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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reações adversas a medicamentos levando crianças a atendimento na emergência hospitalar]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Departamento de Farmácia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the study was to determine the incidence of adverse drug reactions (ADR) that led children to hospital emergency care in a university hospital in São Paulo, SP. Medical charts (MC) of patients seen at the pediatric emergency department were selected according to International Classification of Diseases (ICD) codes consistent with ADR. Of 23,286 cases studied, 2,409 records were selected. An ADR was observed in 83 (0.36%) MC. Most ADR occurred in children aged 1-5 years with a slight predominance in males (51.8%). The drugs most commonly involved were antibiotics for systemic use (53.0%), vaccines (9.6%) and analgesics (7.2%). Most ADR were dermatological (54.2%) or gastrointestinal (22.9%) manifestations. Two ADR were considered severe (2.4%) while 61.4% were mild and 36.1% were moderate. The incidence was lower than in the literature, probably because it is a retrospective study that used the ICD for selecting the data assessed. The characteristics of ADR are similar to those found in other countries. Interventions are needed to improve the diagnosis and the use of antibiotics, as they were the drugs most involved in the ADR observed. Research in hospital emergency is important to acknowledge ADR that occur outside the hospital setting and may help to identify the most severe ones. Despite limitations, the method requires few resources and materials, and is a good alternative to initial diagnosis. The present study should be followed by studies with higher sensitivity to detect these reactions in order to propose prevention measures.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Farmacoepidemiologia]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Reação adversa a medicamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Atendimento de emergência]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Estudos de avaliação pós-comercialização]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS  ORIGINAIS</b></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Rea&ccedil;&otilde;es  adversas a medicamentos levando crian&ccedil;as a atendimento na emerg&ecirc;ncia  hospitalar</b> </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Nicolina  Silvana Romano Lieber<sup>I</sup>; Eliane Ribeiro<sup>II</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Departamento  de Pr&aacute;tica de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Faculdade de Sa&uacute;de  P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo    <br> <sup>II</sup>Departamento  de Farm&aacute;cia da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas da Universidade  de S&atilde;o Paulo</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Determinou-se  incid&ecirc;ncia de rea&ccedil;&otilde;es adversas a medicamentos (RAM) que levaram  crian&ccedil;as a atendimento de emerg&ecirc;ncia em um hospital universit&aacute;rio  de S&atilde;o Paulo, SP. Foram analisadas, retrospectivamente, 23.286 fichas de  atendimento (FA) em emerg&ecirc;ncia pedi&aacute;trica, a partir de c&oacute;digo  CID que indicasse poss&iacute;vel RAM. Observaram-se 83 (0,36%) RAMs. A maioria  ocorreu na faixa et&aacute;ria entre 1 a 5 anos com leve predomin&acirc;ncia no  sexo masculino (51,8%). Os medicamentos mais implicados foram antibacterianos  para uso sist&ecirc;mico (53,0%), vacinas (9,6%) e analg&eacute;sicos (7,2%).  A maior parte das RAMs foram manifesta&ccedil;&otilde;es d&eacute;rmicas (54,2%)  ou gastrointestinais (22,9%). Duas RAMs foram consideradas graves (2,4%) e levaram  a interna&ccedil;&atilde;o; enquanto 61,4% foram leves e 36,1% foram moderadas.  A incid&ecirc;ncia foi inferior &agrave; literatura, provavelmente por ser estudo  retrospectivo, utilizando-se o CID para sele&ccedil;&atilde;o das FA. Observou-se  que, no Brasil, as RAMs levam crian&ccedil;as a atendimento de emerg&ecirc;ncia,  com caracter&iacute;sticas semelhantes &agrave;s de outros pa&iacute;ses. Interven&ccedil;&otilde;es  s&atilde;o necess&aacute;rias para melhorar o diagn&oacute;stico e a utiliza&ccedil;&atilde;o  de antimicrobianos, uma vez que foram os medicamentos mais implicados nas RAMs  observadas. A pesquisa no setor de emerg&ecirc;ncia hospitalar &eacute; importante  para se conhecer as RAMs que ocorrem fora do contexto hospitalar, podendo contribuir  para identificar aquelas de maior gravidade. A metodologia utilizada, apesar das  limita&ccedil;&otilde;es, requer poucos recursos humanos e materiais, sendo uma  boa alternativa para um diagn&oacute;stico inicial, que deve ser sucedido por  estudos mais elaborados e de maior sensibilidade para detectar essas rea&ccedil;&otilde;es  e propor medidas dirigidas &agrave; sua preven&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>  Farmacoepidemiologia. Rea&ccedil;&atilde;o adversa a medicamento. Atendimento  de emerg&ecirc;ncia. Estudos de avalia&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-comercializa&ccedil;&atilde;o.  Uso de medicamentos.</font></p><hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  rea&ccedil;&otilde;es adversas a medicamentos (RAMs) s&atilde;o definidas como  "uma resposta nociva e n&atilde;o intencional ao uso de um medicamento que ocorre  em doses normalmente utilizadas em seres humanos para profilaxia, diagn&oacute;stico  ou tratamento de doen&ccedil;as ou para a modifica&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&atilde;o  fisiol&oacute;gica"<sup>1</sup> e constituem um tipo particular de evento adverso  a medicamento (EAM)<sup>2</sup>, que ocorrem apesar do uso correto desses insumos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Revis&atilde;o  da literatura estimou que a incid&ecirc;ncia de RAMs em pacientes hospitalizados  pode variar de 1,2% a 24,1%. Os autores tamb&eacute;m verificaram uma incid&ecirc;ncia  de rea&ccedil;&otilde;es adversas fatais entre 0,23% e 0,41% e apontaram as RAMs  entre a 4ª e a 6ª causa de morte nos Estados Unidos<sup>3</sup>. Estima-se que  esses incidentes ocorram entre 2 a 5% das crian&ccedil;as<sup>4</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em  geral, as pesquisas relativas a problemas com medicamentos s&atilde;o conduzidas  durante a hospitaliza&ccedil;&atilde;o ou buscam a frequ&ecirc;ncia das rea&ccedil;&otilde;es  que s&atilde;o graves para requerer hospitaliza&ccedil;&atilde;o. Entretanto,  estas &uacute;ltimas n&atilde;o expressam a frequ&ecirc;ncia de visitas a setores  de emerg&ecirc;ncia, porque muitas delas n&atilde;o resultam em interna&ccedil;&atilde;o<sup>5</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo  prospectivo realizado em hospital das Ilhas Can&aacute;rias mostrou uma incid&ecirc;ncia  de 1,73% das visitas realizadas ao pronto socorro associadas a uma RAM<sup>6</sup>.  Estudo semelhante, realizado na &Iacute;ndia, mas com resultados diversos, observou,  num per&iacute;odo de 6 meses, uma incid&ecirc;ncia de 4,2% dos atendimentos no  setor de emerg&ecirc;ncia hospitalar como sendo um EAM, dos quais 90% eram RAMs<sup>7</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Meta-an&aacute;lise  de estudos de RAMs em pacientes pedi&aacute;tricos mostrou uma incid&ecirc;ncia  m&eacute;dia de 1,46% (0,7 a 2,7%) de RAMs ambulatoriais<sup>8</sup>, enquanto  revis&atilde;o sistem&aacute;tica mais recente verificou que a incid&ecirc;ncia  de RAMs em pacientes pedi&aacute;tricos ambulatoriais variava entre 0,75% e 11,1%<sup>9</sup>.  Em servi&ccedil;o de emerg&ecirc;ncia, na Fran&ccedil;a, observou-se uma incid&ecirc;ncia  de 0,93% de RAM em crian&ccedil;as, levando a atendimento<sup>10</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  Brasil, em 2009, foram notificados 26.540 casos de intoxica&ccedil;&atilde;o por  medicamentos (26,4% do total de intoxica&ccedil;&otilde;es). Destes, 11.242 (42,4%)  ocorreram em crian&ccedil;as at&eacute; 14 anos de idade<sup>11</sup>. Parte das  ocorr&ecirc;ncias, 2.792 (10,5%), foi notificada como tendo ocorrido por uso terap&ecirc;utico<sup>12</sup>.  Entretanto, apesar dessa magnitude, s&atilde;o escassos em nosso meio trabalhos  relativos a visitas a pronto socorro ou a admiss&atilde;o hospitalar de crian&ccedil;as  por problemas com medicamentos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  ocorr&ecirc;ncias mais graves, em particular aquelas agudas, tendem a ser atendidas  em hospitais. Justifica-se, ent&atilde;o, sua pesquisa na emerg&ecirc;ncia hospitalar,  uma vez que esta &eacute; a interface entre a aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria  &agrave; sa&uacute;de e o atendimento hospitalar. O setor de emerg&ecirc;ncia  pode ser um bom observat&oacute;rio, onde as rea&ccedil;&otilde;es mais relevantes  podem ser identificadas e analisadas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  objetivo deste trabalho foi determinar a incid&ecirc;ncia de RAMs que levaram  crian&ccedil;as a atendimento de emerg&ecirc;ncia hospitalar.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Material  e M&eacute;todos</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi  realizado estudo descritivo, retrospectivo e transversal das fichas de atendimentos  no Setor de Emerg&ecirc;ncia Pedi&aacute;trica de um hospital universit&aacute;rio  em S&atilde;o Paulo, que atende diariamente, em m&eacute;dia, 250 crian&ccedil;as  com idade at&eacute; 15 anos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nas  fichas foram pesquisados EAMs, ou seja, qualquer dano ou les&atilde;o, leve ou  grave, causado pelo uso terap&ecirc;utico de medicamento, ou pela falta do uso  quando necess&aacute;rio<sup>2</sup>. Os eventos foram classificados de duas formas:</font></p><ul>      <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">se na ficha do  pronto atendimento havia algum relato de uso inapropriado do medicamento ou algum  desvio de seu uso terap&ecirc;utico, como, por exemplo, tentativa de suic&iacute;dio,  os eventos foram chamados de erros de medica&ccedil;&atilde;o; e</font></li>    ]]></body>
<body><![CDATA[<li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">quando  o relato exclu&iacute;a desvios na utiliza&ccedil;&atilde;o do medicamento, havia  uma rela&ccedil;&atilde;o temporal entre uso e efeito e havia uma plausibilidade  farmacol&oacute;gica para a ocorr&ecirc;ncia da manifesta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica,  os eventos foram classificados como rea&ccedil;&otilde;es adversas a medicamentos.</font></li>    </ul>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  este trabalho, foram analisadas apenas as fichas com suspeita de RAM.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerou-se  a frequ&ecirc;ncia de eventos adversos esperada em servi&ccedil;os de emerg&ecirc;ncias  pedi&aacute;tricas apresentada na literatura entre 0,86% a 10,6%<sup>13</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Buscou-se  um per&iacute;odo para a coleta dos dados no setor de emerg&ecirc;ncia que permitisse  atender a um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%. Elegeram-se aleatoriamente  os atendimentos do m&ecirc;s de maio de 2006 para o in&iacute;cio da coleta.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para  o c&aacute;lculo do per&iacute;odo total de an&aacute;lise, examinou-se a incid&ecirc;ncia  da vari&aacute;vel m&ecirc;s a m&ecirc;s e o erro esperado no intervalo de confian&ccedil;a  fixado. O per&iacute;odo de observa&ccedil;&atilde;o foi estabelecido comparando-se  os desvios entre duas propor&ccedil;&otilde;es populacionais. O teste de hip&oacute;tese<sup>14</sup>  validou a sufici&ecirc;ncia da observa&ccedil;&atilde;o por 3 meses consecutivos.  Assim, foram objeto de estudo as fichas de atendimento dos meses de maio, junho  e julho de 2006.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Das  fichas foram coletadas informa&ccedil;&otilde;es relativas a dados demogr&aacute;ficos,  medicamentos utilizados, sinais e sintomas relatados e diagn&oacute;sticos. Estes  &uacute;ltimos, classificados de acordo com o C&oacute;digo Internacional de Doen&ccedil;as  - CID 10<sup>15</sup>, foram copiados da forma como estavam nas fichas de atendimento.  A descri&ccedil;&atilde;o de cada c&oacute;digo foi analisada por dois pesquisadores,  de forma independente, classificando-os como compat&iacute;veis ou n&atilde;o  com um poss&iacute;vel EAM, mesmo que n&atilde;o estivesse expl&iacute;cito que  essa fosse a raz&atilde;o do comparecimento &agrave;quele servi&ccedil;o. Em caso  de discord&acirc;ncia buscou-se o consenso.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todas  as CIDs agrupadas no cap&iacute;tulo XII&nbsp;(Doen&ccedil;as da pele e do tecido  subcut&acirc;neo - L00-L99) foram selecionadas como compat&iacute;veis, bem como  outras que descreviam manifesta&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas. Tamb&eacute;m  se buscaram as CIDs agrupadas no Cap&iacute;tulo XIX (Les&otilde;es, envenenamento  e outras consequ&ecirc;ncias de causas externas - S00-T98) e no Cap&iacute;tulo  XX (Causas externas de morbidade e de mortalidade - V01-Y98). Foram exclu&iacute;das  as fichas cuja CID se referisse nominalmente a doen&ccedil;a infecciosa ou parasit&aacute;ria  e traumas. As demais foram examinadas uma a uma. Das CID descartadas tomou-se  ainda para exame uma amostra aleat&oacute;ria de 10% entre aquelas relativas a  sintomas inespec&iacute;ficos, como N&aacute;usea e V&ocirc;mitos (R11) ou Tosse  (R05).</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  RAM foram consideradas graves segundo os crit&eacute;rios da Organiza&ccedil;&atilde;o  Mundial de Sa&uacute;de<sup>16</sup>. Quando exigiram mudan&ccedil;a na terap&ecirc;utica  ou exigiram tratamento espec&iacute;fico, foram consideradas moderadas. Foram  consideradas leves aquelas que n&atilde;o requereram tratamento espec&iacute;fico  ou ant&iacute;doto e para as quais n&atilde;o foi necess&aacute;ria a suspens&atilde;o  do f&aacute;rmaco.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  medicamentos foram classificados utilizando-se a <i>Anatomical Therapeutic Chemical  Classification Index</i> (ATC)<sup>17</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  projeto foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos  do Hospital Universit&aacute;rio - USP. N&atilde;o h&aacute; conflito de interesses.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram  examinados os c&oacute;digos CID de um universo de 23.286 atendimentos ocorridos  no per&iacute;odo estudado, dos quais 2.463 atendiam ao crit&eacute;rio de inclus&atilde;o.  Um total de 54 fichas n&atilde;o foi localizado, resultando numa perda de 2,2%.  Assim, foram selecionadas 2.409 fichas de atendimento. A an&aacute;lise das fichas  mostrou 136 atendimentos com suspeita. Em 96 delas observou-se um evento adverso  a medicamento (0,4% do total de atendimentos), 11 foram descartadas como EAM e  28 n&atilde;o puderam ser classificadas devido &agrave; falta de informa&ccedil;&otilde;es.  Dos 96 EAMs, 13 (0,06%) foram considerados erros de medica&ccedil;&atilde;o (tentativas  de suic&iacute;dio, ingest&atilde;o acidental, falta de ades&atilde;o ao tratamento,  entre outros) e 83 (0,36%) foram consideradas RAMs e analisadas para este trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  caracteriza&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as que sofreram uma RAM, segundo  sexo e faixa et&aacute;ria, est&aacute; apresentada na <a href="#t1">Tabela 1</a>.  Os medicamentos implicados nas rea&ccedil;&otilde;es adversas observadas s&atilde;o  apresentados na <a href="#t2">Tabela 2</a>. Em 77,1% dos casos havia apenas um  medicamento envolvido. Em duas situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foi poss&iacute;vel  estabelecer qual o medicamento implicado, pois a crian&ccedil;a utilizava 2 medicamentos  distintos e a RAM era compat&iacute;vel com ambos.</font></p>    <p><a name="t1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/04t01.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><a name="t2"></a></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/04t02.jpg"></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo  a gravidade, das 83 RAMs, 51 (61,4%) foram leves, 30 (36,1%) exigiram algum tipo  de interven&ccedil;&atilde;o como suspens&atilde;o (8), troca do medicamento (6),  prescri&ccedil;&atilde;o de um medicamento ant&iacute;doto ou espec&iacute;fico  para a sintomatologia (13) ou, ainda, interven&ccedil;&otilde;es combinadas como  suspens&atilde;o ou troca do medicamento e a prescri&ccedil;&atilde;o de ant&iacute;doto  (3), e foram consideradas moderadas. Duas (2,4%) levaram &agrave; interna&ccedil;&atilde;o,  tendo sido consideradas graves. Uma delas foi atribu&iacute;da &agrave; amoxicilina  e a outra &agrave; metoclopramida. Quinze rea&ccedil;&otilde;es adversas &agrave;  amoxicilina foram consideradas leves e 11 moderadas. A maior parte delas (70%)  foi manifesta&ccedil;&atilde;o d&eacute;rmica, como exantema ou urtic&aacute;ria  e as demais foram gastrointestinais, predominantemente diarr&eacute;ia. Duas rea&ccedil;&otilde;es  atribu&iacute;das &agrave; amoxicilina com clavulanato foram d&eacute;rmicas e  moderadas.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todas  as rea&ccedil;&otilde;es vacinais foram picos febris considerados leves, &agrave;  exce&ccedil;&atilde;o de uma convuls&atilde;o p&oacute;s vacina DPT, que foi considerada  moderada pelos crit&eacute;rios utilizados neste trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando-se  todas as RAMs observadas, a maior parte foram manifesta&ccedil;&otilde;es d&eacute;rmicas  (54,2%) como exantema e/ou urtic&aacute;ria ou gastrointestinais (22,9%), como  v&ocirc;mitos, diarr&eacute;ia ou n&aacute;usea.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  incid&ecirc;ncia de rea&ccedil;&otilde;es adversas observadas, em 0,36% dos atendimentos,  mostrou-se inferior &agrave; observada na literatura, possivelmente devido a fatores  na metodologia, popula&ccedil;&atilde;o e coleta de dados. Outros trabalhos realizados  com objetivo semelhante utilizam conceitos diversos para definir as ocorr&ecirc;ncias  que est&atilde;o pesquisando. Algumas vezes a defini&ccedil;&atilde;o inclui,  por exemplo, overdoses intencionais<sup>20</sup> ou utiliza&ccedil;&atilde;o diferente  da indicada para o produto<sup>21</sup>. Revis&atilde;o da literatura aponta que  a variedade de termos utilizada para definir incidentes com medicamentos propicia  diverg&ecirc;ncias nos resultados das publica&ccedil;&otilde;es e, na pr&aacute;tica  di&aacute;ria, pode confundir os profissionais, os quais muitas vezes n&atilde;o  sabem como classificar um evento que presenciam ou que ir&atilde;o notificar.  Com isso, impede-se o conhecimento do verdadeiro impacto provocado por essas ocorr&ecirc;ncias,  tornando-se obst&aacute;culo a uma vis&atilde;o real do problema<sup>20</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O  uso do c&oacute;digo CID para a sele&ccedil;&atilde;o das fichas a serem analisadas  contribuiu para a baixa incid&ecirc;ncia observada. Pode-se supor que os resultados  estejam subestimados, uma vez que &eacute; poss&iacute;vel que haja no universo  de fichas analisadas outros eventos, cujos c&oacute;digos utilizados para descrev&ecirc;-los  n&atilde;o permitiram sua identifica&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m n&atilde;o  foi poss&iacute;vel analisar todas as fichas com suspeita de RAM dada a dificuldade  de localizar algumas ou pela falta de informa&ccedil;&otilde;es nesses documentos,  o que pode ter subestimado os resultados encontrados. Problemas de falta de informa&ccedil;&atilde;o  em fichas de atendimento em pronto socorro j&aacute; haviam sido apontados em  trabalho semelhante realizado em hospital canadense<sup>21</sup>. Al&eacute;m  disso, em estudos retrospectivos, falta o contato com o paciente para a complementa&ccedil;&atilde;o  dos dados registrados e a qualidade das informa&ccedil;&otilde;es nem sempre permite  fazer avalia&ccedil;&otilde;es. De maneira geral, os estudos retrospectivos apresentam  incid&ecirc;ncia menor que os estudos prospectivos<sup>13</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  maior propor&ccedil;&atilde;o de rea&ccedil;&otilde;es adversas foi observada  em crian&ccedil;as de 1 a 5 anos de idade. Este fato n&atilde;o surpreende, dado  que dos atendimentos realizados naquele servi&ccedil;o, no per&iacute;odo estudado,  42,3% foram de crian&ccedil;as nessa faixa et&aacute;ria.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Houve  uma leve predomin&acirc;ncia de RAM no sexo masculino. O mesmo foi observado na  Espanha<sup>22</sup>, em hospital canadense<sup>21</sup> e em estudo que utilizou  dados do VigiBase, banco de dados do Centro de Monitoramento de Medicamentos da  OMS, em Uppsala, na Su&eacute;cia<sup>23</sup>. Em adultos, entretanto, a predomin&acirc;ncia  de rea&ccedil;&otilde;es adversas tem sido observada no sexo feminino<sup>24-26</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De  maneira geral, os estudos indicam as mulheres adultas como mais suscet&iacute;veis  a RAM e sugerem que o risco est&aacute; associado ao n&uacute;mero de medicamentos  utilizado, &agrave; classe terap&ecirc;utica, ao tipo de rea&ccedil;&atilde;o  adversa, &agrave; idade e &agrave; condi&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica feminina,  como menor massa corporal, clearance hep&aacute;tico reduzido, diferen&ccedil;as  na metaboliza&ccedil;&atilde;o, entre outros fatores<sup>27</sup>. Alguns autores  citam tamb&eacute;m diferen&ccedil;as metab&oacute;licas entre os sexos e relativas  a classes de medicamentos. Por exemplo, os meninos apresentaram maior preval&ecirc;ncia  de hipersensibilidade a antiinflamat&oacute;rios n&atilde;o esteroidais do que  as meninas. Lembram, por&eacute;m, que essa diversidade precisa ser mais estudada<sup>28</sup>.  Outros estudos mencionam que n&atilde;o est&aacute; claro se os meninos t&ecirc;m,  de maneira geral, problemas de sa&uacute;de mais graves e que requerem o uso de  medicamentos favorecendo uma RAM. Sugerem que, de forma alternativa, a popula&ccedil;&atilde;o  masculina jovem possa ser fisiologicamente mais sens&iacute;vel &agrave; ocorr&ecirc;ncia  desses eventos<sup>23</sup>. Essas desigualdades talvez possam explicar porque  neste e em outros estudos as RAM tenham ocorrido predominantemente no sexo masculino.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao  contr&aacute;rio de outros autores<sup>8,9</sup>, neste caso, a polifarm&aacute;cia  n&atilde;o se mostrou um fator associado a rea&ccedil;&otilde;es adversas, uma  vez que, na maior parte das rea&ccedil;&otilde;es adversas observadas, relatou-se  o uso de um &uacute;nico medicamento.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As  classes terap&ecirc;uticas mais associadas a rea&ccedil;&otilde;es adversas em  crian&ccedil;as s&atilde;o, com varia&ccedil;&otilde;es na ordem, as mesmas encontradas  neste estudo. Isto foi verificado para RAMs ambulatoriais<sup>9,29</sup>, ou seja,  ocorridas fora do ambiente hospitalar, e naquelas levando a visitas em servi&ccedil;o  de emerg&ecirc;ncia<sup>18,21,30,31</sup>, como neste caso. Tamb&eacute;m foi  observado nas notifica&ccedil;&otilde;es espont&acirc;neas feitas aos sistemas  nacionais de farmacovigil&acirc;ncia, como o espanhol<sup>22</sup> e o sueco<sup>32</sup>.  Na avalia&ccedil;&atilde;o do Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia de Danos que  levaram a atendimento em servi&ccedil;o de emerg&ecirc;ncia em hospitais dos Estados  Unidos verificou-se que, em 91,5% dos casos, os eventos estiveram associados a  um agente antimicrobiano e em 2,8% dos casos os eventos estavam associados a vacinas<sup>33</sup>.  Em todos os casos, os antimicrobianos estiveram entre os medicamentos cuja utiliza&ccedil;&atilde;o  mais resultou em RAM, o que n&atilde;o surpreende, uma vez que os estudos mostram  que esses medicamentos s&atilde;o os mais comumente prescritos para crian&ccedil;as.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um  editorial afirma que os riscos associados ao uso de antibi&oacute;ticos continuam  a aumentar e que, dependendo do antibi&oacute;tico, 5 a 25% dos pacientes ter&atilde;o  diarr&eacute;ia associada ao seu uso, aproximadamente 2% desenvolver&atilde;o  uma rea&ccedil;&atilde;o dermatol&oacute;gica e cerca de 1 em cada 5.000 usu&aacute;rios  ter&aacute; uma rea&ccedil;&atilde;o anafil&aacute;tica<sup>34</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estima-se  que tenham ocorrido 142.505 visitas a servi&ccedil;os de emerg&ecirc;ncia entre  2004 e 2006, nos EUA, devidas a eventos adversos a antimicrobianos. Estes medicamentos,  para uso sist&ecirc;mico, estiveram implicados em 19,3% de todas as visitas relativas  a eventos adversos e 25,9% ocorreram em crian&ccedil;as at&eacute; 14 anos de  idade<sup>35</sup>. No editorial supracitado comenta-se que estes achados s&atilde;o  apenas a ponta do iceberg, uma vez que muitos pacientes t&ecirc;m rea&ccedil;&otilde;es  leves que n&atilde;o os levam a pronto-socorro ou, simplesmente, param de tomar  o antibi&oacute;tico<sup>34</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Alguns  autores consideram que, pelo fato dos riscos mais imediatos do uso de antimicrobianos  serem considerados leves e de pouca frequ&ecirc;ncia, as campanhas para reduzir  seu uso inapropriado n&atilde;o incorporam mensagens relativas a esses problemas,  mas t&ecirc;m seu foco na resist&ecirc;ncia antimicrobiana<sup>35</sup>. Uma mudan&ccedil;a  de foco para esta outra perspectiva poderia melhorar as condi&ccedil;&otilde;es  de utiliza&ccedil;&atilde;o desses produtos.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre  os antibi&oacute;ticos, o uso da amoxicilina foi o mais referido e as rea&ccedil;&otilde;es  observadas com mais frequ&ecirc;ncia foram gastrointestinais e d&eacute;rmicas,  com predomin&acirc;ncia destas &uacute;ltimas. O mesmo foi observado na Holanda<sup>29</sup>  e na Espanha<sup>22</sup>. Entretanto, neste &uacute;ltimo caso, as RAMs por amoxicilina  com clavulanato foram mais frequentes que aquelas para a amoxicilina, ao contr&aacute;rio  do verificado aqui. Na It&aacute;lia foi analisado um banco de dados de notifica&ccedil;&otilde;es  espont&acirc;neas de rea&ccedil;&otilde;es adversas para comparar o perfil de  seguran&ccedil;a desses dois antibi&oacute;ticos. A porcentagem de rea&ccedil;&otilde;es  d&eacute;rmicas foi maior para a amoxicilina do que para a amoxicilina com clavulanato,  enquanto as rea&ccedil;&otilde;es gastrointestinais, hep&aacute;ticas e hematol&oacute;gicas  foram mais prevalentes para este &uacute;ltimo, o qual tamb&eacute;m apresentou  a maior propor&ccedil;&atilde;o de rea&ccedil;&otilde;es adversas graves. Os autores  recomendam que, dada &agrave; gravidade das rea&ccedil;&otilde;es que a amoxicilina  com clavulanato pode provocar, o risco-benef&iacute;cio de seu uso deve ser bem  avaliado antes da prescri&ccedil;&atilde;o, favorecendo-se a indica&ccedil;&atilde;o  da amoxicilina como antibi&oacute;tico de primeira escolha para doen&ccedil;as  infecciosas sem complica&ccedil;&otilde;es<sup>36</sup>.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No  per&iacute;odo de 1987 a 2001, 40% das rea&ccedil;&otilde;es adversas na Su&eacute;cia,  na popula&ccedil;&atilde;o pedi&aacute;trica, estavam relacionadas a vacinas.  Entre os 10 medicamentos mais envolvidos com RAM estavam uma vacina ou uma combina&ccedil;&atilde;o  de vacinas, incluindo a dupla DT (difteria-t&eacute;tano), vacina para <i>Haemophilus  influenza</i> B e a DPT (difteria-t&eacute;tano-pertussis). As rea&ccedil;&otilde;es  mais graves foram febre e convuls&otilde;es febris<sup>32</sup>. No Sistema Espanhol  de Farmacovigil&acirc;ncia, as rea&ccedil;&otilde;es vacinais foram precedidas  por rea&ccedil;&otilde;es a antimicrobianos para uso sist&ecirc;mico e medicamentos  para o trato respirat&oacute;rio, o que foi atribu&iacute;do a diferen&ccedil;as  nos padr&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o de medicamentos entre aqueles dois  pa&iacute;ses. Setenta por cento das rea&ccedil;&otilde;es febris estavam relacionadas  a vacinas<sup>22</sup>.</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  vacina combinada contra a difteria, coqueluche e t&eacute;tano (DPT) &eacute;  a mais frequentemente associada a eventos adversos entre as de uso rotineiro.  De fato, entre as 8 rea&ccedil;&otilde;es vacinais identificadas neste trabalho,  4 foram associadas a essa vacina. Avalia&ccedil;&atilde;o dos eventos adversos  p&oacute;s-vacina DPT notificados no Estado de S&atilde;o Paulo, no per&iacute;odo  de 1984 a 2001, entre menores de 7 anos de idade, identificou 10.059 desses eventos.  Os mais frequentes foram febre menor que 39,5&#186;C, rea&ccedil;&atilde;o local,  evento hipot&ocirc;nico hiporresponsivo e convuls&atilde;o<sup>37</sup>. Neste  trabalho, todas as crian&ccedil;as apresentaram febre, uma mostrou tamb&eacute;m  irritabilidade e houve uma convuls&atilde;o. A identifica&ccedil;&atilde;o dos  eventos &eacute; importante para a manuten&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a  e ades&atilde;o aos programas de imuniza&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  maior parte das RAMs foi considerada leve, sem necessidade de nenhuma interven&ccedil;&atilde;o.  A propor&ccedil;&atilde;o de rea&ccedil;&otilde;es graves encontrada foi inferior  ao de estudos semelhantes<sup>19,21</sup>, provavelmente porque naqueles a defini&ccedil;&atilde;o  do evento estudado era mais abrangente do que a usada neste trabalho.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os  sintomas mais frequentemente observados foram semelhantes aos observados em outros  estudos de RAM em crian&ccedil;as<sup>18,19,23</sup>, provavelmente porque as  classes terap&ecirc;uticas envolvidas tamb&eacute;m tenham sido semelhantes.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este  estudo mostra que, no Brasil, as RAMs levam crian&ccedil;as a atendimento de emerg&ecirc;ncia.  A frequ&ecirc;ncia no servi&ccedil;o estudado foi inferior &agrave; verificada  na literatura. Entretanto, as caracter&iacute;sticas dos indiv&iacute;duos acometidos,  dos sintomas verificados e dos medicamentos envolvidos foram similares aos verificados  em outros pa&iacute;ses. Uma vez que os que antimicrobianos parecem ser os medicamentos  que mais causam RAM em crian&ccedil;as, interven&ccedil;&otilde;es educativas  s&atilde;o necess&aacute;rias para melhorar o diagn&oacute;stico e o controle  de infec&ccedil;&otilde;es e diminuir as consequ&ecirc;ncias do uso desnecess&aacute;rio  dessa classe terap&ecirc;utica.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A  pesquisa no setor de emerg&ecirc;ncia hospitalar &eacute; importante para se conhecer  eventos relativos a medicamentos que ocorrem fora do contexto hospitalar e pode  contribuir para identificar aqueles de maior gravidade.</font></p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute;  dif&iacute;cil a compara&ccedil;&atilde;o com outros estudos, particularmente  no Brasil, devido &agrave; escassez de trabalhos que investiguem RAM em crian&ccedil;as  levando a atendimento de emerg&ecirc;ncia em nosso meio. Como j&aacute; foi comentado,  a diversidade de defini&ccedil;&otilde;es e metodologia dos trabalhos publicados  tamb&eacute;m dificulta as compara&ccedil;&otilde;es. Estudos retrospectivos permitem  pouca precis&atilde;o na determina&ccedil;&atilde;o dos eventos observados. Entretanto,  apesar das limita&ccedil;&otilde;es, a metodologia utilizada requer poucos recursos  humanos e materiais para sua execu&ccedil;&atilde;o. Mostrou-se tamb&eacute;m  boa alternativa para um diagn&oacute;stico inicial do servi&ccedil;o, podendo  ser sucedida por estudos mais elaborados. Estudos prospectivos, por exemplo, podem  incluir entrevistas com prescritores e pacientes, obtendo-se informa&ccedil;&otilde;es  complementares que v&atilde;o melhorar o conhecimento sobre as RAMs que levam  crian&ccedil;as a atendimento de emerg&ecirc;ncia e suas caracter&iacute;sticas,  para que possam ser propostas medidas dirigidas &agrave; sua preven&ccedil;&atilde;o.</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1.  World Health Organization. <i>International drug monitoring: the role of national  centers</i>. Genebra; 1972. (WHO-Technical Reports Series, 498).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964901&pid=S1415-790X201200020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2.  World Health Organization. WHO Department of Essential Drugs and Medicines. <i>The  Uppsala Monitoring Centre. The importance of pharmacovigilance: safety monitoring  of medicinal products</i>. Genebra; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964903&pid=S1415-790X201200020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3.  Lazarou J, Pomeranz BH, Corey PN. Incidence of adverse drug reactions in hospitalized  patients - a meta-analysis of prospective studies. <i>JAMA</i> 1998; 279: 1200-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964905&pid=S1415-790X201200020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4.  Leary PM. Adverse reactions in children. Special considerations in prevention  and management. <i>Drug Saf</i> 1991; 6: 171-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964907&pid=S1415-790X201200020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5.  Patel P, Zed PJ. Drug-related visits to the emergency department: how big is the  problem? <i>Pharmacotherapy</i> 2002; 22: 915-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964909&pid=S1415-790X201200020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6.  Artiles MG, Alvarez ES, S&aacute;nchez-Colomer MG. Reacciones adversas y problemas  relacionados com medicamentos em um servicio de urg&ecirc;ncia. <i>Rev Esp Salud  P&uacute;blica</i> 1999; 73: 511-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964911&pid=S1415-790X201200020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7.  Saha L, Pandhi P, Malhotra S, Sharma N. Adverse drug event (ADE) related medical  emergency department visists and hospital admissions: a prospective study from  a North Indian Referral Hospital. <i>JCDR</i> 2008; 4: 600-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964913&pid=S1415-790X201200020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8.  Impicciatore P, Choonara I, Clarkson A, Provasi D, Pandolfini C, Bonati M. Incidence  of adverse drug reactions in paediatric in/out-patients: a systematic review and  meta-analysis of prospective studies. <i>Br J Clin Pharmacol</i> 2001; 52: 77-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964915&pid=S1415-790X201200020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9.  Santos DB, Coelho HLL. Rea&ccedil;&otilde;es adversas a medicamentos em pediatria:  uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica de estudos prospectivos. <i>Rev Bras Sa&uacute;de  Mater Infant</i> 2004; 4: 342-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964917&pid=S1415-790X201200020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10.  Jonville-B&eacute;ra AP, Giraudeau B, Blanc P, Beau-Salinas F, Autret-Leca E.  Frequency of adverse drug reactions in children: a prospective study. <i>Br J  Clin Pharmacol</i> 2002; 53: 207-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964919&pid=S1415-790X201200020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11.  Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de/Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz. SINITOX.  Sistema Nacional de Informa&ccedil;&otilde;es T&oacute;xico Farmacol&oacute;gicas;  2009. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.fiocruz.br/sinitox_novo/media/tab07_brasil_2009.pdf" target="_blank">http://www.fiocruz.br/sinitox_novo/media/tab07_brasil_2009.pdf</a>.  &#91;Acessado em 12 de agosto de 2011&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964921&pid=S1415-790X201200020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12.  Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de/Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz. SINITOX.  Sistema Nacional de Informa&ccedil;&otilde;es T&oacute;xico Farmacol&oacute;gicas;  200. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.fiocruz.br/sinitox_novo/media/tab06_brasil_2009.pdf" target="_blank">http://www.fiocruz.br/sinitox_novo/media/tab06_brasil_2009.pdf</a>.  &#91;Acessado em 12 de agosto de 2011&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964923&pid=S1415-790X201200020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13.  Zed PJ. Drug-related visits to the emergency department. <i>J Pharm Pract</i>  2005; 18: 329-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964925&pid=S1415-790X201200020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14.  Costa AFB, Epprecht EK, Carpinetti LCR. <i>Controle estat&iacute;stico de qualidade</i>.  2ª ed. S&atilde;o Paulo: Ed. Atlas; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964927&pid=S1415-790X201200020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15.  Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. <i>Classifica&ccedil;&atilde;o  Estat&iacute;stica Internacional de Doen&ccedil;as - D&eacute;cima Revis&atilde;o.  CID-10</i>; 2008. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm" target="_blank">http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm</a>.  &#91;Acessado em 10 de mar&ccedil;o de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964929&pid=S1415-790X201200020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16.  World Health Organization. WHO Collaborating Centre for International Drug Monitoring  - Uppsala Monitoring Centre (UMC) _ Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.who-umc.org/DynPage.aspx?id=22680" target="_blank">http://www.who-umc.org/DynPage.aspx?id=22680</a>.  &#91;Acessado em 5 de abril de 2010&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964931&pid=S1415-790X201200020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17.  World Health Organization. The Anatomical Therapeutic Chemical Classification  System with Defined Daily Doses (ATC/DDD). Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.who.int/classifications/atcddd/en/" target="_blank">http://www.who.int/classifications/atcddd/en/</a>  &#91;Acessado em 9 de outubro de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964933&pid=S1415-790X201200020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18.  Bourgeois FT, Mandl KD, Valim C, Shannon MW. Pediatric adverse drug events in  outpatient setting: na 11-year national analysis. <i>Pediatrics</i> 2009; 124:  744-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964935&pid=S1415-790X201200020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19.  Planchamp F, Nguyen KA, Vial T, Nasri S. Javouhey E, Gillet Y, et al. Active drug  monitoring of adverse drug reactions in pediatric emergency department. <i>Arch  Pediatr</i> 2009; 16: 106-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964937&pid=S1415-790X201200020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20.  Rissato MAR, Romano-Lieber NS, Lieber RR. Terminologia de incidentes com medicamentos  no contexto hospitalar. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2008; 24: 1965-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964939&pid=S1415-790X201200020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21.  Sikdar KC, Alaghebandan R, MacDonald D, Barrett B, Collins KD, Gadag V. Adverse  drug events among children presenting to a hospital emergency department in Newfoundland  and Labrador, Canada. <i>Pharmacoepidemiol Drug Saf</i> 2010; 19: 132-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964941&pid=S1415-790X201200020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22.  Morales-Olivas FJ, Mart&iacute;nez-Mir I, Ferrer JM, Rubio E, Palop V. Adverse  drug reactions in children reported by means of the yellow card in Spain. <i>J  Clin Epidemiol</i> 2000; 53: 1076-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964943&pid=S1415-790X201200020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23.  Star Kristina, Nor&eacute;n GN, Nordin K, Edwards IR. Suspected adverse drug reactions  reported for children worldside - an exploratory study using VigiBase. <i>Dru  Saf</i> 2011; 34: 415-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964945&pid=S1415-790X201200020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24.  Machado-Alba JE, Moncada-Escobar JC. Reacciones adversas medicamentosas em pacientes  que consultaron a instituciones prestadoras de servicios em Pereira, Col&ocirc;mbia.  <i>Rev Salud Publica</i> 2006; 8: 200-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964947&pid=S1415-790X201200020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25.  Stoukides CA, D&aacute;gostino PR, Kaufman MB. Adverse drug reaction surveillance  in an emergency room. <i>Am J Hosp Pharm</i> 1993; 50: 712-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964949&pid=S1415-790X201200020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26.  Dall'Agnol RSA, Albring DV, Castro MS, Heineck I. Problemas relacionados com medicamentos  em servi&ccedil;o de emerg&ecirc;ncia de hospital universit&aacute;rio do sul  do Brasil. Estudo piloto. <i>Acta Farm Bonaerense</i> 2004; 23: 540-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964951&pid=S1415-790X201200020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27.  Rademaker M. Do women have more adverse drug reactions? <i>Am J Clin Dermat</i>  2001; 2: 349-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964953&pid=S1415-790X201200020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28.  Franconi F, Brunelleschi S, Steardo L, Cuomo V. Gender differences in drug responses.  <i>Pharmacol Res</i> 2007; 55: 81-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964955&pid=S1415-790X201200020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29.  Schirm E, Tobi H, van Puijenbroek EP, Monster-Simons MH, Jong-van den Berg LTW.  Reported adverse drug rections and their determinants in Dutch children outside  the hospital. <i>Pharmacoepidemiol Drug Saf</i> 2004; 13: 159-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964957&pid=S1415-790X201200020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30.  Toledo AS. <i>Eventos adversos a medicamentos em crian&ccedil;as - avalia&ccedil;&atilde;o  de fichas de atendimento de urg&ecirc;ncia, Hospital de Cl&iacute;nicas, UNICAMP,  2001</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Campinas: Faculdade  de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da UNICAMP; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964959&pid=S1415-790X201200020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31.  Cohen AL, Budnitz DS, Weidenbach KN, Jernigan DB, Schroeder TJ, Shehab N et al.  National surveillance of emergency department visits for outpatient adverse drug  events in children and adolescents. <i>J Pediatr</i> 2008; 152: 416-21.e2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964961&pid=S1415-790X201200020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32.  Kimland E, Rane A, Ufer M, Panagiotidis G. Paediatric adverse drug reactions reported  in Sweden from 1987 to 2001. <i>Pharmacoepidemiol Drug Saf</i> 2005; 14: 493-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964963&pid=S1415-790X201200020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33.  Budnitz DS, Pollock DA, Mendelsohn AB, Weidenbach KN, McDonald AK, Annest JL.  Emergency department visits for outpatient adverse drug events: demonstration  for a national surveillance system. <i>Ann Emerg Med</i> 2005; 45: 197-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964965&pid=S1415-790X201200020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34.  Linder JA. Antibiotics for treatment of acute respiratory tract infections: decreasing  benefit, increasing risk, and the irrelevance of antimicrobial resistance. <i>Clin  Infect Dis</i> 2008; 47: 744-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964967&pid=S1415-790X201200020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35.  Shehab N, Patel PR, Srinivasan A, Budnitz DS. Emergency department visits for  antibiotic-associated adverse events. <i>Clin Infect Dis</i> 2008; 47: 735-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964969&pid=S1415-790X201200020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36.  Salvo F, Polimeni G, Moretti U, Conforti A, Leone R, Leoni O et al. Adverse drug  reactions related to amoxicillin alone and in association with clavulanic acid:  data from spontaneous reporting in Italy. <i>J Antimicrob Chemoth</i> 2007; 60:  121-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964971&pid=S1415-790X201200020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37.  Freitas FRM, Sato HK, Aranda CMSS, Arantes BAF, Waldman EA. Eventos adversos p&oacute;s-vacina  contra a difteria, coqueluche e t&eacute;tano e fatores associados &agrave; sua  gravidade. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007; 41: 1032-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1964973&pid=S1415-790X201200020000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/seta.jpg" border="0"></a>  <b> Correspond&ecirc;ncia:    <br> </b> Nicolina Silvana Romano Lieber    <br> Departamento  de Pr&aacute;tica de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Faculdade de Sa&uacute;de  P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo    <br> Av. Dr. Arnaldo, 715    <br>  S&atilde;o Paulo, SP, CEP 01246-904    <br> E-mail: <a href="mailto:nicolina@usp.br">nicolina@usp.br</a>  </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido  em: 23/03/2011    <br> Vers&atilde;o final apresentada em: 02/09/2011    <br> Aprovado  em: 08/09/2011</font></p>      ]]></body><back>
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