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<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Transmissão vertical do HIV, da sífilis e da hepatite B no município de maior incidência de AIDS no Brasil: um estudo populacional no período de 2002 a 2007]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Vertical transmission of HIV, syphilis and hepatitis B in the municipality with the highest incidence of AIDS in Brazil: a population-based study from 2002 to 2007]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: The objective of this study was to verify the prevalence and vertical transmission rate of HIV, syphilis and hepatitis B in pregnant women in the municipality of Itajaí, state of Santa Catarina, Brazil, during the 2002-2007 period. METHODS: Data were collected in a retrospective population-based longitudinal study using computerized medical records of the state and local health authorities during the 2002-2007 period for HIV, and 2004-2007 for syphilis and hepatitis B. RESULTS: The prevalence of HIV, acute hepatitis B, chronic hepatitis B and syphilis in pregnant women was 1.7%, 0.41%, 0.46%, and 0.43%, respectively. Overall, vertical transmission of HIV was 6.28%, although it was less than 5% among women diagnosed with HIV before or during pregnancy, compared to 20% and 55% among women first diagnosed with HIV during and after delivery, respectively. Vertical transmission of syphilis was 68.89%. No trend was confirmed for the transmission rate either regarding the year of diagnosis or age group of pregnant women. Almost 44% of HIV infected pregnant women knew their HIV status before becoming pregnant; the HIV transmission rate for these women was less than 5%. No case of vertical transmission was observed for hepatitis B. CONCLUSIONS: The vertical transmission rate for HIV was within the target of the Ministry of Health when HIV diagnosis was made during pregnancy, but increased sharply when the diagnosis was made only at delivery. Vertical transmission of syphilis was much higher than expected, showing the importance of reinforcing the procedures recommended for its reduction.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Transmiss&atilde;o    vertical do HIV, da s&iacute;filis e da hepatite B no munic&iacute;pio de maior    incid&ecirc;ncia de AIDS no Brasil: um estudo populacional no per&iacute;odo    de 2002 a 2007</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Vertical transmission    of HIV, syphilis and hepatitis B in the municipality with the highest incidence    of AIDS in Brazil: a population-based study from 2002 to 2007</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Emil Kupek<sup>I</sup>;    Juliana Fernandes de Oliveira<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Departamento    de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC    <br>   <sup>II</sup>Universidade do Vale do Itaja&iacute; /UNIVALI</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>    O objetivo deste trabalho foi verificar a preval&ecirc;ncia em gestantes e a    taxa de transmiss&atilde;o vertical do HIV, s&iacute;filis e hepatite B no munic&iacute;pio    de Itaja&iacute; - SC, no per&iacute;odo de 2002 a 2007.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Este foi um estudo longitudinal retrospectivo, de base    populacional, compreendendo os per&iacute;odos de 2002 a 2007 para HIV e 2004    a 2007 para s&iacute;filis e hepatite B, utilizando os dados sistematizados    dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o estadual e municipal.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> A preval&ecirc;ncia das infec&ccedil;&otilde;es virais em    gestantes foi de 1,7% para HIV, 0,41% para hepatite B aguda, 0,46% para hepatite    B cr&ocirc;nica e 0,43% para s&iacute;filis. A transmiss&atilde;o vertical do    HIV foi de 6,28%, sendo menor que 5% quando HIV foi diagnosticado antes ou durante    a gravidez, comparado com 20% e 55% quando o diagn&oacute;stico foi feito durante    ou ap&oacute;s o parto. A transmiss&atilde;o vertical da s&iacute;filis foi    de 68,89%. N&atilde;o houve uma tend&ecirc;ncia estatisticamente significativa    da transmiss&atilde;o vertical segundo ano de diagn&oacute;stico ou faixa et&aacute;ria    para HIV e s&iacute;filis. Quase 44% das gestantes infectadas por HIV conheciam    seu status sorol&oacute;gico antes da gravidez; a transmiss&atilde;o vertical    neste grupo ficou menor que 5%. N&atilde;o foi registrado nenhum caso da transmiss&atilde;o    vertical da hepatite B.    <br>   <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> A transmiss&atilde;o vertical do HIV atingiu a meta    do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de quando o diagn&oacute;stico foi feito durante    o pr&eacute;-natal, mas foi expressivamente elevada quando o diagn&oacute;stico    ocorreu somente no parto. A transmiss&atilde;o vertical da s&iacute;filis foi    muito maior do que a preconizada, mostrando a import&acirc;ncia de se refor&ccedil;ar    os procedimentos estabelecidos para diminu&iacute;-la.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chaves:</b>    HIV. S&iacute;filis. Hepatite B. Transmiss&atilde;o vertical de doen&ccedil;a    infecciosa. Efetividade. Sa&uacute;de da mulher.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE:</b>    The objective of this study was to verify the prevalence and vertical transmission    rate of HIV, syphilis and hepatitis B in pregnant women in the municipality    of Itaja&iacute;, state of Santa Catarina, Brazil, during the 2002-2007 period.        <br>   <b>METHODS:</b> Data were collected in a retrospective population-based longitudinal    study using computerized medical records of the state and local health authorities    during the 2002-2007 period for HIV, and 2004-2007 for syphilis and hepatitis    B.    <br>   <b>RESULTS:</b> The prevalence of HIV, acute hepatitis B, chronic hepatitis    B and syphilis in pregnant women was 1.7%, 0.41%, 0.46%, and 0.43%, respectively.    Overall, vertical transmission of HIV was 6.28%, although it was less than 5%    among women diagnosed with HIV before or during pregnancy, compared to 20% and    55% among women first diagnosed with HIV during and after delivery, respectively.    Vertical transmission of syphilis was 68.89%. No trend was confirmed for the    transmission rate either regarding the year of diagnosis or age group of pregnant    women. Almost 44% of HIV infected pregnant women knew their HIV status before    becoming pregnant; the HIV transmission rate for these women was less than 5%.    No case of vertical transmission was observed for hepatitis B.    <br>   <b>CONCLUSIONS:</b> The vertical transmission rate for HIV was within the target    of the Ministry of Health when HIV diagnosis was made during pregnancy, but    increased sharply when the diagnosis was made only at delivery. Vertical transmission    of syphilis was much higher than expected, showing the importance of reinforcing    the procedures recommended for its reduction.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Keywords:</b>    HIV. Syphilis. Hepatitis B. Vertical transmission of infectious diseases. Effectiveness.    Women's health.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A gravidez &eacute;    um per&iacute;odo de risco aumentado para aquisi&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as    sexualmente transmiss&iacute;veis (DST), devido &agrave; ocorr&ecirc;ncia de    modifica&ccedil;&otilde;es no sistema imunol&oacute;gico que predisp&otilde;em    a gestante a doen&ccedil;as infecciosas, tornando-se um dos problemas mais comuns    do per&iacute;odo gestacional<sup>1</sup>. Entre suas consequ&ecirc;ncias est&atilde;o    a infertilidade e a transmiss&atilde;o da m&atilde;e para o filho, determinando    perdas fetais, malforma&ccedil;&otilde;es cong&ecirc;nitas e at&eacute; mesmo    a morte, caso n&atilde;o tratadas, al&eacute;m de aumentar os riscos de infec&ccedil;&atilde;o    pelo HIV<sup>2,3</sup>. Apesar disso, as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas voltadas    para as DST e preven&ccedil;&atilde;o de sua transmiss&atilde;o vertical s&oacute;    voltaram a readquirir import&acirc;ncia como problema de sa&uacute;de p&uacute;blica    ap&oacute;s a epidemia de AIDS, pois estudos mostraram que pessoas com DST podem    ter um aumento em at&eacute; 18 vezes no risco de infec&ccedil;&atilde;o pelo    HIV, al&eacute;m de transmitir mais facilmente o HIV para seus parceiros sexuais<sup>4-6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O HIV/AIDS &eacute;    uma doen&ccedil;a sexualmente transmiss&iacute;vel que tamb&eacute;m possui    como meio de transmiss&atilde;o as vias parenteral e vertical. Atualmente, observa-se    o aumento proporcional de casos de AIDS de transmiss&atilde;o heterossexual    e taxas de incid&ecirc;ncia crescentes no g&ecirc;nero feminino. Este fen&ocirc;meno,    chamado "feminiza&ccedil;&atilde;o", &eacute; acompanhado por um n&uacute;mero    cada vez maior de crian&ccedil;as atingidas<sup>7,8</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transmiss&atilde;o    vertical do HIV pode ocorrer durante a gesta&ccedil;&atilde;o (35%), o trabalho    de parto e o parto propriamente dito (65%), ou atrav&eacute;s da amamenta&ccedil;&atilde;o,    com risco acrescido de transmiss&atilde;o entre 7% e 22% a cada exposi&ccedil;&atilde;o    (mamada)<sup>9</sup>. Sem interven&ccedil;&otilde;es de profilaxia, ocorre em    cerca de 26% das gesta&ccedil;&otilde;es, podendo ser reduzida para menos de    2% com interven&ccedil;&otilde;es preconizadas pelo Programa Nacional de DST/AIDS,    tais como o uso de antirretrovirais combinados a partir da 14ª semana de gesta&ccedil;&atilde;o,    utiliza&ccedil;&atilde;o de AZT injet&aacute;vel durante o trabalho de parto    e o parto, parto por cirurgia cesariana eletiva, AZT oral para o rec&eacute;m-nascido    exposto do nascimento at&eacute; 42 dias de vida e inibi&ccedil;&atilde;o da    lacta&ccedil;&atilde;o associada ao fornecimento de f&oacute;rmula infantil    at&eacute; os seis meses de idade<sup>8,9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transmiss&atilde;o    vertical da s&iacute;filis pode alcan&ccedil;ar taxas entre 70% e 100% em gestantes    n&atilde;o tratadas, atrav&eacute;s das espiroquetas que atingem a placenta    e causam endarterite (aumento da resist&ecirc;ncia das art&eacute;rias uterinas    e umbilicais) e, consequentemente, abortos tardios, prematuridade, &oacute;bito    fetal e s&iacute;filis neonatal cong&ecirc;nita<sup>8,10</sup>. No entanto,    mesmo com instrumentos diagn&oacute;sticos (teste VDRL) e terap&ecirc;uticos    (penicilina benzatina) eficazes, baratos e de execu&ccedil;&atilde;o simples,    a doen&ccedil;a continua sendo um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica mundial,    inclusive no Brasil<sup>11-13</sup>. O mesmo paradoxo se estende para a hepatite    B, onde a transmiss&atilde;o vertical pode alcan&ccedil;ar 95% quando h&aacute;    replica&ccedil;&atilde;o viral, mas este risco pode ser reduzido em 90% com    imunoglobulina e vacina contra hepatite B, aplicadas at&eacute; as primeiras    12 horas de vida do rec&eacute;m-nascido<sup>10</sup>. Entre 70% e 90% dos rec&eacute;m-nascidos    infectados desenvolvem a forma cr&ocirc;nica da doen&ccedil;a e 20-25% destes    evoluem para doen&ccedil;as hep&aacute;ticas avan&ccedil;adas, principalmente    a cirrose e o hepatocarcinoma<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da reconhecida    import&acirc;ncia da transmiss&atilde;o vertical para a sa&uacute;de p&uacute;blica,    ainda existem poucas publica&ccedil;&otilde;es sobre o assunto nas revistas    cient&iacute;ficas brasileiras, principalmente para s&iacute;filis e hepatite    B. Com rela&ccedil;&atilde;o ao HIV, destaca-se por sua abrang&ecirc;ncia um    estudo realizado em 17 maternidades p&uacute;blicas de refer&ecirc;ncia em 4    capitais brasileiras, que mostrou a taxa de transmiss&atilde;o vertical de 5,58%    no per&iacute;odo de 1997 a 2003<sup>13</sup>. Outros estudos de menor abrang&ecirc;ncia    mostraram uma grande varia&ccedil;&atilde;o nas taxas de transmiss&atilde;o    vertical do HIV: houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 32,3% para 2,9% em Campinas    - SP na d&eacute;cada de 1990<sup>14</sup>; em Porto Alegre - RS as taxas variaram    entre 2,8% e 8,31% na d&eacute;cada de 2000<sup>15,16</sup>, semelhante aos    5,95% encontrados em Novo Hamburgo - RS<sup>17</sup> e 5,1% em Juiz de Fora    - MG<sup>18</sup>, mas inferiores aos 9,7% encontrados em Santos - SP<sup>19</sup>.    A taxa de 2,4% encontrada em Rio de Janeiro no per&iacute;odo de 1996 a 2004<sup>20</sup>    foi muito pr&oacute;xima a de 2,5% em Campo Grande - MS<sup>21</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Brasil, a transmiss&atilde;o    vertical da s&iacute;filis &eacute; monitorada indiretamente, pela incid&ecirc;ncia    de s&iacute;filis cong&ecirc;nita, a qual usa como denominador o n&uacute;mero    de nascidos vivos, e n&atilde;o diretamente, dividindo-se o n&uacute;mero de    filhos infectados pelo n&uacute;mero de gestantes com s&iacute;filis. A medida    direta &eacute; muito mais precisa que a indireta, mas exige boa cobertura dos    testes para s&iacute;filis em gestantes e parturientes, o que continua sendo    um ponto fraco do atendimento pr&eacute;-natal no pa&iacute;s. Por exemplo,    uma amostra representativa de gestantes no Brasil, nos anos de 1999 e 2000,    revelou que 56% delas n&atilde;o haviam sido testadas para HIV e 41,2% n&atilde;o    haviam sido testadas para s&iacute;filis<sup>22</sup>. Nas &aacute;reas de baixa    renda das regi&otilde;es Norte e Nordeste do Brasil, os testes de HIV e s&iacute;filis    em gestantes duplicaram no per&iacute;odo de 2002 a 2005, mas ainda permaneceram    em um patamar muito baixo de 16%<sup>23,24</sup>. Al&eacute;m disso, a vigil&acirc;ncia    epidemiol&oacute;gica raramente faz busca ativa para s&iacute;filis cong&ecirc;nita,    levando a uma grande subnotifica&ccedil;&atilde;o. Em um dos poucos estudos    sobre este assunto, a subnotifica&ccedil;&atilde;o foi de 64% em Palmas, Tocantins<sup>25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa sobre    transmiss&atilde;o vertical da hepatite B &eacute; muito rara no Brasil, j&aacute;    que na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de este teste n&atilde;o fazia parte    da rotina de pr&eacute;-natal at&eacute; o ano de 2005, quando o HBsAg (ant&iacute;geno    de superf&iacute;cie) passou a ser recomendado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de    como marcador de infec&ccedil;&atilde;o durante a gravidez.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    trabalho &eacute; descrever a preval&ecirc;ncia em gestantes e a taxa de transmiss&atilde;o    vertical de HIV, s&iacute;filis e hepatite B no munic&iacute;pio de Itaja&iacute;-SC,    no per&iacute;odo de 2002 a 2007. O munic&iacute;pio apresentou a maior incid&ecirc;ncia    de AIDS (98,1 por 100.000 habitantes) para o per&iacute;odo de 2002-2007 e tem    implementado v&aacute;rios projetos para reduzi-la, tais como aprimorar os testes    para HIV e VDRL durante gesta&ccedil;&atilde;o e acrescentar como obrigat&oacute;rio    o teste para hepatite B (visto que essa doen&ccedil;a tamb&eacute;m &eacute;    transmitida sexualmente), assim como oferecer o tratamento gratuito para estas    doen&ccedil;as.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo foi delineado    como longitudinal e retrospectivo, de base populacional, compreendendo os per&iacute;odos    de 2002 a 2007 para HIV e 2004 a 2007 para s&iacute;filis e hepatite B, conforme    a disponibilidade de dados sistematizados nos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o    SINASC, SIM e SIH do Estado de Santa Catarina, e SINAN para o munic&iacute;pio    de Itaja&iacute; - SC. As fontes de dados foram utilizadas da seguinte forma:    SINASC para as gestantes com nascidos vivos; SIM para as gestantes que tiveram    natimortos ou quando ocorreu a morte materna antes do parto; SIH para informa&ccedil;&otilde;es    sobre abortamentos; SINAN para notifica&ccedil;&otilde;es e investiga&ccedil;&otilde;es    de gestante com HIV e crian&ccedil;a exposta, s&iacute;filis em gestante, s&iacute;filis    cong&ecirc;nita e hepatites virais; os registros do Laborat&oacute;rio Municipal    de Itaja&iacute; para marcadores sorol&oacute;gicos da hepatite B e as solicita&ccedil;&otilde;es    de imunoglobulina anti-hepatite B para os rec&eacute;m-nascidos expostos; e    as informa&ccedil;&otilde;es fornecidas pelo Programa Municipal de Hepatites    Virais sobre os rec&eacute;m-nascidos expostos &agrave; hepatite B. As duas    fontes citadas por &uacute;ltimo foram necess&aacute;rias porque a hepatite    B em gestante n&atilde;o foi de notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria    e a ficha de investiga&ccedil;&atilde;o de hepatites virais s&oacute; passou    a contemplar o campo "gestante" a partir de 2007.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As informa&ccedil;&otilde;es    necess&aacute;rias foram unificadas num arquivo usando o nome da m&atilde;e    como campo chave. A apura&ccedil;&atilde;o dos dados envolveu principalmente    as formas semelhantes, por&eacute;m n&atilde;o id&ecirc;nticas, do nome da m&atilde;e,    verificando outros dados pessoais para confirmar se os nomes diferentes pertenciam    a pessoas distintas ou n&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre 15.098 gestantes    no per&iacute;odo de 2002 a 2007 (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/04t01.jpg">Tabela 1</a>),    311 (2,06%) n&atilde;o foram inclu&iacute;das na an&aacute;lise de transmiss&atilde;o    vertical, sendo que 197 destas tiveram aborto, 104 tiveram natimortos, 6 morreram    antes do parto ou aborto e 4 n&atilde;o deram informa&ccedil;&otilde;es sobre    desfecho gestacional. Os casos de natimortos (&oacute;bitos fetais) foram extra&iacute;dos    do SIM atrav&eacute;s do nome da m&atilde;e. A defini&ccedil;&atilde;o do natimorto    no SIM &eacute; a morte do produto da gesta&ccedil;&atilde;o antes da expuls&atilde;o    ou de sua extra&ccedil;&atilde;o completa do corpo materno, independentemente    da dura&ccedil;&atilde;o da gravidez. Indica o &oacute;bito ou fato de, depois    da separa&ccedil;&atilde;o, o feto n&atilde;o respirar nem dar nenhum outro    sinal de vida, como batimentos do cora&ccedil;&atilde;o, pulsa&ccedil;&otilde;es    do cord&atilde;o umbilical ou movimentos efetivos dos m&uacute;sculos de contra&ccedil;&atilde;o    volunt&aacute;ria<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre 14.787 gestantes    com informa&ccedil;&otilde;es suficientes para an&aacute;lise da transmiss&atilde;o    vertical, 151 tiveram gesta&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas, sendo 149 duplas,    uma tripla e uma qu&aacute;drupla, resultando em 14.941 nascidos vivos. Das    251 gestantes soropositivas pelo HIV e acompanhadas no per&iacute;odo de estudo,    oito tiveram aborto e duas morreram antes do parto, resultando em 243 rec&eacute;m-nascidos    expostos a transmiss&atilde;o vertical (duas gesta&ccedil;&otilde;es eram gemelares).    Para o c&aacute;lculo da taxa de transmiss&atilde;o vertical, 36 destes foram    exclu&iacute;dos, sendo 2 casos de &oacute;bito fetal por causas n&atilde;o    relacionadas ao HIV e 34 perdas de seguimento do rec&eacute;m-nascido por mudan&ccedil;a    do endere&ccedil;o da m&atilde;e. Entre as 44 gestantes diagnosticadas com s&iacute;filis    durante a gravidez, ocorreram dois abortos e dois natimortos por s&iacute;filis    cong&ecirc;nita, que foram inclu&iacute;dos no c&aacute;lculo da taxa de transmiss&atilde;o    vertical, acrescentando ainda um caso de s&iacute;filis cong&ecirc;nita diagnosticado    somente ap&oacute;s o parto. No per&iacute;odo de 2004 a 2007, em que foi implementado    o monitoramento para s&iacute;filis e hepatite B, foram registradas 10.147 gestantes    que geraram 9.922 nascidos vivos, sendo que ainda ocorreram 152 abortos, 65    natimortos, 4 mortes maternas e 4 perdas de acompanhamento por mudan&ccedil;a    de endere&ccedil;o da m&atilde;e.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre as 47 gestantes    infectadas pela hepatite B, uma morreu antes do parto e quatro se perderam no    acompanhamento por mudan&ccedil;a de endere&ccedil;o. Em resumo, as perdas durante    a gravidez sugerem uma associa&ccedil;&atilde;o entre as infec&ccedil;&otilde;es    maternas por HIV, s&iacute;filis e hepatite B, com desfechos gestacionais adversos.    A cobertura da popula&ccedil;&atilde;o alvo foi boa para fins do estudo e as    perdas provavelmente n&atilde;o comprometem as principais conclus&otilde;es    obtidas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O munic&iacute;pio    de Itaja&iacute; tem como rotina de pr&eacute;-natal a realiza&ccedil;&atilde;o    de sorologia para o HIV, s&iacute;filis e hepatite B no 1º e 3º trimestres de    gesta&ccedil;&atilde;o centralizados no laborat&oacute;rio municipal de refer&ecirc;ncia.    A &uacute;nica maternidade do munic&iacute;pio tem como rotina a realiza&ccedil;&atilde;o    do teste r&aacute;pido anti-HIV nas gestantes que n&atilde;o o realizaram durante    o pr&eacute;-natal desde 2002, e a realiza&ccedil;&atilde;o do teste VDRL (Venereal    Disease Research Laboratory) para todas as gestantes que se internam para parto    ou curetagem desde 2005, com cobertura acima de 99%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As defini&ccedil;&otilde;es    de caso e de transmiss&atilde;o vertical utilizadas seguiram as recomendadas    da vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<sup>6</sup>.    Para fins deste trabalho, consideramos hepatite B aguda confirmada na presen&ccedil;a    de qualquer um dos seguintes marcadores sorol&oacute;gicos positivos: HBsAg    (ant&iacute;geno de superf&iacute;cie), anti-HBc IgM (anticorpo "core", imunoglobulina    classe M) e HBeAg (ant&iacute;geno "e"). A forma cr&ocirc;nica da doen&ccedil;a    foi definida pela presen&ccedil;a do anti-HBc total (anticorpo "core" somando    imunoglobulina de classes M e G) positivo e aus&ecirc;ncia dos demais marcadores    citados.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    estat&iacute;stica relacionou a transmiss&atilde;o vertical das doen&ccedil;as    citadas com fatores sociodemogr&aacute;ficos (faixa et&aacute;ria e escolaridade),    de sa&uacute;de reprodutiva (n&uacute;mero de filhos nascidos vivos e mortos,    n&uacute;mero de consultas pr&eacute;-natal) e o ano de diagn&oacute;stico.    A transmiss&atilde;o vertical do HIV tamb&eacute;m foi relacionada ao momento    do diagn&oacute;stico. A diferen&ccedil;a em transmiss&atilde;o vertical da    s&iacute;filis foi analisada segundo o tipo de tratamento (adequado ou n&atilde;o).    O risco relativo (RR) e seu intervalo de confian&ccedil;a (IC) de 95% nas compara&ccedil;&otilde;es    acima foram determinados via regress&atilde;o de Poisson com software Stata,    utilizando o estimador robusto da vari&acirc;ncia<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal    de Santa Catarina (processo no. 269/08). Os autores n&atilde;o t&ecirc;m nenhum    conflito de interesse.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No per&iacute;odo    de 2002 a 2007, foram analisadas 15.098 gestantes, sendo 10.147 destas no per&iacute;odo    de 2004 a 2007, quando foi implementado o monitoramento para s&iacute;filis    e hepatite B. Os perfis das gestantes com e sem infec&ccedil;&atilde;o mostraram-se    diferenciados com rela&ccedil;&atilde;o a fatores de risco analisados (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/04t01.jpg">Tabela    1</a>). Entre as gestantes sadias, a percentagem daquelas com at&eacute; 20    anos era maior do que entre as infectadas com HIV, s&iacute;filis ou hepatite    B. As gestantes infectadas pelo HIV ou s&iacute;filis tinham menor escolaridade,    maior n&uacute;mero de gesta&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias e de natimortos,    mas menos consultas pr&eacute;-natais se comparadas com as gestantes sem infec&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a gravidez,    todas as gestantes fizeram os testes para HIV e hepatite B, e no m&iacute;nimo    um teste para s&iacute;filis. A preval&ecirc;ncia das infec&ccedil;&otilde;es    virais foi de 1,7% (251/14.787 gestantes) para HIV, 0,41% (42/10.147 gestantes)    para hepatite B aguda e 0,46% (47/10.147 gestantes) para hepatite B na vida.    A preval&ecirc;ncia da s&iacute;filis em gestantes foi de 0,43% (44/10147 gestantes).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transmiss&atilde;o    vertical do HIV foi de 6,28% no total, sendo menor que 5% quando HIV foi diagnosticado    antes ou durante a gravidez, comparado com 20% e 55% quando o diagn&oacute;stico    foi feito durante ou ap&oacute;s parto, respectivamente (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/04t02.jpg">Tabela    2</a>). N&atilde;o houve varia&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa    na transmiss&atilde;o vertical segundo ano de diagn&oacute;stico, faixa et&aacute;ria    e AIDS materna.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transmiss&atilde;o    vertical da s&iacute;filis foi de 68,89% no per&iacute;odo de 2004 a 2007 (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/04t03.jpg">Tabela    3</a>). N&atilde;o houve uma tend&ecirc;ncia estatisticamente significativa    na transmiss&atilde;o vertical segundo ano de diagn&oacute;stico ou faixa et&aacute;ria.    Menos da metade das gestantes com s&iacute;filis recebeu o tratamento preconizado;    mesmo assim, a transmiss&atilde;o vertical ocorreu em um ter&ccedil;o delas    (<a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/04t03.jpg">Tabela 3</a>). Por outro lado, todas as gestantes    que n&atilde;o receberam o tratamento adequado transmitiram s&iacute;filis para    seus filhos. A transmiss&atilde;o vertical foi de 12,5% entre 16 gestantes com    s&iacute;filis, cujos parceiros foram tratados, comparada com 100% entre 29    gestantes cujos parceiros n&atilde;o foram tratados, mostrando um significativo    aumento de risco relativo de 8,00 (IC 95% de 1,91 a 33,53). Mais de 93% das    gestantes com s&iacute;filis foram diagnosticadas com forma latente da doen&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A incid&ecirc;ncia    de s&iacute;filis cong&ecirc;nita foi de 3,12 por mil nascidos vivos (31 casos    entre 9.922 nascidos vivos no per&iacute;odo de 2004 a 2007).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hepatite B foi    observada na popula&ccedil;&atilde;o de 10.139 gestantes no per&iacute;odo de    2004 a 2007. Houve uma morte e 4 perdas de seguimento entre 47 gestantes portadoras    de hepatite B. Nasceram 42 crian&ccedil;as expostas &agrave; transmiss&atilde;o    vertical da hepatite B, mas apenas 5 foram acompanhadas at&eacute; o encerramento,    nenhuma delas tendo sido infectada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Antes de comentar    os resultados do estudo, conv&eacute;m considerar algumas limita&ccedil;&otilde;es.    A falta da data para o teste VDRL para maioria das gestantes impediu an&aacute;lise    de impacto do momento de diagn&oacute;stico de s&iacute;filis na TV. A falta    de acompanhamento por tempo suficiente para confirmar a TV da hepatite B na    maioria dos rec&eacute;m-nascidos expostos resultou em somente cinco deles com    diagn&oacute;stico definido conforme preconizado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de,    impossibilitando uma an&aacute;lise mais aprofundada com amostra t&atilde;o    pequena. A avalia&ccedil;&atilde;o da adequa&ccedil;&atilde;o do tratamento    da s&iacute;filis foi restrita ao tratamento medicamentoso das gestantes, porque    a maioria das gestantes infectadas n&atilde;o tinha informa&ccedil;&atilde;o    sobre o tratamento dos seus parceiros. Finalmente, o per&iacute;odo analisado    foi bastante curto para estabelecer a signific&acirc;ncia estat&iacute;stica    da tend&ecirc;ncia temporal com maior precis&atilde;o, particularmente com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; s&iacute;filis e &agrave; hepatite B.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar das limita&ccedil;&otilde;es,    o estudo usou uma base populacional com boa cobertura dos testes sorol&oacute;gicos    para HIV, s&iacute;filis e hepatite B em gestantes, juntando os dados relevantes    de todos os sistemas informatizados de tratamento desta popula&ccedil;&atilde;o    e verificando-os com busca manual quando necess&aacute;rio. Pela revis&atilde;o    da literatura brasileira, este &eacute; um dos primeiros estudos de base populacional    em um dos munic&iacute;pios do pa&iacute;s com mais alta incid&ecirc;ncia de    AIDS.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A transmiss&atilde;o    vertical do HIV de 6,28% no munic&iacute;pio de Itaja&iacute; encontra-se acima    da meta do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, de 2%, alcan&ccedil;&aacute;vel    atrav&eacute;s de todas as interven&ccedil;&otilde;es profil&aacute;ticas preconizadas.    Percebe-se que a meta foi alcan&ccedil;ada quando o diagn&oacute;stico do HIV    foi feito durante o pr&eacute;-natal, mas o risco da transmiss&atilde;o ficou    4,5 vezes maior quando o diagn&oacute;stico ocorreu no parto e 12,5 vezes maior    quando HIV foi diagnosticado ap&oacute;s o parto, refor&ccedil;ando a pertin&ecirc;ncia    dos procedimentos preconizados pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. &Eacute;    importante notar que quase 44% das gestantes infectadas por HIV conheciam seu    status sorol&oacute;gico antes da gravidez e que a transmiss&atilde;o vertical    neste grupo ficou menor que 5%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A taxa geral de    transmiss&atilde;o vertical do HIV em Itaja&iacute; foi menor que a taxa de    8,4% estimada para o Brasil no ano de 2004 e dentro da faixa de resultados encontrados    na maioria dos estudos brasileiros, tais como 6,62% em Porto Alegre - RS<sup>16</sup>,    5,95% em Novo Hamburgo - RS<sup>17</sup> e 5,58% em estudo multic&ecirc;ntrico    realizado nas 4 capitais brasileiras<sup>13</sup>. Considerando-se que a transmiss&atilde;o    vertical do HIV ocorre em aproximadamente 26% das crian&ccedil;as expostas sem    nenhuma interven&ccedil;&atilde;o profil&aacute;tica, a diferen&ccedil;a entre    este n&uacute;mero e a taxa observada representa uma efetividade da interven&ccedil;&atilde;o    de aproximadamente 3 em cada 4 casos. No entanto, considerando que a transmiss&atilde;o    vertical do HIV n&atilde;o ultrapassa 2% quando aplicadas todas as interven&ccedil;&otilde;es    profil&aacute;ticas preconizadas, a taxa de 6,28% tamb&eacute;m mostra as oportunidades    perdidas na preven&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A taxa geral de    transmiss&atilde;o vertical da s&iacute;filis em Itaja&iacute; (68,89%) foi    maior do que as taxas de 47,5% a 60,6% relatadas em estudo realizado no munic&iacute;pio    do Rio de Janeiro entre os anos de 1999 e 2003, em &uacute;nico trabalho encontrado    que relata a medi&ccedil;&atilde;o direta da taxa<sup>28</sup>. J&aacute; a    incid&ecirc;ncia de s&iacute;filis cong&ecirc;nita em Itaja&iacute; (0,3%) foi    maior que aquelas descritas no ano de 2007 para o Brasil (0,18%), Regi&atilde;o    Sudeste (0,18%), Regi&atilde;o Nordeste (0,21%) e Regi&atilde;o Norte (0,23%).    Por outro lado, a incid&ecirc;ncia em Itaja&iacute; foi tr&ecirc;s vezes maior    que da Regi&atilde;o Sul (0,1%) e seis vezes maior que a m&eacute;dia do Estado    de Santa Catarina (0,05%).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Embora n&atilde;o    fosse registrado nenhum caso da transmiss&atilde;o vertical da hepatite B, vale    a pena lembrar que este resultado &eacute; baseado em somente cinco rec&eacute;m-nascidos    devidamente acompanhados ap&oacute;s o parto, a maioria deles no ano de 2007,    quando foi implementado o programa municipal de hepatites virais. Chama aten&ccedil;&atilde;o    o fato de que quase 90% das crian&ccedil;as nascidas de m&atilde;es com hepatite    B n&atilde;o tenham recebido acompanhamento ap&oacute;s o parto e que o teste    para ant&iacute;geno "e" da hepatite B nunca tenha sido feito em gestantes com    os testes HBsAg e/ou anti-HBC IgM positivos. Na aus&ecirc;ncia dos testes de    maior complexidade para quantificar a replica&ccedil;&atilde;o viral, tais como    o PCR, o imunoensaio para ant&iacute;geno "e" &eacute; o melhor indicador de    risco da transmiss&atilde;o vertical, tanto em gestantes rec&eacute;m-infectadas    quanto em portadoras cr&ocirc;nicas da hepatite B com recrudesc&ecirc;ncia da    replica&ccedil;&atilde;o viral. Al&eacute;m disso, tampouco foi aplicado o teste    de anticorpo para este ant&iacute;geno, importante para avaliar a compet&ecirc;ncia    do sistema imunol&oacute;gico na presen&ccedil;a da replica&ccedil;&atilde;o    viral, embora fosse preconizado para gestantes com resultado positivo para HBsAg    e/ou anti-HBC IgM.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os poucos estudos    brasileiros sobre hepatite B em gestantes mostraram grande varia&ccedil;&atilde;o    geogr&aacute;fica em percentagem do teste HBsAg positivo, de 0,22% em S&atilde;o    Paulo no ano de 2005<sup>29</sup> e 0,8% no Norte do Paran&aacute; no per&iacute;odo    de 1996 a 1998, a 1% durante a gravidez e 1,2% no parto na &aacute;rea metropolitana    de Vit&oacute;ria-ES<sup>30</sup>. Somente a solicita&ccedil;&atilde;o de rotina    dos testes para hepatite B durante gravidez e no parto, assim como o devido    acompanhamento dos casos positivos ap&oacute;s parto, podem elucidar melhor    a transmiss&atilde;o vertical da hepatite B no pa&iacute;s.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Baixa cobertura    dos testes para s&iacute;filis na gravidez no come&ccedil;o da d&eacute;cada    de 2000<sup>22</sup> e nos meados da d&eacute;cada<sup>23</sup> continuam sendo    relatados, como, por exemplo, em Feira de Santana - BA<sup>24</sup>. O maior    estudo deste tipo de abrang&ecirc;ncia nacional foi baseado em 150 maternidades    do SUS em 2006, e mostrou que 2,6% das mulheres n&atilde;o fizeram nenhum teste    para s&iacute;filis no pr&eacute;-natal, sendo que 10,5% s&oacute; realizaram    o teste na hora de parto<sup>32</sup>. Uma compara&ccedil;&atilde;o com cobertura    dos testes para HIV, s&iacute;filis e hepatite B maior que 95% em gestantes    na &aacute;rea metropolitana de Londres, no per&iacute;odo de 2000 a 2007<sup>33</sup>,    mostra como &eacute; grande a diferen&ccedil;a na implementa&ccedil;&atilde;o    dos testes para DST em gestantes entre os pa&iacute;ses.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">V&aacute;rias barreiras    na preven&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o vertical no Brasil foram relatadas.    Por exemplo, o projeto "Nascer" revelou 30,6% das maternidades com qualidade    inaceit&aacute;vel nas a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, vigil&acirc;ncia    epidemiol&oacute;gica, e assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, farmac&ecirc;utica    e laboratorial no Nordeste<sup>34</sup>, mas o problema pode ser de abrang&ecirc;ncia    nacional, embora em graus diferenciados. Al&eacute;m disso, alguns obstetras    t&ecirc;m conhecimento prec&aacute;rio da profilaxia preconizada para inibir    a transmiss&atilde;o vertical da hepatite B<sup>35</sup>. Acrescenta-se ainda    o baixo conhecimento do risco da transmiss&atilde;o vertical em gestantes, principalmente    para hepatite B. Como exemplo, podemos citar um estudo realizado no Acre, onde    2,1% de gestantes e 16% dos seus filhos eram positivos para o HBsAg, mas 83%    das m&atilde;es n&atilde;o sabiam que eram portadoras do v&iacute;rus<sup>36</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os exemplos citados    mostram que, apesar do consenso sobre a grande import&acirc;ncia do conhecimento    da preval&ecirc;ncia em gestantes de doen&ccedil;as de transmiss&atilde;o vertical    para a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de sa&uacute;de materno-infantil,    &eacute; preciso refor&ccedil;ar os procedimentos preconizados pelo Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de para diminuir as taxas de transmiss&atilde;o vertical do HIV,    s&iacute;filis e hepatite B no pa&iacute;s. O monitoramento sistem&aacute;tico    destes indicadores mostraria a efetividade das interven&ccedil;&otilde;es preconizadas    no n&iacute;vel local e apontaria aos gestores do sistema de sa&uacute;de os    pontos espec&iacute;ficos a serem melhorados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Freitas F, Martins-Costa    SH, Ramos JGL, Magalh&atilde;es JA. <i>Rotinas em obstetr&iacute;cia</i>. 4a.    ed. Porto Alegre: Artmed; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956900&pid=S1415-790X201200030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Projetos Especiais de Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional de DST/Aids. <i>Protocolo para a preven&ccedil;&atilde;o de transmiss&atilde;o    vertical de HIV e s&iacute;filis</i>. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da    Sa&uacute;de; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956902&pid=S1415-790X201200030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Projetos Especiais de Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional de DST/Aids. <i>Boletim epidemiol&oacute;gico da Aids</i>. Bras&iacute;lia:    Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956904&pid=S1415-790X201200030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Programa Nacional    de DST/Aids. <i>S&iacute;filis cong&ecirc;nita: diretrizes para o controle</i>.    Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956906&pid=S1415-790X201200030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Projetos Especiais em Sa&uacute;de. Programa    Nacional de DST/Aids. <i>Boletim epidemiol&oacute;gico - Aids e DSTs</i> 2006;    3: 1-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956908&pid=S1415-790X201200030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Programa Nacional    de DST e Aids. <i>Recomenda&ccedil;&otilde;es para profilaxia da transmiss&atilde;o    vertical do HIV e terapia anti-retroviral em gestantes</i>. 4a. ed. Bras&iacute;lia:    Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956910&pid=S1415-790X201200030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. De Lorenzi S,    Fiaminghi LC, Artico GR. Transmiss&atilde;o vertical da s&iacute;filis: preven&ccedil;&atilde;o,    diagn&oacute;stico e tratamento. <i>Femina</i> 2009; 37: 83-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956912&pid=S1415-790X201200030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Ramos J, Novaes    A, Matida LH, Saraceni V, Veras MASM, Pontes RJS. Control of mother-to-child    transmission of infectious diseases in Brazil: progress in HIV/AIDS and failure    in congenital syphilis. <i>Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2007; 23: S370-S378.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956914&pid=S1415-790X201200030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. FEBRASGO. <i>Assist&ecirc;ncia    pr&eacute;-natal: manual de orienta&ccedil;&atilde;o</i>. Rio de Janeiro; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956916&pid=S1415-790X201200030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Paz LC et al.    Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica da s&iacute;filis cong&ecirc;nita no    Brasil: defini&ccedil;&atilde;o de casos, 2004. <i>Boletim Epidemiol&oacute;gico    - Aids e DSTs</i> 2005; 1 e 1-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956918&pid=S1415-790X201200030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Ramos MC. S&iacute;filis    cong&ecirc;nita, ainda um desafio &#91;Editorial&#93;. DST. <i>J Bras Doen&ccedil;as    Sex Transm</i> 2001; 3: 2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956920&pid=S1415-790X201200030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Walker DG,    Walker GJ. <i>Prevention of Congenital Syphilis - Time for Action</i>. Bulletin    of the World Health Organization 2004; 82: 6-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956922&pid=S1415-790X201200030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Vasconcelos    AR, Hamann EM. Por que o Brasil ainda registra elevados coeficientes de transmiss&atilde;o    vertical do HIV? Uma avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade da assist&ecirc;ncia    prestada a gestantes/parturientes infectadas pelo HIV e seus rec&eacute;m nascidos.    <i>Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant Recife</i> 2005; 5: 4-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956924&pid=S1415-790X201200030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Amaral E et    al. Implementa&ccedil;&atilde;o oportuna de interven&ccedil;&otilde;es para    reduzir a transmiss&atilde;o vertical do HIV: uma experi&ecirc;ncia bem-sucedida.    <i>Rev Panam Salud Publica</i> 2007; 21: 6-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956926&pid=S1415-790X201200030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Wachholz NIR,    Mascolo NP, Correa MS. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o vertical    do HIV em Porto Alegre</i>. In: XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia/VII    Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2008, Porto Alegre. Anais do XVIII Congresso    Mundial de Epidemiologia/VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Porto Alegre:    ABRASCO; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956928&pid=S1415-790X201200030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Kummer SC.    <i>Epidemiologia das doen&ccedil;as infecciosas e parasit&aacute;rias</i>. In:    XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia/VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia,    2008, Porto Alegre. Anais do XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia/VII Congresso    Brasileiro de Epidemiologia, Porto Alegre: ABRASCO; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956930&pid=S1415-790X201200030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Pires FG, Shama    SFMS. <i>Preval&ecirc;ncia de HIV em gestantes testadas no centro de testagem    e aconselhamento de Novo Hamburgo</i>. In: XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia    e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Porto Alegre; 2008. <i>Rev Bras    Epidemiol</i> (vers&atilde;o eletr&ocirc;nica); 2008 &#91;Acessado em 23 de    novembro de 2010&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956932&pid=S1415-790X201200030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Meireles PFM,    Audi SG. <i>Estudo da ocorr&ecirc;ncia da transmiss&atilde;o vertical do HIV:    a realidade de Juiz de Fora.</i> In: XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia/VII    Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2008, Porto Alegre. Anais do XVIII Congresso    Mundial de Epidemiologia/VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Porto Alegre:    ABRASCO; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956934&pid=S1415-790X201200030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Nishimoto TMI,    Neto JE, Rozman MA. Transmiss&atilde;o materno-infantil do v&iacute;rus da imunodefici&ecirc;ncia    humana: avalia&ccedil;&atilde;o de medidas de controle no munic&iacute;pio de    Santos. <i>Rev Assoc Med Bras</i> 2005; 51: 1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956936&pid=S1415-790X201200030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Calvet GA et    al. Trends in a Cohort of HIV-infected Pregnant Women in Rio de Janeiro, 1996-2004.    <i>Rev Bras Epidemiol</i> 2007; 10: 3-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956938&pid=S1415-790X201200030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Dal Fabbro    MM, Cunha RV, Paniago AM, Lindenberg Ade S, Freitas GM, Nogueira SA. Prospective    study on the prevention of vertical transmission of HIV in Campo Grande, Mato    Grosso do Sul, Brazil, from 1996 to 2001. <i>Braz J Infect Dis</i> 2005; 9:    20-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956940&pid=S1415-790X201200030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Rodrigues CS,    Guimar&atilde;e MDC, C&eacute;sar CC. Missed opportunities for congenital syphilis    and HIV perinatal transmission prevention. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>    2008; 42: 851-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956942&pid=S1415-790X201200030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Chrestani MAD,    Santos IS, C&eacute;sar JA, Winckler LS, Gon&ccedil;alves TS, Neumann NA. Assist&ecirc;ncia    &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o e ao parto: resultados de dois estudos transversais    em &aacute;reas pobres das regi&otilde;es Norte e Nordeste do Brasil. <i>Cad    Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2008; 24(7): 1609-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956944&pid=S1415-790X201200030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Santos, Normeide    Pedreira dos; Castro, Bernardo Galv&atilde;o; Rios-Grassi, Maria Fernanda. Aplica&ccedil;&atilde;o    do protocolo do Projeto Nascer Maternidades em uma maternidade de refer&ecirc;ncia    em Feira de Santana, Bahia, Brasil. Re<i>v Bras Sa&uacute;de Matern Infant</i>    2009; 9: 69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956946&pid=S1415-790X201200030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Komka MR, Lago    EG, S&iacute;filis cong&ecirc;nita: notifica&ccedil;&atilde;o e realidade. <i>Sci    m&eacute;d</i> 2007; 17: 205-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956948&pid=S1415-790X201200030000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Secretaria    de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. <i>Manual de vigil&acirc;ncia    do &oacute;bito infantil e fetal e do Comit&ecirc; de Preven&ccedil;&atilde;o    do &Oacute;bito Infantil e Fetal</i>. 2ª ed. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956950&pid=S1415-790X201200030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. StataCorp.    Stata Statistical software: Release 9. College Station, TX: StataCorp LP; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956952&pid=S1415-790X201200030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Saraceni V,    Domingues RMSM, Vellozo V, Lauria LM, Dias MAB, Ratto KMN et al. Vigil&acirc;ncia    da s&iacute;filis na gravidez. <i>Epidemiol Serv Sa&uacute;de</i> 2007; 16:    103-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956954&pid=S1415-790X201200030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Figueiredo    EN, Vianna LA, Peixe MB, Ramos VM, Succi RC. The challenge of the reference    and counter-reference system in the prenatal assistance to pregnant women with    infectious diseases. <i>An Acad Bras Cienc</i> 2009; 81: 551-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956956&pid=S1415-790X201200030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Lima LHM, Viana    MC. Prevalence and risk factors for HIV, syphilis, hepatitis B, hepatitis C,    and HTLV-I/II infection in low-income postpartum and pregnant women in Greater    Metropolitan Vit&oacute;ria, Esp&iacute;rito Santo State, Brazil. <i>Cad Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i> 2009; 25: 668-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956958&pid=S1415-790X201200030000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Santos NP,    Castro BG, Rios-Grassi MF. Aplica&ccedil;&atilde;o do protocolo do Projeto Nascer    Maternidades em uma maternidade de refer&ecirc;ncia em Feira de Santana, Bahia,    Brasil. <i>Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant</i> 2009; 9: 69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956960&pid=S1415-790X201200030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Szwarcwald    CL, Barbosa Junior A, Miranda AE, Paz LC. Resultados do estudo sentinela-parturiente,    2006: desafios para o controle da s&iacute;filis cong&ecirc;nita no Brasil.    <i>J Bras Doen&ccedil;as Sex Transm</i> 2007; 19(3-4): 128-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956962&pid=S1415-790X201200030000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Giraudon I,    Forde J, Maguire H, Arnold J, Permalloo N. Antenatal screening and prevalence    of infection: surveillance in London, 2000-2007. <i>Euro Surveill</i> 2009;    14: 8-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956964&pid=S1415-790X201200030000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. de Mac&ecirc;do    VC, Bezerra AF, de Frias PG, de Andrade CL. Avalia&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es    de preven&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o vertical do HIV e s&iacute;filis    em maternidades p&uacute;blicas de quatro munic&iacute;pios do Nordeste brasileiro.    <i>Cad Saude Publica</i> 2009; 25(8): 1679-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1956966&pid=S1415-790X201200030000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Concei&ccedil;&atilde;o    JS, Diniz-Santos DR, Ferreira CD, Paes FN, Melo CN, Silva LR. 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