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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Distribuição espacial da tuberculose e a relação com condições de vida na área urbana do município de Campina Grande - 2004 a 2007]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This research aimed to study the spatial distribution of tuberculosis and its relationship with living conditions in the urban area of the city of Campina Grande in the period from 2004 until 2007. It is an ecologic study which used the city's neighborhood distribution; demographic, social and economic data from year 2000 census; and the new cases of tuberculosis reported to the Disease and Reporting Information System. Georeferencing was done for the cases of tuberculosis, and disease incidence was calculated by neighborhood. Rates were softened and the Global Moran Index was calculated. Social-economic data were grouped in quartiles according to the Life Condition Index, calculating the incidence of TB in each stratum of living conditions. The results showed that the spatial distribution of tuberculosis in the city is not uniform. Grouping neighborhoods according to the Life Conditions Index revealed social differences that can justify the occurrence of higher incidence rates in the most socially and economically vulnerable regions. The best living condition stratum presented a high incidence possibly due to the underreporting of the cases of tuberculosis caused mainly by the centralization of disease control services. We hope that this study may help outline control strategies for the city of Campina Grande, from the perspective of health promotion, for a disease so socially determined, as is the case of TB.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS  ORIGINAIS</b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Distribui&ccedil;&atilde;o  espacial da tuberculose e a rela&ccedil;&atilde;o com condi&ccedil;&otilde;es  de vida na &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio de Campina Grande - 2004 a 2007</b>  </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Rodrigo  Pinheiro Fernandes de Queiroga<sup>I, II</sup>; Lenilde Duarte de S&aacute;<sup>II,  III</sup>; Jordana de Almeida Nogueira<sup>II, III</sup>; Eduardo Rodrigues Viana  de Lima<sup>IV</sup>; Ana Cristina Oliveira Silva<sup>V</sup>; Patr&iacute;cia  Ge&oacute;rgia Oliveira Diniz Pinheiro<sup>VI</sup>; Jos&eacute; Ueleres Braga<sup>VII</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Unidade  Acad&ecirc;mica de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da Universidade Federal de Campina  Grande, PB    <br> <sup>II</sup>Grupo de Estudos e Qualifica&ccedil;&atilde;o em Tuberculose  da Para&iacute;ba - Grupo TB/PB    <br> <sup>III</sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o  em Enfermagem da Universidade Federal da Para&iacute;ba    <br> <sup>IV</sup>Departamento  de Geoci&ecirc;ncias da Universidade Federal da Para&iacute;ba    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>V</sup>Departamento  de Enfermagem da Universidade Federal da Para&iacute;ba    <br> <sup>VI</sup>Departamento  de Biologia da Universidade Estadual Vale do Acara&uacute;    <br> <sup>VII</sup>Centro  de Referencia Prof. H&eacute;lio Fraga da ENSP/FIOCRUZ e Departamento de Epidemiologia  do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  pesquisa objetivou estudar a distribui&ccedil;&atilde;o espacial da tuberculose  e a sua rela&ccedil;&atilde;o com condi&ccedil;&otilde;es de vida na &aacute;rea  urbana do munic&iacute;pio de Campina Grande no per&iacute;odo de 2004 a 2007.  Trata-se de um estudo ecol&oacute;gico que utilizou a malha dos bairros do munic&iacute;pio;  dados demogr&aacute;ficos, sociais e econ&ocirc;micos do censo 2000; e os casos  novos de tuberculose notificados no Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Agravos  e Notifica&ccedil;&atilde;o. Realizou-se o georeferenciamento dos casos de tuberculose  e calculou-se a taxa de incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a por bairro. Foi feita  suaviza&ccedil;&atilde;o das taxas e calculado o &Iacute;ndice de Moran Global.  Os dados socioecon&ocirc;micos foram agrupados em quartis segundo o &Iacute;ndice  de Condi&ccedil;&otilde;es de Vida e calculou-se a incid&ecirc;ncia da tuberculose  em cada estrato de condi&ccedil;&otilde;es de vida. Os resultados mostram que  a distribui&ccedil;&atilde;o espacial da tuberculose na cidade n&atilde;o &eacute;  uniforme. O agrupamento dos bairros de acordo com o &Iacute;ndice de Condi&ccedil;&otilde;es  de Vida revelou diferen&ccedil;as sociais que podem justificar a ocorr&ecirc;ncia  das maiores taxas de incid&ecirc;ncia nas regi&otilde;es social e economicamente  mais vulner&aacute;veis. O estrato de melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida apresentou  elevada incid&ecirc;ncia, possivelmente devido &agrave; subnotifica&ccedil;&atilde;o  dos casos de tuberculose causada principalmente pela centraliza&ccedil;&atilde;o  do servi&ccedil;o de controle da doen&ccedil;a. Espera-se que este estudo possa  subsidiar o delineamento das estrat&eacute;gias de controle no munic&iacute;pio  de Campina Grande, na perspectiva da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, de  uma doen&ccedil;a t&atilde;o caracteristicamente de determina&ccedil;&atilde;o  social como a TB.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>  Tuberculose. Incid&ecirc;ncia. Condi&ccedil;&otilde;es de vida. Distribui&ccedil;&atilde;o  espacial.</font></p><hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  tuberculose (TB) &eacute; uma das doen&ccedil;as infecciosas de considerada import&acirc;ncia  no perfil de morbidade no Brasil<sup>1</sup>. Em 2009, o Brasil ocupava o 19&#186;  lugar entre os 22 pa&iacute;ses respons&aacute;veis por 80% do total de casos  de Tuberculose (TB) notificados no mundo, apresentando nesse ano a notifica&ccedil;&atilde;o  de 75.040 casos da doen&ccedil;a, correspondendo a uma taxa de incid&ecirc;ncia  de 45 casos por 100.000 habitantes, taxa de mortalidade de 2,1 dos casos por 100.000  habitantes e uma propor&ccedil;&atilde;o de co-infec&ccedil;&atilde;o TB/HIV de  22%<sup>2</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  estado da Para&iacute;ba foram notificados 1.042 casos de TB em 2009, representando  uma taxa de incid&ecirc;ncia de 27,6 casos por todas as formas/100.000 habitantes<sup>3</sup>.  Os munic&iacute;pios de Jo&atilde;o Pessoa e Campina Grande, maiores centros urbanos  do Estado, concentram as maiores cargas de morbidade da TB.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Campina  Grande, um dos munic&iacute;pios priorit&aacute;rios para o Programa de Controle  da TB no Estado da Para&iacute;ba, adotou o DOTS (Direct Observed Treatment Short-Course)  como estrat&eacute;gia para o controle da doen&ccedil;a<sup>4</sup>. Esse munic&iacute;pio  apresentou um comportamento oscilat&oacute;rio da taxa de incid&ecirc;ncia da  TB no per&iacute;odo de 2004 a 2007. Observa-se um aumento da taxa de 42 para  46 casos de TB por 100.000 habitantes no per&iacute;odo de 2004 a 2005, seguido  de uma queda brusca para 29 casos de TB por 100.000 habitantes no ano de 2006,  acompanhado por uma eleva&ccedil;&atilde;o da taxa para 33 casos de TB por 100.000  habitantes em 2007. Nesse per&iacute;odo houve aumento do percentual de cura da  doen&ccedil;a, de 76,0% em 2004 para 77,2% em 2007, e redu&ccedil;&atilde;o dos  percentuais de abandono e &oacute;bito por TB, de 15,0% em 2004 para 9,8% em 2007,  e de 1,3% em 2004 para 0% em 2007, respectivamente<sup>3</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esta  pesquisa foi desenvolvida na cidade de Campina Grande e teve por hip&oacute;tese  que h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o entre as condi&ccedil;&otilde;es de vida da  popula&ccedil;&atilde;o e a distribui&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a no citado  territ&oacute;rio ou, dito de outra maneira, que as desigualdades sociais determinam  situa&ccedil;&otilde;es diferenciadas de acesso aos servi&ccedil;os e distintos  n&iacute;veis de sa&uacute;de de uma popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conv&eacute;m  enfatizar que neste estudo a compreens&atilde;o de desigualdade social est&aacute;  ancorada na teoria social e na teoria do modo de vida, uma vez que consideram  "os padr&otilde;es de sa&uacute;de e doen&ccedil;a como as consequ&ecirc;ncias  biol&oacute;gicas dos modos de vida e trabalhos pr&oacute;prios de cada grupo  social, determinados pela organiza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e pelas prioridades  pol&iacute;ticas da sociedade<sup>5</sup>."</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De  acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS)<sup>6</sup>,  no mundo, a m&aacute; administra&ccedil;&atilde;o dos Programas de Controle da  TB (PCT), a pobreza, o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o, a migra&ccedil;&atilde;o  e o aumento significativo dos casos em regi&otilde;es com alta preval&ecirc;ncia  do V&iacute;rus da Imunodefici&ecirc;ncia Humana (HIV) justificam a persist&ecirc;ncia  da TB como grave problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. Entre esses fatores  destacam-se as condi&ccedil;&otilde;es de vida que influenciam decisivamente para  que a doen&ccedil;a permane&ccedil;a end&ecirc;mica no nosso pa&iacute;s, amea&ccedil;ando  a vida dos cidad&atilde;os socialmente mais vulner&aacute;veis. Teixeira<sup>7</sup>  ressalta a import&acirc;ncia da associa&ccedil;&atilde;o da TB com as prec&aacute;rias  condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas, estando essa doen&ccedil;a diretamente  associada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es do meio. A TB, como um problema social,  deve ser estudada sob uma vis&atilde;o microrregional, local e focal, segundo  a abordagem da distribui&ccedil;&atilde;o espacial<sup>7</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hino<sup>8</sup>  assegura que no Brasil pouco se sabe sobre a distribui&ccedil;&atilde;o espacial  das doen&ccedil;as end&ecirc;micas, como a TB, em &aacute;reas urbanas. A autora  tamb&eacute;m afirma que a informa&ccedil;&atilde;o sobre a difus&atilde;o espacial  e temporal dessas doen&ccedil;as permite entender a ocorr&ecirc;ncia desses eventos  no territ&oacute;rio. Alem disso, a descri&ccedil;&atilde;o e visualiza&ccedil;&atilde;o  da distribui&ccedil;&atilde;o espacial do evento possibilitam identificar sua  associa&ccedil;&atilde;o com caracter&iacute;sticas locais, como as condi&ccedil;&otilde;es  socioecon&ocirc;micas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  partir do exposto, o presente estudo prop&otilde;e-se analisar, no per&iacute;odo  de 2004 a 2007, a distribui&ccedil;&atilde;o espacial da TB na &aacute;rea urbana  do munic&iacute;pio de Campina Grande e sua rela&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es  de vida da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Metodologia</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  estudo desenvolvido nessa pesquisa &eacute; do tipo ecol&oacute;gico. De acordo  com Rouquayrol<sup>9</sup>, o estudo ecol&oacute;gico compara caracter&iacute;sticas  globais como a rela&ccedil;&atilde;o entre condi&ccedil;&otilde;es de vida e de  sa&uacute;de.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  munic&iacute;pio de Campina Grande est&aacute; localizado na mesorregi&atilde;o  do agreste paraibano. Possui 620,6 km&#178; de &aacute;rea total, com &aacute;rea  urbana de 98 km<sup>2</sup> divididos em 50 bairros, e popula&ccedil;&atilde;o  de 381.422 habitantes<sup>10</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na  elabora&ccedil;&atilde;o do estudo foram utilizados os mapas digitais dos bairros  de Campina Grande, obtidos na Secretaria de Planejamento do munic&iacute;pio (SEPLAN).  Os dados dos casos novos de TB foram extra&iacute;dos do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o  de Agravos e Notifica&ccedil;&atilde;o (SINAN), do banco de dados do Minist&eacute;rio  da Sa&uacute;de. Os dados demogr&aacute;ficos e socioecon&ocirc;micos foram obtidos  do Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)<sup>11</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nessa  investiga&ccedil;&atilde;o foram utilizados os seguintes aplicativos: Stata 9.0<sup>12</sup>,  Google Earth<sup>13</sup> e o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica  (SIG) ArcView 3.1<sup>14</sup>. O aplicativo Stata foi usado para calcular as  taxas de incid&ecirc;ncia de TB por bairro de Campina Grande e para calcular o  &Iacute;ndice de Condi&ccedil;&otilde;es de Vida (ICV). O Google Earth foi usado  para georreferenciar (geocodificar) os casos de TB. O aparelho GPS (Sistema de  Posicionamento Global) foi utilizado para georreferenciar os usu&aacute;rios cujos  endere&ccedil;os n&atilde;o foram localizados no Google Earth. No SIG foram realizados  os procedimentos de contagem dos casos de TB por bairro, c&aacute;lculo da medida  de autocorrela&ccedil;&atilde;o espacial e mapeamento dos indicadores epidemiol&oacute;gicos  e socioecon&ocirc;micos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  munic&iacute;pio de Campina Grande, no per&iacute;odo de 2004 a 2007, foram notificados  no SINAN 601 casos novos de TB. Na avalia&ccedil;&atilde;o deste banco foram detectados  5 casos duplicados, 3 casos sem informa&ccedil;&atilde;o do endere&ccedil;o de  resid&ecirc;ncia do usu&aacute;rio (sem georreferenciamento) e 16 casos n&atilde;o  residentes na zona urbana de Campina Grande. Esses casos foram exclu&iacute;dos  da an&aacute;lise de dados.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  popula&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio no per&iacute;odo  2004-2007, utilizada no c&aacute;lculo da taxa de incid&ecirc;ncia por bairro,  foi obtida a partir da popula&ccedil;&atilde;o do censo 2000, acrescida da taxa  anual de crescimento populacional do munic&iacute;pio, que &eacute; de 1,15%.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Taxas  calculadas com base em pequenas contagens populacionais, como no caso dos bairros,  podem apresentar problemas relativos &agrave; excessiva flutua&ccedil;&atilde;o  aleat&oacute;ria dos seus valores. Para minimizar esses problemas, utilizou-se  a transforma&ccedil;&atilde;o de Freeman-Tukey para calcular a taxa de incid&ecirc;ncia  da TB. Essa transforma&ccedil;&atilde;o foi utilizada por pesquisadores como Cerbino  Neto<sup>15</sup> para estabilizar a vari&acirc;ncia das taxas, e &eacute; calculada  da seguinte forma:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/20eq1.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com  esse c&aacute;lculo foram atribu&iacute;dos valores a todos os bairros e o c&aacute;lculo  da raiz quadrada das taxas de incid&ecirc;ncia resultou em taxas anuais suavizadas  pela diminui&ccedil;&atilde;o da vari&acirc;ncia dos seus valores. Mapas tem&aacute;ticos  com classes definidas por "quebras naturais" que levam em considera&ccedil;&atilde;o  a vari&acirc;ncia presente no conjunto dos valores na determina&ccedil;&atilde;o  dos intervalos dos dados, esse m&eacute;todo separa melhor atributos diferentes  e agrega os semelhantes<sup>14</sup>. Esses mapas foram usados para melhor evidenciar  os padr&otilde;es de distribui&ccedil;&atilde;o da TB.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Calculou-se  tamb&eacute;m o &Iacute;ndice de Moran das taxas de incid&ecirc;ncia da TB. Este  &iacute;ndice &eacute; utilizado para caracterizar a depend&ecirc;ncia espacial,  mostrando como os valores est&atilde;o correlacionados no espa&ccedil;o. A id&eacute;ia  b&aacute;sica &eacute; estimar quanto o valor observado de um atributo numa regi&atilde;o  &eacute; dependente dos valores desta mesma vari&aacute;vel nas localiza&ccedil;&otilde;es  vizinhas<sup>16</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  I de Moran &eacute; calculado da seguinte forma:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/20eq2.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na  equa&ccedil;&atilde;o acima, <i>n</i> &eacute; o n&uacute;mero de &aacute;reas,  <i>zi</i> o valor do atributo considerado na &aacute;rea <i>i</i>, <i>z</i> &eacute;  o valor m&eacute;dio do atributo na regi&atilde;o de estudo e <i>wij</i> os elementos  da matriz normalizada de proximidade espacial, que expressa a estrutura de vizinhan&ccedil;a  espacial dos dados. O &Iacute;ndice de Moran presta-se a um teste cuja hip&oacute;tese  nula &eacute; de independ&ecirc;ncia espacial; neste caso, seu valor &eacute;  zero. Valores positivos (entre 0 e +1) indicam correla&ccedil;&atilde;o direta  e negativos (entre 0 e -1) indicam correla&ccedil;&atilde;o inversa <sup>16</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  caracter&iacute;sticas socioecon&ocirc;micas do censo demogr&aacute;fico de 2000  foram sintetizadas numa adapta&ccedil;&atilde;o do ICV elaborado por Paim et al.<sup>17</sup>.  O ICV utiliza cinco indicadores relativos &agrave;s caracter&iacute;sticas de  condi&ccedil;&otilde;es de vida:</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#183;  propor&ccedil;&atilde;o de chefes de fam&iacute;lia em domic&iacute;lios particulares  permanentes com rendimento m&eacute;dio mensal igual ou inferior a dois sal&aacute;rios  m&iacute;nimos (RENDA);</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#183;  propor&ccedil;&atilde;o de pessoas de 10 a 14 anos alfabetizadas (EDUC);</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#183;  percentagem de casas em aglomerado subnormal em rela&ccedil;&atilde;o ao total  de domic&iacute;lios (FAVELA);</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#183;  raz&atilde;o entre o n&uacute;mero m&eacute;dio de moradores por domic&iacute;lio  e o n&uacute;mero m&eacute;dio de c&ocirc;modos servindo de dormit&oacute;rio;  e</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#183;  percentagem de domic&iacute;lios com canaliza&ccedil;&atilde;o interna ligada  &agrave; rede global de abastecimento de &aacute;gua (SANEA).</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  Censo de 2000 n&atilde;o h&aacute; dados alusivos ao <i>n&uacute;mero m&eacute;dio  de c&ocirc;modos servindo de dormit&oacute;rio</i> por bairro. Dessa forma, n&atilde;o  foi poss&iacute;vel calcular a raz&atilde;o entre o n&uacute;mero m&eacute;dio  de moradores por domic&iacute;lio e o n&uacute;mero m&eacute;dio de c&ocirc;modos  servindo de dormit&oacute;rio, sendo considerado apenas o n&uacute;mero m&eacute;dio  de moradores por domic&iacute;lio como o indicador para a composi&ccedil;&atilde;o  do ICV</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essas  medidas foram calculadas para cada bairro de Campina Grande. Os indicadores RENDA,  FAVELA e n&uacute;mero m&eacute;dio de moradores por domic&iacute;lio foram dispostos  em ordem crescente, e EDUC e SANEA em ordem decrescente, considerando-se o valor  m&eacute;dio de cada um deles em cada bairro. Em seguida, cada um recebeu uma  pontua&ccedil;&atilde;o relativa ao n&uacute;mero de ordem crescente do bairro.  Depois se efetuou a soma dessa pontua&ccedil;&atilde;o dos cinco indicadores de  cada bairro, obtendo-se como resultado o ICV (menor valor de 17 e maior de 201).  Menores valores de ICV correspondem a melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esses  valores foram agrupados em quartis para classificar os bairros por estratos de  condi&ccedil;&otilde;es de vida: <i>melhor</i> (ICV de 15 a 62), <i>regular</i>  (ICV de 65 a 96), <i>m&aacute;</i> (ICV de 103 a 144) e <i>pior</i> (ICV de 146  a 201). Mapa tem&aacute;tico do ICV com classes formadas por quartis foi comparado  com o mapa de incid&ecirc;ncia de TB do munic&iacute;pio. Tamb&eacute;m foram  calculadas taxas de incid&ecirc;ncia de TB para os estratos, com o prop&oacute;sito  de avaliar a varia&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia de TB entre grupos socioecon&ocirc;micos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa  pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (CEP) da Universidade  Federal da Para&iacute;ba e teve parecer emitido em Julho de 2008, sob o n&uacute;mero  de protocolo 0274.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram  georreferenciados 537 casos de TB, correspondendo a 93% de todos os casos novos  residentes na zona urbana de Campina Grande no per&iacute;odo de 2004 a 2007.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  an&aacute;lise do &Iacute;ndice de Moran para a taxa de incid&ecirc;ncia da TB  evidenciou uma autocorrela&ccedil;&atilde;o positiva entre os bairros de Campina  Grande em todo o per&iacute;odo estudado. No entanto, a autocorrela&ccedil;&atilde;o  n&atilde;o apresentou signific&acirc;ncia estat&iacute;stica para o ano de 2005  (valor de p = 0,57) e para a taxa do per&iacute;odo de 2004 a 2007 (valor de p  = 0,18). Em vista disso, pode-se afirmar para os anos de 2004 (Moran = 0,15 e  valor de p = 0,03), 2006 (Moran = 0,17 e valor de p = 0,02) e 2007 (Moran = 0,16  e valor de p = 0,02) que h&aacute; uma autocorrela&ccedil;&atilde;o positiva,  visto que o valor do &Iacute;ndice de Moran encontrado foi maior que zero; isto  significa que h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia espacial  com tend&ecirc;ncia de bairros vizinhos apresentarem taxas de incid&ecirc;ncia  semelhantes.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  mapa da distribui&ccedil;&atilde;o da taxa suavizada de incid&ecirc;ncia da TB  no per&iacute;odo 2004-2007 nos bairros da &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio  de Campina Grande (<a href="#f1">Figura 1</a>) apresenta um padr&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o  bem definido com a presen&ccedil;a de um aglomerado formado por oito bairros entre  o bairro centro e bairros das regi&otilde;es norte e leste que apresentam taxas  que representam maior vulnerabilidade para a TB. Chama tamb&eacute;m a aten&ccedil;&atilde;o  o fato de a maioria dos bairros se apresentarem em uma condi&ccedil;&atilde;o  de transi&ccedil;&atilde;o entre menor e maior vulnerabilidade para a TB, estando  essas localidades distribu&iacute;das espacialmente nas regi&otilde;es norte,  sul, leste e central da &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio. Os bairros Serrot&atilde;o,  Universit&aacute;rio e Distrito Industrial aparecem isolados com elevada taxa  de incid&ecirc;ncia da TB.</font></p>    <p><a name="f1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/20f1.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  mapas da incid&ecirc;ncia suavizada da TB nos anos 2004 a 2007 (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n1/20f2.jpg">Figura  2</a>) indicam que a distribui&ccedil;&atilde;o espacial da TB na &aacute;rea  urbana do munic&iacute;pio de Campina Grande n&atilde;o &eacute; uniforme, havendo  tend&ecirc;ncia de concentra&ccedil;&atilde;o de taxas mais elevadas em alguns  bairros, fato revelador da heterogeneidade da ocorr&ecirc;ncia da doen&ccedil;a  na cidade com a presen&ccedil;a de aglomera&ccedil;&atilde;o espacial na zona  central. Nos anos em que se observou redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia  houve uma diminui&ccedil;&atilde;o das taxas da regi&atilde;o central e leste.  Entretanto, os bairros da regi&atilde;o oeste sofreram uma maior diminui&ccedil;&atilde;o  de taxas, exceto o bairro Serrot&atilde;o. Os bairros da zona sul tamb&eacute;m  tiveram redu&ccedil;&atilde;o da taxa de incid&ecirc;ncia no per&iacute;odo analisado,  destacando-se os bairros Velame e Distrito Industrial.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  mapa do ICV (<a href="#f3">Figura 3</a>) mostra que os bairros com as melhores  condi&ccedil;&otilde;es de vida formam um aglomerado entre o bairro centro e seus  adjacentes, que se estende para as regi&otilde;es sudeste e sudoeste da cidade.  Percebe-se que as condi&ccedil;&otilde;es de vida se agravam &agrave; medida que  os bairros se distanciam da regi&atilde;o central, alcan&ccedil;ando os piores  &iacute;ndices nos bairros dos extremos leste, norte e sul. Os bairros classificados  como de condi&ccedil;&otilde;es de vida regular encontram-se localizados entre  a regi&atilde;o do bairro centro e os extremos leste, oeste, norte e sul, pr&oacute;ximos  tanto &agrave;s &aacute;reas de elevadas como de baixas condi&ccedil;&otilde;es  de vida. Chama tamb&eacute;m a aten&ccedil;&atilde;o a ocorr&ecirc;ncia de bairros  vizinhos com ICV muito diferentes, como se pode observar entre os bairros Mirante  e Monte Castelo e entre Jeremias e Palmeira. O Pedregal, bairro classificado como  de pior condi&ccedil;&atilde;o de vida, aparece como o &uacute;nico bairro situado  nas imedia&ccedil;&otilde;es da regi&atilde;o central da &aacute;rea urbana do  munic&iacute;pio.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f3"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/20f3.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  taxas m&eacute;dias de incid&ecirc;ncia da TB nos estratos de condi&ccedil;&otilde;es  de vida indicam que maiores incid&ecirc;ncias se concentram nos bairros de estratos  com piores ICV. Percebe-se maior diferencial de taxas entre os estratos de regular  e de pior condi&ccedil;&atilde;o de vida, em que a taxa dos bairros de pior ICV  tem um acr&eacute;scimo de 86% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; taxa de incid&ecirc;ncia  do estrato de regular condi&ccedil;&atilde;o (<a href="#f4">Figura 4</a>).</font></p>    <p><a name="f4"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/20f4.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar  dos diferenciais observados do efeito do ICV, esperava-se que a taxa de incid&ecirc;ncia  da doen&ccedil;a fosse maior no sentido dos estratos de piores condi&ccedil;&otilde;es  de vida, formando um gradiente de aumento nos estratos. O que se observa, no entanto,  quando se analisa esse indicador no per&iacute;odo estudado, &eacute; que h&aacute;  um gradiente apenas nos estratos de regular, de m&aacute; e de pior condi&ccedil;&atilde;o  de vida.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  bairros Centro, Prata e Palmeira, que pertencem ao estrato de melhor condi&ccedil;&atilde;o  de vida, apresentaram valores mais elevados da taxa de incid&ecirc;ncia da TB  e foram determinantes para a n&atilde;o ocorr&ecirc;ncia do gradiente esperado.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute;  importante ressaltar que a an&aacute;lise das informa&ccedil;&otilde;es sobre  a incid&ecirc;ncia da TB apresentada nesta pesquisa deve ser feita com cautela,  visto que essa taxa &eacute; baseada no n&uacute;mero de registros de TB no SINAN,  cujas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sujeitas a varia&ccedil;&otilde;es  face aos problemas que envolvem os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de  no pa&iacute;s. &Eacute; sabido que os registros mundiais da TB s&atilde;o subnotificados  e alcan&ccedil;am, aproximadamente, a metade do estimado pela OMS<sup>18</sup>.  Logo, a interpreta&ccedil;&atilde;o tem de ser cuidadosa, pois a qualidade dos  dados depende do sistema de busca de casos e de registros de cada regi&atilde;o<sup>19</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  distribui&ccedil;&atilde;o das taxas de incid&ecirc;ncia de TB se caracteriza  pela concentra&ccedil;&atilde;o de taxas mais elevadas nos bairros da regi&atilde;o  central e leste da cidade. Esses bairros se caracterizam por serem populosos e  com elevadas densidades demogr&aacute;ficas. Essas caracter&iacute;sticas podem  explicar parcialmente porque as varia&ccedil;&otilde;es da incid&ecirc;ncia no  munic&iacute;pio s&atilde;o fortemente influenciadas pelas varia&ccedil;&otilde;es  da incid&ecirc;ncia desses bairros durante os anos estudados.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  indicadores compostos como o ICV podem ser entendidos como uma medida que associa  diferentes caracter&iacute;sticas socioecon&ocirc;micas e ambientais em um indicador  sint&eacute;tico para analisar as caracter&iacute;sticas de grupos populacionais  vivendo em determinadas &aacute;reas geogr&aacute;ficas<sup>20</sup>. Ao se utilizarem  tais &iacute;ndices como referencial para descri&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas  geogr&aacute;ficas, pressup&otilde;e-se estar captando a intera&ccedil;&atilde;o  de diversos fatores na determina&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida de uma  &aacute;rea espec&iacute;fica.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  distribui&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o  campinense segue os padr&otilde;es de desigualdades observados nos grandes centros  urbanos. De acordo com Vendramini<sup>21</sup>, esse padr&atilde;o &eacute; caracterizado  por uma periferia dotada de infra-estrutura urbana b&aacute;sica e ocupada por  pessoas de baixa renda com piores condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. H&aacute;  tamb&eacute;m nesse padr&atilde;o as &aacute;reas com acesso &agrave;s facilidades  urbanas, ocupadas por grupos de alta renda que vivem em moradias adequadas e com  melhores padr&otilde;es de sa&uacute;de.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  conceito de territ&oacute;rio ou de espa&ccedil;o transcende a sua condi&ccedil;&atilde;o  f&iacute;sica ou natural e recupera o seu car&aacute;ter hist&oacute;rico e social.  Dessa forma, o estudo das condi&ccedil;&otilde;es de vida, segundo a inser&ccedil;&atilde;o  espacial dos grupos humanos no territ&oacute;rio, tende a ser uma alternativa  te&oacute;rico-metodol&oacute;gica para a an&aacute;lise das necessidades e das  desigualdades sociais da sa&uacute;de<sup>22</sup>. Na &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio  de Campina Grande, pela an&aacute;lise do ICV, foi poss&iacute;vel visualizar  as &aacute;reas de melhor e pior condi&ccedil;&atilde;o de vida, revelando grupos  homog&ecirc;neos priorit&aacute;rios para a formula&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  entanto, o estrato de melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida teve uma taxa de incid&ecirc;ncia  muito elevada, superior &agrave; taxa dos estratos de regular e de m&aacute; condi&ccedil;&atilde;o.  Dessa forma, os bairros que formam o estrato de melhor condi&ccedil;&atilde;o  de vida podem ter outros fatores determinantes para a alta taxa de incid&ecirc;ncia  da TB.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Buscando  encontrar respostas para os resultados e para a elevada taxa de incid&ecirc;ncia  da TB nos bairros do Centro, Prata e Palmeira, foram levantadas algumas hip&oacute;teses.  A primeira foi a de que a elevada de taxa nos tr&ecirc;s bairros acima citados  fosse causada pela flutua&ccedil;&atilde;o do indicador taxa de incid&ecirc;ncia  determinada pela pequena popula&ccedil;&atilde;o presente nesses bairros. No entanto,  contatou-se que esses bairros n&atilde;o t&ecirc;m popula&ccedil;&otilde;es t&atilde;o  pequenas que expliquem as varia&ccedil;&otilde;es bruscas na incid&ecirc;ncia.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra  quest&atilde;o levantada diz respeito &agrave; subnotifica&ccedil;&atilde;o dos  casos de TB. No munic&iacute;pio de Campina Grande, o evento foi constatado por  Lima no per&iacute;odo de 2000 a 2006<sup>23</sup>. Dentre os fatores determinantes  para essa subnotifica&ccedil;&atilde;o, pode-se inferir a organiza&ccedil;&atilde;o  do servi&ccedil;o de sa&uacute;de.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  servi&ccedil;o de controle da TB do munic&iacute;pio de Campina Grande funciona  de forma centralizada e deficiente<sup>24</sup>. De acordo com Oliveira<sup>25</sup>,  o Servi&ccedil;o de Refer&ecirc;ncia est&aacute; localizado no estrato de melhor  condi&ccedil;&atilde;o de vida, o que facilita o acesso para os usu&aacute;rios  desse estrato e dificulta o acesso dos usu&aacute;rios dos estratos de piores  condi&ccedil;&otilde;es de vida, visto que s&atilde;o usu&aacute;rios de menor  poder aquisitivo e que necessitam de transporte para chegar ao servi&ccedil;o  de refer&ecirc;ncia. O estudo de Oliveira mostrou tamb&eacute;m que os profissionais  das ESF desconhecem os casos de TB de seus territ&oacute;rios de abrang&ecirc;ncia.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Esses  fatores podem ter determinado a subnotifica&ccedil;&atilde;o dos casos de TB nos  bairros da periferia e uma poss&iacute;vel maior capta&ccedil;&atilde;o de casos  nos bairros da zona central da cidade, principalmente nos bairros Centro, Prata  e Palmeira. Al&eacute;m disso, a aglomera&ccedil;&atilde;o populacional desses  bairros pode resultar na ocorr&ecirc;ncia de um n&uacute;mero maior de casos de  TB, que, portanto, podem explicar a elevada taxa de incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a  no estrato de melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Baseado  no exposto e nos nossos resultados pode-se inferir, para a &aacute;rea urbana  do munic&iacute;pio de Campina Grande, que quanto pior for a condi&ccedil;&atilde;o  de vida maior ser&aacute; a taxa de incid&ecirc;ncia de TB (exceto nos bairros  de melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida).</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  an&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es de vida indica as formas perversas  de reprodu&ccedil;&atilde;o social em um espa&ccedil;o onde foi poss&iacute;vel  apresentar resultados que revelam uma penaliza&ccedil;&atilde;o maior das popula&ccedil;&otilde;es  residentes em bairros com baixas condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas.  A influ&ecirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es de vida na incid&ecirc;ncia da  TB &eacute; descrita por Ruffino-Netto<sup>26</sup> como: "A sociedade n&atilde;o  se comporta como um conjunto homog&ecirc;neo de indiv&iacute;duos, sejam eles  virgens de infec&ccedil;&atilde;o ou infectados. No processo de produ&ccedil;&atilde;o  e reprodu&ccedil;&atilde;o dentro das classes sociais as condi&ccedil;&otilde;es  de vida s&atilde;o desiguais, levando assim a diferentes n&iacute;veis de densidade  de aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas no trabalho, nos meios de transporte e  nos locais de moradia, que criar&atilde;o possibilidades diversas de encontros  onde poder&aacute; acontecer a transmiss&atilde;o da TB".</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De  acordo Santos et al.<sup>27</sup>, a gravidade e o impacto negativo da TB varia  na raz&atilde;o inversa do &Iacute;ndice de Desenvolvimento Humano (IDH). A distribui&ccedil;&atilde;o  da doen&ccedil;a &eacute; influenciada por fatores como a extens&atilde;o territorial,  o crescimento populacional desordenado e a concentra&ccedil;&atilde;o de pessoas  nas periferias.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  resultados obtidos permitiram identificar &aacute;reas geogr&aacute;ficas homog&ecirc;neas  nas quais os moradores compartilham condi&ccedil;&otilde;es de vida similares.  Para Chiesa<sup>28</sup>, a identifica&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;reas homog&ecirc;neas  pode possibilitar a escolha de estrat&eacute;gias e interven&ccedil;&otilde;es  espec&iacute;ficas para as necessidades dos seus moradores, bem como a prioriza&ccedil;&atilde;o  de recursos, contribuindo assim para diminuir as iniquidades em sa&uacute;de.  Como a TB &eacute; uma doen&ccedil;a reconhecidamente de determina&ccedil;&atilde;o  social, seu enfrentamento n&atilde;o pode ser reduzido a procedimentos t&iacute;picos  do enfoque bacteriol&oacute;gico, principalmente nos dias atuais, quando se aprofundam  as desigualdades sociais. Portanto, apenas a garantia da medica&ccedil;&atilde;o  e a observa&ccedil;&atilde;o da ingesta do medicamento n&atilde;o s&atilde;o medidas  suficientes para control&aacute;-la<sup>29,30</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando  a magnitude da TB como doen&ccedil;a socialmente produzida, fica evidente a necessidade  do maior envolvimento de gestores e profissionais de sa&uacute;de na implementa&ccedil;&atilde;o  de medidas para transformar o quadro preocupante da doen&ccedil;a na &aacute;rea  urbana do munic&iacute;pio de Campina Grande. Portanto, espera-se que este estudo  proporcione esse entendimento e que os dados gerados possam subsidiar o delineamento  das estrat&eacute;gias de controle, na perspectiva da promo&ccedil;&atilde;o da  sa&uacute;de e da qualidade de vida, de uma doen&ccedil;a t&atilde;o caracteristicamente  de determina&ccedil;&atilde;o social como a TB.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1.  Barata RB. Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o  brasileira. In: Giovanella L; Scorel S, Lobato LVC et al. (orgs). <i>Pol&iacute;ticas  e Sistema de Sa&uacute;de no Brasil</i>. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2008. p. 167-213.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991706&pid=S1415-790X201200010002000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2.  World Health Organization. <i>Global tuberculosis control</i>. WHO Report 2010.  Geneva; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991708&pid=S1415-790X201200010002000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3.  SINAN - Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o.  Dispon&iacute;vel em <a href="http://dtr2004.saude.gov.br/sinanweb/novo" target="_blank">http://dtr2004.saude.gov.br/sinanweb/novo</a>.  &#91;Acessado em 22 de janeiro de 2010&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991710&pid=S1415-790X201200010002000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4.  S&aacute; LD, Figueiredo TMRM, Lima DS, Andrade MN, Queiroga RPF, Cardoso MAA  et al. A experi&ecirc;ncia da implanta&ccedil;&atilde;o do DOTS em seis munic&iacute;pios  paraibanos. In: Ruffino Netto A, Villa TCS. <i>Tuberculose - Implanta&ccedil;&atilde;o  do DOTS em algumas regi&otilde;es do Brasil: hist&oacute;rico e peculiaridades  regionais.</i> Ribeir&atilde;o Preto: FMRP/REDE TB-USP; 2006. p. 142-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991712&pid=S1415-790X201200010002000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5.  Barata RB. <i>Como e porque as desigualdades sociais fazem mal &agrave; sa&uacute;de.</i>  Rio de Janeiro: Fiocruz; 2009. p. 19-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991714&pid=S1415-790X201200010002000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6.  World Health Organization. <i>The global Plan to Stop TB 2006-2005</i>. WHO Report.  Geneve; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991716&pid=S1415-790X201200010002000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7.  Teixeira GM. Aprofundar o conhecimento espacial da tuberculose para melhor combat&ecirc;-la.  <i>Boletim de pneumologia sanit&aacute;ria</i> 2004; 12(3): 141-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991718&pid=S1415-790X201200010002000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8.  Hino P. <i>Distribui&ccedil;&atilde;o espacial dos casos de tuberculose no munic&iacute;pio  de Ribeir&atilde;o Preto nos anos de 1998 a 2002</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o  de mestrado&#93;. Ribeir&atilde;o Preto: Escola de Enfermagem da USP; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991720&pid=S1415-790X201200010002000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9.  Rouquayrol MZ, Almeida Filho N. <i>Epidemiologia e sa&uacute;de</i>. Rio de Janeiro:  MEDSI; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991722&pid=S1415-790X201200010002000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10.  IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>Estimativas  da popula&ccedil;&atilde;o para 1&#186; de julho de 2008</i>. Dispon&iacute;vel  em <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br</a>.  &#91;Acessado em 15 de dezembro de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991724&pid=S1415-790X201200010002000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11.  IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>Censo Demogr&aacute;fico  2000: agregado por setores censit&aacute;rios dos resultados do universo.</i>  2ª ed. Rio de Janeiro; 2003. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br</a>.  &#91;Acessado em 15 de dezembro de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991726&pid=S1415-790X201200010002000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12.  STATACORP LP. Stata programming: reference manual: release 9. College Station,  Tex.: StataCorp LP 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991728&pid=S1415-790X201200010002000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13.  Kemp KK. <i>Encyclopedia of geographic information science</i>. Los Angeles: SAGE  Publications; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991730&pid=S1415-790X201200010002000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14.  Environmental Systems Research Institute (Redlands Calif.). ArcView GIS. 3.1 for  Windows. ed. Redlands, Calif.: ESRI; 1998.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991732&pid=S1415-790X201200010002000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15.  Cerbino Neto J. <i>Fatores associados &agrave; incid&ecirc;ncia de leishmaniose  visceral em Teresina-PI na d&eacute;cada de 90</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o  de mestrado&#93;. Rio de Janeiro: Faculdade de Medicina da UFRJ; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991734&pid=S1415-790X201200010002000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16.  C&acirc;mara G, Monteiro AM, Fucks SD, Carvalho MS. <i>An&aacute;lise espacial  de dados geogr&aacute;ficos</i>. INPE; 2001. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.dpi.inpe.com.br/gilberto/livro" target="_blank">http://www.dpi.inpe.com.br/gilberto/livro</a>.  &#91;Acessado em 13 de novembro de 2007&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991736&pid=S1415-790X201200010002000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17.  Paim JS, Silva LMV, Costa MCN, Prata PR, Lessa I. Desigualdades na situa&ccedil;&atilde;o  de sa&uacute;de do munic&iacute;pio de Salvador e rela&ccedil;&otilde;es com as  condi&ccedil;&otilde;es de vida. <i>Rev Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas e Biol&oacute;gicas</i>  2003; 2(1): 30-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991738&pid=S1415-790X201200010002000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18.  World Health Organization. <i>Tuberculosis control, surveillance, planning, financing</i>.  WHO Report. Geneva; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991740&pid=S1415-790X201200010002000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19.  Vendramini SHF, Gazetta CE, Netto FC, Cury MR, Meirelles EB, Kuyumjian FG, el  al. Tuberculose em munic&iacute;pio de porte m&eacute;dio do sudeste do Brasil:  indicadores de morbidade e mortalidade, de 1985 a 2003. <i>J Bras Pneum</i> 2005;  31(3): 237-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991742&pid=S1415-790X201200010002000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20.  Akerman M, Stephens C, Campanario P, Maia PB. Sa&uacute;de e meio ambiente: uma  an&aacute;lise de diferenciais intra-urbanos enfocando o Munic&iacute;pio de S&atilde;o  Paulo, Brasil. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1994; 28: 320-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991744&pid=S1415-790X201200010002000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21.  Vendramini SHF. <i>O programa de controle da tuberculose em S&atilde;o Jos&eacute;  do Rio Preto-SP, 1985-2004: do contexto epidemiol&oacute;gico &agrave; dimens&atilde;o  social</i> &#91;tese de doutorado&#93;. Ribeir&atilde;o Preto: Escola de Enfermagem  da USP; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991746&pid=S1415-790X201200010002000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22.  Paim JS. Abordagens te&oacute;rico-conceituais em estudos de condi&ccedil;&otilde;es  de vida e sa&uacute;de: notas para reflex&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o. In: Barata  RB. <i>Condi&ccedil;&otilde;es de vida e situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de</i>.  Rio de Janeiro: ABRASCO; 1997. p. 7-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991748&pid=S1415-790X201200010002000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23.  Lima DS. <i>Documento t&eacute;cnico contendo an&aacute;lise do sistema de informa&ccedil;&atilde;o  - SINAN-TB - nos munic&iacute;pios priorit&aacute;rios, exceto a capital do estado  no per&iacute;odo de 2005 e 2006</i>. Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es  Unidas para Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Cultura; Secretaria de Estado  da Sa&uacute;de da Para&iacute;ba, Coordena&ccedil;&atilde;o de Vigil&acirc;ncia  Epidemiol&oacute;gica, N&uacute;cleo de Pneumologia Sanit&aacute;ria. Para&iacute;ba;  2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991750&pid=S1415-790X201200010002000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24.  Figueiredo TMRM, Villa TCS, Scatena LM. et al. Desempenho da aten&ccedil;&atilde;o  b&aacute;sica no controle da tuberculose. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>  2009; 43(5): 825-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991752&pid=S1415-790X201200010002000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25.  Oliveira AR. <i>Avaliando as condi&ccedil;&otilde;es de acessibilidade dos doentes  de tuberculose ao diagn&oacute;stico e tratamento em servi&ccedil;os de sa&uacute;de  de Campina Grande - PB</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Jo&atilde;o  Pessoa: Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Enfermagem da UFPB;  2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991754&pid=S1415-790X201200010002000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26.  Ruffino Neto A. Tuberculose. <i>Revista do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade  de Medicina. Ribeir&atilde;o Preto</i> 1991; 24: 225-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991756&pid=S1415-790X201200010002000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27.  Santos MLSG, Vendramini SHF, Gazetta CE, Oliveira SAC, Villa TCS. Pobreza: caracteriza&ccedil;&atilde;o  socioecon&ocirc;mica da tuberculose. <i>Rev Latino-Am Enferm</i> 2007; 15: 762-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991758&pid=S1415-790X201200010002000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28.  Chiesa AM, Westphal MF, Kashiwagi NM. Geoprocessamento e a promo&ccedil;&atilde;o  da sa&uacute;de: desigualdades sociais e ambientais em S&atilde;o Paulo. <i>Rev  Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2002; 36(5): 559-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991760&pid=S1415-790X201200010002000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29.  Rodrigues L, Barreto M, Kramer M, Barata RCB. Resposta brasileira &agrave; tuberculose:  contexto, desafios e perspectivas. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007;  41(S1): 1-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991762&pid=S1415-790X201200010002000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30.  Carbone MH. <i>T&iacute;sica e rua: os dados da vida em jogo</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o  de mestrado&#93;. Recife: Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1991764&pid=S1415-790X201200010002000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n1/seta.jpg" border="0"></a>  <b> Correspond&ecirc;ncia:</b> </font>    <br> <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Rodrigo  Pinheiro Fernandes de Queiroga.    <br> Av. Ministro Jos&eacute; Am&eacute;rico de  Almeida, 4105 Apto. 704    <br> Miramar, Jo&atilde;o Pessoa, PB CEP 58043-360    <br>  E-mail: <a href="mailto:rodrigopfq@yahoo.com.br">rodrigopfq@yahoo.com.br</a></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido  em: 14/02/11    <br> Vers&atilde;o final apresentada em: 23/11/11    <br> Aprovado em:  03/02/12</font></p>     ]]></body>
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