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Revista Panamericana de Salud Pública, Volume: 43, Published: 2019
  • Omission of causes of maternal death in death certificates in Argentina: nationwide observational study

    Abalos, Edgardo; Duhau, Mariana; Escobar, Paola; Fasola, María Letizia; Finkelstein, Juliana Zoe; Golubicki, José Luis; Krupitzki, Hugo; Marconi, Élida; Santoro, Adrián; Vinacur, Jorge

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Determinar a dimensão e as características da omissão do registro de causas maternas de morte na Argentina e realizar uma nova estimativa da taxa de mortalidade materna (TMM) para o ano 2014. Métodos Estudo de corte transversal com a revisão retrospectiva dos registros médicos de mulheres em idade reprodutiva que morreram por causas com suspeita de encobrir mortes maternas em instituições da rede pública e previdência social e instituições particulares em todas as jurisdições do país entre 1º. de janeiro e 31 de dezembro de 2014. Foi feita a reclassificação da causa de morte atribuída no Informe Estatístico de Óbitos. As medidas de resultados foram porcentagem de omissão do registro, estrutura de causas de mortes maternas, local, momento da morte em relação ao processo reprodutivo e idade gestacional. Foi realizada uma nova estimativa da TMM com base nos resultados. Resultados Foram analisados 969 registros médicos (82,4%) de uma amostra de 1.176 casos. Foram identificados 60 casos em que houve omissão da causa materna de morte (48 mortes maternas, 12 mortes maternas tardias). Verificou-se uma porcentagem de omissão de 14,2% para as mortes maternas e 33,3% para as mortes maternas tardias. A nova TMM estimada para o ano 2014 oscilou entre 43,3 e 47,2 mortes por 100.000 nascidos vivos. Conclusões A omissão de registro de causas maternas de morte na Argentina pode ser menor que a informada pelas agências internacionais. Existe diferença de omissão entre as regiões. São necessários esforços que enfatizem a importância do preenchimento correto da certidão de óbito.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Determinar la magnitud y características de la omisión del registro de causas maternas de muerte en Argentina y reestimar la razón de mortalidad materna (RMM) para el año 2014. Métodos Estudio de corte transversal. Revisión retrospectiva de registros médicos de mujeres en edad reproductiva que murieron por causas sospechosas de encubrir muertes maternas en instituciones del sector público, la seguridad social y privado en todas las jurisdicciones del país entre el 1 de enero y el 31 de diciembre de 2014. Se reclasificó la causa de muerte consignada en el Informe Estadístico de Defunción. Las medidas de resultado incluyeron el porcentaje de omisión del registro, la estructura de causas, el lugar, el momento de la muerte en relación con el proceso reproductivo y la edad gestacional. Se reestimó la RMM en base a los resultados. Resultados Se analizaron 969 registros médicos (82,4%) de una muestra de 1 176 casos. Se identificaron 60 casos donde se omitió la causa materna de muerte (48 muertes maternas, 12 muertes maternas tardías). El porcentaje de omisión fue del 14,2% para las muertes maternas y del 33,3% para las muertes maternas tardías. La nueva RMM estimada para el año 2014 osciló entre 43,3 y 47,2 muertes por cada 100 000 nacidos vivos. Conclusiones La omisión de registro de causas maternas de muerte en Argentina podría ser menor a la reportada por agencias internacionales. Existen diferencias de omisión entre las regiones. Se necesitan esfuerzos que enfaticen la importancia del llenado correcto de los certificados de defunción.

    Abstract in English:

    SUMMARY Objective To determine the magnitude and characteristics of the omission of causes of maternal death in death certificates in Argentina, and to re-estimate the maternal mortality ratio (MMR) for the year 2014. Methods Cross-sectional study. Retrospective review of medical records of women of childbearing age who died from causes suspected of concealing maternal deaths in public, social security, and private institutions in all jurisdictions of the country between 1 January and 31 December 2014. The cause of death recorded in the death certificate was reclassified. Outcome measures included: percentage of records with an omission, structure of causes of death, location, time of death with respect to the reproductive process, and gestational age. The RMM was re-estimated on the basis of the results. Results Of a sample of 1,176 cases, 969 medical records (82.4%) were analyzed, identifying 60 cases in which the cause of maternal death was omitted (48 maternal deaths, 12 late maternal deaths). Omissions were found in 14.2% of maternal deaths and 33.3% of late maternal deaths. The new estimated MMR for 2014 varied between 43.3 and 47.2 deaths per 100,000 live births. Conclusions The omission of causes of maternal death in death certificates in Argentina may be less frequent than international agencies have reported, with differences in omission between regions. Efforts must be made to emphasize the importance of filling out death certificates correctly.
  • From words to action: measuring health inequalities to “leave no one behind”

    Mújica, Óscar J; Moreno, Claudia M

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO A equidade em saúde é um princípio norteador da ação em saúde pública cujo propósito nobre é edificar sociedades mais saudáveis e sustentáveis e, ao mesmo tempo, mais justas e inclusivas. Isso está refletido no compromisso mundial de “não deixar ninguém atrás” que guia a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apesar de nenhuma das 169 metas estabelecer de forma conceitual ou quantitativa a redução das desigualdades em saúde. Reconhecendo a urgência de transcender a retórica e avançar na formulação e implementação de políticas sociais e de saúde pró-equitativas do nível local ao global, são revistas as bases conceituais e metodológicas para a abordagem da equidade em saúde, vinculadas explicitamente em uma proposta instrumental e prática que promove o uso analítico dos dados administrativos disponíveis desagregados ao nível subnacional para subsidiar a tomada de decisão. Em conclusão, faz-se necessário institucionalizar a mensuração, análise e monitoramento das desigualdades sociais em saúde para efetivamente estabelecer capacidades nacionais para atuar nos determinantes sociais e ambientais da saúde e prestar contas quanto ao compromisso de não deixar ninguém atrás no rumo ao desenvolvimento sustentável, saúde universal e justiça social.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN La equidad en salud es un principio rector de la acción en salud pública –cuyo noble propósito es construir sociedades más saludables y sostenibles y, al mismo tiempo, más justas e inclusivas. Ello se refleja en el compromiso mundial por ‘no dejar a nadie atrás’ que preside la Agenda 2030 para el desarrollo sostenible, aunque en ninguna de sus 169 metas se establezca ni conceptual ni cuantitativamente la reducción de desigualdades en salud. Reconociendo la urgencia de trascender la retórica y avanzar consecuentemente en la formulación y puesta en marcha de políticas sociales y de salud pro-equitativas –de lo local a lo global–, en este informe especial se revisan las bases conceptuales y metodológicas para el abordaje de la equidad en salud, se vinculan explícitamente en una propuesta instrumental y práctica que promueve el uso analítico de los datos administrativos disponibles desagregados subnacionalmente para informar la toma de decisiones en esa dirección, y se concluye planteando la necesidad de institucionalizar la medición, análisis y monitoreo de las desigualdades sociales en salud para crear efectivamente capacidades nacionales para actuar sobre los determinantes sociales y ambientales de la salud y rendir cuentas sobre el compromiso de no dejar a nadie atrás en el camino hacia el desarrollo sostenible, la salud universal y la justicia social.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Health equity is a guiding principle for public health action. Its noble purpose is to build healthier, sustainable societies that are also more just and inclusive. This is reflected in the global commitment to “leave no one behind”, expressed in the 2030 Agenda for Sustainable Development, although none of the Agenda's 169 targets focuses on reducing health inequalities, either conceptually or quantitatively. Recognizing the urgency to go beyond words and move forward decidedly in the design and implementation of pro-equity social and health policies at both the local and global levels, this special report reviews the conceptual and methodological framework for tackling health equity. Concepts and methodology are explicitly linked in a practical proposal that promotes the analytical use of subnationally disaggregated administrative data to inform decision-making in that area. This report concludes by proposing the need to institutionalize the measurement, analysis, and monitoring of social disparities in health to create effective national capacity to act on the social and environmental determinants of health and ensure accountability in the commitment to “leave no one behind” on the road to sustainable development, universal health, and social justice.
  • Genotypes of Neisseria meningitidis isolates in patients with meningococcal meningitis in Paraguay, 1996-2015

    León, María Eugenia; Kawabata, Aníbal; Nagai, Minako; Rojas, Liliana; Chamorro, Gustavo

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Descrever as características fenotípicas e genotípicas de cepas de Neisseria meningitidis isoladas de casos de doença meningocócica no Paraguai entre 1996 e 2015. Métodos Foram estudados por métodos microbiológicos convencionais e técnicas moleculares 114 isolados de N. meningitidis e 12 amostras clínicas sem isolamento confirmadas por reação em cadeia da polimerase (PCR) enviados por diferentes centros-sentinela e centros colaboradores do Paraguai. Resultados A faixa etária mais afetada foi a de crianças menores de 1 ano (19,0%) e crianças de 1 a 5 anos (17,5%). Uma maior porcentagem de cepas foi isolada de casos de meningite (81,7%) e o sorogrupo B foi identificado em 60,3% dos casos. Os fenótipos mais comuns foram B:4:P1.14 (16,0%), B:15:P1.5, C:NT:NST e W:NT:P1.2 (10,5%), respectivamente. Os complexos clonais mais prevalentes foram o complexo ST-11/ET37 (29,6%, 8/27) com predomínio no sorogrupo W (6/8), complexo ST-35 (18,5%, 5/27) no sorogrupo B (4/4) e complexo ST-32/ET5 (14,8%, 4/16) no sorogrupo B (5/5). Conclusões A doença meningocócica é relativamente pouco comum no Paraguai. A análise da distribuição dos sorogrupos demonstrou que o sorogrupo B é o mais prevalente e, nos últimos dois anos, ouve um aumento nos casos de doença meningocócica pelos sorogrupos C e W. Os complexos clonais encontrados se correlacionam com os achados na região do Cone Sul. Devido à alta virulência da N. meningitidis, a vigilância deste agente deve ser uma prioridade estratégica dos sistemas de saúde pública nacionais e regionais para prevenir surtos epidêmicos e subsidiar a tomada de decisão em saúde pública.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Describir las características fenotípicas y genotípicas de cepas de Neisseria meningitidis aisladas de enfermedad meningocócica en Paraguay entre 1996 y 2015. Métodos Se estudiaron por métodos microbiológicos convencionales y técnicas moleculares 114 aislamientos de N. meningitidis y 12 muestras clínicas sin aislamiento confirmadas por reacción en cadena de la polimerasa (PCR) que fueron remitidas por los diferentes centros centinelas y centros colaboradores de Paraguay. Resultados El grupo de edad más afectado fue el de menores de 1 año (19,0%), seguido por el de 1 a 5 años (17,5%). Un mayor porcentaje de las cepas se aisló de casos de meningitis (81,7%) y el serogrupo B se encontró en 60,3% de los casos. Los fenotipos más frecuentes fueron B:4:P1.14 (16,0%), B:15:P1.5, C:NT:NST y W:NT:P1.2 (10,5%), respectivamente. Los complejos clonales prevalentes fueron ST-11/ET37 complex 29,6% (8/27) con predominio del serogrupo W (6/8), ST-35 complex 18,5% (5/27) en el serogrupo B (4/4), y ST-32/ET5 complex 14,8% (4/16) en el serogrupo B (5/5). Conclusiones En Paraguay la enfermedad meningocócica es relativamente infrecuente. Los análisis de distribución de serogrupo muestran que el más frecuente es el B y en los últimos dos años aumentaron los casos de enfermedad meningocócica por C y W. Los complejos clonales encontrados se correlacionan con los hallados en la región del Cono Sur. Debido al alto nivel de virulencia de N. meningitidis, su vigilancia debe constituir una prioridad estratégica de los sistemas de salud pública nacionales y regionales para prevenir brotes epidémicos y apoyar la toma de decisiones en salud pública.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective Describe the phenotypical and genotypical characteristics of Neisseria meningitidis isolates from cases of meningococcal disease in Paraguay between 1996 and 2015. Methods Conventional microbiological methods and molecular techniques were used to study 114 isolates of N. meningitidis and 12 clinical samples without isolation (confirmed by polymerase chain reaction), provided by various sentinel centers and collaborating centers in Paraguay. Results The most affected age group was children under 1 year (19.0%), followed by 1-5-year-olds (17.5%). The highest percentage of strains was isolated in meningitis cases (81.7%) and serogroup B was found in 60.3% of cases. The most frequent phenotypes were B:4:p1.14 (16.0%), B:15:p1.5, C:nt:nst, and W:nt:p1.2 (10.5%), respectively. The prevalent clonal complexes were: ST-11/ET37 complex, 29.6% (8/27), predominantly serogroup W (6/8); ST-35 complex, 18.5% (5/27), in serogroup B (4/4); and ST-32/ET5 complex, 14.8% (4/16), in serogroup B (5/5). Conclusions Meningococcal meningitis is relatively uncommon in Paraguay. Distribution analysis showed that serogroup B is the most common and that the number of cases of meningococcal disease caused by serogroups C and W increased in the last two years. The identified clonal complexes were correlated with those found in the Southern Cone region. Due to the high virulence of N. meningitidis, its surveillance should be a strategic priority of national and regional public health systems to prevent epidemic outbreaks and support public health decision-making.
  • Mortality attributable to influenza in pre-vaccination and post-vaccination periods in Argentina: an ecological study (2002-2016)

    Sarrouf, Elena B.; Souza-Santos, Reinaldo; Cruz, Oswaldo Gonçalves

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivos Comparar o índice de mortalidade por infecção respiratória aguda grave atribuível à gripe nos períodos pré-vacinal e pós-vacinal, conhecer a evolução temporal e a sazonalidade da série temporal entre 2002 e 2016 e estimar o risco de morte em crianças entre 6 e 23 meses de idade com o uso de um modelo estatístico. Métodos Estudo de série histórica com base em dados oficiais de mortalidade obtidos do informe estatístico de óbitos. Os códigos da CID-10 entre J09-18.9 e J22X foram considerados como sendo infecção respiratória aguda grave atribuível à gripe. Foram calculados os índices de mortalidade brutos e ajustados por idade e feita uma comparação entre os períodos pré-vacinal (2002–2009) e pós-vacinal (2010–2016) com o teste de χ2. O melhor modelo estatístico foi o que comparou os índices de mortalidade por infecção respiratória aguda grave atribuível à gripe em crianças em 2002 com os outros anos. Os dados foram analisados com o programa R, a um nível de significância P<0,05. Resultados Observou-se que 4,6% (301.747) das mortes foram por infecção respiratória aguda grave atribuível à gripe, com idade mediana de 82 anos. Houve queda no percentual de mortes em crianças menores de dois anos no período pós-vacinal (2,34% a 0,99%, P< 0,05). Verificou-se uma acentuada sazonalidade no inverno. Os índices ajustados por idade em idosos variaram entre 259,8 por 100 mil no período pré-vacinal e 328,6 por 100 mil no período pós-vacinal (P<0,05). Nas crianças, houve queda significativa nos índices brutos, estimando-se um risco significativamente menor de morte por infecção respiratória aguda grave atribuível à gripe nos 3 anos pós-vacinais em comparação a 2002. Conclusões A redução da mortalidade pela gripe na Argentina foi mais evidente em crianças, com uma redução estimada de 3,5 mortes por mês.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivos Comparar las tasas de mortalidad por infección respiratoria aguda grave atribuible a gripe (IRAG) entre los períodos antes de la vacunación (AV) y después de la vacunación (DV), conocer la evolución histórica y estacionalidad de serie histórica entre 2002-2016 y estimar el riesgo de morir de niños entre 6 y 23 meses mediante el empleo de un modelo estadístico. Métodos Estudio de serie histórica con datos oficiales de mortalidad del informe estadístico de defunción. Se consideraron como IRAG los códigos de CIE-10 entre J09-18.9 y J22X. Se calcularon tasas brutas (TB) y ajustadas por edad (TAE) y se compararon los períodos AV (2002-2009) y DV (2010-2016) con prueba de χ2. El mejor modelo estadístico fue el que comparó las defunciones por IRAG en niños durante el 2002 con otros años. Se analizaron los datos con programa R, nivel de significancia P <0,05. Resultados El 4,6% (301 747) de las defunciones fueron por IRAG, con una edad mediana de 82 años, el porcentaje de fallecidos menores de dos años disminuyó en el período DV (2,34% a 0,99%, P < 0,05). Se presentó una marcada estacionalidad en invierno. Las TAE en gerontes pasaron de 259,8 AV a 328,6 por 100 000 personas DV (P < 0,05). En los niños, la TB disminuyó de manera significativa, estimando que el riesgo de morir por IRAG, comparado con el año 2 002, fue significativamente menor durante 3 años DV. Conclusiones La disminución de la mortalidad por gripe en Argentina fue más evidente en niños, con un descenso estimado de 3,5 niños fallecidos por IRAG por mes.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objectives Compare mortality from severe acute respiratory infection (SARI) attributable to influenza between pre-vaccination (pre-V) and post-vaccination (post-V) periods, to determine the historical evolution and seasonality of time series between 2002 and 2016, and to estimate the risk of death in children between 6 and 23 months of age, using a statistical model. Methods Time-series study using official mortality data from the official statistical database on deaths. ICD-10 codes between J09-18.9 and J22X were considered to represent SARI. Crude rates and age-adjusted rates (AAR) were calculated, and pre-V (2002-2009) and post-V (2010-2016) periods were compared using the chi-squared (χ2) test. The best statistical model was the one that compared deaths from SARI in children during 2002 with other years. The data were analyzed with R programming (p <0.05). Results 4.6% of deaths (301,747) were from SARI, with a median age of 82 years. The percentage of deaths under age 2 declined in the post-V period (from 2.34% to 0.99%, p < 0.05). Marked seasonality was observed in winter. The AAR in persons over age 64 rose from 259.8 per 100,000 population (pre-V) to 328.6 (post-V) (p < 0.05). In children, the crude rate dropped significantly. Compared with the year 2002, there was a significantly lower estimated risk of dying from SARI during the three years post-V. Conclusions The reduction in mortality from influenza in Argentina was more pronounced in children, with an estimated 3.5 fewer child deaths from SARI per month.
  • Maternal health training priorities for nursing and allied health workers in Colombia, Honduras, and Nicaragua

    Brandt, Amelia J.; Brown, Samantha; Cassiani, Silvia Helena De Bortoli; Silva, Fernando Antonio Menezes da

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Avaliar as prioridades de formação em saúde materna dos recursos humanos na área de atenção primária à saúde entre profissionais de enfermagem e outros profissionais da saúde na Colômbia, Honduras e Nicarágua, a fim de subsidiar os esforços de planejamento estratégico de recursos humanos para saúde materna. Métodos Foi conduzido um estudo transversal, sediado em Washington, D.C., para coletar dados ao nível nacional. Uma ferramenta de avaliação das necessidades foi desenvolvida, de outubro de 2016 a março de 2017, pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e Centros Colaboradores da OPAS/OMS. A coleta de dados foi concluída pelas representações da OPAS/OMS nos países, em colaboração com autoridades sanitárias nacionais e pessoal de alto escalão do governo. Foram coletados dados sobre a composição, as competências e as prioridades de formação de parteiras tradicionais, agentes comunitários de saúde, enfermeiros licenciados e assistentes de enfermagem nos três países de estudo. Os resultados foram compilados em um relatório. Resultados Os dados relativos à composição da força de trabalho em saúde nos três países indicaram que eles contam com pessoal com baixo nível de instrução e formação, com integração limitada das parteiras tradicionais. Observou-se, nos três países, que a atuação em emergências obstétricas era uma prioridade de formação para enfermeiros licenciados e a identificação de sinais de perigo era uma prioridade para agentes comunitários de saúde e parteiras tradicionais. As prioridades de formação para os assistentes de enfermagem foram bastante distintas entre os países: promoção da saúde, cuidados pré-concepcionais e assistência pré-natal e emergências obstétricas. O número total de recursos humanos para a saúde também variou nos três países. Conclusões É motivo de preocupação ter de contar com profissionais da saúde com baixo nível de formação, porém este problema pode ser reduzido com a capacitação no próprio serviço. As prioridades de formação nos países estudados são condizentes com as principais causas de mortalidade materna e os programas de formação profissional da Região da América Latina e Caribe têm potencial para melhorar a qualidade da atenção. O planejamento dos recursos humanos para saúde materna deve visar a longo prazo aumentar a concentração de profissionais que são mais capacitados.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Evaluar las prioridades de capacitación en el ámbito de la salud materna de los recursos humanos de enfermería y otros trabajadores de atención primaria en Colombia, Honduras y Nicaragua, y fundamentar los esfuerzos de planificación estratégica de los recursos humanos para la salud dedicados a la atención materna. Métodos En este estudio, con sede en Washington, D. C., se empleó una metodología de encuesta transversal para recopilar datos a nivel de país. Entre los meses de octubre del 2016 y marzo del 2017, la Organización Panamericana de la Salud/Organización Mundial de la Salud (OPS/OMS) y sus centros colaboradores elaboraron una herramienta para la evaluación de las necesidades. Las representaciones de la OPS/OMS, en colaboración con las autoridades nacionales de salud y otros funcionarios gubernamentales de alto nivel, realizaron la recopilación de datos. Los datos reunidos incluyeron información sobre la composición, las aptitudes y las prioridades de capacitación de las parteras tradicionales, los agentes comunitarios de salud, las enfermeras tituladas y las enfermeras auxiliares en los tres países del estudio. Los resultados se resumieron en un informe. Resultados Los datos sobre la composición del personal de salud en los tres países indicaron que se depende de recursos humanos para la salud que presentan escasos niveles de educación y formación, y que la integración de las parteras tradicionales es limitada. En los tres países, el tratamiento de las urgencias obstétricas constituyó una prioridad de capacitación para las enfermeras tituladas, y la detección de los signos de peligro fue una prioridad en el caso de los agentes comunitarios de salud y las parteras tradicionales. Las prioridades de formación para las enfermeras auxiliares variaron sustancialmente entre los tres países y entrañaron la promoción de la salud, la atención pregestacional y prenatal, y las urgencias obstétricas. Asimismo, el número total de recursos humanos para la salud varió considerablemente entre los países. Conclusiones Depender de personal de salud de escaso nivel formativo es motivo de preocupación, si bien la capacitación en el servicio puede mitigar este problema. Las prioridades de capacitación están en consonancia con las principales causas de mortalidad materna y los programas formativos de América Latina y el Caribe resultan prometedores para mejorar la calidad de la atención. A largo plazo, la planificación de los recursos humanos para la salud dedicados a la atención materna deberá procurar aumentar la concentración de profesionales de salud más capacitados.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To assess maternal health training priorities for primary care human resources for health (HRH) in nursing and allied health workers in Colombia, Honduras, and Nicaragua, to inform maternal care HRH strategic planning efforts. Methods This Washington, D.C.-based study utilized cross-sectional survey methodology to collect country-level data. From October 2016 to March 2017, a needs assessment tool was developed by the Pan American Health Organization/World Health Organization (PAHO/WHO) and PAHO/WHO Collaborating Centers. Data collection was completed by PAHO/WHO country offices, in collaboration with national health authorities and other high-level government personnel. The collected data included information on the composition, capacities, and training priorities of traditional birth attendants (TBAs), community health workers (CHWs), registered nurses (RNs), and auxiliary nurses in the three study countries; the findings were summarized in a report. Results Data on the health workforce composition in the three countries indicated reliance on HRH with low levels of education and training, with limited integration of TBAs. In all three countries, management of obstetric emergencies was a training priority for RNs, and identification of danger signs was a priority for CHWs and TBAs. Training priorities for auxiliary nurses varied widely across the three countries and included health promotion, preconception and prenatal care, and obstetric emergencies. There was also a wide range in the total number of HRH across the three countries. Conclusions Reliance on health workers with low levels of training is concerning but can be mitigated through in-service training. Training priorities are consistent with the major causes of maternal mortality, and Latin America and Caribbean region training programs show promise for improving quality of care. In the long term, planning for maternal care HRH should seek to increase the concentration of health professionals that are more highly skilled.
  • Behavioral changes in smokers after implementation of anti-smoking legislation in Argentina

    Barrenechea, Guillermo Gabriel; Silva, Cosme Marcelo Furtado Passos da; Figueiredo, Valeska Carvalho

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Identificar os fatores associados à mudança de comportamento nos fumantes maiores de 18 anos após a implementação de políticas provinciais de proibição do fumo na Argentina. Métodos Foi realizado um estudo analítico de corte transversal. Foi usada uma técnica de modelos multiníveis com dados de diferentes hierarquias. As fontes de dados secundários consultadas foram as iterações de 2005, 2009 e 2013 da Pesquisa Nacional de Fatores de Risco. Resultados Na análise individual das variáveis explicativas, verificou-se que os habitantes das províncias sem legislação antifumo tinham uma probabilidade 40% maior de não considerar parar de fumar quando comparados aos moradores das províncias com legislação antifumo. Em comparação às províncias com legislação antifumo, nas províncias sem esta legislação, ser do sexo masculino e ter idade acima de 65 anos foram as características associadas a uma maior chance de não considerar parar de fumar. Conclusões Os resultados do estudo indicam que uma legislação em conformidade com o Artigo 8 da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS seria efetiva para incentivar as pessoas a pararem de fumar na Argentina.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Identificar factores asociados al cambio de comportamiento en personas fumadoras mayores de 18 años luego de la implementación de políticas provinciales 100% libre de humo en Argentina. Métodos Se realizó un estudio analítico de corte transversal. Se utilizó la técnica de modelos multiniveles trabajando con datos de distintas jerarquías. Se utilizaron fuentes de datos secundarios: Encuesta Nacional de Factores de Riesgo 2005, 2009 y 2013. Resultados En el análisis individual de las variables explicativas, se obtuvo que los pobladores de las provincias que no tienen legislación tuvieron un 40% más de probabilidad de no pensar en dejar de fumar que las personas que viven en provincias con legislación. En las provincias sin legislación, el sexo masculino y la edad mayor de 65 años son las características que aumentan las chances de las personas a no pensar en dejar de fumar, en comparación con las provincias que tiene legislación. Conclusiones Los resultados sugieren que una legislación basada en el artículo 8 del Convenio Marco resultaría efectiva para estimular la cesación tabáquica en Argentina.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective Identify factors related to behavioral changes in smokers over 18 years of age following implementation of provincial policies for 100% smoke-free spaces in Argentina. Methods A cross-sectional analytical study was conducted. The multilevel technique was used with data from different hierarchies. Secondary data sources were used: National Risk Factor Surveys 2005, 2009, and 2013. Results The individual analysis of explanatory variables revealed that residents of provinces that do not have smoke-free legislation were 40% less likely to consider quitting smoking than people who live in provinces with such legislation. In provinces without smoke-free spaces, males over 65 years old are even less likely to think about quitting smoking. Conclusions The results suggest that legislation based on Article 8 of the Framework Convention would be effective in promoting tobacco cessation in Argentina.
  • Primary care and multimorbidity in six Latin American and Caribbean countries

    Macinko, James; Andrade, Flavia C. D.; Nunes, Bruno P.; Guanais, Frederico C.

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivos Descrever os padrões de multimorbidade em seis países da América Latina e Caribe, examinar os efeitos da multimorbidade na prática de atenção primária e avaliar a influência nas avaliações relatadas pelos pacientes atendidos. Métodos Estudo baseado em dados transversais obtidos de uma pesquisa internacional de atenção primária realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em 2013–2014, representativos da população adulta do Brasil, Colômbia, El Salvador, Jamaica, México e Panamá. Modelos robustos de regressão de Poisson foram usados para estimar em que medida a atenção primária prestada aos pacientes com multimorbidade é adequada e oportuna, eles se sentem seguros em controlar a própria doença e podem pagar pela atenção médica necessária. Resultados A prevalência de multimorbidade variou entre 17,5% na Colômbia e 37,3% na Jamaica. A maioria das doenças avaliadas ocorre junto com outros problemas, sendo a diabetes e a doença cardíaca mais comumente associadas a outras doenças. Os percentuais de adultos que relataram grandes desembolsos por conta própria, dificuldade para pagar as contas médicas, consultas a vários médicos distintos e estado de saúde regular/ruim foram maiores nos pacientes com maior número de doenças e experiências de atendimento piores na atenção primária. A multimorbidade e problemas com a atenção primária tiveram uma associação positiva com a dificuldade de pagar pela atenção médica e controlar a própria doença. Porém, verificou-se uma probabilidade maior de os adultos com multimorbidade receberem orientações sobre estilo de vida e manter em dia os exames preventivos. Conclusões A multimorbidade é frequente. Proporcionar atenção adequada ao número crescente de pacientes portadores de diversas doenças é um grande desafio enfrentado pela maioria dos sistemas de saúde e requer um reforço substancial da atenção primária e proteção financeira para os mais carentes.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivos Describir los modelos de multimorbilidad en seis países distintos de América Latina y el Caribe, examinar sus efectos en las experiencias de atención primaria y evaluar su influencia con base en informes sobre evaluaciones generales de atención de salud. Métodos Los datos transversales son de la encuesta internacional de atención primaria del Banco Interamericano de Desarrollo, realizada en el 2013-2014, y representan la población adulta de Brasil, Colombia, El Salvador, Jamaica, México y Panamá. Se utilizaron modelos robustos de regresión de Poisson en personas con multimorbilidad para estimar hasta qué punto reciben la atención primaria suficiente y apropiada, tienen confianza en que pueden controlar su estado de salud, y pueden costear la atención médica necesaria. Resultados Se observó que la prevalencia de la multimorbilidad abarcaba desde 17,5% en Colombia hasta 37,3% en Jamaica. La mayoría de las afecciones examinadas se presentan acompañadas de otras, siendo la diabetes y las cardiopatías los dos problemas más asociados con otras afecciones. La proporción de adultos que afrontan pagos directos altos, problemas para pagar sus cuentas médicas, consultas con múltiples médicos y un estado de salud entre aceptable y desmejorado fue mayor en aquellos con niveles de multimorbilidad más altos y experiencias de atención primaria más deficientes. La multimorbilidad y las dificultades concernientes a la atención primaria presentaron una asociación positiva con la dificultad para costear la atención médica y controlar su estado de salud. No obstante, los adultos con multimorbilidad tenían mayores probabilidades de haber recibido asesoramiento sobre su estilo de vida y de estar al día con sus exámenes preventivos. Conclusiones La multimorbilidad se notifica con frecuencia. Ofrecer un cuidado adecuado para el número cada vez mayor de pacientes con esas características es un reto importante al que se enfrenta la mayoría de los sistemas de salud, que necesitarán un fortalecimiento considerable de la atención primaria y de la protección financiera para atender a aquellos más necesitados.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objectives To describe patterns of multimorbidity in six diverse Latin American and Caribbean countries, examine its effects on primary care experiences, and assess its influence on reported overall health care assessments. Methods Cross-sectional data are from the Inter-American Development Bank's international primary care survey, conducted in 2013/2014, and represent the adult populations of Brazil, Colombia, El Salvador, Jamaica, Mexico and Panama. Robust Poisson regression models were used to estimate the extent to which those with multimorbidity receive adequate and appropriate primary care, have confidence in managing their health condition, and are able to afford needed medical care. Results The prevalence of multimorbidity ranged from 17.5% in Colombia to 37.3% in Jamaica. Most of the examined conditions occur along with others, with diabetes and heart disease being the two problems most associated with other conditions. The proportions of adults with high out-of-pocket payments, problems paying their medical bills, seeing multiple doctors, and being in only fair/poor health were higher among those with greater levels of multimorbidity and poorer primary care experiences. Multimorbidity and difficulties with primary care were positively associated with trouble paying for medical care and managing one's conditions. Nonetheless, adults with multimorbidity were more likely to have received lifestyle advice and to be up to date with preventive exams. Conclusions Multimorbidity is reported frequently. Providing adequate care for the growing number of such patients is a major challenge facing most health systems, which will require considerable strengthening of primary care along with financial protection for those most in need.
  • Proposed Pedestrian Crosswalk Safety Rating for Mexico City

    López, Ruth Pérez; Escamilla, Jorge Alberto Montejano; Cos, Camilo Alberto Caudillo; Fabela, Luz Yazmín Viramontes; Meaney, Tonatiuh Suárez; Gama, Amílcar Morales; Arreola, Mario Ledesma; Castañeda, María de los Dolores Sánchez

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Propor um índice de segurança de travessia de pedestres (ISTP) para as principais vias públicas na Cidade do México para classificar as travessias de pedestres semaforizadas e comparar o ISTP com os dados de trânsito para comprovar empiricamente se existe associação entre a qualidade dos locais de travessia e a taxa de acidentes. Métodos Foram identificados os critérios do índice com uma revisão do conhecimento atual e os critérios para gerar o ISTP foram ponderados com uso do método de análise de decisão multicritério e delineamento e avaliação de uma amostra aleatória estratificada de travessias de pedestres (n = 490). Resultados Com respeito à avaliação das travessias com o uso do ISTP, verificou-se que 91,3% das travessias avaliadas na Cidade do México não têm condições ideais para resguardar a segurança dos pedestres, com o macrocritério “acessibilidade” com a pior qualificação. Quanto à modelagem, observou-se que a mescla de usos do solo e a distância da travessia são as variáveis explicativas mais importantes para predizer a ocorrência de acidentes de trânsito. Conclusões A análise demonstrou com relativo sucesso a relação entre algumas variáveis (critérios) que compõem o ISTP e acidentes de trânsito. Houve uma coerência teórica em muitos casos, porém em outros suscitou dúvidas a serem investigadas.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Proponer un índice de seguridad de cruces peatonales (ISCP) sobre vialidades primarias en Ciudad de México para calificar los cruceros peatonales semaforizados, y contrastar el ISCP con hechos de tránsito para probar, en forma empírica, si hay alguna asociación entre la calidad de los cruceros y la siniestralidad. Métodos Identificación de los criterios del índice mediante una revisión del estado del arte, ponderación de los criterios para generar el ISCP mediante el método de análisis multicriterio, diseño de una muestra aleatoria estratificada de cruces peatonales (n = 490) y su evaluación. Resultados Relativo a la evaluación de los cruceros mediante el ISCP, destaca que 91,3% de los cruces evaluados en Ciudad de México no cuentan con las condiciones óptimas para resguardar la seguridad de los peatones, con el macrocriterio “Accesibilidad” como el peor calificado. En lo referente al modelaje, resalta que tanto la mezcla de usos del suelo como la distancia de cruce son las variables explicativas más importantes para predecir hechos de tránsito. Conclusiones El análisis mostró con relativo éxito la relación entre algunas de las variables (criterios) que conforman el ISCP con los hechos de tránsito. En muchos casos, esto muestra coherencia teórica. En otros, abre preguntas de investigación.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective Propose a pedestrian crosswalk safety rating (PCSR) for primary roads in Mexico City in order to rate crosswalk safety at intersections with a traffic light and then compare the PCSR with traffic accidents so as to empirically determine any association between the quality of the crosswalk and the traffic accident rate. Methods Identify criteria for the rating system through a state-of-the art review; weight the criteria to create a rating system through multicriterion analysis; design a stratified random sample of crosswalks (n = 490); and evaluate the data set. Results Through the PCSR, 91.3% of the crosswalks evaluated in Mexico City were found not to offer the conditions required to protect pedestrian safety; the “access” macro-criterion received the worst scores. The modelling shows that mixed land use and the length of the crosswalk are the most important variables in predicting traffic accidents. Conclusions The analysis was relatively successful in showing the relationship between some variables (criteria) of the PCSR and traffic accidents. In many cases, this shows theoretical coherence; in others, research questions are raised.
  • Validation of a non-laboratorial questionnaire to identify Metabolic Syndrome among a population in central Mexico

    Porchia, Leonardo M.; Lara-Solis, Beatriz; Torres-Rasgado, Enrique; Gonzalez-Mejia, M. Elba; Ruiz-Vivanco, Guadalupe; Pérez-Fuentes, Ricardo

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Determinar a confiabilidade de um instrumento de coleta de dados não laboratoriais, Encuesta de Identificación de Sujetos Metabólicamente Comprometidos en Fase-I (pesquisa de identificação de indivíduos com comprometimento metabólico em fase I, ESF-I) para identificar síndrome metabólica em uma população da região central do México. Métodos Foram coletados parâmetros clínicos e bioquímicos de 232 participantes da pesquisa entre 1° de junho de 2012 e 31 de agosto de 2013. O estudo se baseou em três definições de síndrome metabólica (definição harmonizada do Painel de Especialistas do Programa Nacional de Educação em Colesterol dos Estados Unidos [NCEP]; Painel para Tratamento de Adultos III [ATPIII]; e Federação Internacional de Diabetes [FIL]) para alocar os participantes em um grupo normal ou em um grupo com síndrome metabólica (SM). A previsibilidade do instrumento foi determinada pela área sob a curva ROC (característica de operação do receptor) (AUC). O índice de Youden foi calculado e o escore mais alto foi considerado o valor ideal de corte. O coeficiente kappa de Cohen (κ) foi calculado para determinar o grau de concordância entre o questionário ESF-1 (pontuação máxima de 15 em 15 itens) e a síndrome metabólica. Resultados Foi determinado que 53,8% a 60,7% dos participantes apresentavam SM. A pontuação média no instrumento foi significativamente maior no grupo SM com cada uma das definições usadas (4,0 vs. 8,0, P<0,05). O questionário ESF-I foi preditivo com a definição harmonizada (AUC 0,841; IC 95% 0,790–0,892), com a definição do ATPIII (AUC 0,827; IC 95% 0,774–0,880) e com a definição da FIL (AUC 0,836; IC 95% 0,785–0,887). Um valor de corte de 7 foi determinado para cada definição e a coorte foi recategorizada de acordo com os resultados do instrumento. Foi observada uma forte concordância entre o questionário ESF-I e o grupo SM (harmonizada: precisão = 77,6%, κ = 0,554; ATPIII: precisão = 74,1%, κ = 0,489; FIL: precisão = 74,6%, κ = 0,495, P<0,001). Conclusão O questionário ESF-I é capaz de identificar pacientes com síndrome metabólica, possibilitando o diagnóstico precoce, um número menor de consultas e um custo menor com uma aplicação mais simples.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Determinar la fiabilidad de un cuestionario en el que no se recurre al diagnóstico de laboratorio, la Encuesta de Identificación de Sujetos Metabólicamente Comprometidos en Fase-I (ESF-I), para detectar el síndrome metabólico en una población de la región central de México. Métodos Se recogieron parámetros clínicos y bioquímicos de 232 participantes desde el 1 de junio del 2012 al 31 de agosto del 2013. Se usaron tres definiciones de síndrome metabólico (la unificadora, la del Grupo de Expertos en el Tratamiento de Adultos [ATPIII] del Programa Nacional de Educación sobre el Colesterol y la de la Federación Internacional de la Diabetes [FID]) para asignar los participantes al grupo normal o al grupo de síndrome metabólico positivo (SMet+). Se determinó la previsibilidad del cuestionario con el área bajo la curva de eficacia diagnóstica (curva ROC). Se calculó el índice de Youden y la puntuación más alta se consideró el valor de corte óptimo. El coeficiente (k) de Cohen se calculó para determinar el grade de acuerdo entre el cuestionario ESF-I (máxima puntuación: 15 sobre 15 ítems) y el síndrome metabólico. Resultados Del 53,8 % al 60,7 % de los participantes se asignaron al grupo SMet+. La puntuación promedio del cuestionario fue significativamente mayor en el grupo de SMet+ para cada definición (4,0 vs. 8.0, P < 0.05). El cuestionario ESF-I fue predictivo para la definición unificadora (AUC = 0,841, 95 % CI: 0,790 – 0,892), la definición ATPIII (AUC = 0,827, 95 % CI: 0,774 – 0,880) y la definición de la FID (AUC = 0,836, 95 % CI: 0,785 – 0,887). Se determinó un el valor de corte óptimo de 7 para cada definición; por lo tanto, se reclasificó la cohorte según los resultados del cuestionario. Hubo una gran coincidencia entre el cuestionario ESF-I y SMet (unificadora: exactitud = 77,6 %, κ = 0,554; ATPIII: exactitud = 74,1 %, κ = 0,489; FID: exactitud = 74,6%, κ = 0,495, P < 0,001). Conclusiones El cuestionario ESF-I puede detectar pacientes con SMet+ y, por lo tanto, conducir a diagnósticos más tempranos, reducir la cantidad de consultas y reducir los costos con una aplicación más fácil.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To determine the reliability of a non-laboratorial questionnaire, the Encuesta de Identificación de Sujetos Metabólicamente Comprometidos en Fase-I (ESF-I) for identifying Metabolic Syndrome among a population in central Mexico. Methods Clinical and biochemical parameters were collected for 232 participants from 1 June 2012 – 31 August 2013. Three definitions of Metabolic Syndrome (Harmonizing, National Cholesterol Education Program Expert Panel and Adult Treatment Panel III [ATPIII], and International Diabetes Federation [IDF]) were used to allocate subjects to either the normal or Metabolic Syndrome positive (MetS+) group. The predictability of the questionnaire was determined by the Area-Under-the-Receiver-Operating Characteristic curve (AUC). Youden's index was calculated and the highest score was considered the optimal cutoff value. Cohen´s kappa (κ) was calculated to determine the level of agreement between the ESF-I questionnaire (max score: 15 based on 15 items) and Metabolic Syndrome. Results From 53.8% – 60.7% of the participants were determined to be MetS+. The average questionnaire score was significantly higher in the MetS+ group for each definition (4.0 vs. 8.0, P < 0.05). The ESF-I questionnaire was predictive for the Harmonizing definition (AUC = 0.841, 95%CI: 0.790 – 0.892), the ATPIII definition (AUC = 0.827, 95%CI: 0.774 – 0.880), and the IDF definition (AUC = 0.836, 95%CI: 0.785 – 0.887). A cutoff value of 7 was determined for each definition; therefore, the cohort was re-categorized based on questionnaire results. There was a strong agreement between the ESF-I questionnaire and MetS (Harmonizing: accuracy = 77.6%, κ = 0.554; ATPIII: accuracy = 74.1%, κ = 0.489; IDF: accuracy = 74.6%, κ = 0.495, P < 0.001). Conclusion The ESF-I questionnaire can identify MetS+ patients, and therefore, lead to earlier diagnoses, reduced number of consultations, and lower costs with easier application.
  • Severe acute respiratory infections (SARI) from influenza in adult patients in Chile: the experience of a sentinel hospital

    Fica, Alberto; Sotomayor, Viviana; Fasce, Rodrigo; Dabanch, Jeannette; Soto, Andrés; Charpentier, Paulo; Guerrero, Gonzalo; Olivares, Felipe; Triantafilo, Vjera; Omeiri, Nathalie El; Gaínza-Lein, Marina

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Descrever as características clínicas de pacientes adultos com infecção respiratória aguda grave (SARI) associada ao vírus da influenza e analisar os subtipos virais identificados em amostras coletadas destes pacientes, os recursos hospitalares empregados no tratamento clínico, a evolução clínica e os fatores de risco clínicos associados a um desfecho fatal, a partir de dados observacionais da rede de vigilância de SARI (SARInet) no Chile. Métodos Foram identificados os adultos hospitalizados com SARI associada a influenza em um hospital-sentinela de vigilância de SARI, em Santiago, de 1o de julho de 2011 a 31 de dezembro de 2015. A ocorrência de influenza foi confirmada em amostras respiratórias em todos os casos com a reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-RCP). Resultados Ao todo, 221 pacientes (idade média de 74,1 anos) foram hospitalizados com SARI associada a influenza no período de estudo. Nesta coorte, 91,4% apresentavam fatores de risco para complicação e 34,3% haviam sido vacinados na última campanha de vacinação. Pneumonia foi a manifestação clínica mais frequente, ocorrendo em 57,0% da coorte. Outras manifestações foram doença gripal, bronquite crônica exacerbada, insuficiência cardíaca descompensada e crise asmática. Os casos estiveram distribuídos ao longo do ano, com pico epidêmico no outono–inverno. Houve circulação simultânea dos vírus da influenza A (H1N1pdm09 e H3N2) e B. Leitos de terapia intensiva foram necessários em 26,7% da coorte e suporte ventilatório, em 19,5%. Na análise multivariada, quatro fatores importantes associados à mortalidade hospitalar foram identificados: estar restrito ao leito (odds ratio ajustado [ORaj] 22.3; intervalo de confiança de 95% [IC 95%] 3.0–164); ser admitido na unidade de terapia intensiva (ORaj 8.9, IC 95% 1.4 4–55); relação Pa02/Fi02 <250 (ORaj 5.8; IC 95% 1.02–33) e aumento da creatinina sérica (>1 mg/dl) (ORaj 5.47; IC 95% 1.20–24). A vacinação sazonal contra influenza foi identificada como importante fator de proteção (ORaj 0.14; IC 95% 0.021–0.90). Conclusões A SARI associada a influenza acometeu sobretudo pacientes idosos com doenças preexistentes. A maioria dos pacientes evoluiu com insuficiência respiratória e mais de um quarto precisou de cuidados intensivos. O quadro clínico foi variável. Morte foi associada às características do hospedeiro e problemas relacionados à doença. A vacinação teve efeito protetor e o tipo viral não influiu no desfecho.

    Abstract in Spanish:

    resumen está disponible en el texto completo

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To 1) describe clinical characteristics of adult patients in Chile with severe acute respiratory infections (SARI) associated with influenza viruses, and 2) analyze virus subtypes identified in specimens collected from those patients, hospital resources used in clinical management, clinical evolution, and risk factors associated with a fatal outcome, using observational data from the SARI surveillance network (SARInet). Methods Adults hospitalized from 1 July 2011 to 31 December 2015 with influenza-associated SARI at a SARI sentinel surveillance hospital in Santiago were identified and the presence of influenza in all cases confirmed by reverse transcription polymerase chain reaction (RT-PCR), using respiratory samples. Results A total of 221 patients (mean age: 74.1 years) were hospitalized with influenza-associated SARI during the study period. Of this study cohort, 91.4% had risk factors for complications and 34.3% had been vaccinated during the most recent campaign. Pneumonia was the most frequent clinical manifestation, occurring in 57.0% of the cohort; other manifestations included influenza-like illness, exacerbated chronic bronchitis, decompensated heart failure, and asthmatic crisis. Cases occurred year-round, with an epidemic peak during autumn–winter. Both influenza A (H1N1pdm09 and H3N2) and B virus co-circulated. Critical care beds were required for 26.7% of the cohort, and 19.5% needed ventilatory assistance. Multivariate analysis identified four significant factors associated with in-hospital mortality: 1) being bedridden (adjusted odds ratio (aOR): 22.3; 95% confidence interval (CI): 3.0–164); 2) admission to critical care unit (aOR: 8.9; CI: 1.44–55); 3) Pa02/Fi02 ratio < 250 (aOR: 5.8; CI: 1.02–33); and 4) increased serum creatinine concentration (> 1 mg/dL) (aOR: 5.47; CI: 1.20–24). Seasonal influenza vaccine was identified as a significant protective factor (aOR: 0.14; CI: 0.021–0.90). Conclusions Influenza-associated SARI affected mainly elderly patients with underlying conditions. Most patients evolved to respiratory failure and more than one-quarter required critical care beds. Clinical presentation was variable. Death was associated with host characteristics and disease-associated conditions, and vaccine was protective. Virus type did not influence outcome.
  • Remote control or unlikely control? Behavioral economics and the promotion of healthy behaviors

    Loch, Mathias Roberto; Dias, Douglas Fernando; Castro, Alex Sandro Rodrigues; Guerra, Paulo Henrique

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO A economia comportamental é um campo de saberes e práticas que estuda o efeito de fatores psicológicos, cognitivos, emocionais e sociais sobre a tomada de decisão de indivíduos e instituições. Essa disciplina parte da premissa de que as escolhas humanas não são resultado de uma cuidadosa ponderação de custos e benefícios e de que alguns aspectos (por exemplo, opção padrão, enquadramento e efeito-âncora) podem influenciar a tomada de decisão por parte das pessoas. Assim, o objetivo deste texto é apresentar aspectos gerais da economia comportamental e reflexões sobre sua possível aplicação na promoção de comportamentos saudáveis. Uma das funções dos profissionais de saúde é fazer com que a adoção de comportamentos saudáveis seja mais fácil por parte das pessoas. Nessa perspectiva, existem evidências de que a aplicação de ideias da economia comportamental pode ter impacto positivo na adoção de comportamentos de saúde diversos, como, por exemplo, escolhas alimentares, prática de atividade física, adesão a campanhas de vacinação e doação de órgãos. Desse modo, acredita-se que a apropriação de alguns conceitos e insights da economia comportamental possa, de um lado, promover comportamentos saudáveis e, de outro, apoiar ações mais efetivas de incentivo a esses comportamentos.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN La economía comportamental es un campo de conocimientos y prácticas que estudia el efecto de los factores psicológicos, cognoscitivos, emocionales y sociales sobre la toma de decisiones de las personas y las instituciones. Esa disciplina parte de la premisa de que las formas de elección humana no son el resultado de una cuidadosa ponderación de los costos y beneficios, y de que algunos aspectos (por ejemplo, la opción predeterminada, el efecto de enmarcación y el efecto de anclaje) pueden influir en la toma de decisiones por parte de las personas. Por ende, el objetivo de este texto es presentar los aspectos generales de la economía comportamental y algunas reflexiones sobre su posible aplicación en la promoción de patrones de comportamiento saludable. Una de las funciones de los profesionales de salud es facilitar la adopción de patrones de comportamiento saludable por parte de la población. En esa perspectiva, se ha comprobado que la aplicación de los conceptos de la economía comportamental puede tener un efecto positivo en la adopción de diversos patrones de comportamiento en materia de salud, por ejemplo, la selección de alimentos, la práctica de la actividad física, la adhesión a campañas de vacunación y la donación de órganos. De ese modo, se cree que la apropiación de algunos conceptos y percepciones de la economía comportamental permite, por un lado, promover los patrones de comportamiento saludable y, por otro, apoyar medidas más eficaces para incentivar esos tipos de comportamiento.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Behavioral economics is a field of knowledge and practices that studies the effect of psychological, cognitive, emotional, and social factors relating to decision-making by individuals and institutions. It assumes that human choices are not the result of careful consideration of costs and benefits, and that some aspects (e.g., defaults, framings, and anchoring effects) may influence an individual's decision-making. Thus, the aim of this essay is to present some general aspects of behavioral economics and discuss its possible application in the promotion of healthy behaviors. One of the roles of health care professionals is to facilitate the adoption of healthy behaviors by the population. There is evidence of a positive influence of some behavioral economics concepts regarding the adoption of various health behaviors, such as food choices, physical activity, adherence to vaccination campaigns, and organ donation. Thus, it is believed that the appropriation of some of these concepts and insights may both promote healthier behaviors and support more effective actions to encourage these healthy behaviors.
  • Prevalence of tuberculosis in incarcerated populations: systematic review and meta-analysis

    Moreira, Tiago Ricardo; Lemos, Aline Campos; Colodette, Renata Maria; Gomes, Andréia Patrícia; Batista, Rodrigo Siqueira

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Estimar a prevalência de tuberculose entre a população privada de liberdade. Métodos Realizou-se uma revisão sistemática com metanálise. Foram selecionados estudos publicados de janeiro de 1997 a dezembro de 2016 nas bases de dados MEDLINE (via PubMed), SciELO e LILACS. O termos de busca foram (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); ou (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). O desfecho primário foi a prevalência de tuberculose com intervalo de confiança de 95% (IC95%). Na metanálise, as variáveis associadas com as taxas de prevalência de tuberculose na população privada de liberdade na análise univariada (P ≤ 0,20) foram incluídas no modelo final multivariado. Resultados Com base nos 29 estudos incluídos na metanálise, 2 163 presos foram identificados com tuberculose. A prevalência combinada de tuberculose entre os prisioneiros foi de 2% (IC95%: 0,02 a 0,02). A prevalência de tuberculose entre prisioneiros em países com prevalência de 0 a 24 por 100 mil habitantes na população geral ficou abaixo de 1% (IC95% = 0,00 a 0,00). Nos países com prevalência de tuberculose de 25 a 99/100 mil, a estimativa foi de 3% (IC95% = 0,02 a 0,04); e nos países com prevalência ≥ 300/100 mil, a estimativa foi de 8% (IC95% = 0,05 a 0,11). Conclusão O presente estudo reafirma a alta magnitude da tuberculose entre a população privada de liberdade no contexto mundial. Os resultados mostram ainda uma ligação entre a prevalência de tuberculose na população geral e a prevalência da doença dentro dos presídios.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Estimar la prevalencia de tuberculosis en la población privada de libertad. Métodos Se realizó una revisión sistemática con metanálisis. Se seleccionaron estudios publicados desde enero de 1997 hasta diciembre del 2016 en las bases de datos MEDLINE/PubMed, SciELO y LILACS. Los términos de búsqueda fueron (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); o (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). El resultado principal fue la prevalencia de tuberculosis con un intervalo de confianza de 95% (IC95%). En el metanálisis, las variables asociadas con la prevalencia de la tuberculosis en la población privada de libertad en el análisis univariado (P ≤ 0,20) se incluyeron en el modelo final multivariado. Resultados Con base en los 29 estudios incluidos en el metanálisis, se detectaron 2 163 presos con tuberculosis. La prevalencia combinada de tuberculosis en los presos fue de 2% (IC95%: 0,02-0,02). La prevalencia de tuberculosis en presos de los países con prevalencia de 0 a 24 por 100.000 habitantes en la población general fue inferior a 1% (IC95% = 0,00-0,00). En los países con una prevalencia de tuberculosis de 25 a 99 por 100.000, la estimación fue de 3% (IC95% = 0,02-0,04); y en los países con prevalencia ≥ 300 por 100.000, de 8% (IC95% = 0,05-0,11). Conclusión El presente estudio reafirma la alta prevalencia de la tuberculosis en la población privada de libertad en el contexto mundial. Los resultados muestran además una conexión entre la prevalencia de la tuberculosis en la población general y la observada dentro de los presidios.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To estimate the prevalence of tuberculosis among incarcerated populations. Method A systematic review with meta-analysis was performed. The MEDLINE/PubMed, SciELO, and LILACS databases were searched for articles published from January 1997 to December 2016. The following search terms were used: (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); or (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). The primary outcome was the prevalence of tuberculosis with 95% confidence interval (95%CI). In the metanalysis, variables associated with tuberculosis prevalence in incarcerated populations in the univariate analysis (P ≤ 0,20) were included in the final multivariate model. Results Based on the 29 studies included in the metanalysis, 2,163 prisoners with tuberculosis were identified. The combined prevalence of tuberculosis among prisoners was 2% (95%CI: 0.02-0.02). The prevalence among prisoners from countries with tuberculosis prevalence of 0-24 per 100,000 general population was below 1% (95%CI = 0.00-0.00). In countries with overall tuberculosis prevalence of 25-99/100,000, the estimate among prisoners was 3% (95%CI = 0.02-0.04); and in countries with overall prevalence ≥ 300/100 thousand, the estimated prevalence among prisoners was 8% (95%CI = 0.05-0.11). Conclusion The present results support the notion of a high prevalence of tuberculosis among incarcerated populations worldwide. The results also show a link between the prevalence of tuberculosis in the general and the prevalence of tuberculosis in prisons.
  • Overview of dengue in the MERCOSUR Member States, 1991-2015

    Masciadri, Viviana

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo O vírus da dengue é atualmente um fenômeno endêmico que assola a região do Mercosul. O objetivo desta pesquisa foi fazer um diagnóstico da situação epidemiológica da dengue nos Estados Membros e Estados Associados do Mercosul. Métodos O estudo se baseou em dados estatísticos (taxas de morbidade pela dengue estimadas para o período 1980–2015 e, em particular, para o período 1991–2015) e em um corpus de legislação de saúde, legislação comercial, laudos, relatórios executivos e bibliografia específica. Resultados À exceção do Chile e Uruguai, os países associados ou membros do Mercosul, sobretudo o Brasil que tem a maior incidência mundial de dengue, precisam identificar os fatores que favorecem o aumento da propagação da endemia. Conclusões Este breve panorama da dengue nos Estados Membros do Mercosul no período 1991–2015 está fundamentado em dados macroestruturais que ponderam e, ao mesmo tempo, representam o somatório dos quatro componentes estabelecidos pela OMS e OPAS para o controle da dengue: vontade política por parte dos governos, coordenação intersetorial, participação da comunidade e fortalecimento da legislação nacional de saúde.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo En la actualidad, el virus del dengue constituye un fenómeno endémico que azota la región del Mercosur. El objetivo de esta investigación es elaborar un diagnóstico sobre la situación epidemiológica causada por el dengue en los Estados miembros y asociados del Mercosur. Métodos Se utilizaron datos estadísticos —tasas de morbilidad por dengue estimadas para el período 1980-2015, y especialmente del período 1991-2015—, junto con un corpus de leyes sanitarias, comerciales, laudos, informes ejecutivos y bibliografía específica. Resultados Se observó que, a excepción de Chile y Uruguay, los países asociados o miembros del Mercosur —principalmente Brasil, que exhibe la mayor incidencia mundial de casos de dengue— necesitan identificar los factores que favorecen el aumento de la propagación de la endemia. Conclusiones Este breve panorama sobre los Estados miembros del Mercosur en el período 1991-2015 se fundamenta en datos macroestructurales que ponderan y, al mismo tiempo, representan el sumatorio de los cuatro elementos establecidos por la OMS y la OPS para el control del dengue: la voluntad política de los Gobiernos, la coordinación intersectorial, la participación de la comunidad y el fortalecimiento de las leyes sanitarias nacionales.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective Dengue virus is an endemic now ravaging the MERCOSUR region. The objective of this research is to assess the epidemiological situation caused by dengue in the MERCOSUR Member States and Associate States. Methods Statistical data were used (estimated dengue morbidity rates for the period 1980-2015, with particular focus on 1991-2015), together with a corpus of health legislation, commercial law, arbitration awards, executive reports, and subject-specific literature. Results It was found that, with the exception of Chile and Uruguay, MERCOSUR members and associate countries (in particular, Brazil, which has the highest incidence of dengue cases in the world) need to identify the factors that favor the increasing spread of this endemic disease. Conclusions This brief overview of the MERCOSUR Member States in the period 1991-2015 is based on a consideration of macrostructural data that represent the sum of the four elements established by WHO and PAHO for dengue control: the political will of governments, intersectoral coordination, community participation, and the strengthening of national health legislation.
  • Concept Map on Health and Intellectual Property in Central America and the Dominican Republic

    Delgado, Beatriz M. García; Silva, Ana Paula; Rodriguez, Juana M. de

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Elaborar um mapa conceitual de saúde pública e propriedade intelectual na América Central e na República Dominicana para facilitar identificar as principais barreiras ao acesso à saúde, em particular ao acesso aos medicamentos, e servir de guia às autoridades públicas para melhorar a eficiência das políticas e a efetividade das ações. Métodos Foi analisado o relatório Mapa conceitual de saúde pública e propriedade intelectual (MC SPPI); perspectiva regional: América Central e República Dominicana. Foi usada a metodologia para análise de gestão e geração de conhecimento e identificada a estratégia de busca que permitiu recuperar a informação para a construção dos mapas conceituais. Resultados Foram identificados o enquadramento jurídico, a estrutura institucional e as políticas, programas, planos e estratégias de saúde e propriedade intelectual e uma série de barreiras que interferem negativamente no acesso aos medicamentos e as soluções para eliminá-las. Conclusões Na América Central e na República Dominicana, existem estratégias, políticas, programas e planos de saúde, porém eles têm alcance e disseminação distintos que, ao lado de fatores sociais e econômicos, explicam por que persiste a falta de equidade em saúde entre os países. Entre as barreiras ao acesso aos medicamentos estão o reforço e a ampliação dos direitos dos detentores de patentes farmacêuticas, dificuldades na implementação das flexibilidades dos Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, políticas de fixação de preços e normas reguladoras estritas.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo El objetivo del presente estudio es elaborar un “mapa conceptual de salud pública y propiedad intelectual de Centroamérica y República Dominicana” que facilite la identificación de las principales barreras que inciden en el acceso a la salud, y en especial a los medicamentos, y que sirva de guía de acción a las autoridades estatales para mejorar la eficiencia de sus políticas y la efectividad de sus acciones. Métodos Se realizó el análisis del informe “MC SPPI; Perspectiva Regional: Centroamérica y República Dominicana”. Posteriormente, se utilizó la Metodología para la Gestión y Generación de Conocimiento y se identificó la estrategia de búsqueda que permitió recobrar la información para la confección de los mapas conceptuales. Resultados Se identificaron el marco legal, la estructura institucional y las políticas, programas, planes y estrategias en temas de salud y propiedad intelectual, así como un conjunto de barreras que inciden negativamente en el acceso a los medicamentos y las soluciones que las contrarresten. Conclusiones En Centroamérica y la República Dominicana existen estrategias, políticas, programas y planes relacionados con la salud, aunque, lamentablemente, su alcance y grado de difusión difieren, lo que, unido a factores sociales y económicos, explica que persista la inequidad sanitaria entre los países. Entre las barreras al acceso a los medicamentos se identificaron la ampliación y refuerzo de los derechos de los titulares de patentes farmacéuticas, dificultades en la implementación de las flexibilidades de los Aspectos de los Derechos de Propiedad Intelectual relacionados con el Comercio, políticas de fijación de precios y estándares regulatorios estrictos.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective The objective of this study is to prepare a “Concept Map on Health and Intellectual Property in Central America and the Dominican Republic” in order to help identify the main access barriers to health, especially medicines, and to guide state authorities toward actions to improve the efficiency and effectiveness of policies. Methods The report “Concept Map on Public Health and Intellectual Property, Regional Perspective: Central America and the Dominican Republic” was analyzed. Then the knowledge generation and management methodology was applied and a search strategy was identified to recover the information for preparation of the concept maps. Results The legal framework and institutional structure, as well as policies, programs, plans, and strategies for health and intellectual property, were identified. A set of barriers that hinder access to medicines was also identified, as well as solutions to overcome them. Conclusions In Central America and the Dominican Republic, health strategies, policies, programs, and plans are in place, but unfortunately their scope and degree of dissemination is uneven. This, together with social and economic factors, explains why health inequity persists between and within countries. The identified barriers to access to medicines included the expansion and strengthening of the rights of pharmaceutical patent-holders, problems with implementing the flexibilities of the Agreement on Trade-related Aspects of Intellectual Property Rights, pricing policies, and strict regulatory standards.
  • HIV, syphilis, and viral hepatitis among Latin American indigenous peoples and Afro-descendants: a systematic review

    Russell, Nancy K.; Nazar, Kevin; del Pino, Sandra; Alonso Gonzalez, Monica; Díaz Bermúdez, Ximena P.; Ravasi, Giovanni

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Identificar e sintetizar a literatura existente sobre a carga de HIV, infecções sexualmente transmissíveis (IST) e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes da América Latina para traçar um amplo panorama dos dados quantitativos disponíveis e destacar as lacunas problemáticas nos dados. Métodos Foi realizada uma revisão sistemática da literatura publicada e da literatura cinzenta para identificar documentos publicados em inglês, espanhol ou português com dados coletados entre janeiro de 2000 e abril de 2016 sobre a carga de HIV, IST e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes em 17 países latino-americanos. Resultados Sessenta e dois documentos de 12 países foram encontrados. A prevalência de HIV observada foi em geral baixa (<1%), com focos de alta prevalência (>5%) observados em comunidades indígenas da Venezuela (warao) (9,6%), Peru (chayahuita) (7,5%) e Colômbia (mulheres wayúu) (7,0%). Foi verificada uma alta prevalência de sífilis ativa (> 5%) em comunidades indígenas no Paraguai (11,6% e 9,7%) e Peru (chayahuita) (6,3%). A alta endemicidade (>8%) de hepatite B foi observada em povos indígenas no México (huichol) (9,4%) e Venezuela (ianomâmi 14,3%; japrería 29,5%) e em comunidades negras quilombolas no Brasil (Frechal 12,5%; Furnas do Dionísio 8,4% em 2008 e 9,2% em 2003). Conclusões As lacunas nos dados existentes sobre a carga de HIV, IST e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes na América Latina destacam a necessidade de: melhorar a vigilância nacional com coleta sistemática e análise de variáveis de etnicidade e realizar estudos integrados de análise biocomportamental com o uso de metodologias robustas e estratégias sensíveis à diversidade cultural; desenvolver uma política de resposta regional que considere as necessidades dos povos indígenas e afrodescendentes; e implementar um enfoque intercultural à saúde e prestação de serviços para derrubar as barreiras de acesso à saúde e melhorar os resultados de saúde nestas populações.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Identificar y resumir la bibliografía existente sobre la carga de la infección por el VIH, las infecciones de transmisión sexual (ITS) y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en América Latina para proporcionar un panorama amplio de los datos cuantitativos disponibles y poner de relieve las brechas problemáticas que pudiera haber en los datos. Métodos Se hizo un examen sistemático de la bibliografía publicada y la bibliografía gris para encontrar documentos publicados en inglés, español o portugués con datos recogidos entre enero del 2000 y abril del 2016 sobre la carga de la infección por el VIH, las ITS y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en 17 países latinoamericanos. Resultados Se encontraron 62 documentos de 12 países. La prevalencia de la infección por el VIH fue generalmente baja (< 1%), pero se observaron focos de prevalencia alta (> 5%) en algunas comunidades indígenas en Venezuela (Warao) (9,6%), Perú (Chayahuita) (7,5%) y Colombia (las mujeres Wayuus) (7,0%). Se observó prevalencia alta de sífilis activa (> 5%) en algunas comunidades indígenas en Paraguay (11,6% y 9,7%) y Perú (Chayahuita) (6,3%). Se encontró endemicidad alta (> 8%) de la hepatitis B en algunos pueblos indígenas en México (Huichol) (9,4%) y Venezuela (Yanomami: 14,3%; Japreira: 29,5%) y en las poblaciones quilombola de afrodescendientes en Brasil (Frechal: 12,5%; Furnas do Dionísio: 8,4% en el 2008, 9,2% en el 2003). Conclusiones Las brechas en los datos existentes sobre la carga de la infección por el VIH, las ITS y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en América Latina destacan la necesidad de: 1) mejorar la vigilancia nacional mediante la recolección y el análisis sistemáticos de las variables de etnicidad y la ejecución de estudios bioconductuales integrados que utilicen metodologías sólidas y estrategias sensibles a diferencias entre las culturas; 2) elaborar una política de respuesta de alcance regional que considere las necesidades de las poblaciones indígenas y de afrodescendientes; y 3) aplicar un enfoque intercultural de la salud y de la prestación de servicios conexos para eliminar las barreras de acceso a la salud y mejorar los resultados en materia de salud para estas poblaciones.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To identify and summarize existing literature on the burden of HIV, sexually transmitted infections (STIs), and viral hepatitis (VH) in indigenous peoples and Afro-descendants in Latin America to provide a broad panorama of the quantitative data available and highlight problematic data gaps. Methods Published and grey literature were systematically reviewed to identify documents published in English, Spanish, or Portuguese with data collected between January 2000 and April 2016 on HIV, STI, and VH disease burden among indigenous peoples and Afro-descendants in 17 Latin American countries. Results Sixty-two documents from 12 countries were found. HIV prevalence was generally low (< 1%) but pockets of high prevalence (> 5%) were noted in some indigenous communities in Venezuela (Warao) (9.6%), Peru (Chayahuita) (7.5%), and Colombia (Wayuu females) (7.0%). High active syphilis prevalence (> 5%) was seen in some indigenous communities in Paraguay (11.6% and 9.7%) and Peru (Chayahuita) (6.3%). High endemicity (> 8%) of hepatitis B was found in some indigenous peoples in Mexico (Huichol) (9.4%) and Venezuela (Yanomami: 14.3%; Japreira: 29.5%) and among Afro-descendant quilombola populations in Brazil (Frechal: 12.5%; Furnas do Dionísio: 8.4% in 2008, 9.2% in 2003). Conclusions The gaps in existing data on the burden of HIV, STIs, and VH in indigenous peoples and Afro-descendants in Latin America highlight the need to 1) improve national surveillance, by systematically collecting and analyzing ethnicity variables, and implementing integrated biobehavioral studies using robust methodologies and culturally sensitive strategies; 2) develop a region-wide response policy that considers the needs of indigenous peoples and Afro-descendants; and 3) implement an intercultural approach to health and service delivery to eliminate health access barriers and improve health outcomes for these populations.
  • Early-life obesity and adulthood colorectal cancer risk: a meta-analysis

    Garcia, Harrison; Song, Mingyang

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Examinar a relação entre a obesidade no início da vida e o risco de câncer colorretal na vida adulta. Métodos Foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados do Google Scholar e PubMed e em dados de referência. Quinze estudos relevantes foram identificados e foi realizada uma meta-análise em separado para homens e mulheres. Um modelo de efeitos aleatórios foi usado para comparar os riscos relativos (RR) ajustados para multivariáveis de câncer colorretal de modo geral e específico ao subsítio às faixas superiores e inferiores de índice de massa corporal (IMC) no início da vida. Foi realizada uma análise de metarregressão dos fatores que possivelmente contribuíram para a heterogeneidade entre os estudos. Resultados IMC alto no início da vida foi associado a um aumento de 39% no risco de câncer colorretal em homens adultos (RR 1,39, IC 95% 1,20–1,62, P < 0,0001) e um aumento de 19% no risco de câncer colorretal em mulheres adultas (RR 1,19, IC 95% 1,06–1,35, P = 0,004). Heterogeneidade estatisticamente não significativa foi identificada na análise de metarregressão segundo subsítio tumoral (RR 1,06, IC 95% 0,97–1,17; RR 1,08, IC 95% 0,99–1,18 para o câncer de cólon proximal no sexo masculino e no sexo feminino; RR 1,51, IC 95% 1,22–1,87; RR 1,08, IC 95% 0,98–1,19 para o câncer de cólon distal no sexo masculino e no sexo feminino; e RR 1,39, IC 95% 1,1–1,77; RR 1,51, IC 95% 0,94–2,03 para o câncer retal no sexo masculino e no sexo feminino) e outros fatores, como idade na avaliação do IMC, IMC autorrelatado ou medido e ajuste para tabagismo. Conclusões Os resultados do estudo indicam que um IMC alto no início da vida está associado ao aumento do risco de câncer colorretal na vida adulta. Outros estudos devem ser realizados para investigar o risco de câncer colorretal na vida adulta em indivíduos obesos no início da vida em países não ocidentais assim como pesquisar os mecanismos subjacentes pelos quais a adiposidade no início da vida pode influir na patogênese do câncer colorretal.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo En este metanálisis se examina la relación entre la obesidad a edad temprana y el riesgo de cáncer colorrectal en la edad adulta. Métodos Se llevó a cabo una búsqueda sistemática en Google Scholar, PubMed y datos de referencia. Se seleccionaron 15 estudios pertinentes y se realizó un metanálisis de esos estudios (hombres y mujeres por separado). Se usó un modelo de efectos aleatorios para comparar los riesgos relativos (RR) ajustados por multivariantes de tener cáncer colorrectal en las categorías de personas con mayor y menor índice de masa corporal (IMC) a edad temprana. Se realizó una metarregresión de los factores que pueden haber contribuido con la heterogeneidad entre estudios. Resultados Un IMC alto a edad temprana está asociado con un aumento de 39% del riesgo de cáncer colorrectal en los hombres adultos (RR = 1,39, IC de 95% 1,20 – 1,62, P < 0,0001) y un aumento de 19% del riesgo de cáncer colorrectal en las mujeres adultas (RR = 1,19, IC de 95% 1,06 – 1,35, P = 0,004). En la metarregresión no se encontró una heterogeneidad estadísticamente significativa por subsitio tumoral (RR = 1,06, IC de 95% 0,97 – 1,17, RR = 1,08, IC de 95% 0,99 – 1,18 para cáncer de colon proximal masculino y femenino; RR = 1,51, IC de 95% 1,22 – 1,87, RR = 1,08, IC de 95% 0,98 – 1,19 para cáncer de colon distal masculino y femenino; y RR = 1,39, IC de 95% 1,1 – 1,77, RR = 1,51, IC de 95% 0,94 – 2,03 para cáncer rectal masculino y femenino) u otros factores, incluidos edad de la evaluación del IMC, IMC notificado o medido por la propia persona y ajuste por tabaquismo. Conclusiones Los resultados indican que un IMC alto a edad temprana está asociado con un mayor riesgo de cáncer colorrectal en la edad adulta. Deben realizarse otros estudios para investigar el riesgo de cáncer colorrectal en el adulto en las personas obesas a edad temprana de países no occidentales, así como los mecanismos subyacentes por los cuales la adiposidad a edad temprana puede influir en la patogénesis del cáncer colorrectal.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective This meta-analysis examines the relationship between early-life obesity and risk of colorectal cancer (CRC) in adulthood. Methods A systematic search of Google Scholar, PubMed, and reference data was conducted. Fifteen relevant studies were identified and meta-analyzed, for men and women separately. A random-effects model was used to compare the multivariable-adjusted relative risks (RR) of overall and subsite-specific CRC to the highest versus lowest categories of body mass index (BMI) in early life. Meta-regression was performed on factors that may have contributed to between-study heterogeneity. Results High early-life BMI was associated with a 39% increased risk of CRC in adult men (RR = 1.39, 95%CI = 1.20 – 1.62, P < 0.0001) and a 19% increased risk of CRC in adult women (RR = 1.19, 95%CI = 1.06 – 1.35, P = 0.004). No statistically significant heterogeneity was identified in meta-regression according to tumor subsite (RR = 1.06, 95%CI = 0.97 – 1.17, RR = 1.08, 95%CI = 0.99 – 1.18 for male and female proximal colon cancer; RR = 1.51, 95%CI = 1.22 – 1.87, RR = 1.08, 95%CI = 0.98 – 1.19 for male and female distal colon cancer; and RR = 1.39, 95%CI = 1.1 – 1.77, RR = 1.51, 95%CI = 0.94 – 2.03 for male and female rectal cancer) or other factors, including age of BMI assessment, self-reported or measured BMI, and adjustment for smoking. Conclusions The results suggest that high early-life BMI is associated with increased risk of CRC in adulthood. Further studies should investigate adult CRC risk in early-life obese individuals from non-Western countries and the underlying mechanisms by which early-life adiposity may influence CRC pathogenesis.
  • Concept Map on Health and Intellectual Property in Central America and the Dominican Republic

    Delgado, Beatriz M. García; Silva, Ana Paula; Rodriguez, Juana M. de

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Elaborar um mapa conceitual de saúde pública e propriedade intelectual na América Central e na República Dominicana para facilitar identificar as principais barreiras ao acesso à saúde, em particular ao acesso aos medicamentos, e servir de guia às autoridades públicas para melhorar a eficiência das políticas e a efetividade das ações. Métodos Foi analisado o relatório Mapa conceitual de saúde pública e propriedade intelectual (MC SPPI); perspectiva regional: América Central e República Dominicana. Foi usada a metodologia para análise de gestão e geração de conhecimento e identificada a estratégia de busca que permitiu recuperar a informação para a construção dos mapas conceituais. Resultados Foram identificados o enquadramento jurídico, a estrutura institucional e as políticas, programas, planos e estratégias de saúde e propriedade intelectual e uma série de barreiras que interferem negativamente no acesso aos medicamentos e as soluções para eliminá-las. Conclusões Na América Central e na República Dominicana, existem estratégias, políticas, programas e planos de saúde, porém eles têm alcance e disseminação distintos que, ao lado de fatores sociais e econômicos, explicam por que persiste a falta de equidade em saúde entre os países. Entre as barreiras ao acesso aos medicamentos estão o reforço e a ampliação dos direitos dos detentores de patentes farmacêuticas, dificuldades na implementação das flexibilidades dos Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, políticas de fixação de preços e normas reguladoras estritas.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo El objetivo del presente estudio es elaborar un “mapa conceptual de salud pública y propiedad intelectual de Centroamérica y República Dominicana” que facilite la identificación de las principales barreras que inciden en el acceso a la salud, y en especial a los medicamentos, y que sirva de guía de acción a las autoridades estatales para mejorar la eficiencia de sus políticas y la efectividad de sus acciones. Métodos Se realizó el análisis del informe “MC SPPI; Perspectiva Regional: Centroamérica y República Dominicana”. Posteriormente, se utilizó la Metodología para la Gestión y Generación de Conocimiento y se identificó la estrategia de búsqueda que permitió recobrar la información para la confección de los mapas conceptuales. Resultados Se identificaron el marco legal, la estructura institucional y las políticas, programas, planes y estrategias en temas de salud y propiedad intelectual, así como un conjunto de barreras que inciden negativamente en el acceso a los medicamentos y las soluciones que las contrarresten. Conclusiones En Centroamérica y la República Dominicana existen estrategias, políticas, programas y planes relacionados con la salud, aunque, lamentablemente, su alcance y grado de difusión difieren, lo que, unido a factores sociales y económicos, explica que persista la inequidad sanitaria entre los países. Entre las barreras al acceso a los medicamentos se identificaron la ampliación y refuerzo de los derechos de los titulares de patentes farmacéuticas, dificultades en la implementación de las flexibilidades de los Aspectos de los Derechos de Propiedad Intelectual relacionados con el Comercio, políticas de fijación de precios y estándares regulatorios estrictos.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective The objective of this study is to prepare a “Concept Map on Health and Intellectual Property in Central America and the Dominican Republic” in order to help identify the main access barriers to health, especially medicines, and to guide state authorities toward actions to improve the efficiency and effectiveness of policies. Methods The report “Concept Map on Public Health and Intellectual Property, Regional Perspective: Central America and the Dominican Republic” was analyzed. Then the knowledge generation and management methodology was applied and a search strategy was identified to recover the information for preparation of the concept maps. Results The legal framework and institutional structure, as well as policies, programs, plans, and strategies for health and intellectual property, were identified. A set of barriers that hinder access to medicines was also identified, as well as solutions to overcome them. Conclusions In Central America and the Dominican Republic, health strategies, policies, programs, and plans are in place, but unfortunately their scope and degree of dissemination is uneven. This, together with social and economic factors, explains why health inequity persists between and within countries. The identified barriers to access to medicines included the expansion and strengthening of the rights of pharmaceutical patent-holders, problems with implementing the flexibilities of the Agreement on Trade-related Aspects of Intellectual Property Rights, pricing policies, and strict regulatory standards.
  • Remote control or unlikely control? Behavioral economics and the promotion of healthy behaviors

    Loch, Mathias Roberto; Dias, Douglas Fernando; Castro, Alex Sandro Rodrigues; Guerra, Paulo Henrique

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO A economia comportamental é um campo de saberes e práticas que estuda o efeito de fatores psicológicos, cognitivos, emocionais e sociais sobre a tomada de decisão de indivíduos e instituições. Essa disciplina parte da premissa de que as escolhas humanas não são resultado de uma cuidadosa ponderação de custos e benefícios e de que alguns aspectos (por exemplo, opção padrão, enquadramento e efeito-âncora) podem influenciar a tomada de decisão por parte das pessoas. Assim, o objetivo deste texto é apresentar aspectos gerais da economia comportamental e reflexões sobre sua possível aplicação na promoção de comportamentos saudáveis. Uma das funções dos profissionais de saúde é fazer com que a adoção de comportamentos saudáveis seja mais fácil por parte das pessoas. Nessa perspectiva, existem evidências de que a aplicação de ideias da economia comportamental pode ter impacto positivo na adoção de comportamentos de saúde diversos, como, por exemplo, escolhas alimentares, prática de atividade física, adesão a campanhas de vacinação e doação de órgãos. Desse modo, acredita-se que a apropriação de alguns conceitos e insights da economia comportamental possa, de um lado, promover comportamentos saudáveis e, de outro, apoiar ações mais efetivas de incentivo a esses comportamentos.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN La economía comportamental es un campo de conocimientos y prácticas que estudia el efecto de los factores psicológicos, cognoscitivos, emocionales y sociales sobre la toma de decisiones de las personas y las instituciones. Esa disciplina parte de la premisa de que las formas de elección humana no son el resultado de una cuidadosa ponderación de los costos y beneficios, y de que algunos aspectos (por ejemplo, la opción predeterminada, el efecto de enmarcación y el efecto de anclaje) pueden influir en la toma de decisiones por parte de las personas. Por ende, el objetivo de este texto es presentar los aspectos generales de la economía comportamental y algunas reflexiones sobre su posible aplicación en la promoción de patrones de comportamiento saludable. Una de las funciones de los profesionales de salud es facilitar la adopción de patrones de comportamiento saludable por parte de la población. En esa perspectiva, se ha comprobado que la aplicación de los conceptos de la economía comportamental puede tener un efecto positivo en la adopción de diversos patrones de comportamiento en materia de salud, por ejemplo, la selección de alimentos, la práctica de la actividad física, la adhesión a campañas de vacunación y la donación de órganos. De ese modo, se cree que la apropiación de algunos conceptos y percepciones de la economía comportamental permite, por un lado, promover los patrones de comportamiento saludable y, por otro, apoyar medidas más eficaces para incentivar esos tipos de comportamiento.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Behavioral economics is a field of knowledge and practices that studies the effect of psychological, cognitive, emotional, and social factors relating to decision-making by individuals and institutions. It assumes that human choices are not the result of careful consideration of costs and benefits, and that some aspects (e.g., defaults, framings, and anchoring effects) may influence an individual's decision-making. Thus, the aim of this essay is to present some general aspects of behavioral economics and discuss its possible application in the promotion of healthy behaviors. One of the roles of health care professionals is to facilitate the adoption of healthy behaviors by the population. There is evidence of a positive influence of some behavioral economics concepts regarding the adoption of various health behaviors, such as food choices, physical activity, adherence to vaccination campaigns, and organ donation. Thus, it is believed that the appropriation of some of these concepts and insights may both promote healthier behaviors and support more effective actions to encourage these healthy behaviors.
  • Overview of dengue in the MERCOSUR Member States, 1991-2015

    Masciadri, Viviana

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo O vírus da dengue é atualmente um fenômeno endêmico que assola a região do Mercosul. O objetivo desta pesquisa foi fazer um diagnóstico da situação epidemiológica da dengue nos Estados Membros e Estados Associados do Mercosul. Métodos O estudo se baseou em dados estatísticos (taxas de morbidade pela dengue estimadas para o período 1980–2015 e, em particular, para o período 1991–2015) e em um corpus de legislação de saúde, legislação comercial, laudos, relatórios executivos e bibliografia específica. Resultados À exceção do Chile e Uruguai, os países associados ou membros do Mercosul, sobretudo o Brasil que tem a maior incidência mundial de dengue, precisam identificar os fatores que favorecem o aumento da propagação da endemia. Conclusões Este breve panorama da dengue nos Estados Membros do Mercosul no período 1991–2015 está fundamentado em dados macroestruturais que ponderam e, ao mesmo tempo, representam o somatório dos quatro componentes estabelecidos pela OMS e OPAS para o controle da dengue: vontade política por parte dos governos, coordenação intersetorial, participação da comunidade e fortalecimento da legislação nacional de saúde.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo En la actualidad, el virus del dengue constituye un fenómeno endémico que azota la región del Mercosur. El objetivo de esta investigación es elaborar un diagnóstico sobre la situación epidemiológica causada por el dengue en los Estados miembros y asociados del Mercosur. Métodos Se utilizaron datos estadísticos —tasas de morbilidad por dengue estimadas para el período 1980-2015, y especialmente del período 1991-2015—, junto con un corpus de leyes sanitarias, comerciales, laudos, informes ejecutivos y bibliografía específica. Resultados Se observó que, a excepción de Chile y Uruguay, los países asociados o miembros del Mercosur —principalmente Brasil, que exhibe la mayor incidencia mundial de casos de dengue— necesitan identificar los factores que favorecen el aumento de la propagación de la endemia. Conclusiones Este breve panorama sobre los Estados miembros del Mercosur en el período 1991-2015 se fundamenta en datos macroestructurales que ponderan y, al mismo tiempo, representan el sumatorio de los cuatro elementos establecidos por la OMS y la OPS para el control del dengue: la voluntad política de los Gobiernos, la coordinación intersectorial, la participación de la comunidad y el fortalecimiento de las leyes sanitarias nacionales.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective Dengue virus is an endemic now ravaging the MERCOSUR region. The objective of this research is to assess the epidemiological situation caused by dengue in the MERCOSUR Member States and Associate States. Methods Statistical data were used (estimated dengue morbidity rates for the period 1980-2015, with particular focus on 1991-2015), together with a corpus of health legislation, commercial law, arbitration awards, executive reports, and subject-specific literature. Results It was found that, with the exception of Chile and Uruguay, MERCOSUR members and associate countries (in particular, Brazil, which has the highest incidence of dengue cases in the world) need to identify the factors that favor the increasing spread of this endemic disease. Conclusions This brief overview of the MERCOSUR Member States in the period 1991-2015 is based on a consideration of macrostructural data that represent the sum of the four elements established by WHO and PAHO for dengue control: the political will of governments, intersectoral coordination, community participation, and the strengthening of national health legislation.
  • Prevalence of tuberculosis in incarcerated populations: systematic review and meta-analysis

    Moreira, Tiago Ricardo; Lemos, Aline Campos; Colodette, Renata Maria; Gomes, Andréia Patrícia; Batista, Rodrigo Siqueira

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Estimar a prevalência de tuberculose entre a população privada de liberdade. Métodos Realizou-se uma revisão sistemática com metanálise. Foram selecionados estudos publicados de janeiro de 1997 a dezembro de 2016 nas bases de dados MEDLINE (via PubMed), SciELO e LILACS. O termos de busca foram (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); ou (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). O desfecho primário foi a prevalência de tuberculose com intervalo de confiança de 95% (IC95%). Na metanálise, as variáveis associadas com as taxas de prevalência de tuberculose na população privada de liberdade na análise univariada (P ≤ 0,20) foram incluídas no modelo final multivariado. Resultados Com base nos 29 estudos incluídos na metanálise, 2 163 presos foram identificados com tuberculose. A prevalência combinada de tuberculose entre os prisioneiros foi de 2% (IC95%: 0,02 a 0,02). A prevalência de tuberculose entre prisioneiros em países com prevalência de 0 a 24 por 100 mil habitantes na população geral ficou abaixo de 1% (IC95% = 0,00 a 0,00). Nos países com prevalência de tuberculose de 25 a 99/100 mil, a estimativa foi de 3% (IC95% = 0,02 a 0,04); e nos países com prevalência ≥ 300/100 mil, a estimativa foi de 8% (IC95% = 0,05 a 0,11). Conclusão O presente estudo reafirma a alta magnitude da tuberculose entre a população privada de liberdade no contexto mundial. Os resultados mostram ainda uma ligação entre a prevalência de tuberculose na população geral e a prevalência da doença dentro dos presídios.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Estimar la prevalencia de tuberculosis en la población privada de libertad. Métodos Se realizó una revisión sistemática con metanálisis. Se seleccionaron estudios publicados desde enero de 1997 hasta diciembre del 2016 en las bases de datos MEDLINE/PubMed, SciELO y LILACS. Los términos de búsqueda fueron (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); o (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). El resultado principal fue la prevalencia de tuberculosis con un intervalo de confianza de 95% (IC95%). En el metanálisis, las variables asociadas con la prevalencia de la tuberculosis en la población privada de libertad en el análisis univariado (P ≤ 0,20) se incluyeron en el modelo final multivariado. Resultados Con base en los 29 estudios incluidos en el metanálisis, se detectaron 2 163 presos con tuberculosis. La prevalencia combinada de tuberculosis en los presos fue de 2% (IC95%: 0,02-0,02). La prevalencia de tuberculosis en presos de los países con prevalencia de 0 a 24 por 100.000 habitantes en la población general fue inferior a 1% (IC95% = 0,00-0,00). En los países con una prevalencia de tuberculosis de 25 a 99 por 100.000, la estimación fue de 3% (IC95% = 0,02-0,04); y en los países con prevalencia ≥ 300 por 100.000, de 8% (IC95% = 0,05-0,11). Conclusión El presente estudio reafirma la alta prevalencia de la tuberculosis en la población privada de libertad en el contexto mundial. Los resultados muestran además una conexión entre la prevalencia de la tuberculosis en la población general y la observada dentro de los presidios.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To estimate the prevalence of tuberculosis among incarcerated populations. Method A systematic review with meta-analysis was performed. The MEDLINE/PubMed, SciELO, and LILACS databases were searched for articles published from January 1997 to December 2016. The following search terms were used: (“tuberculosis”[MeSH] OR “tuberculosis”[TIAB]) AND (“prisons”[MeSH] OR “prisons”[TIAB]); or (“tuberculose” [DeCS] OU “tuberculose” [palavras] E “prisões” [DeCS] OU “prisões” [palavras]). The primary outcome was the prevalence of tuberculosis with 95% confidence interval (95%CI). In the metanalysis, variables associated with tuberculosis prevalence in incarcerated populations in the univariate analysis (P ≤ 0,20) were included in the final multivariate model. Results Based on the 29 studies included in the metanalysis, 2,163 prisoners with tuberculosis were identified. The combined prevalence of tuberculosis among prisoners was 2% (95%CI: 0.02-0.02). The prevalence among prisoners from countries with tuberculosis prevalence of 0-24 per 100,000 general population was below 1% (95%CI = 0.00-0.00). In countries with overall tuberculosis prevalence of 25-99/100,000, the estimate among prisoners was 3% (95%CI = 0.02-0.04); and in countries with overall prevalence ≥ 300/100 thousand, the estimated prevalence among prisoners was 8% (95%CI = 0.05-0.11). Conclusion The present results support the notion of a high prevalence of tuberculosis among incarcerated populations worldwide. The results also show a link between the prevalence of tuberculosis in the general and the prevalence of tuberculosis in prisons.
  • Early-life obesity and adulthood colorectal cancer risk: a meta-analysis

    Garcia, Harrison; Song, Mingyang

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Examinar a relação entre a obesidade no início da vida e o risco de câncer colorretal na vida adulta. Métodos Foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados do Google Scholar e PubMed e em dados de referência. Quinze estudos relevantes foram identificados e foi realizada uma meta-análise em separado para homens e mulheres. Um modelo de efeitos aleatórios foi usado para comparar os riscos relativos (RR) ajustados para multivariáveis de câncer colorretal de modo geral e específico ao subsítio às faixas superiores e inferiores de índice de massa corporal (IMC) no início da vida. Foi realizada uma análise de metarregressão dos fatores que possivelmente contribuíram para a heterogeneidade entre os estudos. Resultados IMC alto no início da vida foi associado a um aumento de 39% no risco de câncer colorretal em homens adultos (RR 1,39, IC 95% 1,20–1,62, P < 0,0001) e um aumento de 19% no risco de câncer colorretal em mulheres adultas (RR 1,19, IC 95% 1,06–1,35, P = 0,004). Heterogeneidade estatisticamente não significativa foi identificada na análise de metarregressão segundo subsítio tumoral (RR 1,06, IC 95% 0,97–1,17; RR 1,08, IC 95% 0,99–1,18 para o câncer de cólon proximal no sexo masculino e no sexo feminino; RR 1,51, IC 95% 1,22–1,87; RR 1,08, IC 95% 0,98–1,19 para o câncer de cólon distal no sexo masculino e no sexo feminino; e RR 1,39, IC 95% 1,1–1,77; RR 1,51, IC 95% 0,94–2,03 para o câncer retal no sexo masculino e no sexo feminino) e outros fatores, como idade na avaliação do IMC, IMC autorrelatado ou medido e ajuste para tabagismo. Conclusões Os resultados do estudo indicam que um IMC alto no início da vida está associado ao aumento do risco de câncer colorretal na vida adulta. Outros estudos devem ser realizados para investigar o risco de câncer colorretal na vida adulta em indivíduos obesos no início da vida em países não ocidentais assim como pesquisar os mecanismos subjacentes pelos quais a adiposidade no início da vida pode influir na patogênese do câncer colorretal.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo En este metanálisis se examina la relación entre la obesidad a edad temprana y el riesgo de cáncer colorrectal en la edad adulta. Métodos Se llevó a cabo una búsqueda sistemática en Google Scholar, PubMed y datos de referencia. Se seleccionaron 15 estudios pertinentes y se realizó un metanálisis de esos estudios (hombres y mujeres por separado). Se usó un modelo de efectos aleatorios para comparar los riesgos relativos (RR) ajustados por multivariantes de tener cáncer colorrectal en las categorías de personas con mayor y menor índice de masa corporal (IMC) a edad temprana. Se realizó una metarregresión de los factores que pueden haber contribuido con la heterogeneidad entre estudios. Resultados Un IMC alto a edad temprana está asociado con un aumento de 39% del riesgo de cáncer colorrectal en los hombres adultos (RR = 1,39, IC de 95% 1,20 – 1,62, P < 0,0001) y un aumento de 19% del riesgo de cáncer colorrectal en las mujeres adultas (RR = 1,19, IC de 95% 1,06 – 1,35, P = 0,004). En la metarregresión no se encontró una heterogeneidad estadísticamente significativa por subsitio tumoral (RR = 1,06, IC de 95% 0,97 – 1,17, RR = 1,08, IC de 95% 0,99 – 1,18 para cáncer de colon proximal masculino y femenino; RR = 1,51, IC de 95% 1,22 – 1,87, RR = 1,08, IC de 95% 0,98 – 1,19 para cáncer de colon distal masculino y femenino; y RR = 1,39, IC de 95% 1,1 – 1,77, RR = 1,51, IC de 95% 0,94 – 2,03 para cáncer rectal masculino y femenino) u otros factores, incluidos edad de la evaluación del IMC, IMC notificado o medido por la propia persona y ajuste por tabaquismo. Conclusiones Los resultados indican que un IMC alto a edad temprana está asociado con un mayor riesgo de cáncer colorrectal en la edad adulta. Deben realizarse otros estudios para investigar el riesgo de cáncer colorrectal en el adulto en las personas obesas a edad temprana de países no occidentales, así como los mecanismos subyacentes por los cuales la adiposidad a edad temprana puede influir en la patogénesis del cáncer colorrectal.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective This meta-analysis examines the relationship between early-life obesity and risk of colorectal cancer (CRC) in adulthood. Methods A systematic search of Google Scholar, PubMed, and reference data was conducted. Fifteen relevant studies were identified and meta-analyzed, for men and women separately. A random-effects model was used to compare the multivariable-adjusted relative risks (RR) of overall and subsite-specific CRC to the highest versus lowest categories of body mass index (BMI) in early life. Meta-regression was performed on factors that may have contributed to between-study heterogeneity. Results High early-life BMI was associated with a 39% increased risk of CRC in adult men (RR = 1.39, 95%CI = 1.20 – 1.62, P < 0.0001) and a 19% increased risk of CRC in adult women (RR = 1.19, 95%CI = 1.06 – 1.35, P = 0.004). No statistically significant heterogeneity was identified in meta-regression according to tumor subsite (RR = 1.06, 95%CI = 0.97 – 1.17, RR = 1.08, 95%CI = 0.99 – 1.18 for male and female proximal colon cancer; RR = 1.51, 95%CI = 1.22 – 1.87, RR = 1.08, 95%CI = 0.98 – 1.19 for male and female distal colon cancer; and RR = 1.39, 95%CI = 1.1 – 1.77, RR = 1.51, 95%CI = 0.94 – 2.03 for male and female rectal cancer) or other factors, including age of BMI assessment, self-reported or measured BMI, and adjustment for smoking. Conclusions The results suggest that high early-life BMI is associated with increased risk of CRC in adulthood. Further studies should investigate adult CRC risk in early-life obese individuals from non-Western countries and the underlying mechanisms by which early-life adiposity may influence CRC pathogenesis.
  • HIV, syphilis, and viral hepatitis among Latin American indigenous peoples and Afro-descendants: a systematic review

    Russell, Nancy K.; Nazar, Kevin; del Pino, Sandra; Alonso Gonzalez, Monica; Díaz Bermúdez, Ximena P.; Ravasi, Giovanni

    Abstract in Portuguese:

    RESUMO Objetivo Identificar e sintetizar a literatura existente sobre a carga de HIV, infecções sexualmente transmissíveis (IST) e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes da América Latina para traçar um amplo panorama dos dados quantitativos disponíveis e destacar as lacunas problemáticas nos dados. Métodos Foi realizada uma revisão sistemática da literatura publicada e da literatura cinzenta para identificar documentos publicados em inglês, espanhol ou português com dados coletados entre janeiro de 2000 e abril de 2016 sobre a carga de HIV, IST e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes em 17 países latino-americanos. Resultados Sessenta e dois documentos de 12 países foram encontrados. A prevalência de HIV observada foi em geral baixa (<1%), com focos de alta prevalência (>5%) observados em comunidades indígenas da Venezuela (warao) (9,6%), Peru (chayahuita) (7,5%) e Colômbia (mulheres wayúu) (7,0%). Foi verificada uma alta prevalência de sífilis ativa (> 5%) em comunidades indígenas no Paraguai (11,6% e 9,7%) e Peru (chayahuita) (6,3%). A alta endemicidade (>8%) de hepatite B foi observada em povos indígenas no México (huichol) (9,4%) e Venezuela (ianomâmi 14,3%; japrería 29,5%) e em comunidades negras quilombolas no Brasil (Frechal 12,5%; Furnas do Dionísio 8,4% em 2008 e 9,2% em 2003). Conclusões As lacunas nos dados existentes sobre a carga de HIV, IST e hepatite viral nos povos indígenas e afrodescendentes na América Latina destacam a necessidade de: melhorar a vigilância nacional com coleta sistemática e análise de variáveis de etnicidade e realizar estudos integrados de análise biocomportamental com o uso de metodologias robustas e estratégias sensíveis à diversidade cultural; desenvolver uma política de resposta regional que considere as necessidades dos povos indígenas e afrodescendentes; e implementar um enfoque intercultural à saúde e prestação de serviços para derrubar as barreiras de acesso à saúde e melhorar os resultados de saúde nestas populações.

    Abstract in Spanish:

    RESUMEN Objetivo Identificar y resumir la bibliografía existente sobre la carga de la infección por el VIH, las infecciones de transmisión sexual (ITS) y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en América Latina para proporcionar un panorama amplio de los datos cuantitativos disponibles y poner de relieve las brechas problemáticas que pudiera haber en los datos. Métodos Se hizo un examen sistemático de la bibliografía publicada y la bibliografía gris para encontrar documentos publicados en inglés, español o portugués con datos recogidos entre enero del 2000 y abril del 2016 sobre la carga de la infección por el VIH, las ITS y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en 17 países latinoamericanos. Resultados Se encontraron 62 documentos de 12 países. La prevalencia de la infección por el VIH fue generalmente baja (< 1%), pero se observaron focos de prevalencia alta (> 5%) en algunas comunidades indígenas en Venezuela (Warao) (9,6%), Perú (Chayahuita) (7,5%) y Colombia (las mujeres Wayuus) (7,0%). Se observó prevalencia alta de sífilis activa (> 5%) en algunas comunidades indígenas en Paraguay (11,6% y 9,7%) y Perú (Chayahuita) (6,3%). Se encontró endemicidad alta (> 8%) de la hepatitis B en algunos pueblos indígenas en México (Huichol) (9,4%) y Venezuela (Yanomami: 14,3%; Japreira: 29,5%) y en las poblaciones quilombola de afrodescendientes en Brasil (Frechal: 12,5%; Furnas do Dionísio: 8,4% en el 2008, 9,2% en el 2003). Conclusiones Las brechas en los datos existentes sobre la carga de la infección por el VIH, las ITS y las hepatitis virales en las poblaciones indígenas y afrodescendientes en América Latina destacan la necesidad de: 1) mejorar la vigilancia nacional mediante la recolección y el análisis sistemáticos de las variables de etnicidad y la ejecución de estudios bioconductuales integrados que utilicen metodologías sólidas y estrategias sensibles a diferencias entre las culturas; 2) elaborar una política de respuesta de alcance regional que considere las necesidades de las poblaciones indígenas y de afrodescendientes; y 3) aplicar un enfoque intercultural de la salud y de la prestación de servicios conexos para eliminar las barreras de acceso a la salud y mejorar los resultados en materia de salud para estas poblaciones.

    Abstract in English:

    ABSTRACT Objective To identify and summarize existing literature on the burden of HIV, sexually transmitted infections (STIs), and viral hepatitis (VH) in indigenous peoples and Afro-descendants in Latin America to provide a broad panorama of the quantitative data available and highlight problematic data gaps. Methods Published and grey literature were systematically reviewed to identify documents published in English, Spanish, or Portuguese with data collected between January 2000 and April 2016 on HIV, STI, and VH disease burden among indigenous peoples and Afro-descendants in 17 Latin American countries. Results Sixty-two documents from 12 countries were found. HIV prevalence was generally low (< 1%) but pockets of high prevalence (> 5%) were noted in some indigenous communities in Venezuela (Warao) (9.6%), Peru (Chayahuita) (7.5%), and Colombia (Wayuu females) (7.0%). High active syphilis prevalence (> 5%) was seen in some indigenous communities in Paraguay (11.6% and 9.7%) and Peru (Chayahuita) (6.3%). High endemicity (> 8%) of hepatitis B was found in some indigenous peoples in Mexico (Huichol) (9.4%) and Venezuela (Yanomami: 14.3%; Japreira: 29.5%) and among Afro-descendant quilombola populations in Brazil (Frechal: 12.5%; Furnas do Dionísio: 8.4% in 2008, 9.2% in 2003). Conclusions The gaps in existing data on the burden of HIV, STIs, and VH in indigenous peoples and Afro-descendants in Latin America highlight the need to 1) improve national surveillance, by systematically collecting and analyzing ethnicity variables, and implementing integrated biobehavioral studies using robust methodologies and culturally sensitive strategies; 2) develop a region-wide response policy that considers the needs of indigenous peoples and Afro-descendants; and 3) implement an intercultural approach to health and service delivery to eliminate health access barriers and improve health outcomes for these populations.
Organización Panamericana de la Salud Washington - Washington - United States
E-mail: contacto_rpsp@paho.org