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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso do sistema de informação sobre mortalidade para identificar subnotificação de casos de tuberculose no Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mortality information system for identifying underreported cases of tuberculosis in Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Programa Nacional de Controle da Tuberculose]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the study was to analyze the underreporting of deaths from tuberculosis (TB) in Brazil, as well as to assess the impact these cases would cause in the reporting rate and proportion of TB deaths in 2006. We ana-lyzed the deaths recorded in the Mortality Information System (SIM) in 2006 and all reports of TB in Brazil during the 2001 to 2006 period. The variables used for the relationship were: report number, city and State of residence, patient name, date and year of birth, sex, mother's name and address. Six blocking steps were performed. Scores above 12.4 were considered pairs, and those below 9.7, doubtful pairs. After each step, we performed a manual review of doubtful pairs. The Reportable Disease Information System (Sinan) had 547,589 records. The SIM had 6,924 records, 39.3% (n = 2,727) of which were not found in Sinan during the period evaluated. We observed that 64.5% (2,707) of deaths were reported in 2006 and after analyzing the proportion of deaths underreported by region and federal units, we found that the highest percentage was in the Northern region, followed by the Southeast and Northeast. The addition of deaths that had not been reported to the Sinan database increased the reporting rate 3.7%. Regarding the proportion of deaths due to TB, such inclusion was responsible for a 60.7% increase in this indicator. The relationship between both databases seems to be an important strategy for improving the quality of the TB surveillance system.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Tuberculose]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Uso    do sistema de informa&ccedil;&atilde;o sobre mortalidade para identificar subnotifica&ccedil;&atilde;o    de casos de tuberculose no Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Gisele Pinto    de Oliveira<sup>I, II</sup>; Rejane Sobrino Pinheiro<sup>I</sup>; Cl&aacute;udia    Medina Coeli<sup>I</sup>; Draurio Barreira<sup>II</sup>; Stefano Barbosa Codenotti<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Instituto    de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro    <br>   <sup>II</sup>Programa Nacional de Controle da Tuberculose da Secretaria de Vigil&acirc;ncia    em Sa&uacute;de do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo desse    trabalho foi analisar a subnotifica&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por tuberculose    (TB) no Brasil, assim como verificar o impacto que esses casos causariam na    taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos e propor&ccedil;&atilde;o de    &oacute;bitos por TB em 2006. Foram analisados os &oacute;bitos registrados    no Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o sobre Mortalidade (SIM) no ano de 2006    e todas as notifica&ccedil;&otilde;es de TB do pa&iacute;s no per&iacute;odo    de 2001 a 2006. As vari&aacute;veis utilizadas para o relacionamento foram:    n&uacute;mero da notifica&ccedil;&atilde;o, munic&iacute;pio e UF de resid&ecirc;ncia,    nome do paciente, data, ano de nascimento, sexo, nome da m&atilde;e e endere&ccedil;o.    Foram realizados seis passos de blocagem. Os escores superiores a 12,4 foram    considerados pares, enquanto os inferiores a - 9,7, n&atilde;o-pares. Ao final    de cada passo, foi realizada a revis&atilde;o manual dos pares duvidosos. O    Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o    (Sinan) dispunha de 547.589 notifica&ccedil;&otilde;es, enquanto o SIM tinha    6.924 registros. Desses, 39,4% (n = 2.727) n&atilde;o foram encontrados no Sinan    no per&iacute;odo avaliado. Observou-se que 64,5% (2.707) dos &oacute;bitos    foram notificados em 2006 e, ao analisar a propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos    subnotificados por regi&atilde;o e unidades federadas, verificou-se que o maior    percentual foi na regi&atilde;o Norte, seguida das regi&otilde;es Sudeste e    Nordeste. O acr&eacute;scimo dos &oacute;bitos que n&atilde;o foram relacionados    &agrave; base de dados do Sinan eleva a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de    casos novos em 3,7%. Quanto &agrave; propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos    por TB, essa inclus&atilde;o foi respons&aacute;vel pelo aumento em 60,7% desse    indicador. O relacionamento entre bases de dados configura-se como uma estrat&eacute;gia    importante para a melhoria da qualidade do sistema de vigil&acirc;ncia da TB.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Tuberculose. Causa de morte. Vigil&acirc;ncia. Sistemas de informa&ccedil;&atilde;o.    Subnotifica&ccedil;&atilde;o. Relacionamento probabil&iacute;stico de registros.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Brasil est&aacute;    entre os 22 pa&iacute;ses respons&aacute;veis por 82% dos casos de tuberculose    (TB) no mundo e contempla 35% dos casos notificados na regi&atilde;o das Am&eacute;ricas<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Segundo estimativas    da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), o Brasil tem uma    incid&ecirc;ncia anual de 43 casos por 100 mil habitantes (85 mil casos novos/ano),    uma taxa de incid&ecirc;ncia da forma pulmonar positiva de 26/100 mil habitantes    (49 mil casos novos/ano) e a taxa de mortalidade de 2,6/100 mil habitantes (5    mil casos/ano). Entretanto, em 2010, segundo dados enviados pelo Programa Nacional    de Controle da Tuberculose (PNCT) &agrave; OMS, a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o    dos casos novos de TB no Brasil foi de 38/100 mil habitantes (aproximadamente    72 mil casos novos) para todas as formas, 20/100 mil habitantes para pulmonares    positivos (aproximadamente 35 mil casos novos) e uma taxa de notifica&ccedil;&atilde;o    de &oacute;bitos de 2,5/100 mil habitantes (4,8 mil &oacute;bitos). Devido a    essa diferen&ccedil;a, a OMS considera que o Brasil tem uma taxa de detec&ccedil;&atilde;o    de 88% em 2010<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para alcan&ccedil;ar    os valores estimados pela OMS, &eacute; necess&aacute;rio identificar os pontos    de estrangulamento do sistema de vigil&acirc;ncia da TB para verificar em que    momento os casos de TB n&atilde;o est&atilde;o sendo captados e, consequentemente,    notificados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A subnotifica&ccedil;&atilde;o    de um caso de doen&ccedil;a de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria    refere-se &agrave;quele caso que, tendo preenchido os crit&eacute;rios estabelecidos    pela vigil&acirc;ncia e sido identificado pelo profissional de sa&uacute;de,    n&atilde;o foi notificado ao servi&ccedil;o de sa&uacute;de p&uacute;blica,    refletindo, portanto, a incapacidade de capta&ccedil;&atilde;o desse evento    pelo servi&ccedil;o de sa&uacute;de<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o (Sinan) &eacute; o principal instrumento    para coleta e an&aacute;lise dos dados nacionais de TB<sup>3</sup>. No entanto,    outros sistemas p&uacute;blicos permitem a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es    epidemiol&oacute;gicas e sociodemogr&aacute;ficas subsidiando diversas esferas    de gest&atilde;o p&uacute;blica na defini&ccedil;&atilde;o de prioridades que    visem &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e controle da doen&ccedil;a. O Sistema    de Informa&ccedil;&atilde;o sobre Mortalidade (SIM) foi criado em 1975, visando    &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de dados de mortalidade de forma regular e abrangente    no Brasil atrav&eacute;s do preenchimento das Declara&ccedil;&otilde;es de &Oacute;bito<sup>4</sup>.    Considerando que a mortalidade e a letalidade da TB s&atilde;o par&acirc;metros    importantes para a avalia&ccedil;&atilde;o da gravidade da endemia, do retardo    na detec&ccedil;&atilde;o de casos, do in&iacute;cio do tratamento e da sua    efetividade, a utiliza&ccedil;&atilde;o do SIM &eacute; de extrema relev&acirc;ncia    para avaliar o sistema de vigil&acirc;ncia vigente da TB<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente estudo    tem por objetivo analisar a subnotifica&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por    TB no Brasil, por regi&atilde;o e unidade federada, assim como verificar o impacto    que esses casos causariam na taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos    e na propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos por TB.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram selecionados    os &oacute;bitos ocorridos no Brasil registrados no SIM, no ano de 2006, que    apresentaram c&oacute;digos de TB (CID-10 - 10ª revis&atilde;o, A15 a A19) como    causa b&aacute;sica ou associada. Os dados do Sinan utilizados nesse estudo    constituem-se de todas as notifica&ccedil;&otilde;es de TB no pa&iacute;s, cujo    ano de notifica&ccedil;&atilde;o estivesse compreendido no per&iacute;odo de    2001 a 2006. Foram considerados os casos de TB que evolu&iacute;ram para &oacute;bito    e foram subnotificados aqueles cujo ano do &oacute;bito tenha sido 2006 e n&atilde;o    apresentaram nenhuma notifica&ccedil;&atilde;o no Sinan no per&iacute;odo de    2001 a 2006, ou seja, at&eacute; cinco anos antes do ano do &oacute;bito, segundo    a defini&ccedil;&atilde;o de caso novo do guia de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica    da TB do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS)<sup>6</sup>. As bases de dados    foram cedidas pelo Departamento de An&aacute;lise da Situa&ccedil;&atilde;o    em Sa&uacute;de (DASIS) e pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose    (PNCT) do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sistema de informa&ccedil;&atilde;o    para a TB permite que o paciente seja notificado diversas vezes ao longo da    vida. As m&uacute;ltiplas entradas de um mesmo caso, se por um lado auxiliam    na vigil&acirc;ncia da doen&ccedil;a, tamb&eacute;m podem gerar in&uacute;meros    registros duplicados de forma equivocada. A identifica&ccedil;&atilde;o e remo&ccedil;&atilde;o    desses registros foram realizadas em dois passos: as duplicidades verdadeiras    foram removidas utilizando o algoritmo desenvolvido por Bierrenbach et al. (2007),    que conserva as repeti&ccedil;&otilde;es referentes a casos de recidiva e reingresso    ap&oacute;s abandono para an&aacute;lises posteriores com o Sinan; a partir    dessa base, foram eliminadas as repeti&ccedil;&otilde;es remanescentes, mantendo-se,    na base para an&aacute;lise de subregistro, apenas a notifica&ccedil;&atilde;o    mais antiga.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como as bases de    dados utilizadas neste estudo n&atilde;o possuem um campo identificador un&iacute;voco    foi utilizado o m&eacute;todo de relacionamento probabil&iacute;stico de registros    (<i>probabilistic record linkage</i>). Tendo por base a utiliza&ccedil;&atilde;o    conjunta de campos comuns presentes das bases analisadas, estimam-se as probabilidades    de determinados registros nas duas bases pertencerem &agrave;s mesmas pessoas.    Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel verificar o qu&atilde;o veross&iacute;mil    um par de registros se refira ao mesmo indiv&iacute;duo<sup>8,9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para o relacionamento,    foi empregada a terceira vers&atilde;o do programa Reclink<sup>10</sup>. As    vari&aacute;veis utilizadas para a realiza&ccedil;&atilde;o do relacionamento    foram: n&uacute;mero da notifica&ccedil;&atilde;o, munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia,    UF de resid&ecirc;ncia, nome do paciente, data de nascimento, sexo, nome da    m&atilde;e, logradouro, n&uacute;mero, complemento, bairro, ano de nascimento.    Sequencialmente, foram realizados seis passos de blocagem com a combina&ccedil;&atilde;o    dos campos. Iniciou-se com uma chave mais restrita e com posterior diminui&ccedil;&atilde;o    da restri&ccedil;&atilde;o buscando-se minimizar a perda de pares, ou seja,    a ocorr&ecirc;ncia de falso-negativo:</font></p> <ul>       <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Soundex</i>      (primeiro nome) + <i>soundex</i> (&uacute;ltimo nome) + sexo + unidade federada      de resid&ecirc;ncia;</font></li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Soundex</i>      (primeiro nome) + sexo + unidade federada de resid&ecirc;ncia;</font></li>       <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Soundex</i>      (&uacute;ltimo nome) + sexo + unidade federada de resid&ecirc;ncia;</font></li>       <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Soundex</i>      (primeiro nome) + sexo;</font></li>       <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Unidade federada      de resid&ecirc;ncia + sexo;</font></li>       <li><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Munic&iacute;pio      de resid&ecirc;ncia + sexo.</font></li>     </ul>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em todos os passos    foram empregados para compara&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo de escores os    campos nome do paciente, nome da m&atilde;e e data de nascimento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi realizada a    estimativa de par&acirc;metros mediante a aplica&ccedil;&atilde;o do algoritmo    EM (Expectation-Maximisation). Essa t&eacute;cnica faz uso da m&aacute;xima    verossimilhan&ccedil;a de dados faltantes e permite a identifica&ccedil;&atilde;o    de indiv&iacute;duos que s&atilde;o comuns em bases de dados diferentes de acordo    com suas caracter&iacute;sticas<sup>11</sup>. Dessa forma, foram utilizados    os seguintes par&acirc;metros para cada passo automatizado: nome do paciente    (probabilidade de acerto: 97,7984; probabilidade de erro: 0,00158924), nome    da m&atilde;e (probabilidade de acerto: 75,3206; probabilidade de erro: 0,00820691)    e data de nascimento (probabilidade de acerto: 96,5851; probabilidade de erro:    1,67448).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O limite m&aacute;ximo    e o limite m&iacute;nimo dos escores estabelecido foram 19,7907 e -12,3714,    respectivamente. Os escores superiores a 12,4 foram considerados pares enquanto    que os inferiores a - 9,7 foram considerados n&atilde;o-pares, permanecendo    o restante como pares duvidosos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi realizada a    revis&atilde;o manual dos pares duvidosos ao final de cada passo por um &uacute;nico    pesquisador, obedecendo aos seguintes crit&eacute;rios de desempate: nome do    paciente, nome da m&atilde;e, data de nascimento e munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia.    As demais vari&aacute;veis foram utilizadas na compara&ccedil;&atilde;o visual    para ajudar na classifica&ccedil;&atilde;o dos pares quando a presen&ccedil;a    de campos ignorados impossibilitava a classifica&ccedil;&atilde;o direta dos    mesmos. Uma listagem dos munic&iacute;pios lim&iacute;trofes entre Estados brasileiros    foi utilizada durante a revis&atilde;o manual, para auxiliar a classifica&ccedil;&atilde;o    de um par como pertencendo ao mesmo indiv&iacute;duo quando houve diverg&ecirc;ncia    dos endere&ccedil;os de resid&ecirc;ncia entre os registros de um poss&iacute;vel    par verdadeiro.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Optou-se por considerar    par o registro pareado que permaneceu como d&uacute;vida ap&oacute;s o processo    de revis&atilde;o manual, no sentido de minimizar a ocorr&ecirc;ncia de erros    falso negativos. Dessa forma, os resultados observados podem ser interpretados    como uma estimativa conservadora da subnotifica&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi calculada a    propor&ccedil;&atilde;o de subnotifica&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos por/com    TB para o Brasil e unidade de federa&ccedil;&atilde;o. Para verificar se a inclus&atilde;o    dos casos recuperados do SIM modifica os indicadores nacionais da TB, foram    calculadas a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos de TB e a propor&ccedil;&atilde;o    de casos novos de TB que apresentaram &oacute;bito como encerramento do caso,    originais e corrigidas. Para a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o original, dividiu-se    o total de casos novos de TB notificados em 2006 pelo n&uacute;mero de habitantes    no mesmo ano, multiplicado por 100.000. Para a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o    corrigida, foram adicionados ao numerador da taxa original os &oacute;bitos    ocorridos em 2006 n&atilde;o notificados no Sinan. Utilizou-se a estimativa    populacional fornecida pelo Datasus<sup>13</sup>. Para o c&aacute;lculo da propor&ccedil;&atilde;o    de casos novos de TB com encerramento &oacute;bito, foram somados os encerramentos    por &oacute;bitos por TB e &oacute;bitos por outras causas em 2006, dividindo-se    pelo total de casos novos notificados, no caso do indicador original. Para o    indicador corrigido, somou-se no numerador e no denominador o n&uacute;mero    de casos subnotificados recuperados do SIM.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para processamento    e an&aacute;lise de dados foram utilizados os softwares Epiinfo &#91;TM&#93;    vers&atilde;o 3.3.2 e Stata vers&atilde;o 9.0<sup>TM</sup>. O estudo foi aprovado    pela Comiss&atilde;o Nacional de &Eacute;tica em Pesquisa (CONEP, CAAE: 0081.0.000.000-09    - Processo Nº: 25000.003053./2009-50 ) em 12/04/2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Sinan dispunha    de 571.336 notifica&ccedil;&otilde;es de TB no per&iacute;odo de 2001 a 2006.    Ap&oacute;s a remo&ccedil;&atilde;o de duplicidades, restaram 547.589 (95,8%)    notifica&ccedil;&otilde;es. O SIM possu&iacute;a 6.953 registros que apresentavam    TB como uma das causas de &oacute;bito no ano de 2006. Vinte e nove registros    do SIM foram exclu&iacute;dos, uma vez que nome, nome da m&atilde;e e endere&ccedil;o    n&atilde;o estavam preenchidos ou estavam preenchidos incorretamente, a ponto    de inviabilizar o processo de relacionamento.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram encontrados    5.569 pares a partir do relacionamento do SIM com o Sinan: 4.493 (83,7%) dos    pares foram encontrados na primeira chave de blocagem, 623 (11,6%) na segunda    e 121 (2,3%) no quinto passo. (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/03t01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a elimina&ccedil;&atilde;o    de pares repetidos, gerados pelos registros do SIM que formaram pares mais de    uma vez (casos de recidiva e reingresso, por exemplo), o total de pares encontrados    foi de 4.197. Dos 6.924 registros de &oacute;bito por TB analisados, 39,4% (n    = 2.727) n&atilde;o foram encontrados na base de dados do Sinan no per&iacute;odo    de 2001 a 2006.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Do total de &oacute;bitos    por TB registrados no SIM em 2006 que foram pareados &agrave;s notifica&ccedil;&otilde;es    de TB no Sinan, 64,5% (2.707), foram notificados no mesmo ano, 16,8% (705) no    ano anterior, 6,6% (277) em 2004 e 12,1% (508) entre os anos de 2001 a 2003.    Ao analisar a propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos subnotificados estratificada    pelas unidades federadas, observou-se que o maior percentual foi para a regi&atilde;o    Norte, seguida pela Sudeste e Nordeste. A regi&atilde;o Sul apresentou o menor    percentual de subnotifica&ccedil;&atilde;o, apesar de possuir um total de &oacute;bitos    por TB superior ao Norte do pa&iacute;s.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O comportamento    desse indicador foi heterog&ecirc;neo, n&atilde;o apenas entre as regi&otilde;es,    como tamb&eacute;m entre os Estados de uma mesma regi&atilde;o, apresentando    varia&ccedil;&otilde;es entre 16,6% e 54,5% numa mesma regi&atilde;o (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/03t02.jpg">Tabela    2</a>). Rond&ocirc;nia, Amap&aacute; e Para&iacute;ba apresentaram valores superiores    a 50% e em 12 Estados brasileiros essa propor&ccedil;&atilde;o foi superior    &agrave; m&eacute;dia nacional. Os menores valores foram para Paran&aacute;    (23,4%), Mato Grosso do Sul (20,7%), Santa Catarina (19,1%) e Roraima (16,6%).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O acr&eacute;scimo    dos &oacute;bitos que n&atilde;o foram relacionados &agrave; base de dados do    Sinan elevaria a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos de TB no ano    de 2006 em at&eacute; 3,7%, e em 60,7% a propor&ccedil;&atilde;o de casos de    TB com encerramento &oacute;bito, que passaria de 5,6% para 9,0% no mesmo ano    (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/03t02.jpg">Tabela 2</a>). Esses aumentos diferiram entre as    UFs do pa&iacute;s, variando de 1,5% a 7% para a taxa de notifica&ccedil;&atilde;o    de casos novos e de 18,4% a 130,7% para os casos notificados no Sinan com encerramento    &oacute;bito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A alta propor&ccedil;&atilde;o    de subnotifica&ccedil;&atilde;o e a altera&ccedil;&atilde;o da propor&ccedil;&atilde;o    de &oacute;bitos e da taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos em decorr&ecirc;ncia    da inclus&atilde;o dos &oacute;bitos no registro de casos apresentaram-se como    principais resultados desse estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Sendo o &oacute;bito    um desfecho final para os casos de TB, o fato de 39,4% dos &oacute;bitos por    ou associados &agrave; TB n&atilde;o constarem no registro de casos aponta para    um descompasso evidente entre a vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica da TB    e a assist&ecirc;ncia, uma vez que s&atilde;o casos graves que n&atilde;o foram    notificados, nem mesmo no momento do &oacute;bito. Al&eacute;m disso, reflete    a baixa cobertura do sistema de vigil&acirc;ncia, corroborando outros estudos    nacionais e internacionais que relacionaram registros de mortalidade com registros    de casos<sup>14-7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Problemas relacionados    com o acesso e o diagn&oacute;stico tamb&eacute;m devem ser levados em considera&ccedil;&atilde;o.    &Oacute;bitos devido &agrave; TB podem ser considerados como um evento sentinela,    conceito definido pela ocorr&ecirc;ncia de uma doen&ccedil;a evit&aacute;vel,    inaptid&atilde;o ou morte, que podem revelar elevada fragilidade do indiv&iacute;duo    pelo baixo n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, ocupacional, ambiental ou condi&ccedil;&otilde;es    adversas de sa&uacute;de, como por falta de a&ccedil;&atilde;o adequada ou oportuna    dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de<sup>18,19</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Desemprego, escolaridade    e renda s&atilde;o fatores individuais que aumentam a vulnerabilidade &agrave;    TB e, por isso, tamb&eacute;m podem influenciar no acesso aos servi&ccedil;os    de sa&uacute;de, assim como no diagn&oacute;stico de qualidade<sup>20,21</sup>.    Como a TB, historicamente, est&aacute; relacionada &agrave; pobreza, indiv&iacute;duos    com escolaridade elevada podem n&atilde;o ser diagnosticados corretamente, conforme    discutido por Sousa e Pinheiro<sup>22</sup>. Al&eacute;m disso, aspectos contextuais    podem estar relacionados ao uso dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. O primeiro    deles seria a oferta dos atendimentos ou servi&ccedil;os de sa&uacute;de pelos    Estados e munic&iacute;pios. Considerando que, no Brasil, a TB &eacute; um agravo    de responsabilidade da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e que a capta&ccedil;&atilde;o    dos casos em momento oportuno n&atilde;o requer atendimento de alta complexidade,    n&atilde;o deveria haver obst&aacute;culos que impedissem o acesso. No entanto,    um programa de controle da TB que n&atilde;o preconize a busca ativa na comunidade    ou nas unidades de sa&uacute;de, que &eacute; uma estrat&eacute;gia b&aacute;sica    aumentar a capta&ccedil;&atilde;o dos casos, pode apresentar falhas na vigil&acirc;ncia    da doen&ccedil;a e casos de subnotifica&ccedil;&atilde;o. Outra hip&oacute;tese    para a ocorr&ecirc;ncia de subnotifica&ccedil;&atilde;o pode estar relacionada    ao volume de casos notificados. A maior propor&ccedil;&atilde;o de casos de    TB notificados ocorre nas regi&otilde;es Sudeste (45%) e Nordeste (29%), que,    neste estudo, tamb&eacute;m aparecem com as maiores taxas de subnotifica&ccedil;&atilde;o<sup>23</sup>.    Esse achado corrobora os de Braga ao verificar que essas regi&otilde;es tiveram    muitos munic&iacute;pios com a&ccedil;&otilde;es de controle aparentemente insuficiente,    indicando a exist&ecirc;ncia de subnotifica&ccedil;&atilde;o de TB e prec&aacute;rio    funcionamento dos programas estaduais de controle da doen&ccedil;a<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A heretogeneidade    desse indicador entre os Estados brasileiros, no entanto, chama aten&ccedil;&atilde;o    para outros fatores que podem ter influenciado o resultado encontrado. O fato    de dois Estados de uma mesma regi&atilde;o (Rond&ocirc;nia e Roraima), com caracter&iacute;sticas    epidemiol&oacute;gicas, demogr&aacute;ficas e culturais semelhantes, apresentarem    valores discrepantes, pode ser explicado, em parte, devido &agrave; cobertura    deficiente do SIM. As regi&otilde;es Norte e Nordeste apresentaram uma cobertura    inferior a 80% no ano analisado. Para o Estado de Rond&ocirc;nia, a cobertura    foi inferior &agrave; de Roraima, sugerindo que os casos podem n&atilde;o estar    sendo captados nem pelo sistema de informa&ccedil;&atilde;o de mortalidade,    gerando percentuais mais baixos de subnotifica&ccedil;&atilde;o<sup>25,26</sup>.    No entanto, em Estados com altas coberturas, como o Rio de Janeiro e o Rio Grande    do Sul, foram encontrados valores preocupantes. A propor&ccedil;&atilde;o de    casos de TB atendidos e diagnosticados em unidades hospitalares, situa&ccedil;&atilde;o    comum nas grandes capitais do pa&iacute;s, &eacute; um fator que deve ser levado    em considera&ccedil;&atilde;o para a melhoria da subnotifica&ccedil;&atilde;o.    Um estudo realizado por Selig et al. demonstrou que 49% dos &oacute;bitos por    TB ocorridos de setembro de 2005 a agosto de 2006, em dois hospitais gerais    p&uacute;blicos com emerg&ecirc;ncia aberta no Rio de Janeiro, n&atilde;o foram    registrados no Sinan no per&iacute;odo de 1995 a 2006<sup>27</sup>. O erro de    registro das causas de &oacute;bito no SIM pode explicar parte do subregistro.    No entanto, essa hip&oacute;tese perde for&ccedil;a, uma vez que atribuir o    diagnostico de TB a casos sem comprova&ccedil;&atilde;o parece ser pouco prov&aacute;vel.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A influ&ecirc;ncia    de aspectos estruturais e organizacionais dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de,    do fluxograma do Sinan e da organiza&ccedil;&atilde;o do SUS, descritas por    Ferreira et al., podem explicar uma parcela da subnotifica&ccedil;&atilde;o    de casos ao sistema de vigil&acirc;ncia<sup>28</sup>. Embora a descri&ccedil;&atilde;o    do fluxo dos dados esteja documentada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de    e seja de conhecimento de todos os Estados brasileiros, cada munic&iacute;pio    acrescenta pequenas modifica&ccedil;&otilde;es nesse fluxo de acordo com a sua    realidade, e as unidades de sa&uacute;de, por sua vez, criam seus pr&oacute;prios    atalhos, que podem produzir resultados desfavor&aacute;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O acr&eacute;scimo    dos &oacute;bitos subnotificados &agrave; base de dados do Sinan causa impacto    em importantes indicadores epidemiol&oacute;gicos do Programa. A taxa de notifica&ccedil;&atilde;o    de casos novos de TB, assim como a propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos    por TB entre os notificados no ano de 2006, foi consideravelmente modificada    para o pa&iacute;s. Os aumentos observados nesses dois indicadores diferiram    muito entre as UFs, com varia&ccedil;&otilde;es superiores a cinco vezes entre    o menor e maior aumento. Esse resultado aponta para diferentes graus de implanta&ccedil;&atilde;o    da vigil&acirc;ncia da TB no pa&iacute;s.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com a corre&ccedil;&atilde;o    do indicador propor&ccedil;&atilde;o de casos com encerramento &oacute;bito,    um quarto das UFs praticamente duplicou o seu valor original. Chama a aten&ccedil;&atilde;o    a presen&ccedil;a nessa lista do Rio de Janeiro e de S&atilde;o Paulo, que concentram    grande parte da carga de TB<sup>29</sup> do pa&iacute;s, o que nos faria supor    maior experi&ecirc;ncia na vigil&acirc;ncia dos casos, n&atilde;o demonstrada    nesse estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Se, por um lado,    a elimina&ccedil;&atilde;o de duplicidades no Sinan foi respons&aacute;vel pela    redu&ccedil;&atilde;o da taxa de notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos de    TB da ordem de 6,3% em 2006 no pa&iacute;s<sup>12</sup>, a inclus&atilde;o de    &oacute;bitos n&atilde;o notificados causa incremento nessa taxa de at&eacute;    3,7%. Outros sistemas de informa&ccedil;&atilde;o nacionais registram casos    de TB, como o Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Hospitalares do Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de. O relacionamento feito com essa base de dados n&atilde;o foi    o objetivo desse estudo, mas poderia provocar um aumento mais expressivo na    notifica&ccedil;&atilde;o de casos novos de TB<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O relacionamento    entre as bases de dados &eacute; uma das t&eacute;cnicas utilizadas em muitos    estudos para identificar subnotifica&ccedil;&atilde;o<sup>5,14,15,19,25,30-34</sup>.    A metodologia probabil&iacute;stica n&atilde;o exige concord&acirc;ncia exata    dos valores das vari&aacute;veis de pareamento entre dois registros, o que minimiza    n&atilde;o encontrar os dados de um mesmo paciente em duas bases de dados diferentes.    Os pares de registros formados que n&atilde;o tiveram escore elevado foram avaliados    pelo pesquisador na etapa da revis&atilde;o manual dos pares. A ocorr&ecirc;ncia    de dados faltantes nas vari&aacute;veis utilizadas para o relacionamento e a    presen&ccedil;a de nomes comuns ou hom&ocirc;ninos pode ter causado redu&ccedil;&atilde;o    no n&uacute;mero de pares formado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Como o tratamento    de TB &eacute; feito, prioritariamente, na rede b&aacute;sica de sa&uacute;de    onde o v&iacute;nculo entre o doente e a unidade deve ser bem estabelecido,    os pacientes com TB n&atilde;o costumam se deslocar entre os Estados em busca    de tratamento. No entanto, para minimizar o impacto negativo no processo de    relacionamento, optou-se por utilizar a UF e o munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia    nas etapas de blocagem. A ado&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de desempate    bem estabelecidos e a utiliza&ccedil;&atilde;o da listagem com os munic&iacute;pios    lim&iacute;trofes para apoiar a revis&atilde;o manual foram estrat&eacute;gias    utilizadas para minimizar poss&iacute;veis erros de pareamento que poderiam    acontecer em fun&ccedil;&atilde;o do paciente n&atilde;o informar corretamente    seu endere&ccedil;o de resid&ecirc;ncia. A estrat&eacute;gia de considerar pares    os registros pareados que permaneceram como d&uacute;vida durante a revis&atilde;o    manual diminui a probabilidade de ocorr&ecirc;ncia de falso negativo, apontando    que 39,4% de &oacute;bitos n&atilde;o notificados s&atilde;o uma estimativa    conservadora da subnotifica&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos encontrados nesse    estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Relacionar o SIM    a cinco anos do Sinan e seguir todos os passos de blocagem apresentados aumentam    a certeza da ocorr&ecirc;ncia de subnotifica&ccedil;&atilde;o. No entanto, observou-se    que a busca de &oacute;bitos do SIM utilizando apenas os casos registrados nos    dois anos anteriores do Sinan e processar somente os dois primeiros passos de    blocagem foram respons&aacute;veis por um alto percentual de recupera&ccedil;&atilde;o    de casos (81,3% e 95,3%, respectivamente). Para implanta&ccedil;&atilde;o dessa    atividade como rotina da vigil&acirc;ncia da doen&ccedil;a, essa estrat&eacute;gia    parece ser suficiente, reduzindo o volume de trabalho dos servi&ccedil;os com    elevado impacto na melhoria de qualidade da notifica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maior propor&ccedil;&atilde;o    dos &oacute;bitos encontrados no Sinan foi notificada no mesmo ano do &oacute;bito    (64,5%). Esse resultado parece estar mais relacionado com a baixa capta&ccedil;&atilde;o    de casos e diagn&oacute;stico tardio, com redu&ccedil;&atilde;o na sobrevida    dos pacientes e efetividade do tratamento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de tem recomendado que a avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade    dos sistemas de notifica&ccedil;&atilde;o deve ser realizada rotineiramente    pelos pa&iacute;ses para tornar mais fidedignos os indicadores epidemiol&oacute;gicos    e operacionais da TB, com consequente influ&ecirc;ncia na tomada de decis&atilde;o    em sa&uacute;de p&uacute;blica<sup>29</sup>. A estimativa de incid&ecirc;ncia    de TB no Brasil &eacute; feita multiplicando-se o n&uacute;mero de &oacute;bitos    por TB no SIM pela taxa de letalidade (calculada pelo n&uacute;mero de &oacute;bitos    no SIM e o n&uacute;mero de casos no Sinan com ajustes apropriados devido &agrave;    cobertura dos sistemas). A letalidade &eacute; calculada utilizando o relacionamento    entre bases de dados, uma vez que n&atilde;o se tem certeza de que os mesmos    indiv&iacute;duos est&atilde;o nas duas bases<sup>1,34</sup>. O uso rotineiro    dessa t&eacute;cnica &eacute; importante para garantir estimativas mais pr&oacute;ximas    da realidade. No entanto, com a introdu&ccedil;&atilde;o do campo &oacute;bito    por TB entre as situa&ccedil;&otilde;es de encerramento do Sinan em 2006<sup>3</sup>,    o c&aacute;lculo desse indicador torna-se mais simples, facilitando o seu uso    para o planejamento das a&ccedil;&otilde;es destinadas ao controle da TB. Da    mesma forma, o uso do relacionamento entre bases de dados contribui para a melhoria    da qualidade do encerramento do caso, assim como para assegurar que o caso que    evoluiu para &oacute;bito encontra-se notificado no Sinan.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ado&ccedil;&atilde;o    de estrat&eacute;gias de relacionamento &eacute; uma importante ferramenta utilizada    por muitos pa&iacute;ses para se fazer estimativas de incid&ecirc;ncia e de    n&uacute;mero de casos<sup>15,16,35,36</sup>. Recomenda-se, portanto, que o    Programa Nacional de Controle da Tuberculose estimule o relacionamento entre    os bancos de dados, visando &agrave; melhoria da qualidade do sistema de vigil&acirc;ncia    da TB de forma a gerar indicadores mais fidedignos que v&atilde;o apoiar a tomada    de decis&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. World Health    Organization. <i>Global Tuberculosis Control 2011: WHO report 2011.</i> Geneva:    WHO; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956672&pid=S1415-790X201200030000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Modesitt SK,    Hulman S, Feming D. Evaluations of active versus passive surveillance in Oregon.    <i>American Journal of Public Health</i> 1990; 80(4): 463-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956674&pid=S1415-790X201200030000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica. <i>Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o - Sinan: normas e rotinas.</i> 2ª edi&ccedil;&atilde;o.    Bras&iacute;lia; 2007; 67 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956676&pid=S1415-790X201200030000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de An&aacute;lise de Situa&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de. <i>Coordena&ccedil;&atilde;o    Geral de Informa&ccedil;&otilde;es e An&aacute;lise Epidemiol&oacute;gica</i>.    Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Mortalidade. Dispon&iacute;vel em:<a href="http://http://portal.saude.gov.br/SAUDE/visualizar_texto.cfm?idtxt=21377" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/SAUDE/visualizar_texto.cfm?idtxt=21377</a>.    &#91;Acessado em 27 de julho de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956678&pid=S1415-790X201200030000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Fa&ccedil;anha    MC. Tuberculose: subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos que evolu&iacute;ram    para &oacute;bito em Fortaleza-CE. <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2006; 32(6): 553-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956680&pid=S1415-790X201200030000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica. <i>Guia de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica</i>    2009; 7ª ed: 39-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956682&pid=S1415-790X201200030000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Bierrenbach    AL, Stevens AP, Gomes AB, Noronha EF, Glatt R, Carvalho et al. Efeito da remo&ccedil;&atilde;o    de notifica&ccedil;&otilde;es repetidas sobre a incid&ecirc;ncia da tuberculose    no Brasil. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007; 41(S1): 67-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956684&pid=S1415-790X201200030000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Teixeira CLS,    Block KV, Klein CH, Coeli CM. M&eacute;todo de relacionamento de bancos de dados    do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o sobre Mortalidade e das autoriza&ccedil;&otilde;es    de interna&ccedil;&atilde;o hospitalar no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de,    na investiga&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos de causa mal-definida no Estado    do Rio de Janeiro, Brasil, 1998. <i>Epidemiol Serv Sa&uacute;de</i> 2006; 15(1):    47-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956686&pid=S1415-790X201200030000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Camargo Jr KR,    Coeli CM. Reclink: aplicativo para o relacionamento de bases de dados, implementando    o m&eacute;todo <i>probabilistic record linkage</i>. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>    2000; 16(2): 439-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956688&pid=S1415-790X201200030000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Camargo Jr    KR, Coeli CM. <i>Reclink III vers&atilde;o 3.1.6.3160. Guia do Usu&aacute;rio</i>.    2007. Dispon&iacute;vel em <a href="http://http://www.iesc.ufrj.br/reclink" target="_blank">http://www.iesc.ufrj.br/reclink</a>    &#91;Acessado em 15 de junho de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956690&pid=S1415-790X201200030000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Junger WL.    Estima&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros em relacionamento probabil&iacute;stico    de banco de dados: uma aplica&ccedil;&atilde;o EM para o Reclink. <i>Cad Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i> 2006; 14 (2): 225-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956692&pid=S1415-790X201200030000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Bierrenbach    AL, Oliveira GP, Codenotti S, Gomes ABF, Stevens AP. Duplicates and misclassification    of TB notification records increased the notification rates of new TB cases    in Brazil from 2001 to 2007. <i>Int J Tuberc Lung Dis</i> 2010; 14(5): 593-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956694&pid=S1415-790X201200030000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. BRASIL. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Departamento de Inform&aacute;tica do SUS. Tabnet: abulador    naweb. Dispon&iacute;vel em <a href="http://http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php" target="_blank">http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php</a>    &#91;Acessado em 15 de julho de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956696&pid=S1415-790X201200030000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Programa Nacional    de DST e Aids. A subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos de AIDS em munic&iacute;pios    brasileiros selecionados: uma aplica&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo de captura-recaptura.    <i>Boletim Epidemiol&oacute;gico AIDS</i> 2004, 1(1): 7-9. Dispon&iacute;vel    em <a href="http://www.aids.gov.br" target="_blank">www.aids.gov.br</a> &#91;Acessado    em 29 de julho de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956698&pid=S1415-790X201200030000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Washko RM,    Frieden TR. Tuberculosis Surveillance using death certificate data, New York    City, 1992. <i>Public Health Reports</i> 1996; 3: 251-255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956700&pid=S1415-790X201200030000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Crofts JP,    Pebory R, Grant A, Watson, JM, Abubakar I. Estimating tuberculosis case mortality    in England and Wales, 2001-2002. <i>Int J Tuberc Lung Dis</i> 2008; 12(3): 308-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956702&pid=S1415-790X201200030000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Selig L, Belo    M, Cunha AJLA, Teixeira EG, Brito R, Luna AL, Trajman A. &Oacute;bitos Atribu&iacute;dos    &agrave; Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro. <i>J BrasPneumol</i> 2004;    30(4): 417-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956704&pid=S1415-790X201200030000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Rutstein DD,    Berenberg W, Chalmers TC, Child CG, Fishman AP, Perrin EB. Measuring the quality    of medical care. A clinical method. <i>N Engl J Med</i> 1976; 294(11): 582-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956706&pid=S1415-790X201200030000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Rutstein DD,    Mullan RJ, Frazier TM, Halperin WE, Melius JM, Sestito, JP. Sentinel Health    Events (occupational): a basis for physician recognition and public health surveillance.    <i>Am J Public Health</i> 1983; 73(9): 1054-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956708&pid=S1415-790X201200030000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Waaler HT.    Tuberculosis and poverty. <i>Int J Tuberc Lung Dis</i> 2002; 6(9): 745-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956710&pid=S1415-790X201200030000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Bates I et    al. Vulnerability to malaria, tuberculosis, and HIV/AIDS infection and disease.    Part I - Part II: determinants operating at individual and household level.    <i>Lancet</i> 2004; 4: 267-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956712&pid=S1415-790X201200030000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Sousa LMO,    Pinheiro RS. &Oacute;bitos e interna&ccedil;&otilde;es por tuberculose n&atilde;o    notificados no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>    2011; 45(1): 31-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956714&pid=S1415-790X201200030000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica. <i>Programa Nacional de Controle    da Tuberculose</i>. Dispon&iacute;vel em <a href="http://http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=28055)" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=28055)</a>.    &#91;Acessado em 25 de janeiro de 2010&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956716&pid=S1415-790X201200030000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Braga JU. Vigil&acirc;ncia    Epidemiol&oacute;gica e o sistema de informa&ccedil;&atilde;o da tuberculose    no Brasil, 2001 - 2003. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007; 41(S1):    77-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956718&pid=S1415-790X201200030000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de An&aacute;lise de Situa&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de. <i>Coordena&ccedil;&atilde;o    Geral de Informa&ccedil;&otilde;es e An&aacute;lise Epidemiol&oacute;gica</i>.    Documento t&eacute;cnico contendo a cobertura do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    sobre Mortalidade no Brasil. &#91;Falta inserir data&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956720&pid=S1415-790X201200030000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Paes NA. Avalia&ccedil;&atilde;o    da cobertura dos registros de &oacute;bitos dos Estados brasileiros em 2000.    <i> Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2005; 39(6): 882-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956722&pid=S1415-790X201200030000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Selig L, Kritski    A, Guedes R, Braga JU, Trajman A. Uses of tuberculosis mortality surveillance    to identify program errors and improve database reporting. <i>Int J Tuberc Lung    Dis</i> 2009; 13: 982-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956724&pid=S1415-790X201200030000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Ferreira VMB,    Portela MC, Vasconcelos MTL. Fatores associados &agrave; subnotifica&ccedil;&atilde;o    de pacientes com Aids, no Rio de Janeiro, RJ, 1996. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>    2000; 34(2): 170-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956726&pid=S1415-790X201200030000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. BRASIL. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica. Programa Nacional de Controle da    Tuberculose. Situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica. Dispon&iacute;vel    em <a href="http://http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.%20cfm?id_area=1527" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.    cfm?id_area=1527</a> &#91;Acessado em 31 de julho de 2011&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956728&pid=S1415-790X201200030000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Ferreira VMB,    Portela MC. Avalia&ccedil;&atilde;o da subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos    de AIDS no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro com base em dados do sistema de    informa&ccedil;&otilde;es hospitalares do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de.    <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1999; 15(2): 317-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956730&pid=S1415-790X201200030000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Drumond EF,    Machado CJ, Fran&ccedil;a E. Subnotifica&ccedil;&atilde;o de nascidos vivos:    procedimentos de mensura&ccedil;&atilde;o a partir do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    Hospitalar. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2008; 42(1): 55-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956732&pid=S1415-790X201200030000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Cavalcante    MS, Ramos Jr AN, Pontes LRSK. Relacionamento de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de: uma estrat&eacute;gia para otimizar a vigil&acirc;ncia das    gestantes infectadas pelo HIV. <i>Epidemiol Serv Sa&uacute;de</i> 2005; 14(4):    127-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956734&pid=S1415-790X201200030000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Lemos KRV,    Valente JG. A declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito como indicador de sub-registro    de casos de AIDS. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2001; 17(3): 617-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956736&pid=S1415-790X201200030000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Dye C, Bassili    A, Bierrenbach AL, Broekmans JF, Chadha VK, Glaziou P et al. Measuring tuberculosis    burden, trends, and the impact of control programmes. <i>Lancet Inf Dis</i>    2008; 8(4): 233-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956738&pid=S1415-790X201200030000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Van Hest NAH,    Story A, Grant AD, Antonie D, Crofts JP, Watson JM. Record-linkage and capture-recapture    analysis to estimate the incidence and completeness of reporting of tuberculosis    in England 1999-2002. <i>Epidemiol. Infect</i> 2008; 136(12): 1606-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956740&pid=S1415-790X201200030000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Tilling, K.,    Sterne, JAC., Wolfe, CDA. Estimation of stoke using a capture-recapture model    including covariates. <i>Int J Epidemiol</i> 2001; 30: 1351-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956742&pid=S1415-790X201200030000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b> </font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Gisele Pinto de    Oliveira    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   SQSW Quadra 304 Bloco C apto. 205, Sudoeste    <br>   Bras&iacute;lia, DF, CEP 70.643 - 403    <br>   E-mail: <a href="mailto:giselepoliveira@gmail.com">giselepoliveira@gmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 05/12/10    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 14/12/11    <br>   Aprovado em: 16/02/11</font></p>      ]]></body><back>
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