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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The use of motorcycles as a means of work has contributed to the increase in traffic accidents, in particular, mototaxi accidents. The aim of this study was to estimate and characterize the incidence of occupational accidents among the mototaxis registered in Feira de Santana, BA. This is a cross-sectional study with descriptive and census data. Of the 300 professionals registered at the Municipal Transportation Service, 267 professionals were interviewed through a structured questionnaire. Then, a descriptive analysis was conducted and the incidence of accidents was estimated based on the variables studied. Relative risks were calculated and statistical significance was determined using the chi-square test and Fisher's exact test, considering p < 0.05. Logistic regression was used in order to perform simultaneous adjustment of variables. Occupational accidents were observed in 10.5% of mototaxis. There were mainly minor injuries (48.7%), 27% of them requiring leaves of absence from work. There was an association between the days of work per week, fatigue in lower limbs and musculoskeletal complaints, and accidents. Knowledge of the working conditions and accidents involved in this activity can be of great importance for the adoption of traffic education policies, and to help prevent accidents by improving the working conditions and lives of these professionals.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS  ORIGINAIS</b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Acidentes  de trabalho com mototaxistas</b> </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Camila  Rego Amorim<sup>I</sup>; Edna Maria de Ara&uacute;jo<sup>II</sup>; T&acirc;nia  Maria de Ara&uacute;jo<sup>III</sup>; Nelson Fernandes de Oliveira<sup>II</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Programa  de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade  Estadual de Feira de Santana (UEFS)    <br> <sup>II</sup>N&uacute;cleo Interdisciplinar  de Estudos sobre Desigualdades em Sa&uacute;de (NUDES) do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o  em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)    <br>  <sup>III</sup>N&uacute;cleo de Epidemiologia (NEPI) do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o  em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  utiliza&ccedil;&atilde;o da motocicleta como meio de trabalho vem contribuindo  para o aumento no n&uacute;mero dos acidentes de tr&acirc;nsito e se constituindo  em acidentes de trabalho para os mototaxistas. O objetivo deste estudo foi estimar  a incid&ecirc;ncia anual de acidentes de trabalho entre mototaxistas cadastrados  em Feira de Santana, BA. Trata-se de um estudo de car&aacute;ter descritivo e  censit&aacute;rio. Foram entrevistados 267 profissionais dos 300 cadastrados na  Secretaria Municipal de Transporte e Tr&acirc;nsito - SMTT, atrav&eacute;s de  question&aacute;rio estruturado. Procedeu-se &agrave; an&aacute;lise descritiva  e foram estimadas incid&ecirc;ncias anuais de acidentes de trabalho segundo as  vari&aacute;veis de interesse. Calcularam-se os riscos relativos e, como medida  de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica, utilizou-se o teste de qui-quadrado  de Pearson e o teste exato de Fisher, adotando-se p <u>&lt;</u> 0,05. Utilizou-se  a regress&atilde;o log&iacute;stica no intuito de realizar a an&aacute;lise simult&acirc;nea  das vari&aacute;veis estudadas. Observou-se uma incid&ecirc;ncia anual de acidentes  de trabalho de 10,5%. Ocorreram les&otilde;es leves, principalmente ferimentos  (48,7%), sendo necess&aacute;rio afastamento das atividades laborais para 27%  dos profissionais. Na an&aacute;lise de regress&atilde;o log&iacute;stica verificou-se  associa&ccedil;&atilde;o entre quantidade de dias de trabalho por semana, presen&ccedil;a  de fadiga em membros inferiores e queixa musculoesquel&eacute;tica e os acidentes  de trabalho. O conhecimento acerca das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e dos  acidentes envolvidos nessa atividade pode ser de grande import&acirc;ncia para  a ado&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o no tr&acirc;nsito,  com vistas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de acidentes e melhoria das condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho e de vida desses profissionais.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chaves:</b>  Sa&uacute;de do trabalhador. Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Acidentes de  trabalho. Acidentes de tr&acirc;nsito. Riscos ocupacionais. Epidemiologia.</font></p><hr size="1" noshade>      <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  viol&ecirc;ncia &eacute; um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica em diversos  pa&iacute;ses. A cada ano mais de 1,6 milh&atilde;o de pessoas perdem a vida violentamente  e in&uacute;meras outras sofrem les&otilde;es n&atilde;o fatais, com uma diversidade  de problemas f&iacute;sicos, sexuais, reprodutivos e mentais decorrentes<sup>1-3</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta  problem&aacute;tica encontra-se relacionada com o processo de trabalho a partir  do momento em que as transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no processo produtivo  ampliaram os espa&ccedil;os de exerc&iacute;cio profissional, expandido os mesmos  para as ruas. Tal expans&atilde;o representou tamb&eacute;m novas exposi&ccedil;&otilde;es  a riscos ou intensifica&ccedil;&atilde;o de exposi&ccedil;&otilde;es j&aacute;  existentes. A rua, antes espa&ccedil;o do trajeto casa-trabalho, passou a ser  um local de trabalho, elevando o risco de acidentes no tr&acirc;nsito e, consequentemente,  constituindo acidentes de trabalho<sup>4</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  aumento significativo do n&uacute;mero de acidentes de trabalho relacionado ao  tr&acirc;nsito reflete tanto a realidade dos acidentes de trabalho associados  &agrave; viol&ecirc;ncia urbana como a casu&iacute;stica das mortes por causas  externas, na qual os acidentes de tr&acirc;nsito se destacam como uma das principais  causas de mortes violentas<sup>1,5</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  acidentes de tr&acirc;nsito, como causas de mortes de pessoas no exerc&iacute;cio  do seu trabalho, entrela&ccedil;am o mundo do trabalho, em que predominam condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho degradadas, com o mundo do n&atilde;o-trabalho e da viol&ecirc;ncia  urbana, destacando, dentre os trabalhadores atingidos, aqueles envolvidos no mercado  informal de trabalho<sup>6</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  Brasil, entre os anos de 1991 e 2002, houve um crescimento de quase dez pontos  percentuais na m&eacute;dia das rela&ccedil;&otilde;es informais de trabalho nas  regi&otilde;es metropolitanas<sup>7</sup>. Um dos principais fatores de preocupa&ccedil;&atilde;o  decorrente deste elevado grau de informalidade no Brasil &eacute; o fato de estes  trabalhadores n&atilde;o possu&iacute;rem os benef&iacute;cios da prote&ccedil;&atilde;o  concedida pela legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista quando v&iacute;timas de acidentes  de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  mercado informal de trabalho brasileiro, uma das profiss&otilde;es que mais cresce  &eacute; a dos motociclistas profissionais, que engloba mototaxistas e motoboys<sup>8</sup>.  Estes trabalhadores v&ecirc;m ocupando espa&ccedil;o significativo nos sistemas  de transportes, principalmente das cidades de pequeno e m&eacute;dio porte.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta  atividade profissional representa uma op&ccedil;&atilde;o importante de sobreviv&ecirc;ncia  pela autonomia na realiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e pela possibilidade razo&aacute;vel  de produ&ccedil;&atilde;o de renda. Os mototaxistas s&atilde;o profissionais respons&aacute;veis  pela condu&ccedil;&atilde;o do ve&iacute;culo para o transporte de passageiros  e os motoboys pelo transporte de documentos, valores, mercadorias e encomendas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim,  a motocicleta que era um tipo de ve&iacute;culo utilizado para o lazer, passou  a ser instrumento de trabalho devido ao seu baixo custo de aquisi&ccedil;&atilde;o  e manuten&ccedil;&atilde;o e por constituir uma alternativa de deslocamento r&aacute;pido  no conturbado tr&acirc;nsito das cidades. Este fato vem contribuindo para o aumento  das estat&iacute;sticas de acidentes de tr&acirc;nsito, que constituem acidentes  de trabalho para os motociclistas profissionais<sup>9</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos  com enfoque nos motociclistas profissionais s&atilde;o escassos na literatura  cient&iacute;fica brasileira, sendo que estes s&atilde;o principalmente de natureza  qualitativa e analisam o trabalho, os acidentes e os efeitos &agrave; sa&uacute;de  em motoboys<sup>8,10-12</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  acidentes de tr&acirc;nsito podem proporcionar les&otilde;es f&iacute;sicas e  emocionais e, consequentemente, causar o afastamento dos mototaxistas das atividades  laborais, devendo assim ser objeto de estudo na &aacute;rea de sa&uacute;de p&uacute;blica.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Neste  sentido, &eacute; importante conhecer de que forma s&atilde;o distribu&iacute;dos  estes agravos &agrave; sa&uacute;de, para que possam ser promovidas pol&iacute;ticas  p&uacute;blicas de preven&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o de acidentes  e promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de para essa nova categoria profissional.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  presente estudo teve como prop&oacute;sito estimar a incid&ecirc;ncia anual de  acidentes de trabalho entre mototaxistas cadastrados em Feira de Santana, BA.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Material  e m&eacute;todos</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Realizou-se  um inqu&eacute;rito sobre acidentes de trabalho com mototaxistas cadastrados na  Secretaria Municipal de Transporte e Tr&acirc;nsito (SMTT) em Feira de Santana,  BA.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  popula&ccedil;&atilde;o deste estudo foi composta por todos os mototaxistas cadastrados  na SMTT, que constitui um total de 300 (trezentos) profissionais distribu&iacute;dos  proporcionalmente em 20 (vinte) pontos de motot&aacute;xi na cidade.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente  realizou-se o levantamento das informa&ccedil;&otilde;es acerca dos trabalhadores  cadastrados na SMTT e os locais dos pontos de motot&aacute;xi, atrav&eacute;s  das informa&ccedil;&otilde;es do Sindicato de Mototaxistas. Foi realizado um estudo  piloto mediante uma oficina de sa&uacute;de e trabalho, com a parceria entre o  N&uacute;cleo de Epidemiologia da Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS  e o Sindicato dos Mototaxistas, na qual houve a participa&ccedil;&atilde;o de  92 (noventa e dois) mototaxistas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na  execu&ccedil;&atilde;o da pesquisa foram percorridos todos os pontos de motot&aacute;xi  da cidade e os profissionais que ali se encontravam foram convidados a participar  da pesquisa. Os question&aacute;rios foram aplicados mediante consentimento dos  profissionais. Nos casos em que, por algum motivo, os profissionais n&atilde;o  estivessem no ponto de trabalho no dia da visita, novas tentativas de contato  eram empreendidas e s&oacute; foram consideradas perdas caso n&atilde;o fossem  encontrados na terceira tentativa.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  instrumento de pesquisa utilizado foi um formul&aacute;rio composto por blocos  de quest&otilde;es correspondentes &agrave;s seguintes informa&ccedil;&otilde;es:  sociodemogr&aacute;ficas; caracter&iacute;sticas gerais e condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho e sa&uacute;de, e ocorr&ecirc;ncia de acidentes de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  termo acidente de trabalho, de acordo com a Previd&ecirc;ncia Social, refere-se  aos acidentes ocorridos no ambiente do trabalho na execu&ccedil;&atilde;o de atividades  laborais e/ou durante o trajeto de ida ou retorno para o trabalho, e &agrave;s  doen&ccedil;as ocupacionais, podendo provocar les&atilde;o corporal ou perturba&ccedil;&atilde;o  funcional com consequente perda ou redu&ccedil;&atilde;o (permanente ou tempor&aacute;ria)  da capacidade para o trabalho ou at&eacute; mesmo a morte<sup>13</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  avalia&ccedil;&atilde;o de acidente de trabalho considerou-se acidente de tr&acirc;nsito  ocorrido durante o trabalho nos &uacute;ltimos 12 meses. Neste estudo considerou-se  acidente de tr&acirc;nsito todo acidente com ve&iacute;culo ocorrido na via p&uacute;blica<sup>14</sup>.Adicionalmente,  foram avaliados o uso de equipamento de prote&ccedil;&atilde;o individual no momento  do acidente, o envolvimento de outras v&iacute;timas, a necessidade de atendimento  m&eacute;dico imediato, a presen&ccedil;a de les&otilde;es e o afastamento das  atividades laborais.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  vari&aacute;vel ra&ccedil;a/cor foi auto-referida, sendo que os profissionais  autoclassificados pretos e pardos compuseram o grupo de profissionais negros,  e os brancos, amarelos e ind&iacute;genas foram agrupados como n&atilde;o-negros<sup>15</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  dados foram tabulados e analisados no programa estat&iacute;stico "Social Package  for the Social Sciences - SPSS", vers&atilde;o 10.0 for Windows e no "R" - The  R Foundation for Statistical Computing vers&atilde;o 2.2.1.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente  foi realizada an&aacute;lise descritiva para tra&ccedil;ar o perfil da popula&ccedil;&atilde;o  estudada segundo caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e gerais, condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho e sa&uacute;de e acidentes de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  incid&ecirc;ncia anual foi calculada dividindo-se o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos  que referiram ter sofrido acidente de trabalho no per&iacute;odo de refer&ecirc;ncia  pelo total da popula&ccedil;&atilde;o do estudo. O fato de os acidentes serem  eventos circunscritos no tempo (eventos de curta dura&ccedil;&atilde;o) permite  a estimativa de casos incidentes, com base em informa&ccedil;&otilde;es referidas  no passado<sup>16,17</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  incid&ecirc;ncias anuais de acidentes de trabalho foram estimadas segundo vari&aacute;veis  de interesse. Os riscos relativos foram calculados e, para avalia&ccedil;&atilde;o  de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica, utilizou-se o teste de qui-quadrado  de Pearson e o teste exato de Fisher, adotando-se p <u>&lt;</u> 0,05.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Realizou-se  an&aacute;lise de regress&atilde;o log&iacute;stica para avalia&ccedil;&atilde;o  do efeito independente das vari&aacute;veis estudadas, na qual foi elaborado um  modelo contendo acidente de trabalho como desfecho e vari&aacute;veis explicativas  relacionadas &agrave;s caracter&iacute;sticas e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho  e sa&uacute;de.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Inicialmente  foi realizada pr&eacute;-sele&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis para inclus&atilde;o  no modelo de regress&atilde;o log&iacute;stica. Foram observadas, nessa fase da  an&aacute;lise, as vari&aacute;veis explicativas que apresentaram valor <i>p</i>  obtido pelo teste de raz&atilde;o de verossimilhan&ccedil;a, menor ou igual a  0,25, em an&aacute;lises de regress&atilde;o log&iacute;stica univariadas, nas  quais apenas a constante e uma vari&aacute;vel de cada vez estavam contidas no  modelo.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s  esta etapa, para a obten&ccedil;&atilde;o do modelo final, foram inclu&iacute;das  na an&aacute;lise todas as vari&aacute;veis pr&eacute;-selecionadas. A an&aacute;lise  de regress&atilde;o log&iacute;stica foi realizada adotando-se procedimento <i>stepwise  forward</i>: partiu-se de um modelo apenas com o intercepto; as vari&aacute;veis  foram inclu&iacute;das uma a uma no modelo, comparando-se as estimativas obtidas  do modelo com e sem a vari&aacute;vel, atrav&eacute;s do crit&eacute;rio de raz&atilde;o  de verossimilhan&ccedil;a. Utilizando o mesmo crit&eacute;rio foi feita an&aacute;lise  de intera&ccedil;&atilde;o com as vari&aacute;veis do modelo final. Com base nos  dados obtidos no modelo final da regress&atilde;o log&iacute;stica, foram estimados  os riscos relativos e calculados seus respectivos intervalos de confian&ccedil;a,  usando- se procedimentos baseados no m&eacute;todo Delta<sup>18,19</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho do modelo final obtido foi feita adotando-se  diferentes procedimentos: teste Le Cessie Hosmer, curva ROC e an&aacute;lise dos  padr&otilde;es das co-vari&aacute;veis.O teste de Le Cessie Hosmer foi utilizado  para testar a hip&oacute;tese nula de que o modelo ajustava bem os dados e a &aacute;rea  sob a curva ROC para avaliar a capacidade de discrimina&ccedil;&atilde;o do modelo<sup>20</sup>.  A an&aacute;lise da influ&ecirc;ncia dos padr&otilde;es de co-vari&aacute;veis  foi conduzida com a finalidade de identificar padr&otilde;es potencialmente influentes.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  presente estudo seguiu as recomenda&ccedil;&otilde;es em vigor referentes &agrave;  pesquisa envolvendo seres humanos, conforme a Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do  Conselho Nacional de Sa&uacute;de. O projeto foi aprovado pelo Comit&ecirc; de  &Eacute;tica e Pesquisa da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, protocolo  n&#186; 018/2008 (CAAE 0018.0.059.000-08).</font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram  estudados 267 profissionais dos 300 mototaxistas cadastrados na SMTT do munic&iacute;pio  (taxa de resposta de 89%). Entre as caracter&iacute;sticas encontradas houve predomin&acirc;ncia  de indiv&iacute;duos do sexo masculino (99,3%), com m&eacute;dia de idade de 37,4  anos (desvio-padr&atilde;o = 8,2 anos), variando de 21 a 62 anos. Quanto &agrave;  situa&ccedil;&atilde;o conjugal dos mototaxistas, 66,3% eram casados ou tinham  uni&atilde;o est&aacute;vel e 25,1% eram solteiros. A maioria relatou ter filhos  (77,6%), sendo que 31,1% tinham apenas um filho e 68,9% tinham dois ou mais filhos.  A maioria dos trabalhadores referiu ra&ccedil;a/cor negra (83,1%). O n&iacute;vel  de escolaridade dos profissionais foi principalmente de ensino fundamental (46,8%)  e ensino m&eacute;dio (52,8%), apenas um profissional tendo relatado n&iacute;vel  superior.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em  rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas profissionais, a maioria  possu&iacute;a tempo de trabalho nesta profiss&atilde;o de cinco ou mais anos  (68,9%) e tempo de habilita&ccedil;&atilde;o para moto de cinco ou mais anos (85,4%).  Observou-se tamb&eacute;m que a maioria dos profissionais n&atilde;o possu&iacute;a  outra atividade remunerada (89,5%) e n&atilde;o contribu&iacute;a para o INSS  (76,8%). Quanto ao ganho mensal, 49,4% dos profissionais apresentaram uma renda  de at&eacute; dois sal&aacute;rios-m&iacute;nimos, e 50,6% uma renda de tr&ecirc;s  ou mais sal&aacute;rios-m&iacute;nimos. A renda m&eacute;dia foi de R$ 992,80  (desvio-padr&atilde;o = R$ 399,10), variando de R$ 300,00 a R$ 3.500,00. Quanto  &agrave; jornada de trabalho, a maioria dos mototaxistas trabalhava seis a sete  dias por semana (92,1%), durante 8 horas ou mais por dia (82,8%), evidenciando  tratar-se de um grupo de trabalhadores com elevada carga di&aacute;ria de trabalho  e extensa jornada laboral.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  tocante &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de, a maioria  dos mototaxistas relatou sofrer algum tipo de press&atilde;o do tempo em sua atividade  laboral (71,2%) e exig&ecirc;ncia de produtividade (80,1%). Em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; presen&ccedil;a de fadiga muscular no fim do dia de trabalho, esta foi  relatada por 45,3% em membros superiores e 46,8% em membros inferiores. Tamb&eacute;m  foi referida presen&ccedil;a de queixa musculoesquel&eacute;tica por 30,7% dos  profissionais.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  incid&ecirc;ncia anual de acidentes de trabalho foi de 10,5%. Entre aqueles que  sofreram acidentes (n = 28), 28,6% relataram ter sofrido mais de um acidente nos  &uacute;ltimos 12 meses de trabalho, verificando-se assim um n&uacute;mero total  de 37 (trinta e sete) acidentes no per&iacute;odo estudado (<a href="#t1">Tabela  1</a>). Todos os profissionais alegaram o uso do capacete no momento em que os  acidentes ocorreram.</font></p>    <p><a name="t1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/03t1.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  maioria dos acidentes n&atilde;o envolveu outras v&iacute;timas e n&atilde;o necessitou  de atendimento m&eacute;dico imediato. Todavia, houve a presen&ccedil;a de les&otilde;es  em 75,7% dos acidentes, com predomin&acirc;ncia de les&otilde;es leves, tais como  ferimentos (48,7%) e traumatismos superficiais (21,6%) (<a href="#t1">Tabela 1</a>).  As regi&otilde;es corp&oacute;reas afetadas foram os membros inferiores (62,2%)  e os membros superiores (37,8%).</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  que diz respeito ao afastamento das atividades laborais, este foi necess&aacute;rio  para 27% dos acidentados, sendo que a mediana do tempo de afastamento foi de 6,5  dias, variando de 2 a 30 dias.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o  se observou associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre os acidentes  de trabalho e as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas da popula&ccedil;&atilde;o  estudada, todavia foram observadas incid&ecirc;ncias anuais mais elevadas entre  homens de 20 a 29 anos (15,7%), com companheira (11,9%), com dois ou mais filhos  (12,7%) e n&atilde;o negros (15,6%) (<a href="#t2">Tabela 2</a>). N&atilde;o houve  diferen&ccedil;a entre os riscos relativos dos n&iacute;veis de escolaridade.</font></p>    <p><a name="t2"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/03t2.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Indiv&iacute;duos  que possu&iacute;am menor tempo nesta profiss&atilde;o apresentaram uma incid&ecirc;ncia  anual maior de acidentes (13,3%), assim como aqueles com tempo de habilita&ccedil;&atilde;o  para motocicleta inferior a cinco anos (12,8%), com outra atividade remunerada  (14,3%), que n&atilde;o contribu&iacute;am para o INSS (11,2%), com ganho mensal  at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos (12,5%), que trabalhavam at&eacute;  cinco dias por semana (23,8%) e jornada de trabalho de 8 ou mais horas (11,8%)  (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/03t3.jpg">Tabela 3</a>). Contudo, as diferen&ccedil;as  observadas n&atilde;o foram estatisticamente significantes, com exce&ccedil;&atilde;o  da quantidade de dias de trabalho por semana, sendo que este resultado foi inesperado,  uma vez que os indiv&iacute;duos que trabalhavam de seis a sete dias por semana  estariam mais expostos ao risco de acidentes de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com  rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de,  as incid&ecirc;ncias anuais n&atilde;o diferiram segundo o n&iacute;vel de press&atilde;o  no trabalho ou de exig&ecirc;ncia de produtividade (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/03t4.jpg">Tabela  4</a>). Incid&ecirc;ncias anuais mais elevadas foram observadas entre aqueles  que referiram fadiga muscular no fim do dia de trabalho nos membros superiores  (12,4%) e membros inferiores (16,0%), e queixa musculoesquel&eacute;tica (19,5%).  Presen&ccedil;a de fadiga em membros inferiores e queixa musculoesquel&eacute;tica  apresentaram associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante com a ocorr&ecirc;ncia  de acidentes de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  an&aacute;lise de regress&atilde;o log&iacute;stica m&uacute;ltipla incluiu no  modelo final, como vari&aacute;veis associadas aos acidentes de trabalho, presen&ccedil;a  de fadiga muscular nos membros inferiores no fim do dia, queixa musculoesquel&eacute;tica,  dias por semana trabalhados e horas por dia de trabalho (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/03t5.jpg">Tabela  5</a>). Exceto horas por dia de trabalho, que foi mantida no modelo pela sua import&acirc;ncia  no estudo, as demais vari&aacute;veis estavam estatisticamente associadas aos  acidentes de trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  mototaxistas que trabalhavam seis a sete dias por semana apresentaram menor incid&ecirc;ncia  anual de acidentes de trabalho (0,31 vezes), enquanto os trabalhadores com fadiga  nos membros inferiores e queixa musculoesquel&eacute;tica apresentaram maior incid&ecirc;ncia  (2,28 vezes e 2,77 vezes, respectivamente).</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  teste de Le Cessie Hosmer revelou p&nbsp;= 0,36, aceitando-se, assim, a hip&oacute;tese  de que o modelo se ajustava bem aos dados. Verificou-se uma &aacute;rea sob a  curva ROC = 0,73, o que indicou razo&aacute;vel poder discriminat&oacute;rio do  modelo para avalia&ccedil;&atilde;o de casos e n&atilde;o casos. Na an&aacute;lise  do padr&atilde;o de co-vari&aacute;veis, n&atilde;o foram encontradas observa&ccedil;&otilde;es  influentes o suficiente para estas serem exclu&iacute;das da an&aacute;lise.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  tem&aacute;tica aborda tema ainda pouco estudado na literatura, revelando a invisibilidade  desta problem&aacute;tica. Isto dificultou a compara&ccedil;&atilde;o dos achados  encontrados em outros estudos. Vale ressaltar que se trata de uma profiss&atilde;o  de constitui&ccedil;&atilde;o recente, o que justifica, em parte, os poucos estudos  existentes.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Tendo  em vista o tipo de estudo realizado, um inqu&eacute;rito, uma das limita&ccedil;&otilde;es  &eacute; que o mesmo n&atilde;o esclarece a rela&ccedil;&atilde;o temporal entre  os acontecimentos, ou seja, apenas indica a exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de  associa&ccedil;&atilde;o entre exposi&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a na popula&ccedil;&atilde;o  investigada em determinado momento. A morbidade baseada em dados referidos possui  validade question&aacute;vel, pois est&aacute; sujeita a erros de memoriza&ccedil;&atilde;o,  especialmente para agravos de pouca gravidade, cuja lembran&ccedil;a depende do  tempo de ocorr&ecirc;ncia.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra  limita&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica que deve ser levada em considera&ccedil;&atilde;o  &eacute; o pequeno n&uacute;mero estudado, o que pode ter dificultado a an&aacute;lise  e diminu&iacute;do a precis&atilde;o das estimativas. Com rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de estudo, cabe mencionar ainda as dificuldades  relativas &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de estimativas precisas do n&uacute;mero  de trabalhadores efetivamente atuando como mototaxistas. Trata-se de uma atividade  realizada por aut&ocirc;nomos (constitu&iacute;da por iniciativa pr&oacute;pria)  e, portanto, de um grupo no qual pode haver flutua&ccedil;&otilde;es num&eacute;ricas  frequentes. No caso espec&iacute;fico do munic&iacute;pio estudado (Feira de Santana),  a profiss&atilde;o encontra-se regulamentada. Visto isso, seu exerc&iacute;cio  est&aacute; delimitado por exig&ecirc;ncias legais (que inclui cadastro na prefeitura  municipal), o que de alguma forma pode ser um mecanismo que regula a expans&atilde;o  do n&uacute;mero de trabalhadores. Adicionalmente, cabe mencionar que foram visitados  continuamente, ao longo da coleta de dados, todos os vinte pontos de mototaxista  existentes, possibilitando a compara&ccedil;&atilde;o da lista de cadastro com  a de trabalhadores em atividade. Assim, embora n&atilde;o possa ser descartada  a possibilidade de haver um n&uacute;mero maior de trabalhadores do que aquele  considerado no estudo, &eacute; prov&aacute;vel que o n&uacute;mero de trabalhadores  definidos como eleg&iacute;veis, seja de fato representativo do conjunto dos mototaxistas  no local estudado.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  atividade profissional de mototaxista &eacute; informal, proporcionando uma grande  rotatividade dos condutores dos ve&iacute;culos, sendo que durante a execu&ccedil;&atilde;o  da pesquisa foram entrevistados apenas os trabalhadores que estavam exercendo  a atividade profissional, podendo assim ter ocorrido subestima&ccedil;&atilde;o  da incid&ecirc;ncia dos acidentes devido ao conhecido efeito do trabalhador sadio,  no qual os trabalhadores em atividade seriam mais saud&aacute;veis e aptos para  o trabalho do que os n&atilde;o inseridos no mercado por motivos de acidentes  de trabalho, doen&ccedil;as ou outro tipo de agravo. Como acidentes de tr&acirc;nsito  podem trazer sequelas importantes, incluindo incapacidade laboral permanente,  e considerando a elevada exposi&ccedil;&atilde;o dos membros superiores e inferiores  nessa atividade, n&atilde;o pode ser descartada a possibilidade de que os trabalhadores  que tenham sofrido les&otilde;es mais graves tenham abandonado a profiss&atilde;o,  n&atilde;o sendo inclu&iacute;dos neste estudo. A predomin&acirc;ncia de les&otilde;es  mais leves entre os acidentes relatados, observada no estudo, refor&ccedil;a a  hip&oacute;tese de que os acidentes mais graves podem n&atilde;o ter sido capturados.  Assim, o efeito do trabalhador sadio (por meio do qual os mais saud&aacute;veis  e mais aptos permanecem ativos) pode ter influenciado os resultados obtidos, devendo  ser considerado na an&aacute;lise dos achados.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto  ao trabalho de motociclista profissional, este foi recentemente reconhecido pelo  governo federal atrav&eacute;s da aprova&ccedil;&atilde;o do projeto de lei que  regulamenta o exerc&iacute;cio dos profissionais com o uso de motocicleta no transporte  de passageiros de "mototaxista" e profissionais em entrega de mercadorias e em  servi&ccedil;o comunit&aacute;rio de rua de "motoboy" (Lei 12.009 de 29 de julho  de 2009). Assim, neste estudo utilizou-se o termo de profiss&atilde;o para a atividade  de mototaxista, por se tratar de um termo legalmente estabelecido na regulamenta&ccedil;&atilde;o  do trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale  ressaltar que, anteriormente a esta lei, esta atividade era regulamentada apenas  em n&iacute;vel municipal em algumas localidades brasileiras como Feira de Santana,  BA, cujo servi&ccedil;o de motot&aacute;xi foi regulamentado em maio de 2001 com  a finalidade de suplementar a oferta do Sistema Municipal de Transporte (Lei 2.244/20-01).  Um achado importante ocorrido ap&oacute;s esta regulamenta&ccedil;&atilde;o &eacute;  que a frota de ve&iacute;culos motorizados apresentou um crescimento de 419% entre  os anos de 2001 e 2009<sup>21</sup>. Trata-se de uma profiss&atilde;o exercida  quase que exclusivamente por homens, casados, com filhos e baixo n&iacute;vel  de escolaridade<sup>22-25</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade, alguns  estudos encontraram um perfil de profissionais mais jovens, diferentemente do  que foi observado no presente estudo<sup>18,19</sup>. Isto demonstra que, tanto  os indiv&iacute;duos jovens como os de faixas et&aacute;rias mais elevadas, desprovidos  de forma&ccedil;&atilde;o profissional ou de n&iacute;veis elevados de escolaridade,  buscam esta profiss&atilde;o como op&ccedil;&atilde;o de trabalho por n&atilde;o  possu&iacute;rem o perfil de trabalhador exigido para inser&ccedil;&atilde;o no  mercado formal de trabalho. Vale ressaltar que, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  idade dos profissionais estudados, esta estava de acordo tanto com a norma da  prefeitura, quanto com a nova lei federal, j&aacute; que a idade m&iacute;nima  encontrada nos condutores dos ve&iacute;culos foi de 21 anos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre  as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas presentes nos estudos realizados  com mototaxistas, a ra&ccedil;a/cor da pele n&atilde;o foi analisada. Em estudo  realizado com motoboys de Salvador, BA, houve predomin&acirc;ncia de profissionais  negros-mesti&ccedil;os, caracter&iacute;stica esta semelhante &agrave; encontrada  neste estudo<sup>26</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  tempo de atua&ccedil;&atilde;o profissional pode ter rela&ccedil;&atilde;o direta  com o tempo de habilita&ccedil;&atilde;o para condu&ccedil;&atilde;o de motocicleta,  j&aacute; que indiv&iacute;duos que possuem mais tempo na profiss&atilde;o apresentam  um maior tempo de habilita&ccedil;&atilde;o e, como foi observado neste estudo,  tal fato evidencia o grau relativo de experi&ecirc;ncia profissional dos indiv&iacute;duos  na condu&ccedil;&atilde;o do ve&iacute;culo<sup>25</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos  realizados com mototaxistas verificaram que a maioria dos profissionais relatou  se dedicar exclusivamente a esta atividade, n&atilde;o possuindo assim outras  atividades remuneradas, corroborando com o observado no presente estudo<sup>22-24</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  mototaxistas s&atilde;o trabalhadores aut&ocirc;nomos, que exercem sua profiss&atilde;o  na informalidade, sendo que a maioria desses profissionais n&atilde;o contribui  para a Previd&ecirc;ncia Social<sup>24</sup>. Assim, estes trabalhadores, quando  v&iacute;timas de acidentes de trabalho, n&atilde;o possuem os benef&iacute;cios  da prote&ccedil;&atilde;o concedida pela legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  remunera&ccedil;&atilde;o aparece como condi&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel  ao exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o e representa uma alternativa de trabalho  mais lucrativa quando comparada a outros tipos de trabalho, principalmente considerando-se  o n&iacute;vel de forma&ccedil;&atilde;o do trabalhador, que impossibilita a inser&ccedil;&atilde;o  destes indiv&iacute;duos no mercado de trabalho formal<sup>22,23</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  atividade de motot&aacute;xi exige grande dedica&ccedil;&atilde;o de tempo com  extensas jornadas de trabalho, j&aacute; que a maioria dos profissionais trabalhava  quase todos os dias da semana de forma integral<sup>22-24,27</sup>. Algumas caracter&iacute;sticas  s&atilde;o impostas no cotidiano desta profiss&atilde;o como press&atilde;o do  tempo e exig&ecirc;ncia de produtividade, assim como tamb&eacute;m est&atilde;o  presentes no exerc&iacute;cio profissional dos motoboys<sup>9,28,29</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em  decorr&ecirc;ncia das longas jornadas de trabalho e das prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho, o corpo destes profissionais &eacute; alvo de desgaste, o que pode  proporcionar inc&ocirc;modos f&iacute;sicos, como presen&ccedil;a de fadiga nos  membros e queixa musculoesquel&eacute;tica, corroborando com achados de diversos  estudos<sup>6,9,22,25</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em  rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito  durante o trabalho nos &uacute;ltimos 12 meses, foi observada uma incid&ecirc;ncia  anual de 10,5%, sendo esta inferior &agrave;quela obtida em outros estudos. No  estudo de Lira<sup>24</sup>, 20,4% dos mototaxistas regulamentados em Fortaleza  referiram ter sofrido acidentes de tr&acirc;nsito nos anos de 2006 e 2007. Salim  Filho<sup>22</sup> verificou uma participa&ccedil;&atilde;o em acidentes de tr&acirc;nsito  no exerc&iacute;cio da atividade de 63% em Castanhal, PA e 51% em Tef&eacute;,  AM e uma parcela significativa destes trabalhadores tinha sofrido mais de um acidente.  Outros estudos realizados com mototaxistas constataram que a maioria dos profissionais  j&aacute; se envolveu em acidentes de tr&acirc;nsito<sup>23,27</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta  incid&ecirc;ncia pode ser explicada pelo fato de o exerc&iacute;cio profissional  dos mototaxistas estudados ser regulamentado em n&iacute;vel municipal, fato este  que exige o cumprimento de exig&ecirc;ncias quanto &agrave; sua atua&ccedil;&atilde;o  profissional e manuten&ccedil;&atilde;o do ve&iacute;culo sob pena de puni&ccedil;&atilde;o.  O fato de ser uma atividade aut&ocirc;noma, na qual o profissional depende do  seu pr&oacute;prio trabalho para sobreviver, pode fazer com que os mototaxistas  sejam mais cuidadosos no desempenho da sua atividade.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto  ao uso de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual, estes profissionais  possu&iacute;am consider&aacute;vel conhecimento sobre a import&acirc;ncia do  capacete; no entanto, os demais equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual  s&atilde;o ainda pouco conhecidos <sup>24</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  acidentes de tr&acirc;nsito em sua maioria n&atilde;o apresentaram envolvimento  de outras v&iacute;timas, dados estes semelhantes aos encontrados em outros estudos  com mototaxistas<sup>22,24</sup>.Estes dados podem apresentar sub-registro, j&aacute;  que demonstram a realidade dos acidentes sem gravidade, sendo que os profissionais  podem ter negado esta informa&ccedil;&atilde;o sob pena de perderem seu cadastro.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  motociclistas apresentam uma maior vulnerabilidade a acidentes de tr&acirc;nsito  devido &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o direta durante o impacto com outros ve&iacute;culos  ou objeto fixo e, por conseguinte, est&atilde;o sujeitos a m&uacute;ltiplas les&otilde;es<sup>30</sup>.  A maioria das v&iacute;timas dos acidentes relatou ter sofrido les&otilde;es leves,  n&atilde;o necessitando, por conseguinte, de atendimento m&eacute;dico imediato.  Esse resultado &eacute; similar ao observado em outros estudos<sup>22,27</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  regi&otilde;es corp&oacute;reas mais afetadas nos acidentes com motocicleta s&atilde;o  os membros inferiores e os membros superiores<sup>31,32</sup>. Estas regi&otilde;es  encontram-se desprotegidas na maioria dos motociclistas, que negligenciam a utiliza&ccedil;&atilde;o  de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual para estas &aacute;reas,  preocupando-se apenas com o uso do capacete.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em  rela&ccedil;&atilde;o ao afastamento das atividades laborais, os acidentes acarretaram  impactos leves e moderados na atividade profissional destes trabalhadores, j&aacute;  que n&atilde;o ocasionaram sequelas de forma definitiva capazes de torn&aacute;-los  incapacitados para o trabalho<sup>22</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  que diz respeito aos poss&iacute;veis fatores de risco para acidentes de trabalho,  observou-se associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre dias  de trabalho e ocorr&ecirc;ncia dos acidentes, sendo que aqueles que trabalhavam  at&eacute; cinco dias por semana relataram sofrer mais acidentes. Este dado instiga  an&aacute;lises futuras mais direcionadas a este aspecto. Uma explica&ccedil;&atilde;o  poss&iacute;vel pode estar relacionada ao pequeno n&uacute;mero de profissionais  que referiram trabalhar at&eacute; cinco dias por semana (n = 21). O pequeno n&uacute;mero  de pessoas em um estrato pode estabelecer imprecis&otilde;es na medida de ocorr&ecirc;ncia  de um evento, especialmente em termos comparativos. Al&eacute;m disso, n&atilde;o  pode ser descartada aqui a possibilidade de causa reversa (o desfecho interferindo  na exposi&ccedil;&atilde;o): o mototaxista pode ter diminu&iacute;do o n&uacute;mero  de dias trabalhados em fun&ccedil;&atilde;o de ter sofrido um acidente de trabalho.  O car&aacute;ter transversal do estudo limita explora&ccedil;&otilde;es mais apuradas  nesta dire&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  desgaste f&iacute;sico presente no cotidiano destes profissionais pode diminuir  os reflexos, tornando o trabalhador mais vulner&aacute;vel a acidentes<sup>9,24</sup>.  Presen&ccedil;a de fadiga em membros inferiores e queixa musculoesquel&eacute;tica  apresentaram associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante com a ocorr&ecirc;ncia  dos acidentes de trabalho. Estes achados tamb&eacute;m podem ser explicados pelas  prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, pois os pontos de motot&aacute;xi  n&atilde;o disp&otilde;em de um local adequado para descanso e pausa, impossibilitando  que nos per&iacute;odos em que n&atilde;o est&atilde;o transportando pessoas sejam  usados para repouso e recomposi&ccedil;&atilde;o dos esfor&ccedil;os posturais  exigidos na realiza&ccedil;&atilde;o da atividade laboral.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  atividade de mototaxista absorve uma parcela da popula&ccedil;&atilde;o brasileira  que n&atilde;o teve acesso &agrave; forma&ccedil;&atilde;o escolar e profissional  e por esse motivo n&atilde;o conseguiu ingressar e permanecer no mercado formal  de trabalho, favorecendo assim a exist&ecirc;ncia desse tipo de trabalho informal  em pa&iacute;ses em desenvolvimento como o Brasil.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trata-se  de uma profiss&atilde;o com prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de trabalho,  que exige longas jornadas de trabalho com press&atilde;o de tempo e exig&ecirc;ncia  de produtividade, o que pode acarretar efeitos negativos na sa&uacute;de destes  profissionais.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  incid&ecirc;ncia anual de acidentes de trabalho atingiu 10,5% dos mototaxistas,  resultado este que pode ter sido subestimado, em fun&ccedil;&atilde;o dos profissionais  perceberem que o relato de ocorr&ecirc;ncia de acidentes pode ser interpretado  como uma forma de transporte inseguro, impactando negativamente na demanda por  este tipo de servi&ccedil;o. O temor pelas puni&ccedil;&otilde;es legais &eacute;  outro elemento que pode influenciar o relato de acidente.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desse  modo, o conhecimento proporcionado por este estudo acerca das caracter&iacute;sticas  profissionais, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de e dos acidentes  de trabalho envolvidos nessa atividade pode ser &uacute;til para a ado&ccedil;&atilde;o  de pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o no tr&acirc;nsito, com vistas &agrave;  preven&ccedil;&atilde;o de acidentes e tamb&eacute;m melhoria das condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho e de vida desses profissionais.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1.  Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. <i>Informe mundial sobre la  violencia y la salud.</i> Washington, D.Cc: OMS; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968613&pid=S1415-790X201200010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2.  Minayo MCS. A inclus&atilde;o da viol&ecirc;ncia na agenda da sa&uacute;de: trajet&oacute;ria  hist&oacute;rica. <i>Cien Saude Colet</i> 2007; 11: 1259-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968615&pid=S1415-790X201200010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3.  Dahlberg LL, Krug ET. Viol&ecirc;ncia: um panorama global de sa&uacute;de p&uacute;blica.  <i>Cien Saude Colet</i> 2007; 11: 1163-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968617&pid=S1415-790X201200010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4.  Machado JMH, Gomez CM. Acidentes de trabalho: uma express&atilde;o da viol&ecirc;ncia  social. <i>Cad Saude Publica</i> 1994; 10: 74-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968619&pid=S1415-790X201200010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5.  Souza NSS, Portinho BG, Barreiros MF. Acidentes de trabalho com &oacute;bito registrados  em jornais no estado da Bahia. <i>Rev Baiana de Saude Publica</i> 2006; 30(1):  77-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968621&pid=S1415-790X201200010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6.  Santana V, Nobre L, Waldvogel BC. Acidentes de trabalho no Brasil entre 1994 e  2004: uma revis&atilde;o. <i>Cien Saude Colet</i> 2005; 10(4): 841-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968623&pid=S1415-790X201200010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7.  Meneguin FB, Bugarin MS. A informalidade no mercado de trabalho e o impacto das  institui&ccedil;&otilde;es: uma an&aacute;lise sob a &oacute;tica da teoria dos  jogos. <i>Econ Apl</i> 2008; 12(3): 341-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968625&pid=S1415-790X201200010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8.  Silva DW, Andrade SM, Soares DA, Soares DFPP, Mathias TAF. Perfil do trabalho  e acidentes de tr&acirc;nsito entre motociclistas de entregas em dois munic&iacute;pios  de m&eacute;dio porte do Estado do Paran&aacute;, Brasil. <i>Cad Saude Publica</i>  2008; 24(11): 2643-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968627&pid=S1415-790X201200010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9.  Oliveira NLB, Sousa RMC. Retorno &agrave; atividade produtiva de motociclistas  v&iacute;timas de acidentes de tr&acirc;nsito. <i>Acta Paul Enferm</i> 2006; 19(3):  284-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968629&pid=S1415-790X201200010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10.  Moraes TD. Fatores de risco de acidentes na atividade dos motoboys: limites das  an&aacute;lises quantitativas. <i>Revista de Gest&atilde;o Integrada em Sa&uacute;de  do Trabalho e Meio Ambiente</i> 2008; 3(3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968631&pid=S1415-790X201200010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11.  Grisci CLI, Scalco PD, Janovik MS. Modos de trabalhar e de ser de motoboys: a  viv&ecirc;ncia espa&ccedil;o-temporal contempor&acirc;nea. <i>Psicol Cienc Prof</i>  2007; 27(3): 446-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968633&pid=S1415-790X201200010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12.  Silva DW, Andrade SM, Soares DA, Nunes EFPA, Melchior R. Condi&ccedil;&otilde;es  de trabalho e riscos no tr&acirc;nsito urbano na &oacute;tica de trabalhadores  motociclistas. <i>Physis</i> 2008; 18(2): 339-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968635&pid=S1415-790X201200010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13.  Santana VS, Ara&uacute;jo-Filho JB, Albuquerque-Oliveira PR, Barbosa-Branco A.  Acidentes de trabalho: custos previdenci&aacute;rios e dias de trabalho perdidos.  <i>Rev Saude Publica</i> 2006; 40(6): 1004-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968637&pid=S1415-790X201200010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14.  Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. <i>Classifica&ccedil;&atilde;o  estat&iacute;stica internacional de doen&ccedil;as e problemas relacionados &agrave;  sa&uacute;de.</i> S&atilde;o Paulo: EDUSP; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968639&pid=S1415-790X201200010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15.  Ara&uacute;jo EM, Costa MCN, Hogan VK, Mota ELA, Ara&uacute;jo TM, Oliveira NF.  Race/skin color differentials in potential years of life lost due to external  causes. <i>Rev Saude Publica</i> 2009; 43(3): 405-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968641&pid=S1415-790X201200010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16.  Santana V, Maia AP, Carvalho C, Luz G. Acidentes de trabalho n&atilde;o fatais:  diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero e tipo de contrato de trabalho. <i>Cad Saude  Publica</i> 2003; 19(2): 481-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968643&pid=S1415-790X201200010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17.  Santana V, Itaparica M, Amorim AM, Ara&uacute;jo Filho JB, Ara&uacute;jo G, Oliveira  M, Cooper S. Acidentes de trabalho n&atilde;o fatais em adolescentes. <i>Cad Saude  Publica</i> 2003; 19(2): 407-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968645&pid=S1415-790X201200010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18.  Oliveira NF, Santana VS, Lopes AA. Raz&otilde;es de propor&ccedil;&otilde;es e  uso do m&eacute;todo delta para intervalos de confian&ccedil;a em regress&atilde;o  log&iacute;stica. <i>Rev Saude Publica</i> 1997; 31(1): 90-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968647&pid=S1415-790X201200010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19.  Localio AR, Margolis DJ,&nbsp;Berlin JA. Relative risks and confidence intervals  were easily computed indirectly from multivariable logistic regression.&nbsp;<i>J  Clin Epidemiology</i> 2007; 60 (9): 874-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968649&pid=S1415-790X201200010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20.  Hosmer DW, Lemeshow S. <i>Applied logistic regression.</i> 2<sup>nd</sup>. New  York: John Wiley &amp; Sons; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968651&pid=S1415-790X201200010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21.  Denatran. Feira de Santana. Informa&ccedil;&otilde;es sobre frota de ve&iacute;culos.  Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.denatran.gov.br/cidadesat" target="_blank">http://www.denatran.gov.br/cidadesat</a>.  &#91;Acessado em 11 de julho de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968653&pid=S1415-790X201200010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22.  Salim-Filho MT. <i>Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas e Trabalho no Transporte Alternativo  na Amaz&ocirc;nia-Motot&aacute;xi</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;.  Bel&eacute;m: Universidade Federal do Par&aacute;; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968655&pid=S1415-790X201200010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23.  Silva RM. <i>Acidentes de tr&acirc;nsito com envolvimento de motociclistas: Uberl&acirc;ndia-2002-2004</i>  &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Uberl&acirc;ndia: Universidade  Federal de Uberl&acirc;ndia; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968657&pid=S1415-790X201200010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24.  Lira SVG. <i>Comportamento preventivo e de risco no tr&acirc;nsito, referido por  mototaxistas regulamentados em Fortaleza-CE</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o  de mestrado&#93;. Fortaleza: Universidade de Fortaleza; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968659&pid=S1415-790X201200010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25.  Matos RHF. <i>Estudo explorat&oacute;rio das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho  como fator de influ&ecirc;ncia do comportamento humano no tr&acirc;nsito: caso  do motofrete</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Bras&iacute;lia:  Universidade de Bras&iacute;lia; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968661&pid=S1415-790X201200010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26.  Machado EP, Oliveira MA. O jogo de esconde-esconde - Trabalho perigoso e a&ccedil;&atilde;o  social defensiva entre motoboys de Salvador. <i>Rev Bras Ci Soc</i> 2009; 24(70):  91-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968663&pid=S1415-790X201200010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27.  Oliveira DSC. <i>An&aacute;lise dos impactos provocados pela operacionaliza&ccedil;&atilde;o  do servi&ccedil;o motot&aacute;xi no sistema de transportes urbanos: o caso de  Campina Grande-PB</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;.Jo&atilde;o  Pessoa: Universidade Federal da Para&iacute;ba; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968665&pid=S1415-790X201200010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28.  Diniz EPH, Assun&ccedil;&atilde;o AA, Lima FPA. Preven&ccedil;&atilde;o de acidentes:  o reconhecimento das estrat&eacute;gias operat&oacute;rias dos motociclistas profissionais  como base para a negocia&ccedil;&atilde;o de acordo coletivo. <i>Cien Saude Colet</i>  2005; 10(4): 905-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968667&pid=S1415-790X201200010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29.  Veronese AM, Oliveira DLLC. Os riscos dos acidentes de tr&acirc;nsito na perspectiva  dos moto-boys: subs&iacute;dios para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.  <i>Cad Saude Publica</i> 2006; 22(12): 2717-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968669&pid=S1415-790X201200010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30.  Soares DFPP, Barros MBA. Fatores associados ao risco de interna&ccedil;&atilde;o  por acidentes de tr&acirc;nsito no Munic&iacute;pio de Maring&aacute;-PR. <i>Rev  Bras Epidemiol</i> 2006; 9(2): 193-205.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968671&pid=S1415-790X201200010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31.  Oliveira NLB, Sousa RMC. Diagn&oacute;stico de les&otilde;es e qualidade de vida  de motociclistas, v&iacute;timas de acidentes de tr&acirc;nsito. <i>Rev Latino-Am  Enferm</i> 2003; 11(6): 749-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968673&pid=S1415-790X201200010000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32.  Pinto AO, Witt RR.Gravidade de les&otilde;es e caracter&iacute;sticas de motociclistas  atendidos em um hospital de pronto socorro. <i>Rev Gaucha Enferm</i> 2008; 29(3):  408-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1968675&pid=S1415-790X201200010000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/seta.jpg" border="0"></a>  <b> Correspond&ecirc;ncia:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b> Camila Rego Amorim    <br> Universidade Estadual  de Feira de Santana-UEFS    <br> Centro de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de  Coletiva    <br> N&uacute;cleo de Epidemiologia    <br> Av. Transnordestina s/n, bairro  Novo horizonte    <br> Feira de Santana, BA - CEP 44036-900    <br> E-mail: <a href="mailto:camilaamorim30@hotmail.com">camilaamorim30@hotmail.com</a></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido  em: 07/04/10    <br> Vers&atilde;o final apresentada em: 29/07/11    <br> Aprovado em:  06/10/11</font></p>     ]]></body>
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