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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva ]]></publisher-name>
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<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1415-790X2012000100012</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade da informação sobre mortalidade numa coorte de diabéticos - Estado do Rio de Janeiro, 2000 a 2003]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: The aim of this study was to demonstrate the quality of the National Mortality Information System (SIM) in a special cohort of inpatients submitted to lower limb amputation (LLA) as a result of diabetes mellitus (DM), and compare the mortality pattern by causes for the cohort and for the population base of the State of Rio de Janeiro, from 2000 to 2003. METHODS: Data were generated from the linkage of the National Hospital Admittance Authorization - SIH-SUS (2000) and SIM (2000-2003) databases. Individuals under 30 years were excluded from the study, and deaths due to violent causes were also excluded in order to analyze the mention of DM as cause of death. Analyses of causes of death were conducted both in the cohort and the population base. Quality markers of SIM in the cohort were the frequency of mention of diabetes mellitus in the death certificate and the proportion of deaths classified as non-specific causes of death, and non-specific causes of death in the population base. RESULTS: 38.0% in the special cohort (n = 977) died during the four years following LLA as a result of diabetes mellitus (DM), and 49.1% of these deaths occurred during the first year. Endocrine, nutritional metabolic (41.5%), and cardiovascular diseases (28.5%), and non-specific causes of death (8.1%) were the main underlying causes of death (UC). DM was mentioned as UC for 41.0%, as a sequential cause for 1.6%, and as contributive cause for 10.0%, among the other natural underlying causes of death besides DM on death certificates. Non-specific underlying causes of death accounted for 11.8% of death certificates in the population base. CONCLUSIONS: The high risk of death, the causes of death and the underreporting of DM on death certificates of adults with diabetes were similar to other population-based mortality studies. In the special cohort, the quality of the causes of death on certificates was considered bad. The improvement in the reliability of cause-of-death depends on the ability of physicians to register, and of healthcare facilities to codify correctly the causes of death on death certificates. The method (linkage of data and multiple causes of death) applied in this study to qualify death information was efficient and effective.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Qualidade    da informa&ccedil;&atilde;o sobre mortalidade numa coorte de diab&eacute;ticos    - Estado do Rio de Janeiro, 2000 a 2003<a href="#back"><sup>*</sup></a></b>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Quality of mortality    information in a diabetes cohort - State of Rio de Janeiro, 2000 to 2003</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Angela Maria    Casc&atilde;o<sup>I, II</sup>; Ant&ocirc;nio Jos&eacute; Leal Costa<sup>III</sup>;    Pauline Lorena Kale<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Assessoria    de Dados Vitais da Secretaria de Sa&uacute;de do Estado do Rio de Janeiro (SVS/    SES-RJ)    <br>   <sup>II</sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de    Coletiva do Instituto de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Federal    do Rio de Janeiro (IESC-UFRJ)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Instituto de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade    Federal do Rio de Janeiro (IESC-UFRJ)</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><B>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>    Avaliar a qualidade do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade    (SIM) em uma coorte especial de pacientes hospitalizados pelo Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de (SIH-SUS) que sofreram amputa&ccedil;&atilde;o de membros inferiores    (AMI) devido ao diabetes <i>mellitus</i> (DM) em 2000, e comparar a mortalidade    por causas da coorte com a da base populacional do Estado do Rio de Janeiro    (ERJ) de 2000 a 2003.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Os dados foram gerados a partir do relacionamento entre    as bases de dados do SIH-SUS (2000) e do SIM (2000-2003). Foram exclu&iacute;dos    os registros de indiv&iacute;duos com menos de 30 anos e para an&aacute;lise    de men&ccedil;&atilde;o de DM, &oacute;bitos por causa b&aacute;sica (CB) n&atilde;o    natural. A mortalidade foi analisada segundo causas da coorte especial e da    base populacional. Os marcadores de qualidade do SIM na coorte foram a propor&ccedil;&atilde;o    de causas mencionadas de morte por DM e a propor&ccedil;&atilde;o de CB mal    definidas (MD) e, na base populacional, apenas o &uacute;ltimo.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> 38,0% dos indiv&iacute;duos da coorte (n = 977) morreram    nos quatro anos subsequentes &agrave; AMI devido ao DM, sendo que 49,1% desses    no primeiro ano. As doen&ccedil;as end&oacute;crinas, nutricionais e metab&oacute;licas    (41,5%), do aparelho circulat&oacute;rio (28,5%) e as causas MD (8,1%) foram    as primeiras CB de morte. O DM foi mencionado 41,0% como CB, 1,6% como causa    consequencial e 10,0% como contribuinte entre os &oacute;bitos pelas demais    CB naturais nas declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bito. Na base populacional,    a mortalidade proporcional por causas MD foi 11,8% .    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> O elevado risco de morte, o perfil de causas de morte    e a sub-declara&ccedil;&atilde;o do DM no atestado de &oacute;bito dos diab&eacute;ticos    tiveram resultados semelhantes aos de outros estudos de base populacional. A    qualidade da certifica&ccedil;&atilde;o das causas de morte preenchidas nas    declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bito da coorte especial foi considerada    ruim. &Eacute; necess&aacute;rio um grande investimento para melhorar a qualidade    da certifica&ccedil;&atilde;o das causas de mortes com o correto preenchimento    do atestado de &oacute;bito pelos m&eacute;dicos e da codifica&ccedil;&atilde;o    das causas de morte e sele&ccedil;&atilde;o da CB pelos t&eacute;cnicos dos    servi&ccedil;os de sa&uacute;de. A metodologia desenvolvida neste estudo visando    qualificar o SIM (relacionamento de base de dados e causas m&uacute;ltiplas    de morte) mostrou-se efetiva e eficiente.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Mortalidade. Classifica&ccedil;&atilde;o da causa de morte. Causa m&uacute;ltipla.    Qualidade da informa&ccedil;&atilde;o. Interna&ccedil;&atilde;o. Diabetes <i>mellitus</i>.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE:</b>    The aim of this study was to demonstrate the quality of the National Mortality    Information System (SIM) in a special cohort of inpatients submitted to lower    limb amputation (LLA) as a result of diabetes <i>mellitus</i> (DM), and compare    the mortality pattern by causes for the cohort and for the population base of    the State of Rio de Janeiro, from 2000 to 2003.    <br>   <b>METHODS:</b> Data were generated from the linkage of the National Hospital    Admittance Authorization&nbsp;- SIH-SUS (2000) and SIM (2000-2003) databases.    Individuals under 30 years were excluded from the study, and deaths due to violent    causes were also excluded in order to analyze the mention of DM as cause of    death. Analyses of causes of death were conducted both in the cohort and the    population base. Quality markers of SIM in the cohort were the frequency of    mention of diabetes <i>mellitus</i> in the death certificate and the proportion    of deaths classified as non-specific causes of death, and non-specific causes    of death in the population base.    <br>   <b>RESULTS:</b> 38.0% in the special cohort (n = 977) died during the four years    following LLA as a result of diabetes <i>mellitus</i> (DM), and 49.1% of these    deaths occurred during the first year. Endocrine, nutritional metabolic (41.5%),    and cardiovascular diseases (28.5%), and non-specific causes of death (8.1%)    were the main underlying causes of death (UC). DM was mentioned as UC for 41.0%,    as a sequential cause for 1.6%, and as contributive cause for 10.0%, among the    other natural underlying causes of death besides DM on death certificates. Non-specific    underlying causes of death accounted for 11.8% of death certificates in the    population base.    <br>   <b>CONCLUSIONS:</b> The high risk of death, the causes of death and the underreporting    of DM on death certificates of adults with diabetes were similar to other population-based    mortality studies. In the special cohort, the quality of the causes of death    on certificates was considered bad. The improvement in the reliability of cause-of-death    depends on the ability of physicians to register, and of healthcare facilities    to codify correctly the causes of death on death certificates. The method (linkage    of data and multiple causes of death) applied in this study to qualify death    information was efficient and effective.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    Mortality. Underlying cause of death. Quality of information. Multiple causes    of death. Hospitalization. Diabetes <i>mellitus</i>.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A descri&ccedil;&atilde;o    do perfil de mortalidade de uma popula&ccedil;&atilde;o orienta a aplica&ccedil;&atilde;o    de medidas preventivas espec&iacute;ficas e de recursos de sa&uacute;de com    base no perfil epidemiol&oacute;gico<sup>1</sup>. A correta certifica&ccedil;&atilde;o    e codifica&ccedil;&atilde;o das causas de morte s&atilde;o imprescind&iacute;veis    para assegurar a confiabilidade dos dados de mortalidade<sup>2</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre as metodologias    para an&aacute;lise da confiabilidade das informa&ccedil;&otilde;es sobre mortalidade    encontram-se o tradicional indicador de mortalidade proporcional por causas    mal definidas (causas que s&atilde;o declaradas como "sintomas", "sinais", ou    pelas express&otilde;es "causa indeterminada", "causa ignorada", "sem assist&ecirc;ncia    m&eacute;dica" e outras similares, reunidas no cap&iacute;tulo XVIII da Classifica&ccedil;&atilde;o    Internacional de Doen&ccedil;as 10ª Revis&atilde;o - CID-10), a mortalidade    proporcional por diagn&oacute;sticos incompletos (categorias residuais dos cap&iacute;tulos    CID, causas inespec&iacute;ficas, "residuais" dentro de cada cap&iacute;tulo    de causas "bem definidas") e os estudos especiais<sup>3</sup>. Esses &uacute;ltimos    compreendem uma diversidade de metodologias, a saber: compara&ccedil;&atilde;o    dos dados da declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito (DO) com informa&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas, achados de necropsias e informa&ccedil;&otilde;es sobre a morbidade    em coortes especiais de indiv&iacute;duos com uma mesma doen&ccedil;a; relacionamento    de bancos de dados de morbidade hospitalar e mortalidade; por &uacute;ltimo,    estudos sobre causas m&uacute;ltiplas de &oacute;bito.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na metodologia    das causas m&uacute;ltiplas de morte aproveitam-se as informa&ccedil;&otilde;es    sobre todas as causas mencionadas na declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito,    permitindo retratar melhor o perfil de mortalidade<sup>4</sup>. O diabetes <i>mellitus</i>    (DM), quando mencionado no atestado m&eacute;dico de &oacute;bito, aparece com    baixa frequ&ecirc;ncia como causa b&aacute;sica, sendo em geral apresentado    como causa contribuinte (Parte II do atestado de &oacute;bito) mais em fun&ccedil;&atilde;o    do h&aacute;bito de preenchimento pelo m&eacute;dico e n&atilde;o devido &agrave;s    regras de sele&ccedil;&atilde;o da causa b&aacute;sica<sup>2,5</sup>. No estudo    sobre amputa&ccedil;&otilde;es maiores de membros inferiores em pacientes diab&eacute;ticos    ocorridos entre 1990 e 2000 no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro, observou-se    entre aqueles que evolu&iacute;ram para morte uma importante sub-declara&ccedil;&atilde;o    da doen&ccedil;a como causa b&aacute;sica no atestado de &oacute;bito<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quando ocorre o    &oacute;bito de indiv&iacute;duos diab&eacute;ticos que sofreram amputa&ccedil;&atilde;o,    espera-se encontrar declarado no item IV da declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito    - "Atestado M&eacute;dico" - informa&ccedil;&otilde;es sobre o procedimento    e/ou a doen&ccedil;a que motivou a amputa&ccedil;&atilde;o. A incapacidade resultante    e o diabetes <i>mellitus</i> dever&atilde;o estar informados na declara&ccedil;&atilde;o    de &oacute;bito. No caso de um indiv&iacute;duo diab&eacute;tico que venha a    falecer devido a outra causa, o diabetes <i>mellitus</i> deve ser informado    na declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito como causa contribuinte. Sendo assim,    em uma popula&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos que tiveram seu(s) membro(s)    inferior (es) amputado(s) devido ao diabetes <i>mellitus</i>, &eacute; de se    esperar que tais informa&ccedil;&otilde;es sejam mencionadas na declara&ccedil;&atilde;o    de &oacute;bito, resultando, portanto, em uma boa qualidade do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es    sobre Mortalidade (SIM).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As amputa&ccedil;&otilde;es    de membros inferiores devido ao diabetes <i>mellitus</i> s&atilde;o realizadas    em ambiente hospitalar. Quando estas ocorrem nos hospitais pr&oacute;prios ou    conveniados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) geram dados que "alimentam"    o Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Hospitalares (SIH-SUS). A cobertura deste    sistema de informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; universal, como a do    SIM, pois o SIH-SUS n&atilde;o incorpora as interna&ccedil;&otilde;es hospitalares    custeadas por recursos privados. Entretanto, devido &agrave; forte associa&ccedil;&atilde;o    entre a amputa&ccedil;&atilde;o de membros inferiores consequentes ao diabetes    <i>mellitus</i> e o baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico<sup>6</sup>, acredita-se    que o SIH-SUS apresente uma alta cobertura para este evento. No munic&iacute;pio    do Rio de Janeiro, no ano de 2000, 76% das amputa&ccedil;&otilde;es de membros    inferiores realizadas na rede p&uacute;blica ocorreram em pacientes diab&eacute;ticos<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    estudo foi avaliar a qualidade da certifica&ccedil;&atilde;o das causas de morte    e descrever o perfil de mortalidade por causas em uma coorte especial de indiv&iacute;duos    que sofreram amputa&ccedil;&atilde;o de membros inferiores em consequ&ecirc;ncia    do diabetes <i>mellitus</i> durante interna&ccedil;&atilde;o em estabelecimentos    de sa&uacute;de do SUS em 2000, e na base populacional, no Estado do Rio de    Janeiro, de 2000 a 2003.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os dados de mortalidade    (SIM) e de interna&ccedil;&otilde;es (SIH-SUS) foram obtidos na Secretaria de    Sa&uacute;de do Estado do Rio de Janeiro (SVS/ SES-RJ). A fonte de dados populacionais    em 2000 foi o IBGE, a partir do Censo Demogr&aacute;fico de 2000, e para os    demais anos a partir de estimativas populacionais<sup>8</sup>. As informa&ccedil;&otilde;es    de morbi-mortalidade e populacionais restringiram-se &agrave; faixa et&aacute;ria    de 30 anos ou mais, devido &agrave; baixa frequ&ecirc;ncia de &oacute;bitos    com men&ccedil;&atilde;o de DM nas faixas et&aacute;rias abaixo de 30 anos<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O banco de dados    da coorte especial de diab&eacute;ticos resultou do relacionamento probabil&iacute;stico    das bases de dados de pacientes cuja interna&ccedil;&atilde;o hospitalar foi    devida ao procedimento para amputa&ccedil;&atilde;o de membro inferior (AMI)    consequente ao DM (campos "diagn&oacute;stico principal" ou "secund&aacute;rio"    preenchidos com os c&oacute;digos E10.0 a E14.9 do Cap&iacute;tulo IV - Doen&ccedil;as    End&oacute;crinas, Nutricionais e Metab&oacute;licas - CID-10)<u><sup>9</sup></u>    em 2000, e de &oacute;bitos de residentes no estado do Rio de Janeiro (ERJ)    no per&iacute;odo de 2000 a 2003. As vari&aacute;veis utilizadas para o relacionamento    das bases de dados foram nome e data do nascimento do falecido. Do total de    977 interna&ccedil;&otilde;es por AMI consequentes ao DM informadas foram relacionados    369 registros de mortalidade. A descri&ccedil;&atilde;o detalhada sobre o relacionamento    das bases de dados encontra-se em outra publica&ccedil;&atilde;o<u><sup>10</sup></u>.    O per&iacute;odo de observa&ccedil;&atilde;o de at&eacute; quatro anos ap&oacute;s    a amputa&ccedil;&atilde;o de membros inferiores para detec&ccedil;&atilde;o    do &oacute;bito correspondeu &agrave; sobrevida m&aacute;xima estimada para    pacientes diab&eacute;ticos submetidos &agrave; AMI na cidade do Rio de Janeiro<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A mortalidade espec&iacute;fica    devido ao diabetes <i>mellitus</i> foi analisada seguindo-se a metodologia de    causas m&uacute;ltiplas. O Modelo Internacional de Certificado M&eacute;dico    da Causa de Morte da declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito (Atestado de &Oacute;bito    - AO) consta de duas partes. Na parte I, a causa b&aacute;sica de morte deve    ser informada na &uacute;ltima linha e as causas consequenciais (doen&ccedil;as    relacionadas com a cadeia de acontecimentos patol&oacute;gicos que levaram diretamente    &agrave; morte, sendo a &uacute;ltima causa consequencial informada denominada    de causa terminal) nas demais linhas; na parte II devem ser registradas as afec&ccedil;&otilde;es    contribuintes para a ocorr&ecirc;ncia do &oacute;bito (afec&ccedil;&otilde;es    que agravaram o estado de sa&uacute;de do indiv&iacute;duo, embora n&atilde;o    participem da rela&ccedil;&atilde;o causal entre as causas b&aacute;sica e terminal).    Excetuando-se a causa b&aacute;sica, todas as demais causas declaradas nas partes    I e II (consequenciais e contribuintes) s&atilde;o denominadas causas associadas<sup>9</sup>.    Laurenti e Buchalla<sup>11</sup> apresentam novas propostas para as defini&ccedil;&otilde;es    de causas m&uacute;ltiplas que, por n&atilde;o terem sido incorporadas na CID,    n&atilde;o ser&atilde;o adotadas no presente estudo. Foi considerada men&ccedil;&atilde;o    de DM ou causa m&uacute;ltipla de DM (morrer com DM) sempre que este diagn&oacute;stico    foi informado na declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O risco de morte    e a distribui&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por causas da coorte especial    foram comparados com os da base populacional residente no ERJ, de 2000 a 2003.    Foram calculados os coeficientes anuais de mortalidade geral padronizados por    sexo e idade (popula&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o do ERJ no per&iacute;odo    de 2000 a 2003), por mil habitantes, e a mortalidade proporcional segundo causa    b&aacute;sica (cap&iacute;tulos da CID-10)<u><sup>9</sup></u>. A mortalidade    proporcional segundo causa b&aacute;sica e a propor&ccedil;&atilde;o de men&ccedil;&atilde;o    de DM foram calculadas para a coorte especial e a base populacional (residentes    do ERJ de 2000 a 2003). Foram descritas as principais causas espec&iacute;ficas    de morte segundo sexo por cap&iacute;tulo da CID-10 de maior frequ&ecirc;ncia.    Para an&aacute;lise da men&ccedil;&atilde;o de DM no AO foram exclu&iacute;dos    aqueles cujas causas b&aacute;sicas de morte foram classificadas como n&atilde;o    naturais ou causas externas (Cap&iacute;tulo XX - Causas Externas de Morbidade    e de Mortalidade - CID-10), pois com alguma frequ&ecirc;ncia para os &oacute;bitos    por causas externas, os m&eacute;dicos legistas declaram somente a natureza    das les&otilde;es e n&atilde;o as circunst&acirc;ncias dos acidentes ou viol&ecirc;ncias,    que s&atilde;o as reais causas b&aacute;sicas<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os marcadores de    qualidade do SIM na coorte estudada corresponderam &agrave;s propor&ccedil;&otilde;es    de &oacute;bitos com men&ccedil;&atilde;o de DM e por causas mal definidas ou    indeterminadas (casos em que houve assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, mas n&atilde;o    foi poss&iacute;vel determinar a causa b&aacute;sica de morte ou o m&eacute;dico    declarou apenas um sintoma ou sinal, e aqueles em que n&atilde;o houve assist&ecirc;ncia    m&eacute;dica)<sup>13</sup>, reunidas no cap&iacute;tulo XVIII - Sintomas, Sinais    e Achados Anormais de Exames Cl&iacute;nicos e de Laborat&oacute;rio n&atilde;o    Classificados em outra Parte- CID-10 (MD). Esse &uacute;ltimo marcador de qualidade    do SIM tamb&eacute;m foi calculado para a base populacional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dos 977 indiv&iacute;duos    da coorte de pacientes com 30 anos ou mais internados (SIH-SUS) que sofreram    AMI consequentes ao DM em 2000, aproximadamente 38,0% (369) evolu&iacute;ram    para &oacute;bito at&eacute; o final de 2003, e cerca de metade dessas mortes    (49,1%) ocorreram no primeiro ano subsequente &agrave; amputa&ccedil;&atilde;o.    O coeficiente de mortalidade geral padronizado por sexo e idade, por mil habitantes,    da coorte especial (309,3) foi cerca de 22 vezes o da base populacional do ERJ    (13,8) no per&iacute;odo de 2000 a 2003.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na coorte especial    predominaram os &oacute;bitos por doen&ccedil;as end&oacute;crinas, nutricionais    e metab&oacute;licas (cap&iacute;tulo IV: 41,5%), sendo o DM a causa respons&aacute;vel    por 149 (97,4%) desses &oacute;bitos (principalmente o DM n&atilde;o especificado    com complica&ccedil;&otilde;es circulat&oacute;rias, independentemente do sexo    - c&oacute;digo E14.5). Os &oacute;bitos por doen&ccedil;as do aparelho circulat&oacute;rio    (cap&iacute;tulo IX) ocuparam a segunda posi&ccedil;&atilde;o (28,5%), predominando    o infarto agudo do mioc&aacute;rdio n&atilde;o especificado (c&oacute;digo I21.9)    entre os homens e o acidente vascular cerebral n&atilde;o especificado como    hemorr&aacute;gico ou isqu&ecirc;mico (c&oacute;digo I64) entre as mulheres.    Na terceira posi&ccedil;&atilde;o do <i>ranking</i> estiveram os &oacute;bitos    por causas mal definidas (cap&iacute;tulo XVIII: 8,1%), dos quais 90,0% foram    devidos a "outras causas mal definidas", "n&atilde;o especificadas" ou "desconhecidas    de morte" (c&oacute;digo R99) para ambos os sexos. Entre os &oacute;bitos por    doen&ccedil;as do aparelho respirat&oacute;rio (cap&iacute;tulo X: 5,4%), quarta    posi&ccedil;&atilde;o no <i>ranking,</i> n&atilde;o foram observadas predomin&acirc;ncias    expressivas por causa espec&iacute;fica e por sexo. Na base populacional, as    doen&ccedil;as end&oacute;crinas, nutricionais e metab&oacute;licas (6,9%) ocuparam    a sexta posi&ccedil;&atilde;o entre as principais causas de morte por cap&iacute;tulo    da CID-10, com destaque para o DM (c&oacute;digo E14.5), respons&aacute;vel    por 77,7% desses &oacute;bitos. Os &oacute;bitos por doen&ccedil;as do aparelho    circulat&oacute;rio (cap&iacute;tulo IX) ocuparam a primeira posi&ccedil;&atilde;o    entre as causas de morte na base populacional (cerca de 33,0%), principalmente    devido ao acidente vascular cerebral (I64) em ambos os sexos (32,0% para homens    e 35,0% para mulheres). A seguir encontram-se os &oacute;bitos por neoplasias    (cap&iacute;tulo II: 15,6%), com destaque para c&acirc;ncer de traqu&eacute;ia    (C33), br&ocirc;nquios e pulm&otilde;es (C34.9), 18,6% entre os homens; para    c&acirc;ncer de mama(C50.9), 8,7% entre mulheres; e na terceira posi&ccedil;&atilde;o    encontram-se os &oacute;bitos por causas mal definidas (R00 a R99), 11,8%. As    mortalidades proporcionais segundo causa b&aacute;sica do &oacute;bito (cap&iacute;tulos    da CID-10) da coorte e da base populacional est&atilde;o apresentadas na <a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/12f1.jpg">Figura    1</a>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/12t1.jpg">Tabela    1</a> apresenta a distribui&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por causas naturais    com men&ccedil;&atilde;o de DM segundo a localiza&ccedil;&atilde;o de sua men&ccedil;&atilde;o    no atestado de &oacute;bito (causa b&aacute;sica ou causa associada) dos indiv&iacute;duos    da coorte especial (363) e da base populacional (381.646). Na coorte, 41,0%    dos &oacute;bitos tiveram como causa b&aacute;sica declarada o DM, cerca de    7 vezes o valor correspondente ao da base populacional do ERJ (5,6%). Dentre    os &oacute;bitos cuja causa b&aacute;sica foi classificada no grupo que re&uacute;ne    todas as demais causas naturais de morte que n&atilde;o o DM, houve men&ccedil;&atilde;o    dessa causa espec&iacute;fica de morte (causa associada) em apenas 11,6% das    declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bito da coorte especial e 4,4% da base    populacional. A maior frequ&ecirc;ncia de men&ccedil;&atilde;o foi na parte    II (causas contribuintes) do AO, quando comparada &agrave; parte I (doen&ccedil;as    relacionadas com a cadeia de acontecimentos patol&oacute;gicos que levaram diretamente    &agrave; morte), tanto da coorte quanto da base populacional. Considerando-se    todos os AO com men&ccedil;&atilde;o de DM (causa b&aacute;sica e causa associada),    observa-se um aumento da mortalidade proporcional de aproximadamente 30,0% e    80,0%, da coorte especial e da base populacional, respectivamente, em rela&ccedil;&atilde;o    aos valores obtidos quando se analisa o DM apenas como causa b&aacute;sica do    &oacute;bito.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A men&ccedil;&atilde;o    de diabetes <i>mellitus</i> nos AO da coorte especial foi mais frequente entre    os &oacute;bitos por causa b&aacute;sica pertencentes aos grupos de doen&ccedil;as    do aparelho digestivo (33,3%), aparelho respirat&oacute;rio (30,0%) e aparelho    circulat&oacute;rio (26,7%) (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/12t2.jpg">Tabela 2</a>). Na base    populacional, as maiores frequ&ecirc;ncias relativas percentuais de men&ccedil;&otilde;es    de DM ocorreram entre os &oacute;bitos por causas cujas frequ&ecirc;ncias absolutas    foram irrelevantes: doen&ccedil;as dos olhos e anexos (2 men&ccedil;&otilde;es    de DM num total de 6 &oacute;bitos, cerca de 33%) e doen&ccedil;as do ouvido    (13 men&ccedil;&otilde;es de DM em 42, cerca de 32%) (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/12t2.jpg">Tabela    2</a>). Considerando-se o total de men&ccedil;&otilde;es de DM nos AO, 41 na    coorte especial e 16.747 na base populacional, as causas b&aacute;sicas mais    frequentes pertencem ao cap&iacute;tulo de doen&ccedil;as do aparelho circulat&oacute;rio,    68,2% e 53,9%, respectivamente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na coorte especial    o risco de morte por todas as causas foi 22 vezes superior ao da base populacional,    sendo as principais causas de morte (cap&iacute;tulo da CID-10) as doen&ccedil;as    end&oacute;crinas, nutricionais e metab&oacute;licas (fundamentalmente pela    causa espec&iacute;fica DM) seguidas pelas doen&ccedil;as do aparelho cardiovascular,    primeira causa de morte na base populacional. O DM foi mencionado 7,3 e 2,6    vezes mais, respectivamente, como causa b&aacute;sica e como causa associada    de morte, na coorte especial do que na base populacional. Esses resultados s&atilde;o    esperados dado que se trata de uma coorte de indiv&iacute;duos internados no    SUS para amputa&ccedil;&atilde;o de membros inferiores consequentes ao DM e,    portanto, num est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a. Resultados    semelhantes foram encontrados em estudos de base populacional<sup>14-17</sup>.    No estudo <i>Wisconsin Epidemiologic Study of Diabetic Retinopathy</i>, indiv&iacute;duos    diab&eacute;ticos apresentaram um excesso de mortalidade geral, por DM e por    doen&ccedil;as vasculares, quando comparados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o    geral (as raz&otilde;es de mortalidade padronizada foram respectivamente, 7,    5, 191 e 9,1 vezes superiores)<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com o envelhecimento    populacional associado &agrave; maior preval&ecirc;ncia de comorbidades cr&ocirc;nico-degenerativas,    em geral de longa dura&ccedil;&atilde;o, no momento da morte pode se tornar    dif&iacute;cil selecionar uma &uacute;nica causa b&aacute;sica<sup>18</sup>,    o que em parte pode explicar a subestima&ccedil;&atilde;o do DM nas estat&iacute;sticas    de mortalidade segundo a causa b&aacute;sica de morte. A metodologia de causas    m&uacute;ltiplas (CM) permitiu elevar em cerca de 30% e 80% a frequ&ecirc;ncia    de DM entre os &oacute;bitos quando comparada &agrave;s estat&iacute;sticas    de mortalidade por causa b&aacute;sica (CB), respectivamente da coorte especial    (CB: 41,0% e CM: 52,6%) e da base populacional (CB:5,6% e CM: 10,0%). Entretanto,    52,0% de men&ccedil;&atilde;o de DM nos AO da coorte especial de diab&eacute;ticos    foi considerado um &iacute;ndice baixo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Num estudo de coorte    de base populacional realizado nos EUA entre os indiv&iacute;duos diab&eacute;ticos    que evolu&iacute;ram para &oacute;bito em 22 anos de seguimento, 7,7% dos homens    e 13,4% das mulheres apresentaram como causa b&aacute;sica de morte DM, e a    frequ&ecirc;ncia da men&ccedil;&atilde;o do DM no AO dos diab&eacute;ticos americanos    foi cerca de 36% e 47% entre homens e mulheres, respectivamente<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando-se    a particularidade da coorte analisada, a qualidade da certifica&ccedil;&atilde;o    das causas de morte preenchidas nas DO foi considerada ruim devido ao baixo    percentual de men&ccedil;&atilde;o da DM,41,0% como causa b&aacute;sica e 11,6%    entre os &oacute;bitos pelas demais causas b&aacute;sicas naturais, e &agrave;    alta propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos por causa b&aacute;sica mal definida,    8,1%. Nas DO que tiverem certificada uma causa b&aacute;sica mal definida, se    informado apenas o DM no atestado m&eacute;dico (Parte I ou II), todas passariam    a ter como causa b&aacute;sica certificada a DM, elevando para cerca de 49,0%    a mortalidade proporcional por DM (causa b&aacute;sica). Agrava-se a situa&ccedil;&atilde;o    da aus&ecirc;ncia de informa&ccedil;&atilde;o sobre o DM na declara&ccedil;&atilde;o    de &oacute;bito ao considerarmos que na coorte especial, para cada 100 &oacute;bitos    cerca de 49 ocorreram no primeiro ano ap&oacute;s o procedimento de amputa&ccedil;&atilde;o    devido ao DM. Mesmo que o m&eacute;dico atestante n&atilde;o considerasse o    DM como causa b&aacute;sica da morte, deveria t&ecirc;-la informado como causa    contribuinte na Parte II do atestado m&eacute;dico da DO, j&aacute; que nestes    casos havia, concretamente, um elemento de evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a,    que era a amputa&ccedil;&atilde;o de membro inferior consequente ao DM. Outra    informa&ccedil;&atilde;o que deveria constar nessas declara&ccedil;&otilde;es    de &oacute;bito &eacute; a amputa&ccedil;&atilde;o de membro(s) inferior (es),    n&atilde;o mensurada no presente estudo. O presente estudo recuperou a informa&ccedil;&atilde;o    de causa b&aacute;sica definida para todos os &oacute;bitos classificados como    causa b&aacute;sica mal definida da coorte especial.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave;    base populacional, a qualidade da certifica&ccedil;&atilde;o das causas de morte    preenchidas nas DO foi avaliada pelo percentual de causas b&aacute;sicas mal    definidas, 11,8% nos quatro anos analisados, percentual considerado insatisfat&oacute;rio.    Mesmo diante da impossibilidade de zerar a mortalidade por causas mal definidas    na popula&ccedil;&atilde;o<sup>3</sup>, o valor encontrado foi cerca de 2 a    3 vezes maior do que os valores considerados baixos (inferiores a 4 a 6%).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Concluindo, apesar    da melhoria das informa&ccedil;&otilde;es do SIM nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas,    &eacute; necess&aacute;rio um grande investimento para melhorar a qualidade    da certifica&ccedil;&atilde;o das causas de mortes, promovendo uma discuss&atilde;o    cont&iacute;nua sobre o correto preenchimento do atestado de &oacute;bito com    os m&eacute;dicos e estudantes de medicina, e sobre a codifica&ccedil;&atilde;o    das causas de morte e sele&ccedil;&atilde;o da causa b&aacute;sica com os t&eacute;cnicos    dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. A alternativa de investiga&ccedil;&atilde;o    dos &oacute;bitos para melhoria da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o deve    ser em car&aacute;ter complementar &agrave;s outras metodologias de menor custo    e maior viabilidade de execu&ccedil;&atilde;o pelos servi&ccedil;os de sa&uacute;de.    A metodologia desenvolvida neste estudo visando qualificar o SIM quanto &agrave;s    causas de morte na declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito, a partir do relacionamento    da base de dados de interna&ccedil;&atilde;o hospitalar (SIH-SUS) com a base    de dados de mortalidade (SIM), mostrou-se adequada; ap&oacute;s o relacionamento    das bases do SIH-SUS e SIM, descobriu-se que os indiv&iacute;duos cuja causa    b&aacute;sica da morte foi informada como "indeterminada" tinham sido submetidos    a um procedimento m&eacute;dico (5,6%) em 2000, mesmo ano de ocorr&ecirc;ncia    do &oacute;bito. Outras bases oficiais podem tamb&eacute;m ser utilizadas como,    por exemplo, do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o    (SINAN). Torna-se tamb&eacute;m necess&aacute;ria, a incorpora&ccedil;&atilde;o    da investiga&ccedil;&atilde;o hospitalar dos &oacute;bitos nas atividades dos    servi&ccedil;os respons&aacute;veis pelos Dados Vitais nos munic&iacute;pios,    especialmente, quando &eacute; declarado como causa b&aacute;sica o termo "causa    indeterminada".</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Mello Jorge,    MHP, Gotlieb, SLD. <i>As condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de no Brasil:    retrospecto de 1979 a 1995</i>. Rio de Janeiro: Ed. FioCruz; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970397&pid=S1415-790X201200010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Laurenti R,    Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD. Mortalidade segundo causas: considera&ccedil;&otilde;es    sobre a fidedignidade dos dados. <i>Rev Panam Salud P&uacute;blica</i> 2008;    23(5): 349-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970399&pid=S1415-790X201200010001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Laurenti R,    Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD. A confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade    por doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o-transmiss&iacute;veis. <i>Ci&ecirc;ncia    &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i> 2004; 9(4): 909-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970401&pid=S1415-790X201200010001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Ishitani LH,    Fran&ccedil;a E. Uso das Causas M&uacute;ltiplas de Morte em Sa&uacute;de P&uacute;blica.    <i>Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS</i> 2001; 10(4): 163-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970403&pid=S1415-790X201200010001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Navarro N, Santos    SP, Casc&atilde;o AM. Mortalidade por causas m&uacute;ltiplas em idosos no munic&iacute;pio    do Rio de Janeiro em 1993 e 2000. In: <i>IV Bienal de Pesquisas FioCruz 2004,    Rio de Janeiro, RJ</i>. CD. Resumos IV Bienal de Pesquisa FioCruz, 2004). Dispon&iacute;vel    em <a href="http://www.sbis.org.br/cbis9/arquivos/155.dochttp://www.sbis.org.br/cbis9/arquivos/155.doc" target="_blank">http://www.sbis.org.br/cbis9/arquivos/155.doc    http://www.sbis.org.br/cbis9/arquivos/155.doc</a> &#91;Acessado em 23/01/11&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970405&pid=S1415-790X201200010001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Spichler D.    <i>Amputa&ccedil;&otilde;es maiores de membros inferiores no Munic&iacute;pio    do Rio de Janeiro, por doen&ccedil;a arterial perif&eacute;rica e diabetes mellitus:    incid&ecirc;ncia, mortalidade hospitalar e tardia. Per&iacute;odo 1990 - 2000</i>    &#91;tese de doutorado&#93; S&atilde;o Paulo: Escola Paulista de Medicina da    Universidade Federal de S&atilde;o Paulo; 2003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970407&pid=S1415-790X201200010001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Maya LG. <i>Confiabilidade    do diabetes mellitus referido como causa de morte: an&aacute;lise comparativa    da mortalidade segundo m&eacute;todo de causas m&uacute;ltiplas, Niter&oacute;i    (RJ), 1993 a 2000</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Rio de    Janeiro: Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica - FioCruz; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970408&pid=S1415-790X201200010001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. DATASUS. Informa&ccedil;&otilde;es em Sa&uacute;de. Demogr&aacute;ficas    e Socioecon&ocirc;micas. Dispon&iacute;vel em <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/cnv/poptrj.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/cnv/poptrj.def</a>    &#91;Acessado em 23/01/11&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970410&pid=S1415-790X201200010001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial da Sa&uacute;de. <i>Classifica&ccedil;&atilde;o Estat&iacute;stica Internacional    de Doen&ccedil;as e Problemas Relacionados &agrave; Sa&uacute;de-10ª Revis&atilde;o</i>.    S&atilde;o Paulo: CBCD/EDUSP; 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970412&pid=S1415-790X201200010001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Casc&atilde;o    AM, Kale PL. Relacionamento das bases de dados de amputa&ccedil;&atilde;o de    membros inferiores por diabetes mellitus: uma estrat&eacute;gia para melhoria    da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o sobre causas de morte no Estado do    Rio de Janeiro. <i>Cad Sa&uacute;de Coletiva</i> 2006; 14(2): 361-74. Dispon&iacute;vel    em <a href="http://www.iesc.ufrj.br/csc/indice_0602.htm" target="_blank">http://www.iesc.ufrj.br/csc/indice_0602.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970414&pid=S1415-790X201200010001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Laurenti, R,    Buchalla, CM. A elabora&ccedil;&atilde;o de estat&iacute;sticas de mortalidade    segundo causas m&uacute;ltiplas. <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2000; 3(1-3): 21-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970416&pid=S1415-790X201200010001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Laurenti R,    Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD. Informa&ccedil;&atilde;o em mortalidade: o uso    das regras internacionais para a sele&ccedil;&atilde;o da causa b&aacute;sica.    <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2009; 12(2): 192-203.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970418&pid=S1415-790X201200010001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Mello Jorge    MH, Laurenti R, Gotlieb SLD. An&aacute;lise da qualidade das estat&iacute;sticas    vitais brasileiras: a experi&ecirc;ncia de implanta&ccedil;&atilde;o do SIM    e do SINASC. <i>Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Coletiva</i> 2007; 12(3): 643-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970420&pid=S1415-790X201200010001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Gu K, Cowie    CC, Harris MI. Mortality in adults with and without diabetes in a National Cohort    of the U.S. Population, 1971-1993. <i>Diabetes Care</i> 1998; 21(7): 1138-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970422&pid=S1415-790X201200010001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Scot E, Moss    MA, Klein R, Klein BEK. Cause-specific mortality in a population-based study    of diabetes. <i>Am J Public Health</i> 1991; 81(9): 1158-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970424&pid=S1415-790X201200010001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Melo MS, Lolio    CA, Lucena MAF, Kizner CF, Martins SM, Barros MNDS. Causas m&uacute;ltiplas    de morte em diab&eacute;ticos no munic&iacute;pio de Recife, 1987. <i>Rev Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i> 1991; 25(6): 435-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970426&pid=S1415-790X201200010001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Laurenti R,    Fonseca LAM, Costa Junior ML. Mortalidade por diabetes mellitus no munic&iacute;pio    de S&atilde;o Paulo (Brasil). Evolu&ccedil;&atilde;o num per&iacute;odo de 79    anos (1900-1978) e an&aacute;lise de alguns aspectos sobre associa&ccedil;&atilde;o    de causas. <i>Rev Sa&uacute;de Publica</i> 1982; 16: 77-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970428&pid=S1415-790X201200010001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Oliveira BZ,    Gotlieb SLD, Laurenti R, Mello Jorge MHP. Mortalidade feminina por hipertens&atilde;o:    an&aacute;lise por causas m&uacute;ltiplas. <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2009;    12(4): 556-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1970430&pid=S1415-790X201200010001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b> </font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Angela Maria Casc&atilde;o    <br>   Instituto de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva da UFRJ    <br>   Pra&ccedil;a Jorge Machado Moreira (pr&oacute;ximo &agrave; Prefeitura Universit&aacute;ria    da UFRJ)    <br>   Ilha do Fund&atilde;o - Cidade Universit&aacute;ria, Rio de Janeiro, RJ    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   E-mail: <a href="mailto:angela.cascao@saude.rj.gov.br">angela.cascao@saude.rj.gov.br</a>    e <a href="mailto:angelacascao@uol.com.br">angelacascao@uol.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 27/02/11    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 11/10/11    <br>   Aprovado em: 25/11/11</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top">*</a>    Parte da disserta&ccedil;&atilde;o apresentada pela aluna de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    Angela Maria Casc&atilde;o para obten&ccedil;&atilde;o do t&iacute;tulo de Mestre    em Sa&uacute;de Coletiva, IESC/UFRJ.    <br>   Projeto de Pesquisa aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa do    Instituto de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Federal do Rio    de Janeiro - IESC/UFRJ,sob o parecer N&#186;. 46/2006 de 13 de fevereiro de    2006.</font></p>      ]]></body><back>
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