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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Consumo de micronutrientes e excesso de peso: existe relação?]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Minas Gerais Grupo de Pesquisa em Intervenções em Nutrição ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION: In past decades, the growth in obesity has been associated with changes in the lifestyle of the population, including comprehensive dietary changes, especially in the intake of micronutrients. OBJECTIVE: To describe micronutrient intake and review its consequences on nutritional status. METHODS: A literature review was performed covering domestic and international articles published over the past 11 years, on the SciELO, LILACS, MEDLINE and governmental databases, using descriptors such as "micronutrients", "food consumption", "excess weight", "health", "nutritional status" in Portuguese and in English. RESULTS: Micronutrient intake deficiency is a global health problem, affecting about 2 billion people and seems to be associated with an increased risk for non-communicable diseases and disorders, including obesity. Insufficient intake of vitamin A favors overweight by altering thyroid metabolism, while vitamin C is related to the synthesis of carnitine and fat oxidation; vitamin D favors the control of satiety and energy expenditure. As for minerals, calcium helps the regulation of thermogenesis and lipogenesis / lipolysis, and zinc is involved in regulating insulin and leptin. CONCLUSION: The promotion of healthy eating habits through educational practices is necessary for greater public awareness of the implications of micronutrient intake on nutritional status, and should be included in Public Health strategies in order to control obesity and its complications.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Micronutrientes]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Consumo    de micronutrientes e excesso de peso: existe rela&ccedil;&atilde;o?</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Micronutrient    consumption and overweight: Is there a relationship?</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ana Luisa Marcucci    Le&atilde;o<sup>I</sup>; Luana Caroline dos Santos<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Grupo    de Pesquisa em Interven&ccedil;&otilde;es em Nutri&ccedil;&atilde;o da Universidade    Federal de Minas Gerais - GIN-UFMG    <br>   <sup>II</sup>Curso de Nutri&ccedil;&atilde;o do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil    e Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG,    GIN-UFMG</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b>    O incremento da obesidade nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas se associa &agrave;s    mudan&ccedil;as nos modos de vida da popula&ccedil;&atilde;o, incluindo amplas    altera&ccedil;&otilde;es diet&eacute;ticas, sobretudo na ingest&atilde;o de    micronutrientes.    <br>   <b>OBJETIVO:</b> Descrever o consumo de micronutrientes e revisar sua implica&ccedil;&atilde;o    no estado nutricional.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Realizou-se levantamento bibliogr&aacute;fico contemplando    artigos nacionais e internacionais, publicados nos &uacute;ltimos 11 anos, nas    bases de dados SciELO, LILACS, <i>Medline e sites</i> de organiza&ccedil;&otilde;es    governamentais, usando como descritores: "micronutrientes", "consumo alimentar",    "excesso de peso" , "sa&uacute;de" e "estado nutricional" e suas tradu&ccedil;&otilde;es    em ingl&ecirc;s.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> A defici&ecirc;ncia no consumo de micronutrientes &eacute;    um problema de sa&uacute;de global, atingindo cerca de 2 bilh&otilde;es de pessoas,    e parece se associar com maior risco de doen&ccedil;as e agravos n&atilde;o    transmiss&iacute;veis, incluindo a obesidade. A insuficiente ingest&atilde;o    de vitamina A favorece o excesso de peso por altera&ccedil;&atilde;o no metabolismo    da tire&oacute;ide, enquanto a vitamina C se relaciona &agrave; s&iacute;ntese    de carnitina e oxida&ccedil;&atilde;o da gordura; e a vitamina D favorece o    controle da saciedade e do gasto energ&eacute;tico. Quanto aos minerais, o c&aacute;lcio    auxilia a regula&ccedil;&atilde;o da termog&ecirc;nese e lipog&ecirc;nese/lip&oacute;lise;    e o zinco est&aacute; envolvido na regula&ccedil;&atilde;o de insulina e leptina.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> A promo&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos alimentares    saud&aacute;veis por meio de pr&aacute;ticas educativas se faz necess&aacute;ria    para maior conscientiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o acerca das    implica&ccedil;&otilde;es do consumo de micronutrientes no estado nutricional,    devendo compor as estrat&eacute;gias de Sa&uacute;de P&uacute;blica de controle    da obesidade e suas complica&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Micronutrientes. Consumo de alimentos. Sobrepeso. Obesidade. Sa&uacute;de. Estado    nutricional.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>INTRODUCTION:</b>    In past decades, the growth in obesity has been associated with changes in the    lifestyle of the population, including comprehensive dietary changes, especially    in the intake of micronutrients.    <br>   <b>OBJECTIVE:</b> To describe micronutrient intake and review its consequences    on nutritional status.    <br>   <b>METHODS:</b> A literature review was performed covering domestic and international    articles published over the past 11 years, on the SciELO, LILACS, MEDLINE and    governmental databases, using descriptors such as "micronutrients", "food consumption",    "excess weight", "health", "nutritional status" in Portuguese and in English.    <br>   <b>RESULTS:</b> Micronutrient intake deficiency is a global health problem,    affecting about 2 billion people and seems to be associated with an increased    risk for non-communicable diseases and disorders, including obesity. Insufficient    intake of vitamin A favors overweight by altering thyroid metabolism, while    vitamin C is related to the synthesis of carnitine and fat oxidation; vitamin    D favors the control of satiety and energy expenditure. As for minerals, calcium    helps the regulation of thermogenesis and lipogenesis / lipolysis, and zinc    is involved in regulating insulin and leptin.    <br>   <b>CONCLUSION:</b> The promotion of healthy eating habits through educational    practices is necessary for greater public awareness of the implications of micronutrient    intake on nutritional status, and should be included in Public Health strategies    in order to control obesity and its complications.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    Micronutrient. Food consumption. Overweight. Obesity. Health. Nutritional status.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A obesidade &eacute;    definida como o ac&uacute;mulo excessivo de tecido adiposo no organismo, de    forma a comprometer a sa&uacute;de dos indiv&iacute;duos. &Eacute; considerada    fator de risco para enfermidades, tais como dislipidemias, diabetes <i>mellitus</i>    tipo II, doen&ccedil;as cardiovasculares e alguns tipos de c&acirc;ncer<sup>1</sup>.    Possui etiologia complexa, apresentando car&aacute;ter multifatorial e contemplando    aspectos culturais, ambientais, gen&eacute;ticos, socioecon&ocirc;micos, biol&oacute;gicos    e psicossociais<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considera-se a    obesidade como um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, tanto nos pa&iacute;ses    em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos, denotando-se uma epidemia mundial.    De acordo com dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS)    esse agravo nutricional atinge possivelmente 10% da popula&ccedil;&atilde;o    adulta<sup>1</sup>. E, em 2025, estima-se ocorr&ecirc;ncia de 300 milh&otilde;es    de obesos no mundo<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, a an&aacute;lise    de cinco estudos de base populacional realizados no pa&iacute;s - Estudo Nacional    sobre Despesas Familiares (ENDEF), realizado entre 1974-1975; a Pesquisa Nacional    sobre Sa&uacute;de e Nutri&ccedil;&atilde;o (PNSN), de 1989; a Pesquisa sobre    Padr&otilde;es de Vida (PPV), desenvolvida em 1996-1997<sup>1</sup>; e a Pesquisa    de Or&ccedil;amentos Familiares<sup>4</sup> (POF), de 2002-2003 e 2008-2009<sup>4</sup>,    permitiu avaliar a magnitude dos agravos nutricionais mais relevantes na popula&ccedil;&atilde;o,    incluindo a emerg&ecirc;ncia da obesidade, bem como verificar seus principais    determinantes. De acordo com esses estudos, a preval&ecirc;ncia da desnutri&ccedil;&atilde;o    em crian&ccedil;as e adultos declinou nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, enquanto    o sobrepeso e a obesidade aumentaram na popula&ccedil;&atilde;o brasileira,    principalmente entre os adultos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nota-se que a preval&ecirc;ncia    de excesso de peso em adultos aumentou em quase tr&ecirc;s vezes no sexo masculino    (de 18,5% para 50,1%) e em quase duas vezes no sexo feminino (de 28,7% para    48,0%)<sup>4</sup>. No mesmo per&iacute;odo (1974-2009), a preval&ecirc;ncia    de obesidade aumentou em mais de quatro vezes para homens (de 2,8% para 12,4%)    e em mais de duas vezes para mulheres (de 8,0% para 16,9%)<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ascens&atilde;o    da obesidade se associa &agrave;s mudan&ccedil;as ocorridas nos padr&otilde;es    de atividade f&iacute;sica e alimenta&ccedil;&atilde;o das popula&ccedil;&otilde;es<sup>1,6</sup>    em virtude de mudan&ccedil;as econ&ocirc;micas, sociais e demogr&aacute;ficas    decorrentes do processo de moderniza&ccedil;&atilde;o mundial<sup>1,6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na alimenta&ccedil;&atilde;o,    verificou-se aumento da quantidade cal&oacute;rica que pode ser consequ&ecirc;ncia    da elevada quantidade do consumo de alimentos ou de mudan&ccedil;as qualitativas    na dieta, no que concerne ao maior consumo de alimentos com alta densidade energ&eacute;tica<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados do Instituto    Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)<sup>9</sup> demonstram que    entre o per&iacute;odo de 1974 a 2003 houve redu&ccedil;&atilde;o de 46% na    aquisi&ccedil;&atilde;o domiciliar de arroz polido, 37% de feij&atilde;o, 10%    de carne bovina e 41% de frango, e aumento de 216% na aquisi&ccedil;&atilde;o    de alimentos preparados. Ademais, a insufici&ecirc;ncia no consumo de frutas,    legumes e verduras na dieta dos brasileiros foi constatada em todos os segmentos    populacionais<sup>8</sup> e foi confirmada em estudos posteriores<sup>6</sup>.    Em consequ&ecirc;ncia, a defici&ecirc;ncia de micronutrientes aparece como um    problema de sa&uacute;de global, atingindo cerca de 2 bilh&otilde;es de pessoas    no mundo<sup>9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil existe    uma grande limita&ccedil;&atilde;o sobre o consumo de micronutrientes, por&eacute;m    os achados do estudo <i>Brazos</i><sup>10</sup>, com 2.420 participantes em    150 munic&iacute;pios das cinco regi&otilde;es do Pa&iacute;s, concluiu que    a ingest&atilde;o de vitaminas e minerais &eacute; inadequada na dieta padr&atilde;o    do pa&iacute;s, independente da classe social. A inadequa&ccedil;&atilde;o no    consumo de vitaminas e minerais foi de 50% para vitamina A, 80% para vitamina    C e para magn&eacute;sio, 81% para vitamina K e, 99% para vitaminas E e D.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos internacionais    tamb&eacute;m revelam inadequada ingest&atilde;o de micronutrientes. Dois estudos    transversais consecutivos, ENCAT 1992-93 e 2002-03<sup>11</sup>, realizados    na popula&ccedil;&atilde;o catal&atilde; com 4.071 participantes, investigaram    a ingest&atilde;o diet&eacute;tica por meio de dois recordat&oacute;rios 24    horas em dias n&atilde;o consecutivos e constataram redu&ccedil;&atilde;o acentuada    na ingest&atilde;o de vitamina A (de 796 mg para 429, p &lt; 0,001) e vitamina    D (- 20,2 mg para homens e - 20,9 mg para mulheres); e aumento da ingest&atilde;o    de vitamina C (+ 117,6 mg por dia).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O consumo insuficiente    de micronutrientes est&aacute; entre os dez principais fatores de risco para    a carga total global de doen&ccedil;as em todo o mundo, sendo considerado o    terceiro fator de risco preven&iacute;vel de doen&ccedil;as e agravos n&atilde;o-transmiss&iacute;veis    (DANT)<sup>12</sup>. A associa&ccedil;&atilde;o com a adiposidade tamb&eacute;m    parece existir. Azadbakht et al.<sup>13</sup> avaliaram 926 mulheres residentes    no distrito de Teer&atilde;, no Ir&atilde;, e identificaram significativa associa&ccedil;&atilde;o    entre adiposidade central e baixa ingest&atilde;o de vitamina C (odds ratio:    2,31; IC95% 1,25-4,25) e de c&aacute;lcio (odds ratio: 1,30; IC 95% 1,07-3,78)<sup>13</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesse cen&aacute;rio,    a avalia&ccedil;&atilde;o do consumo alimentar mostra-se essencial como fator    de compreens&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre alimenta&ccedil;&atilde;o    e sa&uacute;de, sobretudo no que se refere &agrave; ingest&atilde;o de alguns    micronutrientes e estado nutricional. Adicionalmente, considerando que o consumo    adequado de micronutrientes &eacute; essencial para manuten&ccedil;&atilde;o    de diversas fun&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas do organismo, o objetivo    do presente trabalho foi investigar o consumo de micronutrientes na popula&ccedil;&atilde;o    e sua poss&iacute;vel implica&ccedil;&atilde;o no estado nutricional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trata-se de um    estudo de revis&atilde;o, pautado em artigos nacionais e internacionais, publicados    nos &uacute;ltimos 11 anos (2000-2011), que abrangeram investiga&ccedil;&otilde;es    de micronutrientes e suas poss&iacute;veis implica&ccedil;&otilde;es no estado    nutricional. As bases de dados consultadas foram: <i>Scientific Eletronic Library    On-line</i> (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ci&ecirc;ncias    da Sa&uacute;de (LILACS) e <i>Medical Literature Analysis and Retrieval System    Online (Medline)</i> da <i>National Library of Medicine.</i> Adicionalmente,    realizou-se busca da tem&aacute;tica em estudo em <i>sites</i> de institui&ccedil;&otilde;es    e organiza&ccedil;&otilde;es governamentais, tais como Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de e Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Foram utilizados    os descritores: "consumo de micronutrientes", "consumo alimentar", "excesso    de peso", "estado nutricional" e "sa&uacute;de", e suas respectivas tradu&ccedil;&otilde;es    para a l&iacute;ngua inglesa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Consumo de micronutrientes    na popula&ccedil;&atilde;o brasileira e mundial</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, poucos    estudos contemplaram a avalia&ccedil;&atilde;o do consumo de micronutrientes    na popula&ccedil;&atilde;o. Estudo realizado, em 150 munic&iacute;pios brasileiros,    identificou ampla inadequa&ccedil;&atilde;o no consumo de micronutrientes, tais    como vitaminas A (50%), C (80 %), E e D (99%)<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outro estudo, realizado    na cidade de Bambu&iacute;-MG<sup>14</sup>, avaliou o consumo alimentar de 550    indiv&iacute;duos adultos e idosos por meio do Question&aacute;rio Semiquantitativo    de Frequ&ecirc;ncia Alimentar e Recordat&oacute;rio Alimentar de 24 horas, e    verificou baixo percentual da popula&ccedil;&atilde;o com raz&atilde;o de adequa&ccedil;&atilde;o    de nutrientes recomendada para o consumo de vitaminas (0,0 - 5,1%) e minerais    (0 - 21,1%). Notificou-se inadequa&ccedil;&atilde;o similar entre os sexos para    zinco e vitamina A (99,8%), c&aacute;lcio (98%) e vitamina C (93,8%).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mel&eacute;ndez    et al.<sup>15</sup> verificaram diferen&ccedil;as no consumo de vitaminas e    minerais em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo e idade na popula&ccedil;&atilde;o    residente em &aacute;rea metropolitana de S&atilde;o Paulo. O total de indiv&iacute;duos    estudados foi de 548, com idades compreendidas entre 20 e 88 anos. Constatou-se    maior consumo de algumas vitaminas e minerais em indiv&iacute;duos do sexo masculino    e nos grupos et&aacute;rios de indiv&iacute;duos mais jovens. De grande import&acirc;ncia    do ponto de vista da sa&uacute;de p&uacute;blica foram os valores medianos de    consumo de vitamina A (496 &#181;g/dia) e c&aacute;lcio (379-432 mg entre os    homens; 240-378 mg entre as mulheres). Os idosos apresentaram n&iacute;veis    de ingest&atilde;o menores do que os mais jovens (p &lt; 0,00001), mas destaca-se    que adultos e idosos n&atilde;o atingiram as recomenda&ccedil;&otilde;es de    consumo para popula&ccedil;&otilde;es da Am&eacute;rica Latina, sendo a de vitamina    A de 915 e 660 &#181;g/dia para ambos, respectivamente, e a de c&aacute;lcio    de 925 a 1,525 mg/dia. Tais achados indicaram risco de defici&ecirc;ncia nessa    popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Corroborando estes    achados, Abreu et al.<sup>16</sup> avaliaram o consumo alimentar de idosos residentes    na cidade de Vi&ccedil;osa/MG por meio do recordat&oacute;rio 24 horas e question&aacute;rio    de frequ&ecirc;ncia alimentar semiquantitativo (QFA), e constataram elevada    inadequa&ccedil;&atilde;o no consumo de vitaminas C (40,5%) e A (70,8%), enquanto    o consumo m&eacute;dio de c&aacute;lcio foi cerca de 1/3 do valor recomendado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim como na popula&ccedil;&atilde;o    brasileira, dados de estudos mundiais revelam consumo insuficiente de micronutrientes    em diferentes cen&aacute;rios de investiga&ccedil;&atilde;o e apontam poss&iacute;veis    diferen&ccedil;as segundo o estado nutricional. Suliburska et al.<sup>17</sup>    analisaram o consumo alimentar de 40 indiv&iacute;duos obesos hipertensos, com    resist&ecirc;ncia &agrave; insulina - grupo caso e 40 indiv&iacute;duos saud&aacute;veis    - grupo controle. Identificou-se baixo consumo de zinco (10,3 &#177; 1,1 <i>vs</i>    14,3 &#177; 2,1mg) e c&aacute;lcio, (507,3 &#177; 59,1 <i>vs</i> 842,4 &#177;    65,6mg), principalmente entre aqueles com obesidade, p &lt; 0,005.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De modo similar,    estudo transversal com 3.421 adultos do sul da Espanha<sup>18</sup> detectou    elevada preval&ecirc;ncia de inadequa&ccedil;&atilde;o no consumo de zinco (56,45%)    e apontou menores n&iacute;veis, diet&eacute;ticos e plasm&aacute;ticos deste    mineral com o incremento do IMC e da idade (p &lt; 0,01).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda na popula&ccedil;&atilde;o    espanhola, Rodrigu&eacute;z et al.<sup>19</sup> investigaram universit&aacute;rias    (20-35 anos) e identificaram maior peso corporal, IMC e circunfer&ecirc;ncia    da cintura entre aquelas com baixa ingest&atilde;o de vitamina D e n&iacute;veis    s&eacute;ricos deste nutriente inferiores a 90nmol/L &#91;25(OH)D&#93;. Outros    estudos corroboram estes achados e denotam ainda poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o    de outros micronutrientes com adiposidade abdominal<sup>20</sup> e obesidade<sup>21</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Micronutrientes    e estado nutricional: bases para rela&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando o    exposto ser&atilde;o descritos a seguir alguns micronutrientes e sua poss&iacute;vel    rela&ccedil;&atilde;o com o excesso de peso. Ser&atilde;o contempladas as vitaminas    A, C e D, e os minerais c&aacute;lcio e zinco, cujas principais fontes e recomenda&ccedil;&otilde;es    encontram-se descritas no <a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/08q1.jpg">Quadro 1</a>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Vitamina A</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vitamina A &eacute;    uma vitamina lipossol&uacute;vel, necess&aacute;ria para a manuten&ccedil;&atilde;o    e funcionamento dos tecidos corporais, especialmente para o crescimento e a    prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas epiteliais. No Brasil, a hipovitaminose    A &eacute; considerada um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, com &iacute;ndices    que v&atilde;o de 15,5 a 32,4% entre crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um estudo realizado    com 154 mulheres atendidas no Ambulat&oacute;rio de Sa&uacute;de da Mulher Climat&eacute;rica    (ASMUC) da Universidade de S&atilde;o Paulo identificou 82,8% das participantes    com consumo insuficiente de vitamina A associado &agrave; alta frequ&ecirc;ncia    de excesso de peso, 75%<sup>23</sup>. De igual modo, Chaves et al.<sup>24</sup>    observaram inadequa&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis s&eacute;ricos de retinol    e </font><font size="2">&#946;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">-caroteno    em 11,3% e 41,7% de indiv&iacute;duos de ambos os sexos com obesidade classe    III. Esses autores constataram ainda maior inadequa&ccedil;&atilde;o do nutriente    entre os obesos com resist&ecirc;ncia &agrave; insulina (p &lt; 0,001).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Achados similares    foram verificados por Barretero et al.<sup>25</sup> em 80 pacientes com obesidade    m&oacute;rbida. Adicionalmente, houve correla&ccedil;&atilde;o inversa entre    o retinol s&eacute;rico e o </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">-tocoferol    com o &iacute;ndice de massa corporal (r = -0,334; p = 0,002 e r = -0,299; p    = 0,007), respectivamente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A poss&iacute;vel    rela&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o de vitamina A com excesso de peso pode    estar relacionada ao metabolismo da tire&oacute;ide. De acordo com Zimmermann    et al.<sup>26</sup>, a defici&ecirc;ncia deste micronutriente tem m&uacute;ltiplos    efeitos sobre o eixo hip&oacute;fise-tire&oacute;ide, em virtude da modula&ccedil;&atilde;o    do metabolismo da gl&acirc;ndula tire&oacute;ide, do metabolismo perif&eacute;rico    do horm&ocirc;nio tireoidiano e da produ&ccedil;&atilde;o de tirotropina (TSH)    pela hip&oacute;fise. Em crian&ccedil;as com defici&ecirc;ncia de vitamina A,    as maiores concentra&ccedil;&otilde;es de TSH em face da maior circula&ccedil;&atilde;o    de tiroxina total sugerem resist&ecirc;ncia central para a supress&atilde;o    do TSH normal pelo horm&ocirc;nio tireoideano<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m destes    achados, outros estudos sugerem que a enzima retinol saturase inibe a adipog&ecirc;nese.    Essa enzima &eacute; regulada pela transcri&ccedil;&atilde;o dos receptores    proliferadores ativados de peroxissomas (PPAR), que desempenham papel importante    na biologia dos adip&oacute;citos<sup>28</sup>. No tecido adiposo, a enzima    retinol saturase &eacute; expressa nos adip&oacute;citos, mas &eacute; diminu&iacute;da    na obesidade, possivelmente devido &agrave; maior infiltra&ccedil;&atilde;o    de macr&oacute;fagos, que inibe a express&atilde;o desta.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ademais, estudo    com 76 homens e mulheres com obesidade identificou associa&ccedil;&atilde;o    significante entre a prote&iacute;na do soro do retinol (RBP) e a obesidade    e a resist&ecirc;ncia &agrave; insulina<sup>29</sup>. Notou-se que as concentra&ccedil;&otilde;es    s&eacute;ricas de apo-RBP foram duas vezes maiores entre os obesos (0,90 &#177;    0,62 mM <i>vs</i> 0,44 &#177; 0,56 mM quando comparados aos n&atilde;o obesos;    p &lt; 0,001). Em contraste, a taxa de retinol/RBP foi significativamente menor    entre os obesos (0,73 &#177; 0,13 <i>vs</i> 0,90 &#177; 0,22; p &lt; 0,001).    Nesses, a RBP foi associada &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o de insulina    (r = 0,26; p &lt; 0,05), &iacute;ndice HOMA-IR (r = 0,29; p &lt; 0,05) e &iacute;ndice    de sensibilidade &agrave; insulina (r = -0,27; p &lt; 0,05 ). A RBP foi associada    com o IMC apenas quando indiv&iacute;duos obesos e n&atilde;o obesos foram agrupados    (r = 0,25; p &lt; 0,01).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Vitamina C</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vitamina C ou    &aacute;cido asc&oacute;rbico &eacute; um micronutriente essencial que est&aacute;    envolvido na s&iacute;ntese de col&aacute;geno e nos mecanismos de defesa antioxidante.    &Eacute; um dos nutrientes antioxidantes mais abundantes no fluido extracelular    do pulm&atilde;o, estando relacionado com o sistema imunol&oacute;gico<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No estudo <i>Brazos</i><sup>10</sup>,    a ingest&atilde;o de vitamina C foi adequada em apenas 20% da popula&ccedil;&atilde;o    estudada, e em outro estudo realizado com adultos do munic&iacute;pio do Rio    de Janeiro que apresentavam s&iacute;ndrome metab&oacute;lica, o consumo de    vitamina C foi insuficiente em 93% da popula&ccedil;&atilde;o<sup>30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um estudo transversal    de base populacional realizado com 926 mulheres (40-60 anos) avaliou a ingest&atilde;o    alimentar por meio de um question&aacute;rio semiquantitativo de frequ&ecirc;ncia    alimentar e identificou associa&ccedil;&atilde;o da obesidade central com baixo    n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica (odds ratio: 2,11; IC 95%: 1.40 - 2.53),    tabagismo (1,21; 1,02 - 1,56), menopausa (1,22; 1,02 - 1,61), baixa ingest&atilde;o    de vitamina C (2,31; 1,25 - 4,25) e de c&aacute;lcio (1,30; 1,07 - 3,78)<sup>31</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Canoy et al.<sup>20</sup>    encontraram resultados semelhantes em uma popula&ccedil;&atilde;o europ&eacute;ia    (n = 19.068), com idade entre 45-79 anos. As baixas concentra&ccedil;&otilde;es    plasm&aacute;ticas de &aacute;cido asc&oacute;rbico foram inversamente relacionadas    com aumento nos quartis da raz&atilde;o cintura-quadril (p &lt; 0,001) e no    &iacute;ndice de massa corporal em mulheres (p &lt; 0,001).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m da    poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o com o excesso de peso, estudo prospectivo    europeu, com dura&ccedil;&atilde;o de 12 anos, verificou associa&ccedil;&atilde;o    inversa entre a concentra&ccedil;&atilde;o s&eacute;rica de vitamina C e o risco    de diabetes <i>mellitus</i> tipo 2<sup>32</sup>. Ademais, Holt et al.<sup>33</sup>    identificaram correla&ccedil;&atilde;o inversa do consumo de vitamina C e a    concentra&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na C reativa (PCR), um marcador de    inflama&ccedil;&atilde;o (r = -0,13; p = 0,03) entre 285 alunos (13-17 anos)    de uma escola p&uacute;blica de Minessota. Fredrikson et al.<sup>34</sup> tamb&eacute;m    observaram correla&ccedil;&atilde;o inversa da ingest&atilde;o do referido nutriente    com os n&iacute;veis de PCR e IMC.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essas associa&ccedil;&otilde;es    podem estar relacionadas ao fato de o nutriente participar da s&iacute;ntese    de catecolaminas (convertendo dopamina em noradrenalina) e atuar como um cofator    na s&iacute;ntese de carnitina, envolvida na oxida&ccedil;&atilde;o da gordura    e intervindo no transporte de &aacute;cidos graxos no interior da mitoc&ocirc;ndria,    fundamental para produ&ccedil;&atilde;o de energia<sup>33,34</sup>. Nota-se    que os n&iacute;veis do amino&aacute;cido est&atilde;o diretamente relacionados    &agrave;s concentra&ccedil;&otilde;es s&eacute;ricas de vitamina C, o que pode    contribuir, quando deficientes, para incremento da adipog&ecirc;nese e favorecimento    das condi&ccedil;&otilde;es a ela associadas, como obesidade e diabetes<sup>35</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Vitamina D</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A vitamina D &eacute;    um horm&ocirc;nio ester&oacute;ide essencial para a homeostase do c&aacute;lcio    e manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de &oacute;ssea. &Eacute; sintetizada    naturalmente pela pele ap&oacute;s exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; radia&ccedil;&atilde;o    ultravioleta do sol e tem a 25-diidroxi-vitamina D - 25(OH)D - como seu metab&oacute;lito    mais abundante na circula&ccedil;&atilde;o e indicador do estado nutricional    dessa vitamina<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dados de 46 estudos    recentes da Europa, Am&eacute;rica do Norte, do Sudeste Asi&aacute;tico e a    regi&atilde;o do Pac&iacute;fico Sul, indicam que um baixo <i>status</i> da    vitamina D e c&aacute;lcio &eacute; altamente prevalente na popula&ccedil;&atilde;o    geral (30-80%), atingindo ambos os sexos<sup>36</sup>. A preval&ecirc;ncia desta    ingest&atilde;o insuficiente &eacute; mais elevada na popula&ccedil;&atilde;o    idosa, crian&ccedil;as e mulheres jovens em idade f&eacute;rtil, minorias &eacute;tnicas    e imigrantes, bem como pessoas de n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico mais baixo<sup>36</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Forrest et al.<sup>37</sup>    avaliaram a preval&ecirc;ncia da defici&ecirc;ncia de vitamina D e seus correlatos    em subgrupos da popula&ccedil;&atilde;o americana, atrav&eacute;s de dados de    4.495 participantes da <i>National Health and Nutrition Examination Survey</i>    - 2005-2006 (NHANES). A preval&ecirc;ncia global de defici&ecirc;ncia de vitamina    D - concentra&ccedil;&otilde;es de 25(OH)D inferiores a 20 ng/mL - foi de 41,6%    (IC95%: 36,6% - 46,8%), sendo superior em negros (82,1%) e hisp&acirc;nicos    (69,2%). Al&eacute;m disso, a defici&ecirc;ncia foi mais presente entre participantes    com baixa escolaridade, obesidade e hipercolesterolemia (p &lt; 0,001).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outras avalia&ccedil;&otilde;es    de dados do NHANES<sup>18</sup> demonstraram que a alta concentra&ccedil;&atilde;o    de 25(OH)D esteve associada a uma melhor qualidade da dieta, menor percentual    de gordura corporal e menor frequ&ecirc;ncia de dist&uacute;rbios metab&oacute;licos    (p &lt; 0,005).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, Peters    et al.<sup>38</sup> avaliaram 136 adolescentes de uma regi&atilde;o rural de    S&atilde;o Paulo e identificaram que apenas 14,9% apresentavam ingest&atilde;o    adequada de vitamina D (3,5; 3,0 - 3,9mg/dia), sendo a insufici&ecirc;ncia bioqu&iacute;mica    deste nutriente observada em 60% dos participantes. No estudo <i>Brazos,</i>    99% da popula&ccedil;&atilde;o estudada apresentou inadequa&ccedil;&atilde;o    no consumo de vitamina D<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos demonstram    que adultos obesos e crian&ccedil;as t&ecirc;m baixas concentra&ccedil;&otilde;es    s&eacute;ricas de 25 (OH)D e elevado n&iacute;vel horm&ocirc;nio da paratire&oacute;ide    (PTH)<sup>39,40</sup>. Ademais, indiv&iacute;duos adultos com hipovitaminose    D parecem apresentar maior risco de resist&ecirc;ncia &agrave; insulina e s&iacute;ndrome    metab&oacute;lica, em virtude de disfun&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas    beta pancre&aacute;ticas e maior ocorr&ecirc;ncia de diabetes <i>mellitus</i>    tipo 2<sup>41</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Acredita-se que    a insufici&ecirc;ncia de vitamina D n&atilde;o seja consequ&ecirc;ncia da menor    exposi&ccedil;&atilde;o solar, mas um dos fatores que desencadeia o ac&uacute;mulo    de gordura corporal<sup>40</sup>. Esse processo pode estar ligado ao dep&oacute;sito    de vitamina D nos adip&oacute;citos, diminuindo a sua biodisponibilidade e provocando    uma cascata de rea&ccedil;&otilde;es pelo hipot&aacute;lamo que resulta no aumento    da sensa&ccedil;&atilde;o de fome e diminui&ccedil;&atilde;o do gasto energ&eacute;tico<sup>40</sup>.    Tal situa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m gera aumento nos n&iacute;veis de paratorm&ocirc;nio    (PTH), diminui&ccedil;&atilde;o da sensibilidade &agrave; insulina e aumento    desproporcional na concentra&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lcio intracelular.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; evid&ecirc;ncias    de estudos epidemiol&oacute;gicos com a vitamina D, ensaios cl&iacute;nicos    de interven&ccedil;&atilde;o, bem como estudos com modelos animais de doen&ccedil;as    humanas que o comprometimento no <i>status</i> da vitamina D e do c&aacute;lcio    advindos da alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada &eacute; um fator predisponente    para um grande n&uacute;mero de patologias, incluindo v&aacute;rios tipos de    c&acirc;ncer, doen&ccedil;as infecciosas, inflamat&oacute;rias e autoimunes,    cardiovasculares e metab&oacute;licas, como obesidade e hipertens&atilde;o<sup>37</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>C&aacute;lcio</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O c&aacute;lcio,    mineral mais comum no organismo humano, &eacute; essencial para a mineraliza&ccedil;&atilde;o    de ossos e dentes; &eacute; cofator da cascata de coagula&ccedil;&atilde;o sangu&iacute;nea;    atua na transmiss&atilde;o nervosa, contra&ccedil;&atilde;o muscular e tamb&eacute;m    na libera&ccedil;&atilde;o da insulina<sup>22</sup>. Al&eacute;m disso, para    alguns pesquisadores, esse nutriente atua na cin&eacute;tica lip&iacute;dica    adipocit&aacute;ria, sendo que o seu aumento intra-adip&oacute;cito altera o    balan&ccedil;o entre a s&iacute;ntese e a utiliza&ccedil;&atilde;o de lip&iacute;dios,    favorecendo a lipog&ecirc;nese. Estima-se que os n&iacute;veis de ingest&atilde;o    de c&aacute;lcio possam explicar as varia&ccedil;&otilde;es de 3% a 10% do peso    corporal de um indiv&iacute;duo adulto<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Santos et al.<sup>42</sup>    avaliaram 96 adolescentes p&oacute;s p&uacute;beres, com idade m&eacute;dia    de 16,6 &#177; 1,3 anos e detectaram menor consumo de c&aacute;lcio entre aqueles    com obesidade (585,2 &#177; 249,9 <i>vs</i> 692,1 &#177; 199,5mg). A ingest&atilde;o    de c&aacute;lcio foi inversamente associada com a gordura corporal e a resist&ecirc;ncia    &agrave; insulina, principalmente entre as adolescentes com excesso de peso.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em adultos australianos,    Soares et al.<sup>43</sup> verificaram contribui&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o    de c&aacute;lcio tanto para o IMC quanto para circunfer&ecirc;ncia da cintura    em homens e mulheres. Os resultados demonstraram que a ingest&atilde;o do mineral    apresentava rela&ccedil;&atilde;o inversa com a adiposidade abdominal. Loss    et al.<sup>44</sup> observaram resultados semelhantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ingest&atilde;o    de c&aacute;lcio possivelmente se encontra relacionada ao controle do peso por    diversos mecanismos. No trato intestinal, proporciona uma liga&ccedil;&atilde;o    com os &aacute;cidos graxos, limitando a sua absor&ccedil;&atilde;o. A participa&ccedil;&atilde;o    do mineral na regula&ccedil;&atilde;o da temperatura corporal e no aumento da    termog&ecirc;nese tamb&eacute;m tem sido apontada como efeito antiobesidade.    A concentra&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lcio intracelular exerce fun&ccedil;&atilde;o    importante em v&aacute;rios processos metab&oacute;licos, influenciando a concentra&ccedil;&atilde;o    de horm&ocirc;nios como o paratorm&ocirc;nio e a vitamina D. A baixa ingest&atilde;o    deste mineral proporciona aumento dos n&iacute;veis s&eacute;ricos de vitamina    D e paratorm&ocirc;nio, promovendo o influxo de c&aacute;lcio no adip&oacute;cito    e consequente aumento da lipog&ecirc;nese e redu&ccedil;&atilde;o da lip&oacute;lise<sup>45</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Zinco</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O zinco &eacute;    um mineral essencial que est&aacute; envolvido com o crescimento, o sistema    imunol&oacute;gico e a cogni&ccedil;&atilde;o<sup>22</sup>. Suas fun&ccedil;&otilde;es    t&ecirc;m sido agrupadas em estrutural - dando suporte para manuten&ccedil;&atilde;o    da forma e disposi&ccedil;&atilde;o espacial das enzimas e de prote&iacute;nas,    fun&ccedil;&atilde;o enzim&aacute;tica -, manuten&ccedil;&atilde;o do balan&ccedil;o    &aacute;cidob&aacute;sico do sangue e atividades catal&iacute;ticas de enzimas,    e fun&ccedil;&atilde;o reguladora - atua&ccedil;&atilde;o na atividade dos neur&ocirc;nios    e na mem&oacute;ria<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A defici&ecirc;ncia    de zinco moderada e grave tem sido cada vez mais detectada, principalmente nos    pa&iacute;ses em desenvolvimento, onde estudos bem delineados t&ecirc;m mostrado    a sua import&acirc;ncia cl&iacute;nica, em que se observa retardo no crescimento,    diarr&eacute;ia, pneumonia, mal&aacute;ria e desenvolvimento cerebral prejudicado<sup>46</sup>.    Uma revis&atilde;o de literatura realizada por Cozzolino<sup>47</sup> denotou    maior preval&ecirc;ncia de insufici&ecirc;ncia de zinco entre crian&ccedil;as    com obesidade (48% <i>vs</i> 9,5% entre as crian&ccedil;as eutr&oacute;ficas).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">S&aacute;nchez    et al.<sup>18</sup> avaliaram uma popula&ccedil;&atilde;o adulta do sul da Espanha    e verificaram inadequa&ccedil;&atilde;o de zinco e ferro em 56,45% e 22,45%    da amostra, respectivamente. As concentra&ccedil;&otilde;es plasm&aacute;ticas    de zinco apresentavam-se inferiores aos valores de refer&ecirc;ncia em 17,8%    da popula&ccedil;&atilde;o e foram relacionadas de maneira inversa com idade    e IMC (p &lt; 0,001). Achados semelhantes foram descritos por Marreiro et al.<sup>48</sup>    com 44 crian&ccedil;as e adolescentes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; evid&ecirc;ncias    de que a participa&ccedil;&atilde;o do zinco estimula a atividade do receptor    de insulina tirosina quinase, que, posteriormente, por meio do est&iacute;mulo    p&oacute;s-receptor, parece aumentar a transloca&ccedil;&atilde;o dos transportadores    de glicose dos seus s&iacute;tios intracelulares para a membrana plasm&aacute;tica.    Associado a esse fato, muitos estudos t&ecirc;m demonstrado que as concentra&ccedil;&otilde;es    de zinco no plasma, nos eritr&oacute;citos e no soro de indiv&iacute;duos obesos    est&atilde;o diminu&iacute;das, e que a suplementa&ccedil;&atilde;o com esse    mineral reduz a resist&ecirc;ncia &agrave; insulina<sup>49</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Adicionalmente,    sugere-se uma interrela&ccedil;&atilde;o do mineral com a concentra&ccedil;&atilde;o    de leptina, horm&ocirc;nio relacionado &agrave; saciedade. Em indiv&iacute;duos    com n&iacute;veis inadequados de zinco, a concentra&ccedil;&atilde;o de leptina    &eacute; reduzida. A suplementa&ccedil;&atilde;o de zinco proporciona aumento    na produ&ccedil;&atilde;o de interleucina 2 e fator de necrose tumoral-TNF</font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">,    sendo estes relacionados ao aumento da produ&ccedil;&atilde;o de leptina<sup>50</sup>.    Entretanto, ainda n&atilde;o est&aacute; claro se este mineral controla a concentra&ccedil;&atilde;o    de leptina direta ou indiretamente por meio do aumento dos marcadores. Os poss&iacute;veis    mecanismos da associa&ccedil;&atilde;o entre os micronutrientes e o excesso    de peso encontram-se sintetizados no <a href="#q2">Quadro 2</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="q2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/08q2.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&otilde;es</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O incremento do    excesso de peso e da obesidade na popula&ccedil;&atilde;o mundial adulta &eacute;    considerado atualmente um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica e pode se    associar as transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no campo social, demogr&aacute;fico,    cultural e de sa&uacute;de nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Essas modifica&ccedil;&otilde;es    favoreceram a ado&ccedil;&atilde;o de novos modos de vida, incluindo o consumo    excessivo de alimentos industrializados e o consumo insuficiente de frutas,    legumes e verduras, contribuindo para as inadequa&ccedil;&otilde;es de micronutrientes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As evid&ecirc;ncias    aqui apontadas demonstraram que muitos micronutrientes - vitaminas A, C, E e    D , c&aacute;lcio e zinco - est&atilde;o envolvidos em processos metab&oacute;licos    e end&oacute;crinos importantes no que diz respeito &agrave; g&ecirc;nese/controle    do excesso de peso. Por este motivo, a ingest&atilde;o diet&eacute;tica adequada    torna-se fundamental como fator de prote&ccedil;&atilde;o para ocorr&ecirc;ncia    de obesidade e outras DANT.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, a promo&ccedil;&atilde;o    de h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis por meio de pr&aacute;ticas educativas    se faz necess&aacute;ria para maior conscientiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o    sobre alimenta&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida. A associa&ccedil;&atilde;o    direta entre consumo de micronutrientes, h&aacute;bitos saud&aacute;veis e melhor    qualidade de vida denota que estes necessitam ser componentes priorit&aacute;rios    nas estrat&eacute;gias de Sa&uacute;de P&uacute;blica, a fim de deter o avan&ccedil;o    da obesidade e suas complica&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Kac G, Vel&aacute;squez-Mel&eacute;ndez    G. A transi&ccedil;&atilde;o nutricional e a epidemiologia da obesidade na Am&eacute;rica    Latina. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2003; 19(1): 4-52. Brasil. A Lei n&#186;.    11.346, de 15 de setembro de 2006, cria o Sistema Nacional de Seguran&ccedil;a    Alimentar e Nutricional - SISAN, com vistas a assegurar o direito humano &agrave;    alimenta&ccedil;&atilde;o adequada e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Di&aacute;rio    Oficial da Uni&atilde;o 2006; 18 set.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969588&pid=S1415-790X201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Popkin BM. The    nutrition transition and obesity in the developing world. <i>J Nutr</i> 2001;    131: 871S-3S.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969590&pid=S1415-790X201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Instituto Brasileiro    de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>Pesquisa de Or&ccedil;amentos Familiares    2002-2003: An&aacute;lise da disponibilidade domiciliar de alimentos e do estado    nutricional no Brasil</i>. Rio de Janeiro. IBGE; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969592&pid=S1415-790X201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Instituto Brasileiro    de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>Pesquisa de Or&ccedil;amentos Familiares    2008-2009: Antropometria e Estado nutricional de crian&ccedil;as, adolescentes    e adultos no Brasil</i>. Rio de Janeiro. IBGE; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969594&pid=S1415-790X201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Secretaria    de Gest&atilde;o Estrat&eacute;gica e Participativa. <i>Vigitel Brasil 2008:    vigil&acirc;ncia de fatores de risco e prote&ccedil;&atilde;o para doen&ccedil;as    cr&ocirc;nicas por inqu&eacute;rito telef&ocirc;nico</i>. Bras&iacute;lia; 2009.    39p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969596&pid=S1415-790X201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Monteiro CA,    Mondini L, Costa, RBL. Mudan&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o e adequa&ccedil;&atilde;o    nutricional da dieta familiar nas &aacute;reas metropolitanas do Brasil (1988-1996).    <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2000; 34(3): 251-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969598&pid=S1415-790X201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. World Health    Organization. <i>Diet, nutrition and prevention of chronic diseases: report    of a joint WHO/FAO expert consultation</i>. Geneva; 2002.11p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969600&pid=S1415-790X201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Instituto Brasileiro    de Geografia e Estat&iacute;stica - IBGE. <i>Pesquisa de or&ccedil;amentos familiares    2002-2003: primeiros resultados: Brasil e grandes regi&otilde;es.</i> Rio de    Janeiro: IBGE, Coordena&ccedil;&atilde;o de &Iacute;ndices de Pre&ccedil;os    2004. 276 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969602&pid=S1415-790X201200010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. World Health    Report 2001: <i>Reducing risks, promoting healthy life</i>. Geneva: World Health    Organization; 2001. p. 7-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969604&pid=S1415-790X201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Pinheiro MM,    Schuch NJ, Genaro PS, Ciconelli RM, Ferraz MB, Martini LA. Nutrient intakes    related to osteoporotic fractures in men and women: The Brazilian Osteoporosis    Study (BRAZOS). <i>Nutr J</i> 2009: 1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969606&pid=S1415-790X201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Majem SL et    al. Trends in energy and nutrient intake and risk of inadequate intakes in Catalonia,    Spain (1992-2003). <i>Public Health Nutrition</i> 2007; 10(11A), 1354-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969608&pid=S1415-790X201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. World Health    Organization. <i>The world health report 2002: reducing risks, promoting healthy    life</i>. Geneva; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969610&pid=S1415-790X201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Azadbakht L,    Esmaillzadeh A. Dietary and non-dietary determinants of central adiposity among    Tehrani women. <i>Public Health Nutrition</i> 2007; 1(5): 528-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969612&pid=S1415-790X201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Lopes ACS,    Caiaffa WT, Sichieri R, Mingoti SA, Lima-Costa MF. Consumo de nutrientes em    adultos e idosos em estudo de base populacional: Projeto Bambu&iacute;. <i>Cad    Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2005; 21(4): 1201-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969614&pid=S1415-790X201200010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Vel&aacute;squez-Mel&eacute;ndez    G, Martins IS, Cervato AM, Forn&eacute;s NS, Marucci MFN. Consumo alimentar    de vitaminas e minerais em adultos residentes em &aacute;rea metropolitana de    S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1997; (31):    157-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969616&pid=S1415-790X201200010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Abreu WC, Franceschini    SCC, Tinoco ALA, Pereira CAS, Silva MMS. Inadequa&ccedil;&atilde;o no consumo    alimentar e fatores interferentes na ingest&atilde;o energ&eacute;tica de idosos    matriculados no programa municipal da terceira idade de Vi&ccedil;osa (MG).    <i>Rev Baiana de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> maio/agos 2008; 32(2): 190-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969618&pid=S1415-790X201200010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Suliburska    J et al. Dietary Intake and Serum and Hair Concentrations of Minerals and their    Relationship with Serum Lipids and Glucose Levels in Hypertensive and Obese    Patients with Insulin Resistance. <i>Biol Trace Elem</i> Res 2011; 139: 137-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969620&pid=S1415-790X201200010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. S&aacute;nchez    C, Jurado LM, Planells E, Llopis J, Aranda P. Assessment of iron and zinc intake    and related biochemical parameters in an adult Mediterranean population from    southern Spain: influence of lifestyle factor. <i>J Nutr Biochem</i> 2009; 20:    125-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969622&pid=S1415-790X201200010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Rodrigu&eacute;z    RE et al. Vitamin D in Overweight/Obese Women and Its Relationship With Dietetic    and Anthropometric Variables. <i>Obesity</i> 2009; 17: 778-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969624&pid=S1415-790X201200010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Canoy D et    al. Plasma ascorbic acid concentrations and fat distribution in 19.068 British    men and women in the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition    Norfolk cohort study. <i>Am J ClinNutr</i> 2005; 82: 1203-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969626&pid=S1415-790X201200010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Lagunova Z    et al. Serum 25-Hydroxyvitamin D Is a Predictor of Serum 1.25-Dihydroxyvitamin    D in Overweight and Obese Patients. <i>J Nutr</i> 2011; 141: 112-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969628&pid=S1415-790X201200010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Fisberg M et    al. <i>O papel dos nutrientes no crescimento e desenvolvimento infantil</i>.S&atilde;o    Paulo: SARVIER; 2008. 186p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969630&pid=S1415-790X201200010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Montilla RNG,    Marucci MFN, Aldrighi JM. Avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional e do    consumo alimentar de mulheres no climat&eacute;rio. <i>Rev Assoc Med Bras</i>    2003; 49(1): 91-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969632&pid=S1415-790X201200010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Chaves GV et    al. Non-alcoholic Fatty Liver Disease and Its Relationship with the Nutritional    Status of Vitamin A in Individuals with Class III Obesity. <i>Obes Surg</i>    2008; 18: 378-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969634&pid=S1415-790X201200010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Barretero JIB    et al. Retinol and </font><font size="2">&#945;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">-Tocopherol    in Morbid Obesity and Nonalcoholic Fatty Liver Disease. <i>Obes Surg</i> 2010;    20: 69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969636&pid=S1415-790X201200010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Zimmermann    MB. IInteractions of vitamin A and iodine deficiencies: effects on the pituitary-thyroid    axis. <i>Int J Vitam Nutr Res</i> 2007; 77(3): 236-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969638&pid=S1415-790X201200010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Schupp M et    al. ProcRetinol saturase promotes adipogenesis and is downregulated in obesity.    <i>Natl Acad Sci USA</i> 2009; 106(4): 1105-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969640&pid=S1415-790X201200010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Mills JP; Furr    HC; Tanumihardjo AS. Retinol to retinol-binding protein (RBP) is low in obese    adults due to elevated apo-RBP. <i>Exp Biol Med</i> 2008; 233(10): 1255-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969642&pid=S1415-790X201200010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Fernandes M,    Paes C, Nogueira C, Souza G, Aquino L, Borges F et al. Perfil de consumo de    nutrientes antioxidantes em pacientes com s&iacute;ndromemetab&oacute;lica/Profile    of antioxidant nutrient intake in patients with metabolic syndrome. <i>Rev Ci&ecirc;nc    M&eacute;dica</i> 2007; 16(4/6): 209-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969644&pid=S1415-790X201200010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Ramalho RA,    Braun F, Gomes AIS, Taveira M, Souza LB, Ribeiro BG. Lipid profile and consumption    of dietary antioxidants in overweight and obese individuals, users of the health    promotion center - Petrobr&aacute;s, Rio de Janeiro, Brazil. <i>Clin Nutr</i>    2004; 23(4): 1005-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969646&pid=S1415-790X201200010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. NeumannAICP,ShirassuMM,    FisbergRM<sup>.</sup>Consumo de alimentos de risco e prote&ccedil;&atilde;o    para doen&ccedil;as cardiovasculares entre funcion&aacute;rios p&uacute;blicos.    <i>Rev Nutr</i> 2006; 19(1): 19-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969648&pid=S1415-790X201200010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Harding A,    Wareham NJ, Bingham SA, Khaw K, Luben R, Welch A et al. Plasma vitamin C level,    fruit and vegetable consumption, and the risk of new-onset type 2 diabetes mellitus.    The European Prospective Investigation of Cancer-Norfolk Prospective Study.    <i>Arch Intern Med</i> 2008; 168(14): 1493-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969650&pid=S1415-790X201200010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Holt EM, Steffen    LM, Moran A, Basu S, Steinberger J, Ross JA et al. Fruit and vegetable consumption    and its relation to markers of inflammation and oxidative stress in adolescents.    <i>J Am Diet Assoc</i> 2009; 109(3): 414-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969652&pid=S1415-790X201200010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Fredrikson    GN et al. Association Between Diet, Lifestyle, Metabolic Cardiovascular Risk    Factors and Plasma C Reactive Protein Levels. <i>Metabolism</i> 2004; 53(11):    1436-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969654&pid=S1415-790X201200010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Jonsthon CS    et al. Plasma Vitamin C Is Inversely Related to Body Mass Index and Waist Circumference    but Not to Plasma Adiponectin in Nonsmoking Adults. <i>J Nutr Washington</i>    2007; 137(7): 1757-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969656&pid=S1415-790X201200010000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Su X, Zemel    MB. 1alpha, 25-dihydroxyvitamin D and corticosteroid regulate adipocyte nuclear    vitamin D receptor. <i>Int J Obes</i> (Lond) 2008; 32(8): 1305-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969658&pid=S1415-790X201200010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Forrest KYZ,    Stuhldreher WL. Prevalence and correlates of vitamin D deficiency in US adults.    <i>Nutr Res</i> 2011; 31: 48-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969660&pid=S1415-790X201200010000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Peters BSE,    dos Santos LC, Fisberg M, Wood RJ, Martini LA. Prevalence of Vitamin D Insufficiency    in Brazilian Adolescents. <i>Ann Nutr Metab 2009; 54: 15-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969662&pid=S1415-790X201200010000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>39. P</i>eterlik    M, Boonen S, Cross HS, Lamberg-AllardtC. Vitamin D and Calcium Insufficiency-Related    Chronic Diseases: an Emerging World-Wide Public Health Problem. <i>Int J Environ    Res Public Health</i> 2009; 6(10): 2585-607.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969664&pid=S1415-790X201200010000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Schuch NJ,    Garcia VC, Martini LA. Vitamina D e doen&ccedil;as endocrinometab&oacute;licas.    <i>Arq Bras Endocrinol Metab</i> 2009; 53(5): 625-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969666&pid=S1415-790X201200010000800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Snijder MB,    van Dam RM, Visser M, Deeg DJH, Dekker JM, Bouter LM et al. Adiposity in relation    to vitamin D status and parathyroid hormone levels: a population-based study    in older men and women. <i>J Clin Endocrinol Metab</i> 2005; 90: 4119-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969668&pid=S1415-790X201200010000800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. S<i>antos LC,    Cintra IP, Fisberg M, Martini LA. Ingest&atilde;o de c&aacute;lcio e indicadores    antropom&eacute;tricos entre adolescentes. Rev Nutr Campinas 2007; 20(3): 275-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969670&pid=S1415-790X201200010000800042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>43. Soares MJ,    Binns C, Lester L. Higher intakes of calcium are associated with lower BMI and    waist circumference in Australian adults: an examination of the 1995 National    Nutrition Survey. Asia Pac Clin Nutr 2004; 13: 585.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969672&pid=S1415-790X201200010000800043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>44. Loos RJ,    RankinenT, Leon AS, Skinner JS, Wilmore JH, Rao DC, Bouchard C. Calcium intake    is associated with adiposity in Black and White woman of the Heritage Family    Study. J Nutr 2004; 134(7): 1772-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969674&pid=S1415-790X201200010000800044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>45. Zemel MB,    Thompson W, Milstead A, Morris K, Campbell P. Calcium and dairy acceleration    of weight and fat loss during energy restriction in obese adults. Obes Res 2004;    12( 4): 582-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969676&pid=S1415-790X201200010000800045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>46. H</i>ambidge    M. Human zinc deficiency. <i>J Nutr</i> 2000; 130S: 1344-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969678&pid=S1415-790X201200010000800046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Cozzolino SMF.    Defici&ecirc;ncias de minerais. <i>Estudos Avan&ccedil;ados</i> 2007; 21(60):    119-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969680&pid=S1415-790X201200010000800047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">48. Marreiro DN,    Fisberg M, Cozzolino SMF. Zinc Nutritional Status and Its Relationship with    Hyperinsulinemia in Obese Children and Adolescents. <i>Biol Trace Elem Res</i>    2004; 100: 137-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969682&pid=S1415-790X201200010000800048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">49. Marreiro DN,    Fisberg M, Cozzolino SMF. Zinc nutritional status in obese children and adolescents.    <i>Biol Trace Elem Res</i> 2002; 86(2):107-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969684&pid=S1415-790X201200010000800049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">50. Marreiro DN.    <i>Efeito da suplementa&ccedil;&atilde;o com zinco na resist&ecirc;ncia &agrave;    insulina em mulheres obesas</i> &#91;tese de doutorado&#93;.S&atilde;o Paulo:    Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas - USP; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1969686&pid=S1415-790X201200010000800050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Luana Caroline dos Santos    <br>   Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Sa&uacute;de P&uacute;blica    <br>   Escola de Enfermagem    <br>   Universidade Federal de Minas Gerais    <br>   Avenida Professor Alfredo Balena, n&#186; 190, 4&#186; andar, Sala 420    <br>   Belo Horizonte, MG CEP 30130-100    <br>   Email: <a href="mailto:luanacs@ig.com.br">luanacs@ig.com.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 22/03/11    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 01/10/11    <br>   Aprovado em: 25/11/11</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ERRATA </b> CORRECTION</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Consumo de micronutrientes  e excesso de peso: existe rela&ccedil;&atilde;o?</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Micronutrient    consumption and overweight: Is there a relationship?</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Volume 15, n&uacute;mero    1, mar&ccedil;o/2012, P&aacute;gina 89:</b> </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Onde se l&ecirc;:</font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/21q01a.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O correto &eacute;:</font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/21q01b.jpg"></p>     ]]></body>
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