SciELO - Scientific Electronic Library Online

SciELO - Scientific Electronic Library Online

Article References

GUEDES, Cristiano. Decisões reprodutivas e triagem neonatal: a perspectiva de mulheres cuidadoras de crianças com doença falciforme. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2012, vol.17, n.9, pp. 2367-2376. ISSN 1413-8123.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232012000900017.

    1. Souza C, Schwartz I, Giugliani R. Triagem neonatal de distúrbios metabólicos. Cien Saude Colet 2002; 7(1):129-137. [ Links ]

    2. Ofori-Acquah S, Ohene-Frempong K. Beyond national borders: a global perspective on advances in sickle cell disease research and management, and new challenges in the Genome Era. In: Pace B, editor. Renaissance of sickle cell disease research in the Genome Era. London: Imperial College Press; 2007. p. 333-345. [ Links ]

    3. Carvalho T. Triagem neonatal no Brasil. Rev. Médica de Minas Gerais 2005; 15:20-22. [ Links ]

    4. Botler J, Camacho L, Cruz M, George P. Triagem neonatal - o desafio de uma cobertura universal e efetiva. Cien Saude Colet 2010; 15(2):493-508. [ Links ]

    5. Rodrigues C, Araújo I, Melo L. A família da criança com doença falciforme e a equipe de enfermagem: revisão crítica. Rev Bras Hematol Hemoter 2010; 32(3):257-264. [ Links ]

    6. Corrêa M, Guilam M. O discurso do risco e o aconselhamento genético pré-natal. Cad Saude Publica 2006; 22(10):2141-2149. [ Links ]

    7. Ramalho A, Magna L, Paiva e Silva R. A portaria n. 822/01 do Ministério da Saúde e as peculiaridades das hemoglobinopatias em saúde pública no Brasil. Cad Saude Publica 2003; 19(4):1195-1199. [ Links ]

    8. Guedes C. O campo da anemia falciforme e a informação genética: um estudo sobre o aconselhamento genético [dissertação]. Brasília: Universidade de Brasília; 2006. [ Links ]

    9. Pina-Neto J. Aconselhamento genético. J Pediatr 2008; 84(4):S20-S26. [ Links ]

    10. Guedes C, Diniz D. A ética na história do aconselhamento genético: um desafio à educação médica. Rev Bras Educ Medic 2009; 33(2):247-252. [ Links ]

    11. Sivell S, Elwyn G, Gaff C, Clarke A, Iredale R, Shaw C. How risk is perceived, constructed and interpreted by clients in clinical genetics, and the effects on decision making: systematic review. J Genet Couns 2008; 17(1):30-63. [ Links ]

    12. Scott S, Prior L, Wood F, Gray J. Repositioning the patient: the implications of being 'at risk'. Soc Sci Med 2005; 60(8):1869-1879. [ Links ]

    13. Sanders T, Campbell R, Donovan J, Sharp D. Narrative accounts of hereditary risk: knowledge about family history, lay theories of disease, and "internal" and "external" causation. Qual Health Res 2007; 17(4):510-520. [ Links ]

    14. Atkin K, Ahmed S, Hewison J, Green J. Decision-making and ante-natal screening for sickle cell and thalassaemia disorders. Curr Sociol 2008; 56(1):77-98. [ Links ]

    15. Gallo A, Wilkie D, Suarez M, Labotka R, Molokie R, Thompson A, Hershberger P, Johnson B. Reproductive decisions in people with sickle cell disease or sickle cell trait. West J Nurs Res 2010; 32(8):1073-1090. [ Links ]

    16. Laguardia J. No fio da navalha: anemia falciforme, raça e as implicações no cuidado à saúde. Estud Fem 2006; 14(1):243-262. [ Links ]

    17. Bitarães E, Oliveira B, Viana M. Adesão à antiobioticoterapia profilática em crianças com anemia falciforme: um estudo prospectivo. J Pediatr 2008; 84(4):316-322. [ Links ]

    18. Diniz D, Guedes C, Barbosa L, Tauil P, Magalhães I. Prevalência do traço e da anemia falciforme em recém-nascidos do Distrito Federal, Brasil, 2004 a 2006. Cad Saude Publica 2009; 25(1):188-194. [ Links ]

    19. Guimarães T, Miranda W, Tavares M. O cotidiano das famílias de crianças e adolescentes portadores de anemia falciforme. Rev Bras Hematol Hemoter 2009; 31(1):9-14. [ Links ]

    20. Felix A, Souza H, Ribeiro S. Aspectos epidemiológicos e sociais da doença falciforme. Rev Bras Hematol Hemoter 2010; 32(3):203-208. [ Links ]

    21. Abreu I, Braguini W. Triagem neonatal: o conhecimento materno em uma maternidade no interior do Paraná, Brasil. Rev Gaúcha Enferm 2011; 32(3): 596-601. [ Links ]

    22. Hill S. Managing sickle cell disease in low-income families. Philadelphia: Temple University Press; 1994. [ Links ]

    23. Dyson S. Ethnicity and screening for sickle cell/thalassaemia: lessons for practice from the voices of experience. London: Elsevier; 2005. [ Links ]

    24. Rouse C. Uncertain suffering: racial health care disparities and sickle cell disease. California: University of California Press; 2009. [ Links ]

    25. Gaskell G. Entrevistas individuais e grupais. In: Bauer M, Gaskell G, organizadores. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes; 2004. p. 64-89. [ Links ]

    26. Strauss A, Corbin J. Pesquisa qualitativa: técnicas e procedimentos para o desenvolvimento de teoria fundamentada. Porto Alegre: Artmed, Bookman; 2008. [ Links ]

    27. Guedes C. Anemia falciforme e triagem neonatal: o significado da prevenção para as mulheres cuidadoras [tese]. Brasília: Universidade de Brasília; 2009. [ Links ]

    28. Rapp R. Testing women, testing the fetus: the social impact of amniocentesis in America. New York: Routledge; 2000. [ Links ]

    29. Ahmed S, Atkin K, Hewison J, Green J. The influence of faith and religion and the role of religious and community leaders in prenatal decisions for sickle cell disorders and thalassaemia major. Prenat Diagn 2006; 26(9):801-809. [ Links ]

    30. Rapp R. Chromosomes and communication: the discourse of genetic counseling. Med Anthropol Q 1988; 2(2):143-157. [ Links ]

    31. Glover J. Choosing children: genes, disability, and design. Oxford: Oxford University Press; 2006. [ Links ]

    32. Chazan L. O aparelho é como um automóvel; a pista é a paciente. Para além do ensino de tecnologia no pré-natal. Physis 2011; 21(2):601-627. [ Links ]

    33. Diniz D, Guedes C, Trivelino A. Educação para a genética e saúde pública: um estudo de caso sobre a anemia falciforme. Cien Saude Colet 2005; 10(2):365-372. [ Links ]

    34. Asch A. Diagnóstico pré-natal e aborto seletivo: um desafio à prática e às políticas. Physis 2003; 13(2):287-320. [ Links ]

    35. Green R. Babies by design: the ethics of genetic choice. New Haven, London: Yale University Press; 2007. [ Links ]

    36. Beck U. Sobre a incompreendida falta de experiência da genética humana e as consequências sociais do não-saber relativo. In: Boni L, Jacob G, Salzano F, organizadores. Ética e genética. Porto Alegre: Editora PUC-RS; 1998. p. 39-62. [ Links ]

    37. Araujo P. O auto cuidado na doença falciforme. Rev Bras Hematol Hemoter 2007; 29(3):239-246. [ Links ]