• Moving towards South-South International Health: debts and challenges in the regional health agenda Article

    Herrero, María Belén

    Abstract in Portuguese:

    Resumo O objetivo deste artigo é duplo. Primeiro, ele tem como objetivo investigar o aumento do interesse em saúde como uma dimensão importante da política externa e de preocupações diplomáticas, bem como o surgimento de novos quadros de integração e diplomacia da saúde regional. Em segundo lugar, procura compreender o papel e as práticas de novos blocos regionais no campo da saúde e se eles estão conduzindo ao aparecimento de novas estratégias para lidar com as políticas regionais de saúde na América do Sul. O processo de política regional refere-se à saúde como um direito. Assim, algumas práticas e processos de política social estão estabelecendo novos padrões de coesão política e social na construção de um novo regionalismo. Além disso, a saúde ascende agendas nacionais, regionais e globais de uma forma multidirecional. Uma característica especial que a Unasul propõe é de uma soberania regional da saúde, apesar do fato de os países membros manterem sua autonomia nacional. Neste contexto, a Unasul tem projetado uma política externa que promove os valores sociais a partir de outro enfoque. A experiência como Unasul mostra que os organismos regionais podem se tornar um trocador de jogo na diplomacia global e um ator influente na agenda internacional.

    Abstract in Spanish:

    Resumen El objetivo de este artículo es doble. En primer lugar,investigar el creciente interés en la salud como una dimensión importante de la política exterior, en sintonía con el surgimiento de un nuevo marcopara la integración regional y la diplomacia en salud. En segundo lugar, comprender el papel y las prácticas de los nuevos bloques regionales en el campo de la salud y si estasconducena la emergencia de nuevas estrategias para abordar las políticas sanitarias regionales en América del Sur. Los nuevos procesos de integración regional se refieren a la salud como un derecho. Así, algunas prácticas y procesos de la política regional están estableciendo nuevos patrones de cohesión política y social en el avancede un nuevo regionalismo. La salud en este proceso de formulación e implementación de la política regional,atraviesa las agendas nacionales, regionales y globales de forma multidireccional. Un valor agregado de Unasur es su propuesta de avanzar es pos de una mayor soberanía regional en salud, a pesar del hecho de que los países miembros mantienen su autonomía nacional. En este sentido, Unasur ha proyectado una política exterior que promueve principios y valores a partir de un enfoque innovador. El caso de Unasur muestra que los organismos regionales tienen el potencial para cambiar las reglas (y el resultado) del juego en la diplomacia global y convertirse en actores influyentes en la agenda internacional.

    Abstract in English:

    Abstract The aim of this paper is twofold. First, it aims to investigate the increased interest in health as an important dimension of the foreign policy and diplomatic concerns together with the emergence of a new framework for regional health integration and regional health diplomacy. Second, it seeks to understand the role and practices of new regional blocs in the field of health and whether they are conducting to the emergence of new strategies for addressing health regional policies in South America. The regional policy process relates to health as a right. Thus, some practices and processes in social policy are setting new standards for political and social cohesion in the construction of new regionalism. Health crosses national, regional, and global agendas in a multi-directional fashion, rather than via one-way, top-down policy transfer. A special feature of Unasur is upholding regional health sovereignty despite the unique fact that member countries retain national autonomy. Unasur has projected foreign policy that promotes social values in ways that seem innovative. Experience as Unasur shows that regional organisms can become a game changer in global diplomacy and an influential actor in the international agenda.
  • Development cooperation in water and sanitation: is it based on the human rights framework? Article

    Brown, Colin; Heller, Léo

    Abstract in Portuguese:

    Resumo O setor de água e esgotos vem recebendo crescente atenção e financiamento por meio da cooperação internacional para o desenvolvimento. Não apenas devido à forma como tal cooperação afeta incentivos e instituições nos países parceiros, esta pode trazer efeitos positivos ou negativos para os direitos humanos. O marco consolidado para os direitos humanos à água e ao esgotamento sanitário vem sendo associado aos esforços da cooperação para o desenvolvimento promovido pela comunidade internacional, como evidenciado na Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030. No entanto, uma revisão das políticas oficiais dos maiores financiadores no setor sugere que muitos deles endossam apenas parcialmente os marcos dos direitos humanos à água e aos esgotos. A observação dos fluxos dessa cooperação para o setor permite formular a hipótese de que as desigualdades no acesso a esses serviços em várias partes do mundo podem ser reduzidas com a plena e clara aplicação do marco dos direitos humanos nas atividades de cooperação para o desenvolvimento. O artigo apresenta achados dessa pesquisa e explora desafios chave para a cooperação para o desenvolvimento no setor de água e esgotos que são relevantes para impactar tanto negativamente quanto positivamente os direitos humanos.

    Abstract in Spanish:

    Resumen El sector de agua y saneamiento ha recibido creciente atención y financiación a través de la cooperación internacional para el desarrollo. La cooperación para el desarrollo puede tener efectos tanto positivos cuanto negativos sobre los derechos humanos. El hito que consolida los derechos humanos al agua y al saneamiento están articulados a esfuerzos de cooperación para el desarrollo promovidos por la comunidad internacional, como se evidencia en la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible. Sin embargo, una revisión de las políticas oficiales de los principales financiadores del sector sugiere que muchos de ellos aprueban solo parcialmente los hitos de los derechos humanos al agua y el saneamiento. La observación de los flujos de esta cooperación para el sector permite formular la hipótesis de que las desigualdades en el acceso a estos servicios en diferentes partes del mundo pueden reducirse con la aplicación completa y clara del marco de los derechos humanos en las actividades de cooperación para el desarrollo. El artículo presenta los resultados de esta investigación y explora los desafíos de la cooperación para el desarrollo del sector de agua y aguas residuales que son relevantes para impactar tanto negativamente cuanto positivamente a los derechos humanos.

    Abstract in English:

    Abstract The water and sanitation sector is verifiably receiving increased attention and funding through international development cooperation. Not least because of the way that it affects incentives and institutions in partner countries, development cooperation can have either positive or negative effects on human rights though. The consolidated frameworks for the human rights to water and sanitation is becoming linked to the international community’s coordinated development efforts, as evidenced notably in the 2030 Agenda for Sustainable Development. However, a review of major funders’ official policies for development cooperation in the sector suggests that many only partially endorse the frameworks for the human rights to water and sanitation. An observation of development cooperation flows to the sector allows the hypothesis to be advanced that worldwide inequalities in access to these services may be reduced through a full and clear application of the human rights framework in development cooperation activities. The article presents findings of this research and explores key stakes for development cooperation in the water and sanitation sector that are relevant for their ability to either negatively or positively contribute to the realization of human rights.
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