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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características clínico-laboratoriais no retratamento por recidiva em hanseníase]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To compare clinical and laboratory data of leprosy patients diagnosed in specialized services in the State of Mato Grosso, Brazil, during the initial treatment and the retreatment of relapse. METHODS: A cross-sectional study of patients with diagnosis of leprosy relapse was conducted in specialized health services of five cities, between 2005 and 2007. Initial treatment was described as t1 and relapse treatment as t2. DATA SOURCE: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan - Reportable Diseases Information System), medical records, laboratory tests, and files of individual reports and of physical disability assessments. The chi-square test (c2) was applied at a significance level of 5%. RESULTS: The clinical dimorphic form prevailed in t2 when compared with t1 (39.6% versus 11.3%; p = 0.003); 20.8% of relapse cases showed a bacilloscopy index &#8805; 4+ in relation to those in t1 (p = 0.034)&#93;; an increase in the number of (17%) cases of relapse with physical disability at level 0 was found, compared to patients evaluated during the diagnosis (58.5% versus 41.5%); an increase (7.5%) in the recurrence of disabilities at level 2 was observed, when compared to t1 (9.4% versus a 9%); and there was a higher prevalence of cases not evaluated for disability between t1 (45.3%) and t2 (22.6%) (p = 0.040). CONCLUSION: Cases of relapse characterized the aggravation of the disease, indicated by the increase in the bacilloscopy index and level of physical disability. Attention should be paid to the diagnostic confirmation of relapse using bacilloscopy tests, especially in multibacillary cases, and systematic neurological assessment of all leprosy patients.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Hanseníase]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nico-laboratoriais no retratamento por recidiva em hansen&iacute;ase</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Silvana Margarida    Benevides Ferreira<sup>I</sup>; Eliane Ignotti<sup>II</sup>; M&ocirc;nica Antar    Gamba<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Faculdade    de Enfermagem. Universidade de Cuiab&aacute;. Cuiab&aacute;, MT, Brasil. Secret&aacute;ria    Municipal de Sa&uacute;de de Cuiab&aacute;. Cuiab&aacute;, MT, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Departamento de Enfermagem. Universidade Estadual de Mato Grosso.    C&aacute;ceres, MT    <br>   <sup>III</sup>Escola Paulista de Enfermagem. Universidade Federal de S&atilde;o    Paulo, SP</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>    Comparar as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nico-laboratoriais dos doentes    de hansen&iacute;ase durante o tratamento inicial e no retratamento por recidiva    diagnosticada em unidades de sa&uacute;de de refer&ecirc;ncia no Estado de Mato    Grosso    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> Estudo transversal de casos diagnosticados de recidiva    em hansen&iacute;ase em unidades de refer&ecirc;ncia de 2005 a 2007 em cinco    munic&iacute;pios do Estado. O tratamento inicial foi considerado t1 e a recidiva    t2. Fontes de dados: Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o,    prontu&aacute;rios, exames laboratoriais, ficha de notifica&ccedil;&atilde;o    individual e de avalia&ccedil;&atilde;o de incapacidade f&iacute;sica. Utilizou-se    para a compara&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo de propor&ccedil;&otilde;es    o teste do Qui-quadrado (c<sup>2</sup>) ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia    de 5%.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Verificou-se predom&iacute;nio da forma cl&iacute;nica dimorfa    em t2 quando comparada a t1 (39,6% <i>versus</i> 11,3%; p = 0,003); 20,8%, dos    casos em recidivas apresentaram &iacute;ndice bacilosc&oacute;pico </font><font  size="2">&#8805;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    4+ se comparados aqueles em t1 (p = 0,034); aumento (17%) dos casos de recidiva    com grau zero de incapacidade quando comparados aos pacientes avaliados no momento    do diagn&oacute;stico (58,5% <i>versus</i> 41,5%); aumento (7,5%) de recidivas    com incapacidades grau 2 quando comparadas a t1 (9,4% <i>versus</i> 1, 9%);    predom&iacute;nio de casos n&atilde;o avaliados quanto a incapacidade f&iacute;sica    entre t1 (45,3%) e t2 (22,6%); (p = 0,040).    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> Os casos de recidiva caracterizam o agravamento da    doen&ccedil;a indicadas pelo aumento do &iacute;ndice bacilosc&oacute;pico e    do grau de incapacidade f&iacute;sica. Recomenda-se maior aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica de recidiva por meio de    exames bacilosc&oacute;picos, em especial nos multibacilares, e da avalia&ccedil;&atilde;o    neurol&oacute;gica sistem&aacute;tica de todos os pacientes de hansen&iacute;ase.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chaves:</b>    Hansen&iacute;ase. Recidiva. Epidemiologia. Estudos transversais. Preven&ccedil;&atilde;o    e Controle. Notifica&ccedil;&atilde;o de Agravos.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Atualmente existem    228.474 casos de hansen&iacute;ase no mundo. O Brasil contribuiu com 92,4% do    total dos registros nas Am&eacute;ricas e o segundo lugar em n&uacute;mero absoluto,    superado apenas pela &Iacute;ndia<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No per&iacute;odo    de 2004 a 2010 registrou-se em m&eacute;dia 2.596 casos de recidivas em n&iacute;vel    mundial. No Brasil, somente em 2009 observou-se 1.483 recidivas por hansen&iacute;ase,    representando 3,9% de incremento dos casos no per&iacute;odo<sup>1,2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O Estado de Mato    Grosso, segundo par&acirc;metros de 2011, configura-se como regi&atilde;o hiperend&ecirc;mica,    com 2.569 casos novos e coeficiente de detec&ccedil;&atilde;o geral de 84,6/100.000    habitantes com diferen&ccedil;as marcantes entre as regi&otilde;es do Estado<sup>3-5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir da d&eacute;cada    de 1980, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) passou a    recomendar o uso do esquema da poliquimioterapia (PQT), e tal medida teve como    resultado o tratamento e a cura de mais de catorze milh&otilde;es de pacientes    de hansen&iacute;ase<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar da efic&aacute;cia    do tratamento preconizado surgiram evid&ecirc;ncias da poss&iacute;vel resist&ecirc;ncia    medicamentosa aos quimioter&aacute;picos existentes, comprovada experimentalmente    por Pettit e Rees, por meio da t&eacute;cnica de inocula&ccedil;&atilde;o do    <i>Mycobacterium leprae</i> padronizada por Shepard, resultado este, ligado    ao uso irregular do mencionado esquema terap&ecirc;utico, levando &agrave; baixa    ades&atilde;o ao tratamento e a possibilidade da ocorr&ecirc;ncia de recidiva    e consequentemente perman&ecirc;ncia da fonte de infec&ccedil;&atilde;o na comunidade<sup>7-10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O fato do <i>M.    leprae</i> n&atilde;o ser cultivado <i>in vitro</i> dificulta a defini&ccedil;&atilde;o    de par&acirc;metros para a confirma&ccedil;&atilde;o laboratorial do diagn&oacute;stico    inicial, do monitoramento da efic&aacute;cia do tratamento e de recidiva em    hansen&iacute;ase<sup>11-13</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o h&aacute;    consenso sobre os crit&eacute;rios estabelecidos para a confirma&ccedil;&atilde;o    diagnostica de recidiva. As varia&ccedil;&otilde;es incluem reaparecimento de    novas les&otilde;es e/ou les&otilde;es de nervos com sinais cl&iacute;nicos    e histopatol&oacute;gicos consistentes com as formas ativas (<i>borderline-borderline</i>/BB,    <i>borderline-lepromatous</i>/BL e <i>lepromatous</i>/LL), segundo a classifica&ccedil;&atilde;o    de Ridley-Jopling (1966)<sup>14,15</sup>; novas les&otilde;es de pele, aumento    de &iacute;ndice bacilosc&oacute;pico (IB) &gt; 2+ em um ou mais s&iacute;tios    e viabilidade do <i>M. leprae</i> pela inocula&ccedil;&atilde;o em pata de camundongo<sup>16</sup>;    reativa&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s 6 meses de tratamento regular com multidrogaterapia,    les&otilde;es anest&eacute;sicas e/ou exacerba&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es    antigas, evid&ecirc;ncia bacteriol&oacute;gica com ou sem atividade cl&iacute;nica,    les&otilde;es de nervos com ou sem neurites em casos de paucibacilar e comprova&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica por bi&oacute;psia<sup>17</sup>; e reativa&ccedil;&atilde;o    e presen&ccedil;a de novas les&otilde;es anest&eacute;sicas, confirmadas por    exame de baciloscopia e tamb&eacute;m por bi&oacute;psia de pele <sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos voltados    aos subs&iacute;dios de profissionais na acur&aacute;cia diagn&oacute;stica    de recidiva nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de s&atilde;o essenciais. Este    estudo tem por objetivo comparar as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nico-laboratoriais    dos doentes de hansen&iacute;ase durante o tratamento inicial e no retratamento    por recidiva diagnosticada em unidades de sa&uacute;de de refer&ecirc;ncia no    Estado de Mato Grosso.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Material e M&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudo epidemiol&oacute;gico    transversal de an&aacute;lise de casos diagnosticados de recidiva em hansen&iacute;ase    em unidades de refer&ecirc;ncia de cinco munic&iacute;pios do Estado de Mato    Grosso (C&aacute;ceres, Cuiab&aacute;, Diamantino, Rondon&oacute;polis e V&aacute;rzea    Grande), no per&iacute;odo de 2005 a 2007. Em conjunto, esses munic&iacute;pios    possuem 1.032.523 habitantes, 36,2%, do total da popula&ccedil;&atilde;o do    Estado, estimada em 2.854.462 habitantes no per&iacute;odo<sup>19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os crit&eacute;rios    para o diagn&oacute;stico de recidiva utilizado nas unidades especializadas    de sa&uacute;de s&atilde;o definidos em protocolos adotados pelo Minist&eacute;rio    de Sa&uacute;de (MS)<sup>11</sup>: pacientes que, ap&oacute;s a alta por cura,    apresentarem les&otilde;es novas e/ou exacerba&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es    anteriores, novas les&otilde;es neurol&oacute;gicas com resposta insatisfat&oacute;ria    ap&oacute;s tratamento com corticoster&oacute;ide e/ou talidomida, e resultados    de exames bacilosc&oacute;pico/histopatol&oacute;gicos compat&iacute;veis com    formas ativas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    comparativa dos grupos investigados incluiu os casos diagnosticados como recidiva    aqui considerados tempo 2 (t2) registrados no banco de dados do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Agravos de Notifica&ccedil;&atilde;o (Sinan/MT) no per&iacute;odo de 01 de    janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2007 nos munic&iacute;pios selecionados    para o estudo. Do total de 82 casos de recidiva notificados no per&iacute;odo,    53 (64,6%), foram considerados ocorr&ecirc;ncias de recidiva em hansen&iacute;ase    por meio de valida&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es nos prontu&aacute;rios    dispon&iacute;veis nas unidades especializadas para o tratamento. A exclus&atilde;o    dos 29 indiv&iacute;duos foi devida a transfer&ecirc;ncia e erro de diagn&oacute;stico.    Considerou-se, como grupo de tratamento inicial ou tempo 1 (t1), os registros    de casos de hansen&iacute;ase com alta por cura anterior &agrave; ocorr&ecirc;ncia    de recidiva em estudo. Fontes de dados: Sinan/hansen&iacute;ase/MT, prontu&aacute;rios,    exames laboratoriais, ficha de notifica&ccedil;&atilde;o individual e de avalia&ccedil;&atilde;o    de incapacidade f&iacute;sica. Os exames laboratoriais quanto &agrave; baciloscopia    e histopatologia foram realizados no Laborat&oacute;rio Central de Sa&uacute;de    P&uacute;blica do Estado e do munic&iacute;pio, e no Instituto Lauro de Souza    Lima de Bauru - S&atilde;o Paulo (ILSL), respectivamente. Vari&aacute;veis em    estudo: caracter&iacute;sticas cl&iacute;nico/laboratoriais (forma cl&iacute;nica,    n&uacute;mero, tipo e local da les&atilde;o hans&ecirc;nica, espessamento neural,    estado reacional, efeito colateral, baciloscopia e histopatologia e grau de    incapacidade f&iacute;sica avaliado no diagn&oacute;stico).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A n&atilde;o inclus&atilde;o    dos doentes diagnosticados por recidiva em todas as unidades de sa&uacute;de    do Estado justifica-se em raz&atilde;o de 80%&nbsp;desses diagn&oacute;sticos&nbsp;serem    realizados em unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de que n&atilde;o possuem    recursos t&eacute;cnicos apropriados. Portanto,&nbsp;a inclus&atilde;o de tais&nbsp;casos    poderia comprometer&nbsp;o estudo por vi&eacute;s de sele&ccedil;&atilde;o<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Utilizou-se o Programa    software SPSS 15 para gerenciamento e an&aacute;lise dos dados. Elaborou-se    dupla digita&ccedil;&atilde;o para consist&ecirc;ncia dos dados. Nas compara&ccedil;&otilde;es    de propor&ccedil;&otilde;es foram utilizados os testes do Qui-quadrado (c<sup>2</sup>)    ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente projeto    foi avaliado e aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa do Hospital    Universit&aacute;rio J&uacute;lio Muller (CEP/HUJM - processo nº 321 de abril    de 2007).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dos 53 casos de    recidiva notificados em Mato Grosso no per&iacute;odo de 2005 a 2007, a maioria    era do sexo masculino (66,0%, n = 35), com idade m&eacute;dia de 46,3 anos (&plusmn;    16,8; m&iacute;nimo 18, m&aacute;ximo 82 anos). A m&eacute;dia do intervalo    de tempo entre o tratamento inicial at&eacute; a ocorr&ecirc;ncia de recidiva    foi de 7 anos e 6 meses (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/11t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A <a href="#t2">Tabela    2</a> apresenta os resultados da an&aacute;lise comparativa da propor&ccedil;&atilde;o    de casos de hansen&iacute;ase entre o tratamento inicial (t1) e a recidiva (t2),    segundo forma cl&iacute;nica, baciloscopia, histopatologia e grau de incapacidade    f&iacute;sica. Observa-se, no conjunto dos casos, maior propor&ccedil;&atilde;o    de casos de recidiva na forma cl&iacute;nica dimorfa (39,6%), enquanto no t1    estes representavam 11,3% dos casos. Por outro lado, verificou-se que 9,4% e    13,2%, dos indiv&iacute;duos no t2, foram classificados nas formas cl&iacute;nicas    indeterminada e tubercul&oacute;ide, respectivamente; desses, 13,2% e 20,8%    apresentaram esta mesma classifica&ccedil;&atilde;o no t1 &#91;c<sup>2</sup>    = 16,06 (p = 0, 003)&#93;. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; caracter&iacute;stica    dos exames bacilosc&oacute;pico, 54,7% dos indiv&iacute;duos realizaram baciloscopia    nas recidivas, enquanto 66% realizaram no tratamento inicial; 20,8% (n = 11),    dos casos em recidivas apresentaram IB </font><font  size="2">&#8805;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    4+ se comparados com aqueles em tratamento inicial &#91;c<sup>2</sup> = 8,69    (p = 0,034)&#93;. Dos indiv&iacute;duos investigados quanto &agrave; histopatologia,    49% (n = 26), realizaram este tipo de exame para confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica    de recidiva &#91;c<sup>2</sup> = 14,64 (p = 0,001)&#93;. Do conjunto dos casos    avaliados quanto &agrave; incapacidade f&iacute;sica, observa-se aumento de    17% nos casos de recidiva com grau zero de incapacidade, quando comparados aos    pacientes avaliados no momento do diagnostico (58,5% <i>versus</i> 41,5%). Verifica-se    aumento de 7,5% do grau 2 de incapacidade f&iacute;sica entre t1 e t2 (9,4%    <i>versus</i> 1,9%), com predom&iacute;nio de casos n&atilde;o avaliados quanto    &agrave; incapacidade f&iacute;sica entre t1 (45,3%) e t2 (22,6%); &#91;c<sup>2</sup>    = 8,29 (p = 0,040)&#93;.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/11t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o foi    verificada diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre as propor&ccedil;&otilde;es    dos tratamentos segundo as vari&aacute;veis n&uacute;mero, tipo e local das    les&otilde;es hans&ecirc;nicas, espessamento neural, presen&ccedil;a e tipo    de estado reacional e efeito colateral (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/11t03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o    de casos de recidiva em hansen&iacute;ase por meio de an&aacute;lise das caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nico-laboratoriais &eacute; fundamental para a ado&ccedil;&atilde;o    de medidas mais eficazes para o diagn&oacute;stico e monitoramento destes em    unidades especializadas de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A compara&ccedil;&atilde;o    realizada neste estudo possibilitou a verifica&ccedil;&atilde;o de que a forma    cl&iacute;nica dimorfa foi mais frequente nos casos de recidiva, embora observem    formas cl&iacute;nicas indeterminadas e tubercul&oacute;ides mais frequentes    durante o tratamento inicial. Os casos de recidiva se manifestaram em formas    cl&iacute;nicas mais avan&ccedil;adas ou graves da doen&ccedil;a se comparados    &agrave;queles em tratamento inicial. A maioria dos casos de recidiva foi diagnosticada    por exames histopatol&oacute;gicos. E uma maior propor&ccedil;&atilde;o de casos    de recidiva com grau zero de incapacidade f&iacute;sica, apesar de os dados    indicarem, tamb&eacute;m, recidivas com grau 2 de incapacidade e pacientes sem    avalia&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O maior predom&iacute;nio    do sexo masculino e em idade economicamente produtiva foi similar ao encontrado    por outros estudos<sup>5,12,16,20,21</sup>. O risco verificado para o desenvolvimento    da hansen&iacute;ase &eacute; duas vezes maior em homens do que em mulheres<sup>22</sup>.    Essa caracter&iacute;stica est&aacute;, provavelmente, relacionada a valores    culturais de autocuidado e a fatores ambientais na fun&ccedil;&atilde;o exercida    pelo indiv&iacute;duo<sup>23.</sup></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os diagn&oacute;sticos    de recidivas verificados em per&iacute;odos precoce e tardio, em rela&ccedil;&atilde;o    ao intervalo de tempo entre o tratamento inicial e a ocorr&ecirc;ncia de recidiva,    correspondem aos achados de outras pesquisas<sup>15,24-27</sup>. Alguns fatores    podem influenciar o intervalo de tempo at&eacute; a recidiva: a forma cl&iacute;nica,    o esquema terap&ecirc;utico, epis&oacute;dios reacionais, tratamento irregular    e a carga bacilar<sup>15,28-30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A maior propor&ccedil;&atilde;o    dos diagn&oacute;sticos de recidivas classificados na forma cl&iacute;nica dimorfa    sugere rela&ccedil;&atilde;o com a resposta imune do individuo frente ao <i>M.    lepra</i> e &agrave; gravidade da doen&ccedil;a. Estudo sobre intera&ccedil;&otilde;es    entre pat&oacute;genos e o sistema imune em pacientes com doen&ccedil;as infecciosas    tem contribu&iacute;do para investiga&ccedil;&atilde;o dos mecanismos b&aacute;sicos    da regula&ccedil;&atilde;o da resposta imune humana<sup>13,31</sup>. No caso    da hansen&iacute;ase, a doen&ccedil;a apresenta um espectro de sintomas que    se manifestam como formas cl&iacute;nicas distintas que t&ecirc;m como principal    caracter&iacute;stica o tipo de resposta imunit&aacute;ria entre o hospedeiro    e o pat&oacute;geno<sup>31</sup>. Por esta raz&atilde;o, a resist&ecirc;ncia    do indiv&iacute;duo ao <i>M. leprae</i> &eacute; especifica e sugere ter conota&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica<sup>32,33</sup>. Estima-se que a maioria dos indiv&iacute;duos    tenha resist&ecirc;ncia natural ao <i>M. leprae</i> (80 a 95%). Os demais indiv&iacute;duos    estariam na margem an&eacute;rgica (5%), capazes de desenvolver as formas graves    da doen&ccedil;a. Neste caso, a pequena fra&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos    primo-infectados evolui para a doen&ccedil;a devido &agrave; reativa&ccedil;&atilde;o    end&oacute;gena ou ent&atilde;o por receber uma nova carga bacilar (reativa&ccedil;&atilde;o    ex&oacute;gena)<sup>13,31</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Chama a aten&ccedil;&atilde;o    maiores percentuais encontrados nas formas cl&iacute;nicas indeterminadas e    tuberculoides no tratamento inicial. As formas cl&iacute;nicas e, consequentemente,    a classifica&ccedil;&atilde;o operacional para o primeiro tratamento podem ter    sido erroneamente adotados, o que pode ter resultado na recidiva<sup>12,29,30</sup>.    Portanto, se um paciente multibacilar for classificado inicialmente como paucibacilar    e em consequ&ecirc;ncia for tratado por PQT/6doses em vez de PQT/12 doses, a    probabilidade de ocorr&ecirc;ncia de recidiva aumentar&aacute;. Testes sorol&oacute;gicos    podem servir como ferramenta alternativa para a classifica&ccedil;&atilde;o    de hansen&iacute;ase paucibacilar ou multibacilar no primeiro tratamento e tamb&eacute;m    para confirmar suspeita de casos de recidiva<sup>34,35</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Exames histopatol&oacute;gicos    s&atilde;o crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos de recidiva na maioria das pesquisas,    compar&aacute;veis a este estudo<sup>15,17,18,24,28</sup>. Embora este procedimento    seja importante apoio diagn&oacute;stico para confirma&ccedil;&atilde;o de recidiva,    os exames bacilosc&oacute;picos s&atilde;o tamb&eacute;m essenciais, principalmente    nos casos previamente multibacilares<sup>11</sup>. A persist&ecirc;ncia bacilar    indica fator de evolu&ccedil;&atilde;o para recidiva e consequente detec&ccedil;&atilde;o    de resist&ecirc;ncia medicamentosa<sup>9,21,26,28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Devido &agrave;    aus&ecirc;ncia de exame considerado padr&atilde;o ouro para diagn&oacute;stico    da doen&ccedil;a<sup>36</sup> faz-se necess&aacute;rio que as unidades de tratamento    de refer&ecirc;ncia disponham de outros subs&iacute;dios para a acur&aacute;cia    diagn&oacute;stica de recidiva, tais como testes sorol&oacute;gicos, &iacute;ndices    morfol&oacute;gicos e exames de inocula&ccedil;&atilde;o no coxim plantar de    camundongo. Este &uacute;ltimo exame, apesar de dif&iacute;cil realiza&ccedil;&atilde;o,    permite verificar a viabilidade do <i>M. leprae,</i> monitoramento de testes    com quimioter&aacute;picos, verifica&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis de resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas e de confirma&ccedil;&atilde;o de casos de recidiva<sup>9,10,34,35</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ainda que se observe    maior propor&ccedil;&atilde;o de recidiva com grau zero de incapacidade f&iacute;sica    em rela&ccedil;&atilde;o ao momento do diagn&oacute;stico, indicando melhoria    desse indicador, a maior frequ&ecirc;ncia dos pacientes com grau 2 de incapacidade    f&iacute;sica mostra o agravamento da doen&ccedil;a e de suas consequ&ecirc;ncias.    Entretanto, os dados chamam a aten&ccedil;&atilde;o para a maior preval&ecirc;ncia    de casos n&atilde;o avaliados/ignorados quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o    neurol&oacute;gica. Tais dados sugerem inefici&ecirc;ncia do atendimento institu&iacute;do    quanto ao monitoramento por meio do exame dermatoneurol&oacute;gico sistem&aacute;tico.    O reaparecimento do acometimento neural &eacute; suspei&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica    para a ocorr&ecirc;ncia de recidiva<sup>11,12,17</sup>. Estudos indicam que    o n&uacute;mero de nervos acometidos no in&iacute;cio do tratamento aliado a    outros fatores determina as chances de ocorr&ecirc;ncia de incapacidades f&iacute;sicas<sup>37</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclui-se que    os casos de recidiva caracterizam o agravamento da doen&ccedil;a indicado pelo    aumento do &iacute;ndice bacilosc&oacute;pico e do grau de incapacidade f&iacute;sica.    Recomenda-se maior aten&ccedil;&atilde;o &agrave; confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica de recidiva por meio de exames bacilosc&oacute;picos, em    especial nos multibacilares, e da avalia&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica    sistem&aacute;tica de todos os pacientes de hansen&iacute;ase.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. World Health    Organization. Leprosy update, 2011. (WHO) <i>Weekly Epidemiological Record</i>;    2011; 36(86): 389-400.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978355&pid=S1415-790X201200030001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. World Health    Organization. Global leprosy situation, 2010. (WHO) <i>Weekly Epidemiological    Record</i>; 2010; 35(85): 337-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978357&pid=S1415-790X201200030001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Secretaria de    Sa&uacute;de do Estado de Mato Grosso. Setor de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica.    <i>Dados sobre Hansen&iacute;ase no Estado de Mato Grosso por munic&iacute;pios    e Escrit&oacute;rios Regionais de Sa&uacute;de (ERS/SES/MT)</i>; Mato Grosso    (MT); 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978359&pid=S1415-790X201200030001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Ignotti E, De    Paula RC. Situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica da hansen&iacute;ase    no Brasil: an&aacute;lise de indicadores selecionados no per&iacute;odo de 2001    a 2010. In: Sa&uacute;de Brasil 2010: <i>Uma an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de e de evid&ecirc;ncias selecionadas de impacto de a&ccedil;&otilde;es    de vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de</i>. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de/MS; 2010: 186-202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978361&pid=S1415-790X201200030001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Ferreira SB,    Ignotti E, Gamba MA. Recidivas de casos de hansen&iacute;ase no Estado de Mato    Grosso. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2010; 44(4): 1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978363&pid=S1415-790X201200030001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. World Health    Organization. Leprosy fact sheet. (WHO) <i>Weekly epidemiological record</i>    2010; 6 (85): 37-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978365&pid=S1415-790X201200030001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Pettit JH, Rees    RJ. Sulphone resistance in leprosy. An experimental and clinical study. <i>Lancet</i>    1964; 2(7361): 673-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978367&pid=S1415-790X201200030001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Shepard CC.    The experimental disease that follows the injection of human leprosy into food    pads of mice. <i>J Exp Med</i> 1960: 112(3): 445-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978369&pid=S1415-790X201200030001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Matsuoka M,    Budiawan T, Aye KS, Kyaw K, Tan EV, Cruz ED et al. The frequency of drug resistance    mutations in Mycobacterium leprae isolates in untreated and relapsed leprosy    patients from Myanmar, Indonesia and the Philippines. <i>Lepr Rev</i> 2007;    78(4): 343-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978371&pid=S1415-790X201200030001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. World Health    Organization. Drug resistance in leprosy: reports from selected endemic countries.    <i>Weekly Epidemiological Record</i> 2009, 26(84): 261-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978373&pid=S1415-790X201200030001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria Nº 3.125 de 7 de outubro de 2010. Aprova as Diretrizes    para Vigil&acirc;ncia, Aten&ccedil;&atilde;o e Controle da hansen&iacute;ase.    Gabinete do Ministro/MS. Bras&iacute;lia (DF); 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978375&pid=S1415-790X201200030001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Kaimal S, Thappa    DM. Relapse in leprosy. <i>Indian J Dermatol Venereol Leprol</i> 2009; 75(2):    126-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978377&pid=S1415-790X201200030001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Azulay RD,    Azulay DR, Azulay-Abulafia L. <i>Dermatologia</i>. 5. ed., rev. e atual. Rio    de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008. p. 322-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978379&pid=S1415-790X201200030001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Ridley DS,    Jopling WH. Classification of leprosy according to immunity; a Five group system.    <i>Int J Leprosy</i> 1966; 34; 255-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978381&pid=S1415-790X201200030001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Shetty VP,    Wakade AV, Ghate SD, Pai VV, Ganapati RR, Antia NH. Clinical, histopathological    and bacteriological study of 52 referral MB cases relapsing after MDT. <i>Lepr    Rev</i> 2005; 76: 241-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978383&pid=S1415-790X201200030001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Norman G, Joseph    G, Richard J. Relapse in Multibacillary Patients Treated with Multi-drug Therapy    until Smear Negativity: Findings after Twenty Years. <i>Int J Leprosy</i> 2004;    (72): 11- 6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978385&pid=S1415-790X201200030001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Suite M. Relapse    rates following leprosy multidrug therapy. <i>West Indian Med J</i> 2000; 49    (3): 210-211.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978387&pid=S1415-790X201200030001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Rodriguez G,    Pinto R, Laverde C, Sarmiento M, Riveros A, Valderrama J et al. Recidivas postratamiento    de la lepra multibacilar. <i>Biom&eacute;dica</i> 2004; 24: 133-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978389&pid=S1415-790X201200030001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Funda&ccedil;&atilde;o    Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. <i>Contagem populacional    2007. Popula&ccedil;&atilde;o recenseada e estimada, segundo os munic&iacute;pios    de Mato Grosso</i>. Rio de Janeiro; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978391&pid=S1415-790X201200030001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Gelber RH,    Balagon MVF, Cellona RV. The relapse rate in MB leprosy patients treated with    2-years of WHO-MDT is not low. <i>Int J Leprosy</i> 2004; 72(4): 493-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978393&pid=S1415-790X201200030001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Shen J, Liu    M, Zhang J, Su W, Ding G. Relapse in MB leprosy patients treated with 24 months    of MDT in South West China: a short report. <i>Lepr Rev</i> 2006; 77: 219-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978395&pid=S1415-790X201200030001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Bakker MI,    Hatta M, Kwenang A, Mosseveld PV, Faber WR et al. Risk factors for developing    leprosy - a population-based cohort study in Indonesia. <i>Lepr Rev</i> 2006;    77: 48-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978397&pid=S1415-790X201200030001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. El-Hassan LA,    Khalil EA, El-Hassan AM. Socio-cultural aspects of leprosy among the Masalit    and Hawsa in the Sudan. <i>Lepr Rev</i> 2002; 73: 20-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978399&pid=S1415-790X201200030001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Cellona RV,    Balagon MVF, Dela Cruz E, Burgos JA, Abalos RM, Walsh GP, et al. Long-term efficacy    of 2-year WHO multiple drug therapy (MDT) in multibacillary (MB) leprosy patients.    <i>Int J Leprosy</i> 2003; 71(4): 308-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978401&pid=S1415-790X201200030001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Ali MK, Thorat    DM, Subramanian M, Parthasarathy G, Selvaraj U, Prabhakar V. A study on trend    of relapse in leprosy and factors influencing relapse. <i>Indian J Lepr</i>    2005; 77(2): 105-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978403&pid=S1415-790X201200030001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Ximenes RAA,    Gallo MEN, Brito MFM. Retreatment in Leprosy: a case-control study. <i>Rev Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i>, 2007; 41(4): 632-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978405&pid=S1415-790X201200030001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Balagon MF,    Cellona RV, Dela Cruz E, Burgos JA, Abalos RM, Walsh GP et al. Long-Term Relapse    Risk of Multibacillary Leprosy after Completion of 2 Years of Multiple Drug    Therapy (WHO-MDT) in Cebu, Philippines. <i>Am J Trop Med Hyg</i> 2009; 81(5):    895-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978407&pid=S1415-790X201200030001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Girdhar BK,    Girdhar A, Kumar A. Relapses in multibacillary leprosy patients: effect of length    of therapy. <i>Lepr Rev</i> 2000; 71: 144-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978409&pid=S1415-790X201200030001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Opromola DVA.    A&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica das drogas anti-hans&ecirc;nicas e evid&ecirc;ncias    de persist&ecirc;ncia microbiana nos casos paucibacilares. Editorial. <i>Hansen    Int</i> 2004; 29(1): 1-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978411&pid=S1415-790X201200030001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Ferreira SB,    Ignotti E, Gamba MA. Fatores associados &agrave; ocorr&ecirc;ncia de recidiva    em Mato Grosso. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2011; 45(4): 756-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978413&pid=S1415-790X201200030001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Goulart IMB,    Penna GO, Cunha G. Imunopatologia da hansen&iacute;ase: a complexidade dos mecanismos    da resposta imune do hospedeiro ao <i>Mycobacterium leparae</i>. <i>Rev Soc    Bras Med Trop</i> 2002; 35(4): 365-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978415&pid=S1415-790X201200030001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Beiguelman    B. Gen&eacute;tica e hansen&iacute;ase. <i>Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva</i>    2002; 7(1): 117-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978417&pid=S1415-790X201200030001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Franceshi DNA,    Mazini OS, Rudnick CCC, Sell AU, Tsuneto LT, Ribas ML et al. Influence of TNF    and IL10 gene polymorphisms in the immunopathogenesis of leprosy in the south    of Brazil. <i>Int J Infect Dis</i> 2009; 13: 493-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978419&pid=S1415-790X201200030001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. B&uuml;hrer-S&eacute;kula    S, Cunha MGS, Foss NT, Oskam L, Faber WR, Klatser PR. Dipstick assay to identify    leprosy patients who have an increased risk of relapse. <i>Trop Med Int Health</i>    2001; 6(4): 317-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978421&pid=S1415-790X201200030001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Katoch VM,    Lavania M, Chauhan DS, Sharma R, Katochi K. Recent advances in molecular biology    of leprosy. <i>Indian J Lepr</i> 2007; 79(2-3): 151-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978423&pid=S1415-790X201200030001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Bhatia AS,    Katoch K, Narayanan RB, Ramu G, Mukherjee A, Lavania RK. Clinical and histopathological    correlation in the classification of leprosy. <i>Intl J Lepr Other Mycobact    Dis</i> 1993; 61: 433-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978425&pid=S1415-790X201200030001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Gon&ccedil;alves    SD, Sampaio RF, Antunes CMF. Fatores preditivos de incapacidades em pacientes    com hansen&iacute;ase. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2009; 43(2): 267-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978427&pid=S1415-790X201200030001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b> </font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Silvana Margarida    Benevides Ferreira    <br>   R. Av. Beira Rio, 3100 - Beira Rio    <br>   CEP 78065-900 Cuiab&aacute;, MT, Brasil    <br>   E-mail: <a href="mailto:jffbenev@terra.com.b">jffbenev@terra.com.b</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 01/10/10    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 26/02/12    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado em: 25/04/12    <br>   O presente estudo foi financiado pela Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave;    pesquisa do Estado do Mato Grosso (PPSUS/275-10036).</font></p>      ]]></body><back>
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