-num&eacute;rica    adaptada<sup>19,20</sup> de acordo com a seguinte quest&atilde;o: "Voc&ecirc;    entendeu o que foi perguntado?". As respostas eram do tipo escala<i> Likert</i>:    0 - n&atilde;o entendi nada; 1 - entendi s&oacute; um pouco; 2 - entendi mais    ou menos; 3 - entendi quase tudo, mas tive algumas d&uacute;vidas; 4 - entendi    quase tudo; 5- entendi perfeitamente e n&atilde;o tenho d&uacute;vidas. Conforme    Conti et al.<sup>21 </sup>foi estabelecido que as respostas 0, 1, 2 e 3 seriam    consideradas como indicadores de uma compreens&atilde;o insuficiente. Foi solicitado    ainda, caso o especialista n&atilde;o compreendesse a quest&atilde;o ou a linguagem    n&atilde;o parecesse adequada que sugerisse altera&ccedil;&otilde;es, justificando    os motivos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta mesma escala foi apresentada a 47 jovens,    sendo 20 mulheres (21,2 anos e desvio padr&atilde;o de 1,9 anos) e 27 homens    (22,7 anos e desvio padr&atilde;o de 2,3 anos), estudantes do curso de Educa&ccedil;&atilde;o    F&iacute;sica de uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de Ensino Superior.    Os jovens foram selecionados de forma aleat&oacute;ria simples e concordaram    em participar voluntariamente. O instrumento foi aplicado na apresenta&ccedil;&atilde;o    de uma escala verbal-num&eacute;rica adaptada<sup>19</sup>, exatamente da mesma    forma como aplicada aos especialistas, seguindo os procedimentos metodol&oacute;gicos    descritos anteriormente. Almejou-se avaliar o grau de compreens&atilde;o de    cada quest&atilde;o e do instrumento em sua &iacute;ntegra. Ao t&eacute;rmino    do preenchimento da escala foi solicitado a este jovem que registrasse suas    sugest&otilde;es, caso percebesse alguma dificuldade para a compreens&atilde;o    nos itens que comp&otilde;em o instrumento. Uma nova vers&atilde;o do instrumento    foi formulada a partir destes dados (V2).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Para as an&aacute;lises estat&iacute;sticas utilizou-se    o programa SPSS vers&atilde;o 16.0, a fim de desenvolver uma an&aacute;lise    descritiva dos dados (m&eacute;dia, desvios-padr&atilde;o, valores m&iacute;nimos    e m&aacute;ximos, frequ&ecirc;ncias).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo est&aacute; de acordo com as    normas n&ordm; 196 de 10/10/1996<sup>22</sup> do Conselho Nacional de Sa&uacute;de    e foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa do Hospital das    Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Tradu&ccedil;&atilde;o e Equival&ecirc;ncia    Sem&acirc;ntica</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na tradu&ccedil;&atilde;o do instrumento houve    necessidade de adapta&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meros termos e express&otilde;es.    Na orienta&ccedil;&atilde;o para o preenchimento do instrumento, na vers&atilde;o    original, o tempo verbal est&aacute; no presente <i>is designed</i>, mas para    o nosso idioma foi adaptado para o tempo passado, ficando como "foi preparado",    exatamente por se adequar aos nossos padr&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Sin&ocirc;nimos foram observados na retrotradu&ccedil;&atilde;o,    como por exemplo: <i>was proposed</i> por <i>is designed; just circle</i> por    <i>simply circle</i>; <i>we only want</i> por<i> we just want, </i>o que de    fato confirmou que o significado de cada express&atilde;o foi mantido na tradu&ccedil;&atilde;o    do instrumento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na primeira escala - "H&aacute;bitos alimentares",    um sin&ocirc;nimo foi identificado na retrotradu&ccedil;&atilde;o: <i>large</i>    para <i>a lot</i> (item 1), sendo mantido a palavra "grande". Outro aspecto    relevante referiu-se &agrave; concord&acirc;ncia nominal, nos itens 2, 5 e 8,    respectivamente. A express&atilde;o <i>stuffing yourself</i> foi retrotraduzida    para <i>until you feel stuffed</i>; do original <i>find that all you can think    about is food</i> para <i>it seem that food is all you can think about</i> e    <i>like stuffing yourself with food</i> para "<i>desire to binge with food.    </i>Desta forma, na vers&atilde;o 1 (V1) garantiu-se a preserva&ccedil;&atilde;o    do significado sem&acirc;ntico de cada item.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na escala 2 - "Suplementos Alimentares", os sin&ocirc;nimos    foram observados, a come&ccedil;ar pelo pr&oacute;prio t&iacute;tulo da escala:    <i>food</i> para <i>dieting</i>. Na express&atilde;o (item 2) <i>feel like</i>    para <i>feel the desire.</i> Um aspecto relevante a ser destacado diz respeito    &agrave; express&atilde;o <i>food supplements</i>, pois para o idioma ingl&ecirc;s    engloba al&eacute;m do alimento, rem&eacute;dios e complementos alimentares,    o que n&atilde;o acontece com o idioma portugu&ecirc;s. Assim, para essa escala,    a tradu&ccedil;&atilde;o desta express&atilde;o ficou como "subst&acirc;ncia".    Adapta&ccedil;&otilde;es foram realizadas em cada item, pois ao descrever o    exemplo para <i>food supplements</i> - "subst&acirc;ncia", repetia-se express&otilde;es.    Isto pode ser observado nos itens 1 a 4. No item 1, cita-se como exemplo <i>diets    pills</i>, que para o nosso idioma tem o significado de "rem&eacute;dio para    emagrecer". Assim, a express&atilde;o final deste item, ap&oacute;s a cita&ccedil;&atilde;o    do exemplo "para emagrecer" foi exclu&iacute;da, pois a pr&oacute;pria cita&ccedil;&atilde;o    "rem&eacute;dio para emagrecer" esclarece o conte&uacute;do do item. Este mesmo    cuidado foi adotado nos itens 2 a 4.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Interessante observar que para essa escala, o    mesmo conte&uacute;do &eacute; avaliado nos itens 2, 3, 4 e 5, somente com a    distin&ccedil;&atilde;o dos aspectos afetivos (sente), cognitivo (pensa e preocupa-se)    e comportamental (usa). Esta caracter&iacute;stica se repete ao longo do question&aacute;rio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Para a escala 3 - "Estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a    corporal para perder peso", novamente conte&uacute;dos semelhantes foram observados,    como nos itens 4 e 6, com a express&atilde;o <i>doing more exercise</i> sendo    retrotraduzida para <i>exercise more.</i> J&aacute; para os itens 7, 8 e 9 a    express&atilde;o <i>food supplements</i> por <i>dieting supplements</i> sendo    preservado a express&atilde;o suplementos alimentares.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na escala 4 - "Estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a    corporal para aumentar peso", o sin&ocirc;nimo <i>increase </i>na tradu&ccedil;&atilde;o    e <i>gain</i>, na retrotradu&ccedil;&atilde;o pode ser observado no pr&oacute;prio    t&iacute;tulo da escala. Duas express&otilde;es foram identificadas, sendo a    primeira <i>put on weight </i>por <i>gain weight</i> e novamente <i>food supplements,</i>    que foi adequada para "suplemento alimentar".</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na escala 5 - "Estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a    corporal para aumento do t&ocirc;nus muscular" e escala 6 - "Estrat&eacute;gias    de mudan&ccedil;a corporal para aumento do tamanho muscular" algumas observa&ccedil;&otilde;es    podem ser realizadas. Para a escala 5, somente um sin&ocirc;nimo foi identificado    em quase todos os itens, do original <i>to increase</i> para <i>improve.</i>    E j&aacute; na escala 6, a express&atilde;o <i>to make your muscle bigger para    to get bigger.</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As etapas de tradu&ccedil;&atilde;o, retrotradu&ccedil;&atilde;o    e a primeira vers&atilde;o (V1) podem ser observadas no <a href="/img/revistas/csc/v17n9/a26qua1.jpg">Quadro 1</a>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Compreens&atilde;o Verbal</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para os especialistas e a popula&ccedil;&atilde;o    alvo as quest&otilde;es demonstraram ser de f&aacute;cil compreens&atilde;o,    registrando-se valor m&eacute;dio superior a 3,9 (valor m&aacute;ximo = 5,0    e 4,9, respectivamente).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os estudantes apontaram para a o fato de as perguntas    serem semelhantes e repetitivas. Al&eacute;m disso, a express&atilde;o "comer    e comer", da quest&atilde;o 5 da subescala H&aacute;bitos Alimentares foi apontada    como confusa por v&aacute;rios participantes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A partir destes resultados e com base nas sugest&otilde;es    dadas por especialistas e estudantes, foi produzida a vers&atilde;o final do    Question&aacute;rio de Mudan&ccedil;a Corporal, na qual agrupou-se o in&iacute;cio    das perguntas ("Com que frequ&ecirc;ncia"), evitando a repeti&ccedil;&atilde;o,    e alterou-se as express&otilde;es que causaram d&uacute;vidas (<a href="/img/revistas/csc/v17n9/a26qua2.jpg">Quadro 2</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Embora haja in&uacute;meras estrat&eacute;gias    para o processo da adapta&ccedil;&atilde;o cultural, que v&atilde;o desde a    simples tradu&ccedil;&atilde;o por parte dos pesquisadores ao processo mais    minucioso que abrange e enfatiza a necessidade de diferentes nuan&ccedil;as    na adapta&ccedil;&atilde;o cultural<sup>14</sup>, estudos recentes comprovam    a import&acirc;ncia em se valorizar as etapas de operacionaliza&ccedil;&atilde;o    na adapta&ccedil;&atilde;o do instrumento<sup>18</sup>. Desta forma garante-se    a veracidade e a qualidade da informa&ccedil;&atilde;o coletada. O presente    estudo cumpre este fim, apresentando uma escala e descrevendo seu processo de    tradu&ccedil;&atilde;o e de avalia&ccedil;&atilde;o de sua equival&ecirc;ncia    sem&acirc;ntica.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A fim de preservar o sentido do enunciado original    na tradu&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua portuguesa, algumas palavras    foram alteradas. Por&eacute;m, ap&oacute;s o processo de retrotradu&ccedil;&atilde;o,    verificou-se que o significado foi mantido, sendo que muitas palavras foram    substitu&iacute;das por sin&ocirc;nimos nesta etapa. A altera&ccedil;&atilde;o    de palavras do instrumento a fim de adequ&aacute;-lo ao idioma alvo da tradu&ccedil;&atilde;o    est&aacute; de acordo com o que prop&otilde;em Widelfelt et al.<sup>23</sup>,    para os quais os enunciados devem ser avaliados criticamente a fim de identificar    quais itens n&atilde;o podem ser traduzidos de forma literal. Os autores afirmam    que este processo garante que a intencionalidade do instrumento original seja    preservada.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Corroborando estes pressupostos, Jorge<sup>24    </sup>afirma que significado geral transcende a literalidade dos termos, sendo    necess&aacute;rio considerar os aspectos culturais da popula&ccedil;&atilde;o    alvo. Este cuidado foi tomado no presente estudo. Ainda foram necess&aacute;rias    adapta&ccedil;&otilde;es com inser&ccedil;&otilde;es de express&otilde;es, padroniza&ccedil;&atilde;o    de pronomes e tempos verbais, com o intuito de garantir a compreens&atilde;o    do conte&uacute;do expresso na escala original. Sendo assim, zelou-se pela pertin&ecirc;ncia,    adequa&ccedil;&atilde;o e aceitabilidade do estilo empregado em cada item analisado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Assim, a estrutura geral da escala foi preservada,    com a manuten&ccedil;&atilde;o de todos os itens que comp&otilde;em o instrumento    original.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Duas altera&ccedil;&otilde;es foram propostas    na forma de apresenta&ccedil;&atilde;o. A primeira transformou a express&atilde;o    "Com que frequ&ecirc;ncia", presente em todas as quest&otilde;es, em uma &uacute;nica    chamada para cada subescala. Desta forma, cada item iniciou-se com o tema a    ser avaliado. A segunda altera&ccedil;&atilde;o referiu-se &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o    das op&ccedil;&otilde;es de respostas. No instrumento original, logo abaixo    de cada item h&aacute; 5 op&ccedil;&otilde;es padronizadas por palavras, de    "nunca" a "sempre". Para a nossa vers&atilde;o associou-se cada op&ccedil;&atilde;o    a um n&uacute;mero, logo ap&oacute;s o enunciado de apresenta&ccedil;&atilde;o    do instrumento. Assim, ao lado de cada quest&atilde;o s&atilde;o apresentadas    5 escolhas num&eacute;ricas, e o preenchimento consiste na op&ccedil;&atilde;o    de uma &uacute;nica resposta. Com estas adapta&ccedil;&otilde;es garantiu-se    uma maior objetividade e clareza do instrumento, facilitando sua leitura e o    seu preenchimento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Vale observar que para cada subescala, alguns    temas s&atilde;o avaliados somente com a distin&ccedil;&atilde;o dos construtos    afetivos (sente), cognitivo (pensa e preocupa-se) e comportamental (usa, faz,    come, muda). Esta caracter&iacute;stica se repete ao longo do question&aacute;rio.    Para melhor elucidar esse ponto, tomamos como exemplo a quest&atilde;o do comportamento    alimentar explorada na subescala "Estrat&eacute;gias de mudan&ccedil;a corporal    para aumento de peso", que avalia o pensamento, o sentimento e a preocupa&ccedil;&atilde;o    em rela&ccedil;&atilde;o ao ato de comer. Apesar de se parecerem, as quest&otilde;es    avaliam construtos distintos para o ato de comer. Neste sentido s&atilde;o pontuais    as observa&ccedil;&otilde;es realizadas pela popula&ccedil;&atilde;o alvo, que    identificou certa repeti&ccedil;&atilde;o das quest&otilde;es, o que de certa    maneira &eacute; justificado pela l&oacute;gica estrutural do instrumento. No    entanto, estudos relacionados a fatores de risco associados &agrave; imagem    corporal comprovam a import&acirc;ncia da distin&ccedil;&atilde;o destes construtos    (afetivo, cognitivo e comportamental)<sup>14</sup>. Ademais, como pontuam as    autoras do QMC, cada subescala poder&aacute; ser aplicada independentemente    das demais que comp&otilde;em o instrumento. Estes argumentos justificam a manuten&ccedil;&atilde;o    das quest&otilde;es, como seus respectivos desdobramentos, conforme proposto    no instrumento original.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&Eacute; necess&aacute;rio destacar, entretanto,    que a avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica, realizada    no presente estudo, n&atilde;o garante a aplicabilidade do instrumento, mas    representa o primeiro passo para que uma escala de qualidade esteja dispon&iacute;vel    para aplica&ccedil;&atilde;o em amostras brasileiras. Este estudo se prop&ocirc;s    a descrever minuciosamente o processo de avalia&ccedil;&atilde;o da equival&ecirc;ncia    sem&acirc;ntica de um instrumento traduzido, a exemplo de outros estudos que    se preocuparam com a qualidade do processo de adapta&ccedil;&atilde;o transcultural<sup>20,21,25,26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; compreens&atilde;o    verbal do instrumento, tanto especialistas quanto estudantes relataram compreens&atilde;o    suficiente das quest&otilde;es que comp&otilde;em a escala, apresentado valores    m&eacute;dios superiores a 3, como proposto por Conti et al.<sup>21</sup>. A    vers&atilde;o final do instrumento foi elaborada com base nas sugest&otilde;es    dos participantes, como indicado por Beaton et al.<sup>27</sup>, os quais prop&otilde;em    que a tradu&ccedil;&atilde;o de um instrumento apenas poder&aacute; ser finalizada    ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o do mesmo por uma amostra da popula&ccedil;&atilde;o-alvo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Cabe ainda salientar que os transtornos alimentares    e os dist&uacute;rbios da imagem corporal est&atilde;o cada vez mais presentes    na popula&ccedil;&atilde;o brasileira. Estudos recentes, como o de Martins et    al.<sup>28</sup>, encontraram valores preocupantes de preval&ecirc;ncia de sintomas    de transtornos alimentares entre a popula&ccedil;&atilde;o adolescente, superando    os verificados em outros estudos nacionais e internacionais. Estes resultados    reafirmam a necessidade de instrumentos v&aacute;lidos destinados a avaliar    os fatores de risco para o desenvolvimento destes transtornos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com Reichenheim e Moraes<sup>18 </sup>&eacute;    de extrema import&acirc;ncia para os estudos epidemiol&oacute;gicos zelar pela    qualidade da informa&ccedil;&atilde;o, visto ser este um elo entre o conte&uacute;do    te&oacute;rico e o dado que expressa a realidade emp&iacute;rica. Sendo assim,    o rigor dispensado no processo de aferi&ccedil;&atilde;o deve ocupar um lugar    de destaque nesta pr&aacute;tica. Este cuidado foi tomado na presente pesquisa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O Question&aacute;rio de Mudan&ccedil;a Corporal    (QMC) encontra-se pronto para novos estudos que possam avaliar suas condi&ccedil;&otilde;es    psicom&eacute;tricas. O processo de tradu&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o    da equival&ecirc;ncia sem&acirc;ntica &eacute; apenas o primeiro passo para    que um instrumento possa ser utilizado em outro contexto cultural. Sendo assim,    s&atilde;o ainda necess&aacute;rias an&aacute;lises de sua consist&ecirc;ncia    interna, validade externa, equival&ecirc;ncia de mensura&ccedil;&atilde;o e    reprodutibilidade para que o QMC seja considerado apto para uso em amostras    brasileiras.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Colaboradores</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">MA Conti, MEC Ferreira, ACS Amaral, N Hearst,    TA Cord&aacute;s e FB Scagliusi participaram igualmente de todas as etapas de    elabora&ccedil;&atilde;o do artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Ricciardelli L, McCabe MP. Psychometric evaluation    of the Body Change Inventory: An assessment instrument for adolescent boys and    girls. <i>Eat Behav</i> 2002; 3(1):45-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618136&pid=S1413-8123201200090002600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. McCabe MP, Ricciardelli L, Waqa G, Goundar    R, Fotu K. Body Image and body change strategies among adolescent males and    females from Fiji, Tonga and Austr&aacute;lia. <i>Body Image</i> 2009; 6(4):299-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618138&pid=S1413-8123201200090002600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. McCabe MP, Ricciardelli L, Holt K. Are there    different sociocultural influences on body image and body change strategies    for overweight adolescent boys and girls? <i>Eat Behav</i> 2010; 11(3):156-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618140&pid=S1413-8123201200090002600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. McCabe MP, Ricciardelli LA, Banfield S. Body    Image, strategies to change muscles and weight, and puberty. Do they impact    on positive and negative affect among adolescent boys and girls? <i>Eat Behav</i>    2001; 2(2):129-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618142&pid=S1413-8123201200090002600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Cafri G, Yamamyia Y, Brannick M, Thompson    JK. The influence of Sociocultural Factors on Body Image: a meta-analysis. <i>Clin    Psychol Sci Pract</i> 2005; 12(4):421-433.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618144&pid=S1413-8123201200090002600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Ricciardelli LA, McCabe MP, Holt KE, Finemore    J. A biopsychosocial model for understanding body image and body change strategies    among children. <i>Applied Developmental Psychology </i>2003; 24(4):475-485.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618146&pid=S1413-8123201200090002600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. McCabe MP, Ricciardelli LA. Body Image and    Body Change Techniques among young adolescent boys. <i>Eur Eat Disorders Rev</i>    2001; 9(5):335-347.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618148&pid=S1413-8123201200090002600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. McCabe MP, Vincent MA. Development of the    Body Modification and Excessive Exercise Scales for Adolescents. <i>Assessment    </i>2002; 9(2):131-141.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618150&pid=S1413-8123201200090002600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Iriart JAB, Chaves JC, Orleans RG. Culto ao    corpo e uso de anabolizantes entre praticantes de muscula&ccedil;&atilde;o.    <i>Cad Saude Publica</i> 2009; 25(4):773-782.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618152&pid=S1413-8123201200090002600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Nunes MA, Barros FC, Olinto MTA, Camey S,    Mari JD. Prevalence of abnormal eating behaviours and inappropriate methods    of weight control in young women from Brazil: a population-based study. <i>Eat    Weight Disord</i> 2003; 8(2):100-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618154&pid=S1413-8123201200090002600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Mellor D, McCabe M, Ricciardelli L, Merino    ME. Body Dissatisfaction and body change behaviors in Chile: The role of sociocultural    factors. <i>Body Image</i> 2008; 5(2):205-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618156&pid=S1413-8123201200090002600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Xua X, Mellor D, Kiehne M, Ricciardelli L,    McCabe MP, Xu Y. Body Dissatisfaction, engagement in body change behaviors and    sociocultural influences on body image among Chinese adolescents. <i>Body Image</i>    2010; 7(2):156-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618158&pid=S1413-8123201200090002600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Mellor D, McCabe M, Ricciardelli L, Yeow    J, Daliza N, Fizlee N, Hapidzal M. Sociocultural influences on body dissatisfaction    and body change behaviors among Malaysian adolescents. <i>Body Image</i> 2009;    6(2):121-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618160&pid=S1413-8123201200090002600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Thompson JK. The (mis) measurement of body    image: ten strategies to improve assessment for applied and research purposes.    <i>Body Image</i> 2004; 1(1):7-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618162&pid=S1413-8123201200090002600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. McCabe MP, Ricciardelli L. A longitudinal    study of pubertal timing and extreme Body Change Behaviors among adolescent    boys and girls. <i>Adolescence</i> 2004; 39(153):145-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618164&pid=S1413-8123201200090002600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. McCabe MP, Ricciardelli L. Sociocultural    Influences on Body Image and Body Changes among adolescent boys and girls. <i>J    Soc Psychol</i> 2003; 143(1):5-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618166&pid=S1413-8123201200090002600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. McCabe MP, Ricciardelli L, Finemore J. The    role of puberty, media and popularity with peers on strategies to increase weight,    decrease weight and increase muscle tone among adolescent boys and girls. <i>J    Psychosom Res</i> 2002; 52(3):145-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618168&pid=S1413-8123201200090002600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Reichenheim ME, Moraes CL. Operacionaliza&ccedil;&atilde;o    de adapta&ccedil;&atilde;o transcultural de instrumentos de aferi&ccedil;&atilde;o    usados em epidemiologia. <i>Rev Saude Publica</i> 2007; 41(4):665-673.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618170&pid=S1413-8123201200090002600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Conti MA, Latorre MRDO, Slater B. Tradu&ccedil;&atilde;o,    validade e reprodutibilidade da EEICA - Escala de Evaluaci&oacute;n da Insatisfaci&oacute;n    Corporal para Adolescentes - no Brasil. <i>Rev Saude Publica</i> 2009; 43(3):515-524.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618172&pid=S1413-8123201200090002600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Amaral ACS, Cord&aacute;s TA, Conti MA, Ferreira    MEC. Equival&ecirc;ncia Sem&acirc;ntica e avalia&ccedil;&atilde;o da consist&ecirc;ncia    interna da vers&atilde;o em portugu&ecirc;s do <i>Sociocultural Attitudes Towards    Appearance Questionnaire-3 </i>(SATAQ-3). <i>Cad Saude Publica</i> 2011; 27(8):1487-1497.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618174&pid=S1413-8123201200090002600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Conti MA, Scagliusi F, Queiroz GKO, Hearst    N, Cordas TA. Adapta&ccedil;&atilde;o transcultural: tradu&ccedil;&atilde;o    e valida&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do para o idioma portugu&ecirc;s do    modelo da <i>Tripartite Influence Scale</i> de insatisfa&ccedil;&atilde;o corporal.    <i>Cad Saude Publica</i> 2010; 26(3):503-513.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618176&pid=S1413-8123201200090002600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Conselho Nacional de Sa&uacute;de. Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm;. 196/1996.    Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos.    <i>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</i> 1996; out 10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618178&pid=S1413-8123201200090002600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. van Widenfelt BM, Trefers PDA, Beurs E, Siebelink    BM, Koudijs E. Translation and Cross-cultural adaptation of assessment instruments    used in psychological research with children and families. <i>Clin Child Fam    Psychol Rev</i> 2005; 8(2):135-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618180&pid=S1413-8123201200090002600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Jorge MR. Adapta&ccedil;&atilde;o transcultural    de instrumentos de pesquisa em sa&uacute;de mental. In: Gorestein C, Andrade    LHSG, Zuardi AW, organizadores. <i>Escalas de avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica    em psiquiatria e psicofarmacologia.</i> S&atilde;o Paulo: Lemos Editorial; 2000.    p. 53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618182&pid=S1413-8123201200090002600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">25. Holanda WTG, Lima MLC, Figueroa JN. Adapta&ccedil;&atilde;o    transcultural de um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o do handicap auditivo    para portadores de perda auditiva induzida pelo ru&iacute;do ocupacional. <i>Cien    Saude Colet</i> 2011; 16(Supl. 1):755-767.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618184&pid=S1413-8123201200090002600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. Franca C, Colares V. Valida&ccedil;&atilde;o    do National College Health Risk Behavior Survey para utiliza&ccedil;&atilde;o    com universit&aacute;rios brasileiros. <i>Cien Saude Colet</i> 2010; 15(Supl.    1):1209-1215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618186&pid=S1413-8123201200090002600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Beaton DE, Bombardier C, Guillemin F, Ferraz    MB. Guidelines for the process of Cross-Cultural Adaptation of Self-Report Measures.    <i>Spine</i> 2000; 25(24): 3186-3191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618188&pid=S1413-8123201200090002600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Martins CR, Pelegrini A, Matheus SC, Petroski    EL. Insatisfa&ccedil;&atilde;o com a imagem corporal e rela&ccedil;&atilde;o    com estado nutricional, adiposidade corporal e sintomas de anorexia e bulimia    em adolescentes. <i>Rev Psiquiatr RS</i> 2010; 32(1):19-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1618190&pid=S1413-8123201200090002600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Artigo apresentado em 06/05/2011    <br>   Aprovado em 14/09/2011</font></p>      ]]></body><back>
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<year>2009</year>
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<page-range>299-303</page-range></nlm-citation>
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<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
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