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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações sociais e autopercepção da saúde: projeto envelhecimento e saúde]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To investigate the association between social relationships and self-perceived health in the elderly. METHODS: cross-sectional study of a representative sample of elderly individuals covered by the Family Health Program and residents in an area of high health vulnerability in Belo Horizonte, MG. Information was obtained through structured interviews. Factors associated with poor or very poor self-perceived health were identified by multiple logistic regression analysis. RESULTS: 363 out of 371 eligible elderly participated; 17.1% of elderly self-perceived their health as poor. There was a positive dose-response relationship between poor self-perceived health and the number of chronic diseases and the degree of difficulty to perform daily life activities. Elderly individuals who perceived their personal relationships as bad and who could not count on anyone if they became bedridden were more likely to self-rate their health as poor. Working was negatively associated with self-perceived poor health. CONCLUSION: The results confirm the multidimensional structure of self-perceived health including the issues related to health and social relationships. Our results strengthen the role of social relations on health.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Rela&ccedil;&otilde;es    sociais e autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de: projeto envelhecimento    e sa&uacute;de</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Social relations    and self- rated health: the ageing and health project</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ana Paula Nogueira    Nunes<sup>I</sup>;    Sandhi Maria Barreto<sup>II</sup>;    Luana Giatti Gon&ccedil;alves<sup>I</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Programa    de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de P&uacute;blica. Faculdade    de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) . Belo Horizonte,    MG    <br>   <sup>II</sup>Departamento de Medicina Preventiva e Social. Faculdade de Medicina    da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Belo Horizonte, MG</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>   Investigar a associa&ccedil;&atilde;o entre as rela&ccedil;&otilde;es sociais e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de em idosos.    <br><b>M&Eacute;TODOS:</b>   Estudo transversal de amostra representativa de idosos cobertos pelo Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e residentes em uma &aacute;rea de alta vulnerabilidade para a sa&uacute;de em Belo Horizonte, MG. As informa&ccedil;&otilde;es foram obtidas por meio de entrevista estruturada. Idosos que relataram autopercep&ccedil;&atilde;o ruim ou muito ruim da sa&uacute;de foram comparados aos demais e os fatores associados foram determinados por meio de regress&atilde;o log&iacute;stica m&uacute;ltipla.    <br><b>RESULTADOS:</b>   363 dos 371 idosos eleg&iacute;veis participaram do estudo. A autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de foi relatada por 17,1% dos idosos e foi positivamente associada com o n&uacute;mero de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas e o grau de dificuldade para realizar as atividades de vida di&aacute;ria, apresentando um gradiente dose resposta. Idosos com auto-avalia&ccedil;&atilde;o negativa dos relacionamentos pessoais e que n&atilde;o podiam contar com algu&eacute;m caso ficassem acamados tiveram mais chance de autoperceber sua sa&uacute;de como ruim. Trabalhar foi associado negativamente com a autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de.     <br><b>CONCLUS&Atilde;O:</b>   Os resultados encontrados corroboram a estrutura multidimensional da autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de englobando fatores sociodemogr&aacute;ficos, aspectos relacionados &agrave; sa&uacute;de e &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais e refor&ccedil;am o papel dessas &uacute;ltimas sobre a sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>   Sa&uacute;de do idoso. Idoso. Autopercep&ccedil;&atilde;o. Rela&ccedil;&atilde;o social. Suporte social. Envelhecimento.</font></p>  <hr size="1" noshade>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE:</b>   To investigate the association between social relationships and self-perceived health in the elderly.     <br><b>METHODS:</b>   cross-sectional study of a representative sample of elderly individuals covered by the Family Health Program and residents in an area of high health vulnerability in Belo Horizonte, MG. Information was obtained through structured interviews. Factors associated with poor or very poor self-perceived health were identified by multiple logistic regression analysis.    <br><b>RESULTS:</b>   363 out of 371 eligible elderly participated; 17.1% of elderly self-perceived their health as poor. There was a positive dose-response relationship between poor self-perceived health and the number of chronic diseases and the degree of difficulty to perform daily life activities. Elderly individuals who perceived their personal relationships as bad and who could not count on anyone if they became bedridden were more likely to self-rate their health as poor. Working was negatively associated with self-perceived poor health.    <br><b>CONCLUSION:</b>   The results confirm the multidimensional structure of self-perceived health including the issues related to health and social relationships. Our results strengthen the role of social relations on health.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>   Health of the elderly. Elderly. Self-rated health. Social relationships. Social support. Aging.</font></p>  <hr size="1" noshade>    <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Brasil, quando comparado ao grupo dos principais pa&iacute;ses emergentes da atualidade - BRICs (Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China) -, apresenta um &Iacute;ndice de Envelhecimento (raz&atilde;o entre os numero de pessoas com 60 anos ou mais e as menores de 15 anos de idade) de 0,3, ocupando o 3&#186; lugar, ap&oacute;s a R&uacute;ssia e a China. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)<sup>1</sup>, entre 1997 e 2007 o incremento relativo do contingente de 60 anos ou mais de idade foi de 47,8%, sendo que o segmento populacional de 80 anos ou mais cresceu 65,0%. As proje&ccedil;&otilde;es indicam quem, em 2020, a popula&ccedil;&atilde;o de idosos no Brasil ser&aacute; mais de 26,2 milh&otilde;es de indiv&iacute;duos, representando quase 12,4% da popula&ccedil;&atilde;o total<sup>2</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento populacional &eacute; um dos maiores desafios da sa&uacute;de p&uacute;blica contempor&acirc;nea e traz &agrave; tona a velhice como uma quest&atilde;o social, relacionada &agrave; crise de identidade, mudan&ccedil;a de pap&eacute;is, aposentadoria, perdas diversas e mudan&ccedil;as nos contatos sociais<sup>3</sup>.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A caracteriza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de dos idosos requer informa&ccedil;&otilde;es detalhadas sobre diferentes aspectos da vida do indiv&iacute;duo<sup>4</sup> e da intera&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios fatores<sup>5</sup>. No presente trabalho, estudaremos alguns aspectos f&iacute;sicos, comportamentais e sociais que podem influenciar a sa&uacute;de dos idosos. As rela&ccedil;&otilde;es sociais podem ser estudadas por meio das dimens&otilde;es <i>rede social, apoio</i> ou <i>suporte social (formal e informal),</i> e <i>engajamento social</i> dentre outras. A rede social &eacute; caracterizada por Berkman e Kawachi<sup>6</sup> como as teias de rela&ccedil;&otilde;es sociais que cercam o indiv&iacute;duo e as caracter&iacute;sticas das mesmas. As caracter&iacute;sticas da rede incluem a estrutura e tipo da rede, o n&uacute;mero e similitude dos membros e a forma como os mesmos est&atilde;o conectados &agrave; rede. As rela&ccedil;&otilde;es entre os indiv&iacute;duos da rede contemplam a frequ&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o dos contatos, a reciprocidade entre eles e a quantidade de redes a que pertence cada indiv&iacute;duo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O apoio social informal, caracterizado como recursos providos de outras pessoas, pode ser dividido, didaticamente, em <i>apoio emocional</i> (amor e carinho dispon&iacute;vel), <i>apoio instrumental/material</i> (aux&iacute;lio para cozinhar, limpar e pagar contas), <i>apoio de avalia&ccedil;&atilde;o</i> (aux&iacute;lio em tomada de decis&otilde;es) e <i>apoio de informa&ccedil;&atilde;o</i> (conselho para quest&otilde;es de necessidade particular); por outro lado, o apoio social formal se refere &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es mantidas devido &agrave; posi&ccedil;&atilde;o e aos pap&eacute;is na sociedade, como, por exemplo, profissionais da sa&uacute;de, professores e advogados<sup>6</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O engajamento social &eacute; dimensionado pelo envolvimento em atividades como sair com os amigos, exercer trabalhos sociais, participar de grupos de recrea&ccedil;&atilde;o. Esse tipo de atividade promove companheirismo e socializa&ccedil;&atilde;o<sup>7</sup>, al&eacute;m de melhorar a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental<sup>8</sup>. Estudos mostram que o engajamento social mant&eacute;m a fun&ccedil;&atilde;o cognitiva em pessoas mais velhas e reduz a mortalidade independente do n&iacute;vel de apoio emocional e instrumental<sup>9,10</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora a mensura&ccedil;&atilde;o do estado geral de sa&uacute;de dos indiv&iacute;duos seja bastante dif&iacute;cil, a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de tem se mostrado um m&eacute;todo confi&aacute;vel e mais utilizado do que a observa&ccedil;&atilde;o direta para a an&aacute;lise global da sa&uacute;de<sup>11,12</sup>. A autopercep&ccedil;&atilde;o geral da sa&uacute;de contempla aspectos da sa&uacute;de f&iacute;sica, cognitiva e emocional e est&aacute; fortemente associada com o estado objetivo de sa&uacute;de das pessoas determinado por avalia&ccedil;&otilde;es normativas<sup>13</sup>. &Eacute; um dos indicadores mais usados em pesquisas gerontol&oacute;gicas, porque prediz de forma robusta e consistente o decl&iacute;nio funcional<sup>15</sup>, al&eacute;m de ser um poderoso indicador de mortalidade<sup>14</sup>. As pessoas que relatam a sua sa&uacute;de como ruim apresentam maior risco de mortalidade por todas as causas em compara&ccedil;&atilde;o com aquelas que relatam a sua sa&uacute;de como muito boa<sup>15,16</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O envelhecimento pode repercutir tanto sobre a condi&ccedil;&atilde;o sa&uacute;de dos indiv&iacute;duos quanto sobre suas rela&ccedil;&otilde;es sociais, pois est&aacute; associado ao aumento da morbidade e ao decl&iacute;nio funcional, com efeito sobre a independ&ecirc;ncia e a participa&ccedil;&atilde;o social, al&eacute;m de acarretar perdas na rede social devido ao adoecimento e &agrave; morte de parentes, amigos e vizinhos, e &agrave; maior fragilidade e vulnerabilidade a eventos adversos<sup>17</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">In&uacute;meros trabalhos t&ecirc;m mostrado a import&acirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es sociais para o envelhecimento ativo<sup>18-22</sup>. Estudo prospectivo na Fran&ccedil;a mostrou que a falta de suporte social e a insatisfa&ccedil;&atilde;o com as rela&ccedil;&otilde;es sociais predizem uma pior percep&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria sa&uacute;de em doze meses de seguimento<sup>23</sup>. Em trabalho realizado por Glass et al.<sup>24</sup>, o risco de morte foi menor entre americanos idosos que tinham algum tipo de participa&ccedil;&atilde;o social. No Brasil, um estudo do projeto Bambu&iacute;<sup>25</sup> mostrou forte associa&ccedil;&atilde;o independente entre a insatisfa&ccedil;&atilde;o com a rede social e auto-avalia&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar destas evid&ecirc;ncias, em nosso meio, poucos estudos tiveram como objetivo avaliar a associa&ccedil;&atilde;o independente entre rela&ccedil;&otilde;es sociais e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de entre idosos. O presente estudo tem por objetivo contribuir para este conhecimento ao investigar a associa&ccedil;&atilde;o independente entre essas vari&aacute;veis em idosos residentes em uma &aacute;rea de alta vulnerabilidade para a sa&uacute;de em Belo Horizonte, Minas Gerais.</font></p>      <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Materiais e M&eacute;todos</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>&Aacute;rea</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo foi realizado na &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia do Centro de Sa&uacute;de Vila Pinho, localizado no distrito sanit&aacute;rio do Barreiro, regi&atilde;o sudoeste da cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Trata-se de uma &aacute;rea de ocupa&ccedil;&atilde;o recente, grande parte n&atilde;o legalizada, o que confere ao bairro uma configura&ccedil;&atilde;o espacial desorganizada. A maioria dos idosos desta popula&ccedil;&atilde;o reside a poucas ruas de dist&acirc;ncia do centro de sa&uacute;de, enquanto a popula&ccedil;&atilde;o mais jovem est&aacute; localizada mais na periferia.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com o &Iacute;ndice de Vulnerabilidade &agrave; Sa&uacute;de<sup>27</sup>, um indicador composto por vari&aacute;veis socioecon&ocirc;micas, ambientais e de sa&uacute;de utilizado pela Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Belo Horizonte para classificar as &aacute;reas da cidade segundo a necessidade de sa&uacute;de, a &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia do Centro de Sa&uacute;de Vila Pinho &eacute; classificada como uma &aacute;rea de alto risco para a sa&uacute;de. O Centro de Sa&uacute;de tem 100% de cobertura das equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, sendo todos os habitantes cadastrados no mesmo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Popula&ccedil;&atilde;o    do estudo e coleta de dados</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo transversal faz parte do projeto denominado "Envelhecimento e Sa&uacute;de"<sup>26</sup>, que foi planejado e estruturado durante o segundo semestre de 2006 e realizado nos meses de abril a outubro de 2007. O tamanho da amostra (n = 405) foi definido pelos seguintes par&acirc;metros: 95% de intervalo de confian&ccedil;a, 4% de precis&atilde;o, preval&ecirc;ncia de 50% e 20% de perdas. Os indiv&iacute;duos foram selecionados aleatoriamente em uma lista com todos os moradores com 60 anos ou mais, dos quais 91% participaram do estudo. As perdas da amostra totalizaram 32 (8,6%) indiv&iacute;duos e foram devidas a mudan&ccedil;as de endere&ccedil;o, falecimentos e recusas. Todos os participantes foram recrutados por meio de carta-convite entregue por Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de (ACS) previamente treinados. A carta-convite continha informa&ccedil;&otilde;es sobre os objetivos da pesquisa, procedimentos que seriam realizados e o car&aacute;ter volunt&aacute;rio da participa&ccedil;&atilde;o. Quando o participante era analfabeto, a carta era lida pelo ACS, ou por um familiar do idoso, conforme sua escolha. Caso o idoso aceitasse participar da pesquisa o agente marcava o dia e a hora da entrevista. S&oacute; participaram da pesquisa os indiv&iacute;duos que concordaram e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As informa&ccedil;&otilde;es foram obtidas mediante entrevista, com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 80 minutos, realizada em uma sala do Centro de Sa&uacute;de Vila Pinho ou no domic&iacute;lio dos idosos. A entrevista foi realizada por cinco estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea da sa&uacute;de da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), previamente treinados e supervisionados localmente por duas estudantes de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Todos os procedimentos foram padronizados a fim de aumentar a validade interna do estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O question&aacute;rio continha 80 quest&otilde;es estruturadas nos seguintes m&oacute;dulos: informa&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas, modo de vida, informa&ccedil;&otilde;es gerais de sa&uacute;de, morbidade e uso de servi&ccedil;os de sa&uacute;de, capacidade f&iacute;sica, rela&ccedil;&otilde;es sociais, vizinhan&ccedil;a e qualidade de vida relacionada &agrave; sa&uacute;de, mensurada pelo SF-12 (SF-12- Health Survey)<sup>28</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Vari&aacute;vel    dependente</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, vari&aacute;vel resposta, obtida pela aplica&ccedil;&atilde;o do SF-12, foi constru&iacute;da a partir da pergunta "Em geral, o senhor diria que a sua sa&uacute;de &eacute; ..." com as op&ccedil;&otilde;es de resposta: muito boa, boa, regular, ruim e muito ruim. Para o presente estudo, a vari&aacute;vel foi categorizada em boa (muito boa, boa e regular) e ruim (ruim e muito ruim).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Vari&aacute;veis    independentes</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As vari&aacute;veis independentes foram agrupadas segundo dom&iacute;nios de interesse: dom&iacute;nio I, caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas; dom&iacute;nio II, aspectos relacionados &agrave; sa&uacute;de; e dom&iacute;nio III, rela&ccedil;&otilde;es sociais.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As caracter&iacute;sticas    sociodemogr&aacute;ficas inclu&iacute;das neste estudo foram: <i>sexo</i> (masculino,    feminino); <i>faixa et&aacute;ria</i> (60-69, 70-79 e 80+); <i>estado civil</i>    (casado/uni&atilde;o est&aacute;vel, vi&uacute;vo e solteiro/separado); <i>cor/ra&ccedil;a</i>    auto referida (branca, parda, preta e ind&iacute;gena/amarela); <i>renda familiar    mensal</i> em sal&aacute;rios m&iacute;nimos nacionais vigentes &agrave; &eacute;poca    da entrevista (1, 1,1 - 3, e &gt; 3); <i>escolaridade</i> medida em s&eacute;rie    conclu&iacute;da (nunca frequentou a escola, at&eacute; a 3ª s&eacute;rie e    4ª s&eacute;rie ou mais) e <i>trabalho na semana anterior &agrave; entrevista</i>    (n&atilde;o, sim).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os indicadores de sa&uacute;de inclu&iacute;ram: atividades de vida di&aacute;ria - AVDs (n&atilde;o tem dificuldade, pequena dificuldade, tem grande dificuldade/n&atilde;o consegue); <i>tabagismo atual</i> (n&atilde;o, sim); <i>qualquer consumo de &aacute;lcool</i> nos &uacute;ltimos 30 dias (n&atilde;o, sim); <i>autopercep&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia de outras pessoas</i> (n&atilde;o depende/depende pouco, depende muito/depende totalmente) e relato de <i>doen&ccedil;a cr&ocirc;nica</i> (0 - 1, 2 - 3 e 4+), que inclui o relato de diagn&oacute;stico m&eacute;dico das seguintes doen&ccedil;as: doen&ccedil;a de coluna ou costas, artrite ou reumatismo, c&acirc;ncer, diabetes, hipertens&atilde;o, doen&ccedil;a do cora&ccedil;&atilde;o, insufici&ecirc;ncia renal cr&ocirc;nica, tendinite ou tenossinovite e depress&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Al&eacute;m desses indicadores, o dom&iacute;nio de sa&uacute;de tamb&eacute;m incluiu as seguintes vari&aacute;veis de utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de sa&uacute;de: <i>cobertura por plano de sa&uacute;de</i> (n&atilde;o, sim); <i>consultas m&eacute;dicas nos &uacute;ltimos 12 meses</i> (1-2, 0, 3+) <i>e interna&ccedil;&otilde;es hospitalares nos &uacute;ltimos 12 meses</i> (n&atilde;o, sim).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As rela&ccedil;&otilde;es    sociais foram avaliadas por meio dos aspectos rede social, engajamento social    e apoio social. A investiga&ccedil;&atilde;o da rede social foi feita pelas    seguintes vari&aacute;veis: <i>n&uacute;mero de pessoas co-residentes</i> (0,    1+); <i>n&uacute;mero de parentes com quem o idoso podia falar sobre quase tudo</i>    (0-1, 2-4 e 5+) e <i>n&uacute;mero de amigos com quem podia falar sobre quase    tudo</i> (0, 1-3, 4+), ambas categorizadas a partir do <i>tercil</i> da distribui&ccedil;&atilde;o    dos n&uacute;meros de amigos e parentes respectivamente; <i>ficar sozinho a    maior parte do dia</i> (nunca, raramente/&agrave;s vezes, quase sempre/sempre)    e <i>autopercep&ccedil;&atilde;o do idoso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;    seus relacionamentos pessoais</i> (muito satisfeito/satisfeito, indiferente/insatisfeito).    O <i>engajamento social</i> foi investigado por meio da vari&aacute;vel participa&ccedil;&atilde;o    e frequ&ecirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o em atividades recreativas ou    art&iacute;sticas em grupo ou em qualquer outro tipo ou em associa&ccedil;&atilde;o    comunit&aacute;ria, religiosa e outras. Foi considerado "sim" quando o idoso    relatou participar pelo menos uma vez na semana de uma ou mais dessas atividades    e "n&atilde;o" quando o idoso n&atilde;o participava, participava algumas vezes    ou uma vez por ano dessas atividades. O <i>apoio social informal</i> foi estudado    por sua dimens&atilde;o instrumental/material, a partir de tr&ecirc;s perguntas    que inquiriam se o idoso podia contar com a ajuda de algu&eacute;m <i>se ficasse    de cama</i>, para <i>lev&aacute;-lo ao m&eacute;dico ou</i> para <i>preparar    suas refei&ccedil;&otilde;es.</i> As tr&ecirc;s vari&aacute;veis foram estratificadas    em: sempre, quase sempre/&agrave;s vezes e raramente/nunca.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As caracter&iacute;sticas    dos idosos com autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de foram comparadas    &agrave;s daqueles que percebiam sua sa&uacute;de como boa e a signific&acirc;ncia    estat&iacute;stica das diferen&ccedil;as observadas foram aferidas pelo teste    de qui-quadrado de Pearson. A magnitude das associa&ccedil;&otilde;es foi estimada    pelo <i>odds ratio</i> e respectivos intervalos de confian&ccedil;a de 95%,    obtidos por meio de regress&atilde;o log&iacute;stica m&uacute;ltipla. Todas    as vari&aacute;veis que apresentaram associa&ccedil;&atilde;o com a vari&aacute;vel    dependente em n&iacute;vel de signific&acirc;ncia inferior a 0,20 na an&aacute;lise    univariada foram inclu&iacute;das na an&aacute;lise multivariada intermedi&aacute;ria    que consistiu no ajuste das vari&aacute;veis pertencentes a um mesmo dom&iacute;nio.    A seguir as vari&aacute;veis que apresentaram associa&ccedil;&atilde;o com a    vari&aacute;vel dependente em n&iacute;vel de signific&acirc;ncia inferior a    0,05 nos modelos ajustados por dom&iacute;nio foram consideradas no modelo log&iacute;stico    final e retidas aquelas que se mantiveram associadas &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o    ruim da sa&uacute;de ao n&iacute;vel de p &lt; 0,05. Foi realizado o teste Hosmer    &amp; Lemeshow para verificar a adequa&ccedil;&atilde;o do modelo final. As    an&aacute;lises foram realizadas utilizando o pacote estat&iacute;stico Stata,    vers&atilde;o 11.0 (Stata Corporation, College Station, Estados Unidos).</font></p>      <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dos 371 idosos entrevistados e eleg&iacute;veis para o presente estudo, 8 foram exclu&iacute;dos por n&atilde;o apresentarem dados relativos &agrave; vari&aacute;vel de interesse, totalizando 363 participantes. Desse total, 217 eram mulheres (59,8%) e 146 eram homens (40,2%), a idade m&eacute;dia dos participantes foi de 69,2 anos (m&iacute;nima = 60,0 anos e m&aacute;xima = 95,0 anos). Cerca de 39,0% dos idosos informaram renda familiar mensal de at&eacute; um sal&aacute;rio m&iacute;nimo, 29,5% nunca haviam frequentado a escola e 31,0% relataram ter trabalhado na semana anterior &agrave; entrevista. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s doen&ccedil;as, a que apresentou maior preval&ecirc;ncia foi a hipertens&atilde;o (71,0%) seguida da depress&atilde;o, com 35,0%.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A autopercep&ccedil;&atilde;o    ruim da sa&uacute;de foi relatada por 17,1% dos participantes. Essa frequ&ecirc;ncia    foi mais elevada entre os idosos que n&atilde;o haviam trabalhado na semana    anterior, apresentavam qualquer n&iacute;vel de dificuldade para realizar as    AVDs, relataram depender muito ou totalmente de outras pessoas e informaram    mais de duas doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t01.jpg">Tabela    1</a>). Quanto &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais, observa-se que autopercep&ccedil;&atilde;o    ruim da sa&uacute;de foi mais frequente nos idosos que informaram ficar sozinhos    a maior parte do dia sempre ou quase sempre, ser indiferente ou estar insatisfeito    com seus relacionamentos pessoais, e que n&atilde;o podiam contar com algu&eacute;m    para ajudar se ficassem de cama ou para preparar refei&ccedil;&otilde;es (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t02.jpg">Tabela    2</a>).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t01.jpg">Tabela    1</a> apresenta os resultados da an&aacute;lise univariada dos fatores associados    &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de nos dom&iacute;nios    sociodemogr&aacute;ficos e de sa&uacute;de. Entre os fatores sociodemogr&aacute;ficos,    a chance de perceber a sa&uacute;de como ruim foi significamente menor entre    aqueles que trabalharam na semana anterior e que tinham cursado pelo menos a    4ª s&eacute;rie. No dom&iacute;nio da sa&uacute;de, os idosos que tinham pouca    dificuldade, que tinham grande dificuldade/n&atilde;o conseguiam realizar as    AVD; que avaliaram que dependiam muito/dependiam totalmente de outras pessoas;    que relataram duas a tr&ecirc;s ou quatro e mais doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas;    e que realizaram tr&ecirc;s ou mais consultas m&eacute;dicas nos &uacute;ltimos    12 meses apresentaram maior chance de relatar sua sa&uacute;de como ruim (p    &lt; 0,05). J&aacute; o relato de qualquer consumo de &aacute;lcool nos &uacute;ltimos    30 dias esteve associado negativamente &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o    ruim da sa&uacute;de, mas n&atilde;o chegou a alcan&ccedil;ar signific&acirc;ncia    estat&iacute;stica (p = 0,055) (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t01.jpg">Tabela 1</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados da    an&aacute;lise univariada entre autopercep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de    e rela&ccedil;&otilde;es sociais mostraram que a autopercep&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de ruim esteve positivamente associada ao relato de ficar quase    sempre/sempre sozinho a maior parte do dia, de ser indiferente/estar insatisfeito    com seus relacionamentos pessoais, de raramente/nunca poder contar com algu&eacute;m    se ficar de cama, bem como de raramente/nunca poder contar com algu&eacute;m    para preparar as refei&ccedil;&otilde;es e lev&aacute;-lo ao m&eacute;dico (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t02.jpg">Tabela    2</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#t3">Tabela    3</a> mostra o resultado da an&aacute;lise multivariada entre autopercep&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de e cada um dos dom&iacute;nios de interesse separadamente: sociodemogr&aacute;ficos,    sa&uacute;de e rela&ccedil;&otilde;es sociais. A autopercep&ccedil;&atilde;o    ruim da sa&uacute;de manteve-se negativamente associada ao aumento da escolaridade    e ao relato de ter trabalhado na semana anterior. No &acirc;mbito da sa&uacute;de,    a autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de permaneceu positivamente    associada ao relato de ter pequena dificuldade, de n&atilde;o conseguir/ter    grande dificuldade para realizar as AVDs, ao relato de duas a tr&ecirc;s ou    quatro ou mais doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. No dom&iacute;nio das rela&ccedil;&otilde;es    sociais, a chance de perceber a sa&uacute;de como ruim manteve-se estatisticamente    maior entre os que informaram serem indiferentes ou estarem insatisfeitos com    os relacionamentos pessoais e raramente/nunca poderem contar com algu&eacute;m    se ficarem de cama.</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s o ajustamento    final, considerando todas as vari&aacute;veis associadas estatisticamente &agrave;    vari&aacute;vel resposta em cada dom&iacute;nio de interesse nos modelos intermedi&aacute;rios,    as seguintes vari&aacute;veis permaneceram positivamente associada &agrave;    autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de: duas a tr&ecirc;s, quatro    ou mais doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, ter pequena dificuldade e grande dificuldade/n&atilde;o    conseguir realizar as AVDs, estar indiferente/insatisfeito com relacionamentos    pessoais e raramente/nunca poder contar com algu&eacute;m se ficar de cama.    Ter trabalhado na semana anterior &agrave; entrevista manteve-se negativamente    associado &agrave; autopercep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de (<a href="#t4">Tabela    4</a>). O teste Hosmer &amp; Lemeshow mostrou adequa&ccedil;&atilde;o do modelo    final (p-valor de 0,279).</font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/19t04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o dos resultados</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nossos resultados sugerem que as rela&ccedil;&otilde;es sociais influenciam a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos idosos, independentemente da condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de dos mesmos. Idosos que tinham percep&ccedil;&atilde;o negativa dos seus relacionamentos pessoais e que n&atilde;o podiam contar com algu&eacute;m para ajud&aacute;-los caso ficassem acamados, perceberam a sua sa&uacute;de como ruim. Identificamos que quanto maior a dificuldade para realizar as AVDs, maior a chance do idoso de avaliar a sua sa&uacute;de como ruim. Verificamos tamb&eacute;m que a inser&ccedil;&atilde;o no trabalho influenciou positivamente a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos idosos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A popula&ccedil;&atilde;o estudada &eacute; bastante semelhante &agrave; popula&ccedil;&atilde;o idosa participante de um inqu&eacute;rito de sa&uacute;de realizado na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte<sup>29</sup> no que tange &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o por sexo e idade, mas apresenta piores indicadores gerais de escolaridade e renda. Os participantes do presente estudo formam um grupo muito homog&ecirc;neo, caracterizado por poucos recursos n&atilde;o apenas financeiros como tamb&eacute;m educacionais. Foram poucas as pessoas que apresentaram n&iacute;veis de escolaridade superiores &agrave; quarta s&eacute;rie do ensino fundamental e renda acima de tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A preval&ecirc;ncia da autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de n&atilde;o variou significativamente entre os sexos, nem tampouco entre os grupos et&aacute;rios. Uma investiga&ccedil;&atilde;o realizada em Porto Alegre<sup>30</sup> e outra com os idosos do munic&iacute;pio de Bambu&iacute;/Minas Gerais<sup>25</sup> tamb&eacute;m n&atilde;o encontraram associa&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica significativa da auto-avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de com idade e sexo. Outras pesquisas<sup>31,32</sup> relataram maior frequ&ecirc;ncia de pior auto-avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de entre as mulheres, apesar de elas viverem, em m&eacute;dia, mais que os homens. A principal explica&ccedil;&atilde;o apontada para essa pior percep&ccedil;&atilde;o do estado de sa&uacute;de, pela mulher, &eacute; o papel desempenhado por elas na sociedade, que as leva a reconhecer a dor e o desconforto com mais facilidade do que os homens. No presente estudo, &eacute; possivel que as diferen&ccedil;as estatisticas n&atilde;o tenham sido detectadas devido ao tamanho da amostra.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos realizados em pa&iacute;ses desenvolvidos mostraram que a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de &eacute; fortemente influenciada pela situa&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica do idoso e/ou de sua fam&iacute;lia<sup>33-36</sup>. No nosso estudo, a associa&ccedil;&atilde;o entre autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de e renda n&atilde;o foi encontrada. Entretanto, no estudo realizado com idosos residentes em Bambu&iacute;, MG<sup>25</sup>, essa associa&ccedil;&atilde;o foi verificada mesmo com diferen&ccedil;as de renda relativamente pequenas, como as que observamos em nossa pesquisa. &Eacute; poss&iacute;vel que pequenas diferen&ccedil;as de renda tenham impacto diferente na qualidade de vida e sa&uacute;de entre idosos residentes no interior e na capital do Estado. Mas, tamb&eacute;m n&atilde;o podemos descartar que tal associa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tenha sido detectada devido ao menor poder do nosso estudo.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados do presente estudo mostraram que aproximadamente um ter&ccedil;o dos idosos trabalhava, porcentagem essa semelhante &agrave; encontrada em um estudo realizado apenas com indiv&iacute;duos do sexo masculino, residentes em dez regi&otilde;es metropolitanas brasileiras, participantes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (PNAD)<sup>37</sup>. A associa&ccedil;&atilde;o inversa entre estar trabalhando e autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de encontrada no nosso estudo tamb&eacute;m foi previamente constatada em uma investiga&ccedil;&atilde;o conduzida entre idosos de Porto Alegre<sup>38</sup> e de outras regi&otilde;es do Brasil<sup>39,40</sup>. &Eacute; poss&iacute;vel supor que idosos que trabalhem sejam mais independentes, saud&aacute;veis e, consequentemente, relatem melhor sa&uacute;de quando comparados aos idosos que n&atilde;o trabalham.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A auto-avalia&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de foi independente e fortemente associada &agrave; presen&ccedil;a de dificuldades para realizar as AVDs, com gradiente dose-resposta. Com menor magnitude, tamb&eacute;m identificamos uma associa&ccedil;&atilde;o crescente entre o n&uacute;mero de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas e auto-avalia&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de. Esses resultados indicam que estas duas condi&ccedil;&otilde;es influenciam fortemente a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Associa&ccedil;&otilde;es semelhantes foram encontradas em outros estudos no Brasil<sup>5</sup> e em outros pa&iacute;ses<sup>41,42</sup>. Diversos estudos constataram que avalia&ccedil;&otilde;es negativas da sa&uacute;de est&atilde;o altamente associadas com depend&ecirc;ncia moderada e grave para as AVDs<sup>43,44</sup>. Em investiga&ccedil;&atilde;o sobre o envelhecimento ativo, a manuten&ccedil;&atilde;o das AVDs foi um dos fatores independentes para o envelhecimento bem sucedido<sup>45</sup>.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de n&atilde;o termos encontrado signific&acirc;ncia estat&iacute;stica na maioria das vari&aacute;veis relacionadas &agrave; rede social e ao engajamento social, os participantes que relataram estar insatisfeitos com suas rela&ccedil;&otilde;es sociais apresentaram maior chance de auto-avaliar sua sa&uacute;de como ruim, achado que concorda com outros estudos que investigaram esta associa&ccedil;&atilde;o<sup>46,47</sup>. Um estudo qualitativo realizado na cidade de Bambu&iacute; com mulheres idosas mostrou que a avalia&ccedil;&atilde;o da gravidade e da relev&acirc;ncia de um problema de sa&uacute;de &eacute; determinada pela possibilidade de enfrent&aacute;-lo, mais do que pelo problema em si<sup>47</sup>. As associa&ccedil;&otilde;es encontradas, na nossa investiga&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o coerentes com essa observa&ccedil;&atilde;o. Cerhan e Wallace<sup>48</sup> afirmaram que a intera&ccedil;&atilde;o entre as rela&ccedil;&otilde;es sociais e a sa&uacute;de &eacute; bidirecional: a piora no estado de sa&uacute;de induz a uma restri&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es sociais, enquanto um decr&eacute;scimo dessas &uacute;ltimas, de maneira repetida e prospectiva, prediz a mortalidade e morbidades graves. Isso ocorre tanto em estudos de base populacional quanto em estudos em indiv&iacute;duos com morbidades especificas<sup>49,50</sup>. Uma recente meta-an&aacute;lise<sup>51</sup> sobre a associa&ccedil;&atilde;o entre rela&ccedil;&otilde;es sociais e mortalidade encontrou que indiv&iacute;duos com rela&ccedil;&otilde;es sociais satisfat&oacute;rias t&ecirc;m uma probabilidade 50% maior de sobreviv&ecirc;ncia quando comparados &agrave;queles com rela&ccedil;&otilde;es sociais pobres ou insuficientes. Nesse estudo, a magnitude do efeito protetor das rela&ccedil;&otilde;es sociais mostrou-se compar&aacute;vel ao efeito do abandono do tabagismo e superou muitos fatores conhecidos para a redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade como o peso adequado e a atividade f&iacute;sica.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados observados em nosso estudo tamb&eacute;m mostram que a autopercep&ccedil;&atilde;o ruim da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o estudada est&aacute; fortemente associada com o relato de raramente ou nunca poder contar com algu&eacute;m se ficar acamado. Contar com outras pessoas mostrou-se um forte preditor de maior sobrevida entre idosos de uma comunidade do sul da Europa<sup>52</sup>. Os resultados do nosso estudo, considerados em conjunto com a presen&ccedil;a das AVDs, refor&ccedil;am a import&acirc;ncia da depend&ecirc;ncia de cuidado sobre a auto-avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e sugerem que a inseguran&ccedil;a de n&atilde;o ter com quem contar contribui para a pior avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As diferentes dimens&otilde;es que comp&otilde;em as rela&ccedil;&otilde;es sociais n&atilde;o foram investigadas no "Projeto Envelhecimento e Sa&uacute;de", impedindo assim uma investiga&ccedil;&atilde;o mais exaustiva sobre a associa&ccedil;&atilde;o entre estas e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Em rela&ccedil;&atilde;o ao apoio social, especificamente, cabe ressaltar que o mesmo foi aferido apenas na sua dimens&atilde;o instrumental/material, n&atilde;o permitindo a constru&ccedil;&atilde;o de um indicador mais robusto. Al&eacute;m disso, h&aacute; diferentes maneiras de mensurar as rela&ccedil;&otilde;es sociais, o que muitas vezes dificulta a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos transversais em popula&ccedil;&otilde;es idosas est&atilde;o sujeitos ao vi&eacute;s de sobreviv&ecirc;ncia, o que pode levar a uma subestimativa das associa&ccedil;&otilde;es observadas<sup>53</sup>. A natureza seccional do estudo n&atilde;o permite estabelecer as rela&ccedil;&otilde;es temporais evolutivas entre as vari&aacute;veis independentes e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Entretanto, dada a natureza din&acirc;mica da auto-avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, estudos transversais s&atilde;o importantes para dimensionar os problemas investigados e entender como os mesmos se correlacionam com a avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de em um dado momento do ciclo de vida.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Acreditamos que estudos dessa natureza sejam necess&aacute;rios em grupos populacionais mais pobres e vulner&aacute;veis socialmente, como o estudado, para se obter um panorama da realidade de sa&uacute;de destas popula&ccedil;&otilde;es, possibilitando, assim, contribuir melhor para orientar a aten&ccedil;&atilde;o integral &agrave; sa&uacute;de dos idosos pertencentes a estes grupos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As pessoas n&atilde;o existem isoladas; fatores sociais influenciam a sa&uacute;de do indiv&iacute;duo. Os dados aqui discutidos e apresentados na literatura refor&ccedil;am o papel dos aspectos sociais sobre a sa&uacute;de e a necessidade de inseri-los em programas voltados para a promo&ccedil;&atilde;o do envelhecimento saud&aacute;vel. Profissionais de sa&uacute;de podem contribuir para promover melhores rela&ccedil;&otilde;es sociais ativas e estimular redes sociais de apoio aos doentes acamados. Interven&ccedil;&otilde;es dentro e fora do setor sa&uacute;de, voltadas para estimular o engajamento e o apoio social, s&atilde;o baratas e custo-efetivas, contribuindo n&atilde;o apenas para aumentar a sobrevida como para melhorar a qualidade de vida dos idosos.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Concluindo, mesmo considerando que o estudo foi conduzido em uma popula&ccedil;&atilde;o idosa relativamente homog&ecirc;nea, os resultados encontrados refor&ccedil;am a estrutura multidimensional da autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, englobando fatores sociodemogr&aacute;ficos, aspectos relacionados &agrave; sa&uacute;de e &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais. Investiga&ccedil;&otilde;es futuras longitudinais s&atilde;o necess&aacute;rias para melhor compreender a din&acirc;mica temporal das rela&ccedil;&otilde;es entre os fatores supracitados e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.</font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nessa pesquisa n&atilde;o houve conflito de interesse entre os autores.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Asp&eacute;ctos    &eacute;ticos</b></font></p>      <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O projeto de Pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa Universidade Federal de Minas Gerais, protocolo 379/2006 e pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Secret&aacute;ria Municipal de Sa&uacute;de de Belo Horizonte protocolo 065/2006.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>S&iacute;ntese dos indicadores sociais. Uma an&aacute;lise da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</i> Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.ibge.gov.br/home/" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/</a> &#91;Acessado em 10 de Outubro de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967560&pid=S1415-790X201200020001900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. World Health Organization. <i>Men, ageing and health - achieving health across the life span</i>. Genebra: WHO, Noncommunicable Deseases Prevention and Health Promotion Department; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967562&pid=S1415-790X201200020001900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Mendes MRSS. A situa&ccedil;&atilde;o social dos idosos no Brasil: uma breve considera&ccedil;&atilde;o. <i>Acta Paul Enferm</i> 2005; 18(4): 422-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967564&pid=S1415-790X201200020001900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Portrait F, Lindeboom DEEGD. Life expectancies in specific health states: results from a joint model of health status and mortality of older persons. <i>Demography</i> 2001; 38: 525-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967566&pid=S1415-790X201200020001900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Alves LC. <i>Determinantes da autopercep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de dos idosos no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, 1999/2000</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Universidade Federal de Minas Gerais, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967568&pid=S1415-790X201200020001900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Berkman LF, Kawachi I. <i>Social Epidemiology</i>. Ed. Oxford University Press; 2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967570&pid=S1415-790X201200020001900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Bassuk S, Glass T, Bearkman L. Social Disengagement and incidence of cognitive decline in the community-dwelling elderly. <i>Ann Intern Med</i> 1999; 131: 165-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967572&pid=S1415-790X201200020001900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Berkman LF. The role of social relation in health promotion. <i>Psychosom Med</i> 1995; 57: 245- 54</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967574&pid=S1415-790X201200020001900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Ang HX , Winbland B, Fratiglioni L. Late-Life engagement in social and leisure activities is associated with a decreased risk of dementia: a longitudinal study from the Kungsholmen Project. <i>Am J Epidemiol</i> 2002; 155(12): 1081-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967575&pid=S1415-790X201200020001900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Mendes de Leon CF, Gold DT, Glass TA, Kaplan L, George LK. Disability as a function of social network and support in elderly African Americans and whites: the Duke EPESE 1986-1992. <i>J Gerontol B Psychol Sci</i> 2001; 56(3): 179-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967577&pid=S1415-790X201200020001900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Bailis DS, Segalla A, Chipperfield JG. Two view of self- rated general health status. <i>Soc Sci Med</i> 2003; 56(2): 203-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967579&pid=S1415-790X201200020001900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Martikanen P, Aroma A, Heliovaara M, Klaukka T, Knekt P, Maatela J et al. Reliability of perceived health by sex and age. <i>Soc Sci Med</i> 1999; 48(8): 1117-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967581&pid=S1415-790X201200020001900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Appels A, Bosma H, Grabauskas V, Gostautas A, Sturmans F. Self-rated health and mortality in a Lithuanian and a Dutch population. <i>Soc Sci Med</i> 1996; 42(5): 681-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967583&pid=S1415-790X201200020001900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Idler EL, Benyamini Y. Self- rated health and mortality: a review of twenty-seven community studies. <i>J Health Soc Behav</i> 1997; 38(1): 21-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967585&pid=S1415-790X201200020001900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Kaplan GA, Camacho T. Perceived health and mortality: a nine- years follow-up of the human population laboratory cohort. <i>Am J Epidemiol</i> 1983; 117(3): 292-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967587&pid=S1415-790X201200020001900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Marcellini F. Health perception of elderly people: the results of a longitudinal study. <i>Arch Gerontol Geriatr</i> Suppl 2002; 181-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967589&pid=S1415-790X201200020001900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Lepeleire J, Iliffe S, Mann E, Degyrse JM. Frailty: an emerging concept for general practice. <i>Br J Gen Pract</i> 2009: 59: 77-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967591&pid=S1415-790X201200020001900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Chaix B, Rosvall M, Merlo J. Neighbor socioeconomic deprivation and residential instability: Effects on incidence of ischemic heart disease and survival after myocardial infarct. <i>Epidemiology</i> 2007; 18: 104-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967593&pid=S1415-790X201200020001900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Enarnacion R, L&aacute;zaro A, Sanchez'Shanchez A. Social participation and independence in actives of daily living: a cross sectional study. <i>BMC Geriatrics</i> 2009; 9: 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967595&pid=S1415-790X201200020001900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Subramanian SV, Kubzansk L, Berkaman L, Fay M., Kawachi I.Neiighborhood effects on the self-rated health of elder: Uncovering the relative importance of structural and service-related neighborhood environments. <i>J Gerontol: S&eacute;rie B. Pschological Science and Social Science.</i> 2006; 61: 153-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967597&pid=S1415-790X201200020001900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Pickett KE, Pearl M. Multilevel analyses of neighborhood socioeconomic context and health outcomes: A critical review. <i>J Epidemiol Comm Health</i> 2001; 55: 111-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967599&pid=S1415-790X201200020001900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Diez Roux AV. Investigating neighborhood and area effects on health. <i>Am J Public Health</i> 2001; 91: 1783-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967601&pid=S1415-790X201200020001900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Melchior M., Berkman LF, Niedhammer I, Chae M, Goldeber RM. Social relations and self-reported health: a prospective analysis of the French Gazel cohort. <i>Soc Sci Med</i> 2003; 356(8): 1817-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967603&pid=S1415-790X201200020001900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> .</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Glass TA, Mendes de Leon C, Marottoli RA, Berkamn LF. Population based study of social and productive activities as predictors of survival among elderly Americans. <i>Br Med J</i> 1999; 319: 478-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967605&pid=S1415-790X201200020001900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Lima-Costa MF, Firmo JO, Uchoa A. The structure of self- rated among older adults: the Bambu&iacute; health and ageing study (BHAS). <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2004; 38(6): 827-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967607&pid=S1415-790X201200020001900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. &Iacute;ndice de Vulnerabilidade &agrave; Sa&uacute;de - Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Belo Horizonte, Ger&ecirc;ncia de Epidemiologia e Informa&ccedil;&atilde;o - GEEPI. <a href="http://www.pbh.gov.br/smsa/biblioteca/gabinete/risco2003.pdf" target="_blank">http://www.pbh.gov.br/smsa/biblioteca/gabinete/risco2003.pdf</a> &#91;Acessada em 06 de outubro de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967609&pid=S1415-790X201200020001900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Carvalho AS, Barreto SMB, Gama ACC, Guerra HL. <i>Fatores associados ao desempenho na compreens&atilde;o da linguagem oral em idosos: Projeto Envelhecimento e Sa&uacute;de</i> &#91;disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Universidade Federal de Minas Gerais; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967611&pid=S1415-790X201200020001900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Ware JE Jr, Kosinski M, Keller SD. A 12- item Short- Form Health Survey: construction of scales and preliminary tests of reliability and validity. <i>Med Care</i> 1996; 34: 220-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967613&pid=S1415-790X201200020001900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Giacomin KC, Peixoto SV, Uchoa E, Lima- Costa MF. Estudo de base populacional dos fatores associados &agrave; incapacidade f&iacute;sica entre idosos na Regi&atilde;o Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2008; 24(6): 1260-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967615&pid=S1415-790X201200020001900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Paskulinl LMG, Viannall LAC. Perfil sociodemogr&aacute;fico e condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de autoreferidas de idosos de Porto Alegre. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007; 41(5): 759-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967617&pid=S1415-790X201200020001900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Szwarcwald CL, Souza PR, Esteves MAP, Damacena GN, Viacava F. Sociodemographic determinants of self- health in Brazil. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2005; 21S: 55-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967619&pid=S1415-790X201200020001900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Ramos LR. Fatores determinantes do envelhecimento saud&aacute;vel em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, S&atilde;o Paulo. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2003; 19(3); 783-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967621&pid=S1415-790X201200020001900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Aberg YM, Diderichsen F, Whitehead M, Holland P, Burstrom B. The role of income differences in explaining social inequalities in self rated health in Sweden and Britain. <i>J Epidemiol Community Health</i> 2001; 55: 556-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967623&pid=S1415-790X201200020001900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Bobak M, Pkhart H, Hertzman C, Marmot M. Socioeconomic factors, material inequalities in self rated heath: cross sectional data from seven post- communist countries. <i>Soc Sci Med</i> 2000; 51: 1343-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967625&pid=S1415-790X201200020001900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Kennedy B., Kawachi I, Glass R, Prothrow D. Income distribution, socioeconomic status, and self rated health in the United States: multinivel analysis. <i>BMJ</i> 1998; 317: 917-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967627&pid=S1415-790X201200020001900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Lantz PM, Lynch JM, House JS, Lepkowski J, Mero RP, Musick MA et al. Socioeconomic disparities in heath change in longitudinal study of US adults: the role of health- risk behaviors. <i>Soc Sci Med</i> 2001; 53: 29-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967629&pid=S1415-790X201200020001900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Giatti L, Barreto SM. Sa&uacute;de, trabalho e envelhecimento no Brasil. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>. 2003; 19(3): 759-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967631&pid=S1415-790X201200020001900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Souza LM, Laurert L, Hilleshein EF. Trabalho volunt&aacute;rio, caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas, socioecon&ocirc;micas e autopercep&ccedil;&atilde;o as sa&uacute;de de idosos de Porto Alegre. <i>Rev Esc Enferm USP</i> 2010; 44(3): 561-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967633&pid=S1415-790X201200020001900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. Giatti L, Barreto SM. Trabalho feminino e envelhecimento na terceira idade. <i>Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Coletiva.</i> 2002; 7(4): 825-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967635&pid=S1415-790X201200020001900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Alves LC, Leite IC, Machado CJ. Fatores associados &agrave; incapacidade funcional dos idosos no Brasil: an&aacute;lise multin&iacute;vel. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2010; 44: 2-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967637&pid=S1415-790X201200020001900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Ferraro KF, Farmer MM, Wybraniec JA. Health trajectories: long- term dynamics among black and white adults. <i>J Heath Soc Behav</i> 1997; 38(1): 38-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967639&pid=S1415-790X201200020001900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Gama EV, Dami&aacute;n J, Molino JP, L&oacute;pez MR, P&eacute;rez LM, Iglesias FJG. Association of individual activities of daily living with self- rated health in older people. <i>Age and ageing</i> 2000; 29: 267-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967641&pid=S1415-790X201200020001900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Rosa TEC, Ben&iacute;cio MHD, Latorre MRD, Ramos LR. Fatores determinantes da capacidade funcional entre idosos. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2003; 37(1): 40-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967643&pid=S1415-790X201200020001900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. Maciel CCA, Guerra RO. Influ&ecirc;ncia dos fatores biopsicosociais sobre a capacidade funcional de idosos residentes no nordeste do Brasil. <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2007; 10(2): 178-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967645&pid=S1415-790X201200020001900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Moraes JFD, Souza VBA. Factors associated with successful aging of the socially-active elderly in the metropolitan region of the Porto Alegre. <i>Rev Bras Psiquiatr</i> 2005; 27(4): 302-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967647&pid=S1415-790X201200020001900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Guedea MTD, Albuquerque FJB, Troccoli BT, Noriegad JV, Seabrae, MAB, Guedea L.D.Rela&ccedil;&atilde;o do Bem-Estar Subjetivo, Estrat&eacute;gias de Enfrentamento e apoio social em idosos. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i> 2005; 19(2): 301-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967649&pid=S1415-790X201200020001900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Uch&ocirc;a E. Contribui&ccedil;&atilde;o da antropologia para uma obordagem das quest&otilde;es relativas &agrave; sa&uacute;de do idoso. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2003; 19: 849-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967651&pid=S1415-790X201200020001900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">48. Cerhan JR, Wallace RB. Predictors of decline in social relationships in the rural elderly. <i>Am J Epidemiol</i> 1993; 137: 870-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967653&pid=S1415-790X201200020001900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">49. House JS. Social isolation kills, but how and why? <i>Psychosom Med</i> 2001; 63: 273-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967655&pid=S1415-790X201200020001900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">50. Brummett BH, Barefoot JC, Siegler IC, Clappchanning NE, Lytle BL, Bosworth HB. Characteristics of socially isolated patients with coronary artery disease who are at elevated risk for mortality. <i>Psychosom Med</i> 2001; 63: 267-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967657&pid=S1415-790X201200020001900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">51. Lunstad JH, Smith TB, Layton BB. Social Relationships and mortality risk: A meta- analytic review. <i>PLOS Med</i> 2010; 7(7): 1-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967659&pid=S1415-790X201200020001900051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">52. Rodriguez-Laso A, Zunzunegui MV, Otero A. The effect of social relationships on survival in elderly residents of a Southern European community: a cohort study. <i>BMC Geriatrics</i> 2007; 7: 2-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967661&pid=S1415-790X201200020001900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">53. Lima-Costa MFF, Barreto SM. Estudos epidemiol&oacute;gicos: conceitos b&aacute;sicos e aplica&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do envelhecimento. <i>Epidemiol Servi&ccedil;o Sa&uacute;de</i>. 2003; 12(4): 189-201.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1967663&pid=S1415-790X201200020001900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n2/seta.jpg" border="0"></a> <b>   Correspond&ecirc;ncia:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b>  Sandhi    Maria Barreto    <br>   Av. Alfredo Balena 190, sala 814    <br>   Belo Horizonte, MG CEP 30130-100    <br>   E-mail: <a href="mailto:sbarreto@medicina.ufmg.br">sbarreto@medicina.ufmg.br</a>    </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 27/01/2011    <br>   Aprovado    em: 26/03/2012    <br>   <b>Fonte    de financiamento:</b>   Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do    Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Parecer do comit&ecirc; de &eacute;tica em    pesquisa: Protocolo 065/200.</font></p>       ]]></body><back>
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