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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DEBATEDORES</b> DISCUSSANTS</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Entradas e Bandeiras e o SUS no S&eacute;culo XXI </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Inputs and banners and the Unified Health System (SUS) in the twenty-first century </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ligia Bahia<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>III</sup>Instituto de Sa&uacute;de Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro. <a href="mailto:ligiabahia55@gmail.com">ligiabahia55@gmail.com</a> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O artigo de Marluce Ara&uacute;jo Assis e Washington Abreu de Jesus tem in&uacute;meros m&eacute;ritos. &Eacute; relevante e oportuno ao conectar reflex&otilde;es cuidadosas sobre a bibliografia dispon&iacute;vel a respeito do tema com a declara&ccedil;&atilde;o de compromissos de "derrotar </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">o conformismo social". A sistematiza&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre acesso e SUS, acesso e aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de avan&ccedil;a hip&oacute;teses, indaga&ccedil;&otilde;es e um modelo de an&aacute;lise da pol&iacute;tica de sa&uacute;de. Al&eacute;m disso, a embalagem verde e amarela, escolhida pelos autores, em um contexto de importantes mudan&ccedil;as econ&ocirc;micas e sociais, torna a leitura do artigo ainda mais instigante. Os resultados n&atilde;o s&atilde;o lineares: avan&ccedil;os e impasses s&atilde;o cuidadosamente elencados. Fica para os leitores a tarefa de recusar avalia&ccedil;&otilde;es simplificadas e seguir adiante desvendando possibilidades de implementa&ccedil;&atilde;o do SUS. O acesso &eacute; uma chave essencial &agrave; efetiva&ccedil;&atilde;o do direito &agrave; sa&uacute;de. Assim, as evid&ecirc;ncias sobre amplia&ccedil;&atilde;o da procura de cuidados e aten&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de, centralidade assistencial das portas de entrada da rede SUS e redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades regionais e classes de renda s&atilde;o essenciais &agrave; compreens&atilde;o de um sistema de sa&uacute;de complexo e segmentado. N&atilde;o h&aacute; duvidas sobre os importantes avan&ccedil;os obtidos mediante a extens&atilde;o de coberturas das unidades de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. As evid&ecirc;ncias se acumulam desde os tradicionais indicadores de acesso, como ter um servi&ccedil;o de sa&uacute;de de uso regular (condi&ccedil;&atilde;o que foi atingida por mais de 70% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira em 2008) at&eacute; a maior procura por postos e centros (42%, em 1998, para quase 57%, em 2008), passando pela redu&ccedil;&atilde;o nas desigualdades, segundo classes de renda, no acesso &agrave; consulta m&eacute;dica<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os questionamentos formulados no artigo se direcionam aos limites e contingenciamentos dos avan&ccedil;os. Embora o trabalho n&atilde;o objetive responder a pergunta a respeito das correla&ccedil;&otilde;es entre a magnitude e a natureza dos avan&ccedil;os na amplia&ccedil;&atilde;o do acesso ao SUS, tendo por refer&ecirc;ncia as significativas altera&ccedil;&otilde;es na distribui&ccedil;&atilde;o da renda do Brasil no inicio do s&eacute;culo XXI, seus subs&iacute;dios contribuem para a constru&ccedil;&atilde;o de pontes entre as pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas e sociais. A disjuntiva entre a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de renda e da capacidade de consumo da popula&ccedil;&atilde;o brasileira e o fortalecimento ou n&atilde;o da op&ccedil;&atilde;o de "sa&iacute;da" ou "voz" est&aacute; impl&iacute;cita no debate sobre a pol&iacute;tica nacional de sa&uacute;de<sup>2</sup>. Para equacion&aacute;-la &eacute; imprescind&iacute;vel encarar simultaneamente a velocidade de expans&atilde;o do SUS e da privatiza&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia m&eacute;dico-hospitalar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo dados ajustados de pesquisas de emprego e renda, o dinamismo social no Brasil tem sido intenso. Entre 2003 e 2009, o contingente da popula&ccedil;&atilde;o considerada miser&aacute;vel decresceu de 34% para 19,6% (uma varia&ccedil;&atilde;o de 42,5%)<sup>3</sup>. A expans&atilde;o da capacidade instalada de equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia foi compat&iacute;vel com a observada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda. Nesse intervalo de tempo a cobertura das equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia aumentou 35,7% para 50,7% (equivalente a uma varia&ccedil;&atilde;o de 49%) e manteve-se nesse patamar atingindo 53,1% em 2011<sup>4</sup>. No que se refere aos planos e seguros privados de sa&uacute;de, a velocidade de aumento dos contratos entre 2000 e 2009 situou-se em torno de 35%. At&eacute; a&iacute; uma mon&oacute;tona sintonia entre propor&ccedil;&otilde;es. O que destoa nessa paisagem &eacute; a assimetria entre o incremento no faturamento da assist&ecirc;ncia suplementar e os gastos p&uacute;blicos. Enquanto o primeiro praticamente triplicou entre 2001 e 2009 (R$ 22 bilh&otilde;es para R$ 65 bilh&otilde;es), as despesas p&uacute;blicas aumentaram menos de duas vezes (R$ 76,2 bilh&otilde;es para R$ 130,5 bilh&otilde;es). Ou seja, houve um investimento diferenciado das fam&iacute;lias, empresas empregadoras e governo no financiamento dos servi&ccedil;os m&eacute;dicos hospitalares privados. Quem se dedica a estudar pol&iacute;ticas de sa&uacute;de sabe que tal diferencia&ccedil;&atilde;o arrasta consigo discrimina&ccedil;&otilde;es e privil&eacute;gios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil colonial as expedi&ccedil;&otilde;es denominadas entradas e bandeiras ocorreram sucessivamente. Embora haja controv&eacute;rsias sobre as caracteristicas desses processos de expans&atilde;o territorial, admite-se que as entradas foram empreendimentos oficiais enquanto que as bandeiras constituiram-se a partir de iniciativas particulares. Ambas as iniciativas visaram aumento das riquezas e expans&atilde;o territorial. No s&eacute;culo XXI, na sa&uacute;de as iniciativas oficiais convivem com a reorganiza&ccedil;&atilde;o empresarial e financeiriza&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Os esfor&ccedil;os governamentais de expans&atilde;o de coberturas s&atilde;o contingenciados pelo uso concorrente de recursos. Portanto, n&atilde;o &eacute; exato supor a exist&ecirc;ncia de uma cobertura duplicada. Cada segmento da popula&ccedil;&atilde;o disp&otilde;e apenas de determinada parcela de recursos assistenciais. S&oacute; quem tem liberdade de usar todos os recursos existentes no pa&iacute;s s&atilde;o os muito ricos. Os pr&oacute;prios trabalhadores dos hospitais filantr&oacute;picosprivados considerados excelentes, localizados em S&atilde;o Paulo e no Rio Grande do Sul, n&atilde;o contam com os estabelecimentos onde atuam para atend&ecirc;-los quando necess&aacute;rio. Consequentemente, as barreiras &agrave; entrada em servi&ccedil;os de sa&uacute;de considerados excelentes s&atilde;o objetivas e perversas. Quem acessa os melhores servi&ccedil;os de sa&uacute;de n&atilde;o s&atilde;o sempre aqueles com problemas mais graves. Os conceitos que exprimem com clareza a concomitante expans&atilde;o do acesso ao SUS e a privatiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os m&eacute;dicos-hospitalares s&atilde;o: concorr&ecirc;ncia e exlusividade. A maior parcela dos subsidios e das dedu&ccedil;&otilde;es fiscais direciona-se exatamente &agrave;quelas unidades de sa&uacute;de cujo acesso &eacute; totalmente vedado para a imensa maioria dos brasileiros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Acesso &eacute; uma express&atilde;o poliss&ecirc;mica, que remete a distintas categoriza&ccedil;&otilde;es e interpreta&ccedil;&otilde;es de v&aacute;rias pr&aacute;ticas sociais individuais e coletivas que n&atilde;o s&atilde;o apreens&iacute;veis como entidades fixas e imut&aacute;veis. A defini&ccedil;&atilde;o de acesso como liberdade para uso das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os de sa&uacute;de n&atilde;o se reduz &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de vagas para consultas ou exames e muito menos &agrave; inscri&ccedil;&atilde;o de familias e domicilios nos cadastros governamentais. A sa&uacute;de &eacute; um bem social que requer a democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso a todo o acervo de conhecimentos, tecnologias e saberes bem como a participa&ccedil;&atilde;o das classes populares na defini&ccedil;&atilde;o de necessidades e aspira&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; sa&uacute;de. O modelo de analise proposto pelo trabalho, ao combinar as categorias de disponibilidade, acessibilidade, adequa&ccedil;&atilde;o funcional, capacidade financeira e aceitabilidade com as dimens&otilde;es da politica, esconomico social, organizacional, t&eacute;cnica e simbolica, &eacute; consistente e &uacute;til para o desenvolvimento de planos e metas para o SUS. Contudo, n&atilde;o &eacute; plausivel dissociar a reflex&atilde;o sobre acesso daquela referente &agrave; justi&ccedil;a e &agrave; determina&ccedil;&atilde;o social do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a<sup>5</sup>. No Brasil, o acesso independente da capacidade de pagamento pelo cuidado &agrave; sa&uacute;de e aquele calibrado pelo status s&oacute;cio-ocupacional s&atilde;o realidades palp&aacute;veis. A alternativa mais adequada para a sustentabilidade de um sistema de sa&uacute;de igualit&aacute;rio e equanime no Brasil &eacute; o SUS. No entanto, n&atilde;o &eacute; assim que pensam e agem individuos e grupos que acabam de ascender na pir&acirc;mide de renda. Por enquanto, a ades&atilde;o aos planos privados de sa&uacute;de, quase sempre exigente do acionamento de estrat&eacute;gias coletivas, tem sido apreciada como um passaporte para a livre escolha e em certos casos sinal de distin&ccedil;&atilde;o (ser morador de domicilio n&atilde;o contemplado pelo bolsa familia). Assim, a privatiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um pano de fundo e sim o principal vetor de restri&ccedil;&atilde;o de acesso, incluindo, paradoxalmente, parcelas consider&aacute;veis de individuos vinculados a planos menos abrangentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Portanto, a profundidade e a extens&atilde;o dos desafios contempor&acirc;neos do SUS requerem que as tens&otilde;es entre o p&uacute;blico e o privado sejam explicitadas e incluidas nas avalia&ccedil;&otilde;es de politicas de sa&uacute;de. Dimens&otilde;es relacionadas com o acesso como confian&ccedil;a de obter cuidado quando necess&aacute;rio, que remetem a perpectivas de atendimento em sistemas p&uacute;blicos abrangentes e qualificados, podem contribuir para discernir valores, pr&aacute;ticas e concep&ccedil;&otilde;es envolvidas com a passagem da popula&ccedil;&atilde;o no sistema de sa&uacute;de p&uacute;blico e privado. Anteriormente, a explora&ccedil;&atilde;o das riquezas e a escraviza&ccedil;&atilde;o dos indios por entradas e bandeiras desembocou na conquista de imenso territ&oacute;rio, o qual abriga imensas desigualdades. Sem contra-pesos democr&aacute;ticos, o acesso pode ser confundido como marketing governamental ou fetiche liberal. O estudo de Marluce e Washington, ao nos alertar exaustivamente sobre as persistentes desigualdades na exposi&ccedil;&atilde;o aos riscos &agrave; sa&uacute;de e diferen&ccedil;as no acesso aos meios para evit&aacute;-los, rev&ecirc; latitudes e longitudes &agrave; aproxima&ccedil;&atilde;o da universaliza&ccedil;&atilde;o. A melhor rota de navega&ccedil;&atilde;o pelo sistema de sa&uacute;de brasileiro &eacute; sempre aquela capaz de discernir em suas supostas dicotomias e polariza&ccedil;&otilde;es, contradi&ccedil;&otilde;es e continuidades. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Viacava F. Acesso e uso de servi&ccedil;os de sa&uacute;de pelos brasileiros. <i><b>Revista Radis</b></i> 2010;96:12-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1630226&pid=S1413-8123201200110000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Hirschman A. <i><b>Sa&iacute;da, voz e lealdade</b></i>. Editora Perspectiva: S&atilde;o Paulo; 1973.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1630228&pid=S1413-8123201200110000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Quadros W. <b><i>Em 2009 a heterodoxia afastou a crise social</i>.</b> Campinas: Unicamp; 2011. (Texto para Discuss&atilde;o IE, n.189) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS). 2012. &#91;site na Internet&#93;. &#91;acessado 2012 set 28&#93;. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://dab.saude.gov.br/imgs/graficos_abnumeros/dab_graph_sf_acs_sb_cobertura.jpg" target="_blank">http://dab.saude.gov.br/imgs/graficos_abnumeros/dab_graph_sf_acs_sb_cobertura.jpg</a> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Sanchez RM, Ciconelli RM. Conceitos de acesso &agrave; sa&uacute;de. <i><b>Rev Panam Salud Publica</b></i> 2012;31(3):260-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1630232&pid=S1413-8123201200110000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>      ]]></body><back>
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