SciELO - Scientific Electronic Library Online

SciELO - Scientific Electronic Library Online

Article References

BARRETO, Anne Jaquelyne Roque et al. Organização dos serviços de saúde e a gestão do cuidado à tuberculose. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2012, vol.17, n.7, pp. 1875-1884. ISSN 1413-8123.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012000700027.

    1. Almeida PF, Fausto MCR, Giovanella L. Fortalecimento da atenção primária à saúde: estratégias para poencializar a coordenação dos cuidados. Rev Panam Salud Publica 2011; 29(2):84-95. [ Links ]

    2. Hijjar MA, Gerhardt G, Teixeira GM e Procópio MJ. Retrospecto do controle da tuberculose no Brasil. Rev Saude Publica 2010; 41(Supl.1):50-58. [ Links ]

    3. Dye C. Tuberculosis 2000-2010: control, but not elimination. Int J.Tuberc. Lung Dis. 2000; 4(Supl. 2):146-152. [ Links ]

    4. Pires MRGM, Göttems LBD. Análise da gestão do cuidado no Programa de Saúde da Família: referencial teórico-metodológico. Rev. bras. enferm. 2009; 62(2):294-299. [ Links ]

    5. Cecílio LCO. The death of Ivan Ilyich, by Leo Tolstoy: points to be considered regarding the multiple dimensions of healthcare management. Interface Comun Saude Educ 2009; 13(Supl.1):545-555. [ Links ]

    6. João Pessoa. Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Plano Municipal de Saúde. 2006-2009. João Pessoa (PB): SMS; 2006. [ Links ]

    7. Orlandi EP. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. 8 ed. Campinas (SP): Pontes; 2009. [ Links ]

    8. Lima DS. Documento técnico contendo dados consolidados dos principais indicadores que caracterizam a situação da tuberculose dos municípios prioritários (João Pessoa, Patos e Santa Rita) do estado da Paraíba. 2008. OPAS. Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba. Paraíba: Gerência Executiva de Vigilância em saúde, Núcleo de Doenças Endêmicas, Mar, Paraíba, 2008. [ Links ]

    9. Palha PF, Villa TCS. A descentralização como eixo norteador na reorganização e operacionalização dos princípios do Sistema Único de Saúde. Rev. esc. enferm. USP 2003; 37(3):19-26. [ Links ]

    10. Giovanella L, Mendonça MHM, Almeida PF, Escorel S, Senna MCM, Fausto MCR, Delgado MM, Andrade CLT, Cunha MS, Martins MIC e Teixeira CP. Saúde da família: limites e possibilidades para uma abordagem integral de atenção primária à saúde no Brasil. Cien Saude Colet 2009; 14(3):783-794. [ Links ]

    11. Sá LD, Oliveira AAV, Souza KMJ, Palha PF, Nogueira JA e Villa TCS. Abandono do tratamento e elenco de serviços no cuidado ao doente de tuberculose. Rev. enfermagem. UFPE 2010; 4(3):178-186. [ Links ]

    12. Oliveira GN. Apoio matricial como tecnologia de gestão e articulação em rede. In: Campos GWS, Guerreiro AVP, organizadores. Manual de práticas de Atenção Básica: saúde ampliada e compartilhada. 2 ed. São Paulo: Aderaldo & Rothschild; 2010. p. 273-282. [ Links ]

    13. Campos GWS. Um método para análise e co-gestão de coletivos: a constituição do sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições: o método da roda. São Paulo: Hucitec; 2000. [ Links ]

    14. Nogueira JA, Sá LD, França UM, Almeida AS, Lima DS, Figueiredo TMRM, Villa TCS. O sistema de informação e o controle da tuberculose nos municípios prioritários da Paraíba - Brasil. Rev. esc. enferm. USP 2009; 43(1):125-131. [ Links ]

    15. Word Health Organization (WHO). Global tuberculosis control: surveillance, planning, financing. In: Brazil: country profile. Geneva: WHO; 2006. p. 77-79. [ Links ]

    16. Terra MF, Bertolozzi MR. Tratamento Diretamente Supervisionado (DOTS) contribui para adesão ao tratamento da tuberculose? Rev. Latino-am Enfermagem 2008; 16(4):659-664. [ Links ]

    17. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Controle da Tuberculose. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil. [acessado em 2010 out 19]. 2010. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_de_recomendacoes _controle_tb_novo.pdf. [ Links ]

    18. Formiga NS, Lima DS. A tuberculose no Estado da Paraíba/Brasil: a operacionalidade do tratamento supervisionado no controle da tuberculose. ConScientiae Saúde 2009; 8(2):197-201. [ Links ]

    19. Merhy EE. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. 3 ed. São Paulo: Hucitec; 2007. [ Links ]

    20. Ayres JRCM. Sujeito, intersubjetividade e práticas de saúde. Cien Saude Colet 2001; 6(1):63-72. [ Links ]

    21. Barros S, Oliveira MAF, Silva ALA. Práticas inovadoras para o cuidado em saúde. Rev. esc. enf. USP 2005; 41(Esp):815-819. [ Links ]

    22. Czeresnia D. O Conceito de Saúde e a Diferença entre Prevenção e Promoção. In: Czeresnia D, organizador. Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2003. p. 39-53. [ Links ]

    23. Ayres JRCM, Calazans GJ, Saletti Filho HC e França-Júnior I. Risco, vulnerabilidade e práticas de prevenção e promoção da saúde. In: Campos GWS, Minayo MCS, Akerman M, Drumond Júnior M, Carvalho YM, organizadores. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec, Fiocruz; 2006. p.375-417. [ Links ]

    24. Teixeira CF, Jesus WLA. Correntes de pensamento em planejamento de saúde no Brasil. In: Teixeira CF, organizador. Planejamento em saúde: conceitos, métodos e experiências. Salvador: EDUFBA; 2010. p. 33-50. [ Links ]

    25. Paim JS. Planejamento em Saúde para não Especialistas. In.: Campos GWS, Minayo MCS, Akerman M, Drumond Júnior M, Carvalho YM. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec, Fiocruz; 2007. p. 767-782. [ Links ]