<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1415-790X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. bras. epidemiol.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1415-790X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva ]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1415-790X2012000300015</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1590/S1415-790X2012000300015</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Magnitude e tendência da Leishmaniose Tegumentar Americana no Estado de São Paulo, Brasil, 1975 a 2008]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Magnitude and trend of American Tegumentary Leishmaniasis in the State of São Paulo, Brazil, 1975 to 2008]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rubens Antonio da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mercado]]></surname>
<given-names><![CDATA[Vanessa Taís Cruz]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Henriques]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lúcia de Fátima]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ciaravolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ricardo Mário de Carvalho]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wanderley]]></surname>
<given-names><![CDATA[Dalva Marli Valério]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Superintendência de Controle de Endemias Departamento de Combate a Vetores]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>15</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>617</fpage>
<lpage>626</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1415-790X2012000300015&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1415-790X2012000300015&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1415-790X2012000300015&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=en"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo deste estudo foi analisar a magnitude e tendência da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) no Estado de São Paulo entre 1975 e 2008. Foi conduzido um estudo ecológico que categorizou os municípios segundo a magnitude da transmissão. No período de 1975 a 1985, 45 municípios foram responsáveis pelo registro de 1.281 casos de LTA, passando a 258 municípios e 4.093 casos entre 1986 e 1995, e a 385 municípios e 7.604 casos entre 1996 a 2008. O vetor Lutzomyia intermedia s.l. foi coletado na maioria das pesquisas entomológicas. Na classificação dos municípios segundo a magnitude pode-se verificar que 67,5% possuíam "pequena magnitude", 19,2% "média magnitude" e 13,3% "grande magnitude". As maiores incidências de LTA permanecem restritas a algumas áreas carentes e próximas à Mata Atlântica. Houve aumento no número de municípios com pequena ocorrência de casos e ampliação da área de risco.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyze the magnitude and trend of American Tegumentary Leishmaniasis (ATL) in the State of São Paulo from 1975 to 2008. An ecological study that classified municipalities according to the magnitude of transmission was performed. From 1975 to 1985, 1,281 cases of ATL were registered in 45 municipalities, rising to 258 municipalities and 4,093 cases from 1986 to 1995; and reaching 385 municipalities and 7,604 cases from 1996 to 2008. Lutzomyia intermedia s.l. was collected in most of the entomological surveys. In the classification of municipalities according to magnitude, 67.5% were observed to have a "small magnitude," 19.2% "moderate magnitude" and 13.3% "high magnitude." The highest incidences of ATL have been restricted to underserved areas close to the Atlantic fo-rest. There was an increase in the number of municipalities with small occurrence of cases and expansion in the area of risk.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Leishmaniose Tegumentar Americana]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Vigilância entomológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Controle]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Epidemiologia]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Estado de São Paulo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Brasil]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[American Tegumentary Leishmaniasis]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Entomological Surveillance]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Control]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Epidemiology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[State of Sao Paulo]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b><a name="top"></a>Magnitude    e tend&ecirc;ncia da Leishmaniose Tegumentar Americana no Estado de S&atilde;o    Paulo, Brasil, 1975 a 2008</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Rubens Antonio    da Silva; Vanessa Ta&iacute;s Cruz Mercado; L&uacute;cia de F&aacute;tima Henriques;    Ricardo M&aacute;rio de Carvalho Ciaravolo; Dalva Marli Val&eacute;rio Wanderley</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Departamento de    Combate a Vetores - Superintend&ecirc;ncia de Controle de Endemias - Secretaria    de Estado da Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> <b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    estudo foi analisar a magnitude e tend&ecirc;ncia da Leishmaniose Tegumentar    Americana (LTA) no Estado de S&atilde;o Paulo entre 1975 e 2008. Foi conduzido    um estudo ecol&oacute;gico que categorizou os munic&iacute;pios segundo a magnitude    da transmiss&atilde;o. No per&iacute;odo de 1975 a 1985, 45 munic&iacute;pios    foram respons&aacute;veis pelo registro de 1.281 casos de LTA, passando a 258    munic&iacute;pios e 4.093 casos entre 1986 e 1995, e a 385 munic&iacute;pios    e 7.604 casos entre 1996 a 2008. O vetor <i>Lutzomyia intermedia s.l</i>. foi    coletado na maioria das pesquisas entomol&oacute;gicas. Na classifica&ccedil;&atilde;o    dos munic&iacute;pios segundo a magnitude pode-se verificar que 67,5% possu&iacute;am    "pequena magnitude", 19,2% "m&eacute;dia magnitude" e 13,3% "grande magnitude".    As maiores incid&ecirc;ncias de LTA permanecem restritas a algumas &aacute;reas    carentes e pr&oacute;ximas &agrave; Mata Atl&acirc;ntica. Houve aumento no n&uacute;mero    de munic&iacute;pios com pequena ocorr&ecirc;ncia de casos e amplia&ccedil;&atilde;o    da &aacute;rea de risco.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Leishmaniose Tegumentar Americana. Vigil&acirc;ncia entomol&oacute;gica. Controle.    Epidemiologia. Estado de S&atilde;o Paulo. Brasil.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A leishmaniose    tegumentar americana (LTA) &eacute; uma zoonose amplamente distribu&iacute;da    no continente americano, estendendo-se do sul dos Estados Unidos ao norte da    Argentina. &Eacute; considerada uma das doen&ccedil;as infecciosas de maior    relev&acirc;ncia nas Am&eacute;ricas<sup>1</sup>. No Brasil, nos &uacute;ltimos    20 anos, a LTA tem apresentado um aumento do n&uacute;mero de casos e amplia&ccedil;&atilde;o    de sua ocorr&ecirc;ncia geogr&aacute;fica. &Eacute; encontrada, atualmente,    em todos os Estados brasileiros, sob diferentes perfis epidemiol&oacute;gicos    e padr&otilde;es de transmiss&atilde;o<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Estado de S&atilde;o    Paulo (ESP), a LTA &eacute; uma doen&ccedil;a end&ecirc;mica transmitida por    insetos <i>Diptera,</i> Fam&iacute;lia <i>Psychodidae</i>, pertencentes, principalmente,    ao g&ecirc;nero <i>Lutzomyia</i>, apresentando dois perfis epidemiol&oacute;gicos    de transmiss&atilde;o: o primeiro envolvendo o homem quando entra em contato    com o ciclo enzo&oacute;tico silvestre, e o segundo relacionado com a transmiss&atilde;o    domiciliar envolvendo o homem, animais sinantr&oacute;picos e esp&eacute;cies    de flebotom&iacute;neos que est&atilde;o se adaptando aos ambientes rurais e    periurbanos<sup>3</sup>, em &aacute;reas onde ocorreram profundas modifica&ccedil;&otilde;es    no ambiente natural. Nos dias atuais, considera-se que a transmiss&atilde;o    da LTA no ESP mant&eacute;m rela&ccedil;&atilde;o com o local de registro do    caso e a mata; a doen&ccedil;a tem se manifestado em todas as faixas et&aacute;rias    e indistintamente entre os sexos masculino e feminino. No passado, a LTA apresentava    aspecto geogr&aacute;fico localizado e alta incid&ecirc;ncia em trabalhadores    que exerciam atividades relacionadas &agrave;s florestas<sup>4</sup>. Com o    passar dos anos este quadro foi se alterando, apresentando, a partir da d&eacute;cada    de 1970, uma nova fei&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica, na qual a ocorr&ecirc;ncia    de casos espor&aacute;dicos e/ou micro surtos caracterizam o padr&atilde;o atual    da transmiss&atilde;o de LTA no territ&oacute;rio paulista<sup>5,6,7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em 1993, o aumento    gradativo no n&uacute;mero de casos levou a se compor grupo inter-institucional    sob a coordena&ccedil;&atilde;o do Centro de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica    da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo (CVE/SES/SP) e participa&ccedil;&atilde;o    da Superintend&ecirc;ncia de Controle de Endemias (SUCEN) e do Instituto Adolfo    Lutz (IAL) para a reavalia&ccedil;&atilde;o das Normas T&eacute;cnicas de Vigil&acirc;ncia    Epidemiol&oacute;gica e Controle de Leishmaniose Tegumentar Americana. Neste    grupo, coube &agrave; SUCEN a avalia&ccedil;&atilde;o e constitui&ccedil;&atilde;o    de um sistema de informa&ccedil;&atilde;o para a vigil&acirc;ncia entomol&oacute;gica,    para a notifica&ccedil;&atilde;o de casos e o retorno de informa&ccedil;&otilde;es    aos Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O sistema de vigil&acirc;ncia    &eacute; definido como um sistema passivo, onde as notifica&ccedil;&otilde;es    oriundas da rede de sa&uacute;de p&uacute;blica, atrav&eacute;s das unidades    b&aacute;sicas de sa&uacute;de (UBS), s&atilde;o obrigat&oacute;rias a partir    da confirma&ccedil;&atilde;o do caso. Mesmo assim, apesar dos esfor&ccedil;os    para ocorr&ecirc;ncia de pronta notifica&ccedil;&atilde;o ainda se verifica    a subnotifica&ccedil;&atilde;o de um n&uacute;mero importante de casos<sup>9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto &agrave;    vigil&acirc;ncia entomol&oacute;gica, <i>Lutzomyia intermedia s.l.</i> (Lutz    &amp; Neiva, 1912) tem sido apontado como o t&aacute;xon mais importante na    atual fei&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica da LTA no territ&oacute;rio    paulista, devido &agrave; sua predomin&acirc;ncia em ambientes modificados e    constante presen&ccedil;a no intra e peridomic&iacute;lio<sup>7,10-13</sup>,    embora considerando tratar-se de um complexo de esp&eacute;cies bem definidas:    <i>Lu. intermedia s.str.</i> e <i>Lutzomyia neivai</i><sup>14,15</sup>. No entanto,    a transmiss&atilde;o n&atilde;o pode ser atribu&iacute;da unicamente &agrave;    <i>Lu. intermedia s.str.</i><sup>10.16</sup>. Este t&aacute;xon tem papel vetorial    preponderante da <i>Leishmania (Viannia) braziliensis</i> no ambiente domiciliar,    enquanto <i>Lutzomyia whitmani</i> (Antunes &amp; Coutinho, 1939) e <i>Lutzomyia    migonei</i> (Fran&ccedil;a, 1920) se apresentam no ambiente extradomiciliar<sup>17</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo teve    por objetivo analisar a magnitude e a tend&ecirc;ncia da LTA nos munic&iacute;pios    do Estado de S&atilde;o Paulo, de 1975 a 2008, com vistas a subsidiar o programa    de controle desenvolvido no Estado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Trata-se de um    estudo ecol&oacute;gico e descritivo onde foram analisados dados secund&aacute;rios    sobre os casos aut&oacute;ctones de LTA e a distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica    dos mesmos obtidos junto ao CVE, no per&iacute;odo de 1975 a 2008, e informa&ccedil;&otilde;es    das pesquisas entomol&oacute;gicas realizadas pela SUCEN, geradas a partir da    confirma&ccedil;&atilde;o de casos aut&oacute;ctones referentes ao per&iacute;odo    de 1985 a 2008.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As metodologias    de pesquisa entomol&oacute;gica empregadas foram sem isca luminosa, em local    de repouso, no intradomic&iacute;lio ou em paredes dos anexos, com dura&ccedil;&atilde;o    de no m&iacute;nimo 03 horas, utilizando-se capturador de Castro, c&acirc;mara    mort&iacute;fera ou aspirador manual nas paredes internas do domic&iacute;lio,    com utiliza&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica do len&ccedil;ol quando as paredes    n&atilde;o eram rebocadas ou eram escuras; com isca luminosa, utilizando armadilhas    el&eacute;tricas modelo CDC instaladas em diferentes pontos do local prov&aacute;vel    de transmiss&atilde;o relacionado com o domic&iacute;lio, do crep&uacute;sculo    vespertino ao matutino, por 12 horas; e a armadilha de Shannon por 03 horas,    a partir do crep&uacute;sculo vespertino, de prefer&ecirc;ncia localizada no    peridomic&iacute;lio ou &agrave; margem da mata quando localizada pr&oacute;xima    a casa<sup>8</sup>. O objetivo das capturas entomol&oacute;gicas &eacute; identificar    a esp&eacute;cie vetora e n&atilde;o quantific&aacute;-la. A classifica&ccedil;&atilde;o    das esp&eacute;cies segue a adotada por Young e Duncan<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi considerada    neste trabalho a classifica&ccedil;&atilde;o <i>Lu. intermedia s.l.</i> e n&atilde;o    <i>Lu. intermedia s.str</i>. ou <i>Lu. neivai</i>, em raz&atilde;o de os dados    constantes nos bancos consultados referirem informa&ccedil;&otilde;es anteriores    &agrave; distin&ccedil;&atilde;o deste complexo de esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Taxas de incid&ecirc;ncia    m&eacute;dias foram calculadas a partir dos casos aut&oacute;ctones notificados    ao CVE. Para este cap&iacute;tulo foram consideradas as datas de in&iacute;cio    das manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas de cada caso notificado no per&iacute;odo    compreendido entre 1998 a 2008.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os munic&iacute;pios    foram classificados segundo a magnitude de ocorr&ecirc;ncia de casos em "pequena    magnitude" (ocorr&ecirc;ncia de 01 a 05 casos), "m&eacute;dia magnitude" (ocorr&ecirc;ncia    de 06 a 20 casos) e "grande magnitude" (ocorr&ecirc;ncia de 20 ou mais casos),    e analisados por suas caracter&iacute;sticas ambientais, por suas taxas de incid&ecirc;ncia    de LTA e por sua magnitude.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As Figuras sobre    a ocorr&ecirc;ncia dos vetores foram confeccionadas com dados de Pessoa e Barretto<sup>4</sup>    referentes &agrave; d&eacute;cada de 1940, e das pesquisas entomol&oacute;gicas    realizadas pela SUCEN para o per&iacute;odo de 1985 a 2008, tendo considerado    os estudos de Marcondes (1996)<sup>14</sup> e Andrade-Filho et al. (2003 e 2007)<sup>19,20</sup>    no tocante &agrave;s esp&eacute;cies <i>Lutzomyia intermedia</i> e <i>Lutzomyia    neivai</i>, representadas neste artigo como <i>Lutzomyia intermedia s.l</i>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa foi    realizada a partir de dados secund&aacute;rios da SUCEN e CVE da SES/SP, sendo    divulgados apenas dados agrupados. O protocolo de pesquisa foi submetido e aprovado    pela SUCEN (CEP 1210/10).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Entre 1975 e 2008,    o CVE registrou 12.978 casos aut&oacute;ctones de LTA distribu&iacute;dos em    385 munic&iacute;pios, com predom&iacute;nio daqueles localizados nas &aacute;reas    de dom&iacute;nio da Mata Atl&acirc;ntica. No per&iacute;odo de 1975 a 1985,    45 munic&iacute;pios foram respons&aacute;veis pelo registro de 1.281 casos    de LTA, passando a 258 munic&iacute;pios e 4.093 casos entre 1986 e 1995, com    eleva&ccedil;&atilde;o de 32,9% nos munic&iacute;pios acometidos no per&iacute;odo    de 1996 a 2008, representando uma tend&ecirc;ncia linear de crescimento no n&uacute;mero    de casos (r<sup>2</sup> = 0,5243) (<a href="#f1">Figura 1</a>). Houve aumento    no n&uacute;mero de munic&iacute;pios do Estado com registro de 01 a 05 casos    aut&oacute;ctones de LTA. No per&iacute;odo de 1986 a 1995, os munic&iacute;pios    com 01 a 05 casos representavam 58,9%, e aqueles com at&eacute; 20 casos da    doen&ccedil;a 80,6%. Para o per&iacute;odo de 1998 a 2008 estes percentuais    foram de 67,5 e 86,7, respectivamente. N&uacute;mero superior a 20 casos foi    verificado em 19,4% dos munic&iacute;pios do Estado para o per&iacute;odo de    1986 a 1995, e 13,3% para o per&iacute;odo de 1998 a 2008.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/15f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os coeficientes    de incid&ecirc;ncia m&eacute;dia acumulada foram calculados para o per&iacute;odo    de 1998 a 2008 e variaram de 0,00 a 152,48 casos/100.000 hab, quando os maiores    &iacute;ndices foram em munic&iacute;pios situados, principalmente, a leste    do Estado (<a href="#f2">Figura 2</a>). As regi&otilde;es sul, sudeste, nordeste    e oeste tamb&eacute;m contribu&iacute;ram com percentuais elevados. Na classifica&ccedil;&atilde;o    dos munic&iacute;pios segundo a magnitude de ocorr&ecirc;ncia de casos pode-se    verificar que 67,5% possu&iacute;am "pequena magnitude", 19,2% "m&eacute;dia    magnitude" e 13,3% "grande magnitude".</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/15f02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O vetor <i>Lutzomyia    intermedia s.l.</i> esteve associado &agrave; maioria das pesquisas entomol&oacute;gicas    realizadas pela SUCEN. Se comparada &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o do <i>Lu.    intermedia</i> feita por Pessoa e Barretto (1948)<sup>4</sup>, pode-se verificar    amplia&ccedil;&atilde;o de sua &aacute;rea de distribui&ccedil;&atilde;o (<a href="#f3">Figura    3</a>). No per&iacute;odo de 1998 a 2008 foram coletados 14.354 exemplares de    flebotom&iacute;neos de 16 esp&eacute;cies do g&ecirc;nero <i>Lutzomyia</i>    representados prin-cipalmente por <i>Lu. intermedia s.l.</i> (81,25%), <i>Lu.&nbsp;whitmani</i>    (7,28%) e <i>Lutzomyia pessoai</i> (3,28%) (<a href="#t1">Tabela&nbsp;1</a>).    Considerando-se os 645 munic&iacute;pios existentes no Estado e as coletas entomol&oacute;gicas    realizadas no per&iacute;odo de 1985 a 2008, <i>Lu. intermedia s.l.</i> foi    registrada em 148 deles (22,9%), <i>Lu. whitmani</i> em 111 (17,2%) <i>Lutzomyia    fischeri</i> em 102 (15,8%), <i>Lu. migonei</i> em 87 (13,4%) e <i>Lu. pessoai</i>    em 66 (10,2%). Percentuais menores foram obtidos para esp&eacute;cies de menor    import&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica.</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/15f03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/15t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nos locais prov&aacute;veis    de infec&ccedil;&atilde;o foi observada a presen&ccedil;a de uma &uacute;nica    esp&eacute;cie de flebotom&iacute;neo em 41 (6,3%) munic&iacute;pios do Estado,    duas esp&eacute;cies em 33 munic&iacute;pios (5,1%) e n&uacute;mero superior    a tr&ecirc;s esp&eacute;cies foram constatadas em 132 (20,5%) munic&iacute;pios.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O cruzamento de    dados de cobertura vegetal e geomorfol&oacute;gicos<sup>21</sup> com aqueles    da distribui&ccedil;&atilde;o de casos, segundo magnitude referente ao per&iacute;odo    de 1998 a 2008 e distribui&ccedil;&atilde;o dos vetores da LTA para o per&iacute;odo    de 1985 a 2008, permitiram verificar amplia&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas    de risco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nas primeiras d&eacute;cadas    do s&eacute;culo XX, com o desbravamento da regi&atilde;o oeste do ESP surgiram    importantes focos end&ecirc;micos de LTA, principalmente nas regi&otilde;es    da Alta Sorocabana, Noroeste e Alta Paulista<sup>22</sup>. Ap&oacute;s esta    fase, os casos concentraram-se em determinadas regi&otilde;es de forma n&atilde;o    homog&ecirc;nea. Atualmente, a situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica    da LTA caracteriza-se pela predomin&acirc;ncia de casos aut&oacute;ctones, com    a transmiss&atilde;o presente em todo o Estado se sobrepondo &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o    dos flebotom&iacute;neos vetores.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Maiores coeficientes    de incid&ecirc;ncia t&ecirc;m sido constatados nas regi&otilde;es sul, leste,    oeste e sudeste. &Aacute;reas de incid&ecirc;ncia anteriormente conhecidas foram    ampliadas registrando grande n&uacute;mero de casos em novas &aacute;reas rurais.    As maiores incid&ecirc;ncias de LTA permanecem restritas a algumas &aacute;reas    pr&oacute;ximas &agrave; Mata Atl&acirc;ntica do ESP. Houve aumento no n&uacute;mero    de munic&iacute;pios com pequena ocorr&ecirc;ncia de casos ("baixa magnitude").    A concentra&ccedil;&atilde;o de casos se d&aacute; em uma popula&ccedil;&atilde;o    que cresce, em locais onde a moradia &eacute; prec&aacute;ria, com baixa renda    per capita<sup>23</sup> e que, al&eacute;m disso, est&aacute; exposta ao vetor<sup>24</sup>    aonde as estrat&eacute;gias de controle devem privilegiar as medidas diretamente    relacionadas com o ambiente humano.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A presen&ccedil;a    de 17 esp&eacute;cies de flebotom&iacute;neos indica uma alta diversidade, provavelmente,    em virtude de vegeta&ccedil;&atilde;o e relevo diversificados. O clima &eacute;    um fator que afeta a distribui&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies de <i>Lutzomyia</i>.    A eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura global desencadeia impacto na variabilidade    clim&aacute;tica, propiciando aumento da densidade de d&iacute;pteros com reflexos    na casu&iacute;stica de LTA, o que foi observado com o efeito do El Nin&otilde;    em algumas localidades da Col&ocirc;mbia<sup>25</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na observa&ccedil;&atilde;o    das esp&eacute;cies presentes por munic&iacute;pio do Estado, mesmo que estejam    sobre a mesma fei&ccedil;&atilde;o paisag&iacute;stica, ora uma, ora outra esp&eacute;cie    parece ter destacado papel na transmiss&atilde;o de LTA coincidindo com dados    de outros autores<sup>11,26,27</sup>. No passado, durante as d&eacute;cadas    de 1930 e 1940, a transmiss&atilde;o da LTA esteve associada a <i>Lu. whitmani</i>,    <i>Lu. pessoai</i>, <i>Lu. migonei</i>, esp&eacute;cies que mostravam um comportamento    silvestre<sup>28,29</sup>. No momento atual, <i>L. (V.) braziliensis</i> &eacute;    encontrada associada a uma variedade de flebotom&iacute;neos com diferentes    ciclos de transmiss&atilde;o, em muitas &aacute;reas geogr&aacute;ficas onde    o vetor est&aacute; presente dentro das casas, no entorno e em abrigo de animais    dom&eacute;sticos<sup>25</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><i>Lu. intermedia    s.l.</i> tem sido apontado como o t&aacute;xon mais importante no atual perfil    epidemiol&oacute;gico da LTA, por sua predomin&acirc;ncia em ambientes modificados    e constante presen&ccedil;a no intra e peridomic&iacute;lio, corroborando com    os estudos de Shimabukuro et al.<sup>30</sup>. Pessoa e Barretto<sup>4</sup>,    na &eacute;poca, classificaram a regi&atilde;o litor&acirc;nea do ESP como &aacute;rea    indene e o Planalto Ocidental como &aacute;rea de alta endemicidade, com predom&iacute;nio    de <i>Lu. whitmani</i> e <i>Lu. pessoai</i>. Em nossa avalia&ccedil;&atilde;o    verificou-se a presen&ccedil;a de <i>Lu. intermedia s.l.</i> como o principal    envolvido na transmiss&atilde;o da LTA nas &aacute;reas litor&acirc;neas e de    planalto. A sobreposi&ccedil;&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies    na maioria dos munic&iacute;pios com casos aut&oacute;ctones de LTA indica a    necessidade de realiza&ccedil;&atilde;o de estudos longitudinais em diferentes    locais como estrat&eacute;gia para o conhecimento dos ciclos de transmiss&atilde;o    de <i>Leishmania (V.) braziliensis</i>. Segundo Neves et al.<sup>31</sup>, pode-se    supor que a simples detec&ccedil;&atilde;o de uma das esp&eacute;cies de flebotom&iacute;neo    de maior import&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica j&aacute; configura fator de    risco para a LTA, n&atilde;o sendo este risco potencializado pela detec&ccedil;&atilde;o    de mais de uma esp&eacute;cie.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A an&aacute;lise    da distribui&ccedil;&atilde;o espacial das esp&eacute;cies no ESP mostrou ampla    dispers&atilde;o, mas com forte concentra&ccedil;&atilde;o em algumas &aacute;reas,    permitindo a identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de menor endemicidade    ou de ocorr&ecirc;ncia de casos isolados. As esp&eacute;cies de flebotom&iacute;neos    parecem ocorrer em padr&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o de acordo com    cobertura vegetal natural, aspectos geomorfol&oacute;gicos, isotermas e pluviosidade.    Embora algumas esp&eacute;cies mais silvestres tenham demonstrado distribui&ccedil;&atilde;o    diferente no passado, estando relacionadas com &aacute;reas anteriormente de    matas; as esp&eacute;cies que possuem comportamento endof&iacute;lico apresentaram    pouca modifica&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua distribui&ccedil;&atilde;o,    quando comparados com os dados da literatura. &Aacute;reas caracterizadas como    de m&eacute;dia endemicidade por Neves (1999)<sup>24</sup> passaram a ser &aacute;reas    de grande magnitude de ocorr&ecirc;ncia de casos, com abund&acirc;ncia e diversidade    de vetores, resultando em amplia&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de transmiss&atilde;o    da LTA. Esta amplia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi observada na regi&atilde;o    do Pontal do Paranapanema, extremo oeste do Estado, &aacute;rea considerada    de baixa endemicidade. H&aacute; nesta regi&atilde;o consider&aacute;vel grau    de exposi&ccedil;&atilde;o relacionado a assentamentos populacionais agr&iacute;colas    que se formaram, o que favoreceu a adapta&ccedil;&atilde;o de hospedeiros mam&iacute;feros    e vetores ao novo ambiente, gerando impactos sobre a sa&uacute;de humana<sup>31</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O fato &eacute;    que o surgimento da infec&ccedil;&atilde;o est&aacute; primariamente relacionado    com o processo migrat&oacute;rio e com aglomerados semi-urbanizados, em que    a presen&ccedil;a de animais dom&eacute;sticos parece ter papel importante como    novos reservat&oacute;rios do parasito<sup>24,31,32</sup>. Neste caso, basta    que a infec&ccedil;&atilde;o entre no circuito peridom&eacute;stico, por interm&eacute;dio    de animais sinantr&oacute;picos (ou dom&eacute;sticos), para que a doen&ccedil;a    se estabele&ccedil;a e se incremente por causa das condi&ccedil;&otilde;es de    vida insalubres e prec&aacute;rias.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Estado de S&atilde;o    Paulo, a LTA encontra-se em expans&atilde;o e a regi&atilde;o do Vale do Ribeira,    situada ao sul do Estado, apresenta as taxas de incid&ecirc;ncia mais altas<sup>33</sup>.    Embora esta regi&atilde;o apresente imenso patrim&ocirc;nio ambiental e cultural,    &eacute; desprovida de infraestrutura de saneamento e de alternativas econ&ocirc;micas    adequadas ao desenvolvimento sustent&aacute;vel que permitam a utiliza&ccedil;&atilde;o    racional dos recursos. As extensas &aacute;reas com remanescentes de Mata Atl&acirc;ntica    no Vale do Ribeira e a localiza&ccedil;&atilde;o das moradias pr&oacute;ximas    &agrave;s matas tem favorecido a presen&ccedil;a de flebotom&iacute;neos, aumentando    a possibilidade de transmiss&atilde;o aut&oacute;ctone de LTA<sup>33</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Apesar de ampliados    os conhecimentos a respeito da epidemiologia e do comportamento dos vetores,    muito dever&aacute; ser investigado a respeito de mecanismos de dispers&atilde;o    e sobreviv&ecirc;ncias frente ao desequil&iacute;brio ecol&oacute;gico. A exist&ecirc;ncia    de vetores fora dos limites silvestres representa chance de dissemina&ccedil;&atilde;o    dos parasitos longe dos limites do foco natural da doen&ccedil;a e a ocorr&ecirc;ncia    de ciclos secund&aacute;rios da <i>Leishmania,</i> o que traduz a multiplicidade    de aspectos na transmiss&atilde;o da LTA. Isto deve ser investigado de forma    a garantir estrat&eacute;gias de controle mais adequadas e eficazes, e tamb&eacute;m    medidas de prote&ccedil;&atilde;o para prevenir a transmiss&atilde;o nas &aacute;reas    destacadas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A diversidade dos    perfis epidemiol&oacute;gicos e ecol&oacute;gicos para as diversas regi&otilde;es    impossibilita a ado&ccedil;&atilde;o de medidas comuns de controle da doen&ccedil;a<sup>34</sup>.    A vigil&acirc;ncia e controle do programa est&atilde;o baseados em medidas espec&iacute;ficas    para cada &aacute;rea, segundo a situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica,    e est&atilde;o centradas no diagn&oacute;stico precoce, no tratamento adequado    dos casos humanos - al&eacute;m da identifica&ccedil;&atilde;o do agente etiol&oacute;gico    circulante e do vetor predominante - e na redu&ccedil;&atilde;o do contato homem-vetor,    por meio da ado&ccedil;&atilde;o de medidas de prote&ccedil;&atilde;o individuais    e coletivas<sup>35</sup>. O esclarecimento da popula&ccedil;&atilde;o torna-se    imprescind&iacute;vel como instrumento principal no controle da LTA. Crian&ccedil;as    e professores informados podem funcionar como difusores de conhecimento em sua    resid&ecirc;ncia e comunidade, sendo capazes de atuar de forma relevante no    controle de endemias<sup>36</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Vale ressaltar    a import&acirc;ncia da notifica&ccedil;&atilde;o oportuna de caso de LTA, considerando-se,    principalmente, a necessidade de implementar e desencadear as medidas de controle,    uma vez que a subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos, al&eacute;m de induzir    distor&ccedil;&otilde;es no que se refere &agrave;s taxas de incid&ecirc;ncia,    dificulta o conhecimento do comportamento da doen&ccedil;a nas prov&aacute;veis    &aacute;reas de transmiss&atilde;o e o seu acompanhamento naquelas j&aacute;    conhecidas. No tocante &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos vetores da LTA,    o conhecimento e a divulga&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas receptivas fornece    subs&iacute;dios &agrave; vigil&acirc;ncia da doen&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Conflito de    interesse:</b> Os autores declaram n&atilde;o haver nenhum tipo de conflito    de interesse.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"> <b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. World Health    Organization. <i>Leishmaniasis: The Global Trend.</i> 2009. Dispon&iacute;vel    em <a href="http://http://www.who.int/neglected_diseases/integrated_media_leishmaniasis/en/index.html" target="_blank">http://www.who.int/neglecteddiseases/integrated_media_leishmaniasis/en/index.html</a>    &#91;Acessado em 25de agosto de 2009&#93;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959470&pid=S1415-790X201200030001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Costa JML. Epidemiologia    das Leishmanioses no Brasil. <i>Gaz Med Bahia</i> 2005; 75(1): 3-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959472&pid=S1415-790X201200030001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Gomes AC. Sandfly    vectorial ecology in the State of S&atilde;o Paulo. <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i>    1994; 89: 457-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959474&pid=S1415-790X201200030001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Pess&ocirc;a    SB, Barretto MP. <i>Leishmaniose tegumentar americana.</i> Rio de Janeiro, Brasil:    Imprensa Nacional; 1948.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959476&pid=S1415-790X201200030001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Gomes AC, Rabello    EX, Santos JLF, Galati EAB. Aspectos da leishmaniose tegumentar americana. 1.    Estudo experimental da freq&uuml;&ecirc;ncia de flebotom&iacute;neos a ec&oacute;topos    artificiais com refer&ecirc;ncia especial a <i>Psychodopygus intermedius</i>.    <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1980; 14: 540-56</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959478&pid=S1415-790X201200030001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Gomes AC. Perfil    Epidemiol&oacute;gico da leishmaniose tegumentar no Brasil. <i>An Bras Dermatologia</i>    1992; 67: 55-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959479&pid=S1415-790X201200030001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Tolezano JE.    Epidemiological aspects of American cutaneous leishmaniasis in the State of    S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i> 1994; 89: 427-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959481&pid=S1415-790X201200030001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Secretaria de    Estado da Sa&uacute;de. <i>Manual de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica    - Leishmaniose Tegumentar Americana. Normas e Instru&ccedil;&otilde;es.</i>    Falta inserir cidade: Centro de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica Professor    Alexandre Vranjac; 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959483&pid=S1415-790X201200030001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Gomes AC, Neves    VLFC. Estrat&eacute;gia e perspectivas de controle da leishmaniose tegumentar    no Estado de S&atilde;o Paulo. <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 1998; 31(6): 553-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959485&pid=S1415-790X201200030001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Forattini OP,    Rabelo EX, Serra OP, Galati EAB, Barata JMS. Observa&ccedil;&otilde;es sobre    a transmiss&atilde;o da leishmaniose tegumentar no Estado de S&atilde;o Paulo,    Brasil. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1976; 10: 31-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959487&pid=S1415-790X201200030001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Taniguchi HH,    Tolezano JE, Corr&ecirc;a FMA, Moraes RHP, Marass&aacute; AM. Epidemiologia    da leishmaniose tegumentar americana no Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil.    I. Composi&ccedil;&atilde;o da fauna flebotom&iacute;nica no Munic&iacute;pio    de S&atilde;o Roque, regi&atilde;o de Sorocaba. <i>Rev Inst Adolfo Lutz</i>    1991; 51: 23-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959489&pid=S1415-790X201200030001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Domingos MF,    Bruno GCC, Ciaravolo RMC, Galati EAB, Wanderley DMV, Corr&ecirc;a FMA. Leishmaniose    tegumentar americana: flebotom&iacute;neos de &aacute;rea de transmiss&atilde;o    no munic&iacute;pio de Pedro de Toledo, regi&atilde;o sul do Estado de S&atilde;o    Paulo, Brasil. <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 1998; 31(5): 425-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959491&pid=S1415-790X201200030001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Condino MLF,    Sampaio SMP, Henriques LF, Galati EAB, Wanderley DMV, Corr&ecirc;a FMA. Leishmaniose    tegumentar americana: flebotom&iacute;neos de &aacute;rea de transmiss&atilde;o    no munic&iacute;pio de Teodoro Sampaio, regi&atilde;o sudoeste do Estado de    S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 1998; 31(4): 355-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959493&pid=S1415-790X201200030001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Marcondes CB.    A redescription of <i>Lutzomyia</i> (<i>Nyssomyia</i>) <i>intermedia</i> (Lutz    &amp; Neiva, 1912), and resurrection of <i>L. neivai</i> (Pinto, 1926) (Diptera,    Psychodidae, Phlebotominae). <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i> 1996; 91: 457-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959495&pid=S1415-790X201200030001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Marcondes CB.    Morfometria e DNA mitochondrial de popula&ccedil;&otilde;es sul americanas de    <i>Lutzomyia (Nyssomyia) intermedia</i> (Lutz &amp; Neiva, 1912) (Diptera, Psychodidae,    Phlebotominae). <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 1997; 30: 533-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959497&pid=S1415-790X201200030001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Mayo RC, Casanova    C, Mascarini LM, Pgnatti MG, Rangel O, Galati EAB et al. Flebotom&iacute;neos    (Diptera, Psychodidae) de &aacute;rea de transmiss&atilde;o de leishmaniose    tegumentar americana, no munic&iacute;pio de Itupeva, regi&atilde;o sudeste    do Estado de S&atilde;o Paulo Brasil. <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 1998; 31(4):    339-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959499&pid=S1415-790X201200030001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Azevedo ACR,    Rangel EF. A study of sandfly species (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae)    in focus of cutaneous Leishmaniasis in the municipality of Baturit&eacute;,    Cear&aacute;, Brazil. <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i> 1991; 86: 405-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959501&pid=S1415-790X201200030001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Young DG, Duncan    MA. Guide to the identification and geographic distribution of <i>Lutzomyia</i>    sand flies in Mexico, the West Indies, Central and South America (Diptera: Psychodidae).    <i>Memoirs of the American Entomological Institute 54</i>. Gainesville: Associated    Publishers; 1994, 881p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959503&pid=S1415-790X201200030001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Andrade-Filho    JD, Galati EAB, Falc&atilde;o AL. Redescription of <i>Nyssomyia intermedia</i>    (Lutz &amp; Neiva, 1912) and <i>Nyssomyia neivai</i> (Pinto, 1926) (D&iacute;ptera:    Psychodidae). <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i> 2003; 98: 1059-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959505&pid=S1415-790X201200030001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Andrade-Filho    JD, Galati EAB, Falc&atilde;o AL. <i>Nyssomyia intermedia</i> (Lutz &amp; Neiva,    1912) and <i>Nyssomyia neivai</i> (Pinto, 1926) (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae)    geographical distribution and epidemiological importance. <i>Mem Inst Oswaldo    Cruz</i> 2007; 102: 481-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959507&pid=S1415-790X201200030001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Secretaria    de Estado do Meio Ambiente/Instituto Florestal. <i>Invent&aacute;rio florestal    da vegeta&ccedil;&atilde;o natural do Estado de S&atilde;o Paulo</i>. Imprensa    Oficial; 2005. 200p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959509&pid=S1415-790X201200030001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Pessoa SB,    Pestana BR. Sobre a dissemina&ccedil;&atilde;o da leishmaniose tegumentar no    Estado de S&atilde;o Paulo. <i>Arq Higiene</i> 1940; 8: 37-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959511&pid=S1415-790X201200030001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Secretaria    de Estado do Planejamento. Funda&ccedil;&atilde;o de Sistema Estadual de An&aacute;lise    de Dados. Dispon&iacute;vel em <a href="http://http://www.seade.gov.br/produtos/iprs/analises/RARegistro.pdf" target="_blank">http://www.seade.gov.br/produtos/iprs/analises/RARegistro.pdf</a>    &#91;Acessado em 26 de agosto de 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959513&pid=S1415-790X201200030001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Neves VLFC.    <i>Caracter&iacute;sticas da transmiss&atilde;o da Leishmaniose Tegumentar Americana    no Estado de S&atilde;o Paulo</i> (disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado). S&atilde;o    Paulo: Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da USP; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959515&pid=S1415-790X201200030001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Oddone R. Ecoepidemiology    of American Tegumentary Leishmaniasis due to <i>Leishmania braziliensis</i>.    In: <i>Update of American Trypanosomiasis and Leishmaniasis Control and Research:    Final Report</i>. Rio de Janeiro: PAHO/WHO; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959517&pid=S1415-790X201200030001500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Gomes AC, Galati    EAB. Aspectos ecol&oacute;gicos da leishmaniose tegumentar americana. 5. Estratifica&ccedil;&atilde;o    da atividade espacial e estacional de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) em    &aacute;reas de cultura agr&iacute;cola da regi&atilde;o do Vale do Ribeira,    Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Mem Inst Oswaldo Cruz</i> 1987; 82: 467-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959519&pid=S1415-790X201200030001500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Shimabukuru    PHF, Galati EAB. Lista de esp&eacute;cies de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae)    do Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil, com coment&aacute;rios sobre sua distribui&ccedil;&atilde;o    geogr&aacute;fica. <i>Biota Neotrop</i> 2011; 11: 1-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959521&pid=S1415-790X201200030001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Barretto MP.&nbsp;<i>Observa&ccedil;&otilde;es    sobre a biologia em condi&ccedil;&otilde;es naturais dos flebot&oacute;mos do    Estado de S&atilde;o Paulo (Diptera:Psychodidae).</i>&nbsp;S&atilde;o Paulo:    Faculdade de Medicina de Universidade de S&atilde;o Paulo; 1943; 162 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959523&pid=S1415-790X201200030001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Forattini OP,    Patoli D, Aun R. Algumas observa&ccedil;&otilde;es sobre o comportamento da&nbsp;<i>Leishmania    braziliensis</i>&nbsp;em c&atilde;es.&nbsp;<i>Arq Fac Hig S. Paulo</i> 1953;    7: 139-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959525&pid=S1415-790X201200030001500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Shimabukuro    PHF, Silva TRR, Fonseca FOR, Baton LA, Galati EAB. Geographical distribution    of American cutaneous leishmaniasis and its phlebotomine vectors (Diptera: Psychodidae)    in the state of S&atilde;o Paulo, Brazil. <i>Parasites &amp; Vectors</i> 2010;    3: 121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959527&pid=S1415-790X201200030001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">31. Neves VLFC,    Gomes AC, Antunes JLF. Correla&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de esp&eacute;cies    de flebotom&iacute;neos (Diptera: Psychodidae) com registros de casos da leishmaniose    tegumentar americana no Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Rev Soc Bras    Med Trop</i> 2002; 35: 299-306.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959529&pid=S1415-790X201200030001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">32. Naiff-Jr RD,    Pinheiro FG, Naiff MF, Souza IS, Castro LM, Menezes MP et al. Estudo de uma    s&eacute;rie de casos de leishmaniose tegumentar americana no munic&iacute;pio    de Rio Preto da Eva, Amazonas, Brasil. <i>Rev Pat Trop</i> 2009; 38(2): 103-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959531&pid=S1415-790X201200030001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">33. Silva AF, Latorre    MRDO, Galati EAB. Fatores relacionados &agrave; ocorr&ecirc;ncia de leishmaniose    tegumentar americana no Vale do Ribeira. <i>Rev Soc Bras Med Trop</i> 2010;    43(1): 46-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959533&pid=S1415-790X201200030001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">34. Dourado MICE,    Noronha CV, Alc&acirc;ntara N, Ishihara MY, Loureiro S. Epidemiologia da Leishmaniose    Tegumentar Americana e suas rela&ccedil;&otilde;es com a lavoura e o garimpo,    em localidade do Estado da Bahia (Brasil). <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>    1998; 23: 2-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959535&pid=S1415-790X201200030001500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">35. Secretaria    de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica    das zoonoses de interesse para a sa&uacute;de p&uacute;blica. <i>Bol Eletr Epidemiol</i>    (BEPA) 2010; 10: 13-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959537&pid=S1415-790X201200030001500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">36. Uchoa CMA,Serra    CMB, Magalh&atilde;es CM, Silva RMM, Figliuolo LP, Leal CA, Madeira MF. Educa&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de: ensinando sobre leishmaniose tegumentar americana. <i>Cad Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i> 2004; 20: 935-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1959539&pid=S1415-790X201200030001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbepid/v15n3/seta.jpg" border="0"></a>    Correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b> Rubens Antonio da Silva    <br>   Departamento de Combate a Vetores    <br>   Superintend&ecirc;ncia de Controle de Endemias    <br>   Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo    <br>   Rua Paula Sousa 166, 1º andar, Luz    <br>   CEP 01027-000 S&atilde;o Paulo, SP    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   E-mail: <a href="mailto:rubensantoniosilva@gmail.com">rubensantoniosilva@gmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em: 14/04/11    <br>   Vers&atilde;o final apresentada em: 11/01/12    <br>   Aprovado em: 03/02/12</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Leishmaniasis: The Global Trend]]></source>
<year>2009</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[JML]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia das Leishmanioses no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Gaz Med Bahia]]></source>
<year>2005</year>
<volume>75</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-17</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sandfly vectorial ecology in the State of São Paulo]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1994</year>
<volume>89</volume>
<page-range>457-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pessôa]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barretto]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Leishmaniose tegumentar americana]]></source>
<year>1948</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Imprensa Nacional]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rabello]]></surname>
<given-names><![CDATA[EX]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[JLF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos da leishmaniose tegumentar americana: 1. Estudo experimental da freqüência de flebotomíneos a ecótopos artificiais com referência especial a Psychodopygus intermedius]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Saúde Pública]]></source>
<year>1980</year>
<volume>14</volume>
<page-range>540-56</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfil Epidemiológico da leishmaniose tegumentar no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[An Bras Dermatologia]]></source>
<year>1992</year>
<volume>67</volume>
<page-range>55-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tolezano]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Epidemiological aspects of American cutaneous leishmaniasis in the State of São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1994</year>
<volume>89</volume>
<page-range>427-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Secretaria de Estado da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Manual de Vigilância Epidemiológica - Leishmaniose Tegumentar Americana: Normas e Instruções]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-name><![CDATA[Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neves]]></surname>
<given-names><![CDATA[VLFC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégia e perspectivas de controle da leishmaniose tegumentar no Estado de São Paulo]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>1998</year>
<volume>31</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>553-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Forattini]]></surname>
<given-names><![CDATA[OP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rabelo]]></surname>
<given-names><![CDATA[EX]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[OP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barata]]></surname>
<given-names><![CDATA[JMS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Observações sobre a transmissão da leishmaniose tegumentar no Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Saúde Pública]]></source>
<year>1976</year>
<volume>10</volume>
<page-range>31-43</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taniguchi]]></surname>
<given-names><![CDATA[HH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tolezano]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Corrêa]]></surname>
<given-names><![CDATA[FMA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[RHP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marassá]]></surname>
<given-names><![CDATA[AM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia da leishmaniose tegumentar americana no Estado de São Paulo, Brasil: I. Composição da fauna flebotomínica no Município de São Roque, região de Sorocaba]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Inst Adolfo Lutz]]></source>
<year>1991</year>
<volume>51</volume>
<page-range>23-30</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Domingos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bruno]]></surname>
<given-names><![CDATA[GCC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ciaravolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[RMC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wanderley]]></surname>
<given-names><![CDATA[DMV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Corrêa]]></surname>
<given-names><![CDATA[FMA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Leishmaniose tegumentar americana: flebotomíneos de área de transmissão no município de Pedro de Toledo, região sul do Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>1998</year>
<volume>31</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>425-32</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Condino]]></surname>
<given-names><![CDATA[MLF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[SMP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Henriques]]></surname>
<given-names><![CDATA[LF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wanderley]]></surname>
<given-names><![CDATA[DMV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Corrêa]]></surname>
<given-names><![CDATA[FMA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Leishmaniose tegumentar americana: flebotomíneos de área de transmissão no município de Teodoro Sampaio, região sudoeste do Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>1998</year>
<volume>31</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>355-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marcondes]]></surname>
<given-names><![CDATA[CB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A redescription of Lutzomyia (Nyssomyia) intermedia (Lutz & Neiva, 1912), and resurrection of L: neivai (Pinto, 1926) (Diptera, Psychodidae, Phlebotominae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1996</year>
<volume>91</volume>
<page-range>457-62</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marcondes]]></surname>
<given-names><![CDATA[CB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfometria e DNA mitochondrial de populações sul americanas de Lutzomyia (Nyssomyia) intermedia (Lutz & Neiva, 1912) (Diptera, Psychodidae, Phlebotominae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>1997</year>
<volume>30</volume>
<page-range>533-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[RC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Casanova]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mascarini]]></surname>
<given-names><![CDATA[LM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pgnatti]]></surname>
<given-names><![CDATA[MG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rangel]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Flebotomíneos (Diptera, Psychodidae) de área de transmissão de leishmaniose tegumentar americana, no município de Itupeva, região sudeste do Estado de São Paulo Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>1998</year>
<volume>31</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>339-45</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rangel]]></surname>
<given-names><![CDATA[EF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A study of sandfly species (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) in focus of cutaneous Leishmaniasis in the municipality of Baturité, Ceará, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1991</year>
<volume>86</volume>
<page-range>405-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[DG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Duncan]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Guide to the identification and geographic distribution of Lutzomyia sand flies in Mexico, the West Indies, Central and South America (Diptera: Psychodidae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Memoirs of the American Entomological Institute]]></source>
<year>1994</year>
<page-range>881</page-range><publisher-loc><![CDATA[Gainesville ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Associated Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade-Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[JD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Falcão]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Redescription of Nyssomyia intermedia (Lutz & Neiva, 1912) and Nyssomyia neivai (Pinto, 1926) (Díptera: Psychodidae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>2003</year>
<volume>98</volume>
<page-range>1059-65</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade-Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[JD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Falcão]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nyssomyia intermedia (Lutz & Neiva, 1912) and Nyssomyia neivai (Pinto, 1926) (Diptera: Psychodidae: Phlebotominae) geographical distribution and epidemiological importance]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>2007</year>
<volume>102</volume>
<page-range>481-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Secretaria de Estado do Meio Ambiente/Instituto Florestal</collab>
<source><![CDATA[Inventário florestal da vegetação natural do Estado de São Paulo]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>200</page-range><publisher-loc><![CDATA[Imprensa Oficial ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pessoa]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pestana]]></surname>
<given-names><![CDATA[BR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sobre a disseminação da leishmaniose tegumentar no Estado de São Paulo]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq Higiene]]></source>
<year>1940</year>
<volume>8</volume>
<page-range>37-46</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Secretaria de Estado do Planejamento</collab>
<source><![CDATA[Fundação de Sistema Estadual de Análise de Dados]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neves]]></surname>
<given-names><![CDATA[VLFC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Características da transmissão da Leishmaniose Tegumentar Americana no Estado de São Paulo]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oddone]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ecoepidemiology of American Tegumentary Leishmaniasis due to Leishmania braziliensis]]></article-title>
<source><![CDATA[Update of American Trypanosomiasis and Leishmaniasis Control and Research: Final Report]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[PAHO/WHO]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos ecológicos da leishmaniose tegumentar americana: 5. Estratificação da atividade espacial e estacional de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) em áreas de cultura agrícola da região do Vale do Ribeira, Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Mem Inst Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1987</year>
<volume>82</volume>
<page-range>467-73</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shimabukuru]]></surname>
<given-names><![CDATA[PHF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lista de espécies de Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) do Estado de São Paulo, Brasil, com comentários sobre sua distribuição geográfica]]></article-title>
<source><![CDATA[Biota Neotrop]]></source>
<year>2011</year>
<volume>11</volume>
<page-range>1-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barretto]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Observações sobre a biologia em condições naturais dos flebotómos do Estado de São Paulo (Diptera:Psychodidae)]]></source>
<year>1943</year>
<page-range>162</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Faculdade de MedicinaUniversidade de São Paulo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Forattini]]></surname>
<given-names><![CDATA[OP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Patoli]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aun]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Algumas observações sobre o comportamento da Leishmania braziliensis em cães]]></article-title>
<source><![CDATA[Arq Fac Hig S. Paulo]]></source>
<year>1953</year>
<volume>7</volume>
<page-range>139-55</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shimabukuro]]></surname>
<given-names><![CDATA[PHF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[TRR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fonseca]]></surname>
<given-names><![CDATA[FOR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baton]]></surname>
<given-names><![CDATA[LA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Geographical distribution of American cutaneous leishmaniasis and its phlebotomine vectors (Diptera: Psychodidae) in the state of São Paulo, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Parasites & Vectors]]></source>
<year>2010</year>
<volume>3</volume>
<page-range>121</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neves]]></surname>
<given-names><![CDATA[VLFC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Antunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[JLF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Correlação da presença de espécies de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) com registros de casos da leishmaniose tegumentar americana no Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>2002</year>
<volume>35</volume>
<page-range>299-306</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Naiff-Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[RD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[FG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Naiff]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[IS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[LM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[MP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo de uma série de casos de leishmaniose tegumentar americana no município de Rio Preto da Eva, Amazonas, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Pat Trop]]></source>
<year>2009</year>
<volume>38</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>103-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<label>33</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[AF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latorre]]></surname>
<given-names><![CDATA[MRDO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galati]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores relacionados à ocorrência de leishmaniose tegumentar americana no Vale do Ribeira]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Soc Bras Med Trop]]></source>
<year>2010</year>
<volume>43</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>46-51</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<label>34</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dourado]]></surname>
<given-names><![CDATA[MICE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Noronha]]></surname>
<given-names><![CDATA[CV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alcântara]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ishihara]]></surname>
<given-names><![CDATA[MY]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Loureiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia da Leishmaniose Tegumentar Americana e suas relações com a lavoura e o garimpo, em localidade do Estado da Bahia (Brasil)]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Saúde Pública]]></source>
<year>1998</year>
<volume>23</volume>
<page-range>2-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<label>35</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Secretaria de Vigilância em Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Situação epidemiológica das zoonoses de interesse para a saúde pública]]></article-title>
<source><![CDATA[Bol Eletr Epidemiol]]></source>
<year>2010</year>
<volume>10</volume>
<page-range>13-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<label>36</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Uchoa]]></surname>
<given-names><![CDATA[CMA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[CMB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[RMM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figliuolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[LP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Madeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Educação em saúde: ensinando sobre leishmaniose tegumentar americana]]></article-title>
<source><![CDATA[Cad Saúde Pública]]></source>
<year>2004</year>
<volume>20</volume>
<page-range>935-41</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
