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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características das mulheres com câncer de mama assistidas em serviços de referência do Norte de Minas Gerais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To describe the main characteristics, including stage of disease and local treatment of patients admitted to two reference services for the treatment of breast cancer in the North of Minas Gerais. METHODS: We conducted a cross-sectional descriptive study. We evaluated medical records of 288 female patients with breast cancer admitted between January 2006 and December 2009, referred from a public hospital and a private clinic. Variables were analyzed using the chi-square test and multinomial logistic regression. RESULTS: 68.1% of patients were referred from the public hospital. There was a predominance of patients over 50 years old (54.5%), married (59%) and with children (87.8%). The mean age of the population studied was 63 years old. Time between suspected cancer and confirmation of diagnosis was over six months in 42.7% of patients. Cancer diagnosis was late (stage III and IV) in 47.6% of patients. Family history of breast cancer was present in 20.1%, 20.8% of them had performed self-breast examination, and 41% had been submitted to a mammogram. CONCLUSION: There was a higher prevalence of stage III/IV patients from the public service when compared to the private sector. We found that the major factors associated with the late diagnosis of breast cancer were the delay between suspected and confirmed diagnosis, the absence of family history of breast cancer and not having a mammogram.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Câncer de mama]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Caracter&iacute;sticas    das mulheres com c&acirc;ncer de mama assistidas em servi&ccedil;os de refer&ecirc;ncia    do Norte de Minas Gerais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Priscila Bernardina    M. Soares<sup>I</sup>; Sidinei Quirino Filho<sup>II</sup>; William Pereira de    Souza<sup>II</sup>; Renata Cristina R. Gon&ccedil;alves<sup>III</sup>; Daniella    Reis B. Martelli<sup>IV</sup>; Marise Fagundes Silveira<sup>IV</sup>; Herc&iacute;lio    Martelli J&uacute;nior<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Departamento    de Oncologia da Santa Casa de Miseric&oacute;rdia de Montes Claros, MG    <br>   <sup>II</sup>Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica do Curso de Medicina    da Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes, MG    <br>   <sup>III</sup>Departamento de Oncologia da Santa Casa de Miseric&oacute;rdia    de Montes Claros, MG.    <br>   <sup>IV</sup>Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de da    Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes, MG</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVOS:</b>    Descrever as principais caracter&iacute;sticas de pacientes com c&acirc;ncer    de mama admitidas em dois servi&ccedil;os de refer&ecirc;ncia para o tratamento    desse tipo de c&acirc;ncer no norte de Minas Gerais, incluindo est&aacute;gio    da doen&ccedil;a ao diagn&oacute;stico e local de tratamento.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> Realizou-se estudo transversal e descritivo, avaliando    288 prontu&aacute;rios de pacientes do g&ecirc;nero feminino com c&acirc;ncer    de mama, admitidas entre janeiro de 2006 a dezembro de 2009, oriundas de um    servi&ccedil;o p&uacute;blico e de um privado. As vari&aacute;veis analisadas    foram submetidas a tratamento estat&iacute;stico por meio dos testes qui-quadrado    e regress&atilde;o log&iacute;stica multinomial.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Observou-se que 68,1% da popula&ccedil;&atilde;o analisada    procediam do servi&ccedil;o p&uacute;blico. Predominaram pacientes com mais    de 50 anos (54,5%), casadas (59%) e com filhos (87,8%). Dentre a popula&ccedil;&atilde;o    estudada, a m&eacute;dia de idade foi de 63 anos, sendo que em 42,7% dos casos    prevaleceu o intervalo de tempo acima de 6 meses entre a suspeita cl&iacute;nica    e a confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica. Em 47,6% das mulheres o diagn&oacute;stico    foi tardio (est&aacute;gios III e IV). 20,1% tinham hist&oacute;rico familiar    de c&acirc;ncer de mama; 20,8% faziam autoexame das mamas e 41% faziam mamografia.        <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> Verificou-se maior preval&ecirc;ncia de pacientes nos    est&aacute;gios III e IV no servi&ccedil;o p&uacute;blico quando comparado ao    privado. O tempo prolongado entre a suspeita cl&iacute;nica e a confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica, a aus&ecirc;ncia de hist&oacute;ria familiar de c&acirc;ncer    de mama e a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o de mamografia de rastreamento    s&atilde;o observados, neste estudo, como os principais fatores associados ao    diagn&oacute;stico tardio.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-Chave:</b>    C&acirc;ncer de mama. Epidemiologia. Diagn&oacute;stico tardio. Servi&ccedil;os    de sa&uacute;de. Fatores de risco.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O c&acirc;ncer    &eacute; um relevante problema mundial de sa&uacute;de p&uacute;blica, sendo    respons&aacute;vel por 7 milh&otilde;es de &oacute;bitos anualmente<sup>1</sup>.    Os tumores que apresentam as mais elevadas taxas de mortalidade s&atilde;o:    pulm&atilde;o, est&ocirc;mago, c&oacute;lon e mama. Estima-se que, em 2020,    o n&uacute;mero de novos casos anuais de c&acirc;ncer ser&aacute; de 15 milh&otilde;es,    sendo que 60% desses ocorrer&atilde;o em pa&iacute;ses em desenvolvimento<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O c&acirc;ncer    de mama constitui a neoplasia maligna mais frequente no g&ecirc;nero feminino,    representando 23% de todos os casos mundiais<sup>2</sup>. Anualmente, verifica-se    que mais de um milh&atilde;o de mulheres s&atilde;o diagnosticadas em todo o    mundo e acima de 410.000 morrer&atilde;o dessa doen&ccedil;a<sup>3</sup>. Essa    neoplasia &eacute; mais frequente em pa&iacute;ses desenvolvidos, sendo que    as maiores incid&ecirc;ncias s&atilde;o observadas no Reino Unido, Austr&aacute;lia,    Estados Unidos da Am&eacute;rica (EUA) e Canad&aacute;<sup>1</sup>. Embora a    mortalidade de pacientes com c&acirc;ncer de mama ainda apresente tend&ecirc;ncia    ascendente em diversos pa&iacute;ses h&aacute; v&aacute;rios anos, pa&iacute;ses    desenvolvidos como EUA, Reino Unido e Austr&aacute;lia j&aacute; registram queda    da mortalidade<sup>4</sup>, sendo essa diminui&ccedil;&atilde;o atribu&iacute;da    ao uso ampliado de mamografia e ao tratamento precoce da doen&ccedil;a<sup>5</sup>.    Em geral, a sobrevida m&eacute;dia de pacientes com c&acirc;ncer de mama &eacute;    superior, em cinco anos, em pa&iacute;ses desenvolvidos como EUA, Canad&aacute;,    Jap&atilde;o e alguns pa&iacute;ses da Europa ocidental, e menor em pa&iacute;ses    em desenvolvimento como Arg&eacute;lia, Brasil e na Europa Oriental<sup>6,7</sup>.    Tais diferen&ccedil;as de sobrevida podem ser explicadas pelos est&aacute;gios    mais avan&ccedil;ados de diagn&oacute;stico nos pa&iacute;ses em desenvolvimento<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    ao Brasil, projetaram-se, em 2010, 49.240 novos casos de c&acirc;ncer de mama,    com um risco estimado de 49 casos a cada 100 mil mulheres. Na regi&atilde;o    Sudeste, o c&acirc;ncer de mama &eacute; o mais comum entre as mulheres, com    um risco estimado de 65 novos casos por 100 mil mulheres<sup>9</sup>. Particularmente    em Minas Gerais, no per&iacute;odo de 1998 a 2007, ocorreram aproximadamente    85 mil novos casos de c&acirc;ncer, sendo que 14.363 foram de mama, cerca de    17% do total<sup>10</sup>. Tamb&eacute;m &eacute; a maior causa de &oacute;bitos    por c&acirc;ncer na popula&ccedil;&atilde;o feminina brasileira, sendo prov&aacute;vel    que o diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a em fase avan&ccedil;ada seja o principal    respons&aacute;vel pela manuten&ccedil;&atilde;o elevada das taxas de mortalidade<sup>9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Estudos t&ecirc;m    sugerido que fatores como a falta de acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de,    os atrasos na investiga&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es mam&aacute;rias suspeitas    e na efetiva&ccedil;&atilde;o do tratamento da doen&ccedil;a t&ecirc;m contribu&iacute;do    para o diagn&oacute;stico tardio e, consequentemente, para a elevada mortalidade    por c&acirc;ncer de mama<sup>11-17</sup>. Assim, este estudo teve como objetivo    descrever as principais caracter&iacute;sticas de pacientes com c&acirc;ncer    de mama admitidas em dois servi&ccedil;os de refer&ecirc;ncia oncol&oacute;gica,    um p&uacute;blico e um privado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Realizou-se um    estudo transversal e descritivo. Foram avaliados 288 prontu&aacute;rios cl&iacute;nicos    de pacientes admitidas, entre janeiro de 2006 a dezembro de 2009, em dois centros    de refer&ecirc;ncia em oncologia, um p&uacute;blico e um privado, ambos no munic&iacute;pio    de Montes Claros, norte de Minas Gerais, Brasil. Os servi&ccedil;os citados    utilizam o mesmo prontu&aacute;rio cl&iacute;nico e o mesmo protocolo terap&ecirc;utico.    Todas as pacientes com diagn&oacute;stico histopatol&oacute;gico de carcinoma    de mama, independente das vari&aacute;veis cl&iacute;nicas, foram inclu&iacute;das    neste estudo, tendo sido exclu&iacute;dos os casos com diagn&oacute;stico de    outros tipos histol&oacute;gicos de neoplasia maligna de mama que n&atilde;o    os carcinomas, bem como os de c&acirc;ncer de mama no g&ecirc;nero masculino.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram coletadas    informa&ccedil;&otilde;es gerais e cl&iacute;nicas das pacientes. As caracter&iacute;sticas    gerais foram: idade (categorizada em tr&ecirc;s faixas et&aacute;rias), proced&ecirc;ncia    (Montes Claros e outros munic&iacute;pios), estado civil (solteira, casada,    vi&uacute;va, divorciada/separada), atividade profissional (empregada/aut&ocirc;noma,    do lar/aposentada), religi&atilde;o (cat&oacute;lica, evang&eacute;lica e outras),    n&uacute;mero de filhos, h&aacute;bito de fumar (sim ou n&atilde;o) e de beber    (sim ou n&atilde;o) e local da coleta (servi&ccedil;o p&uacute;blico ou privado).    Quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas, foram investigadas    as seguintes vari&aacute;veis: estadiamento cl&iacute;nico do tumor (est&aacute;gio    I, est&aacute;gio II, est&aacute;gio III/IV), tempo entre a suspeita cl&iacute;nica    e a confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica (0 a 5 meses e mais de 5 meses),    <i>status</i> menopausal (p&oacute;s-menopausa e pr&eacute;-menopausa), presen&ccedil;a    de met&aacute;stases ao diagn&oacute;stico (sim ou n&atilde;o), realiza&ccedil;&atilde;o    de mamografia (sim ou n&atilde;o), autoexame das mamas (sim ou n&atilde;o),    tratamento cir&uacute;rgico (cirurgia conservadora ou mastectomia), hist&oacute;ria    familiar de c&acirc;ncer de mama (sim ou n&atilde;o), realiza&ccedil;&atilde;o    de quimioterapia (sim ou n&atilde;o), realiza&ccedil;&atilde;o de radioterapia    (sim ou n&atilde;o), realiza&ccedil;&atilde;o de hormonioterapia (sim ou n&atilde;o),    e o perfil imunohistoqu&iacute;mico das les&otilde;es (RE, RP, Her2 e triplo-negativo).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi realizada an&aacute;lise    descritiva das caracter&iacute;sticas gerais e cl&iacute;nicas por interm&eacute;dio    das distribui&ccedil;&otilde;es de frequ&ecirc;ncias. Para comparar a frequ&ecirc;ncia    de estadiamento cl&iacute;nico da doen&ccedil;a entre os dois servi&ccedil;os,    utilizou-se o teste qui-quadrado.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avaliar a    associa&ccedil;&atilde;o entre o "<i>estadiamento cl&iacute;nico</i>" e as demais    caracter&iacute;sticas das pacientes, tamb&eacute;m foram realizadas an&aacute;lises    bivariadas e m&uacute;ltipla e estimadas as raz&otilde;es de preval&ecirc;ncias    brutas e ajustadas. Para isso, os est&aacute;gios III e IV foram agrupados,    ficando a vari&aacute;vel desfecho categorizada em tr&ecirc;s n&iacute;veis    (est&aacute;gio I, est&aacute;gio II e est&aacute;gio III/IV), sendo, portanto,    adotado o modelo log&iacute;stico multinomial, cuja categoria de refer&ecirc;ncia    foi o Est&aacute;gio I. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado foi de    p &lt; 0,05. A constru&ccedil;&atilde;o do banco de dados foi realizada utilizando-se    o programa estat&iacute;stico SPSS<sup>TM</sup> 17.0 (<i>Statistical Package    for Social Science for Windows, Inc., USA</i>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O estudo foi conduzido    com a aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da    Universidade Estadual de Montes Claros (Processo N.º 1497/09), Minas Gerais,    Brasil, e contou com o con-sentimento dos dois servi&ccedil;os participantes    do estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram inclu&iacute;das    no estudo 288 mulheres com carcinomas de mama, admitidas, entre os anos de 2006    a 2009, em ambos os servi&ccedil;os de refer&ecirc;ncia oncol&oacute;gica (p&uacute;blico    e privado). A <a href="#t1">Tabela 1</a> apresenta as caracter&iacute;sticas    gerais da popula&ccedil;&atilde;o analisada, enquanto as caracter&iacute;sticas    cl&iacute;nicas est&atilde;o mostradas na <a href="#t2">Tabela 2</a>. A maioria    dos casos (68,1%) foi procedente do servi&ccedil;o p&uacute;blico de sa&uacute;de;    predominaram mulheres com mais de 50 anos (54,5%), casadas (59%), com filhos    (87,8%) e p&oacute;s-menop&aacute;usicas (53,5%). Observou-se que 42,7% tiveram    o intervalo de tempo acima de 6 meses entre a suspeita e a confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica; em 47,6% das mulheres o diagn&oacute;stico foi tardio (est&aacute;gios    III e IV), registrando-se percentuais mais elevados desse achado no servi&ccedil;o    p&uacute;blico do que no privado; 20,8% realizavam autoexame das mamas; 41%    faziam mamografia e 40,6% foram mastectomizadas. Quanto ao perfil imunohistoqu&iacute;mico    das les&otilde;es, observou-se que 69,4% foram RE positivo, 26% tiveram superexpress&atilde;o    do Her-2 e 18,4% foram triplo negativo.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/13t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/13t02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    ao estadiamento, comparou-se o servi&ccedil;o p&uacute;blico com o privado e    percebeu-se maior frequ&ecirc;ncia de pacientes nos est&aacute;gios cl&iacute;nicos    III e IV no servi&ccedil;o p&uacute;blico (53,6% <i>versus</i> 34,8%). Por outro    lado, quando se analisou o diagn&oacute;stico inicial (est&aacute;gio <i>in    situ</i>/I) houve maior frequ&ecirc;ncia deste no servi&ccedil;o privado do    que no p&uacute;blico (43,5% <i>versus</i> 14,8%), como &eacute; visualizado    no <a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>. Na <a href="/img/revistas/rbepid/v15n3/13t03.jpg">Tabela    3</a>, por interm&eacute;dio da regress&atilde;o log&iacute;stica multinomial,    quando se comparou os est&aacute;gios II, III e IV com o est&aacute;gio inicial    (<i>in situ</i>/I), observou-se aus&ecirc;ncia de associa&ccedil;&atilde;o da    idade, <i>status</i> menopausal, profiss&atilde;o, painel imunohistoqu&iacute;mico    e realiza&ccedil;&atilde;o de autoexame das mamas com o estadiamento. De forma    distinta, a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o de mamografia (RP<sub>ajustada</sub>    = 5,10), a aus&ecirc;ncia de hist&oacute;ria familiar para c&acirc;ncer de mama    (RP<sub>ajustada</sub> = 2,23 e 2,43) e o tempo entre a suspeita e a confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica </font><font  size="2">&#8805;</font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">    6 meses (RP<sub>ajustada</sub> = 2,97 e 3,04) mostraram-se associados ao estadiamento    cl&iacute;nico mais avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a.</font></p>     <p><a name="g1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/13g01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Diferente de diversos    pa&iacute;ses desenvolvidos, o Brasil tem registrado nos &uacute;ltimos anos    aumento da taxa de mortalidade por c&acirc;ncer de mama, justificado, sobretudo,    pelo diagn&oacute;stico tardio e pelo atraso na implanta&ccedil;&atilde;o do    tratamento adequado, uma vez que essa neoplasia &eacute; considerada cur&aacute;vel    se diagnosticada e tratada precocemente<sup>5-9</sup>. O presente estudo possibilitou    conhecer o perfil de mulheres com c&acirc;ncer de mama admitidas em centros    de refer&ecirc;ncia, p&uacute;blico e privado, localizados no munic&iacute;pio    de Montes Claros, norte de Minas Gerais, para receber tratamento oncol&oacute;gico.    A m&eacute;dia de idade registrada destas mulheres foi de 63 anos. A mais jovem    tinha 27, enquanto a mais idosa estava com 100 anos, sendo que a maior parte    (54,5%) tinha mais de 50 anos e 53,5% eram p&oacute;s-menop&aacute;usicas. Embora    a idade seja um reconhecido fator de risco para o desenvolvimento do c&acirc;ncer    de mama, de acordo com os resultados obtidos essa vari&aacute;vel n&atilde;o    mostrou associa&ccedil;&atilde;o entre o estadiamento cl&iacute;nico da doen&ccedil;a    e o diagn&oacute;stico. Outros estudos, por&eacute;m, sugerem que o c&acirc;ncer    de mama em mulheres mais jovens tem uma fisiopatologia mais agressiva, corroborando    para est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados de diagn&oacute;stico e, quando comparados    aos tumores de mama em mulheres mais idosas, o progn&oacute;stico &eacute; pior<sup>18-23</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Houve um predom&iacute;nio    de mulheres casadas (59%) e com filhos (87,8%), sendo que o estado civil e o    n&uacute;mero de filhos tamb&eacute;m n&atilde;o interferiram no estadiamento,    embora a nuliparidade seja um dos fatores de risco associado ao c&acirc;ncer    de mama<sup>24,25</sup>. De forma semelhante, em um estudo de sobrevida envolvendo    1.022 mulheres com neoplasia de mama, a situa&ccedil;&atilde;o conjugal n&atilde;o    foi considerada um fator importante<sup>26</sup>, o que confirma os resultados    da revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura realizada por Ramirez et    al.<sup>13</sup>. De maneira controversa, outro estudo envolvendo 540 pacientes    norte-americanas revelou que o fato de nunca terem sido casadas aumentou em    quase tr&ecirc;s vezes o risco de apresentarem doen&ccedil;a em est&aacute;gio    avan&ccedil;ado<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A hist&oacute;ria    familiar para c&acirc;ncer de mama, relatada por 20,1% das mulheres no presente    estudo, mostrou associa&ccedil;&atilde;o com o grau de estadiamento ao diagn&oacute;stico,    ratificando os achados de Hoskins et al.<sup>28</sup>, que afirmam que at&eacute;    20% das mulheres com c&acirc;ncer de mama t&ecirc;m uma hist&oacute;ria familiar    positiva. De acordo com estudos transversais realizados nos Estados Unidos com    popula&ccedil;&atilde;o de mulheres adultas, 5% a 10% apresentaram hist&oacute;ria    familiar de primeiro grau de c&acirc;ncer de mama, sugerindo que essas mulheres    herdaram uma muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica que as coloca em risco aumentado    para o desenvolvimento de c&acirc;ncer de mama e de ov&aacute;rio<sup>28</sup>.    Uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica de 14 estudos selecionados sobre fatores    de risco para o c&acirc;ncer de mama em mulheres brasileiras concluiu que pouco    se sabe sobre a preval&ecirc;ncia da hist&oacute;ria familiar para c&acirc;ncer    de mama na popula&ccedil;&atilde;o brasileira, tendo encontrado taxas de preval&ecirc;ncia    variando entre 3,7% a 13,10%<sup>29</sup>. Outra revis&atilde;o sobre hist&oacute;ria    familiar para c&acirc;ncer de mama<sup>30</sup> identificou 74 estudos publicados,    nos quais os autores revelaram uma estimativa do risco relativo (RR) associado    com hist&oacute;ria familiar de 2,0 (IC = 1,8-2,1) para m&atilde;e, 2,3 (IC    = 2,1-2,4) para irm&atilde; e 3,6 (IC = 2,5-5) para m&atilde;e e irm&atilde;.    Os riscos foram aumentados quando o parente de primeiro grau havia sido diagnosticado    antes dos 50 anos<sup>31</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; imunohistoqu&iacute;mica, o presente estudo registrou, de acordo com    os prontu&aacute;rios analisados, 26% de superexpress&atilde;o da prote&iacute;na    HER-2, enquanto outros estudos<sup>32,33</sup> confirmam a superprodu&ccedil;&atilde;o    dessa prote&iacute;na entre 25 a 30% dos tumores de mama, estando essa prote&iacute;na    associada ao pior progn&oacute;stico, assim como ao alto grau histol&oacute;gico,    &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do tempo livre de doen&ccedil;a e &agrave;    sobrevida global. O receptor de estrog&ecirc;nio (RE) &eacute; expressado em    aproximadamente 65% dos casos diagnosticados antes da menopausa e em quase 80%    daqueles diagnosticados ap&oacute;s a menopausa, e geralmente est&aacute; associado    a progn&oacute;sticos mais favor&aacute;veis<sup>34</sup>. Da mesma forma, 69,4%    de todas as pacientes investigadas neste estudo eram RE positivos. Ainda em    rela&ccedil;&atilde;o &agrave; imunohistoquimica, Rakha et al.<sup>35</sup>    identificaram os tumores triplo-negativos, definidos pela aus&ecirc;ncia de    express&atilde;o de receptores hormonais e pela n&atilde;o positividade do HER-2.    Acredita-se que o c&acirc;ncer de mama triplo-negativo corresponda a cerca de    15% dos casos, sendo mais frequente em mulheres negras, com muta&ccedil;&otilde;es    de BRCA1, e em mulheres mais jovens<sup>36</sup>. Dentre as mulheres analisadas    neste estudo, 18,4% eram triplo-negativas. Contudo, embora os receptores hormonais    e a express&atilde;o da prote&iacute;na HER-2 estejam relacionados ao progn&oacute;stico<sup>33,34</sup>,    essas vari&aacute;veis, no presente estudo, n&atilde;o se associaram ao grau    de estadiamento ao diagn&oacute;stico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao fazer uma an&aacute;lise    bivariada dos dados deste estudo verificou-se maior percentual de mulheres com    est&aacute;gios III e IV, sendo este estatisticamente mais expressivo no servi&ccedil;o    p&uacute;blico do que no privado (53,6% <i>versus</i> 34,8%). Ao contr&aacute;rio,    enquanto 43,5% das mulheres admitidas no setor privado foram estadiadas como    I, este grupo representava 14,8% no p&uacute;blico, confirmando os resultados    de Rezende et al.<sup>16</sup>, que identificaram 51% das mulheres diagnosticadas    entre os est&aacute;gios II e IV. Gon&ccedil;alves et al.<sup>37</sup> destacaram    o est&aacute;gio III como forma de apresenta&ccedil;&atilde;o em um ter&ccedil;o    das brasileiras admitidas em servi&ccedil;os de oncologia com c&acirc;ncer de    mama. Da mesma forma, outro estudo<sup>38</sup> analisou 43.442 casos de c&acirc;ncer    de mama, no per&iacute;odo compreendido entre 1995 e 2002, revelando que 87,7%    das mulheres diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama encontravam-se entre os    est&aacute;gios II e IV (est&aacute;gio II = 42,8%, est&aacute;gio III = 32,6%    e est&aacute;gio IV = 12,3%). Enquanto nos pa&iacute;ses mais desenvolvidos    as taxas de mortalidade padronizadas para o c&acirc;ncer de mama apresentaram    redu&ccedil;&atilde;o, no Brasil observou-se incremento das taxas de &oacute;bito    por c&acirc;ncer de mama naquele per&iacute;odo (de 8,57 para 11,18/100.000    mulheres). A mediana do percentual de pacientes no Brasil entre os est&aacute;gios    II e IV foi de 45,3%, enquanto nos Estados Unidos a mediana foi de 12,1%<sup>38</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto ao m&eacute;todo    de rastreamento, o autoexame das mamas, embora n&atilde;o seja uma t&eacute;cnica    apropriada para o diagn&oacute;stico precoce do c&acirc;ncer de mama, vem sendo    considerado como um m&eacute;todo auxiliar<sup>39</sup>. V&aacute;rios estudos<sup>40-42</sup>    afirmam que at&eacute; o presente momento n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias    cient&iacute;ficas de que a sua pr&aacute;tica promova a redu&ccedil;&atilde;o    da mortalidade por esse tipo de c&acirc;ncer. Neste estudo, a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o    do autoexame das mamas n&atilde;o esteve associada ao estadiamento mais avan&ccedil;ado    ao diagn&oacute;stico. J&aacute; a realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia como    m&eacute;todo mais eficaz no rastreamento do c&acirc;ncer de mama tem um impacto    favor&aacute;vel na taxa de mortalidade<sup>43</sup>, podendo reduzi-la em at&eacute;    30% na faixa et&aacute;ria entre 40 e 69 anos<sup>44</sup>. Os c&acirc;nceres    identificados em mulheres assintom&aacute;ticas s&atilde;o propensos a tamanhos    menores e a estarem em est&aacute;gios iniciais<sup>45</sup>. Embora n&atilde;o    haja consenso sobre as orienta&ccedil;&otilde;es para o rastreamento do c&acirc;ncer    de mama nos grupos et&aacute;rios com menos de 50 e mais de 70 anos<sup>46,47</sup>,    no Brasil, desde abril de 2009, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de passou    a assegurar a realiza&ccedil;&atilde;o de mamografia a todas as mulheres a partir    dos 40 anos de idade<sup>9</sup>. De maneira semelhante, este estudo apontou    que a realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia &eacute; mais frequente no servi&ccedil;o    privado do que no p&uacute;blico, assim como a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o    desse m&eacute;todo mostrou-se associada ao estadiamento mais avan&ccedil;ado.    Marchi et al.<sup>48</sup> realizaram um estudo seccional entrevistando 643    mulheres submetidas &agrave; mamografia e verificaram que 472 foram atendidas    em servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blicos e 171 em servi&ccedil;o privado.    Avaliaram, dentre outras caracter&iacute;sticas, a utiliza&ccedil;&atilde;o    da mamografia entre usu&aacute;rias do servi&ccedil;o p&uacute;blico e privado,    concluindo que a forma de acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de influenciou    na propor&ccedil;&atilde;o de mulheres previamente rastreadas pela mamografia,    que foi superior na rede privada<sup>48</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O presente estudo    mostrou forte associa&ccedil;&atilde;o entre o intervalo de tempo entre a suspeita    e a confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica com o estadiamento ao diagn&oacute;stico    do c&acirc;ncer (RP<sub>ajustada</sub> = 2,97 e 3,04). Esse intervalo foi maior    que 6 meses em quase metade das mulheres (42,7%), apontando, no per&iacute;odo    estudado, para a morosidade do sistema de sa&uacute;de do munic&iacute;pio.    Tais resultados confirmam as conclus&otilde;es de Rezende et al.<sup>16</sup>    , que conduziram um estudo objetivando identificar as causas de atraso no atendimento    de mulheres com diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama em uma unidade hospitalar    de n&iacute;vel terci&aacute;rio do munic&iacute;pio do Rio de Janeiro, entre    janeiro e julho de 2004, identificando o tempo mediano de um m&ecirc;s entre    o primeiro sinal ou sintoma da doen&ccedil;a e a primeira consulta, e desta    &uacute;ltima at&eacute; a confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica de 6,5    meses<sup>16</sup>. De maneira semelhante, Trufelli et al.<sup>17</sup>, ao    estudarem um servi&ccedil;o de oncologia de um hospital p&uacute;blico de S&atilde;o    Paulo, destacaram que o atraso na condu&ccedil;&atilde;o dos casos de c&acirc;ncer    de mama foi, em grande parte, relacionada ao tempo que a paciente demorou para    procurar os servi&ccedil;os de sa&uacute;de para realizar a mamografia e proceder    &agrave; bi&oacute;psia de les&otilde;es suspeitas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Verifica-se, pelos    estudos epidemiol&oacute;gicos, que o Brasil ainda possui importantes indicadores    de c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado ao diagn&oacute;stico, fato este ratificado    no presente estudo (47,6%). A n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o de mamografia,    a aus&ecirc;ncia de hist&oacute;ria familiar de c&acirc;ncer de mama e o intervalo    temporal prolongado entre a suspeita cl&iacute;nica e a confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica, s&atilde;o destacados neste estudo como importantes fatores    associados ao diagn&oacute;stico tardio. Observa-se a necessidade da realiza&ccedil;&atilde;o    de planos e a&ccedil;&otilde;es para reduzir o atraso na condu&ccedil;&atilde;o    dos casos de c&acirc;ncer de mama nos servi&ccedil;os p&uacute;blicos, para    que a detec&ccedil;&atilde;o precoce e, em consequ&ecirc;ncia, a cura sejam    realidades mais frequentes no pa&iacute;s.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. World Health    Organization. International Agency for Research on Cancer. <i>World Cancer Report.</i>    Lyon: IARC Press; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978816&pid=S1415-790X201200030001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Jemal A, Bray    F, Center MM, Ferlay J, Ward E, Forman D. Global cancer statistics. CA <i>Cancer    J Clin</i> 2011; 61: 69-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978818&pid=S1415-790X201200030001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Coughlin SS,    Ekwueme DU. Breast cancer as a global health concern. <i>Cancer Epidemiol</i>    2009; 33: 315-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978820&pid=S1415-790X201200030001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Garcia M, Jemal    A, Ward E.M et al. <i>Global Cancer Facts @ Figures 2007</i>. Atlanta, GA: American    Cancer Society; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978822&pid=S1415-790X201200030001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Berry D.A; Cronin    K.A; Plevritis S.K et al. Effect of screening and adjuvant therapy on mortality    from breast cancer. <i>N Engl J Med</i> 2005; 353: 1784-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978824&pid=S1415-790X201200030001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Coleman MP,    Quaresma M, Berrino F, Lutz JM, De Angelis R, Capocaccia R et al. CONCORD Working    Group. Cancer survival in five continents: a worldwide population-based study    (CONCORD). <i>Lancet Oncol</i> 2008; 9: 730-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978826&pid=S1415-790X201200030001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Coleman MP,    Gatta G, Verdecchia A, Est&egrave;ve J, Sant M, Storm H et al. and the EUROCARE    Working Group. EUROCARE-3 summary: cancer survival in Europe at the end of the    20th century. <i>Annals of Oncology</i> 2003; 14: 128-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978828&pid=S1415-790X201200030001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Sant M, Allemani    C, Capocaccia R et al. Stage at diagnosis is a key explanation of differences    in breast cancer survival across Europe. <i>Int J Cancer</i> 2003; 106: 416-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978830&pid=S1415-790X201200030001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Instituto Nacional    Do C&acirc;ncer - Inca (Brasil). <i>Estimativa 2010: Incid&ecirc;ncia de C&acirc;ncer    no Brasil</i>. Rio de Janeiro; 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978832&pid=S1415-790X201200030001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. SisRHC. Sistema    de Registro Hospitalar de C&acirc;ncer (SisRHC). Dispon&iacute;vel em http://irhc.inca.    gov.br/visualizaTabNetExterno.action &#91;Acessado em 29 de Julho de 2010&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978834&pid=S1415-790X201200030001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Richards MA,    Westcombe AM, Love SB, Littlejohns P, Ramirez AJ. Influence of delay on survival    in patients with breast cancer: a systematic review. <i>Lancet</i> 1999; 353:    1119-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978836&pid=S1415-790X201200030001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Gullatte MM,    Phillips JM, Gibson LM. Factors associated with delays in screening of self-detected    breast changes in African-American women. <i>J Natl Black Nurses Assoc</i> 2006;    17: 45-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978838&pid=S1415-790X201200030001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Ramirez AJ,    Westcombe AM, Burgess CC. Factors predicting delayed presentation of symptomatic    breast cancer: a systematic review. <i>Lancet</i> 1999; 353: 1127-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978840&pid=S1415-790X201200030001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Olivotto IA,    Gomi A, Bancej C, Brisson J, Tonita J, Kan L et al. Influence of delay to diagnosis    on prognostic indicators of screen-detected breast carcinoma. <i>Cancer</i>    2002; 94: 2143-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978842&pid=S1415-790X201200030001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Gebrim LH,    Quadros LGA. Rastreamento do c&acirc;ncer de mama no Brasil. <i>Rev Bras Ginecol    Obstet</i> 2006; 28: 319-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978844&pid=S1415-790X201200030001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Rezende, MCR;    Koch, HA; Figueiredo, JA; Thuler, LCS. Causas do retardo na confirma&ccedil;&atilde;o    diagn&oacute;stica de les&otilde;es mam&aacute;rias em mulheres atendidas em    um centro de refer&ecirc;ncia do sistema &uacute;nico de sa&uacute;de no Rio    de Janeiro. <i>Rev Bras Ginecol Obstet</i> 2009; 31: 75-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978846&pid=S1415-790X201200030001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Trufelli DC,    Miranda VC, Santos MBB, Fraile NMP, Pecoroni PG, Gonzaga SFR et al. An&aacute;lise    do atraso no diagn&oacute;stico e tratamento do c&acirc;ncer de mama em um hospital    p&uacute;blico. <i>Rev Assoc Med Bras</i> 2008; 54: 72-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978848&pid=S1415-790X201200030001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Castiglione    M, Aebi S. The enigma of young age. <i>Ann Oncol</i> 2006; 17: 1475-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978850&pid=S1415-790X201200030001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Nixon AJ, Neuberg    D, Hayes DF, Gelman R, Connolly JL, Schnitt S et al. Relationship of patient    age to pathological features of the tumor and prognosis for patients with stage    I or II breast cancer. <i>J Clin Oncol</i> 1994; 12: 888-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978852&pid=S1415-790X201200030001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Dubsky PC,    Gnant MF, Taucher S, Roka S, Kandioler D, Pichler-Gebhard B et al. Young age    as an independent adverse prognostic factor in premenopausal patients with breast    cancer. <i>Clin Breast Cancer</i> 2002; 3: 65-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978854&pid=S1415-790X201200030001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Aebi S, De    Ridder M, Vlastos G, Vinh-Hung V, Storme G. Young age is a poor prognostic factor    in women with stage I breast cancer. <i>Eur J Cancer</i> 2006; 4: 121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978856&pid=S1415-790X201200030001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Bonnier P,    Romain S, Charpin C, Lejeune C, Tubiana N, Martin P et al. Age as a prognostic    factor in breast cancer: relationship to pathological and biologic features.    <i>Int J Cancer</i> 2006; 62: 138-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978858&pid=S1415-790X201200030001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Chung M, Chang    HR, Bland KI, Wanebo HJ. Younger women with breast carcinoma have a poorer prognosis    than older women. <i>Cancer</i> 1996; 77: 97-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978860&pid=S1415-790X201200030001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Lambe M, Hsieh    CC, Chan HW, Ekbom A, Trichopoulos D, Adami HO. Parity, age at first and last    birth, and risk of breast cancer: a population-based study in Sweden. <i>Breast    Cancer Res Treat</i> 1996; 38: 305-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978862&pid=S1415-790X201200030001300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Hulka BS, Stark    AT. Breast cancer: cause and prevention. <i>Lancet</i> 1995; 346: 883-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978864&pid=S1415-790X201200030001300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Palmer MK,    Lythgoe JP, Smith A. Prognostic factors in breast cancer. <i>Br J Surg</i> 1982;    69: 697-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978866&pid=S1415-790X201200030001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Lannin DR,    Mathews HF, Mitchell J, Swanson MS, Swanson FH, Edwards MS. Influence of socioeconomic    and cultural factors on racial differences in late-stage presentation of breast    cancer. <i>JAMA</i> 1998; 279: 1801-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978868&pid=S1415-790X201200030001300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Hoskins KF,    Stopfer JE, Calzone KA, Merajver SD, Rebbeck TR, Garber JE et al. Assessment    and counseling for women with a family history of breast cancer: a guide for    clinicians. <i>JAMA</i> 1995; 273: 577-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978870&pid=S1415-790X201200030001300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Pinho VF, Coutinho    ES. Risk factors for breast cancer: a systematic review of studies with female    samples among the general population in Brazil. <i>Cad Saude Publica</i> 2005;    21: 351-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978872&pid=S1415-790X201200030001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Pharoah PD,    Day NE, Duffy S et al.: Family history and the risk of breast cancer: a systematic    review and meta-analysis. <i>Int J Cancer</i> 1997; 71: 800-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978874&pid=S1415-790X201200030001300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Meiser B, Butow    P, Barratt A, Friedlander M, Kirk J, Gaff C et al. Breast cancer screening uptake    in women at increased risk of developing hereditary breast cancer. <i>Breast    Cancer Res Treat</i> 2000; 59: 101-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978876&pid=S1415-790X201200030001300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Yaziji H, Goldstein    LC, Barry TS et al. Her-2 testing using parallel tissue based methods. <i>JAMA</i>    2004; 291: 1972-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978878&pid=S1415-790X201200030001300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Wolff AC, Hammond    ME, Schwartz JN et al. American Society of Clinical Oncology/college of American    Pathologists guideline recommendations for human epidermal growth factor receptor    2 testing in breast cancer. <i>J Clin Oncol</i> 2007; 25: 118-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978880&pid=S1415-790X201200030001300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Anderson WF,    Chatterjee N, Ershler WB, Brawley OW. Estrogen receptor breast cancer phenotypes    in the surveillance, Epidemiology, and End Results database. <i>Breast Cancer    Res Treat</i> 2002; 76: 27-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978882&pid=S1415-790X201200030001300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Rakha EA, Reis-Filho    JS, Ellis IO. Basal-like breast cancer: a critical review. <i>J Clin Oncol</i>    2008; 26: 2568-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978884&pid=S1415-790X201200030001300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Anders C, Carey    LA. Understanding and treating triple-negative breast cancer. <i>Oncology</i>    2008; 22: 1233-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978886&pid=S1415-790X201200030001300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">37. Gon&ccedil;alves    PHB, Gaui MF, Martins RG, Bines J. <i>Padr&atilde;o de tratamento cir&uacute;rgico    do c&acirc;ncer de mama de acordo com a idade - An&aacute;lise de 5 anos do    Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA).</i> Trabalho apresentado no XVI Congresso    Brasileiro de Cancerologia e XIII Congresso Brasileiro de Oncologia Cl&iacute;nica,    S&atilde;o Paulo, 26 a 30 de novembro de 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978888&pid=S1415-790X201200030001300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">38. Thuler LC,    Mendon&ccedil;a GA. Estadiamento inicial dos casos de c&acirc;ncer de mama e    colo do &uacute;tero em mulheres brasileiras. <i>Rev Bras Ginecol Obstet</i>    2005; 27: 656-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978890&pid=S1415-790X201200030001300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">39. World Health    Organization. <i>National cancer control programmes: policies and managerial    Guidelines.</i> 2nd ed. Geneva: WHO; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978892&pid=S1415-790X201200030001300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">40. Ellman R, Moss    SM, Coleman D, Chamberlain J. Breast self- examination programmes in the trial    of early detection of breast cancer: ten year findings. <i>Br J Cancer</i> 1993;    68: 208-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978894&pid=S1415-790X201200030001300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">41. Semiglazov    VF, Moiseenko VM, Manikhas AG, Protsenko SA, Kharikova RS, Seleznev IK et al.    A prospective randomized trial (St-Petersburg, WHO) of the role of self examination    in early detection of breast cancer. <i>Russ J Oncol</i> 2000; 2: 4-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978896&pid=S1415-790X201200030001300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">42. Thomas DB,    Gao DL, Ray RM, Wang WW, Allison CJ, Chen FL et al. Randomized trial of breast    self-examination in Shanghai: final results. <i>J Natl Cancer Inst</i> 2002;    94: 1445-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978898&pid=S1415-790X201200030001300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">43. Greenwald P,    Kramer B, Weed D. Expanding horizons in breast and prostate cancer prevention    and early detection. The 1992 Samuel C. Harvey Lecture. <i>J Cancer Educ</i>    1993; 8: 91-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978900&pid=S1415-790X201200030001300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">44. Tabar L, Yen    M, Vitak B, Chen HT, Smith RA, Duffy S. Mammography service screening and mortality    in breast cancer patients: 20-year follow-up before and after introduction of    screening. <i>Lancet</i> 2003; 361: 1405 - 10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978902&pid=S1415-790X201200030001300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">45. Jackson VP.    Screening mammography: controversies and headlines. <i>Radiology</i> 2002; 225:    323-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978904&pid=S1415-790X201200030001300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">46. Smith RA, Mettlin    CJ, Davis KJ, Eyre H. American Cancer Society guidelines for the early detection    of cancer. <i>CA Cancer J Clin</i> 2000; 50: 34-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978906&pid=S1415-790X201200030001300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">47. Morrison BJ;    Canadian Task Force on Preventive Health Care. 1998 recommendation rewording:    screening for breast cancer &#91;Internet&#93;. 1998. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.ctfphc.org/Tables/Ch65tab2.htm" target="_blank">http://www.ctfphc.org/Tables/Ch65tab2.htm</a>    &#91;Acessado em 10 de outubro de 2008&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978908&pid=S1415-790X201200030001300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">48. Marchi AA,    Gurgel MSC, Fonsechi-Carvasan GA. Rastreamento mamogr&aacute;fico em servi&ccedil;os    de sa&uacute;de p&uacute;blico e privado. <i>Rev Bras Ginecol Obstet</i> 2006;    28: 214-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1978910&pid=S1415-790X201200030001300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b> </font>    <br>   <font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Priscila Bernardina    Miranda Soares    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Avenida Mestra Fininha, 1.951    <br>   CEP 39403-222 Montes Claros, MG    <br>   E-mail: <a href="mailto:priscilamirandasoares@yahoo.com.br">priscilamirandasoares@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 25/04/11    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 24/11/11    <br>   Aprovado em: 05/02/12</font></p>      ]]></body><back>
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